<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[Internacional - Economia - FecomercioSP]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticias/economia/internacional</link><description>&lt;![CDATA[Notícias relacionadas à área de atuação da Fecomercio Internacional.]]</description><lastBuildDate>Sun, 21 Jun 2026 06:00:40 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[Internacional - Economia - FecomercioSP]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticias/economia/internacional</link><url>http://fecomercio.com.br/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><category>&lt;![CDATA[Economia]]</category><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category><item><title>&lt;![CDATA[Mundo deixa fase intensiva em globalização para viver era da geopolítica, afirma Marcos Troyjo]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/mundo-deixa-fase-intensiva-em-globalizacao-para-viver-era-da-geopolitica-afirma-marcos-troyjo</link><description>&lt;![CDATA[Consultor de Relações Internacionais da FecomercioSP analisa os impactos das transformações globais sobre o Brasil durante painel promovido pela Federação em evento do RenovaBR]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O mundo deixou para trás uma fase intensiva em globalização para ingressar em uma era marcada por disputas geopolíticas cada vez mais relevantes. Com essa avaliação, Marcos Troyjo, economista, cientista político, diplomata e consultor de Relações Internacionais da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, abriu sua apresentação para alunos e lideranças em formação do&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.renovabr.org/"&gt;RenovaBR&lt;/a&gt;, uma das maiores escolas de formação política do País.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em painel FecomercioSP, o economista analisou como conflitos internacionais, sanções econômicas, mudanças demográficas e a reorganização das cadeias globais de produção vêm redefinindo investimentos, fluxos comerciais e oportunidades de crescimento para países como o Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Troyjo, o mundo passa por uma transição histórica. Se, há duas décadas, predominava uma lógica baseada na expansão do comércio internacional, na integração produtiva e na redução de barreiras econômicas, hoje, fatores geopolíticos passaram a exercer influência crescente sobre decisões de investimento, produção e comércio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como exemplo, o economista citou os reflexos provocados pela guerra na Ucrânia, pelas sanções econômicas impostas a diversos países e pelas mudanças nas estratégias corporativas globais, que passaram a incorporar riscos geopolíticos em suas decisões de negócios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao analisar o cenário norte-americano, Troyjo destacou que&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/fecomerciosp-resposta-a-tarifas-de-trump-deve-ser-abertura-comercial-nao-retaliacao"&gt;os Estados Unidos continuam exercendo forte influência sobre os fluxos globais de investimento&lt;/a&gt;. Segundo ele, a combinação entre inovação tecnológica, ganhos de produtividade, incentivos fiscais e políticas de reindustrialização tem fortalecido a economia do país norte-americano e ampliado sua capacidade de atrair capital produtivo. O resultado é uma competição cada vez mais intensa entre as nações pela atração de investimentos e pela inserção nas novas cadeias globais de produção.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o economista, a crescente competição global por investimentos evidencia gargalos históricos da economia nacional. Ele cita como exemplos a elevada carga tributária, a burocracia e os custos do ambiente de negócios, que limitam a capacidade do País de atrair capital produtivo em um cenário internacional cada vez mais competitivo e seletivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Estratégia chinesa&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A segunda dinâmica destacada por Troyjo foi a transformação da estratégia chinesa. Após décadas de crescimento apoiado na abertura econômica e na integração comercial global, a China passou a adotar uma postura voltada para a redução de vulnerabilidades externas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“A China quer ficar menos dependente do maior número possível de países e, ao mesmo tempo, trabalhar para que o maior número possível de países fique dependente dela”, afirmou. Segundo o consultor de Relações Internacionais da FecomercioSP, esse movimento tem potencial de refletir diretamente nas cadeias globais de suprimentos, setores tecnológicos e o comércio internacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao abordar a relação entre Brasil e China, Troyjo ressaltou que algumas limitações estruturais da economia chinesa ajudam a explicar a continuidade da demanda por produtos brasileiros. Segundo ele, a escassez de recursos hídricos no país asiático restringe sua capacidade de expandir a produção agrícola em determinadas áreas, tornando a importação de commodities uma necessidade estratégica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“A China não tem água suficiente para produzir tudo aquilo que consome. Por isso, continuará precisando importar produtos como a soja brasileira. A complementaridade entre as duas economias e a confiança construída ao longo dos anos na relação bilateral também ajudam a sustentar essa relação comercial”, afirmou.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;África e Ásia concentrarão crescimento populacional&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;&lt;p&gt;Dentre as tendências estruturais de longo prazo, Troyjo citou as mudanças demográficas que devem moldar a economia global nas próximas décadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com o especialista, dos atuais 193 países do mundo, apenas nove concentrarão praticamente todo o crescimento populacional até 2050. Cinco deles estarão na África, sendo eles Nigéria, República Democrática do Congo, Etiópia, Tanzânia e Uganda, enquanto os demais serão Estados Unidos, Índia, Paquistão e Indonésia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O economista acredita que a combinação entre crescimento populacional, urbanização e expansão econômica nessas regiões deverá impulsionar a demanda por alimentos, infraestrutura, energia, mobilidade e recursos naturais, criando oportunidades para países exportadores.&lt;/p&gt;&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Emergentes&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;&lt;p&gt;Outro fenômeno apontado Troyjo é o avanço do protagonismo das economias emergentes. Segundo ele, o chamado E7, formado por China, Índia, Brasil, Indonésia, México, Turquia e Egito, já contribui mais para o crescimento da economia mundial do que o tradicional G7, grupo que reúne as principais economias desenvolvidas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Troyjo ainda alertou para o crescimento acelerado da Índia, que recentemente ultrapassou a China como país mais populoso do planeta. Na sua avaliação, a expansão da renda e do consumo nos grandes mercados emergentes representa uma oportunidade histórica para nações capazes de fornecer alimentos, energia e minerais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“O crescimento dos países emergentes oferece ao Brasil uma oportunidade extraordinária de gerar excedentes por meio de áreas em que tem vantagens competitivas, como alimentos, minérios e minerais críticos”, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao concluir a palestra, Troyjo argumentou que o Brasil reúne características cada vez mais valorizadas no contexto internacional. Segundo ele, poucos países contam, simultaneamente, com capacidade de produção de comida, abundância de recursos naturais, diversidade energética e posicionamento diplomático capaz de dialogar com diferentes polos de poder, como Estados Unidos, Europa e China.