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<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[Trabalho - Legislação - FecomercioSP]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticias/legislacao/trabalho</link><description>&lt;![CDATA[]]</description><lastBuildDate>Mon, 25 May 2026 02:50:56 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[Trabalho - Legislação - FecomercioSP]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticias/legislacao/trabalho</link><url>http://fecomercio.com.br/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><category>&lt;![CDATA[Legislação]]</category><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category><item><title>&lt;![CDATA[PEC 6x1 deve respeitar negociação coletiva, custos operacionais, contratos e, no limite, prever transição gradual]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/pec-6x1-deve-respeitar-negociacao-coletiva-custos-operacionais-contratos-e-no-limite-prever-transicao-gradual</link><description>&lt;![CDATA[Em audiência na Câmara, FecomercioSP também alerta que mudança não pode ignorar a proteção às atividades essenciais]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;Durante mais uma participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em audi&amp;ecirc;ncia p&amp;uacute;blica na Comiss&amp;atilde;o Especial da PEC do Fim da Escala 6x1, na C&amp;acirc;mara dos Deputados, em Bras&amp;iacute;lia, na &amp;uacute;ltima segunda-feira (18), a &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;reafirmou a defesa da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva como ferramenta para ajustes de jornada e escala de trabalho, bem como que eventuais mudan&amp;ccedil;as via legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o ocorram de maneira escalonada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;Durante discurso, Karina Negreli, assessora jur&amp;iacute;dica da FecomercioSP, destacou ao presidente da comiss&amp;atilde;o, deputado Alencar Santana (PT/SP), e ao deputado Reginaldo Lopes (PT/MG), autor da PEC 221/2019, a preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor produtivo com mudan&amp;ccedil;as na jornada de trabalho sem a devida cautela, especialmente por meio de altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o constitucional r&amp;iacute;gida e uniforme. Ela lembrou que a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal vigente j&amp;aacute; oferece instrumentos adequados, modernos e democr&amp;aacute;ticos para que jornadas reduzidas sejam negociadas de maneira equilibrada entre empregadores e trabalhadores, valorizando a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva e a autonomia sindical.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;&amp;ldquo;O papel dos sindicatos &amp;eacute; justamente negociar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es compat&amp;iacute;veis com cada realidade econ&amp;ocirc;mica e setorial, e n&amp;atilde;o transferir integralmente ao Estado a defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o uniforme das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho para todos os segmentos da economia&amp;rdquo;, destacou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;Karina tamb&amp;eacute;m ressaltou que a m&amp;eacute;dia da jornada de trabalho no Brasil &amp;eacute; de &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/reducao-de-jornada-de-trabalho-para-40-horas-custaria-r-158-bilhoes-as-empresas-calcula-fecomerciosp" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;38,4 horas por semana &amp;mdash; 39 horas, arredondando&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;. Ponderou, por&amp;eacute;m, que isso acontece porque quem pode reduzir a jornada com apoio em produtividade, tecnologia e melhores insumos j&amp;aacute; faz isso. &amp;ldquo;Contudo, essa n&amp;atilde;o &amp;eacute; a realidade de todos os empres&amp;aacute;rios: 90% das empresas s&amp;atilde;o pequenas e m&amp;eacute;dias.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;color:black;'&gt;Uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para 40 horas, com impacto previsto de 10% aos custos, pode representar a diferen&amp;ccedil;a entre manter as portas abertas ou fech&amp;aacute;-las para neg&amp;oacute;cios com margens mais estreitas&amp;quot;, alertou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;color:black;'&gt;&lt;strong&gt;Custo operacional invi&amp;aacute;vel&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;Estudos da FecomercioSP apontam que, se a jornada cair de 44 para 36 horas sem altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o salarial, &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/custo-do-trabalho-aumentaria-22-com-fim-da-escala-6x1"&gt;haver&amp;aacute; um aumento proporcional do custo da hora trabalhada superior a 22%&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;. Mesmo propostas intermedi&amp;aacute;rias, considerando 40 horas semanais, representam reflexo pr&amp;oacute;ximo de 10%.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;Fabio Pina, assessor econ&amp;ocirc;mico da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, explicou, &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-discute-com-o-relator-da-pec-6x1-e-outros-parlamentares-propostas-para-o-relatorio-da-comissao-especial" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;em audi&amp;ecirc;ncia p&amp;uacute;blica realizada na semana passada&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;, que isso representaria um custo de R$ 160 bilh&amp;otilde;es por ano para a economia brasileira.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;Durante a audi&amp;ecirc;ncia, Karina defendeu ainda que, se cada setor conta com din&amp;acirc;mica pr&amp;oacute;pria, ent&amp;atilde;o a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva &amp;eacute; o instrumento mais adequado para construir solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es sustent&amp;aacute;veis. &amp;ldquo;E &amp;eacute; exatamente isso que a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o j&amp;aacute; permite hoje. Por essa raz&amp;atilde;o, a FecomercioSP entende que eventuais mudan&amp;ccedil;as devem ocorrer prioritariamente por negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva, preservando a autonomia das partes e permitindo solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es setoriais compat&amp;iacute;veis com a realidade econ&amp;ocirc;mica de cada segmento&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:"Calibri",sans-serif;color:black;'&gt;&lt;strong&gt;Debate deve olhar para custo, produtividade e contratos j&amp;aacute; estabelecidos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;Diante do avan&amp;ccedil;o do tema no Parlamento, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o considera imprescind&amp;iacute;vel observar alguns pontos fundamentais na discuss&amp;atilde;o sobre a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada e da escala de trabalho. No in&amp;iacute;cio do m&amp;ecirc;s, a Entidade prop&amp;ocirc;s uma s&amp;eacute;rie de emendas, fruto da constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um n&amp;uacute;cleo de dirigentes sindicais e especialistas. Esse material j&amp;aacute; foi entregue &amp;agrave;s lideran&amp;ccedil;as do Congresso, ao presidente da comiss&amp;atilde;o e ao relator da PEC ao longo de diversas reuni&amp;otilde;es e audi&amp;ecirc;ncias:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;- &amp;nbsp;qualquer transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o deve ocorrer de forma escalonada, como previsto no texto da PEC 221/2019, ao longo de dez anos;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;- &amp;nbsp;vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; produtividade efetivamente medida, considerando crit&amp;eacute;rios objetivos definidos em lei;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;- &amp;nbsp;preservar regimes especiais j&amp;aacute; existentes e garantir tratamento diferenciado &amp;agrave;s Micro e Pequenas Empresas (MPEs);&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;- &amp;nbsp;prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s atividades essenciais e de funcionamento permanente;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;- eventual aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o precisa respeitar o ato jur&amp;iacute;dico perfeito e os contratos j&amp;aacute; em curso, garantindo seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height:normal;"&gt;&lt;span style='font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;Al&amp;eacute;m da FecomercioSP, outras entidades representativas de diversos setores produtivos participaram da audi&amp;ecirc;ncia e foram un&amp;acirc;nimes em defender que as negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es coletivas devem ser garantidas e que se pense em medidas para atenuar os efeitos socioecon&amp;ocirc;micos da mudan&amp;ccedil;a.