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<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[Legislação - Imprensa - FecomercioSP]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticias/imprensa/imprensa-legislacao</link><description>&lt;![CDATA[Lorem Ipsum Dolor Asit Amet]]</description><lastBuildDate>Sat, 18 Apr 2026 08:23:02 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[Legislação - Imprensa - FecomercioSP]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticias/imprensa/imprensa-legislacao</link><url>http://fecomercio.com.br/upload/img/2021/07/12/60ec5024c20e2-fecomerciosp_sala_de_imprensa.jpg</url></image><category>&lt;![CDATA[Imprensa]]</category><category>&lt;![CDATA[Legislação]]</category><item><title>&lt;![CDATA[Manutenção do Perse é positiva, mas enxugamento reflete insegurança jurídica das empresas no País]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/manutencao-do-perse-e-positiva-mas-enxugamento-reflete-inseguranca-juridica-das-empresas-no-pais</link><description>&lt;![CDATA[Para Federação, redução de atividades beneficiadas vai afetar desempenho do setor já neste ano]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Prestes a ser sancionado pelo Executivo ap&amp;oacute;s aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Congresso, o escopo modificado do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse) tem avan&amp;ccedil;os quando comparado ao contexto do come&amp;ccedil;o do ano, em que quase foi extinto. Por outro lado, as mudan&amp;ccedil;as que enxugaram a iniciativa nesses &amp;uacute;ltimos meses representam uma inequ&amp;iacute;voca inseguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica para as empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os aspectos positivos s&amp;atilde;o, sem d&amp;uacute;vida, a continuidade das optantes do Lucro Real no programa, assim como o escalonamento de impostos s&amp;oacute; a partir de 2025, por exemplo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por&amp;eacute;m, a inseguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica permaneceu &amp;agrave; medida em que o Congresso reduziu de 44 para apenas 29 as atividades econ&amp;ocirc;micas (CNAEs) beneficiadas pelo novo Perse. A decis&amp;atilde;o vai afetar os segmentos que foram exclu&amp;iacute;dos, j&amp;aacute; que ter&amp;atilde;o que pagar a al&amp;iacute;quota de imposto integral j&amp;aacute; em 2024.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Muitos deles n&amp;atilde;o contavam com esse incremento de gastos e, com isso, v&amp;atilde;o reduzir imediatamente seus planos de novas contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es e de investimentos. O resultado disso se ver&amp;aacute; no desempenho do setor de Turismo neste ano e, ent&amp;atilde;o, na pr&amp;oacute;pria economia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Necessidade de moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como j&amp;aacute; dito em outras oportunidades, o enxugamento do Perse tamb&amp;eacute;m diz respeito &amp;agrave; discuss&amp;atilde;o mais ampla sobre a necessidade de moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Estado brasileiro. Isso fica claro quando se observa que o teto de gastos estabelecido pelo governo ao programa, de R$ 15 bilh&amp;otilde;es para os pr&amp;oacute;ximos tr&amp;ecirc;s anos, &amp;eacute;, antes de tudo, parte da &amp;acirc;nsia de aumentar a arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica e, posteriormente, gastar os recursos de maneira ineficiente &amp;mdash; ou seja, retirando recursos importantes de investimento e contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es e transferindo para o custeio da inchada m&amp;aacute;quina estatal.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A busca pelo equil&amp;iacute;brio fiscal do governo, embora seja louv&amp;aacute;vel, precisa ser acompanhada da redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de gastos e da amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de investimentos p&amp;uacute;blicos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Turismo precisa de melhorias de infraestrutura, inclusive para ajudar nos esfor&amp;ccedil;os das empresas que atualmente est&amp;atilde;o no Perse, com o objetivo de conquistar melhores resultados. Somente assim, e com seguran&amp;ccedil;a e tranquilidade no ambiente de neg&amp;oacute;cios, essas empresas poder&amp;atilde;o prosperar e voltar a patamares anteriores sem a necessidade do programa &amp;mdash; hoje ainda fundamental para a gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de emprego e para a sustentabilidade dos segmentos do setor.