<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[Legislação - FecomercioSP]]</title><link>http://fecomercio.com.br/legislacao</link><description>&lt;![CDATA[Área de divulgação de desdobramentos sobre os conteúdos propostos por advocacys.]]</description><lastBuildDate>Wed, 26 Aug 2026 12:28:18 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[Legislação - FecomercioSP]]</title><link>http://fecomercio.com.br/legislacao</link><url>http://fecomercio.com.br/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><category>&lt;![CDATA[Legislação]]</category><item><title>&lt;![CDATA[O que a sua empresa está mensurando quando se fala de produtividade?]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/o-que-sua-empresa-esta-mensurando-quando-fala-em-produtividade</link><description>&lt;![CDATA[Métrica mal desenhada pode ser tratada na Justiça do Trabalho como vigilância excessiva]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o vari&amp;aacute;vel em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da produtividade parte de uma l&amp;oacute;gica simples: pagar mais a quem produz mais. O problema &amp;eacute; que, na pr&amp;aacute;tica, nem todas as empresas sabem definir o que significa &amp;ldquo;produzir mais&amp;rdquo; no dia a dia. &lt;em&gt;Dashboards&lt;/em&gt; e sistemas de gest&amp;atilde;o viraram febre, mas a abund&amp;acirc;ncia de dados n&amp;atilde;o reflete necessariamente uma boa gest&amp;atilde;o. O que os tribunais trabalhistas t&amp;ecirc;m visto com frequ&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; o uso de rastros digitais &amp;mdash; tempo de tela, volume de cliques, presen&amp;ccedil;a em sistemas &amp;mdash; como substitutos da produtividade real. Como resultado, muitas companhias podem estar entrando no terreno da vigil&amp;acirc;ncia excessiva.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda que a produtividade esteja inserida de vez no vocabul&amp;aacute;rio do departamento de Recursos Humanos (RH) e das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es trabalhistas, ainda falta o rigor t&amp;eacute;cnico que o tema exige. O que as empresas devem se perguntar &amp;eacute; o que est&amp;aacute; sendo tratado como produtividade na hora de remunerar: resultado concreto, disponibilidade, volume de entrega, efici&amp;ecirc;ncia ou submiss&amp;atilde;o a um controle virtual? A ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um indicador opaco esvazia o incentivo da remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o vari&amp;aacute;vel e abre espa&amp;ccedil;o para conflito.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nos tribunais trabalhistas, &amp;eacute; frequente constatar que todos esses crit&amp;eacute;rios adotados pelas companhias est&amp;atilde;o misturados no mesmo &amp;ldquo;caldeir&amp;atilde;o&amp;rdquo;, ou seja, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; uma clareza geral no mundo corporativo sobre o que realmente est&amp;aacute; sendo medido nos planos de metas e de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos lucros.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Produtividade sem m&amp;eacute;todo &amp;eacute; arbitrariedade com apar&amp;ecirc;ncia de t&amp;eacute;cnica. Isso est&amp;aacute; em uma senten&amp;ccedil;a. O problema n&amp;atilde;o &amp;eacute; a empresa medir, mas medir mal, usar mal e justificar mal. No teletrabalho, por exemplo, a fronteira entre gest&amp;atilde;o e invas&amp;atilde;o da privacidade &amp;eacute; mais curta do que muitos imaginam.&amp;rdquo; O alerta &amp;eacute; do advogado trabalhista S&amp;oacute;lon Cunha, integrante do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-emprego-e-relacoes-de-trabalho"&gt;Conselho de Emprego e Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Trabalho&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, durante semin&amp;aacute;rio realizado neste m&amp;ecirc;s.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ele enfatizou que, neste momento, o contencioso trabalhista, em especial no Tribunal Superior do Trabalho (TST), est&amp;aacute; se dividindo entre quem mede a produtividade de forma abusiva e n&amp;atilde;o abusiva. Para parte desses colegiados, o excesso de mensura&amp;ccedil;&amp;atilde;o pode estar relacionado a uma doen&amp;ccedil;a ocupacional, o &lt;em&gt;burnout&lt;/em&gt;, dado o comprometimento da seguran&amp;ccedil;a psicol&amp;oacute;gica do trabalhador, quando faltam regras claras e crit&amp;eacute;rios transparentes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No teletrabalho, a discuss&amp;atilde;o ganha contornos mais delicados. Monitoramento cont&amp;iacute;nuo do ambiente por webcam, captura de tela a cada poucos segundos ou rastreamento de teclado, segundo o advogado, podem registrar n&amp;atilde;o s&amp;oacute; a atividade profissional, mas a esfera privada do trabalhador e de terceiros. Tudo isso est&amp;aacute; no panorama do Judici&amp;aacute;rio contra o abuso da mensura&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;rdquo;No home office, a empresa, al&amp;eacute;m de lidar com um trabalhador a dist&amp;acirc;ncia, lida com uma atividade exercida dentro da esfera privada&amp;quot;, disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O caminho seguro para empresas e sindicatos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na era da Intelig&amp;ecirc;ncia Artificial (IA), o excesso de dados dispon&amp;iacute;veis engana os gestores. Tempo online, n&amp;uacute;mero de cliques, presen&amp;ccedil;a em sistema e rankings s&amp;atilde;o exemplos de fatores que n&amp;atilde;o captam desempenho real. &amp;ldquo;Se eu me&amp;ccedil;o isso, talvez esteja medindo disponibilidade digital, n&amp;atilde;o produtividade. Se me&amp;ccedil;o s&amp;oacute; n&amp;uacute;mero de pe&amp;ccedil;as, me&amp;ccedil;o volume, e n&amp;atilde;o qualidade. Se me&amp;ccedil;o ranking, estou premiando competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o interna e penalizando a coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img border="0" src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/b2a0c8c3ef13da3e0ea0692632fac898b0f95cdb.png" class="fr-fic fr-dii" style="width: 733px;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Juridicamente, essa distin&amp;ccedil;&amp;atilde;o faz diferen&amp;ccedil;a. Remunerar por comiss&amp;atilde;o, pr&amp;ecirc;mio, tempo de casa ou Participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos Lucros e Resultados (PLR) n&amp;atilde;o &amp;eacute; a mesma coisa. O que define a natureza da parcela &amp;eacute; o m&amp;eacute;todo de apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e n&amp;atilde;o o nome &amp;ldquo;produtividade&amp;rdquo;, acrescentou.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quanto mais o indicador foge do controle real do trabalhador &amp;mdash; seja por fatores externos, seja por mudan&amp;ccedil;as unilaterais da empresa &amp;mdash;, maior o risco de a companhia transferir o &amp;ocirc;nus do neg&amp;oacute;cio ao empregado. Os tribunais t&amp;ecirc;m rejeitado esse tipo de pr&amp;aacute;tica, ressaltou Cunha.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img border="0" src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/b63c6138a86433d5277c5bc6a9fdccdc010bb7e1.png" class="fr-fic fr-dii" style="width: 733px;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O advogado trabalhista sugere que a sa&amp;iacute;da est&amp;aacute; na negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva. Em vez de fixar apenas um gatilho financeiro para a bonifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sindicatos e empresas deveriam negociar o m&amp;eacute;todo: defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o do indicador, pondera&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre quantidade e qualidade, fatores externos que excluem a imputa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, revis&amp;atilde;o humana e limites para o uso dos dados. &amp;ldquo;O bom instrumento coletivo &amp;eacute; aquele que transforma um discurso gerencial vago numa norma negociada com conceito, peso, limite e mecanismos de revis&amp;atilde;o.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A tese defendida por ele &amp;eacute; que a produtividade &amp;eacute; leg&amp;iacute;tima como crit&amp;eacute;rio remunerat&amp;oacute;rio se atender a alguns pilares, como clareza no que est&amp;aacute; baseando a remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o vari&amp;aacute;vel, respeito &amp;agrave;s garantias m&amp;iacute;nimas da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o e um m&amp;eacute;todo v&amp;aacute;lido de apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da produtividade, o qual n&amp;atilde;o seja opaco.