<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[Negócios - FecomercioSP]]</title><link>http://fecomercio.com.br/negocios</link><description>&lt;![CDATA[A]]</description><lastBuildDate>Mon, 20 Apr 2026 09:29:22 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[Negócios - FecomercioSP]]</title><link>http://fecomercio.com.br/negocios</link><url>http://fecomercio.com.br/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><category>&lt;![CDATA[Negócios]]</category><item><title>&lt;![CDATA[Fim da escala 6x1: custo de até R$ 610 bilhões na folha penalizará quem mais gera empregos]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/fim-da-escala-6x1-custo-de-ate-r-610-bilhoes-na-folha-penalizara-quem-mais-gera-empregos</link><description>&lt;![CDATA[Em reunião com parlamentares, Conselho do Comércio Atacadista da FecomercioSP alerta que pequenos negócios terão pouca capacidade de absorver aumento de 22% na hora trabalhada]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A proposta de redução da jornada de trabalho surge em um momento inadequado, com pouco espaço para aprofundar o debate antes de qualquer avanço. Nas palavras do deputado federal Gilberto Nascimento (Podemos/SP), o que mais preocupa é a tentativa de acelerar uma discussão que afeta diretamente quem paga a conta. “Não dá para votar um tema dessa magnitude sem ouvir o setor produtivo. É um assunto que exige maturidade e participação ampla”, advertiu, durante reunião do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-do-comercio-atacadista"&gt;Conselho do Comércio Atacadista&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, realizada n última terça-feira (14).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Federação tem atuado intensamente no Congresso Nacional, ao lado do setor produtivo, para tentar mudar o rumo da discussão.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;A reunião do conselho foi mais uma oportunidade de juntar um núcleo de lideranças empresariais, representantes sindicais e parlamentares para buscar equilíbrio, evitar uma votação açodada e sensibilizar autoridades públicas. A reunião também contou com a presença da vereadora paulistana Cris Monteiro (Novo/SP).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A proposta em debate prevê a redução da jornada semanal para 36 horas, distribuídas em quatro dias, mediante alteração constitucional. Pelos cálculos apresentados, essa mudança pode elevar o custo da hora trabalhada em mais de 22%, mesmo com redução de 18,2% na carga horária.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O deputado Nascimento também destacou que propostas com forte apelo popular, &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/escala-6x1-e-jornada-de-trabalho-o-que-esta-em-discussao-no-brasil?%2Fnoticia%2Fescala-6x1-e-jornada-de-trabalho-o-que-esta-em-discussao-no-brasil="&gt;como a redução da jornada com manutenção de renda&lt;/a&gt;, tendem a ganhar apoio rápido, mas precisam ser analisadas com responsabilidade. “É um discurso fácil de aceitar, mas difícil de sustentar na prática”, complementou.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo a vereadora Cris, é fundamental pensar nos efeitos sobre os pequenos negócios. “Tenho olhado com cuidado para a dor do pequeno empresário. Medidas que aumentem custos podem empurrar parte da atividade para a informalidade. A conta chega, e quem produz precisa ser valorizado”, disse. Para ela, a construção técnica de uma solução não pode abrir mão das políticas baseadas em evidências e da participação social. “Quando sociedade civil e Poder Público caminham juntos, o resultado aparece”, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A análise técnica que a FecomercioSP tem levado à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara é de que&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/custo-do-trabalho-aumentaria-22-com-fim-da-escala-6x1-ajustes-das-convencoes-variam-de-1-a-3?%2Fnoticia%2Fcusto-do-trabalho-aumentaria-22-com-fim-da-escala-6x1-ajustes-das-convencoes-variam-de-1-a-3="&gt;haverá um custo de R$ 158 bilhões sobre a folha de pagamentos&lt;/a&gt; de empresas do País caso o projeto de reduzir a jornada legal de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas vá adiante. Esse montante seria ainda maior (de&amp;nbsp;R$&amp;nbsp;610 bilhões) se a proposta de diminuir a jornada para 36 horas semanais triunfar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os dados também indicam reflexos macroeconômicos preocupantes, como a queda de até 6% no Produto Interno Bruto (PIB) e a redução de 1,2 milhão de postos de trabalho, além de reflexos diretos sobre&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/extincao-da-escala-6x1-ameaca-folha-precos-e-empregos-no-turismo"&gt;setores intensivos em mão de obra, como Comércio, Serviços e Turismo&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto sensível está na produtividade. Enquanto países desenvolvidos apresentam produção por hora acima de US$ 60, o Brasil ainda gira em torno de US$ 17, o que limita a capacidade de absorver mudanças estruturais sem efeitos colaterais. Essas nações realizaram mudanças na jornada e na carga horária de trabalho com cuidado, à medida que a produtividade avançava ao longo de décadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os indicadores foram apresentados pelos assessores econômicos Fabio Pina e Thiago Carvalho. Para o presidente do Conselho do Comércio Atacadista, Ronaldo Jamar Taboada, o diálogo institucional é determinante para que as preocupações do setor produtivo sejam ouvidas no Congresso. “A FecomercioSP segue aberta à construção conjunta de soluções. A presença de representantes do Legislativo qualifica o debate e aproxima as decisões da realidade de quem empreende”, concluiu.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 17 Apr 2026 13:57:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Atacado]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[‘Expresso MEI’: tire as dúvidas sobre as declarações do IRPF e da anual do MEI]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/expresso-mei-tire-as-duvidas-sobre-as-declaracoes-do-irpf-e-da-anual-do-mei</link><description>&lt;![CDATA[Afinal, o Microempreendedor Individual é obrigado a fazer os dois processos? Incertezas podem custar caro e impactar a saúde financeira do negócio]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Todo ano, os contribuintes s&amp;atilde;o obrigados a declarar o Imposto de Renda da Pessoa F&amp;iacute;sica (DIRPF), mas muitos Microempreendedores Individuais (MEIs) ainda n&amp;atilde;o sabem com clareza se precisam realizar o processo &amp;mdash; ainda mais que a obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o coincide, inclusive no mesmo m&amp;ecirc;s, com a entrega da Declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o Anual Simplificada para o MEI (DASN-SIMEI).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para sanar todas as d&amp;uacute;vidas, o boletim &lt;strong&gt;Expresso MEI&lt;/strong&gt; de abril explica todos os pontos das duas declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es para os empreendedores se programarem com anteced&amp;ecirc;ncia sem sofrer sustos. Afinal, os prazos finais para as entregas das declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es se aproximam: 29 de maio (DIRPF) e 30 de maio (DASN-SIMEI).&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/boletins/mei-precisa-declarar-imposto-de-renda-entenda-as-regras-para-2026/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Baixe gratuitamente o boletim Expresso MEI de abril&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de abril do boletim tamb&amp;eacute;m traz uma mat&amp;eacute;ria sobre crescimento sustent&amp;aacute;vel, que alerta para a necessidade de elaborar um planejamento s&amp;oacute;lido para as empresas n&amp;atilde;o transformarem o sucesso em pesadelo. Crescer &amp;eacute; o desejo de todos os empreendedores, por&amp;eacute;m aumentar as vendas significa, na mesma propor&amp;ccedil;&amp;atilde;o, elevar os gastos, al&amp;eacute;m de possivelmente ser enquadrado em um regime fiscal mais oneroso, entre outras mudan&amp;ccedil;as importantes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por fim, o assessor Alberto Borges de Carvalho Junior repercute &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/articulacoes-pela-atualizacao-do-simples-nacional-ganham-novo-impulso-no-congresso?