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[veja_tambem]&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 02 May 2024 13:48:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Mudança no Perse é inconstitucional e pode levar à insegurança jurídica]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/mudanca-no-perse-e-inconstitucional-e-pode-levar-a-inseguranca-juridica</link><description>&lt;![CDATA[FecomercioSP receberá a deputada Renata Abreu (Podemos-SP), relatora do projeto em votação na Câmara, para uma reunião sobre o tema]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O Congresso Nacional vai examinar nos pr&amp;oacute;ximos dias o Projeto de Lei (PL 1026/224), que diminui de 44 para 12 as atividades econ&amp;ocirc;micas beneficiadas pelo&amp;nbsp;Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse)&amp;nbsp;e, ainda, estipula a volta gradual da cobran&amp;ccedil;a de impostos federais. O PL preocupa a&amp;nbsp;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP), que defende a continuidade do programa, sem que haja a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos segmentos, e a preval&amp;ecirc;ncia da isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tributos federais at&amp;eacute; 2027.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span data-stringify-type="paragraph-break"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesta segunda-feira (22), a Entidade receber&amp;aacute; em sua sede, em S&amp;atilde;o Paulo (SP), a&amp;nbsp;relatora do PL na C&amp;acirc;mara, deputada Renata Abreu&amp;nbsp;(Podemos-SP), em uma reuni&amp;atilde;o com empresas e atores do setor do turismo, para entregar em m&amp;atilde;os um of&amp;iacute;cio com os pontos considerados mais importantes de ajustar no texto que ir&amp;aacute; ao plen&amp;aacute;rio&amp;nbsp;&lt;i data-stringify-type="italic"&gt;(mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es abaixo).&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;span data-stringify-type="paragraph-break"&gt;&lt;p&gt;Na ocasi&amp;atilde;o,&amp;nbsp;Abreu tamb&amp;eacute;m dever&amp;aacute; antecipar a leitura do seu relat&amp;oacute;rio final sobre o projeto, que ser&amp;aacute; feita entre ter&amp;ccedil;a (23) e quarta (24) no Congresso, data prevista para a vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos congressistas.&amp;nbsp;Al&amp;eacute;m dela, o deputado federal Victor Linhalis (Podemos-ES), nome importante nas negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es em torno do Perse no Legislativo, tamb&amp;eacute;m participar&amp;aacute; da reuni&amp;atilde;o, assim como receber&amp;aacute; o mesmo of&amp;iacute;cio.Para a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o C&amp;oacute;digo Tribut&amp;aacute;rio Nacional (CTN) e as decis&amp;otilde;es do Supremo Tribunal Federal (STF) convergem para o entendimento de que a&amp;nbsp;retirada de benef&amp;iacute;cios tribut&amp;aacute;rios, quando h&amp;aacute; um per&amp;iacute;odo determinado para a vig&amp;ecirc;ncia, viola o princ&amp;iacute;pio da constitucionalidade.&lt;/p&gt;&lt;span data-stringify-type="paragraph-break"&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m disso, a&amp;nbsp;decis&amp;atilde;o provocaria grande inseguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica, j&amp;aacute; que 32 setores teriam que deixar imediatamente o Perse e voltar a pagar integralmente os impostos previstos. Isso impactaria sobremaneira o caixa das empresas, que j&amp;aacute; estavam planejadas de acordo com o cen&amp;aacute;rio anterior, inviabilizando investimentos, pagamento de d&amp;iacute;vidas contra&amp;iacute;das e potenciais contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es.No final do ano passado, o governo federal editou uma Medida Provis&amp;oacute;ria (MP 1.202/2023) para, dentre