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse sentido, Sylvia Lorena, superintendente de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Trabalho da &lt;a href="https://cni.portaldaindustria.com.br/home"&gt;Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional da Indústria (CNI)&lt;/a&gt;, acrescentou que o empregador ainda deve ser capaz de garantir auditabilidade, ou seja, comprovar o que motivou a remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o mesmo ap&amp;oacute;s alguns anos, se for contestado na Justi&amp;ccedil;a.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ela destacou que automatizar uma decis&amp;atilde;o n&amp;atilde;o significa automatizar a responsabilidade por ela. &amp;ldquo;Se os sistemas automatizados passam a influenciar avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es ou remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;eacute; importante que a sua utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o esteja inserida numa estrutura adequada de governan&amp;ccedil;a, com crit&amp;eacute;rios, responsabilidades e mecanismos de controle compat&amp;iacute;veis com os impactos dessas decis&amp;otilde;es&amp;rdquo;, concluiu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assista ao semin&amp;aacute;rio na &amp;iacute;ntegra!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span contenteditable="false" draggable="true" class="fr-video fr-deletable fr-fvc fr-dvb fr-draggable"&gt;&lt;iframe width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/x--b70tMYiE?&amp;t=11992s&amp;wmode=opaque&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen="" class="fr-draggable"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 26 Aug 2026 10:49:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[O que está na pauta das negociações coletivas de 2026?]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/o-que-esta-na-pauta-das-negociacoes-coletivas-de-2026</link><description>&lt;![CDATA[Paula Tateishi, assessora da FecomercioSP, detalha precauções quanto a jornada, trabalho aos feriados, remuneração e benefícios]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Reajustes salariais, novos benefícios, mudanças na jornada e regras para o trabalho aos feriados colocam a negociação coletiva no cerne das decisões do Comércio neste ano. Em meio a reivindicações mais amplas dos sindicatos laborais e às discussões no Congresso sobre &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/dez-impactos-negativos-do-fim-da-escala-6x1" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;redução da jornada e fim da escala 6x1&lt;/a&gt;, as empresas precisam avaliar custos e organizar suas operações com mais atenção.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os principais reflexos desse cenário e as alternativas disponíveis ao empresário estão no novo mesacast &lt;strong&gt;FecomercioSP Orienta&lt;/strong&gt;, com Paula Tateishi, assessora da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;. A especialista detalha os pontos que estão na mesa de negociação e explica como a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) pode contribuir para organizar jornadas, escalas e relações laborais com mais segurança.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Reivindicações pressionam custos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As pautas apresentadas pelos sindicatos laborais chegaram mais extensas em 2026. Além da recomposição da inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), estão entre as reivindicações aumento real de salários de cerca de 5%, diferenciação de pisos e ampliação de benefícios, como cesta básica, auxílios e prêmio de assiduidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Também entram nas discussões propostas para restringir contratos intermitentes, estabelecer limites &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/criatividade-e-pensamento-estrategico-devem-acompanhar-a-ia-nos-servicos" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;ao uso de automação e Inteligência Artificial (IA)&lt;/a&gt; e retomar a homologação obrigatória das rescisões nos sindicatos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O desafio é conciliar as demandas dos trabalhadores com a capacidade das empresas de absorver novos custos. “A pauta de reivindicação laboral é extensa. A prioridade patronal é buscar um equilíbrio sustentável que não comprometa a saúde financeira dos negócios, preserve o ritmo de contratações e garanta a manutenção dos empregos”, destaca Paula.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quanto às jornadas, a assessora salienta &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/flexibilidade-no-trabalho-descubra-os-beneficios-das-jornadas-especiais?%2Fnoticia%2Fflexibilidade-no-trabalho-descubra-os-beneficios-das-jornadas-especiais=" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;as alternativas que podem proporcionar mais flexibilidade&lt;/a&gt; para a empresa, como as parciais e as reduzidas, os contratos intermitentes, o banco de horas, a escala 12x36 e a semana espanhola, que permite alternar semanas com diferentes cargas horárias. A negociação coletiva também pode estabelecer formas de distribuir as folgas de acordo com os períodos de maior ou menor movimento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;São instrumentos que ajudam a adaptar as equipes à demanda, controlar custos e preservar a capacidade de atendimento, observadas as regras aplicáveis.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Feriados exigem atenção&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto de impacto direto sobre a operação é o trabalho aos feriados. A CCT tem papel fundamental na autorização da convocação dos empregados, mas a empresa também precisa observar a legislação municipal sobre a abertura do estabelecimento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“A Convenção Coletiva é o documento legítimo que &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/portaria-do-trabalho-aos-feriados-traz-seguranca-juridica-ao-comercio-observa-fecomerciosp?%2Fnoticia%2Fportaria-do-trabalho-aos-feriados-traz-seguranca-juridica-ao-comercio-observa-fecomerciosp=" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;autoriza o trabalho aos feriados&lt;/a&gt;. Além disso, a legislação municipal continua soberana sobre a abertura do estabelecimento. As duas regras precisam caminhar juntas”, explica Paula.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quais regras conferir antes de organizar as escalas? Como aproveitar os instrumentos previstos na negociação coletiva? E quais cuidados podem evitar custos e passivos trabalhistas? Confira as orientações detalhadas no episódio completo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span contenteditable="false" draggable="true" class="fr-video fr-deletable fr-fvc fr-dvb fr-draggable fr-fvl"&gt;&lt;iframe width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/V-wUee6RHI0?&amp;amp;wmode=opaque&amp;amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen="" class="fr-draggable"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 25 Aug 2026 16:50:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[NFS-e nacional será obrigatória para o Simples a partir de novembro]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/nfs-e-nacional-sera-obrigatoria-para-o-simples-a-partir-de-novembro</link><description>&lt;![CDATA[Exigência vale para MEs e EPPs do regime tributário; prazo foi adiado em dois meses]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) adiou para 1º de novembro a emissão obrigatória da Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e) nacional pelas Microempresas (MEs) e Empresas de Pequeno Porte (EPPs) optantes pelo Simples Nacional. A exigência estava prevista para o começo de setembro.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Resolução 191/2026 determina que, para prestadores de serviços do Simples sujeitos à nota, a emissão deve ser feita pelo Emissor Nacional da NFS-e, via web ou por meio de API (Interface de Programação de Aplicativos), a partir de novembro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em 2026, as empresas optantes pelo Simples, inclusive o Microempreendedor Individual (MEI) e os negócios que ultrapassaram o sublimite de receita bruta, estão dispensadas de destacar as alíquotas de IBS (0,1%) e CBS (0,9%) nos documentos fiscais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A NFS-e de padrão nacional, que vale em todo o território brasileiro, serve de base para constituir o crédito tributário. A norma veda seu uso em operações sujeitas exclusivamente ao ICMS. A obrigatoriedade também serve a empresa cuja opção pelo Simples esteja pendente ou em discussão administrativa ou judicial, quando houver possibilidade de inclusão retroativa no regime. Nessa situação, o negócio deverá emitir a NFS-e pelo Emissor Nacional na condição de “optante pendente”, a partir o início do período da opção.