%2Fnoticia%2Farticulacoes-pela-atualizacao-do-simples-nacional-ganham-novo-impulso-no-congresso=" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2021&lt;/a&gt;, que tramita em passo de urg&amp;ecirc;ncia na C&amp;acirc;mara dos Deputados. O projeto busca atualizar os valores de enquadramento do MEI e do Simples Nacional. Atualmente, o MEI pode faturar at&amp;eacute; R$ 81 mil por ano sem perder o direito &amp;agrave;s vantagens do regime, como a tributa&amp;ccedil;&amp;atilde;o reduzida e os benef&amp;iacute;cios previdenci&amp;aacute;rios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No entanto, enquanto n&amp;atilde;o for aprovado no Congresso e sancionado pelo presidente da Rep&amp;uacute;blica, o limite atual permanece valendo para o ano-calend&amp;aacute;rio de 2026.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/boletins/mei-precisa-declarar-imposto-de-renda-entenda-as-regras-para-2026/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Confira o boletim Expresso MEI completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 17 Apr 2026 11:18:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[MEI]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Extinção da escala 6x1 ameaça folha, preços e empregos no Turismo]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/extincao-da-escala-6x1-ameaca-folha-precos-e-empregos-no-turismo</link><description>&lt;![CDATA[Com 87% das jornadas acima de 40 horas, setor figura entre os mais expostos às propostas em tramitação no Congresso]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/escala-6x1-e-reducao-da-jornada-de-trabalho-entram-no-radar-do-comercio-e-acendem-debate-sobre-efeitos-na-economia?%2Fnoticia%2Fescala-6x1-e-reducao-da-jornada-de-trabalho-entram-no-radar-do-comercio-e-acendem-debate-sobre-efeitos-na-economia="&gt;debate sobre o fim da escala 6x1&lt;/a&gt; reinseriu uma quest&amp;atilde;o sens&amp;iacute;vel no centro da agenda do mercado laboral: como garantir melhores condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao trabalhador sem comprometer os setores que n&amp;atilde;o operam em l&amp;oacute;gica linear?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Atividades econ&amp;ocirc;micas distintas exigem arranjos tamb&amp;eacute;m diferenciados, o que torna invi&amp;aacute;vel uma regra uniforme para todos os segmentos. Esse foi o diagn&amp;oacute;stico da reuni&amp;atilde;o de mar&amp;ccedil;o do&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-turismo"&gt;Conselho de Turismo&lt;/a&gt; da&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;A negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva tem sido um instrumento mais adequado para que seja adaptado de acordo com a atividade e com a regi&amp;atilde;o&amp;rdquo;, afirmou Guilherme Dietze, presidente do Conselho de Turismo da Entidade. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o defende uma discuss&amp;atilde;o mais ampla, t&amp;eacute;cnica e setorializada antes de qualquer mudan&amp;ccedil;a legal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Reflexos para o Turismo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A discuss&amp;atilde;o n&amp;atilde;o pode ignorar o custo adicional imposto &amp;agrave;s empresas, tampouco o peso disso sobre setores intensivos em m&amp;atilde;o de obra, como o Turismo. Segundo os dados apresentados na reuni&amp;atilde;o&lt;strong&gt;,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;87% das jornadas de trabalho do setor est&amp;atilde;o acima de 40 horas semanais, o que indica alta exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do segmento a mudan&amp;ccedil;as dessa natureza.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com a simula&amp;ccedil;&amp;atilde;o apresentada pelo gestor da &amp;aacute;rea Econ&amp;ocirc;mica da FecomercioSP, Fabio Pina, uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que reduza a jornada para 40 horas pode elevar o custo da folha em 5% para quem, hoje, opera entre 40 e 44 horas, e em 10% para empresas com jornadas superiores a 44 horas. Numa proposta mais r&amp;iacute;gida, de 36 horas, esse impacto pode chegar a 16,7% e 22,2%, respectivamente.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No recorte setorial, o Turismo aparece entre os mais afetados. Pelos c&amp;aacute;lculos da FecomercioSP, o custo adicional anual da folha pode alcan&amp;ccedil;ar R$ 200,5 milh&amp;otilde;es num cen&amp;aacute;rio de jornada de 40 horas, e R$ 672,7 milh&amp;otilde;es caso o limite caia para 36 horas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o cont&amp;iacute;nua&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Entidade, o problema n&amp;atilde;o se resume &amp;agrave; folha. Em segmentos que dependam de atendimento em fins de semana, feriados e hor&amp;aacute;rios estendidos &amp;mdash; como hotelaria, alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, transporte e ag&amp;ecirc;ncias &amp;mdash;, a reorganiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das escalas deve pressionar pre&amp;ccedil;os, reduzir a flexibilidade operacional e exigir contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es adicionais para cobrir turnos cr&amp;iacute;ticos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Pina, a discuss&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica em torno do tema ainda carece de base t&amp;eacute;cnica mais consistente. &amp;ldquo;Os n&amp;uacute;meros est&amp;atilde;o sendo mostrados: vamos perder empregos, aumentar custos e repassar para os pre&amp;ccedil;os&amp;rdquo;, disse. Na vis&amp;atilde;o da FecomercioSP, o risco &amp;eacute; transformar uma pauta complexa em resposta simplificada, sem considerar diferen&amp;ccedil;as entre setores, portes de empresa e realidades regionais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Momento inadequado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Dietze, o que o setor produtivo busca n&amp;atilde;o &amp;eacute; interditar o debate sobre jornada de trabalho, mas afastar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es impostas &amp;ldquo;de cima para baixo&amp;rdquo;, sobretudo em momento eleitoral. &amp;ldquo;O mais importante para n&amp;oacute;s, da FecomercioSP, &amp;eacute; que n&amp;atilde;o seja um &lt;em&gt;top down&lt;/em&gt; em ano eleitoral. Uma mudan&amp;ccedil;a com potencial de afetar emprego, pre&amp;ccedil;os e competitividade precisa ser amadurecida com tempo, dados e negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O pano de fundo econ&amp;ocirc;mico apresentado no encontro ajuda a dimensionar essa cautela. Em janeiro de 2026, o faturamento do Turismo cresceu 2,3% na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual, somando R$ 25,9 bilh&amp;otilde;es, com avan&amp;ccedil;o em segmentos como alojamento, alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, loca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de meios de transporte e ag&amp;ecirc;ncias de viagens. Num setor que ainda busca ampliar dinamismo e recompor m&amp;atilde;o de obra, a avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da FecomercioSP &amp;eacute; que qualquer altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o estrutural nas jornadas precisa considerar n&amp;atilde;o apenas a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da medida, mas tamb&amp;eacute;m seus efeitos concretos sobre a atividade econ&amp;ocirc;mica. &amp;ldquo;O desafio &amp;eacute; encontrar um caminho que melhore as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho sem comprometer a capacidade de opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas e o pr&amp;oacute;prio dinamismo do setor&amp;rdquo;, concluiu Dietze.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 08 Apr 2026 14:23:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Varejo no divã: por que o faturamento recorde de 2025 não trouxe alívio?]