<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP]]</title><link>https://fecomercio.com.br/</link><description>&lt;![CDATA[Reúne líderes empresariais, especialistas e consultores para fomentar o desenvolvimento do empreendedorismo. ]]</description><lastBuildDate>Thu, 27 Aug 2026 04:41:25 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP]]</title><link>https://fecomercio.com.br/</link><url>https://fecomercio.com.br/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><item><title>&lt;![CDATA[Insegurança pública gera custos e afeta operação de 52% das empresas do comércio paulista]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/inseguranca-publica-gera-custos-e-afeta-operacao-de-52-das-empresas-do-comercio-paulista</link><description>&lt;![CDATA[Sondagem da FecomercioSP mostra que a insegurança reduz o fluxo de consumidores e dificulta a contratação e a retenção de trabalhadores ]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A insegurança pública já se transformou em um custo relevante para as empresas do comércio paulista. Sondagem realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) com 500 empresas mostra que 52% dos negócios destinam recursos a medidas de segurança. Entre as empresas consultadas, 38% foram afetadas nos últimos 12 meses por problemas relacionados à segurança pública – 12% diretamente, 15% por ocorrências no entorno e 11% indiretamente. Para 54% das empresas afetadas, o principal impacto foi o aumento dos gastos com segurança, enquanto 24,8% registraram redução no fluxo de consumidores.&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/028533dd95e5f6a2d75a425e48a9a64b76c93338.pdf" target="_blank" class="fr-file" rel="noopener noreferrer"&gt;Acesse o estudo!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A percepção de insegurança também altera o comportamento de empresas e consumidores. Apenas 44,2% dos empresários consideram seguro o ambiente no entorno de seus negócios. Entre os consumidores, 9,6% reduziram significativamente o fluxo, 12,6% passaram a evitar determinados horários ou dias e 12,8% demonstraram maior preferência por compras online ou delivery.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Furtos e roubos aparecem como as principais preocupações dos empresários, citados por 63,4% dos entrevistados, seguidos pelo crime digital, apontado por 55%. A pesquisa também revela preocupação com extorsão, ameaça ou crime organizado. Entre as empresas que sofreram ocorrências, a sensação de impunidade foi apontada como uma das principais dificuldades após o crime, ao lado da burocracia no registro da ocorrência. A percepção de insegurança também pesa sobre o mercado de trabalho e afeta a contratação e retenção de empregados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Diante desse cenário, os empresários defendem várias medidas: reforço do policiamento, combate ao crime organizado e às facções, maior rigor na punição aos crimes de receptação, integração entre órgãos públicos, endurecimento das penas e ampliação do uso de tecnologia, câmeras, dados e inteligência. A redução da maioridade penal também encontra apoio entre os a maioria absoluta dos entrevistados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para a FecomercioSP, os resultados mostram que segurança pública deixou de ser apenas uma questão de proteção patrimonial e passou a afetar custos, consumo, emprego, funcionamento e decisões de investimento das empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/028533dd95e5f6a2d75a425e48a9a64b76c93338.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Sondagem: Segurança pública na cidade de São Paulo em 2026&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 26 Aug 2026 16:13:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Ataques digitais transformam cibersegurança em risco para empresas]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/ataques-digitais-transformam-ciberseguranca-em-risco-para-empresas</link><description>&lt;![CDATA[FecomercioSP leva debate ao setor de Serviços e mostra como falhas humanas, fornecedores e vulnerabilidades podem interromper operações e elevar prejuízos]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[]]</content:encoded><pubDate>Wed, 26 Aug 2026 13:54:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Institucional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Turismo fecha primeiro semestre com faturamento de R$ 143,1 bilhões, maior resultado para o período em 15 anos]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/turismo-fecha-primeiro-semestre-com-faturamento-de-r-143-1-bilhoes-maior-resultado-para-o-periodo-em-15-anos</link><description>&lt;![CDATA[Setor