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A medida representa uma mudança importante às empresas que atualmente utilizam sistemas municipais. É importante se preparar para a emissão nacional, inclusive avaliando adaptações necessárias em seus sistemas de faturamento e integrações via API.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A partir de 1º de janeiro de 2027, além do uso obrigatório da NFS-e nacional, os optantes pelo Simples também deverão observar as exigências relacionadas ao cumprimento de obrigações acessórias e ao recolhimento de CBS e IBS.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Nota Técnica SE/CGNFS-e 9/2026 criou novos campos para informações do IBS e da CBS pelas empresas do Simples Nacional, como as destacadas a seguir.&lt;/p&gt;&lt;table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Campo/Grupo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Finalidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Descrição&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;regApIBSCBSSN&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;Permitirá indicar o regime de apuração do IBS e da CBS do prestador optante pelo Simples Nacional ou com opção pendente.&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;1 — IBS e CBS apurados pelo SN;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;2 — CBS apurada pelo SN e IBS apurado pelo regime regular (sublimite);&lt;/p&gt;&lt;p&gt;3 — IBS e CBS apurados pelo regime regular.&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;vReceitaBrutaSN&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;Valor da receita bruta utilizada como base para apuração dos tributos no Simples Nacional.&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;Valor da receita bruta para os Optantes do Simples Nacional&lt;/p&gt;&lt;p&gt;vReceitaBrutaSN = vServ - descIncond - vCalcAjusteBCIBSCBS - vCalcAjusteBCISSQN&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para fins de cálculo, será considerado o valor do serviço, deduzidos os descontos incondicionais e os ajustes permitidos para IBS/CBS e, no caso de profissional parceiro, o ajuste da base de cálculo do ISS.&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;gTribSN&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;Informações sobre a composição do IBS e da CBS apurados pelo Simples Nacional.&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;1 — Alíquota do IBS total calculada apenas para os optantes do Simples Nacional;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;2 — Valor do IBS para os optantes do Simples Nacional;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;3 — Alíquota da CBS apenas para os optantes do Simples Nacional;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;4 — Valor da CBS para os optantes do Simples Nacional.&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quanto à classificação tributária (ClassTrib), ainda não foram divulgadas as regras aplicáveis às notas fiscais emitidas pelo Simples Nacional a partir de 2027. A expectativa é de criação de código específico para o regime, sendo ainda necessário aguardar a regulamentação oficial.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Atente-se aos prazos!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A partir de 1º de novembro:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;emita a NFS-e pelo Emissor Nacional.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A partir de 1º de janeiro de 2027:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;continue emitindo a NFS-e pelo Emissor Nacional;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;comece a cumprir as &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/empresas-ganham-mais-tempo-para-se-adaptarem-ao-preenchimento-do-ibs-e-da-cbs-no-documento-fiscal-eletronico"&gt;exigências da CBS e do IBS&lt;/a&gt;, com o preenchimento dos campos específicos dos novos tributos.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 24 Aug 2026 10:52:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Reforma Tributária]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Produtividade e redução da jornada: folha encarece até para quem já dá dois dias de folga ]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/produtividade-e-o-fim-da-escala-6x1-folha-encarece-ate-para-quem-ja-da-dois-dias-de-folga</link><description>&lt;![CDATA[Em seminário na FecomercioSP, Fernando de Holanda Barbosa adverte que mudança por imposição tende a agravar a rotatividade e a piorar os empregos]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O fim da escala 6x1 vai encarecer o custo trabalhista em pelo menos 9%, mesmo nas empresas que já dão dois dias de folga por semana, em razão do aumento do total de horas de descanso remuneradas. Segundo analise, para os negócios que hoje operam com 44 horas semanais, o aumento imediato chega a 20%. A esse custo se soma uma perda de cerca de 3% na produtividade por trabalhador, já que o mesmo salário passa a remunerar menos horas efetivamente trabalhadas. Esses dados são de Fernando de Holanda Barbosa Filho, pesquisador no Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O impacto desse aumento será sentido na rotatividade e na remuneração média. “Historicamente, em vez de abrir vagas, as empresas elevam a rotatividade e ajustam a folha. Se o negócio tem um trabalhador que ganha acima do piso, quando o custo dessa mão de obra aumentar, será trocada por uma mais barata. A média salarial cai. Não estou falando que é bonito, estou falando do que vai acontecer”, afirmou o economista, durante seminário promovido pelo &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-emprego-e-relacoes-de-trabalho"&gt;Conselho de Emprego e Relações do Trabalho&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, na última quinta-feira (13).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No continente europeu, berço dessa discussão, a redução da jornada nasceu como tentativa de gerar empregos. Com cada trabalhador cumprindo menos horas, as empresas precisariam contratar mais gente. Não foi o que ocorreu: os negócios ajustaram pela rotatividade. Além disso, na França, onde a jornada caiu para 35 horas, parte dos trabalhadores passou a acumular dois empregos para compensar a perda de renda, complementou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O problema, acrescentou Barbosa Filho, é que não há mecanismo que faça alguém trabalhar menos horas e ser mais produtivo. “Não temos como acreditar que a redução da jornada será compensada por um aumento instantâneo da produtividade. Na prática, com os custos de adoção da Inteligência Artificial (IA) barateando, em contraponto ao encarecimento do fator ‘trabalho’, haverá muita gente que acha que terá mais tempo livre, mas o emprego ficará pior do que antes, precisando trabalhar mais horas para ganhar o mesmo salário”, advertiu.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No Brasil, essas mudanças ocorreram gradualmente desde a década de 1980, a cerca de 0,3% ao ano — um processo gradativo, mais ou menos agudo conforme o setor. Os setores da economia temem que essa pauta avance no Congresso sem que todos os riscos tenham sido devidamente calculados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Da forma como a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) está calibrada, espera-se que o legislado prevaleça sobre o negociado, o que costuma ter resultado mais negativo pelos exemplos mundo afora, salientou o pesquisador. A diferença, explicou, está nas condições: quando o corte de horas é acordado setor a setor, a empresa só se compromete com o que sabe que consegue cumprir, muitas vezes acompanhado de investimento em produtividade, treinamento e um ambiente econômico estável.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“No fundo, a gente sabe que o negociado gera mais resultado do que o legislado. O risco, agora, é a legislação vir sem as condições mínimas necessárias — crescimento da produtividade, treinamento, condição macro estável. Isso, no pior momento possível, em que frente à grande incerteza fiscal, estamos acrescentando ainda mais dúvidas”, afirmou. Esse cenário é ilustrado por uma produtividade por hora de trabalho em queda: entre 1995 e 2025, a taxa foi de 0,8%, mais baixa do que entre 1995 e 2010 (1,2%).