<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[Legislação - FecomercioSP]]</title><link>http://fecomercio.com.br/legislacao</link><description>&lt;![CDATA[Área de divulgação de desdobramentos sobre os conteúdos propostos por advocacys.]]</description><lastBuildDate>Wed, 05 Aug 2026 08:48:42 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[Legislação - FecomercioSP]]</title><link>http://fecomercio.com.br/legislacao</link><url>http://fecomercio.com.br/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><category>&lt;![CDATA[Legislação]]</category><item><title>&lt;![CDATA[Articulação avança nas regras fiscais para locação de imóveis]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/articulacao-avanca-nas-regras-fiscais-para-locacao-de-imoveis</link><description>&lt;![CDATA[Norma publicada após atuação do Conselho do Mercado Imobiliário atende parcialmente às propostas e amplia a segurança jurídica do setor]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A &lt;a href="https://fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, por meio do novo &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-instala-conselho-do-mercado-imobiliario" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Conselho do Mercado Imobiliário&lt;/a&gt;, com a participação do &lt;a href="https://secovi.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Secovi-SP&lt;/a&gt;, apresentou à Receita Federal e aos comitês gestores do IBS e da CBS propostas para disciplinar a emissão de documentos fiscais eletrônicos nas operações de locação, cessão onerosa e arrendamento de bens imóveis.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A atuação buscou evitar insegurança jurídica durante a implementação da Reforma Tributária, já que o &lt;strong&gt;layout&lt;/strong&gt; específico da Nota Fiscal de Serviços eletrônica (NFS-e), embora previsto em notas técnicas, ainda não estava disponível em ambiente de produção. Sem uma solução tecnológica, as empresas poderiam ficar sujeitas a uma obrigação impossível de cumprir e a eventuais penalidades.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP defendeu a dispensa temporária da emissão do documento fiscal até que o sistema estivesse plenamente operacional, sem multas aos contribuintes nesse período. Também solicitou que o início da obrigatoriedade fosse divulgado com antecedência mínima de 120 dias, prazo necessário para que empresas e desenvolvedores adaptassem seus sistemas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Norma atende a parte das propostas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Após a articulação, os órgãos responsáveis publicaram, em 31 de julho, uma norma que atende parcialmente às solicitações apresentadas. A medida representa um avanço ao reconhecer a necessidade de adaptar as obrigações tributárias às condições técnicas disponíveis durante a transição para o IBS e a CBS.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A regulamentação reduz riscos imediatos, mas ainda exige acompanhamento a fim de garantir que as regras sejam claras, viáveis e aplicáveis à rotina empresarial. A FecomercioSP continuará trabalhando para promover a conformidade tributária e assegurar que as novas obrigações considerem a realidade operacional do mercado imobiliário.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A atuação busca evitar interpretações divergentes, reduzir custos de adequação e oferecer previsibilidade aos negócios durante a implementação da Reforma Tributária.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 03 Aug 2026 14:57:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Empresas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Começa a exigência do preenchimento dos campos do IBS e da CBS na NF-e]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/comeca-a-exigencia-do-preenchimento-dos-campos-do-ibs-e-da-cbs-na-nf-e</link><description>&lt;![CDATA[Boletim ‘Tome Nota’ de agosto detalha os pontos que exigem mais atenção dos contadores e dos gestores nesta fase da Reforma Tributária]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Imposto sobre Bens e Servi&amp;ccedil;os (IBS) e da Contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social sobre Bens e Servi&amp;ccedil;os (CBS) exige muito mais do que conhecer novas regras de tributa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, demandando revis&amp;atilde;o dos cadastros, atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos sistemas e correta parametriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos documentos fiscais eletr&amp;ocirc;nicos. Neste ponto, os contadores desempenham um papel indispens&amp;aacute;vel para a adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sistemas, garantindo a transmiss&amp;atilde;o correta das informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es empresariais ao Fisco.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma das principais exig&amp;ecirc;ncias j&amp;aacute; est&amp;aacute; em vigor. Desde o dia 3, as empresas devem preencher os campos relativos ao IBS e &amp;agrave; CBS na Nota Fiscal eletr&amp;ocirc;nica (NF-e). A aus&amp;ecirc;ncia dessas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es pode acarretar a rejei&amp;ccedil;&amp;atilde;o do documento fiscal, ressalvadas as exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es previstas na legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O boletim &lt;strong&gt;Tome Nota&lt;/strong&gt; de agosto detalha os pontos que exigem mais aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de contadores e gestores para reduzir rejei&amp;ccedil;&amp;otilde;es de documentos fiscais, evitar inconsist&amp;ecirc;ncias na apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos tributos e assegurar uma transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o segura ao novo modelo tribut&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/boletins/comeca-a-exigencia-do-preenchimento-dos-campos-do-ibs-e-da-cbs-na-nf-e/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Baixe gratuitamente o boletim Tome Nota de agosto&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na esteira da Reforma Tribut&amp;aacute;ria, esta edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ainda traz um artigo sobre os desafios que as empresas enfrentar&amp;atilde;o, durante a fase de transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, para sofisticar a gest&amp;atilde;o da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, assinado pelo advogado e contador Alexandre Evaristo Pinto, que tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; membro do Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional (CRSFN).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Licen&amp;ccedil;a-maternidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como a empresa deve agir no retorno de uma funcion&amp;aacute;ria ap&amp;oacute;s licen&amp;ccedil;a-maternidade? Essa d&amp;uacute;vida sempre paira na &amp;aacute;rea dos Recursos Humanos. Por isso, &lt;strong&gt;Tome Nota&lt;/strong&gt; esclarece todas as quest&amp;otilde;es, como prorroga&amp;ccedil;&amp;atilde;o da licen&amp;ccedil;a, atestados e pausas para amamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda no &amp;acirc;mbito trabalhista, o boletim divulga duas decis&amp;otilde;es do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior do Trabalho (TST) a respeito da cobran&amp;ccedil;a de multas e outras san&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre a Norma Regulamentadora 1 (NR-1) e da exig&amp;ecirc;ncia da promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o da igualdade de g&amp;ecirc;nero nas empresas, em seus quadros gerenciais.