cresceu 3,5% nos primeiros seis meses de 2026, mas inadimplência elevada segura perspectivas para segunda metade do ano]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O Turismo brasileiro faturou R$ 143,1 bilh&amp;otilde;es no primeiro semestre, o melhor resultado para o per&amp;iacute;odo desde 2011, de acordo com a &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. A pesquisa &lt;strong&gt;Faturamento do Turismo Nacional&lt;/strong&gt;, estudo elaborado com base nos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&amp;iacute;stica (IBGE), apontou uma alta de 3,5% na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com os primeiros seis meses de 2025, quando o total faturado foi de R$ 138,3 bilh&amp;otilde;es &lt;em&gt;[gr&amp;aacute;fico 1]&lt;/em&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Gr&amp;aacute;fico 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Faturamento do Turismo Nacional &amp;mdash; s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;em R$ bilh&amp;otilde;es (acumulado jan&amp;ndash;jun)&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP/IBGE&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/171b5da904c8da933657d51f3b4ac246242005ce.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre os segmentos analisados, o transporte a&amp;eacute;reo de passageiros (5,7%) e a alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o (5,6%) apresentaram as maiores altas porcentuais. Na sequ&amp;ecirc;ncia, vieram transporte rodovi&amp;aacute;rio de passageiros (3,1%), ag&amp;ecirc;ncias de viagens, operadores tur&amp;iacute;sticos e outros servi&amp;ccedil;os de turismo (2,6%), atividades culturais recreativas e esportivas (2,1%), alojamento (1,8%) e loca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de meios de transporte (1%). Apenas a atividade de outros tipos de transporte aquavi&amp;aacute;rio apresentou queda (-0,6%).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar da alta no semestre, o m&amp;ecirc;s de junho, que traz a tend&amp;ecirc;ncia mais recente do setor, apontou uma desacelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o no ritmo do crescimento. Embora tenha avan&amp;ccedil;ado 2,1% na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual, o resultado foi mais modesto do que o observado em maio, quando a alta foi de 4,2%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com faturamento de R$ 22,4 bilh&amp;otilde;es &lt;em&gt;[gr&amp;aacute;fico 2]&lt;/em&gt;, o maior valor j&amp;aacute; registrado para o m&amp;ecirc;s de junho na s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica da pesquisa da FecomercioSP, o sexto m&amp;ecirc;s do ano foi impactado pela demanda mais contida, com o in&amp;iacute;cio da Copa do Mundo &amp;mdash; levando muitos viajantes a adiarem ou cancelarem deslocamentos para acompanhar os jogos, o que reduziu o fluxo de passageiros nas viagens ligadas ao lazer e &amp;agrave;s atividades corporativas.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Gr&amp;aacute;fico2]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Faturamento do Turismo Nacional &amp;mdash; s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;em R$ bilh&amp;otilde;es (meses de junho)&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP/IBGE&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/0324b04416baf82ca3d20d0e59889f9b42b75004.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o elevado n&amp;iacute;vel de inadimpl&amp;ecirc;ncia dos consumidores e das empresas, sobretudo entre as pequenas e m&amp;eacute;dias, as elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;mdash; que devem interferir no calend&amp;aacute;rio de eventos e na tomada de decis&amp;otilde;es empresariais &amp;mdash; e vari&amp;aacute;veis econ&amp;ocirc;micas, como o c&amp;acirc;mbio, &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;que seguem pressionando os custos e, consequentemente a atratividade do turismo dom&amp;eacute;stico frente ao internacional, reduzem as chances de, no segundo semestre, haver uma acelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o capaz de compensar o arrefecimento recente.