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E não seria a primeira vez que uma mudança como essa ocorre. A partir dos anos 1980, o Brasil reduziu a jornada de 48 para 44 horas semanais em uma década de ganhos pífios de produtividade. Ignorou-se, na época, uma regra de bolso: no mundo, cerca de dois terços dos ganhos de produtividade viram salário; o outro terço, redução de jornada. "Isso se conquista com negociação ao longo do tempo. No Brasil, na década de 1980, a gente ganhou quase nenhuma produtividade e jogou tudo fora reduzindo a jornada de trabalho”, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O economista José Paulo Chahad, da Universidade de São Paulo (USP), concordou com esse diagnóstico. Sem ganhos compensatórios, a redução da jornada para 40 horas será danosa à produtividade por trabalhador. De acordo com ele, neste momento, “é fundamental defender uma agenda nacional que leve em conta melhorar o ambiente de negócios, ampliar o capital humano nos setores que mais empregam e fazer investimentos massivos em tecnologia. Também é preciso aperfeiçoar a legislação trabalhista, inclusive para reduzir a informalidade, que está no âmago da baixa produtividade”, ponderou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O seminário aprofundou os estudos e as análises que o Conselho de Emprego e Relações do Trabalho vem realizando, &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fim-da-escala-6x1-custo-de-ate-r-610-bilhoes-na-folha-penalizara-quem-mais-gera-empregos"&gt;num momento no qual que o fim da escala 6x1 avança de forma apressada&lt;/a&gt;. Para José Pastore, presidente do conselho, é hora de olhar com atenção para os fatores que têm peso na produtividade, inclusive o principal deles, o capital humano. “Produtividade não é um conceito mágico; é importante e depende de um trabalho muito intenso em várias áreas. O estudo aqui apresentado trouxe uma riqueza enorme para entendermos o nosso problema e podermos nos posicionar com mais certeza e segurança”, concluiu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Veja mais dados desse estudo:&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/produtividade-anda-de-lado-nos-servicos-responsaveis-por-72-dos-empregos" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;&lt;strong&gt;Produtividade ‘anda de lado’ nos Serviços, responsáveis por 72% dos empregos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 18 Aug 2026 13:44:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Emprega Turismo busca ampliar contratações e enfrentar escassez de mão de obra]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/emprega-turismo-busca-ampliar-contratacoes-e-enfrentar-escassez-de-mao-de-obra</link><description>&lt;![CDATA[FecomercioSP apresenta, ao governo federal, novas contribuições para PL que incentiva a entrada de beneficiários do Bolsa Família no mercado formal]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; avan&amp;ccedil;ou na articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o governo federal em torno de medidas para lidar com um dos principais gargalos do Turismo: a falta de m&amp;atilde;o de obra. Em reuni&amp;atilde;o com o secret&amp;aacute;rio nacional de Pol&amp;iacute;ticas de Turismo, Augusto Rocha, a Entidade apresentou pautas priorit&amp;aacute;rias do setor e entregou novos subs&amp;iacute;dios t&amp;eacute;cnicos ao Projeto de Lei (PL) 1.599/2025, o Emprega Turismo, al&amp;eacute;m de estudo econ&amp;ocirc;mico e da &lt;strong&gt;&lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/pesquisas/analises-setoriais/turismo-bate-novo-recorde-mas-inflacao-juros-e-credito-em-atraso-ampliam-entraves/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Carta Setorial do Turismo&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/comissao-de-trabalho-aprova-relatorio-do-pl-emprega-turismo-idealizado-pela-fecomerciosp" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Idealizado pela FecomercioSP, o Emprega Turismo&lt;/a&gt; busca aproximar empresas com dificuldades para contratar de benefici&amp;aacute;rios do Bolsa Fam&amp;iacute;lia que possam ingressar no mercado formal. A proposta prev&amp;ecirc; incentivos &amp;agrave; contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o desse p&amp;uacute;blico, com per&amp;iacute;odo de transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do benef&amp;iacute;cio assistencial e redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o tempor&amp;aacute;ria dos encargos previdenci&amp;aacute;rios patronais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para Guilherme Dietze, presidente do &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-turismo" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Conselho de Turismo da FecomercioSP&lt;/a&gt;, a proposta oferece uma resposta simult&amp;acirc;nea &amp;agrave; escassez de profissionais e ao desafio da inclus&amp;atilde;o produtiva. &amp;ldquo;O Emprega Turismo cria uma ponte entre quem precisa de uma oportunidade no mercado formal e empresas que hoje tenham dificuldade para preencher vagas. Al&amp;eacute;m da inclus&amp;atilde;o produtiva, mostramos tecnicamente que a formaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o amplia a base de contribuintes e pode gerar nova receita para a Previd&amp;ecirc;ncia&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/comissao-de-trabalho-aprova-relatorio-do-pl-emprega-turismo-idealizado-pela-fecomerciosp" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;A articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o ocorre enquanto o projeto tramita&lt;/a&gt; na Comiss&amp;atilde;o de Previd&amp;ecirc;ncia, Assist&amp;ecirc;ncia Social, Inf&amp;acirc;ncia, Adolesc&amp;ecirc;ncia e Fam&amp;iacute;lia da C&amp;acirc;mara dos Deputados, sob relatoria da deputada federal Silvia Cristina (PP/RO).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O encontro tamb&amp;eacute;m abriu espa&amp;ccedil;o para apresentar ao Minist&amp;eacute;rio do Turismo dados e an&amp;aacute;lises sobre o desempenho do setor e discutir caminhos para ampliar emprego, qualifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e competitividade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;O di&amp;aacute;logo com o setor produtivo &amp;eacute; fundamental para aperfei&amp;ccedil;oar pol&amp;iacute;ticas capazes de ampliar as oportunidades de trabalho e fortalecer o Turismo. Iniciativas que aproximem inclus&amp;atilde;o produtiva e as necessidades das empresas merecem ser analisadas com aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;, afirmou o secret&amp;aacute;rio nacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Da informalidade a uma nova base de contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A nota t&amp;eacute;cnica entregue pela FecomercioSP aborda um dos principais pontos do debate em torno do Emprega Turismo: o poss&amp;iacute;vel reflexo da &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/o-amanha-ameacado-reformas-e-novas-formas-de-financiamento-estao-entre-as-sugestoes-para-estimular-a-formalizacao-e-elevar-as-contribuicoes" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o tempor&amp;aacute;ria da contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o patronal nas contas da Previd&amp;ecirc;ncia&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Entidade &amp;eacute; que o c&amp;aacute;lculo n&amp;atilde;o deve partir apenas da diferen&amp;ccedil;a entre uma al&amp;iacute;quota cheia e outra reduzida, uma vez que o p&amp;uacute;blico que o programa pretende alcan&amp;ccedil;ar est&amp;aacute;, em grande parte, na informalidade ou fora do mercado de trabalho e, portanto, hoje n&amp;atilde;o contribui para o Regime Geral de Previd&amp;ecirc;ncia Social (RGPS).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assim, a formaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o retiraria uma receita existente, mas criaria uma nova base de contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Mesmo com o incentivo previsto no projeto, o trabalhador que atualmente contribui zero passaria a gerar receita previdenci&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os c&amp;aacute;lculos ajudam a dimensionar esse efeito. Considerando o sal&amp;aacute;rio m&amp;iacute;nimo de R$ 1.621, cada benefici&amp;aacute;rio formalizado geraria R$ 283,68 por m&amp;ecirc;s em nova arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o previdenci&amp;aacute;ria, ou R$ 3.404,16 por ano, j&amp;aacute; considerando o desconto de 50% sobre a al&amp;iacute;quota patronal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Potencial bilion&amp;aacute;rio&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O impacto cresce conforme a ades&amp;atilde;o ao programa. Em um cen&amp;aacute;rio conservador, no qual 5% das 19 milh&amp;otilde;es de fam&amp;iacute;lias benefici&amp;aacute;rias do Bolsa Fam&amp;iacute;lia resultassem em formaliza&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;mdash; cerca de 950 mil pessoas &amp;mdash;, a estimativa &amp;eacute; de R$ 3,23 bilh&amp;otilde;es por ano em nova arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o previdenci&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com ades&amp;atilde;o de 10%, correspondente a 1,9 milh&amp;atilde;o de pessoas, o valor alcan&amp;ccedil;aria aproximadamente R$ 6,47 bilh&amp;otilde;es anuais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As proje&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o conservadoras, pois usam um sal&amp;aacute;rio m&amp;iacute;nimo como refer&amp;ecirc;ncia. A nota destaca que remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de entrada superiores ao piso nacional, observadas em determinadas regi&amp;otilde;es e segmentos do Turismo, elevariam proporcionalmente a arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os efeitos do projeto tamb&amp;eacute;m ultrapassam as contas previdenci&amp;aacute;rias. A formaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o amplia a prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, gera recolhimento de FGTS, melhora a base de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a formula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas e pode movimentar economias locais, especialmente em munic&amp;iacute;pios onde o Turismo tem peso relevante na gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de emprego e renda.