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<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[Institucional - Imprensa - FecomercioSP]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticias/imprensa/imprensa-institucional</link><description>&lt;![CDATA[]]</description><lastBuildDate>Sat, 18 Apr 2026 06:23:17 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[Institucional - Imprensa - FecomercioSP]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticias/imprensa/imprensa-institucional</link><url>http://fecomercio.com.br/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><category>&lt;![CDATA[Imprensa]]</category><category>&lt;![CDATA[Institucional]]</category><item><title>&lt;![CDATA[Mercosul acerta ao firmar acordo com a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA) e sinalizar mais abertura comercial]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/mercosul-acerta-ao-firmar-acordo-com-a-associacao-europeia-de-livre-comercio-efta-e-sinalizar-mais-abertura-comercial</link><description>&lt;![CDATA[Reduções de tarifas e de barreiras comerciais são essenciais para o Brasil aumentar a sua competividade no cenário internacional]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O Mercosul e a Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Europeia de Livre Com&amp;eacute;rcio (EFTA) &amp;mdash; bloco formado por Su&amp;iacute;&amp;ccedil;a, Noruega, Isl&amp;acirc;ndia e Liechtenstein &amp;mdash; conclu&amp;iacute;ram as negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es para um acordo comercial entre as partes. Com isso, o Brasil, integrante do bloco sul-americano, avan&amp;ccedil;a para mais inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o internacional, objetivando aumentar a produtividade e a competitividade de sua economia, na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da &lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP).&lt;/strong&gt; Segundo a Entidade, o acordo &amp;eacute; fundamental no processo de abertura comercial, uma demanda antiga da institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP defende a abertura comercial do Pa&amp;iacute;s por entender que este &amp;eacute; o caminho para reduzir o custo excessivo de produzir e fazer neg&amp;oacute;cios no Brasil, al&amp;eacute;m de promover um crescimento econ&amp;ocirc;mico sustent&amp;aacute;vel no longo prazo. Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Entidade, com a pandemia, ficou evidente a concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da cadeia de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o no continente asi&amp;aacute;tico, o que levou a um rearranjo da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o surgimento de polos locais e regionais de valor. Esse movimento pode ser ben&amp;eacute;fico ao Pa&amp;iacute;s se houver uma altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sua estrutura tarif&amp;aacute;ria, amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de acordos de livre-com&amp;eacute;rcio e uma agenda de reformas estruturais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m da redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tarifas, o acordo inclui medidas para simplificar processos e reduzir custos no com&amp;eacute;rcio exterior, como a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sistemas e o reconhecimento m&amp;uacute;tuo de programas de Operador Econ&amp;ocirc;mico Autorizado (OEA). Tamb&amp;eacute;m prev&amp;ecirc; mais transpar&amp;ecirc;ncia nas exig&amp;ecirc;ncias sanit&amp;aacute;rias e fitossanit&amp;aacute;rias, facilitando exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de alimentos, como carnes. Outros cap&amp;iacute;tulos tratam de servi&amp;ccedil;os e investimentos, compras governamentais, propriedade intelectual &amp;mdash; com o reconhecimento de 63 indica&amp;ccedil;&amp;otilde;es geogr&amp;aacute;ficas &amp;mdash; e desenvolvimento sustent&amp;aacute;vel, reafirmando compromissos internacionais como o Acordo de Paris.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Consequ&amp;ecirc;ncias para a economia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com o Minist&amp;eacute;rio das Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Exteriores, tomando como base o ano de 2023, o acordo Mercosul&amp;ndash;EFTA dever&amp;aacute; gerar, at&amp;eacute; 2044, um impacto positivo de R$ 2,69 bilh&amp;otilde;es ao Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Esse efeito inclui um aumento de R$ 660 milh&amp;otilde;es em investimentos, redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o no n&amp;iacute;vel de pre&amp;ccedil;os ao consumidor, eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos sal&amp;aacute;rios reais e reflexos estimados de R$ 2,57 bilh&amp;otilde;es nas importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es totais e de R$ 3,34 bilh&amp;otilde;es nas exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es totais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o comercial com EFTA ganhar&amp;aacute; f&amp;ocirc;lego&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Estima-se que as trocas comerciais entre o bloco e o Brasil avancem 10%. Em 2024, o Brasil exportou US$ 3,09 bilh&amp;otilde;es para os pa&amp;iacute;ses da EFTA, o que representa um crescimento de 4,6% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao ano anterior. Os principais produtos enviados foram alumina &amp;mdash; que respondeu por 38% do total &amp;mdash; e ouro n&amp;atilde;o monet&amp;aacute;rio, com 31%. Embora o valor exportado ainda seja considerado modesto, h&amp;aacute; potencial de crescimento nas vendas de itens como madeira, celulose, pedras ornamentais e produtos semiacabados de ferro e a&amp;ccedil;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ademais, &amp;eacute; esperado um aumento nas exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de prepara&amp;ccedil;&amp;otilde;es para alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o animal, carne de aves industrializada e produtos sider&amp;uacute;rgicos, itens que o EFTA costuma importar de outros mercados. No ano passado, o Brasil importou US$ 4,05 bilh&amp;otilde;es do bloco, o que representa um avan&amp;ccedil;o de 17,1% em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com 2023, com destaque para medicamentos e produtos qu&amp;iacute;micos. Assim, a corrente de com&amp;eacute;rcio totalizou US$ 7,14 bilh&amp;otilde;es, e um d&amp;eacute;ficit da balan&amp;ccedil;a comercial de US$ 962,9 milh&amp;otilde;es. Vale destacar que a Su&amp;iacute;&amp;ccedil;a &amp;eacute; o 11&amp;ordm; maior investidor estrangeiro direto no Brasil, com um estoque de US$ 30,5 bilh&amp;otilde;es em 2023, concentrado principalmente nos segmentos financeiro, de seguros, da ind&amp;uacute;stria de transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o e do com&amp;eacute;rcio.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Efeitos para os setores econ&amp;ocirc;micos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para os Servi&amp;ccedil;os, o acordo tende a ser vantajoso. O EFTA &amp;eacute; o terceiro maior mercado para as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras do setor, ficando atr&amp;aacute;s apenas dos Estados Unidos e do Reino Unido. O bloco tamb&amp;eacute;m ocupa a terceira posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre os principais fornecedores de servi&amp;ccedil;os ao Brasil, atr&amp;aacute;s apenas dos Estados Unidos e dos Pa&amp;iacute;ses Baixos. Segundo dados do Banco Central (BC), em 2024, as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras de servi&amp;ccedil;os para os pa&amp;iacute;ses do EFTA totalizaram US$ 1,62 bilh&amp;atilde;o, enquanto as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es somaram US$ 1,57 bilh&amp;atilde;o.Parte inferior do formul&amp;aacute;rio&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;Est&amp;atilde;o inclu&amp;iacute;dos aqui servi&amp;ccedil;os de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o, seguros, telecomunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es, financeiros entre outros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;J&amp;aacute; no caso do Com&amp;eacute;rcio de bens, o acordo prev&amp;ecirc; uma ampla liberaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o tarif&amp;aacute;ria, com as concess&amp;otilde;es valendo desde o primeiro dia de vig&amp;ecirc;ncia. Para os setores da Ind&amp;uacute;stria e da Pesca, o EFTA eliminar&amp;aacute; totalmente as tarifas. O Brasil por sua vez, liberar&amp;aacute; cerca de 97% do com&amp;eacute;rcio com o EFTA sem tarifas, dos quais 1,2% ter&amp;aacute; redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o parcial de impostos. Para os produtos com livre-com&amp;eacute;rcio, essa elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o ocorrer&amp;aacute; de forma gradual, em prazos que variam entre 4 e 15 anos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mudan&amp;ccedil;as nas compras governamentais s&amp;atilde;o retrocesso&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar de ver o acordo com um passo positivo, a FecomercioSP entende que o governo errou ao adotar uma postura mais protecionista quanto a compras governamentais &amp;mdash; reabrindo negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es j&amp;aacute; fechadas em 2019. Segundo o Itamaraty, o governo v&amp;ecirc; o poder de compra do Estado como ferramenta de desenvolvimento e inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e, por isso, defende a exclus&amp;atilde;o das compras do Sistema &amp;Uacute;nico de Sa&amp;uacute;de (SUS) e a prioriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tecnologia nacional. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, no entanto, v&amp;ecirc; essa mudan&amp;ccedil;a como um retrocesso, pois acordos internacionais nessa &amp;aacute;rea trazem ganhos, como redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de custos, aumento da transpar&amp;ecirc;ncia e combate &amp;agrave; corrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A Entidade j&amp;aacute; havia criticado a decis&amp;atilde;o do Brasil de retirar a sua proposta de ades&amp;atilde;o ao acordo de compras governamentais da Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Mundial do Com&amp;eacute;rcio (OMC).