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;H&amp;aacute;, portanto, um desafio para a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do consumo, tanto de lazer quanto corporativo. Assim, para 2026, a FecomercioSP ainda estima um crescimento de 4% no faturamento do Turismo nacional. Contudo, o cumprimento dessa expectativa depender&amp;aacute; de um segundo semestre mais s&amp;oacute;lido do que o ritmo atual sugere. &lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Tabela 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Faturamento do Turismo Nacional &amp;mdash; atividades&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP/IBGE&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img border="0" src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/45a16c181119509c681933cbd2b34536c8cb9716.png" class="fr-fic fr-dii" style="width: 733px;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;(*) a pre&amp;ccedil;os de jun-26&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Transporte a&amp;eacute;reo lidera faturamento em junho&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O transporte a&amp;eacute;reo foi a atividade que registrou o maior faturamento no m&amp;ecirc;s de junho (R$ 6,8 bilh&amp;otilde;es), com alta anual de 2,9% &lt;em&gt;[tabela 1]&lt;/em&gt;. Entretanto, apresentou sinais de desacelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com queda de 1,2% no n&amp;uacute;mero de passageiros transportados, segundo a Ag&amp;ecirc;ncia Nacional de Avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o Civil (Anac). Na sequ&amp;ecirc;ncia, ficaram os alojamentos, com R$ 4,4 bilh&amp;otilde;es, embora tenham ca&amp;iacute;do 0,2%, influenciados pela menor ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o hoteleira. A alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o voltada para o turismo somou R$ 3,6 bilh&amp;otilde;es e cresceu 4,9%. Loca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de meios de transporte, por sua vez, faturou R$ 2,9 bilh&amp;otilde;es, mas recuou 0,8%. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ag&amp;ecirc;ncias de viagens, operadoras tur&amp;iacute;sticas e outros servi&amp;ccedil;os de turismo faturaram R$ 1,7 bilh&amp;atilde;o, assim como o transporte rodovi&amp;aacute;rio de passageiros. Em termos proporcionais, essas atividades cresceram 3% e 2,4%, respectivamente.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O transporte aquavi&amp;aacute;rio faturou R$ 737 milh&amp;otilde;es, mas registrou o maior crescimento proporcional do m&amp;ecirc;s (5,5%). Por fim, as atividades culturais, recreativas e esportivas registraram faturamento de R$ 642 milh&amp;otilde;es, com retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 0,9%. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Turismo regional: S&amp;atilde;o Paulo mant&amp;eacute;m lideran&amp;ccedil;a&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Entidade tamb&amp;eacute;m calculou o desempenho do Turismo nos Estados. Excluindo o transporte a&amp;eacute;reo de passageiros, o setor registrou faturamento de R$ 15,6 bilh&amp;otilde;es em junho, altas de 1,7%, na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual, e de 2,6%, no primeiro semestre. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em termos nominais, o Estado de S&amp;atilde;o Paulo foi o principal destaque, com faturamento de R$ 6,3 bilh&amp;otilde;es em junho. O territ&amp;oacute;rio paulista respondeu por cerca de 40% do total nacional. Em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com junho de 2025, o Estado cresceu 1%, mas registrou alta de 3,6% nos primeiros seis meses do ano, quando comparado com o mesmo per&amp;iacute;odo do ano passado &lt;em&gt;[tabela 2]&lt;/em&gt;. Na sequ&amp;ecirc;ncia, ficaram os Estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais, que faturaram em torno de R$ 1,4 bilh&amp;atilde;o cada e alcan&amp;ccedil;aram altas de 7,3% e 1,7%, respectivamente, no sexto m&amp;ecirc;s do ano. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Tabela 2]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Faturamento do Turismo Nacional por Estados&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP/IBGE&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/d7aabc834151e05214be802476f317a1501d6e0b.png" style="width: 300px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;(*) a pre&amp;ccedil;os de jun-26&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Acre, por sua vez, registrou a maior varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o porcentual, com alta anual de 20,6% e faturamento de cerca de R$ 15 milh&amp;otilde;es, em junho. A Bahia avan&amp;ccedil;ou 16% (R$ 780 milh&amp;otilde;es) e Alagoas cresceu 15,7% (R$ 93 milh&amp;otilde;es). Ambos tamb&amp;eacute;m sustentaram algumas das maiores altas porcentuais no acumulado no semestre (8,9% e 7,5%, respectivamente). Outros destaques ficaram por conta de Rond&amp;ocirc;nia (13,8%) e Amap&amp;aacute; (10,9%). &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;J&amp;aacute; Tocantins (-10,8%), Paran&amp;aacute; (-4,5%), Cear&amp;aacute; (-4,2%) e Par&amp;aacute; (-4%) sofreram as maiores retra&amp;ccedil;&amp;otilde;es anuais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 26 Aug 2026 11:31:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[O que a sua empresa está mensurando quando se fala de produtividade?]