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/boletins/comeca-a-exigencia-do-preenchimento-dos-campos-do-ibs-e-da-cbs-na-nf-e/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Baixe agora mesmo o boletim &lt;strong&gt;Tome Nota&lt;/strong&gt; de agosto&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 03 Aug 2026 10:38:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Tome Nota]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Contencioso é o verdadeiro teste da Reforma Tributária]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/contencioso-e-o-verdadeiro-teste-da-reforma-tributaria</link><description>&lt;![CDATA[Ainda sem definição, processos administrativo e judicial do novo sistema correm riscos de fragmentação e proliferação de litígios a partir de 2027]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O Brasil já convive com uma hiperlitigiosidade fiscal que alcançou a cifra de R$ 5,69 trilhões em conflitos tributários em 2020, o equivalente a 74,8% do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto a média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) é inferior a 1%. Os dados são do &lt;a href="https://www.insper.edu.br/pt/conteudos/direito/nucleo-de-tributacao-contribui-com-debate-do-stf-sobre-contencioso-da-reforma-tributaria" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Observatório do Contencioso Tributário do Insper&lt;/a&gt; e do relatório &lt;a href="https://www.cnj.jus.br/pesquisas-judiciarias/justica-em-numeros/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Justiça em números do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse quadro tende a se agravar com a implementação do novo sistema tributário, de acordo com a advogada tributarista Lina Braga Santin Cooke, sócia do escritório Heleno Torres Advogados Associados, que se mostrou preocupada quando às indefinições acerca dos processos administrativos e judiciais decorrentes da Reforma Tributária, durante a reunião do&amp;nbsp;&lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/codecon-sp"&gt;Conselho Estadual de Defesa do Contribuinte de São Paulo (Codecon/SP)&lt;/a&gt;, ocorrida na última quarta-feira (29) na sede da&amp;nbsp;&lt;a href="https://fecomercio.com.br"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Lina, que também é coordenadora do Grupo de Trabalho sobre o Sistema Tributário Nacional (GT-CTN) do Núcleo de Estudos Fiscais da Fundação Getulio Vargas (NEF/FGV), destacou que a &lt;a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/emendas/emc/emc132.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Emenda Constitucional 132/2023&lt;/a&gt; e as leis complementares 214/2025 e 227/2026, embora representem um avanço na simplificação do sistema, deixaram uma lacuna preocupante: a organização do contencioso judicial aos novos tributos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;As fragilidades do IVA Dual&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O modelo escolhido pela reforma — inspirado nas experiências do Canadá e da Índia — estabelece dois tributos substancialmente idênticos para uma mesma base de consumo: a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), federal e administrada pela Receita Federal, e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), subnacional, gerido pelo Comitê Gestor do IBS (CGIBS).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“De nada adianta unificar a legislação material se os litígios sobre esta seguirem fragmentados, multiplicados e descoordenados”, alertou Lina. Segundo a advogada, a decisão de desdobrar em dois tributos aquilo que economicamente é uma só base de consumo transferiu para o plano da coordenação (administrativa, interpretativa e jurisdicional) o ônus de assegurar a unidade que o modelo pressupõe.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O problema estrutural é que, embora CBS e IBS compartilhem as mesmas regras de fato gerador, base de cálculo, imunidades e créditos, serão julgados por ramos distintos do Judiciário: a CBS na Justiça Federal e o IBS na Justiça Estadual, distribuído por 27 Tribunais de Justiça (TJs). A especialista classificou essa fragmentação como uma “contradição interna aos princípios da própria reforma”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Simplicidade, segurança jurídica, cooperação e neutralidade — os quatro pilares da reforma — estariam ameaçados por um contencioso que se multiplica em duas searas, com decisões potencialmente contraditórias sobre a mesma operação econômica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Trocamos a antiga complexidade dos tributos por uma nova complexidade institucional, com dois tributos, duas administrações, dois processos administrativos e duas esferas judiciais”, afirmou Márcio Olívio Fernandes da Costa, presidente do Codecon/SP e presidente do &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-assuntos-tributarios"&gt;Conselho de Assuntos Tributários&lt;/a&gt; da FecomercioSP, além de vice-presidente da Entidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aumento do contencioso&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A pulverização das interpretações e decisões judiciais do IBS e da CBS pode agravar o já congestionado contencioso nacional. “Hoje, mais de 70% das execuções pendentes no Judiciário já são fiscais, com um congestionamento de aproximadamente 87% (de 100 execuções, apenas 13 baixam por ano) e um tempo médio de tramitação superior a oito anos”, ponderou Lina sobre os dados do Insper e do CNJ.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O relatório do GT 458/2024 instituído pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), coordenado pela ministra Regina Helena Costa, projetou que a reforma pode triplicar a judicialização tributária, representando “sério risco de colapso à infraestrutura do Poder Judiciário” caso não haja integração entre os entes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Lina explicou que, como o IBS é devido aos entes de destino, um mesmo fato gerador pode ensejar execuções fiscais do Estado, do município e (quanto à CBS) da União, com risco de multiplicação do contencioso de cobrança e de defesa. Além disso, a prerrogativa de foro dos Estados, que impede que sejam demandados fora de seus limites territoriais, tende a espalhar ações por múltiplas comarcas, multiplicando custas, perícias, prazos processuais descoordenados e decisões contraditórias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Soluções em debate&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por isso, duas grandes correntes institucionais disputam espaço para solucionar o problema.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1. Jurisdição nacional compartilhada&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Proposta pela Portaria CNJ 96/2025, prevê a criação de um tribunal de composição paritária (juízes federais e estaduais), com varas e turmas mistas, competência nacional e funcionamento predominantemente digital (Núcleos de Justiça 4.0). A ideia é concentrar sob o mesmo julgador as ações de uma mesma operação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A favor, argumenta-se que tributos gêmeos deveriam ser julgados conjuntamente, uniformizando a interpretação desde a primeira instância e racionalizando recursos. As objeções são a necessidade de emenda constitucional, o custo e tempo de maturação e a resistência ao funcionamento exclusivamente digital.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2. Política do litigante único&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Inspirada no relatório do GT do STJ, propõe não criar novos órgãos, mas estabelecer que um único ente represente os interesses de todos os credores, com a competência definida pelo valor do crédito (abaixo de um patamar, Justiça Estadual; acima, Justiça Federal) e posterior repartição administrativa. A uniformização ficaria a cargo do próprio STJ, fortalecido em precedentes e com ampliação dos instrumentos de uniformização.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A favor, aponta-se a eficácia imediata, dispensando emenda constitucional, e o aproveitamento de estruturas consolidadas. As objeções envolvem tensão com a inafastabilidade da jurisdição e o juiz natural, além da potencial sobrecarga da Justiça Federal e das velocidades distintas de lançamento e autonomia interpretativa de cada Fisco.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para Lina, a melhor solução seria combinar as virtudes das suas propostas:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;no curto prazo:&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; organizar o contencioso judicial combinando medidas de eficácia imediata — política do litigante único, valor de alçada e órgãos de harmonização;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;solução de médio prazo:&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; jurisdição nacional especializada ou o papel central e vinculante do STJ na pacificação das teses comuns a IBS e CBS.