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O incentivo previsto deve ser entendido como instrumento para trazer trabalhadores para a formalidade, ampliar a base contributiva e combater a escassez de m&amp;atilde;o de obra. A an&amp;aacute;lise conclui que o Emprega Turismo pode conciliar responsabilidade fiscal, inclus&amp;atilde;o produtiva e desenvolvimento socioecon&amp;ocirc;mico.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[veja_tambem]&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 18 Aug 2026 09:55:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Empresas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Produtividade ‘anda de lado’ nos Serviços, responsáveis por 72% dos empregos]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/produtividade-anda-de-lado-nos-servicos-responsaveis-por-72-dos-empregos</link><description>&lt;![CDATA[Fim do bônus demográfico torna eficiência produtiva a única via para sustentar aumento da renda, afirma Fernando de Holanda Barbosa na FecomercioSP; veja o estudo!]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Boa parte do desafio brasileiro para crescer está no setor terciário, o de Serviços, que reúne atividades tão distintas quanto Comércio, transporte, alojamento, Tecnologia da Informação (TI), serviços financeiros, alimentação, educação e saúde. É o segmento que mais emprega no País, ao responder por 72,2% dos postos de trabalho, ante 57% em 1995. Justamente por concentrar a maior parte da mão de obra, é dessa atividade que depende boa parte dos crescimentos da produtividade agregada e da renda. Contudo, hoje, o setor mais importante da economia está “andando de lado”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O problema é que, assim como muitos países emergentes, o Brasil falhou em garantir uma transição consistente para uma economia de serviços produtiva ao longo das últimas décadas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“É relativamente fácil ganhar produtividade ao transferir trabalhadores do campo para a Indústria; o passo seguinte, ampliar um setor terciário moderno e produtivo, é bem mais difícil. A gente vai ser uma economia cada vez mais dependente desse setor. A pergunta é: qual economia de serviços a gente quer ser?”, questionou Fernando de Holanda Barbosa Filho, pesquisador no Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), durante seminário na &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img border="0" src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/2119487d5d54bb82c5b37dafad33f100e65d8235.png" class="fr-fic fr-dii" style="width: 733px;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Convidado pelo &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-emprego-e-relacoes-de-trabalho"&gt;Conselho de Emprego e Relações do Trabalho&lt;/a&gt; da Entidade, o pesquisador apresentou uma radiografia da produtividade por setores que ajuda a explicar o desempenho da economia. A Agropecuária foi o único setor com crescimento sólido desde 1995 (5,8% ao ano — a.a.), mas ainda em nível baixo e aquém dos mais produtivos do mundo nesse segmento. A Indústria, embora recue 0,5% a.a. no mesmo período, mantém o maior nível de produtividade entre os demais setores. Já os Serviços praticamente “andaram de lado”, o que pesa sobre o desempenho geral da economia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Radiografia dos Serviços&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentro do setor, o segmento de transportes apresentou o pior recuo de produtividade após 2010: 2,5% a.a. no mesmo intervalo, influenciado pelo avanço da informalidade e das plataformas digitais. O Comércio oscila, com leve queda.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img border="0" src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/f2d4eb452acf4edca487f0095528369bbeb96c59.png" class="fr-fic fr-dii" style="width: 733px;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como se observa, a produtividade por hora de trabalho no setor como um todo permanece em queda: entre 1995 e 2025, a taxa foi de 0,8% — mais baixa do que entre 1995 e 2010 (1,2%).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mesmo os serviços considerados modernos, como os de tecnologia, têm no Brasil produtividade equivalente à dos serviços tradicionais nos Estados Unidos, como restaurantes e atendimento, que estão bem abaixo dos setores de ponta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Barbosa Filho, é na retomada da Indústria e, sobretudo, na elevação da produtividade nos Serviços que está o principal impasse para destravar o crescimento da renda. Outro fator que puxa a produtividade brasileira para baixo é o peso da informalidade. O pesquisador destacou que uma empresa formal é, em média, três vezes mais produtiva do que uma informal. Essa diferença é de mais de cinco vezes no Comércio e de oito nos transportes. “No Comércio, o setor está ficando menos produtivo, pois há uma grande perda de produtividade ocasionada pela informalidade.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img border="0" src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/441a1eff8371a5021ea10fe9f7a618dbb5a4be47.png" class="fr-fic fr-dii" style="width: 733px;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O problema, alertou, é que boa parte do esforço recente de formalização apenas trocou o enquadramento do trabalhador, sem alterar sua capacidade de produzir.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Produtividade e educação lado a lado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Produtividade e educação são inseparáveis. É justamente aí que o Brasil acumula uma defasagem histórica, segundo Barbosa Filho. No momento em que o País tentava industrializar-se, tinha, em média, metade dos anos de escolaridade das nações que estavam à frente: quando estas somavam oito anos de estudo, o Brasil tinha quatro; quando chegavam ao ensino superior, o brasileiro não havia concluído sequer o médio. Essa distância pesa, porque tecnologia e qualificação andam juntas e ambas ajudam na produtividade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O economista explicou que a tecnologia disponível no mundo seria como um grande supermercado, em que as melhores soluções estão nas prateleiras mais altas, e a altura de cada um corresponde ao seu grau de escolaridade. “Se você não tem alcance para pegar a melhor tecnologia, não consegue adotá-la. Ela está disponível, mas você não é capaz de utilizá-la”, afirmou. No campo, por exemplo, não adianta entregar uma colheitadeira moderna, guiada por GPS, a um trabalhador sem capacidade para operá-la. A máquina existe, mas o ganho de produtividade não se realiza.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fabio Pina, assessor econômico da FecomercioSP, reforçou o diagnóstico e acrescentou que a produtividade não depende apenas de cada trabalhador render mais, mas das escolhas que a nação faz em termos de produção. “Produtividade também deriva das escolhas do país, da inteligência que vamos produzir. A gente pode fabricar caneta ou chips, e são decisões muito importantes — formar as pessoas e para quê?”, questionou.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Muitas vezes, o vendedor da loja não é eficiente em vendas, só entende de estoque. Imagine qual é a perda do restaurante quando o garçom traz o pedido errado. Isso pode ser expandido para a economia toda. Parte das pessoas que trabalham em obras não sabe medir, e a perda de materiais nesses casos chega a 30% no Brasil, principalmente quando envolve informalidade”, salientou Pina.