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vig&amp;ecirc;ncia bilateral e ratifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Espera-se que a assinatura aconte&amp;ccedil;a ainda em 2025, seguida pelas etapas de tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, de internaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o (em que ser&amp;aacute; validada pelo Congresso Nacional) e por fim, a de ratifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Caso um pa&amp;iacute;s do EFTA ratifique o acordo, o Brasil &amp;mdash; ou qualquer outro membro do Mercosul &amp;mdash; que j&amp;aacute; tenha conclu&amp;iacute;do o processo de ratifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o poder&amp;aacute; aplicar os termos em suas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais sem a necessidade de aguardar os demais. Ap&amp;oacute;s essa fase, o acordo passa a vigorar no primeiro dia do terceiro m&amp;ecirc;s ap&amp;oacute;s a notifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sua conclus&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 10 Jul 2025 10:01:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Institucional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Se não houver outra Reforma da Previdência, déficit do sistema chegará a R$ 810 bilhões até 2040, calcula FecomercioSP]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/se-nao-houver-outra-reforma-da-previdencia-deficit-do-sistema-chegara-a-r-810-bilhoes-ate-2040-calcula-fecomerciosp</link><description>&lt;![CDATA[Entidade apresenta propostas para ajustar modelo nacional antes que economia colapse; desigualdades regionais e regras ajudam a elevar gastos]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Aumentar progressivamente a idade mínima para se aposentar, combater a informalidade com governança e transparência e reduzir assimetrias regionais — assim como as disparidades entre regimes diferentes de aposentadoria —, além de avaliar a viabilidade da adoção de um sistema de capitalização aos moldes de países da Europa ou, até, de exemplos sul-americanos. Essas são, para a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), as mudanças mais relevantes que precisam ser adotadas no sistema previdenciário brasileiro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As medidas [&lt;em&gt;veja todas abaixo&lt;/em&gt;] são resultado de discussões que a Federação mantém com empresas, entidades representativas e especialistas há algum tempo, assim como estudos que a própria Entidade produz considerando diferentes perspectivas e conjunturas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Todos esses levantamentos deságuam em uma mesma conclusão alarmante: a economia do País corre o risco de paralisar no longo prazo se o sistema previdenciário não for reformado agora. Para se ter uma ideia, em 2023, o déficit total foi de cerca de R$ 428 bilhões — uma elevação substancial de 9,1% em comparação com o ano anterior. O gasto foi de mais de R$ 1 trilhão. Em 2040, mantendo-se o ritmo atual, o déficit chegará à casa dos R$ 810 bilhões anuais, segundo cálculo da FecomercioSP, o que significa aumento de 89% em relação ao resultado de 2023 [&lt;em&gt;tabela 1&lt;/em&gt;].&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/8bc6877ba0444065d3f5f99c68131055c445b071.png" style="width: 633px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E, ao esmiuçarmos esses dados, é possível notar que todos os regimes produzem déficits muito altos. O Regime Geral da Previdência Social (RGPS), voltado para trabalhadores dos setores privados urbano e rural, por exemplo, deparou-se com um buraco de R$ 315,7 bilhões em 2023, enquanto o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), para servidores públicos, registrou uma diferença negativa em R$ 54,8 bilhões. Sem contar, por fim, o Sistema de Proteção Social dos Militares das Forças Armadas (SPSMFA), com déficit de R$ 49,7 bilhões.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não é só isso. Enquanto despesas aumentam, sobe o número de beneficiários. Apenas o RGPS, por exemplo, terminou 2023 com o maior volume de emissões desde 2017: 39 milhões.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/e5878f073768e47b1a7bdbb3367390dc7394f441.png" style="width: 533px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na visão da FecomercioSP, sem uma reforma estrutural que se volte para a sustentabilidade do sistema no longo prazo, os déficits consecutivos da Previdência vão pressionar cada vez mais as contas públicas, impedindo que se encontre um equilíbrio fiscal e, portanto, travando a economia — já que uma política fiscal desequilibrada gera juros altos, inflação elevada e baixo crescimento. Mas... por onde começar?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sistemas internacionais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na análise da Federação o Brasil pode tomar lições de países que fizeram mudanças nos sistemas previdenciários, considerando as particularidades sociais brasileiras e, ao mesmo tempo, buscando consolidar ajustes importantes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na Europa, países como Alemanha, França e, sobretudo, a Suécia mostram como modelos mais uniformes, com mecanismos de ajustes automáticos, tendem a oferecer mais estabilidade, adotando sistemas que combinam distintas possibilidades de arrecadação — como a capitalização e os planos de contribuição definida. O sueco é especialmente interessante por usar os recursos arrecadados da população ativa para arcar com os custos atuais da Previdência, e não para investi-los visando benefícios futuros, ainda que o dinheiro seja alocado em contas individuais.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na contramão dessas experiências, o Brasil insiste em um modelo de repartição simples, administrado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e complementado por um regime para servidores públicos, o RPPS. Há, inclusive, uma contradição nessa comparação. Enquanto o País tem uma população acima dos 60 anos menor do que a Europa (20,8% lá, contra 11,2% aqui), as despesas previdenciárias são maiores em terras nacionais. O sistema brasileiro despende 13% do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto o europeu apresenta uma média de 11%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aumentar a idade mínima, como a Alemanha está fazendo (subirá para 67 anos tanto para homens quanto para mulheres) também é uma medida na qual o Brasil pode se inspirar, estipulando 65 anos como base para ambos os gêneros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na América Latina, o modelo chileno (adotado em 1981) chama a atenção — e não à toa foi a base de reformas no Peru (1993), na Colômbia (1994) e no México (1997). Em 2008, o Chile fez uma reforma que tornou o sistema mais solidário. No geral, funciona com base em capitalização, e não em repartições, como o caso do Brasil. Isso significa que as contribuições (ou parte delas) são acumuladas e investidas em nome de cada indivíduo, de forma que as aposentadorias futuras sejam resultado de uma reserva feita no presente.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Desigualdades regionais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além de entraves comuns, como a informalidade (40% da mão de obra) ou os déficits elevados, o Brasil ainda conta com um terceiro elemento considerável no sistema previdenciário: a profunda assimetria entre as regiões do País. Assim, enquanto alguns Estados sustentam o regime, outros vivem das transferências da União.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O INSS é, nesse sentido, instituição de mediação inter-regional dos recursos. Se o Sudeste e o Sul tinham mais contribuintes do que beneficiários em 2023, o Nordeste amargava um déficit de 4,3 milhões de benefícios, com 12,6 milhões de pessoas contribuindo e 16,9 milhões vivendo dos recursos da Previdência. O mesmo fenômeno acontecia no Norte: 4,1 milhões de contribuintes e 5,8 milhões de benefícios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essa situação — que se explica pela maior formalização do trabalho e rendimentos mais altos no Sudeste e no Sul do País, sobretudo — tende a piorar no futuro, segundo cálculos da FecomercioSP. Em 2040, o déficit do Sudeste deverá ser de R$ 350 bilhões, enquanto no Nordeste, de R$ 160 bilhões. Tudo em um contexto de envelhecimento populacional mais acelerado (o Sudeste deve ter 28% da população acima dos 60 anos até 2040).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sem contar as situações fiscais alarmantes. O Rio Grande do Sul, por exemplo, teve um déficit de R$ 12,3 bilhões em 2022, considerando apenas os benefícios do RPPS. Isso representou 3,5% do PIB gaúcho. Naquele ano, era o Estado com a pior situação, à frente de Minas Gerais (R$ 11,8 bilhões) e Rio de Janeiro (R$ 10,5 bilhões). São Paulo, por sua vez, mesmo com um déficit alto em termos absolutos (R$ 3,9 bilhões), tem um controle maior na relação desse gasto com o PIB (0,3%). Esses números refletem problemas estruturais que vão de regras excessivamente generosas para aposentadorias de servidores até arrecadações em baixa e má gestão dos recursos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por tudo isso, a FecomercioSP elaborou, e tem apresentado às autoridades, um conjunto de sete propostas para reformar o sistema previdenciário. Entendendo que não há solução perfeita, o desafio é encontrar equilíbrio fiscal e proteção social na mesma medida, sustentando-o para as gerações futuras — o que está em risco atualmente. São eles:&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;PROPOSTAS DA FECOMERCIOSP PARA REFORMA DA PREVIDÊNCIA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ol&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Estabelecer uma idade mínima única para aposentadoria (65 anos).&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Reestruturar a regra de pontos herdada da reforma realizada em 2019.&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Acabar com as aposentadorias especiais, de forma a tornar o sistema mais igualitário.&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Avaliar e estudar a viabilidade da implementação de um sistema de capitalização, em que parte das contribuições seja direcionada a contas individuais.&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Unificar as regras do RPPS e do RGPS, enfrentando as resistências das categorias organizadas.&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Desvincular os benefícios previdenciários dos ajustes automáticos do salário mínimo.&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Incluir as pensões militares na reforma, o que não foi feito em 2019.&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: left;"&gt;Estimular a formalização de trabalhadores rurais e equiparar a idade mínima de aposentadoria aos trabalhadores urbanos.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 03 Jun 2025 10:48:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Institucional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Educação precisa acompanhar revolução tecnológica]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/educacao-precisa-acompanhar-revolucao-tecnologica</link><description>&lt;![CDATA[Em tempos de Inteligência Artificial (IA), os modelos de ensino atuais precisam levar em conta ferramentas tecnológicas como YouTube e ChatGPT, afirma Pedro Santa-Clara, diretor do TUMO Portugal]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o precisa acompanhar a revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o tecnol&amp;oacute;gica em curso, ressalta Pedro Santa-Clara, diretor do TUMO Portugal, professor catedr&amp;aacute;tico de Finan&amp;ccedil;as na NOVA School of Business and Economics (NOVA SBE) e empreendedor social.