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além disso, a tributarista sugere instituir prevenção e consensualidade unificadas para os dois tributos, com consulta vinculante harmonizada e conformidade como primeira linha; transação, mediação e arbitragem disciplinadas de forma única.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“O tempo joga contra a segurança jurídica. O STF só deve concluir seu debate ao fim de 2026, deixando ao Congresso janela exígua antes da cobrança da CBS, em janeiro de 2027”, ressaltou a coordenadora do GT-CTN.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo o presidente do Codecon/SP, a busca pela previsibilidade e pela segurança jurídica deve ser o primeiro objetivo da administração do novo sistema tributário nacional, pois seu sucesso depende da harmonia de entendimentos entre os fiscos e os contribuintes. “A verdadeira segurança jurídica não decorre apenas de uma boa legislação, mas da previsibilidade de sua aplicação e da eficiência na solução de litígios. Como temos defendido na construção do &lt;a href="http://chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https%3A/www.fecomercio.com.br/upload/pdf/2015/13/Codigo-de-defesa-do-contribuinte.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Código de Defesa do Contribuinte Nacional&lt;/a&gt;, instituído pela Lei Complementar 225/2026, a administração tributária moderna deve garantir direitos, assegurar o contraditório e prestigiar a boa-fé, inclusive garantir ao contribuinte a chance de autorregularizar antes de sofrer uma autuação do Fisco”, concluiu Costa.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 16:12:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[reforma tributária]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Com lançamento na FecomercioSP, livro detalha fragilidades da Reforma Tributária]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/com-lancamento-na-fecomerciosp-livro-detalha-fragilidades-da-reforma-tributaria</link><description>&lt;![CDATA[Conselho Superior de Direito reúne, no próximo dia 14, especialistas para debater os equívocos do novo sistema tributário; participe! ]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;' id="isPasted"&gt;A Reforma Tributária segue avançando em sua fase de regulamentação, mas as dúvidas sobre seus efeitos práticos para empresas, contribuintes e entes federativos ainda estão longe de se esgotarem. Questões jurídicas, econômicas e operacionais permanecem em aberto, e o tempo para compreendê-las — antes que seus impactos se tornem irreversíveis — é cada vez mais curto.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;É para aprofundar esse debate que o &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-superior-de-direito" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Conselho Superior de Direito&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; promove, no dia &lt;strong&gt;14 de agosto, a partir das 9h&lt;/strong&gt;, sua reunião mensal com uma programação especial: o lançamento do livro &lt;strong&gt;Equívocos, riscos e fragilidades da Reforma Tributária&lt;/strong&gt;. &lt;a href="https://fecomerciosp.forms.app/csd" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Inscreva-se aqui!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;A obra reúne artigos de especialistas que analisam, com profundidade e senso crítico, os pontos mais controversos do novo sistema tributário, sob as óticas jurídica, econômica, federativa e operacional. O objetivo é discutir as fragilidades que precisam ser compreendidas antes que se transformem em problemas mais difíceis de corrigir.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;Além do lançamento, o encontro contará com uma conversa entre autores e convidados, que vão apresentar diferentes perspectivas sobre a reforma, seus possíveis reflexos e os ajustes que ainda podem ser necessários.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;&lt;strong&gt;Confira a programação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;● &lt;strong&gt;9h — Welcome coffee&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;● &lt;strong&gt;9h15 — Abertura&lt;/strong&gt; Ives Gandra da Silva Martins e Felipe Ferreira Silva&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;● &lt;strong&gt;9h30 — Efeitos jurídicos da Reforma Tributária&lt;/strong&gt; Ives Gandra da Silva Martins, José Eduardo Soares de Melo e Elidie Bifano&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;● &lt;strong&gt;10h30 — Efeitos econômicos da Reforma Tributária&lt;/strong&gt; Marcos Cintra, Felipe Salto e Miguel Silva&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;● &lt;strong&gt;11h30 — Encerramento e sessão de autógrafos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;&lt;strong&gt;Reunião do Conselho Superior de Direito — Lançamento do livro Equívocos, riscos e fragilidades da Reforma Tributária&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Data: 14 de agosto de 2026&lt;br&gt;Horário: 9h às 11h30&lt;br&gt;Local: sede da FecomercioSP (Av. Rebouças, 3377 — São Paulo/SP)&lt;br&gt;Link para inscrição: &lt;a href="https://fecomsp.co/LudIyE"&gt;https://fecomsp.co/LudIyE&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 29 Jul 2026 13:43:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Reforma Tributária]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Seminário discute os entraves à produtividade no Comércio e nos Serviços]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/seminario-discute-produtividade-no-dia-a-dia-do-comercio-e-dos-servicos</link><description>&lt;![CDATA[Evento ocorre no próximo dia 13/08, com as presenças de José Pastore, Fernando de Holanda Barbosa Filho, Fabio Pina, José Paulo Chahad, Sylvia Lorena e Sólon Cunha]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Os empresários do Comércio e dos Serviços podem até não dominar o conceito acadêmico de produtividade, mas sabem muito bem o que significa na prática: um quarto de hotel vazio, um assento de avião não ocupado, uma consulta ou atendimento não realizados. São receitas que deixam de existir, sem chance de manter em estoque ou repor perdas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Soma-se a isso o componente humano, geralmente mais presente nesses setores do que no Agro e na Indústria, por exemplo. Cada entrega passa por uma pessoa — seja o garçom, seja a camareira —, quem atende, quem vende, quem orienta. Hoje, Comércio e Serviços somam mais de 70% da economia brasileira e concentram a maior parte da mão de obra do País. Com a possível redução da jornada, esses negócios vão precisar manter a operação com menos gente, menos receita e mais custo. E isso, na prática, impacta diretamente a produtividade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É esse cenário que o &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-emprego-e-relacoes-de-trabalho"&gt;Conselho de Emprego e Relações do Trabalho&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; vai destrinchar no seminário &lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Produtividade no Comércio de Bens, Serviços e Turismo&lt;/strong&gt;, no dia 13 de agosto, às 9h.&amp;nbsp;&lt;a href="https://fecomsp.co/P8ykBl" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Inscreva-se aqui!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O encontro vai traduzir esses conceitos para o dia a dia do empresário, contribuindo para que as empresas identifiquem e entendam seus entraves produtivos, reconhecendo os fatores que interferem nos resultados. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Programação&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;● &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;strong&gt;9h&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;— Credenciamento e café&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="caret-color: rgb(56, 57, 61); color: rgb(56, 57, 61); font-family: Gotham Book, sans-serif; font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: rgb(255, 255, 255); text-decoration: none; display: inline !important; float: none;" id="isPasted"&gt;● &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;9h30 a 9h45 —&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Abertura institucional:&lt;/strong&gt; &lt;a href="https://www.instagram.com/ivodallacqua.oficial/"&gt;Ivo Dall'Acqua, presidente da FecomercioSP&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;● &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;9h45 a 9h55 —&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Palavras iniciais:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;José Pastore, presidente do Conselho de Emprego e Relações do Trabalho&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;● &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;strong&gt;9h55 — Painel 1:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Raio-X da produtividade do Comércio de Bens, Serviços e Turismo no Brasil, com destaque para o Estado de São Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Expositor:&lt;/strong&gt; Fernando de Holanda Barbosa Filho (pesquisador no Ibre/FGV)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Comentários:&lt;/strong&gt; Fabio Pina (FecomercioSP) e José Pastore&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Debate&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;●&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 11h20 — Painel 2:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Conheça “essa tal” Produtividade, inclusive como Critério de Remuneração Variável&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Expositor:&lt;/strong&gt; Sólon Cunha (Conselho de Emprego e Relações do Trabalho /Robortella e Peres Advogados)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Comentários:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;José Paulo Chahad (USP) e Sylvia Lorena (CNI)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;● &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;strong&gt;12h15 a 12h30 — Palavra aberta&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;● &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;strong&gt;12h30 — Encerramento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Produtividade no Comércio de Bens, Serviços e Turismo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Data: 13 de agosto de 2026&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Horário: 9h às 12h30&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Formato: híbrido — presencial, na sede da FecomercioSP (Av. Rebouças, 3377 — São Paulo/SP), e transmissão online&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Link para inscrição: &lt;a data-fr-linked="true" href="https://fecomsp.co/P8ykBl" id="isPasted" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;https://fecomsp.co/P8ykBl&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 28 Jul 2026 14:08:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Prazo maior para CNPJ de pessoa física permite adaptação a novo sistema]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/prorrogacao-da-obrigatoriedade-de-cnpj-a-pessoas-fisicas-permite-a-adaptacao-dos-contribuintes-e-a-implementacao-de-novo-sistema-simplificado</link><description>&lt;![CDATA[Inscrição será exigida a partir de 1º de janeiro de 2027 para a emissão de notas fiscais, cadastros e apuração do IBS e da CBS]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O prazo para as pessoas físicas com atividade econômica abrirem CNPJ foi prorrogado. O &lt;a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/decreto/d13075.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Decreto 13.075/2026&lt;/a&gt; e a &lt;a href="https://www.cgibs.gov.br/upload/arquivos/202607/22121010-resolucao-cgibs-n-13-de-22-de-julho-de-2026.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Resolução CGIBS 13/2026&lt;/a&gt; formalizaram a ampliação do prazo, previamente anunciada pela Receita Federal do Brasil e pelo Comitê Gestor do IBS (CGIBS) no início de julho, até 1º de janeiro de 2027.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A nova data permite que os contribuintes se adaptem à nova realidade e dá o tempo necessário à implementação de um novo sistema simplificado de inscrição no CNPJ, inspirado no modelo utilizado pelo Microempreendedor Individual (MEI), cuja disponibilização está prevista para novembro de 2026. A expectativa é que o novo sistema possibilite um processo de inscrição totalmente digital, automatizado, com menos burocracia e integrado às plataformas de emissão de documentos fiscais eletrônicos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Planejamento tributário&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Embora as novas obrigações tenham sido prorrogadas para 2027, a assessoria técnica da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; recomenda que o período de transição seja utilizado para avaliar os impactos da Reforma Tributária.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Profissionais autônomos e liberais devem analisar previamente a tributação como pessoa física e compará-la com alternativas como a constituição de pessoa jurídica e, quando cabível, a opção pelo Simples Nacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além da carga tributária, a análise precisa considerar obrigações acessórias, emissão de documentos fiscais, despesas dedutíveis e o regime tributário mais adequado a cada atividade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[veja_tambem]&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;&lt;strong&gt;Contexto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com a Reforma Tributária e a criação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), a tributação sobre o consumo passou a incidir sobre as operações onerosas com bens e serviços, entendidas como todo fornecimento realizado mediante contraprestação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse contexto, mesmo as pessoas físicas, que não têm empresas constituídas, como autônomos e profissionais liberais — por exemplo, pedreiros, taxistas, contadores, advogados, engenheiros, entre outros —, mas desenvolvem atividade econômica constante, deverão se inscrever no Comprovante de Inscrição e de Situação Cadastral de Pessoa Jurídica (CNPJ) para emitir documentos fiscais, realizar cadastros e fins de apuração e recolhimento dos novos tributos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por outro lado, operações eventuais, como a venda de um veículo ou de outro bem usado pertencente ao patrimônio da pessoa física, não caracterizam atividade econômica e, portanto, não estão sujeitas ao IBS e à CBS.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assim, a partir da Reforma Tributária, a pessoa física que exercer atividade econômica de forma habitual passa a ser expressamente considerada contribuinte do IBS e da CBS.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que muda de imediato?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Até 31 de dezembro de 2026, permanecem válidos os atuais mecanismos de identificação fiscal das pessoas físicas. É importante destacar que a inscrição no CNPJ não transforma a pessoa física em pessoa jurídica. O profissional continuará exercendo a atividade como pessoa física, sendo o CNPJ utilizado exclusivamente para identificação cadastral e para o cumprimento das obrigações tributárias relacionadas ao IBS e à CBS.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além disso, o novo CNPJ passará a utilizar formato alfanumérico, composto por letras e números. Esse modelo é válido apenas a novas empresas, nascidas após a implementação do CNPJ alfanumérico. Àquelas que já contam com a inscrição não sofrerão mudanças.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pessoas físicas que não são contribuintes&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda que a regra geral seja a incidência do IBS e da CBS sobre a atividade econômica exercida pela pessoa física, a Lei Complementar (LC) 214/2025 prevê hipóteses em que determinadas pessoas físicas não serão consideradas contribuintes, como:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;•&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;o nanoempreendedor;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;•&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;o produtor rural não contribuinte (receita anual inferior a R$ 3,6 milhões);&lt;/p&gt;&lt;p&gt;•&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;o transportador autônomo de cargas;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;•&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;determinadas operações com bens imóveis realizadas por pessoa física.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nanoempreendedor&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O nanoempreendedor, em regra, não é contribuinte do IBS e da CBS. Enquadra-se nessa categoria a pessoa física que tenha receita bruta anual inferior a 50% do limite do MEI (R$ 40,5 mil) e que não seja optante pelo MEI.