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div id="_com_1" language="JavaScript"&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="_com_4" language="JavaScript"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 20 May 2026 07:41:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[NR-1: o que é possível implementar agora?]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/nr-1-o-que-e-possivel-implementar-agora</link><description>&lt;![CDATA[‘FecomercioSP Orienta’ detalha processos para mapear riscos e organizar ações com base nos recursos que a empresa já tem]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Quest&amp;otilde;es como estresse ocupacional, press&amp;atilde;o excessiva por metas, jornadas extenuantes, aus&amp;ecirc;ncia de suporte organizacional e ass&amp;eacute;dio moral passaram a integrar formalmente a agenda de Seguran&amp;ccedil;a e Sa&amp;uacute;de no Trabalho (SST). Ainda que a atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Norma Reguladora (NR-1), que incorpora os riscos psicossociais ao gerenciamento de riscos ocupacionais, esteja tomando a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas, ainda h&amp;aacute; d&amp;uacute;vidas quanto &amp;agrave; corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o de suas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es na busca da implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Neste momento, a principal d&amp;uacute;vida &amp;eacute;: o que j&amp;aacute; &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel implementar agora?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Neste epis&amp;oacute;dio do &lt;strong&gt;FecomercioSP Orienta&lt;/strong&gt;, Karina Negreli, assessora jur&amp;iacute;dica da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, e Jorge Matsumoto, s&amp;oacute;cio da &amp;aacute;rea Trabalhista do Bichara Advogados e professor no Insper, explicam como neg&amp;oacute;cios de diferentes portes podem come&amp;ccedil;ar a mapear riscos, organizar a&amp;ccedil;&amp;otilde;es preventivas e reduzir passivos trabalhistas. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;De concreto, &amp;eacute; importante olhar para o excesso de faltas, setores com afastamentos envolvendo adoecimento mental e sinais nesse sentido &amp;mdash; que, agora, exigem que a empresa mapeie as ocorr&amp;ecirc;ncias e comece a atacar onde isso &amp;eacute; mais cr&amp;iacute;tico dentro da companhia, al&amp;eacute;m do que est&amp;aacute; comprometendo a sa&amp;uacute;de dos trabalhadores&amp;rdquo;, enfatiza Karina. &amp;ldquo;O importante &amp;eacute; ter esse mapeamento e um plano de gest&amp;atilde;o de melhoria desse ambiente.&amp;rdquo;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse sentido, o neg&amp;oacute;cio deve identificar o problema, avaliar os riscos e priorizar como ser&amp;atilde;o tratados e reduzidos. &amp;ldquo;Um &amp;uacute;ltimo ponto &amp;eacute; monitorar e entender o que deu certo ou n&amp;atilde;o. E isso precisa ser feito continuamente de forma s&amp;eacute;ria. Quando se traz isso para a gest&amp;atilde;o, &amp;eacute; essencial lembrar que esse monitoramento, agora, faz parte da governan&amp;ccedil;a&amp;rdquo;, complementa Matsumoto.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Estrutura limitada das pequenas empresas&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A NR-1 n&amp;atilde;o obriga que seja utilizado um m&amp;eacute;todo espec&amp;iacute;fico, tampouco que esse invent&amp;aacute;rio de riscos seja feito por um profissional em um cargo espec&amp;iacute;fico. Dessa forma, o colaborador respons&amp;aacute;vel pelas quest&amp;otilde;es de sa&amp;uacute;de e seguran&amp;ccedil;a ocupacional, mesmo nas Pequenas e M&amp;eacute;dias Empresas (MPEs), j&amp;aacute; &amp;eacute; o primeiro parceiro para identificar as potenciais amea&amp;ccedil;as. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Pode-se, por exemplo, utilizar um question&amp;aacute;rio para aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de perguntas que apontem a exist&amp;ecirc;ncia de alguns riscos. Mas isso n&amp;atilde;o &amp;eacute; obrigat&amp;oacute;rio. Esse parceiro, ou algu&amp;eacute;m que conhe&amp;ccedil;a os processos internos da empresa, pode observar os dados de afastamento e queixas no RH e, a partir disso, gerar esse material que possa ser avaliado e mantido ao longo do tempo&amp;rdquo;, frisa Karina.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O que &amp;eacute; obrigat&amp;oacute;rio para todas as empresas &amp;eacute; a an&amp;aacute;lise ergon&amp;ocirc;mica preliminar. Para as pequenas, com graus de risco 1 e 2, essa an&amp;aacute;lise vai servir como evid&amp;ecirc;ncia da preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o do neg&amp;oacute;cio em busca da identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de riscos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Come&amp;ccedil;ar bem n&amp;atilde;o &amp;eacute; come&amp;ccedil;ar caro, mas organizado. As PMEs podem, neste momento, fazer uso do que j&amp;aacute; t&amp;ecirc;m. Podem olhar o que j&amp;aacute; est&amp;aacute; materializado nos seis riscos psicossociais que a pr&amp;oacute;pria norma traz e trabalhar em cima disso&amp;rdquo;, salienta Matsumoto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esta edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m aborda os desafios de adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; norma e a necessidade de mais seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica para a sua aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span contenteditable="false" draggable="true" class="fr-video fr-deletable fr-fvc fr-dvb fr-draggable"&gt;&lt;iframe width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/ALGqpCCB1og?&amp;wmode=opaque&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen="" class="fr-draggable"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 18 May 2026 16:53:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP reforça defesa da negociação coletiva em reunião com presidente da Comissão Especial da PEC 6x1]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-reforca-defesa-da-negociacao-coletiva-em-reuniao-com-presidente-da-comissao-especial-da-pec-6x1</link><description>&lt;![CDATA[Entidade participou de debate na Câmara e advertiu para impactos da proposta para pequenas empresas e setores de serviços]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Enquanto o debate sobre a PEC 6x1 ganha for&amp;ccedil;a nas redes sociais e no ambiente pol&amp;iacute;tico, representantes do setor produtivo tentam levar para o centro da discuss&amp;atilde;o os efeitos pr&amp;aacute;ticos da proposta sobre empresas, empregos e funcionamento de atividades essenciais do Com&amp;eacute;rcio e dos Servi&amp;ccedil;os, com o objetivo de alinhar aspectos do texto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por isso, a &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; participou, na &amp;uacute;ltima ter&amp;ccedil;a-feira (13), de reuni&amp;atilde;o &lt;a href="https://www.instagram.com/p/DYVXGwgjF7Q/"&gt;com o deputado federal Alencar