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O especialista também frisou que a nova revolução tecnológica, estimulada por Inteligência Artificial (IA), robótica, datacenters, novos materiais e computação avançada, exigirá volumes crescentes de energia, minerais críticos e infraestrutura, áreas nas quais o Brasil tem vantagens competitivas importantes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“O mundo está redistribuindo as cartas. E o Brasil tem a oportunidade de receber um jogo melhor do que aquele que tinha antes. O desafio é saber aproveitar essas oportunidades”, concluiu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Parceria entre RenovaBR, FecomercioSP e Canal UM BRASIL&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Rodrigo Cobra, diretor-executivo do RenovaBR, “Troyjo trouxe para os nossos líderes uma leitura precisa do momento geopolítico mundial e de como o Brasil pode consolidar a posição de protagonista. É exatamente esse tipo de visão estratégica que a nova geração de lideranças políticas precisa ter”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além do&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Painel FecomercioSP&lt;/strong&gt;, realizado no dia 12 de junho com a análise do economista, o dia seguinte foi marcado pelo&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Painel Canal UM BRASIL&lt;/strong&gt;. O evento promoveu um debate sobre liderança, gestão pública e capacidade de entrega do Estado, no âmbito do programa de formação&amp;nbsp;&lt;em&gt;Caminhos da Renovação&lt;/em&gt;, do RenovaBR.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O debate foi mediado pelo cientista político Humberto Dantas e contou com a participação de Jéssica Moreira, diretora-executiva do Movimento Pessoas à Frente, e Cristina Castellan, diretora de Lideranças da Fundação Lemann. O conteúdo está previsto para ser divulgado no dia 10 de julho nos canais digitais do&amp;nbsp;&lt;a href="https://umbrasil.com/"&gt;Canal UM BRASIL&lt;/a&gt; e da FecomercioSP.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O evento também marcou o lançamento da nova edição do livro&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/um-brasil-lanca-livro-com-analises-sobre-contradicoes-do-pais-em-meio-as-incertezas-globais"&gt;UM BRASIL #12 — Brasil, o país das contradições&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;. Todos os participantes da formação de líderes do RenovaBR receberam exemplares da obra.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 16 Jun 2026 15:38:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP recebe Câmara Latino Africana para discutir aproximação comercial]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-recebe-camara-latino-africana-para-discutir-aproximacao-comercial</link><description>&lt;![CDATA[Encontro ressaltou o potencial econômico do continente africano, principalmente em setores como agroindústria, alimentos, tecnologia, logística, moda e comércio exterior]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; recebeu representantes da&amp;nbsp;&lt;a href="https://camaralatinoafricana.com/pt/"&gt;C&amp;acirc;mara de Com&amp;eacute;rcio Latino Africana (Claf)&lt;/a&gt; para uma reuni&amp;atilde;o voltada para o fortalecimento das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais entre Brasil, Am&amp;eacute;rica Latina e pa&amp;iacute;ses africanos. O encontro reuniu Ang&amp;eacute;lica Herrera, presidente da Claf; Sebasti&amp;atilde;o Galdino, vice-presidente; e Klaibson Natal Ribeiro Borges, diretor da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Brasil. Do lado da FecomercioSP, estiveram presentes&amp;nbsp;Rubens Medrano, presidente do&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais&lt;/a&gt;; Nat&amp;aacute;lia&amp;nbsp;Tafarello, assessora da Entidade; e Pedro Silveira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reuni&amp;atilde;o, os participantes discutiram oportunidades de neg&amp;oacute;cios, coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o institucional, miss&amp;otilde;es empresariais e iniciativas destinadas &amp;agrave; internacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empresas brasileiras em mercados africanos, principalmente em setores como agroind&amp;uacute;stria, alimentos, tecnologia, moda, log&amp;iacute;stica e com&amp;eacute;rcio exterior.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Ang&amp;eacute;lica, a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Claf, em 2024, surgiu a partir da percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais e institucionais entre pa&amp;iacute;ses da Am&amp;eacute;rica Latina e do continente africano ainda avan&amp;ccedil;am em ritmo inferior ao potencial econ&amp;ocirc;mico existente entre as duas regi&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;A &amp;Aacute;frica &amp;eacute; formada por 54 pa&amp;iacute;ses e um mercado em expans&amp;atilde;o. Entendemos que a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o latino-americana fortalece nossa capacidade de construir conex&amp;otilde;es comerciais mais estruturadas com o continente africano&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A presidente da Claf ainda destacou que a entidade atua em tr&amp;ecirc;s frentes principais (comercial, acad&amp;ecirc;mica e cultural), promovendo miss&amp;otilde;es empresariais, f&amp;oacute;runs internacionais, produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;do t&amp;eacute;cnico e apoio &amp;agrave; internacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empresas interessadas em acessar mercados africanos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Galdino apontou que o avan&amp;ccedil;o das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais entre Am&amp;eacute;rica Latina e &amp;Aacute;frica depende tamb&amp;eacute;m de um processo de sensibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas para a internacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;ldquo;&amp;Eacute; importante mostrar ao empresariado que a internacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; apenas uma estrat&amp;eacute;gia comercial, mas tamb&amp;eacute;m uma forma de diversificar mercados, ampliar competitividade e gerar novas oportunidades de crescimento em um cen&amp;aacute;rio global em transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/fdbb75025716f2d3163489eacc31791845a2ddfb.jpg" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Borges, por sua vez, afirmou que o continente africano vive um momento de expans&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica e demogr&amp;aacute;fica que deve ampliar a demanda por novos parceiros comerciais nos pr&amp;oacute;ximos anos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;A &amp;Aacute;frica &amp;eacute; um mercado em desenvolvimento, com demanda crescente em diferentes setores e um potencial muito grande para empresas brasileiras que desejem ampliar sua atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o internacional de forma estrat&amp;eacute;gica&amp;rdquo;, disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre as iniciativas mencionadas pela c&amp;acirc;mara durante o encontro, destaca-se a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do F&amp;oacute;rum Am&amp;eacute;rica Latina&amp;ndash;&amp;Aacute;frica de Neg&amp;oacute;cios, cuja pr&amp;oacute;xima edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; realizada na Eti&amp;oacute;pia, al&amp;eacute;m da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de expedi&amp;ccedil;&amp;otilde;es empresariais e participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em feiras multissetoriais em pa&amp;iacute;ses do continente africano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No encontro, Medrano ressaltou que a FecomercioSP acompanha com interesse o avan&amp;ccedil;o das oportunidades comerciais com pa&amp;iacute;ses africanos e enfatizou o potencial de crescimento da rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre as regi&amp;otilde;es.