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/varejo-no-diva-por-que-o-faturamento-recorde-de-2025-nao-trouxe-alivio</link><description>&lt;![CDATA[Primeira edição do 'Panorama do Comércio' explica os gargalos que esfriaram o otimismo do setor]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O Comércio paulista encerrou o último ano com um número impressionante no balanço: R$ 1,54 trilhão em faturamento. É o melhor resultado da série histórica calculada pela &lt;a href="https://fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;. Contudo, ao conversar com qualquer lojista, o sentimento agora é de cautela, e não de festa. O que estamos vendo é um setor tentando entender por que o fôlego diminuiu de repente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Desde novembro, o ritmo das vendas vem perdendo força. Nem mesmo a Black Friday ou as festas de fim de ano foram capazes de sustentar o otimismo. A verdade é que o Varejo está sendo atingido por uma combinação indigesta — juros que demoram a cair na ponta, uma inflação dos Serviços que teima em não ceder e famílias que, embora estejam consumindo, carregam um endividamento que limita qualquer salto maior.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A primeira edição do &lt;strong&gt;Panorama do Comércio&lt;/strong&gt;, nova publicação mensal da FecomercioSP, mergulha nesses contrastes. O material aborda desde o impacto da Selic sobre o fluxo de caixa até o momento crítico dos estoques, que, hoje, oscilam entre a falta de produtos e problemas com o capital de giro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Estamos inaugurando este canal para que você tenha, todo mês, uma leitura estratégica do que realmente importa para o seu negócio.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/358cb8328000b64acc30aa99e16d9d00e5e61da1.pdf" target="_blank" class="fr-file botao" rel="noopener noreferrer"&gt;Acesse a edição de estreia do Panorama do Comércio!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="applewebdata://664CAF8A-2A8F-45F8-B20C-A9329460B211#_msoanchor_1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 07 Apr 2026 10:19:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Varejo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Crescer fora do Brasil exige mais do que estratégia]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/crescer-fora-do-brasil-exige-mais-do-que-estrategia</link><description>&lt;![CDATA[Além de logística própria e aposta na loja física, humanização foi fator decisivo para a expansão da Casa do Sono em Portugal, negócio fundado por empreendedores brasileiros]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Muitas vezes, &amp;eacute; a concorr&amp;ecirc;ncia que d&amp;aacute; ao neg&amp;oacute;cio um direcionamento do que n&amp;atilde;o funciona no relacionamento com cliente, e o empreendedor que souber preencher os espa&amp;ccedil;os do acolhimento e do atendimento humanizado ter&amp;aacute; o mercado nas m&amp;atilde;os. Essa, pelo menos, &amp;eacute; a li&amp;ccedil;&amp;atilde;o que a empres&amp;aacute;ria Rachel Netto carrega como um mantra. S&amp;oacute;cia-fundadora da Casa do Sono e da Euro Sof&amp;aacute;s, ambas sediadas em Portugal, ela entendeu como um campo voltado para o conforto, t&amp;atilde;o incipiente naquele pa&amp;iacute;s, falhava em entregar o que, para o consumidor brasileiro, era o b&amp;aacute;sico.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Eles gostam de um bom atendimento e acham que, nesse quesito, o empreendedor brasileiro &amp;eacute; excepcional. N&amp;oacute;s trouxemos isso para o pilar da nossa empresa e isso reflete nas avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es. O nosso lema &amp;eacute; transformar o cliente em um amigo apaixonado. N&amp;atilde;o &amp;eacute; faz&amp;ecirc;-los sentir que estamos ali para vender o produto mais caro, mas o que ele precisa&amp;rdquo;, reflete Rachel, no epis&amp;oacute;dio de abril do mesacast &lt;strong&gt;Mercado &amp;amp; Perspectivas&lt;/strong&gt;.&amp;nbsp;&amp;ldquo;Em Portugal, h&amp;aacute; muito mercado, para muitos neg&amp;oacute;cios, se voc&amp;ecirc; souber trabalhar a humaniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na grava&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ela explica que a log&amp;iacute;stica &amp;eacute; outro processo que demanda bastante aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para refletir uma continuidade desse atendimento diferenciado. Nesse caso, a li&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi que p&amp;ocirc;r uma tarefa-chave nas m&amp;atilde;os de algu&amp;eacute;m de fora n&amp;atilde;o funcionou, ao menos para o que a Casa do Sono queria.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;No in&amp;iacute;cio, a gente terceirizava a entrega, pois &amp;eacute;ramos pequenos. Mas percebemos que n&amp;atilde;o consegu&amp;iacute;amos fazer o ciclo completo de atendimento ao cliente. Se, por um lado, ele sa&amp;iacute;a superfeliz da loja, por outro, a entregadora n&amp;atilde;o cumpria a janela de dia e hor&amp;aacute;rio marcados com o cliente, n&amp;atilde;o tinha o respeito que t&amp;iacute;nhamos. Isto &amp;eacute;, n&amp;atilde;o consegu&amp;iacute;amos ter controle sobre isso. E foi quando entendemos que precis&amp;aacute;vamos estar de uma ponta a outra, da venda ao p&amp;oacute;s-venda, passando pela entrega&amp;rdquo;, complementa a empres&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Acompanhado do atendimento, outro pilar que sustenta o crescimento da Casa do Sono tem sido o investimento no espa&amp;ccedil;o f&amp;iacute;sico das lojas. Hoje, a companhia aposta em estabelecimentos grandes, mesmo em shoppings, em que possam disponibilizar uma grande variedade de colch&amp;otilde;es. Rachel salienta que s&amp;atilde;o essas as lojas que mais t&amp;ecirc;m gerado retorno ao neg&amp;oacute;cio. &amp;ldquo;A proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; a abertura de 30 lojas grandes nos pr&amp;oacute;ximos cinco anos. O curioso &amp;eacute; que os clientes pedem que a gente se espalhe por outras regi&amp;otilde;es de Portugal, embora ainda tenha muito espa&amp;ccedil;o em Lisboa&amp;rdquo;, completa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assista na &amp;iacute;ntegra!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span contenteditable="false" draggable="true" class="fr-video fr-deletable fr-fvc fr-dvb fr-draggable"&gt;&lt;iframe width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/LXsqMpnaffc??si=aYDFFd1OsvZYLQIr&amp;wmode=opaque&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen="" class="fr-draggable"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 06 Apr 2026 16:30:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Empreendedorismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[‘Split payment’ afetará o fluxo de caixa das empresas, que devem se preparar com antecedência]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/split-payment-afetara-o-fluxo-de-caixa-das-empresas-que-devem-se-preparar-com-antecedencia</link><description>&lt;![CDATA[Mudanças, que se iniciarão em 2027, exigem planejamento estruturado para honrar compromissos de curto prazo]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Hoje, ao vender um produto ou servi&amp;ccedil;o ao cliente, a empresa recebe o valor &amp;ldquo;cheio&amp;rdquo; dessa transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e tem um prazo para recolher os tributos ao governo. Com a implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do &lt;strong&gt;split payment&lt;/strong&gt; (&amp;ldquo;dividir o pagamento&amp;rdquo;, em ingl&amp;ecirc;s) isso vai mudar! Quando o cliente efetuar o pagamento por meios eletr&amp;ocirc;nicos (cart&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito ou d&amp;eacute;bito, PIX etc.), o valor do tributo ser&amp;aacute; descontado e pago automaticamente, sem que o dinheiro passe pela conta do neg&amp;oacute;cio. O formato &amp;eacute; semelhante ao Imposto de Renda (IR) do empregado com carteira assinada, que j&amp;aacute; &amp;eacute; descontado na folha de pagamento antes de o sal&amp;aacute;rio ser pago.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essa &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/reforma-tributaria-adaptacao-tecnologica-das-empresas-esbarra-em-prazos-curtos-e-indefinicoes-tecnicas"&gt;nova din&amp;acirc;mica exige um novo planejamento financeiro para o dia a dia dos neg&amp;oacute;cios&lt;/a&gt;, j&amp;aacute; que o prazo entre receber o dinheiro pela venda e pagar o imposto funciona como um &amp;ldquo;cr&amp;eacute;dito informal&amp;rdquo; para muitos neg&amp;oacute;cios. Como esse &amp;ldquo;colch&amp;atilde;o financeiro&amp;rdquo; deixar&amp;aacute; de existir, isso trar&amp;aacute; um impacto significativo para as empresas que j&amp;aacute; operam com margens apertadas ou que dependem de elevado capital de giro para honrar compromissos de curto prazo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/4d1b003c971c1d09d815eb17338420e4a7c96706.jpg" style="width: 800px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;&lt;strong&gt;Planejamento antecipado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do &lt;strong&gt;split payment&lt;/strong&gt; ser&amp;aacute; gradual, com a primeira fase se iniciando em 2027. Ent&amp;atilde;o, h&amp;aacute; tempo para se preparar &amp;mdash; e quem agir antes sair&amp;aacute; em vantagem. Veja, a seguir, algumas dicas e orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1. Revise o capital de giro&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Calcule quanto do seu fluxo de caixa atual depende do &amp;ldquo;prazo&amp;rdquo; que voc&amp;ecirc; tem para pagar impostos. Esse valor precisar&amp;aacute; ser coberto de outra forma. Converse com o seu contador para ter uma vis&amp;atilde;o clara.