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<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[Serviços - Negócios - FecomercioSP]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticias/negocios/servicos</link><description>&lt;![CDATA[]]</description><lastBuildDate>Sun, 19 Apr 2026 18:01:38 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[Serviços - Negócios - FecomercioSP]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticias/negocios/servicos</link><url>http://fecomercio.com.br/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><category>&lt;![CDATA[Negócios]]</category><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP sensibiliza presidente da CCJ para incorporar custos empresariais ao debate da PEC 6x1]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-sensibiliza-presidente-da-ccj-para-incorporar-custos-empresariais-ao-debate-da-pec-6x1</link><description>&lt;![CDATA[Federação e Seciesp levam agenda prioritária do Comércio, Serviços e Turismo aos principais nomes do colegiado]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP) e entidades parceiras tiveram uma importante reuni&amp;atilde;o em Bras&amp;iacute;lia, na &amp;uacute;ltima quarta-feira (18), com o presidente da Comiss&amp;atilde;o de Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Justi&amp;ccedil;a (CCJ) da C&amp;acirc;mara, deputado Leur Lomanto J&amp;uacute;nior (Uni&amp;atilde;o-BA), para apresentar demandas priorit&amp;aacute;rias aos setores de Turismo, Log&amp;iacute;stica e Transporte &lt;span style='font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(10, 10, 10); color: rgb(10, 10, 10); font-family: "Google Sans", "Helvetica Neue", sans-serif; background-color: rgb(255, 255, 255); float: none; display: inline !important;' id="isPasted"&gt;&amp;mdash;&lt;/span&gt; e refor&amp;ccedil;ar a necessidade de cautela com a PEC da jornada 6x1, que tramita no colegiado. O relator da PEC, deputado Paulo Azi (Uni&amp;atilde;o-BA), tamb&amp;eacute;m participou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na ocasi&amp;atilde;o, o presidente do Conselho de Servi&amp;ccedil;os da FecomercioSP e do sindicato das Empresas de Conserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Elevadores do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (Seciesp), Marcelo Braga, entregou ao presidente da CCJ of&amp;iacute;cios solicitando a vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o de algumas propostas legislativas e enfatizou o temor do setor produtivo com o aumento invi&amp;aacute;vel de custos caso a PEC 6x1 avance de forma a&amp;ccedil;odada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fim da escala 6x1&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A PEC que trata do fim da escala 6x1 e da redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada de trabalho foi o tema central da reuni&amp;atilde;o. Durante o encontro, Braga refor&amp;ccedil;ou a legitimidade das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es coletivas para mudan&amp;ccedil;as desse tipo, justamente por olharem para especificidades de cada setor da economia.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O presidente do Seciesp citou como exemplo o setor de manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de elevadores, que poder&amp;aacute; ser prejudicado pela falta de m&amp;atilde;o de obra qualificada caso a proposta avance da forma como foi apresentada. &amp;ldquo;No meu setor, s&amp;atilde;o necess&amp;aacute;rios 2,5 anos para algu&amp;eacute;m poder atuar na manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de elevadores, e &amp;eacute; uma atividade que exige aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o 24 horas. Ou seja, ao restringir a jornada e a escala, estamos tratando de uma poss&amp;iacute;vel diminui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da seguran&amp;ccedil;a de todos n&amp;oacute;s como usu&amp;aacute;rios de elevador&amp;rdquo;, advertiu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tendo em vista que a reuni&amp;atilde;o aconteceu na CCJ, Braga apontou argumentos t&amp;eacute;cnicos para subsidiar a an&amp;aacute;lise, alertando para o impacto fiscal e poss&amp;iacute;vel descumprimento do teto de gastos que o fim da escala 6x1 pode gerar nos entes federativos (Uni&amp;atilde;o, Estados e Munic&amp;iacute;pios). &amp;ldquo;H&amp;aacute; a quest&amp;atilde;o da sa&amp;uacute;de, da limpeza urbana e, de modo geral, de toda a m&amp;aacute;quina p&amp;uacute;blica que ser&amp;aacute; impactada, o que pode pressionar o teto de gastos previsto na Emenda Constitucional 132/2023 (Reforma Tribut&amp;aacute;ria). A quest&amp;atilde;o &amp;eacute; como resolver esse aumento de aproximadamente 22% nos custos para os munic&amp;iacute;pios, que j&amp;aacute; t&amp;ecirc;m um teto&amp;rdquo;, indagou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse sentido, o assessor jur&amp;iacute;dico da FecomercioSP, Leandro Almeida, lembrou que, caso haja mudan&amp;ccedil;a, em raz&amp;atilde;o do teto, todos os contratos da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica precisar&amp;atilde;o ser revistos. &amp;ldquo;Provavelmente, os or&amp;ccedil;amentos dos Estados, dos munic&amp;iacute;pios e da pr&amp;oacute;pria Uni&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o impactados. &amp;Eacute; preciso observar a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), porque, at&amp;eacute; agora, tem-se olhado muito &amp;mdash; e apenas &amp;mdash; para os aspectos econ&amp;ocirc;micos e sociais&amp;rdquo;, afirmou. &amp;ldquo;N&amp;atilde;o podemos deixar o impacto fiscal em segundo plano.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP e outras dez entidades representativas tamb&amp;eacute;m defenderam, na reuni&amp;atilde;o com o presidente da CCJ e o relator da PEC 221/2019, que a discuss&amp;atilde;o da proposta ocorra apenas ap&amp;oacute;s as elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es deste ano, evitando a contamina&amp;ccedil;&amp;atilde;o do debate por quest&amp;otilde;es pol&amp;iacute;tico-eleitorais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nas palavras do relator&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O relator da PEC, o deputado Azi, trouxe atualiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es importantes sobre o andamento. Segundo ele, o momento &amp;eacute; para discutir se &amp;eacute; &amp;ldquo;correto ou n&amp;atilde;o&amp;rdquo; trazer a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada para a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e deixar a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da escala para os acordos coletivos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O parlamentar lembrou que o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, defendeu que o tema n&amp;atilde;o seja engessado na Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sinalizando ser favor&amp;aacute;vel &amp;agrave; manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es coletivas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Azi pontuou ainda que &amp;eacute; preciso definir quem vai arcar com os custos e em que prazo os impactos ser&amp;atilde;o absorvidos. Em sua avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, uma alternativa seria aprovar a proposta com a previs&amp;atilde;o de que o pr&amp;oacute;ximo presidente eleito regulamente como ocorrer&amp;aacute; a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da escala e como as empresas ser&amp;atilde;o compensadas. Nesse cen&amp;aacute;rio, a mudan&amp;ccedil;a s&amp;oacute; passaria a valer ap&amp;oacute;s a regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na mesma linha, o presidente da CCJ afirmou que o colegiado n&amp;atilde;o ir&amp;aacute; &amp;ldquo;se furtar&amp;rdquo; de debater o tema, ouvindo todos os interessados. &amp;ldquo;Apesar de haver uma vontade de se avan&amp;ccedil;ar com o tema, ele n&amp;atilde;o pode ser tratado de qualquer jeito. O risco &amp;eacute; um efeito bumerangue: aprova-se de uma maneira, mas o resultado &amp;eacute; completamente diferente do esperado, gerando desemprego e aumento de custos para a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que, quando poss&amp;iacute;vel, ser&amp;atilde;o repassados por alguns setores &amp;agrave; sociedade&amp;rdquo;, disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Lomanto J&amp;uacute;nior garantiu ainda que, no que depender da CCJ, o debate sobre o tema ser&amp;aacute; aprofundado.   Ap&amp;oacute;s a an&amp;aacute;lise da constitucionalidade no colegiado, a proposta seguir&amp;aacute; para uma comiss&amp;atilde;o especial, onde mudan&amp;ccedil;as no m&amp;eacute;rito do texto devem ocorrer. Passando pela comiss&amp;atilde;o, a PEC seguir&amp;aacute; para an&amp;aacute;lise no plen&amp;aacute;rio da C&amp;acirc;mara.