&amp;nbsp;&amp;ldquo;A &amp;Aacute;frica ainda &amp;eacute; um mercado com baixa presen&amp;ccedil;a comercial brasileira, mas que apresenta um enorme potencial de desenvolvimento e oportunidades para empresas do Pa&amp;iacute;s&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a conversa, tamb&amp;eacute;m foram debatidos temas como intelig&amp;ecirc;ncia comercial, log&amp;iacute;stica, regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o para exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, zonas francas africanas, acordos comerciais e capacita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empres&amp;aacute;rios brasileiros interessados em atuar no continente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto discutido foi o interesse em promover maior aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o institucional entre entidades empresariais brasileiras e africanas, al&amp;eacute;m da possibilidade de futuras a&amp;ccedil;&amp;otilde;es conjuntas entre a Claf e a FecomercioSP voltadas para a promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o comercial e a troca de conhecimento entre os mercados.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 03 Jun 2026 14:17:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Mercosul–União Europeia: seminário mostra como empresas podem ampliar a competitividade internacional]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/mercosuluniao-europeia-seminario-mostra-como-empresas-podem-ampliar-a-competitividade-internacional</link><description>&lt;![CDATA[Representantes de Receita Federal, MDIC, ApexBrasil, Sebrae, FecomercioSP e Sindasp debatem como transformar o acordo comercial em oportunidades de negócios]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O acordo entre Mercosul e União Europeia (UE) pode abrir portas para as empresas brasileiras ampliarem mercados, reduzirem as barreiras comerciais e aumentarem a competitividade internacional. Mas como aproveitar as oportunidades e aproveitar um mercado de aproximadamente 700 milhões de consumidores?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essa é a proposta do seminário &lt;strong&gt;Mercosul x União Europeia: Caminhos Práticos para a Competitividade Internacional&lt;/strong&gt;, que ocorre no próximo dia 18, em São Paulo. O encontro reunirá empresários, especialistas, autoridades e representantes do setor produtivo para apresentar orientações objetivas sobre os principais obstáculos e as grandes oportunidades geradas pelo acordo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://forms.gle/YW4esgTuWuSpRnsd6" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Clique aqui e faça sua inscrição&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao longo do dia, os participantes terão acesso a conteúdos estratégicos sobre origem preferencial, certificação, controle aduaneiro, acesso a mercados, crédito para exportação, segurança e conformidade, temas cada vez mais decisivos para quem deseja exportar, importar ou ampliar a sua presença internacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A programação contará com especialistas em comércio internacional e geopolítica econômica, com a palestra magna a ser realizada por Marcos Troyjo, economista, cientista político, diplomata e ex-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), o Banco dos Brics.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Realizado pelo &lt;a href="https://sebrae.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae)&lt;/a&gt;, pela &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; e pelo &lt;a href="https://sindaspcg.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo (Sindasp)&lt;/a&gt;, o evento contará ainda com a participação de representantes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), da Receita Federal e da ApexBrasil, reunindo diferentes visões e experiências para apoiar empresas, especialmente as pequenas e médias, na construção de estratégias mais competitivas para o mercado global.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Serviço&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quinta-feira, 18 de junho, das 9h às 17h30&lt;br&gt;Local:&amp;nbsp;Auditório Sebrae — Rua Vergueiro, 1117, Paraíso — São Paulo/SP&lt;br&gt;Evento gratuito, presencial e com vagas limitadas. Inscreva-se &lt;a href="https://forms.gle/YW4esgTuWuSpRnsd6"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[veja_tambem]&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 03 Jun 2026 12:10:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Marco Legal do Comércio Exterior demanda mais simplificação, proporcionalidade e segurança jurídica ]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/marco-legal-do-comercio-exterior-demanda-mais-simplificacao-proporcionalidade-e-seguranca-juridica</link><description>&lt;![CDATA[FecomercioSP sugere texto substitutivo ao PL 4.423/2024, após diálogo com liderança da Comissão de Relações Exteriores da Câmara]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; encaminhou, ao deputado Luiz Philippe de Orl&amp;eacute;ans e Bragan&amp;ccedil;a (PL/SP), presidente da Comiss&amp;atilde;o de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Exteriores da C&amp;acirc;mara, uma proposta de texto substitutivo ao &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/nova-lei-do-comercio-exterior-avanca-com-pouco-espaco-para-o-dialogo"&gt;Projeto de Lei (PL) 4.423/2024 &amp;mdash; a chamada Lei Geral do Com&amp;eacute;rcio Exterior&lt;/a&gt;. O documento, fruto de amplo trabalho realizado pelo &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais da Entidade&lt;/a&gt;, busca evitar que a nova legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o imponha excessiva rigidez operacional ao setor produtivo. Apesar de o PL j&amp;aacute; ter sido aprovado no Senado no ano passado, espera-se que a tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o na C&amp;acirc;mara dos Deputados permita amplo debate com o setor produtivo, de modo a evidenciar os efeitos que uma legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o restritiva pode trazer ao Pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O documento &amp;eacute; resultado de um trabalho iniciado h&amp;aacute; meses, quando Rubens Torres Medrano, vice-presidente da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e presidente do Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais da Entidade, se reuniu com o deputado para apresentar as preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es do setor produtivo com o texto em tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Naquela ocasi&amp;atilde;o, houve converg&amp;ecirc;ncia de vis&amp;otilde;es entre a FecomercioSP e o parlamentar sobre a necessidade de aprimorar o ambiente de neg&amp;oacute;cios para o com&amp;eacute;rcio exterior, o que pode ocorrer mediante texto alternativo. A minuta entregue ao deputado parte desse alinhamento e incorpora as &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/marco-legal-do-comercio-exterior-deve-priorizar-proporcionalidade-e-razoabilidade"&gt;sugest&amp;otilde;es discutidas&lt;/a&gt;&lt;u&gt;.&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A proposta de texto substitutivo busca trazer equil&amp;iacute;brio entre controle aduaneiro e facilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o do com&amp;eacute;rcio. Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da FecomercioSP, o texto original apresenta dispositivos com vi&amp;eacute;s predominantemente sancionat&amp;oacute;rio, com obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es r&amp;iacute;gidas e multas elevadas que penalizam at&amp;eacute; operadores regulares e adimplentes. A proposta prioriza mecanismos de conformidade, preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o e autorregulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em linha com pr&amp;aacute;ticas internacionais modernas de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o aduaneira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do marco normativo&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O substitutivo busca aprimorar a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o aduaneira brasileira com &amp;ecirc;nfase em simplifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de procedimentos, seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica e alinhamento com o Acordo sobre Facilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Com&amp;eacute;rcio da Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Mundial do Com&amp;eacute;rcio (OMC) e outros compromissos internacionais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Direitos dos operadores e mais previsibilidade na atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o estatal&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A proposta institui direitos formais para os operadores de com&amp;eacute;rcio exterior, fixa prazos para libera&amp;ccedil;&amp;atilde;o das mercadorias pela Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica e prev&amp;ecirc; consequ&amp;ecirc;ncias para o seu descumprimento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Simplifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de procedimentos&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O texto unifica as modalidades de importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o indireta, racionaliza os procedimentos para mercadorias com defeito ou desconformidade e amplia o uso de ferramentas de gest&amp;atilde;o de riscos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o proporcional e boa-f&amp;eacute;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No campo fiscalizat&amp;oacute;rio, a proposta da Entidade adota os princ&amp;iacute;pios da proporcionalidade e da veda&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao confisco, valorizando a boa-f&amp;eacute; do operador e incentivando a autorregulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a conformidade volunt&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tratamento diferenciado para PMEs&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O documento ainda prev&amp;ecirc; acesso simplificado ao com&amp;eacute;rcio exterior para Pequenas e M&amp;eacute;dias Empresas (PMEs) e reconhece o papel estrat&amp;eacute;gico de intervenientes como despachantes aduaneiros e neg&amp;oacute;cios comerciais exportadores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tecnologia e transpar&amp;ecirc;ncia regulat&amp;oacute;ria&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A proposta refor&amp;ccedil;a a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o institucional, a transpar&amp;ecirc;ncia nas normas e o uso intensivo de tecnologia, buscando construir um ambiente mais eficiente, moderno e competitivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;quot;O que buscamos &amp;eacute; um marco legal que d&amp;ecirc; previsibilidade e transpar&amp;ecirc;ncia a quem opera, reduza a inseguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica e coloque o Brasil em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es reais de competir nas cadeias globais de valor. S&amp;atilde;o elementos fundamentais para um com&amp;eacute;rcio exterior mais justo e sustent&amp;aacute;vel&amp;quot;, afirma Medrano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 29 May 2026 14:00:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP recebe embaixador de Singapura para discutir comércio exterior e oportunidades para PMEs]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-recebe-embaixador-de-singapura-para-discutir-comercio-exterior-e-oportunidades-para-pmes</link><description>&lt;![CDATA[Encontro tratou do avanço do acordo Mercosul–Singapura e o interesse de empresas do país em atuar no mercado brasileiro]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, recebeu a visita institucional do embaixador n&amp;atilde;o residente de Singapura no Brasil,&amp;nbsp;Goi Seng Hui, em encontro voltado para o fortalecimento das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais entre os dois pa&amp;iacute;ses e a amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de oportunidades de neg&amp;oacute;cios para empresas brasileiras, especialmente as Pequenas e M&amp;eacute;dias Empresas (PMEs).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reuni&amp;atilde;o, o embaixador e representantes da embaixada destacaram o interesse crescente de empresas de Singapura no mercado brasileiro. Um dos exemplos apresentados foi o de uma empresa de tecnologia, que planeja abrir escrit&amp;oacute;rio no Brasil para estabelecer presen&amp;ccedil;a local e oferecer solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es de telecomunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es a neg&amp;oacute;cios nacionais. A iniciativa est&amp;aacute; em fase de prospec&amp;ccedil;&amp;atilde;o e conta com o apoio da Embaixada de Singapura.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro tema debatido foi o avan&amp;ccedil;o do acordo de livre-com&amp;eacute;rcio entre Mercosul e Singapura (FTA). Ap&amp;oacute;s a assinatura do tratado, representantes do governo de Singapura dever&amp;atilde;o vir ao Brasil para realizar uma s&amp;eacute;rie de encontros institucionais e aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o mercado, incluindo uma visita &amp;agrave; Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP apresentou, ainda, projetos destinados ao apoio de PMEs brasileiras na inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o no com&amp;eacute;rcio exterior, refor&amp;ccedil;ando a import&amp;acirc;ncia de aproxima&amp;ccedil;&amp;otilde;es estrat&amp;eacute;gicas, &lt;em&gt;networking&lt;/em&gt; e gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de oportunidades internacionais.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O embaixador ressaltou que a balan&amp;ccedil;a comercial entre Brasil e Singapura &amp;eacute; superavit&amp;aacute;ria para o lado brasileiro. Singapura importa grande volume de alimentos do mundo todo, tanto para consumo interno quanto para atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o como &lt;em&gt;hub&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;internacional de neg&amp;oacute;cios e distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o regional. Dentre os produtos brasileiros com potencial de amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es para o pa&amp;iacute;s asi&amp;aacute;tico, destacam-se o mel, o a&amp;ccedil;a&amp;iacute; e o arroz.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O cen&amp;aacute;rio geopol&amp;iacute;tico internacional tamb&amp;eacute;m entrou na pauta da reuni&amp;atilde;o. Segundo&amp;nbsp;Rubens Medrano, presidente do&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais da FecomercioSP&lt;/a&gt;, o conflito envolvendo o Ir&amp;atilde; n&amp;atilde;o afeta somente pre&amp;ccedil;os do petr&amp;oacute;leo bruto, mas tamb&amp;eacute;m impacta os de fertilizantes provenientes daquele pa&amp;iacute;s, e isso deve pressionar os custos agr&amp;iacute;colas e contribuir para o aumento do custo de vida. Tamb&amp;eacute;m h&amp;aacute; incerteza sobre a dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do conflito e, mesmo com eventual redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das tens&amp;otilde;es, a expectativa &amp;eacute; de que os pre&amp;ccedil;os n&amp;atilde;o retornem aos n&amp;iacute;veis anteriores ao in&amp;iacute;cio da crise.