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2. Renegocie prazos com fornecedores&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se parte do seu equil&amp;iacute;brio financeiro vinha do prazo de recolhimento de tributos, tente compensar isso ampliando os prazos de pagamento aos seus fornecedores. Essa negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o fica mais f&amp;aacute;cil quando feita com anteced&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3. Revise a precifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com menos capital de giro dispon&amp;iacute;vel, os custos financeiros podem aumentar. Verifique se o pre&amp;ccedil;o dos seus produtos e servi&amp;ccedil;os j&amp;aacute; considera essa nova realidade. Uma precifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o desatualizada pode corroer a margem sem que voc&amp;ecirc; perceba.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4. Explore linhas de cr&amp;eacute;dito de capital de giro&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Bancos e fintechs oferecem produtos espec&amp;iacute;ficos para capital de giro. Vale pesquisar condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es antes de precisar &amp;mdash; cr&amp;eacute;dito emergencial costuma ser mais caro. Contar com uma linha pr&amp;eacute;-aprovada &amp;eacute; uma boa rede de seguran&amp;ccedil;a.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;5. Considere a antecipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de receb&amp;iacute;veis&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se voc&amp;ecirc; vende a prazo (parcelado no cart&amp;atilde;o, por exemplo), a antecipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de receb&amp;iacute;veis pode ser uma ferramenta &amp;uacute;til para recompor o caixa no curto prazo. Avalie as taxas com cuidado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;6. Fa&amp;ccedil;a um planejamento tribut&amp;aacute;rio&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com todas essas mudan&amp;ccedil;as, este &amp;eacute; o momento ideal para conversar com um contador ou consultor tribut&amp;aacute;rio e revisar o enquadramento da sua empresa, os cr&amp;eacute;ditos que voc&amp;ecirc; tem direito a recuperar e as melhores estrat&amp;eacute;gias para o novo ambiente fiscal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;split payment&lt;/strong&gt; &amp;eacute; uma mudan&amp;ccedil;a estrutural na forma como o governo vai arrecadar tributos no Brasil, afetando o cotidiano financeiro de praticamente todas as empresas que vendem produtos ou prestam servi&amp;ccedil;os.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O maior risco n&amp;atilde;o &amp;eacute; a mudan&amp;ccedil;a em si, mas ser pego desprevenido. Empresas que se prepararem com anteced&amp;ecirc;ncia &amp;mdash; revisando capital de giro, contratos, precifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e estrutura financeira &amp;mdash; &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/negocios-devem-projetar-cenarios-antes-do-novo-sistema-tributario-entrar-em-vigor"&gt;ter&amp;atilde;o muito mais tranquilidade na transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quer saber mais sobre a Reforma Tribut&amp;aacute;ria, sem complica&amp;ccedil;&amp;otilde;es ou juridiqu&amp;ecirc;s? &lt;a href="https://representa.fecomercio.com.br/orientacartilhas"&gt;Baixe gratuitamente as cartilhas elaboradas pela Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; e esteja pronto para todas as mudan&amp;ccedil;as.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 06 Apr 2026 12:58:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[varejo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[A nova dinâmica do acesso digital em São Paulo: implicações econômicas, institucionais e empresariais]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/a-nova-dinamica-do-acesso-digital-em-sao-paulo-implicacoes-economicas-institucionais-e-empresariais</link><description>&lt;![CDATA[Acesso à internet via TV saltou de 7% para 63% em dez anos, consolidando o dispositivo como o principal ‘hub’ digital dos lares paulistas]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;&lt;em&gt;Kelly Carvalho*&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao longo da &amp;uacute;ltima d&amp;eacute;cada, o avan&amp;ccedil;o da conectividade nos domic&amp;iacute;lios paulistas promoveu uma transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o estrutural na forma como a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o acessa a internet, com impactos relevantes sobre o consumo, os modelos de neg&amp;oacute;cios e a din&amp;acirc;mica da economia digital. Dados da edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o especial do boletim Seade SP TIC, elaborada pela Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Seade com base na pesquisa TIC Domic&amp;iacute;lios, conduzida pelo Cetic.br, indicam que, em apenas dez anos, a propor&amp;ccedil;&amp;atilde;o de usu&amp;aacute;rios que utilizam a televis&amp;atilde;o como dispositivo de acesso &amp;agrave; internet no Estado de S&amp;atilde;o Paulo saltou de 7%, em 2014, para 63%, em 2024. Trata-se de um crescimento de 56 pontos porcentuais (p.p.), o que evidencia uma mudan&amp;ccedil;a profunda nos h&amp;aacute;bitos digitais da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse movimento ocorre em paralelo &amp;agrave; amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do acesso &amp;agrave; internet nos lares paulistas. Entre 2014 e 2024, a propor&amp;ccedil;&amp;atilde;o de domic&amp;iacute;lios conectados superou 80%, enquanto cerca de 83% da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o passou a utilizar a rede. Nesse contexto, a populariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Smart TV deve ser compreendida como parte de um processo mais amplo de digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sociedade, impulsionado pela expans&amp;atilde;o da banda larga fixa &amp;mdash; especialmente da fibra &amp;oacute;ptica &amp;mdash;, pela queda dos pre&amp;ccedil;os dos equipamentos e pela consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o das plataformas digitais de conte&amp;uacute;do.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pela primeira vez, o acesso &amp;agrave; internet por meio das televis&amp;otilde;es conectadas superou o uso de computadores, que perderam espa&amp;ccedil;o de forma consistente ao longo da &amp;uacute;ltima d&amp;eacute;cada. O levantamento aponta uma retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o superior a 30 p.p. no uso de computadores como principal dispositivo de acesso, indicando uma substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o tecnol&amp;oacute;gica relevante. Essa mudan&amp;ccedil;a tem implica&amp;ccedil;&amp;otilde;es diretas para empresas do Com&amp;eacute;rcio, dos Servi&amp;ccedil;os, da M&amp;iacute;dia, da Publicidade e da Tecnologia, uma vez que redefine os canais de relacionamento com o consumidor e o pr&amp;oacute;prio desenho das estrat&amp;eacute;gias digitais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A televis&amp;atilde;o conectada deixou de ser um equipamento voltado exclusivamente para o entretenimento para se transformar em um verdadeiro hub digital dentro dos lares. A interface simples, a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o com aplicativos e a ader&amp;ecirc;ncia aos h&amp;aacute;bitos culturais da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o explicam, em grande medida, a sua r&amp;aacute;pida difus&amp;atilde;o. Nesse contexto, a forma como as