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para motoristas de passageiros e entregadores vinculados a plataformas digitais, considera-se apenas 25% da receita bruta recebida (R$ 162 mil).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Operações com imóveis&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A pessoa física será considerada contribuinte do IBS e da CBS quando exercer atividade imobiliária de forma habitual ou em volume que caracterize atividade econômica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nas operações de locação, cessão onerosa ou arrendamento, haverá incidência quando, no ano-calendário anterior:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;•&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;a receita anual superar R$ 240 mil (atualizável pelo IPCA);&lt;/p&gt;&lt;p&gt;•&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;houver exploração de mais de três imóveis distintos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Também será considerada contribuinte a pessoa física que:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;•&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;alienar ou ceder direitos sobre mais de três imóveis distintos adquiridos há menos de cinco anos; ou&lt;/p&gt;&lt;p&gt;•&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;vender mais de um imóvel construído pelo próprio vendedor nos cinco anos anteriores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em resumo, quem recebe aluguel de até três imóveis não será contribuinte do IBS e da CBS, independentemente do valor recebido. Da mesma forma, ainda que tenha mais de três imóveis locados, não haverá incidência dos novos tributos se a receita anual de locação não ultrapassar R$ 240 mil.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 24 Jul 2026 15:17:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[reforma tributária]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Portaria do trabalho aos feriados traz segurança jurídica ao comércio]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/portaria-do-trabalho-aos-feriados-traz-seguranca-juridica-ao-comercio</link><description>&lt;![CDATA[Novo texto foi assinado nesta terça-feira (21), em Brasília; FecomercioSP e CNC participaram da elaboração do documento]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) assinou, nesta terça-feira (21), a portaria que regulamenta o trabalho aos feriados, após um longo processo de diálogo e de construção tripartite entre empregadores, trabalhadores e governo. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para &lt;a href="https://www.instagram.com/ivodallacqua.oficial/"&gt;Ivo Dall’Acqua, presidente&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;a portaria garante segurança jurídica às relações de trabalho, preservando a negociação coletiva como um instrumento fundamental de equilíbrio entre as partes. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Além disso, os critérios estão mais claros para a organização das atividades aos feriados”, diz ele.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O debate começou em 2023, quando a pasta revogou a autorização permanente para o trabalho aos feriados de vários segmentos do varejo. A partir dali, Dall’Acqua, representando a FecomercioSP, integrou o Grupo de Trabalho Tripartite, criado pelo governo para discutir parâmetros da medida e focar no diálogo entre empregadores e trabalhadores. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao fim dos trabalhos, o grupo, que também teve a participação da &lt;a href="https://portaldocomercio.org.br/"&gt;Confederação Nacional do Comércio (CNC)&lt;/a&gt;, apresentou a proposta que balizou a nova portaria. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essencialmente, o novo texto estabelece que o trabalho no comércio aos feriados depende da autorização por Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), nos termos da Lei 10.101/2000. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao mesmo tempo, restabelece a autorização permanente para o trabalho nesses dias, sem ressalvas ou condições e sem necessidade de autorização em CCT, de atividades consideradas essenciais ou de interesse público.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Passam a contar com essa autorização permanente para o trabalho aos feriados as seguintes atividades:&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;ul style="list-style-type: circle;"&gt;&lt;li&gt;venda de pão e biscoitos;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;farmácias, inclusive manipulação de receituário;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;comércio de flores e coroas;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;barbearias e salões de beleza;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;postos de combustíveis;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;comércio varejista de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP);&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;locação de bicicletas e similares;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;hotéis, restaurantes, bares e estabelecimentos similares;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;casas de diversão e estabelecimentos esportivos com cobrança de ingresso;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;feiras livres;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;porteiros de edifícios residenciais;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;agências de turismo;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;locadoras de veículos e embarcações;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;comércio em feiras e exposições;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;lavanderias.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;A nova portaria também estabelece que as futuras inclusões ou exclusões de atividades com autorização permanente para o trabalho aos feriados deverão ser precedidas de consulta à comissão tripartite, com participação de representantes do governo, dos trabalhadores e dos empregadores. O objetivo é fortalecer o diálogo social, proporcionando mais previsibilidade e segurança às relações de trabalho.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para a FecomercioSP, a medida representa um importante avanço ao conferir mais segurança jurídica a empresas e trabalhadores, preservar e valorizar a negociação coletiva e estabelecer critérios mais claros para a organização das atividades econômicas nessas datas.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 21 Jul 2026 16:49:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP e CNC apresentam à Receita Federal pleitos para garantir uma transição segura na Reforma Tributária]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-e-cnc-apresentam-a-receita-federal-pleitos-para-garantir-uma-transicao-segura-na-reforma-tributaria</link><description>&lt;![CDATA[Contribuições construídas pelas Federações do Comércio e câmaras setoriais da CNC, visam aprimorar a regulamentação da CBS e do IBS]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Sarina Sasaki Manata, assessora da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, acompanhou a &lt;a href="https://portaldocomercio.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo (CNC)&lt;/a&gt; em reuni&amp;atilde;o com a Receita Federal, ocorrida em 24 de junho, em Bras&amp;iacute;lia, para defender propostas que garantam uma transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais segura da Reforma Tribut&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pela Receita, participaram Fernando Mombelli, gerente do projeto para implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da reforma tribut&amp;aacute;ria; e os auditores fiscais Othoniel Lucas de Sousa Junior e Anelise Faucz Kletemberg.