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pautas setoriais&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O presidente do Seciesp entregou ao presidente da CCJ algumas pautas priorit&amp;aacute;rias aos setores de Com&amp;eacute;rcio, Servi&amp;ccedil;os e Turismo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma delas &amp;eacute; o PDL (Projeto de Decreto Legislativo) 206/2023, que susta a exig&amp;ecirc;ncia de visto para turistas de pa&amp;iacute;ses como Estados Unidos, Canad&amp;aacute; e Austr&amp;aacute;lia. A retomada da isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o tem sido uma forte demanda do setor de Turismo. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o defende a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o da proposta, j&amp;aacute; que a exig&amp;ecirc;ncia trouxe impactos negativos ao setor e pode reduzir o fluxo de visitantes internacionais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro tema tratado foi o PL 3.361/2012, que regula o trabalho avulso nas atividades de movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mercadorias. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/com-articulacao-da-fecomerciosp-camara-garante-mais-seguranca-ao-trabalho-avulso-nas-atividades-de-movimentacao-de-mercadorias?%2Fnoticia%2Fcom-articulacao-da-fecomerciosp-camara-garante-mais-seguranca-ao-trabalho-avulso-nas-atividades-de-movimentacao-de-mercadorias=&amp;utm_source=chatgpt.com"&gt;Com a mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a entrega de uma sugest&amp;atilde;o de substitutivo pela FecomercioSP no ano passado&lt;/a&gt;, o texto foi aprovado na Comiss&amp;atilde;o do Trabalho sem a inclus&amp;atilde;o de v&amp;iacute;nculo empregat&amp;iacute;cio entre empresas e esses motoristas. O segmento considera o resultado uma vit&amp;oacute;ria em prol de melhores condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;mdash; e aguarda que seja referendado pela Casa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por fim, Braga ainda sensibilizou o presidente do colegiado pela atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das regras para manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e conserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o de elevadores. Para tanto, &amp;eacute; fundamental que o PL 6.125/2013 seja pautado na CCJ. O pleito &amp;eacute; defendido pelo Seciesp, com apoio da FecomercioSP, sob o argumento de que uma legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o atualizada trar&amp;aacute; seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica, previsibilidade operacional e estabelecer&amp;aacute; padr&amp;otilde;es m&amp;iacute;nimos de qualidade na manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos equipamentos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 20 Mar 2026 17:21:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP esclarece mitos e verdades sobre a NR-1 no setor de Serviços]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-esclarece-mitos-e-verdades-sobre-a-nr-1-no-setor-de-servicos</link><description>&lt;![CDATA[Atualização da norma inclui riscos psicossociais na gestão das empresas e Federação orienta empresários sobre o que muda ]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Nem toda nova regra gera mais custo ou burocracia. Em muitos casos, significa apenas organizar melhor o que j&amp;aacute; faz parte da rotina da empresa. Tema da reuni&amp;atilde;o de 16 de mar&amp;ccedil;o do Conselho de Servi&amp;ccedil;os da &lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;, a atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da NR-1 traz a inclus&amp;atilde;o dos riscos psicossociais no gerenciamento ocupacional e tem gerado d&amp;uacute;vidas, principalmente entre micro e pequenos empres&amp;aacute;rios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A&amp;nbsp;&lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt; colocou o assunto em perspectiva ao apresentar um material orientativo que traduz a norma para a realidade do setor de Servi&amp;ccedil;os. A principal mudan&amp;ccedil;a est&amp;aacute; na inclus&amp;atilde;o dos chamados riscos psicossociais na gest&amp;atilde;o de riscos ocupacionais, v&amp;aacute;lida plenamente desde maio de 2025.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na pr&amp;aacute;tica, a altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o significa observar fatores ligados &amp;agrave; organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho que podem afetar a sa&amp;uacute;de mental dos colaboradores, como excesso de demandas, jornadas prolongadas, falhas de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e conflitos internos. De acordo com a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o se trata de criar novas estruturas complexas, mas de incorporar esse olhar ao cotidiano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que a norma realmente exige&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A NR-1 n&amp;atilde;o estabelece um novo programa independente, nem imp&amp;otilde;e exig&amp;ecirc;ncias desproporcionais ao porte das empresas. O foco est&amp;aacute; em frentes b&amp;aacute;sicas j&amp;aacute; conhecidas da gest&amp;atilde;o de riscos: identificar situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que possam afetar os trabalhadores, avaliar suas consequ&amp;ecirc;ncias e adotar medidas preventivas compat&amp;iacute;veis com a realidade do neg&amp;oacute;cio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reuni&amp;atilde;o, o palestrante Jos&amp;eacute; Maria Caires, sanitarista, consultor de Seguran&amp;ccedil;a do Trabalho da&amp;nbsp;&lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt; e coordenador do Comit&amp;ecirc; de Seguran&amp;ccedil;a e Medicina do Trabalho do Sincovaga SP, destacou que a interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o correta da norma evita distor&amp;ccedil;&amp;otilde;es que geram inseguran&amp;ccedil;a. Segundo ele, a proposta n&amp;atilde;o &amp;eacute; ampliar obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es, mas organizar pr&amp;aacute;ticas que muitas empresas j&amp;aacute; adotam. Em sua avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, quando o empres&amp;aacute;rio entende o alcance da regra, percebe que est&amp;aacute; diante de um processo de gest&amp;atilde;o, e n&amp;atilde;o de um novo entrave operacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse entendimento tamb&amp;eacute;m refor&amp;ccedil;a a necessidade de proporcionalidade. Empresas menores n&amp;atilde;o precisam replicar estruturas de grandes corpora&amp;ccedil;&amp;otilde;es, mas demonstrar que observam o ambiente de trabalho e adotam medidas razo&amp;aacute;veis de preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que n&amp;atilde;o muda apesar dos boatos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Parte relevante das d&amp;uacute;vidas surge de interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es equivocadas. A&amp;nbsp;&lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt; compilou os principais pontos para esclarecer o que, de fato, n&amp;atilde;o procede. A norma n&amp;atilde;o obriga &amp;agrave; contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de psic&amp;oacute;logos nem &amp;agrave; cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ambulat&amp;oacute;rios espec&amp;iacute;ficos. O foco permanece na preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o de riscos organizacionais, e n&amp;atilde;o na medicaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ambiente de trabalho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o &amp;eacute; correto afirmar que qualquer problema emocional do trabalhador ser&amp;aacute; automaticamente atribu&amp;iacute;do &amp;agrave; empresa. A responsabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o ocorre apenas quando h&amp;aacute; rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta com o trabalho, como metas abusivas, jornadas excessivas ou situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ass&amp;eacute;dio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto recorrente &amp;eacute; o temor de aumento de burocracia. Para pequenos neg&amp;oacute;cios, a exig&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; objetiva. O essencial &amp;eacute; demonstrar que os riscos foram considerados e que medidas compat&amp;iacute;veis foram adotadas, sem necessidade de estruturas complexas ou relat&amp;oacute;rios extensos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao tratar desses mitos, Caires refor&amp;ccedil;ou que o empres&amp;aacute;rio deve concentrar esfor&amp;ccedil;os no que est&amp;aacute; sob sua gest&amp;atilde;o. Segundo o consultor, o olhar deve estar na organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho e nas pr&amp;aacute;ticas internas, evitando interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es que ampliem indevidamente o alcance da norma.