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m de&amp;nbsp;Medrano, a assessora Nat&amp;aacute;lia&amp;nbsp;Tafarello&amp;nbsp;participou da reuni&amp;atilde;o. A visita marcou tamb&amp;eacute;m a despedida oficial de Seng Hui ap&amp;oacute;s oito anos no cargo de embaixador n&amp;atilde;o residente de Singapura no Brasil. Esta foi a segunda visita institucional do diplomata &amp;agrave; FecomercioSP.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 26 May 2026 16:47:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[MEIs e microempresas puxam recorde de importadoras e exportadoras no Brasil]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/meis-e-microempresas-puxam-recorde-de-importadoras-e-exportadoras-no-brasil</link><description>&lt;![CDATA[Participação das pequenas companhias é a maior da série histórica, impulsionada pelo avanço do e-commerce e dos marketplaces globais]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O Brasil alcan&amp;ccedil;ou, em 2025, o maior n&amp;uacute;mero de empresas importadoras da s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica. Segundo dados do Minist&amp;eacute;rio do Desenvolvimento, Ind&amp;uacute;stria, Com&amp;eacute;rcio e Servi&amp;ccedil;os (MDIC), o Pa&amp;iacute;s encerrou o ano com 60.115 neg&amp;oacute;cios atuando nas importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, um crescimento de 7,6% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a 2024. O principal motor desse avan&amp;ccedil;o foram as Microempresas (MEs), os Microempreendedores Individuais (MEIs) e as Empresas de Pequeno Porte (EPPs), que cresceram acima da m&amp;eacute;dia nacional e ampliaram a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no com&amp;eacute;rcio exterior brasileiro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As MEs e os MEIs registraram crescimento de 10,2% no n&amp;uacute;mero de importadoras em 2025, totalizando 15.749 empresas, aproximadamente 1,5 mil a mais do que no ano anterior. J&amp;aacute; as EPPs somaram 14.367 importadoras, um avan&amp;ccedil;o de 8,8% no per&amp;iacute;odo. As m&amp;eacute;dias e grandes empresas tamb&amp;eacute;m cresceram, mas em ritmo menor, com alta de 5,5%, alcan&amp;ccedil;ando 29,11 mil companhias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O n&amp;uacute;mero de MEs e MEIs importadores vem aumentando em ritmo de dois d&amp;iacute;gitos desde 2021. Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, o crescimento acelerado das pequenas importadoras est&amp;aacute; diretamente ligado &amp;agrave; digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do com&amp;eacute;rcio eletr&amp;ocirc;nico internacional e &amp;agrave; expans&amp;atilde;o dos marketplaces globais, al&amp;eacute;m de iniciativas de desburocratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos processos de importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Hoje, esse processo n&amp;atilde;o &amp;eacute; mais visto como exclusivo das grandes companhias.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do n&amp;uacute;mero de empresas importadoras por porte em 2025&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;Porte&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;N&amp;uacute;mero de empresas&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;Varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;MEs e MEIs&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;15.749&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;+10,2%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;EPPs&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;14.367&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;+8,8%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;M&amp;eacute;dias e grandes empresas&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;29.110&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;+5,5%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;Total&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;60.115&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;+7,6%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m disso, plataformas como o Alibaba simplificaram processos que, antes, eram considerados complexos e burocr&amp;aacute;ticos, permitindo que micro e pequenos empres&amp;aacute;rios brasileiros tenham acesso mais direto a fornecedores internacionais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse movimento tamb&amp;eacute;m aparece na evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es provenientes da China realizadas por MEs e MEIs nacionais. Em 2019, esse grupo importava US$ 328,3 milh&amp;otilde;es (FOB) do pa&amp;iacute;s asi&amp;aacute;tico. Em 2025, o volume ultrapassou US$ 1,03 bilh&amp;atilde;o, crescimento de 214,6% em apenas seis anos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de MEs e MEIs provenientes da China&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" id="isPasted"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="50%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;Ano&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="50%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;Valor importado (FOB)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="50%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;2019&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="50%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;US$ 328,3 milh&amp;otilde;es&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="50%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;2025&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="50%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;US$ 1,03 bilh&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="50%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;Varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="50%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;+214,6%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/df73c9f736a3a49adadda38dcfdd12b35ed08f85.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m do avan&amp;ccedil;o das importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, o Brasil tamb&amp;eacute;m registrou recorde no n&amp;uacute;mero de empresas exportadoras no ano passado. O total chegou a 29.818 neg&amp;oacute;cios, um crescimento de 3,4% frente ao ano anterior e o maior patamar da s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica, mesmo em um cen&amp;aacute;rio internacional marcado por quest&amp;otilde;es tarif&amp;aacute;rias envolvendo os Estados Unidos, um dos principais parceiros comerciais do Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em 2025, 17.764 empresas exportadoras eram de m&amp;eacute;dio e grande portes, o equivalente a 59,6% do total, avan&amp;ccedil;o de 3,4% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao ano anterior. J&amp;aacute; as EPPs exportadoras somaram 5.655 companhias (crescimento de 3,2%), enquanto MEs e MEIs totalizaram 6.167 exportadoras, alta de 3,6% e participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 20,7% no total nacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o conjunta de MEs, MEIs e EPPs no total de exportadores brasileiros saltou de uma m&amp;eacute;dia de 30,6%, entre 2008 e 2018, para 39,6%, em 2025.