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para ele, ferramentas como o ChatGPT e outras plataformas digitais devem ser consideradas &amp;ldquo;&lt;strong&gt;players&lt;/strong&gt; na educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;. &amp;ldquo;A IA permite desenvolver experi&amp;ecirc;ncias de aprendizagem muito mais ricas do que a escola tradicional&amp;rdquo;, completa Santa-Clara.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em entrevista &amp;agrave; Revista &lt;strong&gt;&lt;a href="https://revistapb.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Problemas Brasileiros&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e ao &lt;a href="https://umbrasil.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Canal &lt;strong&gt;UM BRASIL&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&amp;mdash; ambas realiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es da &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &amp;mdash;, o professor fala sobre a necessidade de mudan&amp;ccedil;a no modelo de ensino. Na economia, ele comenta a estagna&amp;ccedil;&amp;atilde;o do desenvolvimento portugu&amp;ecirc;s.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ensino deve se transformar&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Defasagem.&lt;/strong&gt; Santa-Clara frisa que a sociedade ainda segue um modelo educacional que remete &amp;agrave; &amp;eacute;poca da Revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o Industrial, quando havia a necessidade de formar n&amp;uacute;meros muito grandes de pessoas e prepar&amp;aacute;-las para trabalhar nas f&amp;aacute;bricas. &amp;Eacute; nesse per&amp;iacute;odo que surge a ideia da &amp;ldquo;educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o universal&amp;rdquo;, explica.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Modelo (quase) industrial.&lt;/strong&gt; &amp;ldquo;Todo este modelo de organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o por turmas, por anos, de levar um grupo de 30 alunos de sala em sala para aprender todos a mesma coisa, no mesmo ritmo, da mesma forma, &amp;eacute; quase industrial&amp;rdquo;, reflete.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Novas necessidades.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;A sociedade j&amp;aacute; n&amp;atilde;o &amp;eacute; mais a mesma do s&amp;eacute;culo 18. Com isso, as necessidades tamb&amp;eacute;m s&amp;atilde;o muito diferentes. &amp;ldquo;J&amp;aacute; n&amp;atilde;o precisamos que toda a gente aprenda a mesma coisa. E temos de perceber que as pessoas n&amp;atilde;o aprendem no mesmo ritmo, n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o motivadas da mesma forma&amp;rdquo;, afirma.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Novos &amp;lsquo;players&amp;rsquo; na educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Concorrentes.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Na opini&amp;atilde;o do professor, a educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o precisa acompanhar o ritmo da revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o tecnol&amp;oacute;gica. &amp;ldquo;Se formos perguntar a uma universidade, eles n&amp;atilde;o pensam no YouTube como um concorrente, mas &amp;eacute;&amp;rdquo;, afirma.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Inova&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;A tecnologia possibilita, cada vez mais, &amp;ldquo;desenvolver modelos de aprendizagem personalizados, permitindo que cada aluno aprenda no seu ritmo, de acordo com os seus interesses&amp;rdquo;, garante. &amp;ldquo;Podemos parametrizar o ChatGPT para apoiar o aluno, gui&amp;aacute;-lo sem dar a resposta, estimular a curiosidade e permitir que as pessoas v&amp;atilde;o t&amp;atilde;o longe quanto s&amp;atilde;o capazes&amp;rdquo;, completa.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Humanidade.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Por outro lado, Santa-Clara acredita que, em tempos de IA, o que vai diferenciar os funcion&amp;aacute;rios &amp;ldquo;humanos&amp;rdquo; dos rob&amp;ocirc;s &amp;eacute; a pr&amp;oacute;pria humanidade. &amp;ldquo;Os jovens de hoje v&amp;atilde;o ter como colegas de trabalho rob&amp;ocirc;s, e o que os vai diferenciar ser&amp;atilde;o justamente as compet&amp;ecirc;ncias humanas desenvolvidas&amp;rdquo;, explica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica prejudica Portugal&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Excessivamente regulada.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Ainda&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;na opini&amp;atilde;o de Santa-Clara, Portugal sofre com o excesso de regula&amp;ccedil;&amp;otilde;es econ&amp;ocirc;micas. &amp;ldquo;Temos liberdade em muitas &amp;aacute;reas, mas o peso do Estado acaba por ser quase sufocante na vida do pa&amp;iacute;s e tem levado a um crescimento econ&amp;ocirc;mico med&amp;iacute;ocre, o que &amp;eacute; duro, numa na&amp;ccedil;&amp;atilde;o que ainda &amp;eacute; relativamente pobre em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o resto da Europa&amp;rdquo;, avalia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sa&amp;iacute;da.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Na sua opini&amp;atilde;o, &amp;eacute; preciso dar &amp;ldquo;mais liberdade para as pessoas&amp;rdquo;, o que significa, na pr&amp;aacute;tica, reduzir o peso estatal e, consequentemente, dos impostos e da regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;ldquo;Quando diminu&amp;iacute;mos todos os custos de funcionamento, como a Justi&amp;ccedil;a, &amp;eacute; a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o individual das pessoas e das empresas que vai levar a um resultado muito melhor para o coletivo&amp;rdquo;, defende.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assista ao debate na &amp;iacute;ntegra.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span contenteditable="false" draggable="true" class="fr-video fr-deletable fr-fvc fr-dvb fr-draggable fr-fvl fr-active"&gt;&lt;iframe referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/pMSMn9OmUsU?&amp;wmode=opaque&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen="" class="fr-draggable"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 02 Jun 2025 15:32:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Revista Problemas Brasileiros]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[“Estamos vivendo um desastre construído — e podemos desmontá-lo”, afirma Sônia Bridi]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/estamos-vivendo-um-desastre-construido-e-podemos-desmonta-lo-afirma-sonia-bridi</link><description>&lt;![CDATA[Durante evento da Semana S, jornalista relata os impactos visíveis da crise climática para o planeta e defende soluções locais e de baixo custo como caminho para a adaptação e a transformação]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Por que a crise climática ainda é tratada com indiferença por tantos setores da sociedade? A jornalista Sônia Bridi, uma das vozes mais respeitadas na cobertura ambiental no Brasil, responde de forma enfática: “É difícil mudar o cotidiano das pessoas em um país desigual. Se você está preocupado em pagar a escola do seu filho ou com o transporte até o trabalho, é complicado pedir mais sacrifícios”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em painel promovido no primeiro dia da Semana S, Bridi compartilhou experiências de mais de 30 anos de jornalismo voltado para essas pautas. Desde a Rio-92, quando participou dos painéis científicos, ela compreendeu que o aquecimento global era real e perigoso. “Ali, ficou claro para mim que meu papel como jornalista era manter esse assunto na pauta pública”, afirma.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;“A temperatura que só chegaríamos em 2050 já foi atingida”&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A jornalista citou o avanço do derretimento de geleiras, especialmente na Groenlândia e na Antártida, como um dos sinais mais alarmantes da aceleração da mudança climática. “A geleira que eu visitei, em 2010, recuou mais de 10 quilômetros. Aquilo que era gelo sólido, agora, é mar aberto”, descreveu. Ela lembra que os cientistas previam que o planeta atingiria o aumento de 1,5°C por volta de 2050. “Chegamos lá em 2023. Isso é assustador. As mudanças previstas para daqui a décadas estão acontecendo agora”, alertou aos participantes do evento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Semana S, uma realização conjunta da &lt;a href="https://fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP&lt;/a&gt;), do &lt;a href="https://www.sescsp.org.br/"&gt;Sesc-SP&lt;/a&gt; e do &lt;a href="https://www.sp.senac.br/home1"&gt;Senac-SP&lt;/a&gt; reuniu autoridades, empresariado, trabalhadores e trabalhadoras e sociedade em geral no Sesc Pompeia, em São Paulo, nos dias 16 e 17 de maio, para discutir as transformações atuais que o mundo está vivenciando. O evento faz parte de uma ação integrada do Sistema Comércio, encabeçado pela &lt;a href="https://portaldocomercio.org.br/"&gt;Confederação Nacional do Comércio (CNC)&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Vivemos um tempo em que as certezas se dissolvem com rapidez, e, mais do que nunca, precisamos refletir sobre como construir um setor produtivo preparado para os desafios sociais, econômicos e ambientais”, discursou, na abertura, o presidente executivo da FecomercioSP, Ivo Dall’Acqua Júnior. Na ocasião, estiveram presentes também Luiz Francisco Salgado, diretor regional do Senac-SP; Luiz Galina, diretor do Sesc-SP; e Márcio França, ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“O Sesc, o Senac e a FecomercioSP são agentes de mudança há mais de oito décadas, porque inovam sem abrir mão da essência, ao promoverem cidadania, inclusão, educação e cultura. A Semana S é um chamado coletivo para reconhecer a força do diálogo, da diversidade e do conhecimento como base da emancipação. Que este seja um momento de inspiração para transformar o Brasil com responsabilidade, respeito e protagonismo social”, disse Dall’Acqua ao lembrar do legado de gestão do empresário Abram Szajman, presidente da Entidade, à frente da FecomercioSP.