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;A atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da NR-1 n&amp;atilde;o deve ser encarada como amea&amp;ccedil;a, mas como instrumento para melhorar a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ambiente de trabalho, reduzir riscos e fortalecer a seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica. Para o empres&amp;aacute;rio do setor de Servi&amp;ccedil;os, entender essa l&amp;oacute;gica &amp;eacute; o que separa a preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o desnecess&amp;aacute;ria de uma gest&amp;atilde;o mais eficiente&amp;rdquo;, finalizou o palestrante.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 20 Mar 2026 09:22:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Beleza Patronal orienta salões sobre regularização do ISS em atraso em São Paulo]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/beleza-patronal-orienta-saloes-sobre-regularizacao-do-iss-em-atraso-em-sao-paulo</link><description>&lt;![CDATA[Com apoio técnico da FecomercioSP, sindicato esclarece passo a passo para evitar multas e trazer segurança jurídica às empresas do segmento de beleza]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Os impostos raramente entram na lista de prioridades de quem est&amp;aacute; focado em atender clientes e fazer o caixa girar. Mas quando o faturamento cresce e ultrapassa certos limites, eles batem &amp;agrave; porta. Foi o que aconteceu com parte dos sal&amp;otilde;es de beleza que excederam o sublimite do Simples Nacional e acabaram com pend&amp;ecirc;ncias de ISS no munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para orientar esses empres&amp;aacute;rios e evitar autua&amp;ccedil;&amp;otilde;es futuras, o &lt;a href="https://belezapatronal.portaldocomercio.org.br/"&gt;Beleza Patronal&lt;/a&gt; levou o tema &amp;agrave; &lt;a href="https://fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; e &amp;agrave; Secretaria Municipal da Fazenda de S&amp;atilde;o Paulo (Sefaz/SP). A articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o resultou na defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um procedimento bem definido para a regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Imposto Sobre Servi&amp;ccedil;o (ISS) em atraso, com foco em autorregulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; voltada para empresas do segmento de beleza optantes pelo Simples Nacional que ultrapassarem o sublimite de R$ 3,6 milh&amp;otilde;es e tenham fatos geradores anteriores &amp;agrave; Instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o Normativa SF SUREM 11, de setembro de 2025.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O problema&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nos casos analisados, os tributos federais excedentes foram recolhidos corretamente por meio do Documento de Arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Simples Nacional&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;(DAS). A pend&amp;ecirc;ncia surgiu em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao ISS, especialmente nas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es regidas pela&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-propoe-ajustes-a-legislacao-para-fortalecer-relacoes-de-parceria-no-setor-de-beleza"&gt;Lei do Sal&amp;atilde;o-Parceiro&lt;/a&gt;, que define a partilha do faturamento entre o sal&amp;atilde;o e o profissional-parceiro. Como o imposto incide apenas sobre a parcela que fica com a empresa, muitos estabelecimentos acabaram n&amp;atilde;o recolhendo o tributo municipal &amp;agrave; &amp;eacute;poca.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Sefaz/SP informou que a regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o deve ser realizada por meio de den&amp;uacute;ncia espont&amp;acirc;nea, procedimento que afasta a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de multa punitiva. O primeiro passo &amp;eacute; registrar a den&amp;uacute;ncia no Sistema de Autorregulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Contribuintes (Sarec), apurando o ISS com base na diferen&amp;ccedil;a entre o valor total recebido e o repasse feito ao profissional-parceiro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ap&amp;oacute;s essa etapa, o empres&amp;aacute;rio deve comparecer ao Centro de Atendimento da Fazenda Municipal (CAF), no Centro de S&amp;atilde;o Paulo, mediante agendamento, para dar continuidade ao processo administrativo e apresentar a documenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o exigida, como contrato social, planilhas de faturamento, contratos de parceria e a declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de d&amp;eacute;bitos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo a Sefaz/SP, a regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o por den&amp;uacute;ncia espont&amp;acirc;nea afasta a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de multa punitiva, sendo cobrados apenas os acr&amp;eacute;scimos legais cab&amp;iacute;veis. Para fatos geradores posteriores &amp;agrave; vig&amp;ecirc;ncia da Instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o Normativa SF SUREM 11, o procedimento &amp;eacute; mais simples e exige apenas a emiss&amp;atilde;o regular da Nota Fiscal de Servi&amp;ccedil;os Eletr&amp;ocirc;nica (NFS-e).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Beleza Patronal, com respaldo da FecomercioSP, refor&amp;ccedil;a que o di&amp;aacute;logo institucional &amp;eacute; um caminho eficiente para resolver entraves do dia a dia empresarial, trazendo clareza, seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica e apoio aos sal&amp;otilde;es de beleza.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Servi&amp;ccedil;o&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quem deve regularizar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Empresas do segmento de beleza optantes pelo Simples Nacional que ultrapassarem o sublimite de R$ 3,6 milh&amp;otilde;es e tenham fatos geradores anteriores &amp;agrave; IN SF SUREM 11/2025.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Documentos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Contrato social e procura&amp;ccedil;&amp;atilde;o, se houver&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Planilha das notas fiscais com valores e cota-parte&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Contratos de parceria&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de D&amp;eacute;bitos Tribut&amp;aacute;rios gerada no Sarec&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Onde&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Centro de Atendimento da Fazenda Municipal (CAF)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Pra&amp;ccedil;a do Patriarca, 69, Centro &amp;mdash; S&amp;atilde;o Paulo/SP&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Atendimento de segunda a sexta-feira, das 9h &amp;agrave;s 17h&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 02 Feb 2026 15:14:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Serviços mantêm nível elevado de atividade em 2025; leia a carta setorial!]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/servicos-mantem-nivel-elevado-de-atividade-em-2025-leia-a-carta-setorial</link><description>&lt;![CDATA[Publicação aponta resiliência do setor, apesar da desaceleração e de um ambiente econômico ainda desafiador]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O Setor de Serviços deve encerrar 2025 em um patamar elevado de atividade, ainda que com sinais claros de desaceleração em relação aos anos anteriores. A avaliação consta na &lt;strong&gt;Carta Setorial do Conselho de Serviços da FecomercioSP&lt;/strong&gt;, documento que reúne análises econômicas e setoriais estratégicas, direcionadas aos sindicatos empresariais e às empresas do segmento.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao longo do ano, o setor manteve papel central na economia brasileira, sustentando o crescimento, o emprego e a renda, mesmo diante de um ambiente marcado por juros elevados, crédito restrito e maior cautela por parte de consumidores e empresários. A Carta consolida esse diagnóstico ao apresentar dados de desempenho, mercado de trabalho, confiança empresarial e perspectivas para 2026.