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar do crescimento recente, Rubens Medrano, presidente do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais da FecomercioSP&lt;/a&gt;, destaca que a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o brasileira na corrente de com&amp;eacute;rcio internacional ainda permanece baixa diante do universo de aproximadamente 24,9 milh&amp;otilde;es de empresas ativas no Pa&amp;iacute;s. &amp;ldquo;O Brasil segue como uma economia relativamente fechada e pouco integrada &amp;agrave;s cadeias globais de valor, cen&amp;aacute;rio que limita principalmente a internacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de micro e pequenas empresas&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre os principais obst&amp;aacute;culos, destacam-se burocracia, gargalos log&amp;iacute;sticos, falta de m&amp;atilde;o de obra qualificada, tarifas elevadas e baixa integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s cadeias globais de valor, avalia Medrano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP refor&amp;ccedil;a que a abertura comercial e as iniciativas de desburocratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o continuam sendo fundamentais para ampliar competitividade, produtividade e acesso a produtos, tecnologias e insumos com maior valor agregado, beneficiando empresas e consumidores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 26 May 2026 16:19:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[O acordo UE–Mercosul virou realidade... e agora?]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/o-acordo-uemercosul-virou-realidade-e-agora</link><description>&lt;![CDATA[Aprovação final pelo lado europeu ainda está pendente; retrocessos ambientais e entraves tributários no Brasil podem ter custo direto na ratificação]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;&lt;em style='margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-style: italic; font-variant-caps: normal; font-width: inherit; font-size: 16px; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-kerning: inherit; font-variant-alternates: inherit; font-variant-ligatures: inherit; font-variant-numeric: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-position: inherit; font-variant-emoji: inherit; font-feature-settings: inherit; font-optical-sizing: inherit; font-variation-settings: inherit; vertical-align: baseline; text-decoration: none; list-style: none; font-family: "Open Sans", sans-serif; font-weight: 300; color: rgb(92, 92, 92); outline: medium; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px;' id="isPasted"&gt;*Por Andr&amp;eacute; Sacconato&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Brasil &amp;eacute; o primeiro pa&amp;iacute;s do Mercosul a concluir formalmente a ratifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/acordo-mercosul-uniao-europeia-abre-grandes-oportunidades-para-pmes-no-comercio-internacional-1?%2Fnoticia%2Facordo-mercosul-uniao-europeia-abre-grandes-oportunidades-para-pmes-no-comercio-internacional-1="&gt;do acordo comercial com a Uni&amp;atilde;o Europeia (UE)&lt;/a&gt;, gra&amp;ccedil;as ao Decreto 12.953, publicado no fim de abril. &amp;nbsp;O texto do tratado havia sido assinado em Assun&amp;ccedil;&amp;atilde;o (Paraguai) em janeiro de 2026.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em mar&amp;ccedil;o, o Congresso Nacional aprovou e, a partir de 1&amp;ordm; de maio, o Brasil j&amp;aacute; come&amp;ccedil;ou a aplic&amp;aacute;-lo. Para quem acompanha essa negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o h&amp;aacute; tempo, ver tudo isso se concretizar em menos de quatro meses &amp;eacute; surpreendente, j&amp;aacute; que as conversas entre os dois blocos duraram mais de 25 anos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O acordo deve mudar muita coisa no dia a dia. A UE &amp;eacute;, hoje, o segundo maior destino das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras e a principal origem de investimento estrangeiro no Pa&amp;iacute;s. Com o acordo, produtos como carne, soja, caf&amp;eacute;, a&amp;ccedil;&amp;uacute;car, suco de laranja e etanol v&amp;atilde;o ganhar acesso preferencial a um mercado de mais de 440 milh&amp;otilde;es de consumidores europeus, com tarifas que, antes, tornavam o produto brasileiro artificialmente caro nas prateleiras do outro lado do Atl&amp;acirc;ntico.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m disso, o tratado deve atrair mais investimento europeu para Infraestrutura, Energia Renov&amp;aacute;vel, Tecnologia e Sa&amp;uacute;de, exatamente as &amp;aacute;reas onde o Brasil mais carece de capital e de conhecimento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Contudo, h&amp;aacute; um empecilho: o acordo est&amp;aacute; em vigor para o Brasil, mas ainda n&amp;atilde;o completamente fechado do lado europeu. O Parlamento que responde por aquele bloco ainda precisa ratific&amp;aacute;-lo. Dependendo de como estiver estruturado o texto final, os parlamentos dos 27 pa&amp;iacute;ses-membros tamb&amp;eacute;m precisar&amp;atilde;o dar a palavra. Agricultores franceses, irlandeses e poloneses questionam esse avan&amp;ccedil;o, com receio da concorr&amp;ecirc;ncia do nosso Agroneg&amp;oacute;cio. Isso significa que o processo de ratifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o plena vai levar algum tempo, ainda que Brasil j&amp;aacute; tenha cumprido a sua parte. Por enquanto, o acordo se mant&amp;eacute;m provis&amp;oacute;rio.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E &amp;eacute; nesse ponto que entram os cuidados que o Brasil n&amp;atilde;o pode ignorar. Um deles &amp;eacute; o meio ambiente. A UE imp&amp;ocirc;s, no tratado, mecanismos que permitem suspender as prefer&amp;ecirc;ncias tarif&amp;aacute;rias caso o Brasil d&amp;ecirc; passos atr&amp;aacute;s no desmatamento ou no cumprimento do Acordo de Paris. Isto &amp;eacute;, retrocesso ambiental, agora, tem custo econ&amp;ocirc;mico direto e mensur&amp;aacute;vel.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O segundo cuidado &amp;eacute; com &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/solucao-para-grande-gargalo-do-custo-brasil-pode-estar-no-mar"&gt;o chamado Custo Brasil&lt;/a&gt;. Tarifa zero na fronteira europeia n&amp;atilde;o resolve nada se o produto brasileiro continuar sendo prejudicado pela carga tribut&amp;aacute;ria excessiva, pela infraestrutura cara, pelo cr&amp;eacute;dito escasso e pela burocracia de sempre. O acordo abre portas, mas atravess&amp;aacute;-la depende de reformas que n&amp;atilde;o est&amp;atilde;o no texto do decreto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No fim das contas, o decreto &amp;eacute; um marco hist&amp;oacute;rico real. O fato de o Brasil ter alcan&amp;ccedil;ado isso merece ser reconhecido. Mas a comemora&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o pode sobrepor o dever de casa. O acordo &amp;eacute; uma excelente oportunidade, &amp;nbsp;e grandes oportunidades n&amp;atilde;o se aproveitam sozinhas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Andr&amp;eacute; Sacconato &amp;eacute; economista e assessor da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 05 May 2026 15:27:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Abertura comercial como estratégia de desenvolvimento]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/abertura-comercial-como-estrategia-de-desenvolvimento</link><description>&lt;![CDATA[A fragmentação geoeconômica abre oportunidades para fornecedores confiáveis em áreas estratégicas; permanecer fechado é optar pela estagnação]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;&lt;em&gt;Rubens Medrano*&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A economia mundial n&amp;atilde;o deixou de se globalizar; ela se fragmentou. O com&amp;eacute;rcio segue como grande motor de produtividade e de difus&amp;atilde;o tecnol&amp;oacute;gica, mas agora opera em um ambiente marcado por tens&amp;otilde;es geopol&amp;iacute;ticas, pol&amp;iacute;ticas industriais bilion&amp;aacute;rias e um protecionismo crescente nas principais pot&amp;ecirc;ncias.