Santana (PT/SP), presidente da Comiss&amp;atilde;o Especial da PEC 6x1&lt;/a&gt; na C&amp;acirc;mara dos Deputados. O encontro reuniu representantes empresariais para discutir os reflexos econ&amp;ocirc;micos e operacionais da proposta de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada de trabalho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A agenda &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/hugo-motta-ouve-demandas-da-fecomerciosp-sobre-fim-da-escala-6x1-1"&gt;deu continuidade &amp;agrave;s articula&amp;ccedil;&amp;otilde;es iniciadas pela Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Bras&amp;iacute;lia nos &amp;uacute;ltimos dias&lt;/a&gt;, marcadas por reuni&amp;otilde;es com parlamentares, participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em audi&amp;ecirc;ncias p&amp;uacute;blicas e apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de emendas defendidas pela Entidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Impactos setoriais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reuni&amp;atilde;o, dirigentes da FecomercioSP defenderam que eventuais mudan&amp;ccedil;as nas regras trabalhistas considerem as especificidades de cada atividade econ&amp;ocirc;mica e preservem a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva como principal instrumento para defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jornadas e escalas de trabalho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Entidade tamb&amp;eacute;m alertou para as consequ&amp;ecirc;ncias da proposta para Micro e Pequenas Empresas (MPEs), especialmente nos setores de Com&amp;eacute;rcio e Servi&amp;ccedil;os, que operam com estruturas enxutas e dependem de escalas cont&amp;iacute;nuas de atendimento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto levado ao debate foi a necessidade de mecanismos de transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o capazes de permitir adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o gradual das empresas &amp;agrave;s novas exig&amp;ecirc;ncias, reduzindo efeitos sobre custos operacionais, pre&amp;ccedil;os e manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empregos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Representantes empresariais ressaltaram que o setor produtivo n&amp;atilde;o se posiciona contra o debate sobre jornada de trabalho, mas defende que eventuais mudan&amp;ccedil;as sejam constru&amp;iacute;das com base em crit&amp;eacute;rios t&amp;eacute;cnicos e di&amp;aacute;logo entre trabalhadores e empregadores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP tamb&amp;eacute;m solicitou ao presidente da Comiss&amp;atilde;o Especial mais tempo para aprofundamento dos debates e defendeu que o setor produtivo seja ouvido de forma mais ampla nas audi&amp;ecirc;ncias p&amp;uacute;blicas da C&amp;acirc;mara. Segundo representantes da Entidade, parte das discuss&amp;otilde;es realizadas at&amp;eacute; agora ocorreu sem participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o equilibrada de representantes empresariais, apesar dos efeitos diretos da proposta sobre empresas e empregos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;&amp;quot;H&amp;aacute; uma preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Comiss&amp;atilde;o em ouvir os diferentes setores e compreender os impactos da proposta, especialmente sobre as pequenas empresas&amp;rdquo;, disse Alencar Santana.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;A preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor produtivo n&amp;atilde;o &amp;eacute; impedir o debate, mas evitar uma mudan&amp;ccedil;a sem transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o adequada e sem considerar a realidade das empresas brasileiras&amp;quot;, afirmou Antonio Deliza Neto, vice-presidente da FecomercioSP, presidente do Conselho do Com&amp;eacute;rcio Varejista (CCV) da Entidade e presidente do Sincomercio Araraquara.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A reuni&amp;atilde;o integrou a agenda de articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o da FecomercioSP no Congresso Nacional para acompanhar a tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da PEC 6x1 e defender ajustes considerados fundamentais para reduzir impactos econ&amp;ocirc;micos sobre os setores produtivos.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 15 May 2026 16:22:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP leva propostas ao relator da PEC 6x1 e amplia articulação sobre o texto da Comissão Especial]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-leva-propostas-ao-relator-da-pec-6x1-e-amplia-articulacao-sobre-o-texto-da-comissao-especial</link><description>&lt;![CDATA[Encontro em Brasília reuniu entidades empresariais e discutiu mecanismos de flexibilização, negociação coletiva e transição para os setores produtivos]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o do relat&amp;oacute;rio da PEC 6x1 entrou em uma fase mais sens&amp;iacute;vel das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es pol&amp;iacute;ticas no Congresso Nacional. Com a discuss&amp;atilde;o deixando o campo das manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas e avan&amp;ccedil;ando sobre os poss&amp;iacute;veis formatos do texto, entidades empresariais intensificaram, nos &amp;uacute;ltimos dias, o di&amp;aacute;logo com parlamentares envolvidos diretamente na tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da proposta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Foi nesse contexto que a &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;participou, na &amp;uacute;ltima ter&amp;ccedil;a-feira (12), de reuni&amp;atilde;o com &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-discute-com-o-relator-da-pec-6x1-e-outros-parlamentares-propostas-para-o-relatorio-da-comissao-especial"&gt;o deputado federal Leo Prates (Republicanos/BA), relator da Comiss&amp;atilde;o Especial da PEC 6x1&lt;/a&gt; na C&amp;acirc;mara dos Deputados. O encontro reuniu representantes de entidades nacionais ligadas ao com&amp;eacute;rcio, ao varejo, aos servi&amp;ccedil;os e &amp;agrave; alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o fora do lar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A agenda integrou &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/em-brasilia-fecomerciosp-apresenta-emendas-e-alerta-para-impactos-economicos-da-pec-6x1"&gt;a mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o que a FecomercioSP vem realizando em Bras&amp;iacute;lia&lt;/a&gt; para acompanhar a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o do relat&amp;oacute;rio e defender mecanismos que reduzam impactos econ&amp;ocirc;micos e operacionais sobre os setores produtivos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/34432b46bd704b30006c911c5a047580ec2f7fba.JPG" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pontos sens&amp;iacute;veis&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reuni&amp;atilde;o, representantes da Entidade apresentaram as emendas defendidas pela Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e refor&amp;ccedil;aram a necessidade de preservar a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva como instrumento para adaptar escalas e jornadas &amp;agrave;s diferentes realidades econ&amp;ocirc;micas e operacionais das empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao longo da conversa, o parlamentar sinalizou a busca por solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es que permitam mais flexibilidade para diferentes segmentos econ&amp;ocirc;micos e indicou que parte das regulamenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es poder&amp;aacute; ser, posteriormente, discutida por meio de Projeto de Lei (PL), permitindo tratamento mais espec&amp;iacute;fico para determinados setores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A discuss&amp;atilde;o abordou temas como per&amp;iacute;odos de transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, funcionamento de pequenas empresas, modelos de compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jornada, atividades com atendimento cont&amp;iacute;nuo e reflexos sobre trabalhadores comissionados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Representantes empresariais destacaram que atividades como com&amp;eacute;rcio, turismo, bares, restaurantes e servi&amp;ccedil;os operam com din&amp;acirc;micas distintas, muitas vezes dependentes de sazonalidade, funcionamento aos fins de semana e equipes reduzidas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP tamb&amp;eacute;m salientou que o debate sobre redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada precisa considerar os efeitos econ&amp;ocirc;micos e operacionais da medida, sobretudo para Micro e Pequenas Empresas (PMEs), respons&amp;aacute;veis por grande parte da gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empregos no Pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 15 May 2026 11:49:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP discute com o relator da PEC 6x1 e outros parlamentares propostas para o relatório da Comissão Especial]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-discute-com-o-relator-da-pec-6x1-e-outros-parlamentares-propostas-para-o-relatorio-da-comissao-especial</link><description>&lt;![CDATA[Comitiva da Entidade apresenta emendas a deputados, acompanhou debates na Câmara e reafirma defesa da negociação coletiva, da flexibilização setorial e de mecanismos de transição para os setores produtivos]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; intensificou a agenda de articulação política em Brasília em torno da PEC 6x1. Em um &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/em-brasilia-fecomerciosp-apresenta-emendas-e-alerta-para-impactos-economicos-da-pec-6x1"&gt;segundo dia consecutivo de reuniões no Congresso Nacional&lt;/a&gt;, a Entidade ampliou o diálogo com parlamentares, acompanhou audiências públicas na Câmara dos Deputados e avançou na discussão de propostas consideradas prioritárias pelo setor produtivo para reduzir os impactos econômicos da redução da jornada de trabalho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A mobilização reuniu presidentes de Sindicatos Patronais de diferentes regiões do Estado paulista e representantes de setores ligados ao Comércio, aos Serviços e ao Turismo. Ao longo do dia, a comitiva reforçou aos parlamentares a defesa das emendas apresentadas pela Federação, especialmente aquelas relacionadas à prevalência da negociação coletiva, à flexibilização setorial e à criação de mecanismos de transição para Micro e Pequenas Empresas (MPEs).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As agendas ocorreram em um momento considerado decisivo para a tramitação da proposta na Câmara. Além das discussões técnicas, os encontros revelaram uma preocupação crescente de parlamentares e representantes empresariais com os impactos econômicos, operacionais e sociais da medida sobre empresas, empregos e prestação de serviços.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Flexibilidade setorial&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A comitiva da FecomercioSP participou de reunião com o deputado Leo Prates (Republicanos/BA), relator da Comissão Especial da PEC 6x1, em encontro que reuniu entidades empresariais nacionais ligadas a varejo, comércio, serviços e alimentação fora do lar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a conversa, representantes da Federação apresentaram as emendas defendidas pela Entidade e reafirmaram a necessidade de preservar a negociação coletiva como instrumento de adaptação das jornadas às diferentes realidades econômicas e operacionais dos setores produtivos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O encontro também abordou temas como escalas diferenciadas, jornadas específicas, transição gradual, reflexos sobre trabalhadores comissionados e preservação das convenções coletivas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Prates sinalizou a busca por soluções que preservem mais flexibilidade a diferentes segmentos econômicos e confirmou que parte das regulamentações poderá ser discutida posteriormente por meio de Projeto de Lei (PL).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reunião, empresários e representantes do setor produtivo alertaram para os efeitos da proposta sobre pequenos estabelecimentos, especialmente aqueles com equipes reduzidas e funcionamento contínuo, como bares, restaurantes, farmácias, comércio de rua e serviços essenciais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Negociação coletiva&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em reunião com o deputado Gilberto Nascimento (Podemos/SP), presidente da Frente Parlamentar Evangélica, a comitiva da FecomercioSP apresentou formalmente o pedido de apoio às emendas elaboradas pela Federação para a PEC 6x1.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Leandro Almeida, assessor jurídico da Entidade, destacou que a principal preocupação da Federação é garantir segurança jurídica e preservar a autonomia das negociações entre empregadores e trabalhadores. “Caso a proposta avance, é fundamental que a negociação coletiva permaneça como instrumento para adaptar jornadas e escalas às realidades de cada setor”, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Entidade também defendeu tratamento diferenciado às empresas enquadradas no Simples Nacional, além de medidas compensatórias capazes de reduzir o impacto financeiro sobre pequenos negócios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante o encontro, Fábio Pina, assessor econômico da FecomercioSP, voltou a apresentar os estudos elaborados pela Entidade sobre os efeitos econômicos da proposta. Segundo ele, a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais, sem diminuição salarial, pode elevar os custos das empresas entre &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fim-da-escala-6x1-custo-de-ate-r-610-bilhoes-na-folha-penalizara-quem-mais-gera-empregos?%2Fnoticia%2Ffim-da-escala-6x1-custo-de-ate-r-610-bilhoes-na-folha-penalizara-quem-mais-gera-empregos="&gt;7% e 8%, o equivalente a cerca de R$ 160 bilhões por ano&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“O empresário que conseguir absorver esse custo vai repassá-lo aos preços. Quem não conseguir vai reduzir operação, fechar ou migrar para a informalidade”, alertou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O deputado Nascimento afirmou que pretende analisar as propostas apresentadas pela FecomercioSP e reconheceu a importância da participação das entidades empresariais no debate da PEC.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A comitiva também se reuniu com o deputado Hildo Rocha (MDB/MA), integrante da Comissão Especial da PEC 6x1. Durante o encontro, representantes da Federação ressaltaram preocupações relacionadas aos efeitos da proposta sobre o setor produtivo e apresentaram as emendas defendidas pela Entidade, com foco na preservação da negociação coletiva, na flexibilização setorial e na proteção aos pequenos negócios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao longo da agenda em Brasília, representantes da FecomercioSP também estiveram com o deputado Sanderson (PL-RS) e com a deputada Bia Kicis (PL-DF). Nos encontros, a Entidade apresentou as emendas defendidas pela Federação e reforçou preocupações relacionadas aos impactos da proposta sobre empresas, empregos e pequenos negócios, especialmente nos setores de comércio e serviços.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Debate ampliado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao longo do dia, a comitiva também acompanhou audiências públicas da Comissão Especial da PEC 6x1, que contaram com a participação do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante os debates, dirigentes da Federação entregaram ao ministro as propostas elaboradas pela FecomercioSP e apontaram a necessidade de uma discussão baseada em dados técnicos e na realidade operacional das empresas brasileiras.