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Desempenho do setor ao longo de 2025&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com a Carta Setorial, os Serviços seguiram em expansão em 2025, embora em ritmo mais moderado. As projeções da FecomercioSP indicam crescimento próximo de 3% no volume de serviços no ano, sustentado principalmente pelos segmentos de &lt;strong&gt;informação e comunicação&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;transportes&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;logística&lt;/strong&gt;. Esses setores continuam se beneficiando do avanço da digitalização, da demanda por soluções tecnológicas e da ampliação das cadeias logísticas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), do IBGE, analisados na Carta, mostram que o volume de atividades acumulou 18 meses consecutivos de crescimento, a mais longa sequência da série histórica. Atualmente, o setor opera cerca de 20% acima do nível pré-pandemia, o que evidencia sua resiliência mesmo em um cenário macroeconômico adverso.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por outro lado, a publicação destaca que os &lt;strong&gt;serviços prestados às famílias&lt;/strong&gt; seguem mais pressionados, impactados pelo comprometimento da renda, pelo aumento da inadimplência e pelo custo elevado do crédito, fatores que limitam o consumo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Serviços seguem como principal gerador de empregos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto central abordado na Carta Setorial é o mercado de trabalho. Em 2025, os Serviços mantiveram a liderança na geração de empregos formais no País. Entre janeiro e outubro, o setor respondeu pela maior parte das vagas criadas, com destaque para as atividades de &lt;strong&gt;informação e comunicação&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;serviços profissionais e administrativos&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;transporte e armazenagem&lt;/strong&gt;, além de &lt;strong&gt;saúde e educação&lt;/strong&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse desempenho reforça a importância estratégica do setor para a sustentação do nível de emprego e para o dinamismo econômico, aspecto especialmente relevante para sindicatos e empresas na formulação de políticas, negociações e planejamento empresarial.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ambiente econômico exige atenção&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar dos resultados positivos, a Carta Setorial alerta para um ambiente econômico que segue desafiador. A inadimplência das famílias aumentou ao longo de 2025, reduzindo a capacidade de consumo e exigindo maior cautela dos prestadores de serviços. Além disso, o Índice de Confiança de Serviços (ICS), da FGV, permaneceu abaixo da linha de neutralidade durante todo o ano, sinalizando um sentimento ainda pessimista entre os empresários.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No campo macroeconômico, embora a inflação apresente sinais de controle, a taxa de juros segue em patamar elevado, sendo apontada pela Carta como o principal entrave ao investimento, à expansão dos negócios e ao fortalecimento da demanda.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Orientações e perspectivas para empresas e sindicatos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Voltada ao apoio estratégico dos sindicatos e das empresas, a Carta Setorial do Conselho de Serviços da FecomercioSP também apresenta recomendações práticas para a gestão dos negócios, como a busca por linhas de crédito mais acessíveis, o investimento em automação e digitalização, o cuidado com o endividamento de curto prazo e o acompanhamento atento do cenário fiscal e monetário.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para 2026, a expectativa é de continuidade do crescimento, condicionada principalmente à evolução da política de juros e ao ambiente fiscal. O documento reforça que planejamento, eficiência operacional e decisões bem fundamentadas serão essenciais para que o setor siga desempenhando seu papel como um dos principais pilares da economia brasileira.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A publicação ainda reúne tabelas, gráficos, análises e dicas práticas que auxiliam o empresário a se preparar e enfrentar o cenário econômico com mais informação e planejamento. Acesse a versão completa da &lt;a href="https://fecomercio.com.br/upload/pdf/2025/12/18/Carta_Setorial_Servi%C3%A7os_dezembro_V1.pdf"&gt;Carta Setorial do Conselho de Serviços da FecomercioSP&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 22 Dec 2025 09:40:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP propõe ajustes à legislação para fortalecer relações de parceria no setor de Beleza]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-propoe-ajustes-a-legislacao-para-fortalecer-relacoes-de-parceria-no-setor-de-beleza</link><description>&lt;![CDATA[Em reunião, Entidade defende aprimoramentos na Lei do Salão-Parceiro e manutenção da homologação sindical como instrumento de proteção para profissionais e empresas]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O setor de Beleza no Brasil vive um paradoxo: cresce e atrai novos modelos de negócio, mas segue exposto a incertezas trabalhistas que comprometem a sua expansão. A parceria entre salões e profissionais, prevista na &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/lei-do-salao-parceiro-atuacao-da-fecomerciosp-e-do-beleza-patronal-garante-melhorias-e-novas-regras-em-sao-paulo?%2Fnoticia%2Flei-do-salao-parceiro-atuacao-da-fecomerciosp-e-do-beleza-patronal-garante-melhorias-e-novas-regras-em-sao-paulo=" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Lei 13.352/2016, conhecida como Lei do Salão-Parceiro&lt;/a&gt;, trouxe avanços importantes, porém ainda se depara com interpretações divergentes na Justiça e propostas legislativas que podem fragilizar o modelo — especialmente no tema da homologação dos contratos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É nesse contexto que a &lt;a href="https://fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; intensificou a sua atuação no Congresso Nacional para preservar o regime de parceria e evitar retrocessos que ampliem litígios e insegurança jurídica.&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;&lt;strong&gt;Encontro com o relator&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em reunião na FecomercioSP, &lt;a href="https://www.instagram.com/ivodallacqua.oficial/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;o presidente em exercício da Federação, Ivo Dall’Acqua Júnior&lt;/a&gt;, o presidente do &lt;a href="https://belezapatronal.portaldocomercio.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Beleza Patronal&lt;/a&gt;, Luis Cesar Bigonha, e a equipe técnica da entidade apresentaram ao deputado federal Saulo Pedroso (PSD/SP), relator do PL 10.791/2018, argumentos pela manutenção da homologação obrigatória feita exclusivamente pelo sindicato profissional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O deputado demonstrou preocupação com o cenário atual e reconheceu a coerência dos pontos apresentados. “Quem trabalha, produz e faz acontecer quer clareza na legislação. O Brasil precisa de estabilidade, objetividade e segurança jurídica”, afirmou Pedroso, ao indicar abertura para ajustar o seu relatório.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Segurança jurídica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante o encontro, Bigonha enfatizou os efeitos práticos da insegurança regulatória para o setor. “Mesmo com a lei e com todos os requisitos formais, ainda convivemos com interpretações que geram medo no empresário. Há decisões que ignoram a lógica da parceria”, afirmou. Segundo ele, decisões que desconsideram contratos formalizados põem em risco a sustentabilidade de milhares de negócios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o presidente em exercício da FecomercioSP, o problema ultrapassa o setor e afeta o ambiente econômico como um todo. “O País precisa sair desse ciclo de insegurança. A cada momento, o Judiciário interpreta de um jeito diferente, e isso fragiliza as instituições e afasta o investimento”, disse Dr. Ivo, ao defender a preservação do arcabouço legal construído para o segmento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Propostas da Entidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP apresentou ao parlamentar sugestões de aprimoramento da Lei do Salão-Parceiro. Dentre os ajustes, destacam-se:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;•&lt;span style="white-space:pre;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;deixar explícito que a lei abrange todos os estabelecimentos de beleza, estética, higiene e bem-estar;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;•&lt;span style="white-space:pre;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;corrigir tecnicamente o § 8º do artigo 1º-A, garantindo que somente o sindicato profissional homologue os contratos;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;•&lt;span style="white-space:pre;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;padronizar critérios de validação e reforçar o entendimento consolidado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), reduzindo interpretações conflitantes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As propostas foram reunidas em nota técnica já encaminhada ao relator.