marcas pensam o planejamento de tr&amp;aacute;fego pago e o posicionamento de marca mudou profundamente. Com mais pessoas assistindo a conte&amp;uacute;dos de v&amp;iacute;deo em telas grandes e em momentos de aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais prolongados, plataformas como o YouTube deixaram de ser s&amp;oacute; canais de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de v&amp;iacute;deos curtos e se tornaram meios estrat&amp;eacute;gicos de publicidade, engajamento e constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de nome. Nesse contexto, o investimento em an&amp;uacute;ncios em v&amp;iacute;deo passou a integrar as estrat&amp;eacute;gias de m&amp;iacute;dia de empresas de diversos setores, gerando mais conex&amp;atilde;o emocional com o consumidor, lembran&amp;ccedil;a de marca e fideliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O estudo aponta que o uso da Smart TV &amp;eacute; mais frequente entre indiv&amp;iacute;duos das classes A e B, com mais escolaridade e entre os mais jovens, o que refor&amp;ccedil;a que, apesar do avan&amp;ccedil;o tecnol&amp;oacute;gico, as desigualdades digitais ainda persistem e precisam ser combatidas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro aspecto importante &amp;eacute; a diversifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das pr&amp;aacute;ticas digitais. Em 2024, aproximadamente 29% dos usu&amp;aacute;rios paulistas acessaram a internet pela televis&amp;atilde;o, pelo computador e pelo celular de forma simult&amp;acirc;nea. Esse uso combinado de dispositivos indica um padr&amp;atilde;o mais intensivo e sofisticado de consumo digital, t&amp;iacute;pico de segmentos com maior poder aquisitivo, e aponta para a crescente integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre plataformas, conte&amp;uacute;dos e servi&amp;ccedil;os, ampliando oportunidades para o setor produtivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O crescimento do consumo de v&amp;iacute;deos, filmes e s&amp;eacute;ries pela internet tamb&amp;eacute;m merece destaque. No ano retrasado, 78% dos usu&amp;aacute;rios no Estado paulista utilizaram a rede para esse fim, cerca de 20 p.p. a mais do que em 2014. Esse avan&amp;ccedil;o enfatiza o papel central da Smart TV como principal porta de entrada para o conte&amp;uacute;do audiovisual e como vetor de transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos mercados de m&amp;iacute;dia, publicidade e entretenimento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Do ponto de vista empresarial, essa transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o cria um ambiente particularmente favor&amp;aacute;vel &amp;agrave; expans&amp;atilde;o do uso da Intelig&amp;ecirc;ncia Artificial (IA). As plataformas acessadas por meio da Smart TV j&amp;aacute; operam com algoritmos de recomenda&amp;ccedil;&amp;atilde;o baseados em IA, capazes de personalizar conte&amp;uacute;dos, publicidade e ofertas a partir do comportamento do usu&amp;aacute;rio. Esse avan&amp;ccedil;o amplia o potencial de integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre entretenimento, com&amp;eacute;rcio eletr&amp;ocirc;nico, servi&amp;ccedil;os financeiros e informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, abrindo novas oportunidades de neg&amp;oacute;cios e exigindo das empresas mais capacidade de adapta&amp;ccedil;&amp;otilde;es tecnol&amp;oacute;gica e estrat&amp;eacute;gica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao mesmo tempo, a incorpora&amp;ccedil;&amp;atilde;o crescente da IA nesse ecossistema imp&amp;otilde;e obst&amp;aacute;culos significativos. A personaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o algor&amp;iacute;tmica pode elevar a efici&amp;ecirc;ncia e a competitividade, mas tamb&amp;eacute;m demanda aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o a temas como prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dados, transpar&amp;ecirc;ncia, concorr&amp;ecirc;ncia e inclus&amp;atilde;o digital. A aus&amp;ecirc;ncia de pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas e de marcos regulat&amp;oacute;rios adequados pode aprofundar desigualdades no acesso &amp;agrave;s tecnologias e aos benef&amp;iacute;cios da transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o Brasil, S&amp;atilde;o Paulo acompanha as tend&amp;ecirc;ncias nacionais de expans&amp;atilde;o do uso da Smart TV e de retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do computador como principal dispositivo de acesso &amp;agrave; internet, mas apresenta n&amp;iacute;veis mais elevados de penetra&amp;ccedil;&amp;atilde;o e intensidade de uso. Esse protagonismo corrobora o papel do Estado como refer&amp;ecirc;ncia da economia digital e, ao mesmo tempo, a necessidade de um ambiente institucional que favore&amp;ccedil;a a inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a concorr&amp;ecirc;ncia e o desenvolvimento dos neg&amp;oacute;cios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em s&amp;iacute;ntese, a populariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Smart TV como principal dispositivo de acesso &amp;agrave; internet representa uma mudan&amp;ccedil;a estrutural na economia digital paulista. Trata-se de uma transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o silenciosa, por&amp;eacute;m profunda, que redefine padr&amp;otilde;es de consumo, estrat&amp;eacute;gias empresariais e a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o das fam&amp;iacute;lias com a tecnologia. O desafio que surge &amp;eacute; garantir que essa conectividade crescente seja convertida em ganhos efetivos de produtividade, competitividade e inclus&amp;atilde;o, contribuindo para o fortalecimento do ambiente de neg&amp;oacute;cios e para o desenvolvimento econ&amp;ocirc;mico do Estado de S&amp;atilde;o Paulo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Kelly Carvalho &amp;eacute; assessora da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 30 Mar 2026 16:36:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Empreendedorismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Nova regra tributária pressiona fluxo de caixa e exige reação imediata das empresas do Atacado]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/nova-regra-tributaria-pressiona-fluxo-de-caixa-e-exige-reacao-imediata-das-empresas-do-atacado</link><description>&lt;![CDATA[Em reunião do Conselho do Comércio Atacadista da FecomercioSP, entidade detalha avanços regulatórios e orienta sobre ajustes imediatos em preços, caixa, sistemas e contratos]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A Reforma Tribut&amp;aacute;ria j&amp;aacute; saiu do campo da abstra&amp;ccedil;&amp;atilde;o e entrou na rotina das empresas. Para o Atacado, isso significa olhar menos para a promessa de simplifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e mais para o que precisa ser feito agora, do cadastro fiscal ao fluxo de caixa. O tema foi tratado na reuni&amp;atilde;o do dia 17 de mar&amp;ccedil;o do Conselho do Com&amp;eacute;rcio Atacadista da &lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;, que reuniu empres&amp;aacute;rios e representantes sindicais para uma atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o jur&amp;iacute;dica e operacional sobre a transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sistema tribut&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A proposta foi mostrar, de forma pr&amp;aacute;tica, como as novas regras v&amp;atilde;o afetar a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pre&amp;ccedil;os, a apropria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;ditos, a escritura&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a gest&amp;atilde;o financeira das empresas. O encontro promoveu orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;eacute;cnica em um momento de mudan&amp;ccedil;a estrutural. Mais do que acompanhar a tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o das normas, os empres&amp;aacute;rios do segmento tiveram acesso a um mapa objetivo do que j&amp;aacute; est&amp;aacute; definido e do que precisa ser planejado desde j&amp;aacute;, para reduzir riscos e preservar competitividade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O andamento da regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A assessora da&amp;nbsp;&lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt;, Sarina Manata, informou sobre a atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do est&amp;aacute;gio regulat&amp;oacute;rio da Reforma. Ela lembrou que a Emenda Constitucional 132, de 2023, alterou o Sistema Tribut&amp;aacute;rio Nacional e que a Lei Complementar 214, de 2025, instituiu o&amp;nbsp;Imposto sobre Bens e Servi&amp;ccedil;os (IBS), a&amp;nbsp;Contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre Bens e Servi&amp;ccedil;os (CBS)&amp;nbsp;e o Imposto Seletivo (IS). Al&amp;eacute;m disso, a Lei Complementar (LC) 227, de 2026, criou o Comit&amp;ecirc; Gestor do IBS e promoveu ajustes na legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o anterior.