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Federação também voltou a defender que mudanças estruturais dessa dimensão exijam períodos de adaptação mais longos, especialmente para pequenos negócios, que concentram grande parte da geração de empregos no País.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A mobilização em Brasília faz parte da estratégia da FecomercioSP de acompanhar a tramitação da PEC e ampliar o diálogo com parlamentares para defender ajustes que reduzam impactos econômicos e preservem a competitividade das empresas brasileiras.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 14 May 2026 14:24:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Em Brasília, FecomercioSP apresenta emendas e alerta para impactos econômicos da PEC 6x1]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/em-brasilia-fecomerciosp-apresenta-emendas-e-alerta-para-impactos-economicos-da-pec-6x1</link><description>&lt;![CDATA[Comitiva da Entidade participou de reuniões no Congresso e apresentou dados sobre os efeitos da proposta para empresas, empregos e pequenos negócios]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; deu continuidade à agenda de mobilização no Congresso Nacional em torno das propostas que tratam da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6x1. A ação, &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/hugo-motta-ouve-demandas-da-fecomerciosp-sobre-fim-da-escala-6x1-1"&gt;que já havia reunido lideranças empresariais em Brasília na semana passada&lt;/a&gt;, teve como foco ampliar o diálogo com parlamentares, apresentar dados técnicos e buscar apoio às emendas elaboradas e defendidas pela Federação na Comissão Especial da Câmara dos Deputados.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As propostas apresentadas pela Entidade têm como eixo a preservação da negociação coletiva, a segurança jurídica e a diferenciação setorial. A FecomercioSP defende que eventuais mudanças na jornada considerem as realidades operacionais de cada atividade, além de mecanismos de compensação econômica e tratamento diferenciado às Micro e Pequenas Empresas (MPEs).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A comitiva foi formada por presidentes de Sindicatos Patronais de diferentes segmentos do Comércio de bens, serviços e turismo. A diversidade dos setores representados reforçou um dos principais argumentos levados aos parlamentares: regras uniformes podem produzir efeitos distintos sobre atividades com dinâmicas próprias de funcionamento.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Articulação política&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em reunião com o senador Laercio Oliveira (PP/SE), os representantes da FecomercioSP apresentaram preocupações sobre as consequências da proposta para empresas, empregos e organização das escalas de trabalho. Durante o encontro, a Entidade também apresentou as emendas protocoladas na Comissão Especial da PEC 6x1.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fabio Pina, assessor econômico da Federação, destacou estudos da Entidade que apontam aumento imediato de cerca de 10% nos custos das empresas apenas com a redução da carga horária de 44 para 40 horas semanais, sem diminuição salarial.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo os cálculos apresentados, o reflexo mínimo &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/custo-do-trabalho-aumentaria-22-com-fim-da-escala-6x1-ajustes-das-convencoes-variam-de-1-a-3"&gt;estimado seria de R$ 160 bilhões por ano na economia brasileira&lt;/a&gt;&lt;a id="_anchor_1" href="applewebdata://76C0A929-4A36-4DB1-934F-D76EA271121A#_msocom_1" language="JavaScript" name="_msoanchor_1"&gt;&lt;/a&gt;. Para Pina, essa despesa ampliaria o chamado Custo Brasil, com reflexos sobre preços, competitividade, formalização e manutenção de postos de trabalho. “Duas coisas vão acontecer: aumento de preços e redução dos postos de trabalho. Exatamente o oposto do que a medida diz fazer aos empregados”, afirmou.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Oliveira defendeu que o País priorize produtividade, desenvolvimento econômico e geração de renda. O parlamentar ainda elogiou a atuação da Federação em Brasília. “A gente precisa que os empresários estejam aqui, de gabinete em gabinete, se apresentando, explicando o porquê e pedindo apoio”, afirmou. “O que a FecomercioSP está fazendo é resgatando essa luta.”&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Debate técnico&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A comitiva também participou de reunião com o deputado Alencar Santana (PT/SP), presidente da Comissão Especial da PEC 6x1, ao lado de outras entidades do setor produtivo. O encontro tratou de pontos como prazo de transição, compensações econômicas, flexibilização das escalas e prevalência das negociações coletivas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a conversa, representantes empresariais ressaltaram a defesa das emendas propostas pela FecomercioSP, especialmente as relacionadas à centralidade dos acordos coletivos e à possibilidade de adaptação das regras conforme as especificidades de cada setor.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os representantes do setor produtivo ainda enfatizaram que a preocupação central não é impedir o debate, mas evitar uma mudança abrupta, sem transição adequada e sem mecanismos que considerem as particularidades das atividades econômicas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cenário econômico&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na audiência pública da Comissão Especial da Câmara dos Deputados, com participação de Dario Durigan, do Ministério da Fazenda, Pina voltou a apresentar os dados econômicos da FecomercioSP. Ele afirmou que o impacto estimado equivale a cerca de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB), valor próximo ao crescimento médio anual do País nas últimas décadas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pina ainda advertiu para os reflexos da proposta sobre competitividade, investimentos e geração de empregos. Segundo ele, o Brasil não pode ampliar custos em um cenário de perda de competitividade internacional. “Nós estamos expulsando empresário e consumidor para o Paraguai”, afirmou durante a audiência.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o assessor econômico, a legislação atual já permite a adoção de jornadas menores quando há viabilidade e negociação entre as partes. O problema, segundo ele, está na imposição de um modelo único. “O problema é quando a lei vai tirar a opção ou a necessidade de quem hoje trabalha com dois funcionários, um mercadinho, por exemplo”, disse.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pina alertou também para possíveis efeitos sobre pequenos negócios, em especial no Comércio e nos Serviços, setores &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/extincao-da-escala-6x1-ameaca-folha-precos-e-empregos-no-turismo"&gt;em que a escala de atendimento é parte essencial da operação&lt;/a&gt;. Segundo ele, empresas que conseguirem absorver o aumento de custos devem repassá-lo aos preços. Já aquelas sem margem financeira poderão reduzir atividades, demitir ou migrar para a informalidade.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Agenda empresarial&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A agenda do dia terminou com participação da comitiva em encontro da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE), conduzido pelo deputado Joaquim Passarinho (PL/PA). O evento reuniu parlamentares, representantes do setor produtivo e dirigentes da FecomercioSP para discutir os desdobramentos da PEC 6x1, além de temas relacionados a ambiente de negócios, competitividade e Simples Nacional.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reunião, a equipe técnica e empresários do setor voltaram a defender a prevalência da negociação coletiva e alertou para os efeitos do aumento de custos sobre empresas e empregos. Passarinho também salientou a importância da mobilização empresarial junto aos parlamentares durante a tramitação da proposta no Congresso.