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/o-que-sua-empresa-esta-mensurando-quando-fala-em-produtividade</link><description>&lt;![CDATA[Métrica mal desenhada pode ser tratada na Justiça do Trabalho como vigilância excessiva]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o vari&amp;aacute;vel em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da produtividade parte de uma l&amp;oacute;gica simples: pagar mais a quem produz mais. O problema &amp;eacute; que, na pr&amp;aacute;tica, nem todas as empresas sabem definir o que significa &amp;ldquo;produzir mais&amp;rdquo; no dia a dia. &lt;em&gt;Dashboards&lt;/em&gt; e sistemas de gest&amp;atilde;o viraram febre, mas a abund&amp;acirc;ncia de dados n&amp;atilde;o reflete necessariamente uma boa gest&amp;atilde;o. O que os tribunais trabalhistas t&amp;ecirc;m visto com frequ&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; o uso de rastros digitais &amp;mdash; tempo de tela, volume de cliques, presen&amp;ccedil;a em sistemas &amp;mdash; como substitutos da produtividade real. Como resultado, muitas companhias podem estar entrando no terreno da vigil&amp;acirc;ncia excessiva.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda que a produtividade esteja inserida de vez no vocabul&amp;aacute;rio do departamento de Recursos Humanos (RH) e das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es trabalhistas, ainda falta o rigor t&amp;eacute;cnico que o tema exige. O que as empresas devem se perguntar &amp;eacute; o que est&amp;aacute; sendo tratado como produtividade na hora de remunerar: resultado concreto, disponibilidade, volume de entrega, efici&amp;ecirc;ncia ou submiss&amp;atilde;o a um controle virtual? A ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um indicador opaco esvazia o incentivo da remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o vari&amp;aacute;vel e abre espa&amp;ccedil;o para conflito.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nos tribunais trabalhistas, &amp;eacute; frequente constatar que todos esses crit&amp;eacute;rios adotados pelas companhias est&amp;atilde;o misturados no mesmo &amp;ldquo;caldeir&amp;atilde;o&amp;rdquo;, ou seja, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; uma clareza geral no mundo corporativo sobre o que realmente est&amp;aacute; sendo medido nos planos de metas e de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos lucros.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Produtividade sem m&amp;eacute;todo &amp;eacute; arbitrariedade com apar&amp;ecirc;ncia de t&amp;eacute;cnica. Isso est&amp;aacute; em uma senten&amp;ccedil;a. O problema n&amp;atilde;o &amp;eacute; a empresa medir, mas medir mal, usar mal e justificar mal. No teletrabalho, por exemplo, a fronteira entre gest&amp;atilde;o e invas&amp;atilde;o da privacidade &amp;eacute; mais curta do que muitos imaginam.&amp;rdquo; O alerta &amp;eacute; do advogado trabalhista S&amp;oacute;lon Cunha, integrante do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-emprego-e-relacoes-de-trabalho"&gt;Conselho de Emprego e Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Trabalho&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, durante semin&amp;aacute;rio realizado neste m&amp;ecirc;s.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ele enfatizou que, neste momento, o contencioso trabalhista, em especial no Tribunal Superior do Trabalho (TST), est&amp;aacute; se dividindo entre quem mede a produtividade de forma abusiva e n&amp;atilde;o abusiva. Para parte desses colegiados, o excesso de mensura&amp;ccedil;&amp;atilde;o pode estar relacionado a uma doen&amp;ccedil;a ocupacional, o &lt;em&gt;burnout&lt;/em&gt;, dado o comprometimento da seguran&amp;ccedil;a psicol&amp;oacute;gica do trabalhador, quando faltam regras claras e crit&amp;eacute;rios transparentes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No teletrabalho, a discuss&amp;atilde;o ganha contornos mais delicados. Monitoramento cont&amp;iacute;nuo do ambiente por webcam, captura de tela a