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[EXIBIR_GALERIA_DA_NOTICIA]&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O planeta não reconhece ideologia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sônia, que participou do segundo painel do primeiro dia, também abordou a politização do debate climático. “Houve um sequestro ideológico do tema. Combater a ciência virou pauta ideológica em alguns grupos, como vimos na pandemia. Mas o planeta não reconhece esquerda, direita ou centro — a natureza, simplesmente, reage”, disse. Ela criticou o lobby de setores ligados a combustíveis fósseis e ao desmatamento, que investiram em desinformação e negacionismo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao tratar da transição energética, a jornalista reforçou que o Brasil tem vantagens naturais, como interligação elétrica e potenciais solar e eólico. “É claro que não vamos desligar a Petrobras de um dia para o outro. Mas precisamos de rumo. As tragédias que estamos vivendo hoje, como no Rio Grande do Sul, consomem recursos que deveriam estar sendo usados para construir o futuro: escolas, hospitais, infraestrutura etc.”, defendeu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar do cenário alarmante, Sônia defendeu que há soluções possíveis, sustentáveis e até lucrativas. Ela citou exemplos de “design passivo” em cidades sustentáveis, soluções baseadas na natureza em Nova York e projetos de “cidades-esponja” na China. “A natureza tem valor. Onde há área verde e qualidade de vida, o Comércio cresce, o metro quadrado se valoriza e as pessoas ficam mais dispostas”, ressaltou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dessa forma, a jornalista apresentou soluções concretas e inspiradoras que já estão sendo aplicadas em diferentes partes do mundo e que demonstram como é possível lidar com a crise climática com inteligência, planejamento urbano e inovação. A seguir, confira as principais destacadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1. Design passivo e cidades inteligentes&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul type="disc"&gt;&lt;li&gt;Exemplo: cidade de Masdar (Abu Dhabi), projetada para ser totalmente sustentável.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Arquitetura pensada para usar menos energia: estruturas que canalizam o vento e reduzem a necessidade de ar-condicionado.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Sistemas subterrâneos de transporte elétrico e uso intenso de energia solar.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Solução que reduz emissões ao “gastar menos” energia, e não apenas ao gerar energia limpa.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;“A melhor solução é aquela que você não precisa gastar.”&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2. Soluções baseadas na natureza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul type="disc"&gt;&lt;li&gt;Nova York está reconstruindo ilhotas no East River e no Rio Hudson com vegetação nativa para restaurar a vida aquática e melhorar a qualidade da água.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Atrair os pássaros e a vida das águas, como ostras, algas e vegetações, funciona como filtros naturais e ajuda a controlar a temperatura da água, além de servir como barreiras naturais contra inundações (quebra-mar).&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3. Cidades-esponja&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul type="disc"&gt;&lt;li&gt;Ningbo e Zhejiang (China) estão sendo redesenhadas com grandes áreas verdes e alagadas, capazes de absorver volumes intensos de chuva.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Esses parques alagáveis funcionam como esponjas, evitando enchentes urbanas e melhorando a qualidade de vida.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;“O valor do metro quadrado nessas regiões restauradas dispara. A natureza gera valor.”&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4. Sargaço como ativo de carbono&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul type="disc"&gt;&lt;li&gt;A proliferação descontrolada de sargaço no Caribe, por exemplo, está sendo transformada em solução.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A alga é coletada no mar, comprimida e enviada ao fundo oceânico como forma de estocagem de carbono.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O carbono estocado pode ser negociado no mercado de créditos, transformando um problema ambiental em oportunidade econômica.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;5. Sedimentos glaciares como fertilizantes&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul type="disc"&gt;&lt;li&gt;O derretimento das geleiras na Groenlândia está liberando sedimentos ricos em nutrientes.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Empresas já estão explorando esse “pó de rocha” para produzir fertilizantes sustentáveis e reduzir a poluição de rios e oceanos por excesso de nitrogênio.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;6. Ação local com impacto global&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul type="disc"&gt;&lt;li&gt;A jornalista reforça que pessoas e empresas podem contribuir.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cita iniciativas como as “florestas urbanas”, que transformam pequenos espaços urbanos em áreas verdes com altos impactos ambientais e sociais.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Incentiva empresários a revisarem processos internos, reduzirem emissões, investirem em corredores verdes e participarem de ações comunitárias.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;“Esse desastre foi construído — e, portanto, pode ser desmontado. A solução é local. Toda ação conta.”&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;No encerramento do painel, Sônia fez um chamado direto a empresários e cidadãos. “O mais barato é o que você não gasta. Toda ação conta. Plantar uma árvore, usar menos energia, revisar os processos da sua empresa. A resposta não virá só dos governos — ela precisa começar em cada bairro, cada negócio, cada decisão.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span contenteditable="false" draggable="true" class="fr-video fr-deletable fr-fvc fr-dvb fr-draggable fr-active fr-fvl"&gt;&lt;iframe referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/9zQyh4Dp1pU?&amp;amp;wmode=opaque&amp;amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen="" class="fr-draggable"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[veja_tambem]&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 19 May 2025 15:33:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Sistema Comércio]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP discute estratégias para o Brasil se posicionar como peça-chave no novo tabuleiro do comércio mundial]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-discute-estrategias-para-o-brasil-se-posicionar-como-peca-chave-no-novo-tabuleiro-do-comercio-mundial</link><description>&lt;![CDATA[O caminho exige abertura comercial, investimentos em logística, desburocratização e capacitação profissional; participe do evento!]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A escalada da guerra comercial iniciada pelos Estados Unidos pode redesenhar as cadeias globais de suprimentos e abrir oportunidades estrat&amp;eacute;gicas para o Brasil. Com o objetivo de discutir como o Pa&amp;iacute;s pode transformar esse cen&amp;aacute;rio em ganhos econ&amp;ocirc;micos concretos, os conselhos &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-economia-empresarial-e-politica" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Superior de Economia, Sociologia e Pol&amp;iacute;tica&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e de &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; da &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; promovem o evento &lt;strong&gt;A Estrat&amp;eacute;gia do Brasil na Guerra Comercial&lt;/strong&gt;, que ser&amp;aacute; realizado no dia 30 de maio de 2025, &amp;agrave;s 10h, no formato online.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O evento ser&amp;aacute; voltado para dirigentes empresariais, membros de conselhos e p&amp;uacute;blico geral interessado em geopol&amp;iacute;tica, com&amp;eacute;rcio internacional e estrat&amp;eacute;gias empresariais. O encontro contar&amp;aacute; com palestras de especialistas reconhecidos no setor, como &lt;strong&gt;Lucas Ferraz&lt;/strong&gt;, ex-Secret&amp;aacute;rio de Com&amp;eacute;rcio Exterior do Minist&amp;eacute;rio da Economia (2019&amp;ndash;2022), professor na Escola de Economia de S&amp;atilde;o Paulo da Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Getulio Vargas (FGV-EESP) e l&amp;iacute;der do Centro de Estudos de Neg&amp;oacute;cios Globais; e &lt;strong&gt;Diego Bonomo&lt;/strong&gt;, assessor s&amp;ecirc;nior do escrit&amp;oacute;rio Covington &amp;amp; Burling LLP, em Londres, com mais de 20 anos de experi&amp;ecirc;ncia em temas regulat&amp;oacute;rios e de com&amp;eacute;rcio e rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es internacionais no Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Os entraves nacionais em um cen&amp;aacute;rio mundial em transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A reuni&amp;atilde;o abordar&amp;aacute; como o Brasil, uma das maiores pot&amp;ecirc;ncias agroexportadoras do mundo, deve se posicionar visando ampliar a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o na corrente de com&amp;eacute;rcio internacional. Atualmente, o Pa&amp;iacute;s j&amp;aacute; domina boa parte do mercado chin&amp;ecirc;s em produtos como soja, carne bovina e min&amp;eacute;rio de ferro. H&amp;aacute; tamb&amp;eacute;m espa&amp;ccedil;o para expans&amp;atilde;o nas exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de petr&amp;oacute;leo do pr&amp;eacute;-sal e aeronaves comerciais, principalmente frente aos problemas enfrentados pelos concorrentes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No entanto, para aproveitar plenamente essas oportunidades, ser&amp;aacute; necess&amp;aacute;rio superar gargalos hist&amp;oacute;ricos em log&amp;iacute;stica, reduzir a burocracia e investir em capacita&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional. Dessa forma, o evento da FecomercioSP tamb&amp;eacute;m vai discutir como o setor privado pode trabalhar com ao governo para definir uma estrat&amp;eacute;gia clara de aproveitamento das novas din&amp;acirc;micas do com&amp;eacute;rcio global.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m de apresentar um panorama sobre o cen&amp;aacute;rio internacional, o encontro tem como objetivo orientar o posicionamento estrat&amp;eacute;gico da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e refor&amp;ccedil;ar a formula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de propostas para a abertura comercial, beneficiando as empresas brasileiras que buscam expandir a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o no mercado exportador.