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 13 May 2026 10:06:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP propõe emendas à Câmara pedindo centralidade da negociação coletiva em PECs de redução da jornada]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-propoe-emendas-a-camara-pedindo-centralidade-da-negociacao-coletiva-em-pecs-de-reducao-da-jornada</link><description>&lt;![CDATA[Entidade também defende que lei que muda a jornada atual de trabalho considere regras sobre adaptação da remuneração e mecanismo de compensação econômica às empresas ]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Dar centralidade à negociação coletiva, com devidas adaptações de remuneração. Criar e manter um modelo de compensações às empresas, por parte do Estado, em razão do aumento do custo do trabalho decorrente da redução da jornada sem a devida contrapartida da produtividade. Reconhecer as diferenças entre os segmentos produtivos que permitam regimes diferenciados, delimitação da aplicação das novas regras a novos contratos e, ainda, proteger Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs) brasileiras. São esses os princípios das emendas sugeridas pela &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; à Comissão Especial da Redução da Jornada, que está reunida desde o início do mês na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As emendas entram no rol de duas Propostas de Emenda à Constituição (PECs) que estão na mesa da comissão: a 8/2025, da deputada Erika Hilton (Psol/SP) e a 221/2019, do deputado Reginaldo Lopes (PT/MG). &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As propostas são fruto da presença de várias lideranças empresariais da Federação na capital federal, nos últimos dias, para sensibilizar os parlamentares sobre os efeitos adversos com a possível redução da atual jornada legal de trabalho. Nessas conversas — nos gabinetes de representantes como Adriana Ventura (Novo/SP), Lucas Redecker (PSD/RS), Luiz Gastão (PSD/CE) e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos/PB) —, foram apontadas questões como o aumento dos custos da hora trabalhada, da baixa produtividade brasileira, da possibilidade de queda na geração de empregos, dos efeitos sobre o Produto Interno Bruto (PIB) e da perda de competitividade dos negócios nacionais. Nesta semana, outros líderes empresariais estarão novamente em Brasília para seguir dialogando no Congresso. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O argumento central das emendas é que reduzir a jornada laboral do País por imposição legal ou constitucional é uma forma equivocada de avançar nessa discussão. Ao contrário, tanto experiências internacionais e a realidade brasileira mostram que a negociação coletiva é a maneira mais adequada de promover ajustes nas dinâmicas do trabalho de forma sustentável e efetiva.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;PROPOSTAS DA FECOMERCIO-SP&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Federação e os Sindicatos Empresariais filiados que integraram as delegações ofereceram sugestões de emendas às PECs em tramitação na Câmara, em ritmo acelerado. A primeira garante a prevalência das convenções e dos acordos coletivos sobre qualquer lei relativa à organização da duração do trabalho. A ideia é que mudanças na jornada, nas escalas de trabalho e na remuneração sejam tratadas por meio desses instrumentos. Isso acontece porque, na leitura da FecomercioSP, não há uma solução única capaz de atender, de forma adequada, a todos os setores da economia. “A introdução de uma redução da jornada de maneira uniforme tende a produzir efeitos distintos — e, alguns casos, negativos — sobre o emprego e a atividade produtiva”, ressalta a Entidade. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outra proposta da Federação acrescenta que as mudanças de caráter remuneratório também precisam ser realizadas por meio de acordo coletivo, e não por alterações legais. Tendo em conta como a Reforma Trabalhista de 2017 deu ênfase a esse mecanismo, o objetivo é manter a segurança e evitar distorções entre segmentos produtivos distintos entre si. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como resultado da conversa com Motta, na semana passada, em Brasília, uma outra solicitação fundamental é que o governo crie medidas de compensação econômica às empresas como forma de preservar empregos e a atividade em si, visto que as mudanças propostas pelas PECs não consideram o fator produtividade, ponto decisivo para o equilíbrio de mudanças dessa ordem. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um estudo da FecomercioSP — que, inclusive, balizou os debates recentes em torno das PECs — mostra que a elevação nos custos da folha de pagamentos, em uma eventual redução das atuais 44 horas semanais para 40 horas (como propõe o PL) seria de R$ 158 bilhões por ano. Esses dados foram repercutidos em jornais do exterior, inclusive como &lt;a href="https://www.ft.com/content/5abfe8ba-6ebf-498a-b37f-cad0b369f3c4"&gt;uma reportagem do&amp;nbsp;Financial Times&lt;em&gt;,&amp;nbsp;&lt;/em&gt;da Inglaterra&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;De acordo com a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), 62% da força&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;de trabalho celetista atua na faixa entre 40 e 44 horas semanais. Nas atividades intensivas de uso de mão de obra, como o Comércio, a Logística e a Construção, o modelo de 44 horas é um padrão dominante, em que a execução das tarefas depende de uma presença simultânea de trabalhadores organizados em turnos. É por isso que esses setores seriam os mais prejudicados pelas propostas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sobre os ajustes propostos, a FecomercioSP sustenta que “A medida estabelece um mínimo de responsabilidade na sua implementação, além de condicionar a criação de instrumentos que evitem impactos negativos amplos ao emprego e à atividade econômica”.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Numa quarta proposta de emenda, também se reforça a centralidade da negociação coletiva, propondo que uma eventual lei para redução da jornada considere os regimes diferenciados das várias atividades do setor produtivo. Esses regimes podem ser regrados pelas negociações, levando em conta que, enquanto alguns deles têm variação de demanda, outros atuam com operação contínua. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na leitura da FecomercioSP, se as PECs forem aprovadas como propostas, a estimativa é que perto de 1,2 milhão de empregos sejam eliminados no primeiro ano após a entrada em vigor da lei.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por fim, a Federação pede que as mudanças na jornada considerem os impactos sobre as MPMEs, que dão a tônica do País. A ideia é que a lei estabeleça regimes diferenciados, sobretudo em relação a encargos tributários sobre as folhas de pagamento, para garantir que essas empresas não percam competitividade. “Trata-se de uma medida de equilíbrio, voltada para a preservação da atividade econômica e dos empregos gerados por esse segmento.”&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Entidade tem atuado no Parlamento para a sensibilização acerca da necessidade um diálogo justo e equilibrado sobre a medida, bem como é signatária do Manifesto pela Modernização da Jornada de Trabalho no Brasil, ao lado de uma centena de representantes do setor produtivo. O documento elenca quatro prioridades: preservação dos empregos formais; produtividade na base do desenvolvimento social e sustentabilidade econômica; diferenciação por setor e negociação coletiva para ajustes de jornadas e salários; e promoção de debates técnicos aprofundados sobre essa mudança estrutural.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 12 May 2026 08:58:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Insegurança jurídica afeta o emprego]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/inseguranca-juridica-afeta-o-emprego</link><description>&lt;![CDATA[Estudo da FecomercioSP mostra que o maior risco para o mercado de trabalho no Brasil não é a inteligência artificial, mas a incerteza dos empresários na hora de contratar&#13;