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Próximos passos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O deputado informou que pretende incluir as contribuições no relatório final encaminhado à Comissão de Desenvolvimento Econômico. Com a mobilização, a FecomercioSP busca assegurar que a legislação continue refletindo a realidade do setor — equilibrando proteção ao profissional, sustentabilidade das empresas e transparência nas relações de trabalho.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 11 Dec 2025 14:26:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Reforma Tributária: o que muda para as empresas do setor de Serviços?]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/reforma-tributaria-o-que-muda-para-as-empresas-do-setor-de-servicos</link><description>&lt;![CDATA[Reunião na FecomercioSP detalha os efeitos da nova estrutura tributária e orienta empresários sobre como se preparar para as mudanças que entram em vigor a partir de 2026]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A Reforma Tributária, já aprovada e em fase de regulamentação, foi o principal tema da reunião de outubro do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-servicos"&gt;&lt;strong&gt;Conselho de Serviços&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;da&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. O encontro contou com duas palestras que esclareceram os principais pontos da transição e os impactos esperados para as empresas do setor.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na primeira exposição, Wedeson Mesquita Silva, diretor da High Management Consultores, apresentou a nova estrutura de cobrança de tributos sobre o consumo, que substituirá cinco impostos atuais — PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS — por dois novos: a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), de competência federal, e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de competências estadual e municipal. Haverá ainda o Imposto Seletivo (IS), que incidirá sobre produtos e serviços prejudiciais à saúde e/ou ao meio ambiente.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Mesquita, o principal objetivo é simplificar o sistema tributário, mas a mudança exigirá planejamento e adaptação tecnológica. “Quem não se planejar vai pagar mais imposto. Mas quem fizer um bom estudo tributário e adotar sistemas adequados, pode transformar a reforma em uma oportunidade para melhorar a eficiência e a competitividade”, afirmou.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Impactos diretos para os Serviços&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com o especialista, &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/reforma-tributaria-oportunidades-e-desafios-para-empresas-com-a-nova-legislacao?%2Fnoticia%2Freforma-tributaria-oportunidades-e-desafios-para-empresas-com-a-nova-legislacao="&gt;o setor tende a ser um dos mais afetados&lt;/a&gt;. Empresas que hoje recolhem PIS (0,65%), Cofins (3%) e ISS (em média 5%) poderão ver a carga tributária subir para cerca de 27,97% com a soma de CBS e IBS.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Embora o novo modelo permita o uso de créditos tributários, a maioria dos prestadores de serviço não tem grandes gastos com insumos, o que reduz a possibilidade de compensação. Profissões regulamentadas — como advocacia, engenharia e contabilidade — poderão ter redução de até 30% nas alíquotas, enquanto educação e saúde terão descontos de 60%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Transição: o que muda e quando&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A reforma será implementada de forma gradual entre 2026 e 2033, em um cronograma que prevê períodos de teste e substituição progressiva dos tributos atuais. Confira a seguir.&lt;/p&gt;&lt;ul type="disc"&gt;&lt;li&gt;2026: início do período de teste, com notas fiscais incluindo campos para IBS e CBS, mas ainda com alíquotas simbólicas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;2027: extinção do PIS e da Cofins com a substitução pela CBS.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;2029 a 2032: transição de ISS e ICMS para o IBS.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;2033: consolidação total do novo sistema tributário.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;A Nota Fiscal de Serviço Eletrônica Nacional (NFS-e) também passará a ter &lt;strong&gt;layout&lt;/strong&gt; padronizado em todo o País, centralizando informações na Receita Federal e ampliando a transparência das operações.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tecnologia e gestão, os pilares da adaptação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A implantação de ERP (sistema de gestão empresarial) atualizado é considerada essencial para o sucesso da transição. As empresas deverão investir em soluções que automatizem cálculos, controlem créditos tributários e integrem as obrigações fiscais. Durante a palestra, Mesquita recomendou ainda que as empresas implantem um plano de ação nas seguintes áreas:&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Comunicação Interna — implementar canais claros para manter as equipes informadas durante a transição;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Cadastros — garantir que estejam completos e atualizados para evitar erros;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Treinamento de Equipes — capacitar os colaboradores para adaptarem-se às mudanças e aos novos processos.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Simples Nacional e negociações coletivas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na segunda palestra, Sarina Manata, assessora jurídica da FecomercioSP,&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/reforma-tributaria-muda-regras-das-negociacoes-coletivas-e-amplia-peso-dos-beneficios-concedidos-pelas-empresas?%2Fnoticia%2Freforma-tributaria-muda-regras-das-negociacoes-coletivas-e-amplia-peso-dos-beneficios-concedidos-pelas-empresas="&gt;abordou os efeitos da Lei Complementar (LCP) 214/2025&lt;/a&gt; sobre as Micro e Pequenas Empresas (MPEs). O Simples Nacional será mantido, mas passará a oferecer duas opções a partir de 2027:&lt;/p&gt;&lt;ul type="disc"&gt;&lt;li&gt;permanecer integralmente no regime, com as regras atuais; ou&lt;/li&gt;&lt;li&gt;adotar o modelo híbrido, recolhendo o IBS e a CBS fora do sistema unificado para aproveitar créditos tributários.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;A especialista alertou que a decisão exigirá análise técnica e simulações detalhadas, pois quem continuar 100% no Simples não poderá transferir créditos, o que pode afetar a competitividade. Outra novidade é o novo calendário de opção, que permitirá às empresas escolherem o regime duas vezes ao ano — em abril e setembro, aplicável já em setembro de 2026.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Impactos sobre as negociações coletivas: benefícios e créditos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A reforma também traz novidades para as convenções e os acordos coletivos de trabalho. Pela nova regra, determinados benefícios concedidos aos empregados podem gerar créditos tributários de IBS e CBS, mas apenas quando previstos em instrumentos coletivos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre os itens que geram crédito, destacam-se:&lt;/p&gt;&lt;ul type="disc"&gt;&lt;li&gt;uniformes e EPIs;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;serviços de saúde e creche oferecidos no local de trabalho;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;planos de saúde, vale-transporte, vale-refeição, vale-alimentação e benefícios educacionais, desde que previstos em acordo ou convenção coletiva.