outras medidas, retomar as cobran&amp;ccedil;as de PIS/Pasep, Cofins e CSLL a partir deste m&amp;ecirc;s, argumentando que era preciso reduzir a ren&amp;uacute;ncia fiscal &amp;mdash; atualmente estimada em R$ 13 bilh&amp;otilde;es &amp;mdash; para colaborar na arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o e, por consequ&amp;ecirc;ncia, alcan&amp;ccedil;ar o d&amp;eacute;ficit zero em 2024, o que foi alvo de altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o recente, com a previs&amp;atilde;o de equilibrar as contas somente em 2025. Contudo, a FecomercioSP entende que retirar benef&amp;iacute;cios de atividades que foram extremamente impactadas pela pandemia n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma decis&amp;atilde;o justa, ainda que a busca pelo equil&amp;iacute;brio fiscal seja um esfor&amp;ccedil;o louv&amp;aacute;vel.&lt;/p&gt;&lt;span data-stringify-type="paragraph-break"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Queda de 40% do faturamento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dados do Conselho de Turismo da Entidade apontam que o setor perdeu 40% do faturamento entre mar&amp;ccedil;o de 2020 e fevereiro de 2021. Isso significa, em termos absolutos (e j&amp;aacute; corrigidos pela infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o), uma perda de quase R$90 bilh&amp;otilde;es. Em 2023, o Turismo nacional cresceu 8%, enquanto o faturamento anual chegou a R$190 bilh&amp;otilde;es. Contudo, o valor ainda &amp;eacute; inferior aos R$ 208 bilh&amp;otilde;es registrados em 2019, o que torna incorreta a argumenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Executivo de que os setores de Eventos e Turismo n&amp;atilde;o precisam mais do benef&amp;iacute;cio, uma vez que j&amp;aacute; teriam recuperado (ou superado) os n&amp;iacute;veis de atividade e os n&amp;uacute;meros anteriores &amp;agrave; crise da covid-19.&lt;/p&gt;&lt;span data-stringify-type="paragraph-break"&gt;&lt;p&gt;Por outro lado, &amp;eacute; preciso considerar que&amp;nbsp;faturamento n&amp;atilde;o &amp;eacute; sin&amp;ocirc;nimo de resultado financeiro e que os custos cresceram de forma demasiada nos &amp;uacute;ltimos anos, impactando os ganhos das empresas. Assim, em grande parte, o valor faturado por esses neg&amp;oacute;cios &amp;eacute; resultado das cifras despendidas com o custeio de servi&amp;ccedil;os essenciais para essas atividades (como s&amp;atilde;o os casos de combust&amp;iacute;veis, alugu&amp;eacute;is imobili&amp;aacute;rios e montagens de festas).&lt;/p&gt;&lt;span data-stringify-type="paragraph-break"&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP, assim como outras entidades e empresas do setor, vai continuar acompanhando o tema e se articulando pela n&amp;atilde;o aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do PL, bem como pela derrubada da MP. A busca pelo equil&amp;iacute;brio fiscal precisa ser acompanhada da redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de gastos e da amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de investimentos p&amp;uacute;blicos. N&amp;atilde;o &amp;eacute; aceit&amp;aacute;vel que seja feita de maneira unilateral &amp;mdash; como se tentou por meio da MP, agora prorrogada por mais 60 dias &amp;mdash; e sem um compromisso com a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de despesas para mais efici&amp;ecirc;ncia dos gastos p&amp;uacute;blicos.&lt;/p&gt;&lt;span data-stringify-type="paragraph-break"&gt;&lt;p&gt;O Turismo precisa de melhorias de infraestrutura, inclusive para ajudar nos esfor&amp;ccedil;os das empresas que atualmente est&amp;atilde;o no Perse, com o objetivo de conquistar melhores resultados. Somente assim, e com seguran&amp;ccedil;a e tranquilidade no ambiente de neg&amp;oacute;cios, esses neg&amp;oacute;cios poder&amp;atilde;o prosperar e voltar a patamares anteriores sem a necessidade do programa &amp;mdash; hoje ainda fundamental para a gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de emprego e para a sustentabilidade dos segmentos do setor.&lt;span data-sk="tooltip_parent"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 22 Apr 2024 12:25:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Perse]]</category></item></channel></rss>