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Oportunidade ideal para empres&amp;aacute;rios e tomadores de decis&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Participe e fortale&amp;ccedil;a a sua vis&amp;atilde;o estrat&amp;eacute;gica! O evento ser&amp;aacute; transmitido online, com acesso gratuito para empres&amp;aacute;rios, gestores, acad&amp;ecirc;micos e profissionais interessados nas tend&amp;ecirc;ncias do com&amp;eacute;rcio internacional e nas novas possibilidades de neg&amp;oacute;cios para o Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Data:&lt;/strong&gt; 30 de maio de 2025&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Hor&amp;aacute;rio:&lt;/strong&gt; 10h&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Formato:&lt;/strong&gt; online&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Palestrantes:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Lucas Ferraz&lt;/strong&gt;, ex-secret&amp;aacute;rio de Com&amp;eacute;rcio Exterior do Minist&amp;eacute;rio da Economia (2019&amp;ndash;2022) professor na Escola de Economia da Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Getulio Vargas (FGV-EESP) e l&amp;iacute;der do Centro de Estudos de Neg&amp;oacute;cios Globais; e &lt;strong&gt;Diego Bonomo&lt;/strong&gt;, assessor s&amp;ecirc;nior do escrit&amp;oacute;rio Covington &amp;amp; Burling LLP, em Londres, com mais de 20 anos de experi&amp;ecirc;ncia em temas regulat&amp;oacute;rios e de com&amp;eacute;rcio e rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es internacionais no Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es podem ser realizadas &lt;a href="https://www.sympla.com.br/evento-online/a-estrategia-do-brasil-na-guerra-comercial/2950835?utm_campaign=Evento+Digital%3A+EUA+%C3%97+China.+Qual+a+melhor+estrat%C3%A9gia+para+o+Brasil%3F&amp;utm_content=A+ESTRAT%C3%89GIA+DO+BRASIL+NA+GUERRA+COMERCIAL+-+online+-+Sympla&amp;utm_medium=email&amp;utm_source=dinamize&amp;utm_term=Evento+Digital%3A+EUA+%C3%97+China.+Qual+a+melhor+estrat%C3%A9gia+para+o+Brasil%3F" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;&lt;u&gt;aqui&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;. Venha entender como o Brasil pode se destacar no novo tabuleiro do com&amp;eacute;rcio mundial!&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 12 May 2025 10:34:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[guerra comercial]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Reforma Administrativa é um dos eixos centrais da publicação UM BRASIL #11 – Modernização do Estado]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/reforma-administrativa-e-um-dos-eixos-centrais-da-publicacao-um-brasil-11-modernizacao-do-estado</link><description>&lt;![CDATA[Obra reúne reflexões estratégicas sobre os principais obstáculos institucionais e estruturais que dificultam a construção de um Estado mais eficiente e comprometido com a cidadania]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;text-align:justify;' id="isPasted"&gt;A moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Estado brasileiro &amp;eacute; uma pauta cara &amp;agrave;&amp;nbsp;&lt;a href="https://fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, defendida pela entidade como bandeira de desenvolvimento e aprimoramento institucional. Nesse contexto, a 11&amp;ordf; edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da colet&amp;acirc;nea do UM BRASIL amplia o debate sobre os desafios estruturais que travam o avan&amp;ccedil;o do pa&amp;iacute;s &amp;ndash; reunindo vozes plurais e qualificadas em torno de propostas consistentes e vi&amp;aacute;veis.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;text-align:justify;'&gt;Sob o t&amp;iacute;tulo Moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Estado, a obra apresenta uma curadoria de entrevistas, artigos, mat&amp;eacute;rias e estudos organizados em sete eixos tem&amp;aacute;ticos, com contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de expoentes do pensamento jur&amp;iacute;dico, econ&amp;ocirc;mico e pol&amp;iacute;tico brasileiro.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;text-align:justify;'&gt;A Reforma Administrativa se destaca como um dos temas fundamentais do debate, ao lado de pautas como justi&amp;ccedil;a tribut&amp;aacute;ria, seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica e sustentabilidade fiscal.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;text-align:justify;'&gt;&lt;strong&gt;&amp;ldquo;H&amp;aacute; certos fatos que v&amp;atilde;o sendo valorizados e t&amp;atilde;o enaltecidos ao longo do tempo que o congresso n&amp;atilde;o resiste mais. Come&amp;ccedil;a a haver espa&amp;ccedil;o para uma grande Reforma Administrativa.&amp;rdquo; - Michel Temer, ex-presidente da Rep&amp;uacute;blica, em entrevista ao Canal UM BRASIL (fevereiro de 2024)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;text-align:justify;'&gt;A declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Temer, presente com destaque na obra, corrobora a percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o crescente entre lideran&amp;ccedil;as p&amp;uacute;blicas de que h&amp;aacute; um consenso em forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre a necessidade de repensar o modelo de funcionamento da m&amp;aacute;quina estatal, ponto central para qualquer estrat&amp;eacute;gia de moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o institucional no Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;text-align:justify;'&gt;Dentro dessa perspectiva, a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o traz uma mat&amp;eacute;ria ampla sobre a Reforma Administrativa, examinando seus impactos sob os aspectos institucional, econ&amp;ocirc;mico e social. O diagn&amp;oacute;stico &amp;eacute; claro: apesar da elevada carga tribut&amp;aacute;ria, os servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos continuam a entregar menos do que o necess&amp;aacute;rio &amp;ndash; sobretudo &amp;agrave; popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais vulner&amp;aacute;vel.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;text-align:justify;'&gt;O texto aponta, ainda, que o Estado brasileiro reproduz desigualdades, ao manter estruturas salariais elevadas e estabilidade funcional desvinculadas de qualquer exig&amp;ecirc;ncia de desempenho ou mensura&amp;ccedil;&amp;atilde;o de produtividade. Essa rigidez, somada a um sistema tribut&amp;aacute;rio regressivo, aprofunda as disparidades sociais.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;text-align:center;'&gt;&lt;span style="color:black;border:none windowtext 1.0pt;padding:0cm;"&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/103756893bff0ef013569a01fd269379884fa0a4.jpg" style="width: 738px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;text-align:justify;'&gt;Outro fator de peso abordado na publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; o ambiente hostil ao empreendedorismo, travado por um emaranhado de normas, taxas e burocracias que se acumulam e, muitas vezes, se contradizem. Esse cen&amp;aacute;rio &amp;eacute; analisado na entrevista com a economista&amp;nbsp;&lt;a href="https://umbrasil.com/videos/reforma-administrativa-e-a-peca-central-das-mudancas-estruturantes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Ana Carla Abr&amp;atilde;o&lt;/a&gt;, uma das principais vozes da agenda de moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o administrativa no pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;text-align:justify;'&gt;Atualmente diretora-presidente da estrutura de governan&amp;ccedil;a do Open Finance, Ana Carla &amp;ndash; que j&amp;aacute; foi secret&amp;aacute;ria da Fazenda de Goi&amp;aacute;s e vice-presidente de Novos Neg&amp;oacute;cios da B3 &amp;ndash; foi inclusive cotada para o Minist&amp;eacute;rio do Planejamento. Para ela, a Reforma Administrativa deve ser compreendida como uma agenda cont&amp;iacute;nua de transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Estado, e n&amp;atilde;o como uma &amp;ldquo;virada de chave do dia para a noite&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:107%;font-size:15px;font-family:"Calibri",sans-serif;text-align:justify;'&gt;Quer entender os desafios e caminhos para modernizar o Estado? Baixe gratuitamente a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;&lt;a href="https://umbrasil.com/publicacoes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;UM BRASIL #11 &amp;ndash; Moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Estado&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 30 Apr 2025 16:47:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[UB #11]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP, Sesc e Senac promovem evento sobre tendências contemporâneas em São Paulo]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-sesc-e-senac-promovem-evento-sobre-tendencias-contemporaneas-em-sao-paulo</link><description>&lt;![CDATA[Parte da Semana S, da CNC, programação gratuita acontece nos dias 16 e 17 de maio, no Sesc Pompeia]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O &lt;strong&gt;Sesc, o Senac e a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;v&amp;atilde;o reunir empresariado, trabalhadores e trabalhadoras e sociedade em geral no &lt;strong&gt;Sesc Pompeia, em S&amp;atilde;o Paulo, nos dias 16 e 17 maio&lt;/strong&gt;, para discutir as transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es atuais que o mundo est&amp;aacute; vivenciando. O evento faz parte da &lt;a href="https://semana-s.portaldocomercio.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;&lt;strong&gt;Semana S&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, a&amp;ccedil;&amp;atilde;o integrada do Sistema Com&amp;eacute;rcio, encabe&amp;ccedil;ado pela Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional do Com&amp;eacute;rcio (CNC).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o vai cruzar temas fundamentais para o Pa&amp;iacute;s, como a Intelig&amp;ecirc;ncia Artificial (IA), a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pr&amp;aacute;ticas de diversidade e inclus&amp;atilde;o no ambiente corporativo e temas urgentes como sustentabilidade e alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;ldquo;O prop&amp;oacute;sito &amp;eacute; abrir reflex&amp;otilde;es e novos olhares acerca de aspectos essenciais envolvidos nas promo&amp;ccedil;&amp;otilde;es do desenvolvimento socioecon&amp;ocirc;mico do Pa&amp;iacute;s e da dignidade humana&amp;rdquo;, afirma &lt;strong&gt;Ivo Dall&amp;rsquo;Acqua J&amp;uacute;nior&lt;/strong&gt;, presidente em exerc&amp;iacute;cio da FecomercioSP e membro dos Conselhos Regionais do Sesc e do Senac.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre os nomes j&amp;aacute; confirmados para discutir esses assuntos nos pain&amp;eacute;is, destacam-se os de &lt;strong&gt;Vanessa Pinsky&lt;/strong&gt;, conselheira do Capitalismo Consciente Brasil e de &lt;strong&gt;Caio Magri&lt;/strong&gt;, diretor-presidente do Instituto Ethos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tamb&amp;eacute;m participar&amp;atilde;o das conversas &lt;strong&gt;Rita Lobo&lt;/strong&gt;, chef de cozinha e autora de livros da Editora Senac S&amp;atilde;o Paulo, &lt;strong&gt;Rita Batista&lt;/strong&gt;,&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;apresentadora do programa &lt;strong&gt;&amp;Eacute; de Casa!&lt;/strong&gt;, da TV Globo, e &lt;strong&gt;Martha Gabriel&lt;/strong&gt;, futurista e pesquisadora de Intelig&amp;ecirc;ncia Artificial (IA).