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Sarina, o processo ainda n&amp;atilde;o est&amp;aacute; encerrado. Entre os pontos pendentes, est&amp;atilde;o justamente a regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do IBS e da CBS e a lei ordin&amp;aacute;ria do IS. Na pr&amp;aacute;tica, isso exige aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o cont&amp;iacute;nua das empresas durante o per&amp;iacute;odo de transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que come&amp;ccedil;a em 2026, passa pela conviv&amp;ecirc;ncia entre os regimes at&amp;eacute; 2033 e ter&amp;aacute; etapas como o teste do novo modelo, apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o assistida e&amp;nbsp;&lt;em&gt;split payment&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A assessora tamb&amp;eacute;m destacou mudan&amp;ccedil;as relevantes para o ambiente empresarial. &amp;ldquo;No Simples Nacional, por exemplo, o regime h&amp;iacute;brido passa a exigir aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; op&amp;ccedil;&amp;atilde;o e aos efeitos no semestre de aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. J&amp;aacute; nas regras de n&amp;atilde;o cumulatividade, benef&amp;iacute;cios como vale-transporte, vale-refei&amp;ccedil;&amp;atilde;o e vale-alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o precisar&amp;atilde;o mais de previs&amp;atilde;o em acordo ou conven&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva de trabalho, enquanto os planos de sa&amp;uacute;de e os benef&amp;iacute;cios educacionais continuam condicionados a uma norma coletiva de trabalho que permita o cr&amp;eacute;dito&amp;rdquo;, explicou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sarina ainda ressaltou a import&amp;acirc;ncia de os sindicatos observarem os requisitos do artigo 14 do C&amp;oacute;digo Tribut&amp;aacute;rio Nacional para garantir a n&amp;atilde;o incid&amp;ecirc;ncia de tributos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Efeitos imediatos no caixa e na opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas atacadistas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na parte pr&amp;aacute;tica da transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Jorge Segeti, vice-presidente do Sescon-SP, foi direto ao ponto, ao mostrar que a Reforma &amp;ldquo;n&amp;atilde;o muda apenas a al&amp;iacute;quota&amp;rdquo;, mas, sim, &amp;ldquo;reescreve a l&amp;oacute;gica de sobreviv&amp;ecirc;ncia do com&amp;eacute;rcio atacadista&amp;rdquo;. Segundo ele, o empres&amp;aacute;rio precisar&amp;aacute; rever log&amp;iacute;stica, reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de caixa, forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pre&amp;ccedil;o e tecnologia da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em um ambiente marcado pelo fim da guerra fiscal, da cumulatividade e pela tributa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no destino.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segeti explicou que o novo desenho desloca o foco da busca por incentivo fiscal para a proximidade da demanda, o que tende a redesenhar a geografia do atacado. Tamb&amp;eacute;m alertou para o choque de liquidez trazido pelo&amp;nbsp;&lt;em&gt;split payment&lt;/em&gt;. Se hoje o imposto ainda opera com algum intervalo at&amp;eacute; o recolhimento, no novo sistema a reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o ocorrer&amp;aacute; no momento da liquida&amp;ccedil;&amp;atilde;o da venda. Em um dos cen&amp;aacute;rios apresentados, isso pode significar perda de previsibilidade de caixa j&amp;aacute; no primeiro ano, com impacto estimado de 15%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto cr&amp;iacute;tico est&amp;aacute; na precifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;ldquo;Com a migra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do imposto por dentro para o imposto por fora, o &lt;em&gt;markup&lt;/em&gt; precisar&amp;aacute; ser recalculado do zero&amp;rdquo;, observou. Planilhas antigas e f&amp;oacute;rmulas mantidas sem revis&amp;atilde;o, segundo ele, podem gerar pre&amp;ccedil;os sem competitividade ou at&amp;eacute; margens negativas. O mesmo vale para compras feitas de fornecedores do Simples Nacional, j&amp;aacute; que o regime n&amp;atilde;o gera cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio, que, ali&amp;aacute;s, deixa de ser presumido e passa a refletir o recolhimento efetivo, o que afeta o fluxo de caixa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por fim, Segeti apresentou um roteiro objetivo de adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com diagn&amp;oacute;stico tribut&amp;aacute;rio, simula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cen&amp;aacute;rios, atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ERPs e treinamento das equipes. &amp;ldquo;A contabilidade deixa de ser apenas operacional e assume fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o estrat&amp;eacute;gica. O contador passa de gerador de guias a arquiteto de neg&amp;oacute;cios. Para o atacadista, a transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o exige a&amp;ccedil;&amp;atilde;o imediata, leitura t&amp;eacute;cnica e parceria pr&amp;oacute;xima com a intelig&amp;ecirc;ncia cont&amp;aacute;bil, al&amp;eacute;m de sinergia da gest&amp;atilde;o empresarial com as &amp;aacute;reas jur&amp;iacute;dica e financeira, pontuou.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 25 Mar 2026 15:42:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Atacado]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP sensibiliza presidente da CCJ para incorporar custos empresariais ao debate da PEC 6x1]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-sensibiliza-presidente-da-ccj-para-incorporar-custos-empresariais-ao-debate-da-pec-6x1</link><description>&lt;![CDATA[Federação e Seciesp levam agenda prioritária do Comércio, Serviços e Turismo aos principais nomes do colegiado]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP) e entidades parceiras tiveram uma importante reuni&amp;atilde;o em Bras&amp;iacute;lia, na &amp;uacute;ltima quarta-feira (18), com o presidente da Comiss&amp;atilde;o de Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Justi&amp;ccedil;a (CCJ) da C&amp;acirc;mara, deputado Leur Lomanto J&amp;uacute;nior (Uni&amp;atilde;o-BA), para apresentar demandas priorit&amp;aacute;rias aos setores de Turismo, Log&amp;iacute;stica e Transporte &lt;span style='font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(10, 10, 10); color: rgb(10, 10, 10); font-family: "Google Sans", "Helvetica Neue", sans-serif; background-color: rgb(255, 255, 255); float: none; display: inline !important;' id="isPasted"&gt;&amp;mdash;&lt;/span&gt; e refor&amp;ccedil;ar a necessidade de cautela com a PEC da jornada 6x1, que tramita no colegiado. O relator da PEC, deputado Paulo Azi (Uni&amp;atilde;o-BA), tamb&amp;eacute;m participou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na ocasi&amp;atilde;o, o presidente do Conselho de Servi&amp;ccedil;os da FecomercioSP e do sindicato das Empresas de Conserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Elevadores do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (Seciesp), Marcelo Braga, entregou ao presidente da CCJ of&amp;iacute;cios solicitando a vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o de algumas propostas legislativas e enfatizou o temor do setor produtivo com o aumento invi&amp;aacute;vel de custos caso a PEC 6x1 avance de forma a&amp;ccedil;odada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fim da escala 6x1&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A PEC que trata do fim da escala 6x1 e da redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada de trabalho foi o tema central da reuni&amp;atilde;o. Durante o encontro, Braga refor&amp;ccedil;ou a legitimidade das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es coletivas para mudan&amp;ccedil;as desse tipo, justamente por olharem para especificidades de cada setor da economia.