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse cen&amp;aacute;rio, pa&amp;iacute;ses que se conectam de forma estrat&amp;eacute;gica &amp;agrave;s cadeias globais de valor avan&amp;ccedil;am, enquanto os que se fecham ficam para tr&amp;aacute;s &amp;ndash; e o Brasil ainda se aproxima mais do 2&amp;ordm; grupo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A experi&amp;ecirc;ncia internacional mostra que a abertura comercial &amp;eacute; um dos pilares do crescimento de longo prazo. Economias expostas ao com&amp;eacute;rcio absorvem tecnologia com mais rapidez, aprendem com quem est&amp;aacute; na fronteira e elevam sua produtividade.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o externa pressiona as empresas a inovar e melhorar processos, enquanto o acesso a insumos mais modernos reduz custos e eleva a qualidade do que se produz. Quando as empresas passam a atender mercados maiores, ganham escala e diluem custos fixos. Para pa&amp;iacute;ses de renda m&amp;eacute;dia como o Brasil, isso &amp;eacute; decisivo para escapar da armadilha da baixa produtividade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Casos como Coreia do Sul, M&amp;eacute;xico, Vietn&amp;atilde; e Bangladesh ilustram esse caminho. A Coreia, que nos anos 1960 era mais pobre que o Brasil, integrou-se agressivamente ao com&amp;eacute;rcio mundial &amp;ndash; reduziu tarifas, assinou acordos e orientou sua pol&amp;iacute;tica industrial para competir l&amp;aacute; fora &amp;ndash; e hoje tem PIB per capita muito superior ao nosso. O M&amp;eacute;xico tornou-se um dos maiores exportadores de manufaturas do mundo depois do Nafta. Vietn&amp;atilde; e Bangladesh usaram a abertura como trampolim para atrair investimentos, tecnologia e milh&amp;otilde;es de empregos industriais. Esses exemplos mostram que a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o comercial &amp;eacute; o que separa pa&amp;iacute;ses que avan&amp;ccedil;am dos que estagnaram.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Brasil, por&amp;eacute;m, insiste em manter uma economia fechada. Nossa tarifa m&amp;eacute;dia supera o dobro da m&amp;eacute;dia da OCDE, e nossa participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas cadeias globais de valor &amp;eacute; inferior &amp;agrave; de pa&amp;iacute;ses muito mais pobres. Isso se reflete em baixa produtividade, pouca inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e uma ind&amp;uacute;stria com menor densidade tecnol&amp;oacute;gica. A prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o prolongada permitiu que muitas empresas sobrevivessem pela barreira tarif&amp;aacute;ria, e n&amp;atilde;o pela efici&amp;ecirc;ncia, penalizando consumidores e limitando o crescimento do Pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A fragmenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o geoecon&amp;ocirc;mica atual abre oportunidades para fornecedores confi&amp;aacute;veis em &amp;aacute;reas estrat&amp;eacute;gicas: energia limpa, minerais cr&amp;iacute;ticos, agroind&amp;uacute;stria avan&amp;ccedil;ada e biotecnologia. O Brasil tem vantagens naturais e institucionais para ocupar esse espa&amp;ccedil;o, mas precisa reduzir barreiras, simplificar regras e firmar acordos que ampliem escala e previsibilidade. A abertura tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; essencial para inovar: em setores de fronteira, ningu&amp;eacute;m inova sozinho, e economias fechadas ficam distantes do que h&amp;aacute; de mais avan&amp;ccedil;ado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O argumento de que a prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o preserva empregos n&amp;atilde;o se sustenta. Pa&amp;iacute;ses fechados protegem inefici&amp;ecirc;ncias, n&amp;atilde;o trabalhadores. A abertura desloca m&amp;atilde;o de obra para setores mais produtivos, nos quais os sal&amp;aacute;rios tendem a ser maiores. Crescer apoiado s&amp;oacute; no mercado interno &amp;eacute; estrat&amp;eacute;gia vi&amp;aacute;vel para economias com a escala dos EUA ou da China. N&amp;oacute;s n&amp;atilde;o temos essa escala, e fingir que temos &amp;eacute; um erro que custa caro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A abertura comercial n&amp;atilde;o amea&amp;ccedil;a o desenvolvimento brasileiro; ela &amp;eacute; condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o para que ele ocorra. Em um mundo fragmentado, quem se fecha perde relev&amp;acirc;ncia. O Brasil tem potencial para ser protagonista, mas precisa escolher esse caminho. Permanecer fechado &amp;eacute; optar pela estagna&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;*&lt;em id="isPasted"&gt;Rubens Medrano&lt;/em&gt; &amp;eacute; presidente do Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Artigo publicado originalmente no &lt;a href="https://www.poder360.com.br/opiniao/abertura-comercial-como-estrategia-de-desenvolvimento/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Poder360&lt;/a&gt; em 18 de abril de 2026&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:20:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Marco Legal do Comércio Exterior deve priorizar proporcionalidade e razoabilidade]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/marco-legal-do-comercio-exterior-deve-priorizar-proporcionalidade-e-razoabilidade</link><description>&lt;![CDATA[FecomercioSP propõe ajustes ao PL 4.423/2024 a fim de assegurar uma legislação moderna e eficiente para o fluxo aduaneiro]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Para defender regras mais justas e promover o crescimento das Micro e Pequenas Empresas (MPE) no com&amp;eacute;rcio internacional, o Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais da &lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt; apresentou ao Congresso Nacional, na &amp;uacute;ltima ter&amp;ccedil;a-feira (24), sugest&amp;otilde;es de aprimoramento do Projeto de Lei 4.423/2024. O texto, j&amp;aacute; aprovado no Senado Federal, est&amp;aacute; em tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o na C&amp;acirc;mara dos Deputados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Considerando a import&amp;acirc;ncia da consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um marco regulat&amp;oacute;rio para o com&amp;eacute;rcio exterior, o projeto estabelece regras que, na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, podem dificultar e inviabilizar a inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o competitiva das MPE no mercado internacional. As propostas de melhoria foram apresentadas para os deputados federais Luiz Philippe de Orl&amp;eacute;ans e Bragan&amp;ccedil;a, presidente da Comiss&amp;atilde;o de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Exteriores&amp;nbsp;e de Defesa Nacional (CREDN), e Luiz Gast&amp;atilde;o (PSD-CE), com ampla atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o em defesa nos setores de Com&amp;eacute;rcio e Servi&amp;ccedil;os.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre os principais pontos de preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; o car&amp;aacute;ter excessivamente punitivo da proposta, que imp&amp;otilde;e obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es r&amp;iacute;gidas e multas elevadas mesmo para operadores regulares e adimplentes. Representaram a &lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt; o presidente do Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais e vice-presidente da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Rubens Torres Medrano, acompanhado do assessor jur&amp;iacute;dico, Fernando Sousa, e do consultor aduaneiro, ex-auditor fiscal da Receita Federal e integrante desse conselho da FecomercioSP, Augusto Oliveira da Silva Neto. Eles defenderam a simplifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de processos, a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de entraves burocr&amp;aacute;ticos e o fortalecimento da seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Os ajustes propostos visam a garantir previsibilidade normativa, transpar&amp;ecirc;ncia e efici&amp;ecirc;ncia operacional, elementos fundamentais para contribuir com a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um pa&amp;iacute;s mais justo, competitivo e integrado &amp;agrave;s cadeias globais de valor, e com o desenvolvimento sustent&amp;aacute;vel do com&amp;eacute;rcio exterior&amp;rdquo;, afirma Medrano.