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Contudo, segundo a assessora da FecomercioSP, essa exigência pode ser revista pelo PLP 108/2024, que propõe flexibilizar a regra para vale-transporte, refeição e alimentação. “Mesmo com as novas possibilidades de crédito, é preciso avaliar caso a caso. Para as empresas integralmente no Simples, isso não tem efeito prático, pois não se beneficiam da não cumulatividade”, observa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Atualização dos limites do Simples Nacional&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/reforma-tributaria-oportunidades-e-desafios-para-empresas-com-a-nova-legislacao?%2Fnoticia%2Freforma-tributaria-oportunidades-e-desafios-para-empresas-com-a-nova-legislacao="&gt;também atua pela atualização dos limites de enquadramento do Simples&lt;/a&gt;, conforme o PLP 108/2021, que propõe reajustes com base na inflação desde 2006. A medida elevaria o teto do Microempreendedor Individual (MEI) para R$ 144,9 mil; o da Microempresa (ME) para R$ 869,4 mil; e o da Empresa de Pequeno Porte (EPP) para R$ 8,69 milhões, além de prever reajuste anual automático. De acordo com Sarina, a atualização é “fundamental para preservar a competitividade e evitar que pequenos negócios sejam forçados a sair do regime”.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cartilhas da FecomercioSP&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para apoiar empresários e sindicatos, a FecomercioSP elaborou quatro cartilhas informativas que explicam, de forma acessível, os desdobramentos da Reforma Tributária — desde as mudanças no Simples até as orientações no período de transição.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com o nome &lt;strong&gt;Transição sem sustos&lt;/strong&gt;, uma das cartilhas informa como as &lt;strong&gt;empresas devem se preparar para a fase de transição ao novo sistema tributário.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;O volume também mostra o cronograma da transição (2026–2033) e os projetos de lei ainda pendentes — como o que cria o Comitê Gestor do IBS, a Lei do IS e o sistema de &lt;strong&gt;split payment&lt;/strong&gt; —, além de fornecer um checklist prático incluindo quatro passos: entenda as novas regas e treine o time; faça um diagnóstico completo; simule os impactos; e planeje as mudanças.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“As cartilhas traduzem o conteúdo técnico, em linguagem simples e prática, para que o empresário possa compreender e se planejar para as mudanças”, afirmou Sarina. O material está disponível na &lt;a href="https://sala.fecomercio.com.br/e-books/"&gt;Sala dos Sindicatos&lt;/a&gt;. As versões impressas podem ser solicitadas pelos Sindicatos filiados interessados em distribuir às suas bases.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 03 Nov 2025 14:40:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Inovação digital estimula a competitividade no setor de Serviços]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/inovacao-digital-estimula-a-competitividade-no-setor-de-servicos</link><description>&lt;![CDATA[FecomercioSP e Sebrae-SP apontam como tecnologia e cooperação fortalecem empresas e ampliam oportunidades no mercado]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A inovação deixou de ser um diferencial e passou a se tornar condição essencial à sobrevivência e ao crescimento dos negócios, especialmente no setor de Serviços, que representa grande parte das economias paulista e nacional. Esse foi o foco da reunião do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-servicos"&gt;&lt;strong&gt;Conselho de Serviços&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;,&lt;/strong&gt; realizada no dia 15 de setembro, que reuniu lideranças empresariais para abordar os reflexos da inovação, da Inteligência Artificial (IA) e de programas de apoio aos negócios na construção de um ambiente mais competitivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante o encontro, Fábio Costa de Souza, consultor do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-SP), apresentou dados que demonstram o impacto das tecnologias à economia. Para se ter uma ideia, só o Google gerou R$ 215 bilhões em atividade econômica no Brasil, no ano passado. “As soluções do Google estão transformando a maneira como as empresas operam, independentemente do porte, setor ou localização geográfica”, afirmou Souza.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro exemplo significativo citado pelo especialista foi a conquista obtida pelo ABC paulista. Com 12.186 empresas de tecnologia, a região se tornou líder em transformação digital e foi reconhecida pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo como Cadeia Produtiva Local — Polo de Tecnologia (CPL TIC do ABC). O sucesso da transição para uma cultura digital provou que inovar é um “esporte coletivo”. A articulação entre diferentes setores — instituições de ensino, empresas e governos locais — foi fundamental para impulsionar a liderança digital na região.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Incentivo à gestão de negócios&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Casos práticos de empresas que já incorporaram soluções digitais mostraram que a IA pode multiplicar vendas e melhorar o relacionamento com clientes. Foi o que aconteceu com a Bilheteria Express ao integrar IA com WhatsApp, uma forma simples, acessível e altamente eficiente de conversar com clientes, lançando mão de uma assistente digital, a Marília. Resultado: em apenas sete meses, a empresa faturou mais de R$ 2,9 milhões somente via WhatsApp.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Tegma Gestão Logística é outro exemplo real dos efeitos positivos da inovação. Após implantar os horizontes de inovação,&lt;strong&gt;&amp;nbsp;framework&lt;/strong&gt; estratégico desenvolvido pela McKinsey&amp;amp;Company, a empresa anunciou, recentemente, a compra de 70% do capital social da Buskar.Me Logística e Tecnologia por parte da sua filial Fastline Logística Automotiva, por um valor total de R$ 15,1 milhões.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os três horizontes têm como objetivo organizar os projetos de inovação de uma companhia de forma balanceada para curto e longo prazos, garantindo crescimento contínuo, cada um com um foco específico:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- H1 — explora o &lt;strong&gt;core business&lt;/strong&gt; do negócio, aprimorando o que já funciona;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- H2 — aplica os mercados adjacentes ao &lt;strong&gt;core business&lt;/strong&gt;;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- H3 — promove a experimentação com base em um modelo mais arriscado de inovação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Apoio a MPEs&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nessa conjuntura, o Sebrae-SP tem papel estratégico ao oferecer programas que apoiam Micro e Pequenas Empresas (MPEs) na adoção de ferramentas inovadoras. Dentre as ações previstas para 2025, destaca-se o &lt;strong&gt;Programa ALI Produtividade&lt;/strong&gt; (Agente Local de Inovação), consultoria gratuita voltada para a melhoria da gestão, dos processos e dos resultados das empresas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A &lt;strong&gt;Feira do Empreendedor&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;(FE)&lt;/strong&gt; é outra oportunidade gratuita para quem deseja abrir ou acelerar um negócio. A edição deste ano acontece de &lt;strong&gt;15 a 18 de outubro, das 10h às 20h, no São Paulo Expo&lt;/strong&gt;. Em sua 14ª edição, a FE destaca o conceito de Inteligência Empreendedora (IE), que envolve o que a instituição desenvolveu ao longo dos mais de 50 anos de atuação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Loja do Futuro&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outra iniciativa essencial para o fortalecimento da gestão das empresas é o programa Loja do Futuro. Por meio da parceria entre o Sebrae-SP, a FecomercioSP e os Sindicatos Patronais filiados à Federação, o &lt;a href="http://www.fecomerciosp.com.br/noticia/loja-do-futuro-2025-leva-inovacao-a-mais-de-1-3-mil-empresas-do-varejo-paulista"&gt;projeto promove a capacitação em IA e tecnologias aplicadas ao Comércio e aos Serviços&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essa atuação conjunta garante mais representatividade, amplia a cultura de inovação entre os empresários e promove condições para que os negócios sejam mais competitivos. Os Sindicatos, nesse contexto, são protagonistas na divulgação do programa Loja do Futuro e no engajamento das empresas associadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao unir esforços, as entidades contribuem para que a inovação seja compreendida não apenas como tecnologia, mas também como melhoria de processos, atendimento e modelos de negócio. Essa visão fortalece a resiliência do setor, amplia a competitividade e prepara as empresas para enfrentar os desafios do presente e do futuro.