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m das mesas, o encontro do s&amp;aacute;bado (17) tamb&amp;eacute;m ter&amp;aacute; uma programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o gratuita e diversa, que passa por m&amp;uacute;sica, arte, oficinas, gastronomia e experi&amp;ecirc;ncias culturais sobre diferentes saberes, territ&amp;oacute;rios e gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Dentre os destaques, por exemplo, est&amp;atilde;o a Feira Gastron&amp;ocirc;mica e Sociocultural, com iniciativas de impactos social e cultural que v&amp;atilde;o da culin&amp;aacute;ria de refugiados de pa&amp;iacute;ses como Afeganist&amp;atilde;o e Haiti &amp;agrave; cozinha quilombola e &amp;agrave; gastronomia perif&amp;eacute;rica, passando pelos coletivos Sab&amp;atilde;o do Povo e pela associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o M&amp;atilde;es do Brasil e chegando a artesanatos produzidos com palha de bananeira e cer&amp;acirc;mica da Mata Atl&amp;acirc;ntica.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Haver&amp;aacute;, ainda, diversas oficinas criativas para iniciantes de cer&amp;acirc;mica, gravura, costura e fotografia, bem como interven&amp;ccedil;&amp;otilde;es como o cortejo afro-brasileiro Ilu In&amp;atilde; e a mistura de circo e jazz da Fanfarra Circense Unidos do Swing.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tr&amp;ecirc;s for&amp;ccedil;as em prol do Brasil&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;FecomercioSP, Sesc e Senac S&amp;atilde;o Paulo s&amp;atilde;o institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es que atuam integradas para fortalecer os v&amp;aacute;rios &amp;acirc;mbitos da sociedade por meio da cultura, da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e do apoio ao empreendedorismo. O Sesc S&amp;atilde;o Paulo &amp;eacute; uma entidade privada sem fins lucrativos criada em 1946 por iniciativa do empresariado do setor do Com&amp;eacute;rcio de bens, servi&amp;ccedil;os e turismo. A sua miss&amp;atilde;o &amp;eacute; contribuir para a qualidade de vida dos trabalhadores dessas categorias, seus dependentes e da sociedade em geral, por meio de uma atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o educativa continuada no campo da cultura, do esporte, do lazer e da cidadania.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Atualmente, a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o conta com 43 unidades no Estado, elaborando programas que abrangem &amp;aacute;reas como Turismo Social, Sa&amp;uacute;de, Sustentabilidade, Diversidade, Acessibilidade e Alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, al&amp;eacute;m de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es voltadas para crian&amp;ccedil;as, jovens e idosos. Tudo isso sem contar o Sesc Mesa Brasil, projeto de combate &amp;agrave; fome e ao desperd&amp;iacute;cio de alimentos. Em 2024, as unidades do Sesc S&amp;atilde;o Paulo receberam cerca de 28 milh&amp;otilde;es de frequentadores.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Senac S&amp;atilde;o Paulo, por sua vez, se debru&amp;ccedil;a sobre o campo da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o voltada para o mundo do trabalho. A institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o tem como compromisso o desenvolvimento de pessoas para a vida profissional, sem abrir m&amp;atilde;o da forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o cidad&amp;atilde;. Com 63 unidades educacionais, entre elas os tr&amp;ecirc;s campi do Centro Universit&amp;aacute;rio Senac, os hot&amp;eacute;is-escola em &amp;Aacute;guas de S&amp;atilde;o Pedro e em Campos do Jord&amp;atilde;o, a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o oferece cursos livres, t&amp;eacute;cnicos, ensino m&amp;eacute;dio t&amp;eacute;cnico, ensino superior (gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o, extens&amp;atilde;o universit&amp;aacute;ria e p&amp;oacute;s-gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o), presenciais e &amp;agrave; dist&amp;acirc;ncia, em diferentes &amp;aacute;reas do conhecimento, al&amp;eacute;m do Programa Senac de Aprendizagem, que prepara jovens de 14 a 24 anos de idade para o ingresso no mundo do trabalho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por meio do Programa Senac de Gratuidade, a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o j&amp;aacute; beneficiou mais de 1,7 milh&amp;atilde;o de pessoas no Estado de S&amp;atilde;o Paulo, concedendo bolsas de estudo gratuitas em cursos livres, t&amp;eacute;cnicos e de ensino m&amp;eacute;dio t&amp;eacute;cnico, em variadas &amp;aacute;reas do conhecimento, al&amp;eacute;m do aprendizado de idiomas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;J&amp;aacute; a FecomercioSP representa cerca de 1,8 milh&amp;atilde;o de empresas paulistas que, reunidas, somam cerca de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. S&amp;atilde;o, sobretudo, pequenos e m&amp;eacute;dios neg&amp;oacute;cios que d&amp;atilde;o a t&amp;ocirc;nica da economia nacional &amp;mdash; para as quais a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o atua na representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o empresarial e colabora com orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e programas de desenvolvimento dos neg&amp;oacute;cios. Neste ano, a Entidade tem refor&amp;ccedil;ado o pleito em favor de uma Reforma Administrativa estatal que melhore os servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos e garanta melhores condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao ambiente de neg&amp;oacute;cios, o que seria uma conquista do empresariado e da sociedade.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[EXIBIR_GALERIA_DA_NOTICIA]&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;SERVI&amp;Ccedil;O&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Semana S | S&amp;atilde;o Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Onde:&lt;/strong&gt; Sesc Pompeia&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quando:&lt;/strong&gt; 16 e 17 de maio&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Jornalistas j&amp;aacute; podem se credenciar enviando e-mail com nome completo e ve&amp;iacute;culo para &lt;a href="mailto:imprensa@fecomercio.net.br"&gt;imprensa@fecomercio.net.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Haver&amp;aacute; limites de vagas para cobertura da imprensa.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.sympla.com.br/evento/semana-s/2880850?referrer=www.google.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Inscreva-se aqui!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;___________________________________________________________________&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;PROGRAMA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O (Sujeita a altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;SEXTA-FEIRA (16)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apenas para o empresariado do Com&amp;eacute;rcio de bens, servi&amp;ccedil;os e turismo&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Abertura |&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;18h&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ivo Dall&amp;#39;Acqua J&amp;uacute;nior&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Presidente em exerc&amp;iacute;cio da FecomercioSP e membro dos Conselhos Regionais do Sesc e do Senac.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;___________________________________________________________________&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Painel 1 |&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;18h40 &amp;agrave;s 19h40&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Inclus&amp;atilde;o: caminhos e pr&amp;aacute;ticas de gest&amp;atilde;o para um futuro equitativo e sustent&amp;aacute;vel&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Media&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;M&amp;ocirc;nica Sodr&amp;eacute;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Caio Magri&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Diretor-executivo do Instituto Ethos&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vanessa Pinsky&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Conselheira Deliberativa do Capitalismo Consciente Brasil&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Wal Flor&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;CEO da Flow.Ers&lt;/p&gt;&lt;p&gt;___________________________________________________________________&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;S&amp;Aacute;BADO (17)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;P&amp;uacute;blico em geral&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Painel 1 |&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;14h30 &amp;agrave;s 16h&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Sustentabilidade: novos neg&amp;oacute;cios &amp;agrave; vista&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Media&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;Fe Cortez&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ricardo Abramovay&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Professor na C&amp;aacute;tedra Josu&amp;eacute; de Castro da Faculdade de Sa&amp;uacute;de P&amp;uacute;blica da Universidade de S&amp;atilde;o Paulo (USP)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Rita Lobo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Chef de cozinha, escritora, empres&amp;aacute;ria e apresentadora&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Lu&amp;iacute;s Barbieri&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Idealizador da rede Folio&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;___________________________________________________________________&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Painel 2 |&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;16h30 &amp;agrave;s 18h&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Intelig&amp;ecirc;ncia Artificial: tend&amp;ecirc;ncias e oportunidades de neg&amp;oacute;cios&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Media&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;Rita Batista&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Diogo Cortiz&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Professor na Pont&amp;iacute;ficia Universidade Cat&amp;oacute;lica de S&amp;atilde;o Paulo (PUC-SP)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Martha Gabriel&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Professora de Intelig&amp;ecirc;ncia Artificial na PUC-SP e CEO da Martha Gabriel Consultoria&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Newton Calegari&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Gerente de Produtos s&amp;ecirc;nior da Microsoft Brasil&lt;/p&gt;&lt;p&gt;___________________________________________________________________&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;INTERVEN&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES ART&amp;Iacute;STICAS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;S&amp;Aacute;BADO (17)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Feira Sociocultural |&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;10h30 &amp;agrave;s 19h&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma rica amostra de iniciativas de impactos social e cultural, como culin&amp;aacute;ria de refugiados de pa&amp;iacute;ses como Afeganist&amp;atilde;o e Haiti, cozinha quilombola, gastronomia perif&amp;eacute;rica e artesanatos produzidos com palha de bananeira e cer&amp;acirc;mica da Mata Atl&amp;acirc;ntica. Al&amp;eacute;m disso, participa&amp;ccedil;&amp;otilde;es do coletivo Sab&amp;atilde;o do Povo e da associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o M&amp;atilde;es do Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ilu In&amp;atilde; |&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;11h30&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cortejo &lt;strong&gt;Ayab&amp;aacute; e os Magos Negros&lt;/strong&gt; &amp;eacute; uma apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o que mistura tambores, vozes e instrumentos de sopro do Ilu In&amp;atilde; para representar a uni&amp;atilde;o de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es e pessoas negras ao longo da hist&amp;oacute;ria. A inspira&amp;ccedil;&amp;atilde;o vem dos textos de Beatriz Nascimento e da m&amp;uacute;sica de artistas como Moacir Santos, Abgail Moura, Pixinguinha, Nana Vasconcelos e Paulo Moura, criando um quilombismo em forma de poesia sonora.