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre os principais pontos apresentados, destacam-se regras mais claras, per&amp;iacute;odo de adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o sem penalidades, simplifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es acess&amp;oacute;rias, aperfei&amp;ccedil;oamento do &lt;strong&gt;split payment&lt;/strong&gt; e amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o das hip&amp;oacute;teses de creditamento. As medidas buscam reduzir custos, refor&amp;ccedil;ar a seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica e dar mais previsibilidade &amp;agrave;s empresas durante a implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do novo sistema tribut&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es apresentadas est&amp;atilde;o consolidadas em documento elaborado com base em amplo estudo t&amp;eacute;cnico feito pelas Federa&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Com&amp;eacute;rcio e pelas c&amp;acirc;maras setoriais da CNC, que refletem as demandas reais de diferentes segmentos e regi&amp;otilde;es do Pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Confira, a seguir, as principais contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es levadas &amp;agrave; Receita Federal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;u&gt;Aperfei&amp;ccedil;oamento do creditamento:&lt;/u&gt; propostas para ampliar a possibilidade de aproveitamento de cr&amp;eacute;ditos em despesas essenciais &amp;agrave; atividade econ&amp;ocirc;mica, incluindo benef&amp;iacute;cios concedidos a empregados e insumos de servi&amp;ccedil;os.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;u&gt;Seguran&amp;ccedil;a na transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/u&gt; inclus&amp;atilde;o de previs&amp;atilde;o expressa de car&amp;aacute;ter educativo na fase inicial, evitando penalidades enquanto as empresas se adaptam aos novos sistemas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;u&gt;&amp;lsquo;Split payment&amp;rsquo;:&lt;/u&gt; mais clareza na aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mecanismo, especialmente para empresas do Simples Nacional, evitando reten&amp;ccedil;&amp;otilde;es indevidas e impactos ao fluxo de caixa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;u&gt;Prazos operacionais:&lt;/u&gt; determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de per&amp;iacute;odo m&amp;iacute;nimo para adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sistemas e documentos fiscais eletr&amp;ocirc;nicos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;u&gt;Devolu&amp;ccedil;&amp;otilde;es e ressarcimentos:&lt;/u&gt; propostas para garantir prazos mais curtos e corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o monet&amp;aacute;ria em casos de atraso, preservando o capital de giro das empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de car&amp;aacute;ter orientativo durante o per&amp;iacute;odo de testes de 2026, com previs&amp;atilde;o de prazo para regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de inconsist&amp;ecirc;ncias sem aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de penalidades, Mombelli sinalizou positivamente quanto &amp;agrave; import&amp;acirc;ncia de que a norma estabele&amp;ccedil;a expressamente a obrigatoriedade de pr&amp;eacute;via notifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos contribuintes sobre eventuais irregularidades no cumprimento de obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es acess&amp;oacute;rias, garantindo-lhes prazo para saneamento antes da aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de penalidades.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O documento tamb&amp;eacute;m apresenta preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es espec&amp;iacute;ficas de segmentos como Com&amp;eacute;rcio, Servi&amp;ccedil;os, Turismo, entre outros, com destaque para os reflexos na competitividade e na estrutura de custos dessas atividades.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pleito compartilhado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os temas levados pelas federa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, por meio da CNC, representam o desejo do setor produtivo de construir um ambiente regulat&amp;oacute;rio mais claro, eficiente e operacionalmente vi&amp;aacute;vel a empresas e para &amp;agrave; Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Tribut&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tamb&amp;eacute;m em junho, a &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-propoe-25-aprimoramentos-ao-novo-sistema-tributario"&gt;FecomercioSP enviou 25 sugest&amp;otilde;es para aperfei&amp;ccedil;oamento dos regulamentos do IBS e da CBS&lt;/a&gt; &amp;agrave; Receita Federal e ao Comit&amp;ecirc; Gestor do IBS (CGIBS), enfatizando a necessidade de manter o di&amp;aacute;logo aberto, o fortalecimento da seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica, a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de custos de conformidade e a melhoria da aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;aacute;tica das regras no dia a dia das empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As a&amp;ccedil;&amp;otilde;es se somam &amp;agrave;s mobiliza&amp;ccedil;&amp;otilde;es realizadas anteriormente pela Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que j&amp;aacute; resultam em ajustes fundamentais para a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o conjunta do novo sistema tribut&amp;aacute;rio nacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em 8 de maio, &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/prazo-e-insuficiente-para-participacao-da-sociedade-civil-na-construcao-do-regulamento-do-ibs-e-da-cbs"&gt;representantes da Entidade reuniram-se com Luis Felipe Arellano, vice-presidente do CGIBS, para discutir as prioridades&lt;/a&gt;. Na ocasi&amp;atilde;o, M&amp;aacute;rcio Ol&amp;iacute;vio Fernandes da Costa, vice-presidente da FecomercioSP e presidente do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-assuntos-tributarios"&gt;Conselho de Assuntos Tribut&amp;aacute;rios&lt;/a&gt;, destacou a necessidade de amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do prazo para contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es (encerrado em 31 de maio) diante da complexidade dos textos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A iniciativa rendeu a prorroga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do prazo para at&amp;eacute; 15 de junho, permitindo que a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o demonstrasse os pontos cr&amp;iacute;ticos, que podem afetar negativamente o setor produtivo e o andamento do novo sistema tribut&amp;aacute;rio, cujo sucesso depende do trabalho m&amp;uacute;tuo entre o Fisco e os contribuintes.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 08 Jul 2026 17:00:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[reforma tributária]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Projeto que reabre regularização fiscal para empresas carece de agilidade]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/projeto-que-reabre-regularizacao-fiscal-para-empresas-carece-de-agilidade</link><description>&lt;![CDATA[Aprovação do PL 4.728/2020 na Câmara dos Deputados é fundamental para a recuperação da conformidade fiscal]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, por meio do seu &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-assuntos-tributarios"&gt;Conselho de Assuntos Tribut&amp;aacute;rios&lt;/a&gt;, intensificou os esfor&amp;ccedil;os no Congresso Nacional para a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o urgente do &lt;a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/144949" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Projeto de Lei (PL) 4.728/2020&lt;/a&gt;. O texto, que trata da reabertura do prazo para ades&amp;atilde;o ao Programa Especial de Regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Tribut&amp;aacute;ria (Pert) e est&amp;aacute; pronto para delibera&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Plen&amp;aacute;rio, &amp;eacute; visto pela Entidade como uma ferramenta crucial para a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica e a conformidade fiscal das empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em of&amp;iacute;cio enviado aos parlamentares, o conselho da FecomercioSP ressalta que os programas de conformidade fiscal t&amp;ecirc;m se mostrado efetivos na recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;ditos e na redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de processos de execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o fiscal. A reabertura do Pert, que permite a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de d&amp;iacute;vidas com a Receita Federal (RFB) e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), &amp;eacute; apontada como uma alternativa sustent&amp;aacute;vel para que as companhias possam quitar seus passivos sem comprometer a atividade econ&amp;ocirc;mica, alinhando-se ainda com as diretrizes da Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a Coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Desenvolvimento Econ&amp;ocirc;mico (OCDE).