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O presidente do Seciesp citou como exemplo o setor de manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de elevadores, que poder&amp;aacute; ser prejudicado pela falta de m&amp;atilde;o de obra qualificada caso a proposta avance da forma como foi apresentada. &amp;ldquo;No meu setor, s&amp;atilde;o necess&amp;aacute;rios 2,5 anos para algu&amp;eacute;m poder atuar na manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de elevadores, e &amp;eacute; uma atividade que exige aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o 24 horas. Ou seja, ao restringir a jornada e a escala, estamos tratando de uma poss&amp;iacute;vel diminui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da seguran&amp;ccedil;a de todos n&amp;oacute;s como usu&amp;aacute;rios de elevador&amp;rdquo;, advertiu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tendo em vista que a reuni&amp;atilde;o aconteceu na CCJ, Braga apontou argumentos t&amp;eacute;cnicos para subsidiar a an&amp;aacute;lise, alertando para o impacto fiscal e poss&amp;iacute;vel descumprimento do teto de gastos que o fim da escala 6x1 pode gerar nos entes federativos (Uni&amp;atilde;o, Estados e Munic&amp;iacute;pios). &amp;ldquo;H&amp;aacute; a quest&amp;atilde;o da sa&amp;uacute;de, da limpeza urbana e, de modo geral, de toda a m&amp;aacute;quina p&amp;uacute;blica que ser&amp;aacute; impactada, o que pode pressionar o teto de gastos previsto na Emenda Constitucional 132/2023 (Reforma Tribut&amp;aacute;ria). A quest&amp;atilde;o &amp;eacute; como resolver esse aumento de aproximadamente 22% nos custos para os munic&amp;iacute;pios, que j&amp;aacute; t&amp;ecirc;m um teto&amp;rdquo;, indagou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse sentido, o assessor jur&amp;iacute;dico da FecomercioSP, Leandro Almeida, lembrou que, caso haja mudan&amp;ccedil;a, em raz&amp;atilde;o do teto, todos os contratos da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica precisar&amp;atilde;o ser revistos. &amp;ldquo;Provavelmente, os or&amp;ccedil;amentos dos Estados, dos munic&amp;iacute;pios e da pr&amp;oacute;pria Uni&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o impactados. &amp;Eacute; preciso observar a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), porque, at&amp;eacute; agora, tem-se olhado muito &amp;mdash; e apenas &amp;mdash; para os aspectos econ&amp;ocirc;micos e sociais&amp;rdquo;, afirmou. &amp;ldquo;N&amp;atilde;o podemos deixar o impacto fiscal em segundo plano.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP e outras dez entidades representativas tamb&amp;eacute;m defenderam, na reuni&amp;atilde;o com o presidente da CCJ e o relator da PEC 221/2019, que a discuss&amp;atilde;o da proposta ocorra apenas ap&amp;oacute;s as elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es deste ano, evitando a contamina&amp;ccedil;&amp;atilde;o do debate por quest&amp;otilde;es pol&amp;iacute;tico-eleitorais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nas palavras do relator&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O relator da PEC, o deputado Azi, trouxe atualiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es importantes sobre o andamento. Segundo ele, o momento &amp;eacute; para discutir se &amp;eacute; &amp;ldquo;correto ou n&amp;atilde;o&amp;rdquo; trazer a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada para a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e deixar a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da escala para os acordos coletivos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O parlamentar lembrou que o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, defendeu que o tema n&amp;atilde;o seja engessado na Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sinalizando ser favor&amp;aacute;vel &amp;agrave; manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es coletivas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Azi pontuou ainda que &amp;eacute; preciso definir quem vai arcar com os custos e em que prazo os impactos ser&amp;atilde;o absorvidos. Em sua avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, uma alternativa seria aprovar a proposta com a previs&amp;atilde;o de que o pr&amp;oacute;ximo presidente eleito regulamente como ocorrer&amp;aacute; a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da escala e como as empresas ser&amp;atilde;o compensadas. Nesse cen&amp;aacute;rio, a mudan&amp;ccedil;a s&amp;oacute; passaria a valer ap&amp;oacute;s a regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na mesma linha, o presidente da CCJ afirmou que o colegiado n&amp;atilde;o ir&amp;aacute; &amp;ldquo;se furtar&amp;rdquo; de debater o tema, ouvindo todos os interessados. &amp;ldquo;Apesar de haver uma vontade de se avan&amp;ccedil;ar com o tema, ele n&amp;atilde;o pode ser tratado de qualquer jeito. O risco &amp;eacute; um efeito bumerangue: aprova-se de uma maneira, mas o resultado &amp;eacute; completamente diferente do esperado, gerando desemprego e aumento de custos para a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que, quando poss&amp;iacute;vel, ser&amp;atilde;o repassados por alguns setores &amp;agrave; sociedade&amp;rdquo;, disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Lomanto J&amp;uacute;nior garantiu ainda que, no que depender da CCJ, o debate sobre o tema ser&amp;aacute; aprofundado.   Ap&amp;oacute;s a an&amp;aacute;lise da constitucionalidade no colegiado, a proposta seguir&amp;aacute; para uma comiss&amp;atilde;o especial, onde mudan&amp;ccedil;as no m&amp;eacute;rito do texto devem ocorrer. Passando pela comiss&amp;atilde;o, a PEC seguir&amp;aacute; para an&amp;aacute;lise no plen&amp;aacute;rio da C&amp;acirc;mara.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pautas setoriais&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O presidente do Seciesp entregou ao presidente da CCJ algumas pautas priorit&amp;aacute;rias aos setores de Com&amp;eacute;rcio, Servi&amp;ccedil;os e Turismo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma delas &amp;eacute; o PDL (Projeto de Decreto Legislativo) 206/2023, que susta a exig&amp;ecirc;ncia de visto para turistas de pa&amp;iacute;ses como Estados Unidos, Canad&amp;aacute; e Austr&amp;aacute;lia. A retomada da isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o tem sido uma forte demanda do setor de Turismo. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o defende a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o da proposta, j&amp;aacute; que a exig&amp;ecirc;ncia trouxe impactos negativos ao setor e pode reduzir o fluxo de visitantes internacionais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro tema tratado foi o PL 3.361/2012, que regula o trabalho avulso nas atividades de movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mercadorias. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/com-articulacao-da-fecomerciosp-camara-garante-mais-seguranca-ao-trabalho-avulso-nas-atividades-de-movimentacao-de-mercadorias?