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fanfarra Circense com Unidos do Swing&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;|&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;17h&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o vibrante do jazz de rua, misturando ritmos brasileiros como maracatu, &lt;strong&gt;swing jazz&lt;/strong&gt;, blues e bai&amp;atilde;o. Unidos do Swing &amp;eacute; uma fanfarra de rua e bloco de carnaval da Cidade de S&amp;atilde;o Paulo que une as linguagens da m&amp;uacute;sica, da dan&amp;ccedil;a e do circo numa proposta est&amp;eacute;tica ac&amp;uacute;stica, perform&amp;aacute;tica e interativa.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;OFICINAS E VIV&amp;Ecirc;NCIAS (VAGAS LIMITADAS)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Minipiano Eletr&amp;ocirc;nico com Marcelo Muniz |&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;10h &amp;agrave;s 13h&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A oficina prop&amp;otilde;e a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um minipiano eletr&amp;ocirc;nico constru&amp;iacute;do a partir da modifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um m&amp;oacute;dulo eletr&amp;ocirc;nico comercial. N&amp;atilde;o &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio qualquer tipo de conhecimento pr&amp;eacute;vio. &lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Oficina de cultivo de hortali&amp;ccedil;as em pequenos espa&amp;ccedil;os&lt;/strong&gt; |&lt;em&gt;&amp;nbsp;10h30&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Manejo de hortas em vasos, com informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre plantas que apresentam diferentes ciclos e demandas de luz, rega, substrato e nutri&amp;ccedil;&amp;atilde;o: tomate, ora-pro-n&amp;oacute;bis, cebolinha e rabanete.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sap&amp;eacute;Capoeira &amp;mdash; Capoeira para beb&amp;ecirc;s com P&amp;eacute; de Bara&amp;uacute;na |&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;11h &amp;agrave;s 12h&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com a capoeira como fio condutor e as outras manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es que a comp&amp;otilde;em &amp;mdash; como m&amp;uacute;sica, canto, jogo, maculel&amp;ecirc;, coco, samba de roda &amp;mdash;, a atividade prop&amp;otilde;e que pais e filhos experimentarem juntos uma atividade que envolve o movimento e a ludicidade.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;La Bici Press |&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;12h &amp;agrave;s 18h&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o gr&amp;aacute;fica em que, mediante a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um cartaz que vira fanzine, cada participante poder&amp;aacute; aprender e experimentar t&amp;eacute;cnicas de impress&amp;atilde;o artesanal criando uma arte customizada envolvendo serigrafia, xilogravura e carimbos. &amp;nbsp; &lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Minikalimba Eletr&amp;ocirc;nica com Marcelo Muniz |&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;14h &amp;agrave;s 17h&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A oficina prop&amp;otilde;e a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma minikalimba com utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um m&amp;oacute;dulo eletr&amp;ocirc;nico comercial.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Oficinas de Criatividade |&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;14h30&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sete oficinas para iniciantes a partir de 12 anos.&amp;nbsp;As t&amp;eacute;cnicas desenvolvidas dialogam diretamente com o ateli&amp;ecirc; em que se encontra: gravura, costura, arte t&amp;ecirc;xtil, pintura, marcenaria, cer&amp;acirc;mica e fotografia&lt;strong&gt;.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Perfumaria &amp;Aacute;rabe com Anas Obaid |&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;15h&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Experi&amp;ecirc;ncia multissensorial apresenta as principais fragr&amp;acirc;ncias que comp&amp;otilde;em o vasto universo da perfumaria &amp;aacute;rabe. A no&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &amp;ldquo;passeio&amp;rdquo; guiar&amp;aacute; a experi&amp;ecirc;ncia, de modo que o perfumista Anas Obaid vai propor um trajeto olfativo-gustativo a partir das principais refer&amp;ecirc;ncias de Damasco, capital s&amp;iacute;ria e epicentro cultural. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Viv&amp;ecirc;ncia de Xondaro com os guaranis do Jaguar&amp;aacute; |&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;16h&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Xondaro &amp;eacute; uma pr&amp;aacute;tica tradicional do povo guarani que pode ser descrita como uma combina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dan&amp;ccedil;a, luta e express&amp;atilde;o cultural. O termo &amp;ldquo;xondaro&amp;rdquo;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;geralmente se refere ao guerreiro ou defensor na l&amp;iacute;ngua guarani, e a pr&amp;aacute;tica tem significados profundos tanto espirituais quanto f&amp;iacute;sicos para esses povos. A oficina prop&amp;otilde;e que os participantes vivenciem a pr&amp;aacute;tica.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;VISITAS GUIADAS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Visita patrimonial ao Sesc Pompeia|&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;11h, 14h e 16h&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As visitas patrimoniais t&amp;ecirc;m como objetivo conhecer e valorizar os significados hist&amp;oacute;rico, cultural, arquitet&amp;ocirc;nico e art&amp;iacute;stico de um im&amp;oacute;vel. Durante a visita, os participantes t&amp;ecirc;m a oportunidade de aprender sobre a hist&amp;oacute;ria do local, o seu contexto de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o estilo arquitet&amp;ocirc;nico, os materiais utilizados e as hist&amp;oacute;rias e os eventos associados &amp;agrave; edifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A arquiteta &amp;iacute;talo-brasileira&amp;nbsp;Lina Bo Bardi projetou o Sesc Pompeia com foco na intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, criando espa&amp;ccedil;os acolhedores e democr&amp;aacute;ticos que estimulam conviv&amp;ecirc;ncia, criatividade e bem-estar. A visita permite refletir sobre como a arquitetura pode impactar positivamente a vida das pessoas. O Sesc Pompeia n&amp;atilde;o &amp;eacute; apenas um edif&amp;iacute;cio, mas um centro vivo de cultura e lazer que promove diariamente a&amp;ccedil;&amp;otilde;es art&amp;iacute;sticas, esportivas e educativas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Of&amp;iacute;cio: Barro: Sallisa Rosa: Eixo Terra |&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;14h30&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O barro &amp;eacute; mat&amp;eacute;ria do tempo. A sua textura amb&amp;iacute;gua guarda em si a s&amp;iacute;ntese da terra &amp;mdash; male&amp;aacute;vel, sugere a for&amp;ccedil;a latente do vir a ser; firme, revela por meio das marcas a mem&amp;oacute;ria do que se deixou moldar. Seguindo a natureza dual, o solo molhado sustenta as dimens&amp;otilde;es subterr&amp;acirc;neas e expostas, convivendo entre ra&amp;iacute;zes e brotos, dando suporte a tudo que nele passa e sendo o teto do que vive abaixo da terra. Nesse sentido, a terra &amp;uacute;mida &amp;eacute; tamb&amp;eacute;m uma esp&amp;eacute;cie de semente de &amp;aacute;gua, carregando a hist&amp;oacute;ria de eros&amp;otilde;es, fertilidade e transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Nesta exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Sallisa Rosa nos convida a sentir a terra como mem&amp;oacute;ria t&amp;aacute;til, como corpo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Lugar P&amp;uacute;blico &amp;mdash; Muntadas |&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;14h30&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o in&amp;eacute;dita do artista Antoni Muntadas (Barcelona, 1942), &lt;strong&gt;Lugar P&amp;uacute;blico&lt;/strong&gt; convida os p&amp;uacute;blicos a uma reflex&amp;atilde;o sobre os limites e as transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos espa&amp;ccedil;os compartilhados. Com curadoria de Diego Matos, o projeto para o Sesc Pompeia traz uma ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da &amp;aacute;rea de conviv&amp;ecirc;ncia da unidade, de car&amp;aacute;ter &lt;strong&gt;site-specific&lt;/strong&gt;: s&amp;atilde;o interven&amp;ccedil;&amp;otilde;es audiovisuais, textuais e dispositivos arquitet&amp;ocirc;nicos projetados para explorar os significados de &amp;ldquo;p&amp;uacute;blico&amp;rdquo; &amp;mdash; audi&amp;ecirc;ncia e espa&amp;ccedil;o &amp;mdash; e provocar reflex&amp;otilde;es a respeito do espa&amp;ccedil;o urbano contempor&amp;acirc;neo e das no&amp;ccedil;&amp;otilde;es de lazer e esfera p&amp;uacute;blica.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 17 Apr 2025 13:32:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Sistema Comércio]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Medidas de Trump são lamentáveis ao mundo, mas beneficiam inserção global brasileira]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/medidas-de-trump-sao-lamentaveis-ao-mundo-mas-beneficiam-insercao-global-brasileira</link><description>&lt;![CDATA[FecomercioSP avalia e se posiciona sobre as medidas tarifárias anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;As decisões tarifárias apresentadas nesta quarta-feira (2) pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, serão extremamente prejudiciais para o próprio país. A elevação das tarifas sobre bens básicos, por exemplo, deve desencadear uma inflação generalizada nos preços do mercado interno estadunidense, enquanto as medidas sobre as importações de aço vão impactar toda a cadeia dependente dessa matéria-prima. Sem contar algumas commodities essenciais que, mais caras, vão afetar diretamente o orçamento das famílias de baixa renda.