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ajustes e prazos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP explica que as modifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es promovidas durante a tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o do projeto ainda s&amp;atilde;o de grande import&amp;acirc;ncia, especialmente aos setores do Com&amp;eacute;rcio e dos Servi&amp;ccedil;os. A principal solicita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Entidade &amp;eacute; que o texto seja aprovado com brevidade no Congresso Nacional, tendo em vista os prazos descritos no artigo 24, que trata do Programa de Quita&amp;ccedil;&amp;atilde;o Antecipada de Parcelamentos de D&amp;eacute;bitos da RFB e da PGFN (Quita-Fazenda) e prev&amp;ecirc; a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 100% dos juros a parcelas venc&amp;iacute;veis entre julho e dezembro de 2026.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Simples Nacional&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP tamb&amp;eacute;m refor&amp;ccedil;a a necessidade de aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s Micro e Pequenas Empresas (MPEs). Como o Pert n&amp;atilde;o pode ser estendido aos optantes pelo Simples Nacional, a Entidade defende o retorno do Programa Especial de Regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Tribut&amp;aacute;ria voltado especificamente para esse regime (Pert-SN), institu&amp;iacute;do pela &lt;a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp162.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Lei Complementar 162/2018&lt;/a&gt;. A medida &amp;eacute; vista como essencial para viabilizar a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um n&amp;uacute;mero maior de neg&amp;oacute;cios que foram afetados pelas crises econ&amp;ocirc;micas dos &amp;uacute;ltimos anos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Acompanhamento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Conselho de Assuntos Tribut&amp;aacute;rios da FecomercioSP &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/programa-de-parcelamento-de-debitos-fiscais-e-fundamental-a-retomada-das-atividades-empresariais"&gt;acompanha o PL 4.728/2020 desde sua apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Senado Federal&lt;/a&gt;, atuando ativamente para que as empresas possam retomar a conformidade fiscal com condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais favor&amp;aacute;veis.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Pert, assim como outros programas de conformidade que vem surgindo nas esferas federal, estadual e municipal, faz parte de uma mudan&amp;ccedil;a de paradigma na rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre o Fisco e os contribuintes. A &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/relacao-entre-fisco-e-contribuinte-caminha-para-ser-mais-cooperativa"&gt;meta da Receita Federal &amp;eacute; abandonar o modelo puramente punitivo&lt;/a&gt; &amp;mdash; que espera o erro para autuar e multar &amp;mdash; e atuar como parceira dos contribuintes que buscam a conformidade fiscal. A ideia &amp;eacute; oferecer orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, simplificar procedimentos e recompensar quem cumpre corretamente as obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es, promovendo a moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ambiente de neg&amp;oacute;cios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por isso, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o espera que o PL 4.728/2020 seja aprovado com celeridade na C&amp;acirc;mara dos Deputados.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 08 Jul 2026 15:22:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Programa Especial de Regularização Tributária]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Limites do Simples caminham para correção integral antes do recesso, afirma relator]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/limites-do-simples-caminham-para-correcao-integral-antes-do-recesso-diz-relator</link><description>&lt;![CDATA[Em seminário da Câmara realizada na FecomercioSP, deputado analisa ambiente para avanço e defende atualizar todas as faixas, não só o MEI]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O relat&amp;oacute;rio do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/21 &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/com-votacao-iminente-fecomerciosp-se-mobiliza-para-garantir-correcao-integral-do-simples-nacional"&gt;deve passar pela Comiss&amp;atilde;o Especial da C&amp;acirc;mara dos Deputados com um calend&amp;aacute;rio apertado&lt;/a&gt;. O relator, deputado Jorge Goetten (Republicanos/SC), afirmou que define o cronograma da vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o nesta semana, em reuni&amp;atilde;o com o presidente da C&amp;acirc;mara, Hugo Motta, com a expectativa de aprovar o texto antes do recesso parlamentar. O tema foi tratado em semin&amp;aacute;rio do programa C&amp;acirc;mara pelo Brasil realizado na sede da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, na &amp;uacute;ltima segunda-feira (6).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fruto de requerimento da deputada Adriana Ventura (Novo/SP), que &amp;eacute; vice-presidente da Comiss&amp;atilde;o Especial, o encontro reuniu parlamentares, entidades empresariais e especialistas para discutir a atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos limites de receita do Microempreendedor Individual (MEI) e das empresas do Simples Nacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na ocasi&amp;atilde;o, Goetten refor&amp;ccedil;ou que h&amp;aacute; ambiente pol&amp;iacute;tico para avan&amp;ccedil;ar. Segundo ele, o sentimento no parlamento &amp;eacute; de converg&amp;ecirc;ncia, e a pr&amp;oacute;pria comiss&amp;atilde;o n&amp;atilde;o aceita corrigir apenas o teto do MEI. &amp;ldquo;O presidente Motta tamb&amp;eacute;m entende dessa forma e &amp;eacute; favor&amp;aacute;vel &amp;agrave; corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o ampla. N&amp;atilde;o &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel separar, pois o MEI nasceu como uma modalidade do Simples, a porta de entrada, a primeira faixa. Quando se corrige uma, tem que atualizar as demais para n&amp;atilde;o encavalar uma na outra&amp;rdquo;, disse. O relator adiantou que o pr&amp;eacute;-relat&amp;oacute;rio est&amp;aacute; pronto e que a ideia &amp;eacute; levar o texto para aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o por unanimidade na comiss&amp;atilde;o e, na sequ&amp;ecirc;ncia, ao plen&amp;aacute;rio da C&amp;acirc;mara.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os limites do regime est&amp;atilde;o congelados desde 2018, enquanto a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o seguiu corroendo o poder de compra. O resultado &amp;eacute; que uma empresa pode ser desenquadrada sem ter crescido de verdade. &amp;ldquo;Muitas vezes, o empreendedor acaba empurrado para fora da faixa n&amp;atilde;o por causa do crescimento real, mas pelo achatamento do teto pela infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o acumulada&amp;rdquo;, resumiu a presidente da Comiss&amp;atilde;o Especial, deputada Any Ortiz (PP/RS). &amp;ldquo;Temos a responsabilidade de dar uma resposta aos empreendedores.