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 01 Oct 2025 11:52:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Terceirização e pejotização: boas práticas para reduzir riscos e garantir segurança jurídica]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/terceirizacao-e-pejotizacao-boas-praticas-para-reduzir-riscos-e-garantir-seguranca-juridica</link><description>&lt;![CDATA[Contratações de empresas terceirizadas e de prestadores PJ são legítimas, mas falhas na gestão podem gerar vínculo empregatício e custos milionários]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A terceiriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os e a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de profissionais como pessoa jur&amp;iacute;dica (PJ) &amp;mdash; pr&amp;aacute;tica conhecida como &amp;ldquo;pejotiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo; &amp;mdash; consolidaram-se como estrat&amp;eacute;gias de efici&amp;ecirc;ncia e competitividade para as empresas. Amparadas pela Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e por decis&amp;otilde;es recentes do Supremo Tribunal Federal (STF), essas modalidades permitem especializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e flexibilidade operacional e podem trazer ganhos quando estruturadas de forma transparente e t&amp;eacute;cnica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No entanto, um dos principais pilares de seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica &amp;eacute; a coer&amp;ecirc;ncia entre o contrato e realidade. Quando mal estruturadas, a terceiriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a pejotiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o podem se transformar em um passivo trabalhista de grandes propor&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Contratos mal elaborados, aus&amp;ecirc;ncia de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e disfarce de v&amp;iacute;nculo de emprego est&amp;atilde;o entre os principais riscos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Modalidades cada vez mais comuns de organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o empresarial, a terceiriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a pejotiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o foram tema de debate na reuni&amp;atilde;o do Conselho de Servi&amp;ccedil;os da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP), realizada no dia 18 de agosto, que contou com a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do assessor jur&amp;iacute;dico da Entidade, Eduardo Pastore.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que diz a Justi&amp;ccedil;a&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul type="disc"&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Terceiriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;: o STF j&amp;aacute; decidiu que &amp;eacute; l&amp;iacute;cita em qualquer atividade &amp;mdash; meio ou fim &amp;mdash;, desde que n&amp;atilde;o haja subordina&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta e pessoalidade. A responsabilidade da contratante &amp;eacute; subsidi&amp;aacute;ria, caso falhe na fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Pejotiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;: &amp;eacute; v&amp;aacute;lida somente quando existe autonomia real. Se forem identificados elementos de v&amp;iacute;nculo &amp;mdash; pessoalidade, habitualidade, onerosidade e subordina&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;mdash;, a Justi&amp;ccedil;a pode reconhecer a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o de emprego retroativamente.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sinais de fraude&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Alguns ind&amp;iacute;cios frequentemente levam &amp;agrave; descaracteriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do contrato civil e ao reconhecimento de v&amp;iacute;nculo:&lt;/p&gt;&lt;ul type="disc"&gt;&lt;li&gt;uso de crach&amp;aacute;, e-mail e benef&amp;iacute;cios de empregado;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;controle de jornada e relat&amp;oacute;rios di&amp;aacute;rios;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;ordens diretas de gestores da empresa contratante;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;exclusividade absoluta sem liberdade para atender outros clientes.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Consequ&amp;ecirc;ncias para a empresa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando a Justi&amp;ccedil;a reconhece o v&amp;iacute;nculo empregat&amp;iacute;cio, a tomadora pode ser condenada a pagar sal&amp;aacute;rios atrasados, f&amp;eacute;rias, 13&amp;ordm; sal&amp;aacute;rio, Fundo de Garantia do Tempo de Servi&amp;ccedil;o (FGTS) com multa de 40%, horas extras, adicionais, encargos previdenci&amp;aacute;rios e multas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Boas pr&amp;aacute;ticas recomendadas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para reduzir riscos e preservar a legitimidade da terceiriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e da pejotiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a &lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt; recomenda:&lt;/p&gt;&lt;ul type="disc"&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Antes da contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;mdash;&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;due diligence&lt;/em&gt; para verificar capacidade t&amp;eacute;cnica, regularidade fiscal e hist&amp;oacute;rico judicial da prestadora;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;No contrato &amp;mdash;&lt;/strong&gt; objeto claro, autonomia operacional, garantias financeiras e &lt;em&gt;compliance&lt;/em&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Na execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;mdash;&lt;/strong&gt; fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o peri&amp;oacute;dica e documentada, sem controle direto de jornada;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Na gest&amp;atilde;o &amp;mdash;&lt;/strong&gt; comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o sempre via gestor da contratada, nunca por chefes da tomadora;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Na preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/strong&gt; manter registros por pelo menos cinco anos e realizar auditorias internas.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Setores sens&amp;iacute;veis&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Casos recentes na Justi&amp;ccedil;a mostram que sa&amp;uacute;de, educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e marketing, e beleza e est&amp;eacute;tica est&amp;atilde;o entre os segmentos do setor de Servi&amp;ccedil;os mais sujeitos a disputas judiciais envolvendo pejotiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A presen&amp;ccedil;a de escalas fixas, metas impostas, benef&amp;iacute;cios t&amp;iacute;picos de empregados e proibi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de atendimento de terceiros s&amp;atilde;o os pontos mais problem&amp;aacute;ticos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es para os empres&amp;aacute;rios&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sempre atuando em defesa de um ambiente de neg&amp;oacute;cios saud&amp;aacute;vel, a &lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt; disponibiliza o &lt;a href="http://fecomercio.com.br/upload/pdf/ebook_terceirizacao_atualizado_marco_2022.pdf" title="e-book Terceirização"&gt;&lt;em&gt;e-book&lt;/em&gt; Terceiriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt;, que traz orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es para reduzir riscos e garantir seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica para os neg&amp;oacute;cios que recorrerem a essa pr&amp;aacute;tica. No &lt;em&gt;e-book&lt;/em&gt;, os empres&amp;aacute;rios encontram quais s&amp;atilde;o as exig&amp;ecirc;ncias legais para a contratante e a prestadora do servi&amp;ccedil;o, como se d&amp;aacute; a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com os trabalhadores, as vantagens proporcionadas para os neg&amp;oacute;cios, dentre outras informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 27 Aug 2025 11:47:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Alta de energia e subsídios desiguais afetam empresas do setor de Serviços]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/alta-da-energia-e-subsidios-desiguais-afetam-empresas-dos-servicos</link><description>&lt;![CDATA[Custo da eletricidade já consome até 20% das despesas de pequenos negócios; falta de apoio e política de subsídios concentrada agravam quadro]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O setor de Serviços, motor da economia brasileira, está sob forte pressão em decorrência do aumento expressivo no custo da energia elétrica e da concentração de subsídios em segmentos específicos da Indústria e Agropecuária. Pequenas e médias empresas (PMEs), responsáveis por cerca de 99% dos negócios no País, encaram um quadro adverso: energia mais cara, infraestrutura precária e falta de apoio governamental.