%2Fnoticia%2Fcom-articulacao-da-fecomerciosp-camara-garante-mais-seguranca-ao-trabalho-avulso-nas-atividades-de-movimentacao-de-mercadorias=&amp;utm_source=chatgpt.com"&gt;Com a mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a entrega de uma sugest&amp;atilde;o de substitutivo pela FecomercioSP no ano passado&lt;/a&gt;, o texto foi aprovado na Comiss&amp;atilde;o do Trabalho sem a inclus&amp;atilde;o de v&amp;iacute;nculo empregat&amp;iacute;cio entre empresas e esses motoristas. O segmento considera o resultado uma vit&amp;oacute;ria em prol de melhores condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;mdash; e aguarda que seja referendado pela Casa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por fim, Braga ainda sensibilizou o presidente do colegiado pela atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das regras para manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e conserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o de elevadores. Para tanto, &amp;eacute; fundamental que o PL 6.125/2013 seja pautado na CCJ. O pleito &amp;eacute; defendido pelo Seciesp, com apoio da FecomercioSP, sob o argumento de que uma legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o atualizada trar&amp;aacute; seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica, previsibilidade operacional e estabelecer&amp;aacute; padr&amp;otilde;es m&amp;iacute;nimos de qualidade na manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos equipamentos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 20 Mar 2026 17:21:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Turismo consolida novo nível de receitas e amplia relevância na economia nacional]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/turismo-consolida-novo-nivel-de-receitas-e-amplia-relevancia-na-economia-nacional</link><description>&lt;![CDATA[Faturamento histórico de R$ 26 bilhões evidencia demanda aquecida, alta em segmentos essenciais e perspectivas positivas para os próximos meses]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O Turismo brasileiro alcan&amp;ccedil;ou um novo patamar de faturamento, somando R$ 26 bilh&amp;otilde;es em receitas e registrando o melhor resultado da s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica para o m&amp;ecirc;s de janeiro. O desempenho refor&amp;ccedil;a a relev&amp;acirc;ncia do setor para a economia nacional e evidencia a continuidade de uma trajet&amp;oacute;ria consistente de crescimento, com avan&amp;ccedil;o de 2,3% na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/f2aabde6de065be5768592f96bedf153757afd3f.png" style="width: 533px;" class="fr-fic fr-dib fr-fil"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;O resultado reflete, sobretudo, a combina&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre demanda aquecida e aumento de pre&amp;ccedil;os em diferentes atividades, cen&amp;aacute;rio t&amp;iacute;pico de per&amp;iacute;odos de alta temporada. Dentre os segmentos, a loca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de meios de transporte destacou-se, com expans&amp;atilde;o de 6,1% e faturamento de R$ 2,9 bilh&amp;otilde;es &amp;mdash; tamb&amp;eacute;m o maior da s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro vetor importante foi o desempenho das ag&amp;ecirc;ncias, operadoras e demais servi&amp;ccedil;os tur&amp;iacute;sticos, que cresceram 6% no ano, indicando continuidade no planejamento de viagens e no papel estrat&amp;eacute;gico desses intermediadores na cadeia do setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Destaca-se o segmento de alojamento, que foi o principal respons&amp;aacute;vel pelo resultado agregado, ao atingir R$ 7,2 bilh&amp;otilde;es em faturamento, com alta de 2,9%. O aumento da taxa de ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e das tarifas m&amp;eacute;dias confirma o bom momento da hotelaria, especialmente em destinos de lazer.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O transporte a&amp;eacute;reo, por sua vez, manteve faturamento elevado, pr&amp;oacute;ximo a R$ 7,86 bilh&amp;otilde;es, ainda que sem crescimento na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual. O aumento no n&amp;uacute;mero de passageiros foi compensado pela queda nas tarifas m&amp;eacute;dias, fator que limitou uma expans&amp;atilde;o mais robusta da receita.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outros segmentos tamb&amp;eacute;m contribu&amp;iacute;ram positivamente, como alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, transporte rodovi&amp;aacute;rio de passageiros e atividades culturais, recreativas e esportivas, refor&amp;ccedil;ando o car&amp;aacute;ter disseminado do crescimento do Turismo no Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/b2a37eb67f68b15a8bb55935ddd7edeea66e6c7f.png" style="width: 533px;" class="fr-fic fr-dib fr-fil"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong id="isPasted"&gt;Desempenho regional amplia dinamismo do setor&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong id="isPasted"&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/2029b44df4c45a150e598bd8bb9536bb00d1e613.png" style="width: 433px;" class="fr-fic fr-dib fr-fil"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No recorte regional, o crescimento do Turismo foi liderado por Estados das regi&amp;otilde;es Norte e Centro-Oeste, com destaque para Mato Grosso, que registrou alta de 17,8%. Rond&amp;ocirc;nia (16,8%), Roraima (13%) e Amap&amp;aacute; (11,2%) tamb&amp;eacute;m apresentaram forte expans&amp;atilde;o, em parte influenciados por uma base de compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais baixa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Destinos tradicionais seguiram relevantes, como Bahia e Rio de Janeiro, ambos com crescimento acima de 6%, evidenciando a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do interesse por polos consolidados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar do cen&amp;aacute;rio amplamente positivo, algumas exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es chamaram aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, como a retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Santa Catarina, influenciada possivelmente pela redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do poder de compra de turistas estrangeiros, principalmente argentinos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Revis&amp;atilde;o estat&amp;iacute;stica refor&amp;ccedil;a consist&amp;ecirc;ncia da trajet&amp;oacute;ria&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais recente das estimativas do setor incorporou dados da Pesquisa Anual de Servi&amp;ccedil;os (PAS), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&amp;iacute;stica (IBGE), elevando o patamar de faturamento do Turismo brasileiro. Segundo Guilherme Dietze, presidente do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-turismo"&gt;Conselho de Turismo&lt;/a&gt;, o ajuste aprimora a ader&amp;ecirc;ncia das informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; realidade do mercado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;A revis&amp;atilde;o da s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica, com base na PAS, mostra que o Turismo vem apresentando crescimento cont&amp;iacute;nuo nos &amp;uacute;ltimos anos, notadamente no per&amp;iacute;odo p&amp;oacute;s-pandemia. O patamar de faturamento foi ajustado para cima, mas a tend&amp;ecirc;ncia e as varia&amp;ccedil;&amp;otilde;es permanecem semelhantes ao que j&amp;aacute; vinha sendo observado&amp;rdquo;, afirma Dietze.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="fr-img-caption fr-fic fr-dib fr-fil" style="width: 735px;"&gt;&lt;span class="fr-img-wrap"&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/64d58ce4baa01dfb9359644ed8e83f1465a40193.jpg" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;span class="fr-inner"&gt;Representando a FecomercioSP no Latin American Community for Travel and Events Experience (Lacte), Dietze apresenta dados atualizados e demandas empresariais do setor (cr&amp;eacute;dito: divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o Panrotas)&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;&lt;strong&gt;Perspectivas seguem positivas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ambiente econ&amp;ocirc;mico ainda favorece o desempenho do setor, sustentado pela renda das fam&amp;iacute;lias, mais acesso a cr&amp;eacute;dito e continuidade da demanda por viagens. Eventos sazonais e o aumento do fluxo de turistas estrangeiros tamb&amp;eacute;m devem contribuir para a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ritmo de crescimento no curto prazo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por outro lado, fatores externos, como a volatilidade nos pre&amp;ccedil;os do petr&amp;oacute;leo e tens&amp;otilde;es geopol&amp;iacute;ticas, permanecem no radar e podem afetar principalmente os custos de transporte no m&amp;eacute;dio prazo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mesmo assim, o cen&amp;aacute;rio atual indica que o Turismo segue como um dos principais vetores de dinamismo da economia brasileira, com capacidade de gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de renda, emprego e desenvolvimento regional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[veja_tambem]&lt;/p&gt;&lt;div id="_com_1" language="JavaScript"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;strong id="isPasted"&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 20 Mar 2026 15:51:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item></channel></rss>