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não só: as deportações em massa devem pressionar o mercado de trabalho e os salários, agravando a inflação, da mesma forma, mas pelo lado da oferta. A escalada nos preços por consequência dessas duas políticas fará com que o FED, o Banco Central do país, não tenha outra opção que não aumentar os juros, desacelerando a economia dos EUA.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Levando em conta a atuação robusta da &lt;a href="https://fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;em favor de uma ampla abertura da economia brasileira ao mundo, inserindo o país cada vez mais nas cadeias globais, as medidas anunciadas hoje pela Casa Branca são lamentáveis. O comércio não deve ser visto como problema, mas como solução.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o Brasil, porém, as notícias não são tão ruins: já que muitas nações terão dificuldades em levar seus produtos aos EUA, por conta das tarifas, esse é o momento ideal para o Brasil reforçar sua participação nesses mercados. Sobretudo no Japão, na China e na União Europeia, para citar alguns. O governo brasileiro deve se valer da conjuntura tarifária vinda dos Estados unidos para assinar acordos bilaterais, diminuir tarifas e facilitar mecanismos aduaneiros.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 02 Apr 2025 15:03:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[posicionamento FecomercioSP]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Nova edição da coletânea UM BRASIL discute a modernização do Estado]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/nova-edicao-da-coletanea-um-brasil-discute-a-modernizacao-do-estado</link><description>&lt;![CDATA[Livro lançado traça um panorama profundo e plural com perspectivas e caminhos para um país em transformação, reunindo vozes que pensam os obstáculos do presente e do futuro]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O &lt;a href="https://umbrasil.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Canal&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://umbrasil.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;&lt;strong&gt;UM BRASIL&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; &amp;mdash; uma realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; &amp;mdash; lan&amp;ccedil;a, neste m&amp;ecirc;s de mar&amp;ccedil;o, o livro &lt;strong&gt;&lt;a href="https://umbrasil.com/publicacoes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;UM BRASIL #11 &amp;mdash; Moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Estado.&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;ldquo;Em um mundo onde o or&amp;ccedil;amento &amp;eacute; bagun&amp;ccedil;ado e n&amp;atilde;o apresentado de modo transparente, as prioridades n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o adequadamente estabelecidas. E sabemos quem perde com isso: o pobre.&amp;rdquo; &amp;mdash; Arm&amp;iacute;nio Fraga, ex-presidente do Banco Central (Bacen)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;A publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que sintetiza os debates mais relevantes da atualidade, condensa olhares de especialistas e pensadores sobre temas relevantes da atualidade, como Reforma Administrativa, Inseguran&amp;ccedil;a Jur&amp;iacute;dica, Clima, Abertura Comercial, Seguran&amp;ccedil;a P&amp;uacute;blica, Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Governo Digital, sempre sob a &amp;oacute;tica do aprimoramento e da moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Estado brasileiro.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Nos &amp;uacute;ltimos 40 anos, as despesas subiram de 25% para mais de 40% do Produto Interno Bruto (PIB). Esse aumento n&amp;atilde;o se reflete em melhores servi&amp;ccedil;os na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou na Infraestrutura. Por essas raz&amp;otilde;es, entendemos a moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o estatal como uma pauta priorit&amp;aacute;ria&amp;rdquo;, defende Ivo Dall&amp;rsquo;Acqua J&amp;uacute;nior, presidente em exerc&amp;iacute;cio da FecomercioSP.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;strong id="isPasted"&gt;&amp;ldquo;O capital humano &amp;eacute; central no processo dos desenvolvimentos econ&amp;ocirc;mico e social de qualquer pa&amp;iacute;s. E a educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; um dos pilares da forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um capital humano qualificado.&amp;rdquo; &amp;mdash; Eduardo Giannetti, economista e fil&amp;oacute;sofo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;Guiam-nos por essas conversas nomes como Alexandre Prado, Bruno Paes Manso, Luiz Carlos Bresser-Pereira, Arm&amp;iacute;nio Fraga, Eduardo Giannetti, Dora Kaufman, Larissa Wachholz, Rubens Ricupero, William Maloney, Luciano Menezes, Otaviano Canuto, Luiz Bichara, Francisco Gaetani, Rony Vainzof, Pedro Nery, David Justino, Guaracy Mingardi, Jorge Caldeira, Marcio Astrini, Antonio Lanzana, Caio Megale, Felipe Salto, Ana Carla Abr&amp;atilde;o, H&amp;eacute;lio Zylberstajn e Paulo Hartung.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;strong id="isPasted"&gt;&amp;ldquo;No Brasil, temos o costume de achar que vamos resolver os problemas criando mais regras, mais leis, mais normas. Mas, n&amp;atilde;o, isso acaba piorando a inseguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica.&amp;rdquo; &amp;mdash; Luciana Yeung, economista e professora no Insper.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;Abram Szajman, presidente efetivo da FecomercioSP, defende que a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma na&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais competitiva exige a converg&amp;ecirc;ncia de ideias e a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre os diversos setores da sociedade. &amp;ldquo;Com esse prop&amp;oacute;sito, seguimos atuando com firmeza na defesa de reformas estruturais e no fortalecimento da nossa miss&amp;atilde;o: impulsionar um Brasil que valorize o empreendedorismo, a livre-iniciativa e o desenvolvimento sustent&amp;aacute;vel.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;ldquo;A Reforma [Administrativa] &amp;eacute; fundamental, pois faz parte de um processo de moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Estado brasileiro, de melhoria da qualidade dos servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos e, no limite, de combate &amp;agrave; desigualdade social.&amp;rdquo; &amp;mdash; Ana Carla Abr&amp;atilde;o, diretora-presidente da associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Open Finance&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://umbrasil.com/publicacoes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/4dabe485274fbc85ab70cb238df6144db4787f36.jpg" style="width: 300px;" class="fr-fic fr-fil fr-dib"&gt;Baixe o livro gratuitamente&lt;/a&gt; e conhe&amp;ccedil;a as an&amp;aacute;lises e solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es discutidas ao longo do &amp;uacute;ltimo ano, fundamentais para pensar os rumos da moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Estado brasileiro.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong id="isPasted"&gt;&amp;ldquo;Se uma &amp;aacute;rvore que retira carbono da atmosfera &amp;eacute; derrubada ou queimada, um ativo de descarboniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o se transforma em carboniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Isso &amp;eacute; o que se pratica no Brasil.&amp;rdquo; &amp;mdash; Jorge Caldeira, escritor e imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 01 Apr 2025 09:49:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Revista Problemas Brasileiros]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Agenda Institucional do Sistema Comércio 2025 é entregue ao governo federal]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/agenda-institucional-do-sistema-comercio-2025-e-entregue-ao-governo-federal</link><description>&lt;![CDATA[Documento ressalta a importância dos investimentos em infraestrutura para o crescimento econômico, favorece o empreendedorismo e promove melhorias no ambiente de negócios]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;No dia 26 de março, o Sistema Comércio lançou a sua Agenda Institucional 2025 em evento que reuniu representantes do governo federal, dos setores do Comércio e dos Serviços e do parlamento na sede da &lt;a href="https://portaldocomercio.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC)&lt;/a&gt;, em Brasília.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O documento, recebido por Geraldo Alckmin, vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), defende um arcabouço regulatório que favoreça o empreendedorismo, garanta segurança jurídica e simplifique a carga tributária, além de fortalecer o combate à concorrência desleal, desburocratizar a abertura de empresas e melhorar o acesso ao crédito.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Nossa Agenda Institucional enfatiza a importância de investimentos em infraestrutura para o crescimento econômico, destacando a modernização de transportes e a promoção de práticas sustentáveis”, disse o presidente do &lt;a href="https://www.sesc.com.br/institucional/sistema-cnc/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Sistema CNC–Sesc–Senac&lt;/a&gt;, José Roberto Tadros, na ocasião.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E as iniciativas não param por aí. A Agenda do Sistema Comércio destaca, ainda, as necessidades de incentivar a inovação e a qualificação profissional, regulamentar a Inteligência Artificial (IA), desenvolver o mercado de carbono e digitalizar processos públicos para facilitar a atividade empresarial.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Alckmin ressaltou a importância do Sistema Comércio para avançar em questões estratégicas do setor, como infraestrutura, inovação, tecnologia e acesso ao crédito. Ademais, apresentou algumas ações do governo que terão impacto positivo neste ano, como a Letra de Crédito para o Desenvolvimento — que deve tornar o crédito mais barato para o Comércio e a Indústria. Além disso, no âmbito de transformação digital das empresas, ressaltou também o programa Brasil Mais Produtivo, cuja perspectiva é atender a 200 mil micro, pequenos e médios negócios de Comércio, Serviços e Indústria em 2025.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 31 Mar 2025 17:04:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Sistema Comércio]]</category></item></channel></rss>