]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;&lt;em&gt;Editorial do jornal O Estado de S. Paulo publicado em 11 de maio de 2026.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;a href="https://www.estadao.com.br/opiniao/inseguranca-juridica-afeta-o-emprego/?srsltid=AfmBOoqWwd61q9VQVjK-O3ECMscctvy5x76qbfz1m9gFMK1zsTWNtTb2" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;&lt;em&gt;Acesse aqui!&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="https://fecomercio.com.br/upload/file/2026/04/13/o_mundo_do_trabalho_na_era_dos_algoritmos.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Uma colet&amp;acirc;nea de artigos publicada pela Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, sob a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do professor de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Trabalho da Faculdade de Economia, Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Contabilidade e Atu&amp;aacute;ria da Universidade de S&amp;atilde;o Paulo (FEA-USP) e colunista do Estad&amp;atilde;o, Jos&amp;eacute; Pastore, apresentou um diagn&amp;oacute;stico preocupante, mas n&amp;atilde;o surpreendente, sobre as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho no Brasil: o maior risco para o emprego n&amp;atilde;o &amp;eacute; a intelig&amp;ecirc;ncia artificial (IA), mas a incerteza ao contratar.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Uma leitura apressada do mercado de trabalho atual pode levar a interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es e previs&amp;otilde;es equivocadas sobre os potenciais impactos da automa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de atividades antes feitas pelos trabalhadores e que j&amp;aacute; podem ser desempenhadas pela IA. Em que pese o medo em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao futuro, estudos j&amp;aacute; indicam que os avan&amp;ccedil;os tecnol&amp;oacute;gicos n&amp;atilde;o v&amp;atilde;o exterminar empregos, mas sim produzir novas frentes de atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o humana.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Uma s&amp;eacute;rie de atividades j&amp;aacute; &amp;eacute; organizada, ordenada e executada por algoritmos. Como bem escreveu Pastore na colet&amp;acirc;nea O Mundo do Trabalho na Era dos Algoritmos, &amp;ldquo;os algoritmos j&amp;aacute; assumem fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es tradicionalmente exercidas por gestores humanos, como o controle e a governan&amp;ccedil;a das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho&amp;rdquo;. Mas n&amp;atilde;o s&amp;oacute;: os algoritmos organizam processos de log&amp;iacute;stica, compras e o trabalho de algumas categorias, como motoristas e entregadores.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Esse &amp;eacute; um caminho sem volta. Lutar contra essa realidade que se imp&amp;otilde;e no mercado de trabalho &amp;eacute;, digamos assim, um &amp;ldquo;neoludismo&amp;rdquo;. E h&amp;aacute; quem enfrente essa peleja fazendo uma ferrenha oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s novas formas de organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do modo produtivo: no caso do Brasil, os l&amp;iacute;deres ludistas est&amp;atilde;o na Justi&amp;ccedil;a do Trabalho.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Prova disso &amp;eacute; a reiterada insist&amp;ecirc;ncia dos magistrados trabalhistas de reconhecer o v&amp;iacute;nculo de emprego, aquele previsto na Consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Leis do Trabalho (CLT), entre os trabalhadores de aplicativos, como motoristas e entregadores, e as plataformas digitais. Como afirmou Pastore em artigo, esse embate &amp;eacute; &amp;ldquo;um campo dos mais controvertidos, gerando um enorme volume de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es trabalhistas que questionam o car&amp;aacute;ter aut&amp;ocirc;nomo de muitas atividades realizadas por meio de plataformas digitais baseadas na a&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos algoritmos&amp;rdquo;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;N&amp;atilde;o &amp;agrave; toa, as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es judiciais atingiram um patamar nunca antes visto desde a reforma trabalhista do governo Michel Temer, em 2017. Um dos grandes feitos das mudan&amp;ccedil;as na CLT foi a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o no n&amp;uacute;mero de novos processos: o objetivo era combater a litig&amp;acirc;ncia aventureira, em que demandas infundadas eram levadas &amp;agrave; Justi&amp;ccedil;a do Trabalho em raz&amp;atilde;o da certeza de impunidade. Mas, com a reforma, passou-se a cobrar o pagamento dos honor&amp;aacute;rios sucumbenciais dos derrotados para fre&amp;aacute;-la.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ocorre que, desde ent&amp;atilde;o, decis&amp;otilde;es do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do Supremo Tribunal Federal (STF) afrouxaram as regras. O retrocesso &amp;eacute; atestado pelas estat&amp;iacute;sticas: o n&amp;uacute;mero de novas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es, que havia ca&amp;iacute;do para 1,7 milh&amp;atilde;o em 2018, voltou a subir, chegando a 2,3 milh&amp;otilde;es no ano passado. E, n&amp;atilde;o menos importante, o volume de recursos pagos pelas empresas aos trabalhadores alcan&amp;ccedil;ou a marca in&amp;eacute;dita de R$ 50 bilh&amp;otilde;es.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Tudo isso &amp;eacute; resultado de uma sanha protetiva, muito bem conceituada como &amp;ldquo;efeito bumerangue&amp;rdquo; pela professora de Direito e Economia do Insper Luciana Yeung num dos artigos da colet&amp;acirc;nea. Ou seja, interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es criadas com o objetivo de superproteger os trabalhadores viram-se contra eles mesmos. E, como explicou Yeung, empregar vira uma aposta judicial &amp;ndash; de alto risco, convenhamos &amp;ndash;, e n&amp;atilde;o apenas uma decis&amp;atilde;o produtiva.&lt;br&gt;&lt;br&gt;N&amp;atilde;o h&amp;aacute; ambiente de neg&amp;oacute;cios que prospere com tanta imprevisibilidade. A inseguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica &amp;eacute;, portanto, um dos principais entraves para o desenvolvimento econ&amp;ocirc;mico do Brasil. Suas consequ&amp;ecirc;ncias s&amp;atilde;o delet&amp;eacute;rias: apesar da baixa taxa de desemprego, o Pa&amp;iacute;s amarga alta informalidade e baixa produtividade.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A falta de clareza nas regras do jogo &amp;ndash; ou seja, ao contratar, seja um trabalhador, seja um prestador de servi&amp;ccedil;os &amp;ndash; e a elasticidade da jurisprud&amp;ecirc;ncia constitucional e trabalhista empurraram o Brasil para uma armadilha. Ser&amp;aacute; necess&amp;aacute;ria muita vontade pol&amp;iacute;tica, como na reforma trabalhista de Temer, para tirar o Pa&amp;iacute;s do atoleiro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://fecomercio.com.br/upload/file/2026/04/13/o_mundo_do_trabalho_na_era_dos_algoritmos.