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o equilibrada&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A &lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt; prop&amp;otilde;e a revis&amp;atilde;o do cap&amp;iacute;tulo de infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es e penalidades, com a exclus&amp;atilde;o de infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es desproporcionais; a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de crit&amp;eacute;rios de dupla visita, com a possibilidade de corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o de eventuais irregularidades; a imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de prazos para libera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mercadorias pelos agentes alfandeg&amp;aacute;rios; e a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de regime simplificado de importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Dentre outras sugest&amp;otilde;es, est&amp;atilde;o a inclus&amp;atilde;o de diretrizes como a continuidade dos servi&amp;ccedil;os aduaneiros, o tratamento diferenciado para pequenas empresas e a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos operadores log&amp;iacute;sticos e despachantes aduaneiros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Silva Neto, &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio trazer para a mat&amp;eacute;ria regras mais justas para estabelecer direitos dos operadores e deveres da Receita Federal, assegurando prazos razo&amp;aacute;veis, tratamento ison&amp;ocirc;mico e estabelecendo san&amp;ccedil;&amp;otilde;es pelo descumprimento de obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es administrativas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto defendido &amp;eacute; a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um cap&amp;iacute;tulo espec&amp;iacute;fico que trate dos direitos dos operadores e dos deveres da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Aduaneira, assegurando prazos adequados, contradit&amp;oacute;rio nos processos e maior equil&amp;iacute;brio na rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre o setor privado e o Poder P&amp;uacute;blico.&lt;/p&gt;&lt;div id="_com_1" language="JavaScript"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 27 Mar 2026 07:39:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP reúne-se com autoridades da Lituânia para debater nova fase de relação comercial]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-reune-se-com-autoridades-da-lituania-para-debater-nova-fase-de-relacao-comercial</link><description>&lt;![CDATA[Criação de câmara bilateral e acordo Mercosul-UE devem fortalecer frentes de negócios voltadas à economia digital]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A recente criação da Câmara de Comércio Brasil-Lituânia, no dia 12 de março, marca um novo momento na relação entre os dois países e deve impulsionar a agenda de negócios bilaterais. Nesse contexto, o Conselho de Relações Internacionais da &lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;recebeu, na sede da Entidade, representantes do governo lituano para discutir oportunidades de aproximação econômica e comercial.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Atualmente, os dados do intercâmbio comercial entre as duas nações indicam o quanto ainda há espaço para crescer. Em 2024, a corrente de exportações entre Brasil e Lituânia somou cerca de US$ 130 milhões, com saldo de US$ 50 milhões favorável ao país europeu. Os números são modestos diante do tamanho das duas economias — o Brasil, com Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 2,17 trilhões, e a Lituânia, com US$ 80 bilhões.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A delegação foi composta pelo vice-ministro de Relações Exteriores da&amp;nbsp;Lituânia, Taurimas Valys; pela cônsul-geral da Lituânia em São Paulo, Audra Čiapienė; e pelo diretor de Relações Econômicas Externas do país, Donatas Tamulaitis. Do lado da Federação, participaram o presidente do&amp;nbsp;&amp;nbsp;Conselho de Relações Internacionais, Rubens Medrano, e os assessores Natália Tafarello, Douglas Dias e Pedro Silveira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O vice-ministro Valys classificou o volume atual de trocas como “inacreditavelmente pequeno” e acredita que o acordo entre a União Europeia e o Mercosul, combinado à criação da câmara bilateral, será um ponto de inflexão para mudar esse quadro. “Vemos a América Latina — e o Brasil, seu maior país — como uma das regiões mais promissoras para a exportação de bens e serviços lituanos”, afirmou. Além do potencial de crescimento, o interesse na região também está ligado à estratégia de diversificação de mercados, com o objetivo de reduzir dependências e ampliar a presença em economias emergentes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tamulaitis destacou que, nos últimos 20 anos, desde a entrada da Lituânia na União Europeia, na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), na zona do euro e na&amp;nbsp;Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico&amp;nbsp;(OCDE), o PIB&amp;nbsp;&lt;em&gt;per capita&amp;nbsp;&lt;/em&gt;do país cresceu sete vezes mais rápido do que a média europeia. Atualmente, a Lituânia ocupa o primeiro lugar no continente em número de licenças&amp;nbsp;&lt;em&gt;fintech&lt;/em&gt; emitidas e também se destaca em cibersegurança e no índice internacional de empreendedorismo, além de figurar entre as economias mais abertas do bloco econômico, com forte inserção no comércio internacional de bens e serviços, tecnologias avançadas e Inteligência Artificial (IA).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para Medrano, áreas como cibersegurança,&amp;nbsp;&lt;em&gt;fintechs&lt;/em&gt; e outros segmentos da economia digital são estratégicas para o Brasil fortalecer sua competitividade e a segurança digital, de modo que uma aproximação comercial representa um trunfo para ambos os lados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O presidente do Conselho apresentou a estrutura da &lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt; e sua capacidade de apoiar empresas estrangeiras interessadas no mercado paulista. “Se precisarem de dados econômicos, informações sobre legislação trabalhista, tributação ou mesmo a organização de uma agenda de negócios, as portas da Federação estão abertas, inclusive para receber delegações com suas empresas”, enfatizou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reunião, Natália detalhou os serviços do Conselho de Relações Internacionais e da Fecomercio Internacional, que apoiam empresas na simplificação de processos. A equipe atua desde o mapeamento de mercado até a organização de agendas com importadores, distribuidores e certificadores, além de auxiliar exportadores brasileiros na busca por novos mercados. “Trabalhamos tanto para trazer empresas para o Brasil, quanto para ajudar empresas brasileiras a se internacionalizarem”, concluiu.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 26 Mar 2026 09:44:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item></channel></rss>