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Any vinculou a corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o a uma quest&amp;atilde;o de peso econ&amp;ocirc;mico. As Micro e Pequenas Empresas (MPEs) respondem por cerca de 30% do Produto Interno Bruto (PIB) e por 70% dos empregos formais do Pa&amp;iacute;s. &amp;ldquo;N&amp;atilde;o vai faltar esfor&amp;ccedil;o nosso para incluir o Simples na corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o do teto e para fazer com que essa relatoria v&amp;aacute; &amp;agrave; vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o antes do recesso&amp;rdquo;, afirmou. Adriana, por sua vez, afirmou ser uma honra conduzir essa luta ao lado das entidades do setor produtivo, que t&amp;ecirc;m sustentado a mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o pela pauta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o monet&amp;aacute;ria, n&amp;atilde;o benef&amp;iacute;cio fiscal&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para a FecomercioSP, atualizar o Simples Nacional como um todo &amp;eacute; uma medida de justi&amp;ccedil;a tribut&amp;aacute;ria. &lt;a href="https://www.instagram.com/ivodallacqua.oficial/"&gt;O presidente da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ivo Dall&amp;#39;Acqua&lt;/a&gt;, classificou o regime como um dos melhores instrumentos de inclus&amp;atilde;o produtiva j&amp;aacute; criados no Pa&amp;iacute;s e cobrou que o desenquadramento reflita crescimento real. &amp;ldquo;N&amp;atilde;o estamos diante de empresas maiores, mas de par&amp;acirc;metros menores. Elas est&amp;atilde;o recolhendo mais tributos e com mais obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es acess&amp;oacute;rias, mas com a mesma estrutura de antes&amp;rdquo;, afirmou. Para ele, atualizar o Simples &amp;eacute; &amp;ldquo;uma decis&amp;atilde;o de justi&amp;ccedil;a tribut&amp;aacute;ria e de compromisso com o futuro dos pequenos neg&amp;oacute;cios.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O vice-presidente da FecomercioSP e presidente do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-assuntos-tributarios"&gt;Conselho de Assuntos Tribut&amp;aacute;rios da Entidade&lt;/a&gt;, M&amp;aacute;rcio Ol&amp;iacute;vio Fernandes da Costa, complementou: &amp;ldquo;O Simples n&amp;atilde;o nasceu como um benef&amp;iacute;cio fiscal, mas como uma pol&amp;iacute;tica p&amp;uacute;blica de desenvolvimentos econ&amp;ocirc;mico e social. Em vez de calcular quanto custa ao Estado corrigir os limites, seria preciso medir quanto custou &amp;agrave;s empresas operar anos sob par&amp;acirc;metros defasados, em impostos pagos a mais, investimentos adiados e empregos n&amp;atilde;o criados&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sarina Manata, assessora jur&amp;iacute;dica da FecomercioSP, detalhou o pleito t&amp;eacute;cnico que a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o tem defendido h&amp;aacute; anos em Bras&amp;iacute;lia. A base &amp;eacute; a atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o j&amp;aacute; aprovada pela Comiss&amp;atilde;o de Finan&amp;ccedil;as e Tributa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em 2022 &amp;mdash; o teto do MEI passaria de R$ 81 mil para R$ 145 mil; o das microempresas, de R$ 360 mil para R$ 869 mil; e o das empresas de pequeno porte, de R$ 4,8 milh&amp;otilde;es para R$ 8,6 milh&amp;otilde;es. Trata-se, segundo ela, de mera corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o monet&amp;aacute;ria, o que afasta a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do artigo 14 da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), reservado &amp;agrave; cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de benef&amp;iacute;cios, n&amp;atilde;o &amp;agrave; reposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de valores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ponto que ela considera decisivo &amp;eacute; a corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o autom&amp;aacute;tica anual pelo &amp;Iacute;ndice Nacional de Pre&amp;ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA) para impedir que a defasagem se repita. O mecanismo j&amp;aacute; existe na pr&amp;oacute;pria Reforma Tribut&amp;aacute;ria, que prev&amp;ecirc; atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de valores em mais de uma dezena de dispositivos. &amp;ldquo;O que a gente n&amp;atilde;o pode aceitar &amp;eacute; que se atualize apenas o MEI&amp;rdquo;, ressaltou Sarina, ao argumentar que n&amp;atilde;o &amp;eacute; o microempreendedor o grande empregador do Pa&amp;iacute;s. &amp;ldquo;Com teto de receita baixo e limite de funcion&amp;aacute;rios, quem gera a maior parte dos postos formais &amp;eacute; a pequena empresa.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Parte dessas demandas, segundo Goetten, j&amp;aacute; est&amp;aacute; pacificada no relat&amp;oacute;rio: o reajuste autom&amp;aacute;tico anual, a autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o MEI contratar at&amp;eacute; dois funcion&amp;aacute;rios e a proposta de tornar facultativo o sublimite estadual de R$ 3,6 milh&amp;otilde;es, hoje obrigat&amp;oacute;rio. O relator classificou como &amp;ldquo;balela&amp;rdquo; a estimativa de impacto de R$ 50 bilh&amp;otilde;es que circula sobre a corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O Simples na Reforma Tribut&amp;aacute;ria&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A defasagem &amp;eacute; s&amp;oacute; parte do &amp;ldquo;risco de vida&amp;rdquo; do Simples. O economista Marcos Cintra, ex-deputado federal e ex-secret&amp;aacute;rio da Receita Federal, alertou para a amea&amp;ccedil;a que o regime enfrenta com o novo sistema tribut&amp;aacute;rio. Como essas empresas n&amp;atilde;o gerariam cr&amp;eacute;dito integral com o IBS e a CBS, perderiam sua principal competitividade. Ele batizou o cen&amp;aacute;rio como um &amp;ldquo;&lt;a href="https://www.marcoscintra.org/o-assassinato-do-simples-em-pra%C3%A7a-p%C3%BAblica"&gt;assassinato do Simples em pra&amp;ccedil;a p&amp;uacute;blica&lt;/a&gt;. Esses neg&amp;oacute;cios ser&amp;atilde;o obrigados a reduzir muito os seus pre&amp;ccedil;os para concorrer e sobreviver no mercado, ou ir&amp;atilde;o desaparecer&amp;rdquo;, ressaltou&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cintra ainda rebateu a acusa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que o regime seria ineficiente. &amp;ldquo;Tratam o Simples como um privil&amp;eacute;gio, uma coisa errada e que precisa ser corrigida. E se n&amp;atilde;o podem corrigir &amp;agrave; for&amp;ccedil;a, pois a repercuss&amp;atilde;o seria muito grande, criaram um sistema tribut&amp;aacute;rio que lentamente vai mat&amp;aacute;-lo.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a sua exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o ex-secret&amp;aacute;rio da Receita destacou a import&amp;acirc;ncia do Simples Nacional para a economia brasileira. Os dados mostram que, embora as empresas optantes representem apenas 7,2% da receita bruta, respondem por 18,8% da arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria federal e por 33,3% dos empregos formais do Pa&amp;iacute;s. Os n&amp;uacute;meros evidenciam que o regime alia elevada capacidade de gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empregos a uma expressiva contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sinalizando a necessidade de preservar sua competitividade e atualizar periodicamente seus limites de enquadramento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Goetten endossou o alerta e sugeriu que essa &amp;eacute; a pr&amp;oacute;xima luta. &amp;ldquo;T&amp;atilde;o importante quanto atualizar o Simples e o MEI &amp;eacute; discutir o Simples na Reforma Tribut&amp;aacute;ria&amp;rdquo;, afirmou.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O relator defendeu ainda a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma &amp;quot;rampa&amp;quot; para suavizar a transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas que hoje deixam o regime de forma abrupta e passam a enfrentar a carga do lucro presumido ou real, salto que, segundo ele, muitas vezes inviabiliza o neg&amp;oacute;cio. &amp;ldquo;A al&amp;iacute;quota do lucro presumido e do lucro real &amp;eacute; indecente na pequena empresa. Precisamos suavizar essa transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;, concluiu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tamb&amp;eacute;m participaram do encontro: Ant&amp;ocirc;nio Carlos dos Santos, presidente do Sescon-SP; Nelson Hervey Costa, diretor superintendente do Sebrae-SP; Daniela Archanjo, diretora-executiva da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira dos Lojistas Satélites (Ablos); al&amp;eacute;m de diversas lideran&amp;ccedil;as dos sindicatos patronais filiados &amp;agrave; FecomercioSP.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:07:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Impostos]]</category></item></channel></rss>