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer" style='margin: 0px auto 40px; padding: 9px 17px; border: 0px rgb(45, 114, 187); font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-width: inherit; font-size: 14px; line-height: 25px; font-size-adjust: inherit; font-kerning: inherit; font-variant-alternates: inherit; font-variant-ligatures: inherit; font-variant-numeric: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-position: inherit; font-variant-emoji: inherit; font-feature-settings: inherit; font-optical-sizing: inherit; font-variation-settings: inherit; vertical-align: baseline; text-decoration: none; list-style: none; font-family: "Open Sans", sans-serif; font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 255); outline: medium; display: block; background: rgb(45, 114, 187); width: fit-content; cursor: pointer; border-radius: 50px; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px;' id="isPasted" class="botao"&gt;Acesse: O MUNDO DO TRABALHO NA ERA DOS ALGORITMOS&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 11 May 2026 10:04:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Redução de jornada vai afetar o caixa das prefeituras]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/reducao-de-jornada-vai-afetar-o-caixa-das-prefeituras</link><description>&lt;![CDATA[FecomercioSP alerta prefeitos sobre o impacto da medida sobre as contas municipais ]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Se forem aprovadas como estão, &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/desemprego-e-aumento-do-custo-de-vida-sao-efeitos-nocivos-do-fim-da-escala-6x1-afirma-lucas-redecker" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;as propostas de redução de jornada e escala de trabalho&lt;/a&gt; em tramitação no Congresso vão afetar diretamente os contratos de empresas terceirizadas nos municípios. Na avaliação da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, como prefeituras dependem amplamente de serviços essenciais terceirizados, como os de zeladoria urbana e transporte, o custo trabalhista das empresas contratadas tende a aumentar. Essa diferença recairá sobre os contratos sem nenhuma previsão de repasse ou compensação por parte do governo federal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por isso, a FecomercioSP intensificou a articulação com os prefeitos paulistas para alertar sobre os desdobramentos financeiros dessas medidas. Em reunião com o presidente da &lt;a href="https://apaulista.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Associação Paulista de Municípios (APM)&lt;/a&gt;, Frederico Guidoni Scaranello, na última segunda-feira (4), a Entidade salientou &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fim-da-escala-6x1-custo-de-ate-r-610-bilhoes-na-folha-penalizara-quem-mais-gera-empregos" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;o reflexo bilionário nas contas públicas e o custo inviável ao setor produtivo&lt;/a&gt; — sobretudo os pequenos negócios. O objetivo é ampliar a sensibilização sobre os deputados e senadores, uma vez que a mudança pesará para os estabelecimentos que empregam e, inclusive, prestam serviços aos municípios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Uma redução obrigatória da jornada vai aumentar os custos de operação. Isso acaba sendo repassado em preços mais altos, menos empregos e informalidade. A conta não fecha. Apostamos na força dos prefeitos para melhorar o rumo das propostas”, afirmou o &lt;a href="https://www.instagram.com/ivodallacqua.oficial/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;presidente em exercício da Entidade, Ivo Dall’Acqua Júnior&lt;/a&gt;. Para as cidades, o efeito é imediato. Haverá aumento de despesas e pressão sobre a folha de pagamento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O aumento da folha (direta ou indiretamente) pressiona os limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O prefeito que não conseguir equilibrar esse impacto para o orçamento pode sofrer consequências legais. A responsabilidade recai sobre a gestão municipal, mesmo que a origem do problema seja uma decisão federal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Empregos e serviços em jogo&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre os pontos mais sensíveis, está a combinação entre redução de jornada e criação de novos pisos salariais, que pode gerar impacto estimado de R$ 7,58 bilhões para determinados setores, segundo cálculos da FecomercioSP.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Somando tudo, dá mais do que o Fundo de Participação dos Municípios de um ano de muitas cidades. É um impacto insustentável para as prefeituras”, concordou o presidente da APM.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para apoiar mais engajamento dos municípios paulistas, a FecomercioSP deve intensificar ações conjuntas com a APM, Sindicatos Empresariais e parlamentares. A estratégia envolverá cooperação técnica e colaboração, campanhas de comunicação, produção de estudos regionalizados e participação em debates nacionais. O objetivo é consolidar uma frente ampla, com base municipal, capaz de influenciar decisões no Congresso.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 08 May 2026 09:26:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Desemprego e aumento do custo de vida são efeitos nocivos do fim da escala 6x1, afirma Lucas Redecker]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/desemprego-e-aumento-do-custo-de-vida-sao-efeitos-nocivos-do-fim-da-escala-6x1-afirma-lucas-redecker</link><description>&lt;![CDATA[Deputado gaúcho recebeu empresariado liderado pela FecomercioSP no gabinete do PSD, em Brasília]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O deputado federal Lucas Redecker (PSD-RS) apontou, a um grupo de l&amp;iacute;deres empresariais encabe&amp;ccedil;ados pela Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP), que, embora a perspectiva seja de aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do projeto que reduz a jornada de trabalho no Brasil &amp;ndash; de 44 para 40 horas semanais &amp;ndash;, h&amp;aacute; espa&amp;ccedil;o para discutir uma transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o justa.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Redecker conversou com o empresariado no gabinete do partido na C&amp;acirc;mara dos Deputados, em Bras&amp;iacute;lia, nesta quarta-feira (6). &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;N&amp;atilde;o h&amp;aacute; d&amp;uacute;vidas que reduzir a jornada &amp;eacute; bom para o trabalhador, mas qual ser&amp;aacute; o impacto disso para o pr&amp;oacute;prio trabalhador? O custo de vida dele vai aumentar e o risco de que ele fique desempregado tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; grande&amp;rdquo;, disse ele.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;&amp;Eacute; por isso que estamos lutando por uma transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o justa, com compensa&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao empresariado pela manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos empregos, porque muitas empresas ficar&amp;atilde;o sem margens para se adaptar. &amp;Eacute; preciso ter um consenso, mas, antes disso, n&amp;oacute;s buscamos equil&amp;iacute;brio&amp;rdquo;, continuou. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Redecker afirmou ainda que as compensa&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Uni&amp;atilde;o ao aumento dos custos do trabalho s&amp;atilde;o a &amp;uacute;nica forma de &amp;ldquo;manter a porta de quem emprega aberta&amp;rdquo;. Um estudo da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ndash; que, inclusive, balizou os debates recentes em torno da PEC &amp;ndash; mostra que a alta nos custos da folha de pagamentos, em uma eventual redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das atuais 44 horas semanais para 40 horas, como prop&amp;otilde;e o texto, seria de R$ 158 bilh&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os dados da Entidade d&amp;atilde;o conta de uma eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cerca de 22% no custo da hora trabalhada &amp;ndash; muito acima da m&amp;eacute;dia de 1% a 3% nos reajustes anuais reais (para al&amp;eacute;m da infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o) das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es coletivas. Uma eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o abrupta desse custo, sem melhora consequente da produtividade &amp;ndash; haveria retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 18% na carga semanal de trabalho &amp;ndash; seria invi&amp;aacute;vel &amp;agrave;s empresas, sobretudo &amp;agrave;s Micro, Pequenas e M&amp;eacute;dias (MPEs).&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 07 May 2026 16:11:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item></channel></rss>