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para ele, a questão se agrava diante da Inteligência Artificial (IA), que tende a ampliar a distância entre o Brasil e as economias mais avançadas caso não se invista em qualificação. “Formamos vários engenheiros, economistas e advogados que nunca trabalharão na profissão. É um desperdício de tempo da pessoa e de recursos da sociedade”, disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Produtividade é a única via para sustentar aumento da renda&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por fim, Barbosa Filho advertiu para a gravidade da perda do bônus demográfico, o período em que a população em idade de trabalhar cresce mais rápido que o total. Entre 1995 e 2010, esse bônus respondeu por 0,7% do crescimento anual da renda per capita, ou seja, quase metade do total de 1,8%. Na década seguinte, caiu para 0,1%, e a tendência é chegar a zero ou ficar negativo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com o País envelhecendo antes de enriquecer, a produtividade será a via para sustentar o aumento da renda. E com a produtividade por hora de trabalho caindo [&lt;em&gt;tabela 1&lt;/em&gt;], o Brasil deveria criar um conjunto de medidas que colaborem e avancem nessa direção, como repensar o ambiente de negócios, a formação do capital humano, o estoque de capital e uma tributação simplificada. “Mas nos esforçamos para fazer quase tudo na direção contrária, com decisões quase diárias que não contribuem ou que prejudicam a economia”, frisou o economista.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo &lt;a href="https://www.instagram.com/ivodallacqua.oficial/"&gt;Ivo Dall’Acqua, presidente da FecomercioSP&lt;/a&gt;, é importante ter em mente que a baixa produtividade não decorre da falta de dedicação do trabalhador brasileiro, mas de todo o contexto de entraves nacionais. “Produtividade não é sinônimo de trabalhar ou se esforçar mais, mas de ter melhores condições para produzir — e o País ainda enfrenta infraestrutura deficiente, custos logísticos elevados e um ambiente de negócios pesado, em que burocracia, insegurança jurídica e complexidade tributária consomem tempo e recursos de empresas e profissionais preparados”, enfatizou. “Por isso&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/sem-produtividade-nao-ha-reducao-de-jornada-sustentavel"&gt;, a produtividade precisa estar no centro da agenda de desenvolvimento do Brasil&lt;/a&gt;. Melhores empregos, salários maiores e mais qualidade de vida só são sustentáveis se apoiados em uma economia capaz de gerar riqueza”, concluiu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O seminário reuniu ainda outros especialistas em torno do tema: Sólon Cunha, do escritório Robortella e Peres Advogados; José Paulo Chahad, da Universidade de São Paulo (USP); e Sylvia Lorena, da Confederação Nacional da Indústria (CNI).&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 17 Aug 2026 09:08:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Empresas ganham mais tempo para se adaptarem ao preenchimento do IBS e da CBS no documento fiscal eletrônico]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/empresas-ganham-mais-tempo-para-se-adaptarem-ao-preenchimento-do-ibs-e-da-cbs-no-documento-fiscal-eletronico</link><description>&lt;![CDATA[Receita Federal e CGIBS atendem a pleitos da FecomercioSP e flexibilizam o cronograma de exigências; empresas terão até 2027 para se adaptarem, conforme setor de atuação]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Reforma Tribut&amp;aacute;ria sobre o consumo deu mais um passo em 31 de julho, com a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o no &lt;strong&gt;Di&amp;aacute;rio Oficial da Uni&amp;atilde;o&lt;/strong&gt; (DOU) do Ato Conjunto RFB/CGIBS 4/2026, estabelecendo o cronograma de obrigatoriedade a cada esp&amp;eacute;cie de documento fiscal eletr&amp;ocirc;nico, com a &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/comeca-a-exigencia-do-preenchimento-dos-campos-do-ibs-e-da-cbs-na-nf-e"&gt;previs&amp;atilde;o de inclus&amp;atilde;o dos campos relativos &amp;agrave; Contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre Bens e Servi&amp;ccedil;os (CBS) e ao Imposto sobre Bens e Servi&amp;ccedil;os (IBS) nos documentos fiscais eletr&amp;ocirc;nicos&lt;/a&gt;. Contudo, a Receita Federal e o Comit&amp;ecirc; Gestor do IBS (CGIBS) anunciaram a flexibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da obrigatoriedade do preenchimento dessas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, que deve ser publicado em novo ato oficial, evitando que notas fiscais sejam rejeitadas por aus&amp;ecirc;ncia dos novos dados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As amplia&amp;ccedil;&amp;otilde;es do prazo para a adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos sistemas e da aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de multas por descumprimento s&amp;atilde;o pleitos levados pelo &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-assuntos-tributarios"&gt;Conselho de Assuntos Tribut&amp;aacute;rios&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; ao CGIBS e &amp;agrave; Receita Federal, que resultou na &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-propoe-25-aprimoramentos-ao-novo-sistema-tributario"&gt;apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 25 sugest&amp;otilde;es de aprimoramento dos Regulamentos da CBS e do IBS&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Entidade tamb&amp;eacute;m aderiu a um manifesto, em conjunto com outras entidades representativas, que solicita harmoniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das normas, cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um reposit&amp;oacute;rio &amp;uacute;nico das regras tribut&amp;aacute;rias e manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ambientes de testes durante toda a implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Agora, com a flexibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos documentos como a Nota Fiscal Eletr&amp;ocirc;nica (NF-e), a Nota Fiscal de Consumidor Eletr&amp;ocirc;nica (NFC-e), o Conhecimento de Transporte Eletr&amp;ocirc;nico (CT-e), o CT-e OS, a Guia de Transporte de Valores Eletr&amp;ocirc;nica (GTV-e), o Bilhete de Passagem Eletr&amp;ocirc;nico (BP-e), a Nota Fiscal de Energia El&amp;eacute;trica Eletr&amp;ocirc;nica (NF3e) e a Nota Fiscal Fatura de Servi&amp;ccedil;os de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Eletr&amp;ocirc;nica (NFCom) n&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o rejeitados caso os campos da CBS e do IBS estejam vazios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[veja_tambem]&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;&lt;strong&gt;Cronograma segue em etapas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar da suspens&amp;atilde;o tempor&amp;aacute;ria da rejei&amp;ccedil;&amp;atilde;o autom&amp;aacute;tica, o cronograma de implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o divulgado pelo Ato Conjunto 4/26 permanece vigente. As pr&amp;oacute;ximas etapas previstas s&amp;atilde;o:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;- agosto de 2026:&lt;/strong&gt; fornecimento de bens (NF-e) e no com&amp;eacute;rcio varejista (NFC-e), transporte de carga (CT-e), controle de transporte de carga (MDF-e) transporte de pessoas por ag&amp;ecirc;ncia de viagens ou transportadoras (CT-e OS) e outros fornecimentos espec&amp;iacute;ficos;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;- outubro de 2026:&lt;/strong&gt; presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os em geral sujeitos ao ISS (NFS-e), declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de encomendas internacionais (DIR), declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de regimes espec&amp;iacute;ficos (DeRe), entre outros;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;- dezembro de 2026:&lt;/strong&gt; aliena&amp;ccedil;&amp;atilde;o de bens im&amp;oacute;veis (NF-E ABI), loca&amp;ccedil;&amp;otilde;es de bens m&amp;oacute;veis e im&amp;oacute;veis (NFS-e), servi&amp;ccedil;os de plataformas digitais (NFS-e), fornecimento de bens materiais &amp;mdash; n&amp;atilde;o contribuinte do ICMS (NF-e) e imateriais &amp;mdash; n&amp;atilde;o contribuintes do ICMS/ISS (NFS-e), receitas de condom&amp;iacute;nio (NFS-e), entre outros;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;- janeiro de 2027:&lt;/strong&gt; contribuintes do Simples Nacional (NF-e, NFC-e, CT-e, NFS-e e outros), importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de bens (NF-e), fornecimento de combust&amp;iacute;veis sujeitos &amp;agrave; tributa&amp;ccedil;&amp;atilde;o monof&amp;aacute;sica (NF-e) etc.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para este ano, o per&amp;iacute;odo &amp;eacute; considerado educativo e de transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. As empresas dever&amp;atilde;o destacar nas notas fiscais uma al&amp;iacute;quota-teste de 1% (0,9% de CBS e 0,1% de IBS) sem recolhimento efetivo dos tributos, enquanto o novo modelo &amp;eacute; implementado gradualmente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Multas e autorregulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O descumprimento das obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es acess&amp;oacute;rias est&amp;aacute; sujeito a penalidades previstas na &lt;a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp214.