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em 2024, o consumo de energia no Brasil cresceu 3,9%, superando, pela primeira vez, a média de 70 mil megawatts (MW), de acordo com estudo divulgado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Nos Serviços, o aumento foi de 21,7% em relação ao ano anterior [gráfico 1]. Esse salto, motivado por altas temperaturas e pela retomada econômica, elevou também o peso da conta de luz no caixa das empresas, podendo chegar a 20% das despesas operacionais em pequenos negócios, de acordo com o Sebrae.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como o custo da energia impacta o setor foi o tema principal da reunião do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-servicos" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Conselho de Serviços&lt;/a&gt; da&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;no dia 21 de maio, por meio da apresentação de&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Thiago Ivanoski Teixeira, diretor de Estudos Econômico-Energéticos da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) desde dezembro de 2023.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao comentar o panorama apresentado pelo palestrante, Thiago Freitas, assessor da FecomercioSP, ressalta que defrontar com aumento das tarifas de energia pode afetar gravemente a saúde financeira dos negócios, especialmente, as PMES do setor de Serviços, que são espinha dorsal da economia. O encarecimento da eletricidade eleva diretamente os custos operacionais, prejudicando a sobrevivência de pequenos negócios.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por meio do Conselho de Serviços, a FecomercioSP destaca ser importante adotar estratégias que promovam o uso mais eficiente da energia. A entidade recomenda que, para melhorar esse consumo, as empresas podem estimular comportamento mais sustentáveis, investir em equipamentos com melhor performance energética, ajustar os horários de produção e investir na própria geração de energia. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/419b1e6112d33eb5c2c36d49bf4fa749d78e1949.png" style="width: 433px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Energia cara e instabilidade refletem na operação e na receita&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A falta de energia elétrica gera prejuízos expressivos para as empresas do setor de Serviços, afetando diretamente a capacidade de operação, o atendimento ao cliente e, consequentemente, a geração de receita. Ao contrário da Indústria, que pode programar paradas, ou do Agronegócio, que, em alguns casos, dispõe alternativas &lt;strong&gt;off-grid&lt;/strong&gt; (sistema de geração de energia independente, como as fontes renováveis), os Serviços dependem de continuidade e resposta em tempo real — fatores incompatíveis com interrupções no fornecimento de energia. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Comércios, salão de beleza, academias, clínicas, escritórios e restaurantes não conseguem funcionar sem energia. Mesmo interrupções de poucas horas resultam em cancelamento de agenda, queda de faturamento e perda de cliente. Serviços digitais (como delivery, agendamento online, meios de pagamento e sistema de gestão) são altamente dependentes de conectividade e eletricidade.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um exemplo emblemático ocorreu em outubro de 2024, quando uma tempestade na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) gerou perdas estimadas em R$ 1,23 bilhão para o setor, segundo a FecomercioSP, R$ 246 milhões por dia, em média.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Subsídios beneficiam poucos e penalizam a maioria&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Enquanto atividades como irrigação, mineração e indústrias eletrointensivas recebem incentivos e descontos, negócios do Comércio, dos Serviços, de Tecnologia e de Saúde pagam mais caro. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), os subsídios somam R$ 15,5 bilhões, representando 14,4% da tarifa dos consumidores residenciais, custo que também recai sobre as PMEs.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse modelo de subsídio cruzado, apontam especialistas, aprofunda as desigualdades estruturais e gera insegurança regulatória. A falta de revisão periódica e a manutenção de incentivos — mesmo para segmentos que poderiam operar com mais eficiência — desincentivam a modernização e a transição para fontes energéticas mais sustentáveis.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que fazer para mudar isso?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para a FecomercioSP, é urgente repensar o modelo atual. Dentre as propostas, destacam-se:&lt;/p&gt;&lt;ul type="disc"&gt;&lt;li&gt;revisão transparente e periódica dos subsídios com foco em retorno social e sustentabilidade;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;estímulo à geração de energia própria (como a solar) e à eficiência energética, com apoio técnico e linhas de crédito acessíveis;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;redução tarifária para PMEs que adotarem práticas sustentáveis;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;digitalização e automação do consumo para melhorar a gestão energética.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 09 Jun 2025 10:05:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Conselho de Serviços da FecomercioSP]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Carta Setorial: Serviços reforçam a posição de grandes propulsores da economia no País]]</title><link>http://fecomercio.com.br/noticia/carta-setorial-servicos-reforcam-a-posicao-de-grandes-propulsores-da-economia-no-pais</link><description>&lt;![CDATA[Avanços em 2024 aquecem o setor; mesmo com projeções mais moderadas para este ano, FecomercioSP aponta saídas para amenizar os reflexos da conjuntura adversa]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-servicos" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Conselho de Serviços&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; lançou a primeira edição da &lt;strong&gt;Carta Setorial&lt;/strong&gt;, produzida com base em uma análise econômica do setor.&amp;nbsp;Com periodicidade trimestral, o material tem o propósito de levar aos sindicatos e às empresas de sua base uma análise conjuntural para apoiar a tomada de decisão, com indicadores e perspectivas, por meio de uma linguagem objetiva e de fácil entendimento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os números do ano passado apontam que os Serviços se consolidaram como o principal motor econômico. Beneficiado pelo baixo nível de desemprego e pelo crescimento da renda da população, o setor fechou o ano com alta acumulada de 3,1%, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços. Com essa boa performance, os Serviços garantiram o quarto ano consecutivo de expansão, reforçando a posição de grandes propulsores da economia nacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quais segmentos puxaram os avanços no ano passado, quem ficou no negativo e de que forma os Serviços se destacam na geração de empregos são algumas das análises apresentadas nesta primeira edição da &lt;strong&gt;Carta Setorial&lt;/strong&gt;. A publicação traz ainda as perspectivas para este ano — considerando os desafios econômicos previstos, como inflação, efeitos da Reforma Tributária e incertezas da política fiscal do País. Apesar disso, ainda que essas condições persistam, a FecomercioSP espera que o setor continue crescendo, ainda que em ritmo mais lento.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Confira a análise especializada do time da Federação sobre a conjuntura dos Serviços e fortaleça decisões para apoiar a sua tomada de decisão e potencializar o ecossistema dos negócios. &lt;a href="https://fecomercio.com.br/upload/file/fbe51c627c2af6a301246f13afc89aa50fd0e676.pdf" target="_blank" class="fr-file" rel="noopener noreferrer"&gt;Leia a Carta Setorial&lt;/a&gt; na íntegra!&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 16 Apr 2025 16:58:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[serviços]]</category></item></channel></rss>