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Lei Complementar 214/2025&lt;/a&gt;. As multas variam de 1 a 100 Unidades Padr&amp;atilde;o Fiscal (UPFs) &amp;mdash; atualmente fixada em R$ 200 &amp;mdash;, podendo chegar a 100% do valor do tributo de refer&amp;ecirc;ncia em casos graves, como opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es sem documento fiscal ou emiss&amp;atilde;o de documentos inid&amp;ocirc;neos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para os fatos geradores entre 1&amp;ordm; de janeiro e 31 de dezembro de 2026, o contribuinte autuado por descumprimento de obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es acess&amp;oacute;rias ter&amp;aacute; prazo de 60 dias para sanar a irregularidade, com extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o da penalidade caso cumpra a intima&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o segura&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar da flexibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do cronograma, a FecomercioSP recomenda que as empresas mantenham o cronograma de adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seus sistemas de emiss&amp;atilde;o de documentos fiscais eletr&amp;ocirc;nicos, em conjunto com fornecedores de tecnologia e equipes fiscal e cont&amp;aacute;bil. A prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o antecipada reduz riscos operacionais, assegura conformidade com as novas obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es acess&amp;oacute;rias e contribui para evitar autua&amp;ccedil;&amp;otilde;es e multas.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 12 Aug 2026 10:57:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Reforma Tributária]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Programa Nos Conformes completa 8 anos com R$ 16,3 bilhões recuperados em São Paulo]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/programa-nos-conformes-completa-8-anos-com-r-16-3-bilhoes-recuperados-em-sao-paulo</link><description>&lt;![CDATA[Maior exemplo de conformidade no País se consolida como política de Estado, respeito ao contribuinte e responsabilidade fiscal]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Em reuni&amp;atilde;o do &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/codecon-sp" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Conselho Estadual de Defesa do Contribuinte de S&amp;atilde;o Paulo (Codecon/SP)&lt;/a&gt; realizada na &amp;uacute;ltima quarta-feira (29), a conselheira representante da Subsecretaria da Receita Estadual (SER), Daniela Karasek de Moura, apresentou o 15&amp;ordm; Relat&amp;oacute;rio Semestral do Programa Nos Conformes, referente ao per&amp;iacute;odo de outubro de 2025 a mar&amp;ccedil;o de 2026. Os n&amp;uacute;meros revelam a consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o da estrat&amp;eacute;gia de est&amp;iacute;mulo &amp;agrave; conformidade tribut&amp;aacute;ria volunt&amp;aacute;ria adotada pela Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (Sefaz/SP).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Institu&amp;iacute;do pela &lt;a href="https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei.complementar/2018/lei.complementar-1320-06.04.2018.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Lei Complementar 1.320/2018&lt;/a&gt;, o programa se consolida como ferramenta central da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria paulista, com atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o preventiva e orientativa que serve de subs&amp;iacute;dio estrat&amp;eacute;gico &amp;agrave;s a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Volume de regulariza&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O relat&amp;oacute;rio apresentado pela subsecret&amp;aacute;ria ressalta o alcance do programa no semestre. Foram realizadas 61,1 mil orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es tribut&amp;aacute;rias distribu&amp;iacute;das em diversas frentes de atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;20,8 mil orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre Nota Fiscal ao Consumidor Eletr&amp;ocirc;nica (NFCe);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;18,1 mil a&amp;ccedil;&amp;otilde;es relativas ao preenchimento do c&amp;oacute;digo Cbenef, obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o acess&amp;oacute;ria tribut&amp;aacute;ria que informa as opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es ou presta&amp;ccedil;&amp;otilde;es amparadas por isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o incid&amp;ecirc;ncia, redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da base de c&amp;aacute;lculo e regime especial de tributa&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;14,7 mil vistorias p&amp;oacute;s e pr&amp;eacute;-concess&amp;atilde;o de Inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o Estadual (IE);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;14,3 mil exclus&amp;otilde;es dos produtos da Substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Tribut&amp;aacute;ria (ST);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;6,7 mil orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Guia de Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ICMS (GIA) e impacto &amp;agrave; Declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o &amp;Iacute;ndice de Participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Munic&amp;iacute;pios (Dipam);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;1,1 mil atendimentos do programa Empreenda Legal;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;360 orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre diverg&amp;ecirc;ncias da Diretoria de Fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o (Difis).&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;O dado mais expressivo, no entanto, diz respeito &amp;agrave; efetividade das suspens&amp;otilde;es de IE por n&amp;atilde;o localiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o: 13,7 mil IEs foram exclu&amp;iacute;dos do sistema, evitando fraudes e despesas p&amp;uacute;blicas desnecess&amp;aacute;rias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resultados financeiros&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em termos financeiros, o programa atingiu a marca de R$ 16,3 bilh&amp;otilde;es recuperados no acumulado at&amp;eacute; mar&amp;ccedil;o de 2026, valor que inclui tributos regularizados espontaneamente pelos contribuintes ap&amp;oacute;s a&amp;ccedil;&amp;otilde;es orientativas e preventivas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em fevereiro de 2026, o programa realizou uma a&amp;ccedil;&amp;atilde;o espec&amp;iacute;fica que resultou no envio de comunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es a 3,04 mil contribuintes (13.367 estabelecimentos) com potencial de autorregulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o estimado em R$ 120 milh&amp;otilde;es em ICMS. A medida, conduzida pela Difis, visou orientar empresas sobre mudan&amp;ccedil;as no regime de ST que passaram a vigorar em janeiro de 2026, quando 12 segmentos e mais de 130 itens &amp;mdash; incluindo l&amp;acirc;mpadas, artefatos dom&amp;eacute;sticos, medicamentos, alimentos, bebidas alco&amp;oacute;licas e materiais de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;mdash; deixaram de integr&amp;aacute;-lo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o e conformidade volunt&amp;aacute;ria&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A conselheira tamb&amp;eacute;m refor&amp;ccedil;ou a filosofia do programa em atuar preventivamente para que o contribuinte corrija espontaneamente suas inconsist&amp;ecirc;ncias fiscais, evitando a abertura de procedimentos sancionat&amp;oacute;rios e autua&amp;ccedil;&amp;otilde;es. &amp;ldquo;O Nos Conformes j&amp;aacute; se consolidou com uma pol&amp;iacute;tica p&amp;uacute;blica de Estado, que independe de governo ou vontade pol&amp;iacute;tica, e isso &amp;eacute; muito importante para a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o de confian&amp;ccedil;a desenvolvida pela Sefaz/SP com os contribuintes&amp;rdquo;, ponderou Daniela.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A efetividade das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es, conforme destacou a representante da subsecret&amp;aacute;ria, &amp;eacute; medida n&amp;atilde;o apenas pelos valores recuperados, mas tamb&amp;eacute;m pela conformidade tribut&amp;aacute;ria alcan&amp;ccedil;ada, com contribuintes mais alinhados com as regras fiscais, o que reduz lit&amp;iacute;gios e fortalece a seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica e a concorr&amp;ecirc;ncia leal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O relat&amp;oacute;rio foi apresentado em cumprimento ao artigo 3&amp;ordm; da Lei Complementar 1.320/2018, que determina que a Sefaz/SP mantenha o Codecon/SP informado sobre as provid&amp;ecirc;ncias adotadas no &amp;acirc;mbito do Nos Conformes mediante relat&amp;oacute;rio semestral.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao fim da reuni&amp;atilde;o, os demais conselheiros sugeriram medidas para simplificar a rotina cont&amp;aacute;bil das empresas, como no envio e na escritura&amp;ccedil;&amp;atilde;o de arquivos XML (Notas Fiscais), a exemplo do que j&amp;aacute; &amp;eacute; realizado no Estado de Goi&amp;aacute;s. A proposta &amp;eacute; que o Fisco disponibilize nos sistemas as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que j&amp;aacute; tem sobre os contribuintes, permitindo que eles identifiquem inconsist&amp;ecirc;ncias e se regularizem antes de uma eventual fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Al&amp;eacute;m disso, sugeriu-se uma mudan&amp;ccedil;a de cultura para dar mais transpar&amp;ecirc;ncia e ampla publicidade aos atos praticados pelo Estado, alinhada com iniciativas como o Nos Conformes.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 06 Aug 2026 14:51:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[sefaz]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Articulação avança nas regras fiscais para locação de imóveis]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/articulacao-avanca-nas-regras-fiscais-para-locacao-de-imoveis</link><description>&lt;![CDATA[Norma publicada após atuação do Conselho do Mercado Imobiliário atende parcialmente às propostas e amplia a segurança jurídica do setor]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A &lt;a href="https://fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, por meio do novo &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-instala-conselho-do-mercado-imobiliario" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Conselho do Mercado Imobiliário&lt;/a&gt;, com a participação do &lt;a href="https://secovi.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Secovi-SP&lt;/a&gt;, apresentou à Receita Federal e aos comitês gestores do IBS e da CBS propostas para disciplinar a emissão de documentos fiscais eletrônicos nas operações de locação, cessão onerosa e arrendamento de bens imóveis.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A atuação buscou evitar insegurança jurídica durante a implementação da Reforma Tributária, já que o &lt;strong&gt;layout&lt;/strong&gt; específico da Nota Fiscal de Serviços eletrônica (NFS-e), embora previsto em notas técnicas, ainda não estava disponível em ambiente de produção. Sem uma solução tecnológica, as empresas poderiam ficar sujeitas a uma obrigação impossível de cumprir e a eventuais penalidades.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP defendeu a dispensa temporária da emissão do documento fiscal até que o sistema estivesse plenamente operacional, sem multas aos contribuintes nesse período. Também solicitou que o início da obrigatoriedade fosse divulgado com antecedência mínima de 120 dias, prazo necessário para que empresas e desenvolvedores adaptassem seus sistemas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Norma atende a parte das propostas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Após a articulação, os órgãos responsáveis publicaram, em 31 de julho, uma norma que atende parcialmente às solicitações apresentadas. A medida representa um avanço ao reconhecer a necessidade de adaptar as obrigações tributárias às condições técnicas disponíveis durante a transição para o IBS e a CBS.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A regulamentação reduz riscos imediatos, mas ainda exige acompanhamento a fim de garantir que as regras sejam claras, viáveis e aplicáveis à rotina empresarial. A FecomercioSP continuará trabalhando para promover a conformidade tributária e assegurar que as novas obrigações considerem a realidade operacional do mercado imobiliário.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A atuação busca evitar interpretações divergentes, reduzir custos de adequação e oferecer previsibilidade aos negócios durante a implementação da Reforma Tributária.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 03 Aug 2026 14:57:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Empresas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Começa a exigência do preenchimento dos campos do IBS e da CBS na NF-e]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/comeca-a-exigencia-do-preenchimento-dos-campos-do-ibs-e-da-cbs-na-nf-e</link><description>&lt;![CDATA[Boletim ‘Tome Nota’ de agosto detalha os pontos que exigem mais atenção dos contadores e dos gestores nesta fase da Reforma Tributária]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Imposto sobre Bens e Servi&amp;ccedil;os (IBS) e da Contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social sobre Bens e Servi&amp;ccedil;os (CBS) exige muito mais do que conhecer novas regras de tributa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, demandando revis&amp;atilde;o dos cadastros, atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos sistemas e correta parametriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos documentos fiscais eletr&amp;ocirc;nicos. Neste ponto, os contadores desempenham um papel indispens&amp;aacute;vel para a adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sistemas, garantindo a transmiss&amp;atilde;o correta das informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es empresariais ao Fisco.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma das principais exig&amp;ecirc;ncias j&amp;aacute; est&amp;aacute; em vigor. Desde o dia 3, as empresas devem preencher os campos relativos ao IBS e &amp;agrave; CBS na Nota Fiscal eletr&amp;ocirc;nica (NF-e). A aus&amp;ecirc;ncia dessas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es pode acarretar a rejei&amp;ccedil;&amp;atilde;o do documento fiscal, ressalvadas as exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es previstas na legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O boletim &lt;strong&gt;Tome Nota&lt;/strong&gt; de agosto detalha os pontos que exigem mais aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de contadores e gestores para reduzir rejei&amp;ccedil;&amp;otilde;es de documentos fiscais, evitar inconsist&amp;ecirc;ncias na apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos tributos e assegurar uma transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o segura ao novo modelo tribut&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/boletins/comeca-a-exigencia-do-preenchimento-dos-campos-do-ibs-e-da-cbs-na-nf-e/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Baixe gratuitamente o boletim Tome Nota de agosto&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na esteira da Reforma Tribut&amp;aacute;ria, esta edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ainda traz um artigo sobre os desafios que as empresas enfrentar&amp;atilde;o, durante a fase de transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, para sofisticar a gest&amp;atilde;o da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, assinado pelo advogado e contador Alexandre Evaristo Pinto, que tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; membro do Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional (CRSFN).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Licen&amp;ccedil;a-maternidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como a empresa deve agir no retorno de uma funcion&amp;aacute;ria ap&amp;oacute;s licen&amp;ccedil;a-maternidade? Essa d&amp;uacute;vida sempre paira na &amp;aacute;rea dos Recursos Humanos. Por isso, &lt;strong&gt;Tome Nota&lt;/strong&gt; esclarece todas as quest&amp;otilde;es, como prorroga&amp;ccedil;&amp;atilde;o da licen&amp;ccedil;a, atestados e pausas para amamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda no &amp;acirc;mbito trabalhista, o boletim divulga duas decis&amp;otilde;es do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior do Trabalho (TST) a respeito da cobran&amp;ccedil;a de multas e outras san&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre a Norma Regulamentadora 1 (NR-1) e da exig&amp;ecirc;ncia da promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o da igualdade de g&amp;ecirc;nero nas empresas, em seus quadros gerenciais.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/boletins/comeca-a-exigencia-do-preenchimento-dos-campos-do-ibs-e-da-cbs-na-nf-e/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Baixe agora mesmo o boletim &lt;strong&gt;Tome Nota&lt;/strong&gt; de agosto&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 03 Aug 2026 10:38:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Tome Nota]]</category></item></channel></rss>