cada poucos segundos ou rastreamento de teclado, segundo o advogado, podem registrar n&amp;atilde;o s&amp;oacute; a atividade profissional, mas a esfera privada do trabalhador e de terceiros. Tudo isso est&amp;aacute; no panorama do Judici&amp;aacute;rio contra o abuso da mensura&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;rdquo;No home office, a empresa, al&amp;eacute;m de lidar com um trabalhador a dist&amp;acirc;ncia, lida com uma atividade exercida dentro da esfera privada&amp;quot;, disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O caminho seguro para empresas e sindicatos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na era da Intelig&amp;ecirc;ncia Artificial (IA), o excesso de dados dispon&amp;iacute;veis engana os gestores. Tempo online, n&amp;uacute;mero de cliques, presen&amp;ccedil;a em sistema e rankings s&amp;atilde;o exemplos de fatores que n&amp;atilde;o captam desempenho real. &amp;ldquo;Se eu me&amp;ccedil;o isso, talvez esteja medindo disponibilidade digital, n&amp;atilde;o produtividade. Se me&amp;ccedil;o s&amp;oacute; n&amp;uacute;mero de pe&amp;ccedil;as, me&amp;ccedil;o volume, e n&amp;atilde;o qualidade. Se me&amp;ccedil;o ranking, estou premiando competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o interna e penalizando a coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img border="0" src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/b2a0c8c3ef13da3e0ea0692632fac898b0f95cdb.png" class="fr-fic fr-dii" style="width: 733px;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Juridicamente, essa distin&amp;ccedil;&amp;atilde;o faz diferen&amp;ccedil;a. Remunerar por comiss&amp;atilde;o, pr&amp;ecirc;mio, tempo de casa ou Participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos Lucros e Resultados (PLR) n&amp;atilde;o &amp;eacute; a mesma coisa. O que define a natureza da parcela &amp;eacute; o m&amp;eacute;todo de apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e n&amp;atilde;o o nome &amp;ldquo;produtividade&amp;rdquo;, acrescentou.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quanto mais o indicador foge do controle real do trabalhador &amp;mdash; seja por fatores externos, seja por mudan&amp;ccedil;as unilaterais da empresa &amp;mdash;, maior o risco de a companhia transferir o &amp;ocirc;nus do neg&amp;oacute;cio ao empregado. Os tribunais t&amp;ecirc;m rejeitado esse tipo de pr&amp;aacute;tica, ressaltou Cunha.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img border="0" src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/b63c6138a86433d5277c5bc6a9fdccdc010bb7e1.png" class="fr-fic fr-dii" style="width: 733px;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O advogado trabalhista sugere que a sa&amp;iacute;da est&amp;aacute; na negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva. Em vez de fixar apenas um gatilho financeiro para a bonifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sindicatos e empresas deveriam negociar o m&amp;eacute;todo: defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o do indicador, pondera&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre quantidade e qualidade, fatores externos que excluem a imputa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, revis&amp;atilde;o humana e limites para o uso dos dados. &amp;ldquo;O bom instrumento coletivo &amp;eacute; aquele que transforma um discurso gerencial vago numa norma negociada com conceito, peso, limite e mecanismos de revis&amp;atilde;o.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A tese defendida por ele &amp;eacute; que a produtividade &amp;eacute; leg&amp;iacute;tima como crit&amp;eacute;rio remunerat&amp;oacute;rio se atender a alguns pilares, como clareza no que est&amp;aacute; baseando a remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o vari&amp;aacute;vel, respeito &amp;agrave;s garantias m&amp;iacute;nimas da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o e um m&amp;eacute;todo v&amp;aacute;lido de apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da produtividade, o qual n&amp;atilde;o seja opaco.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse sentido, Sylvia Lorena, superintendente de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Trabalho da &lt;a href="https://cni.portaldaindustria.com.br/home"&gt;Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional da Indústria (CNI)&lt;/a&gt;, acrescentou que o empregador ainda deve ser capaz de garantir auditabilidade, ou seja, comprovar o que motivou a remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o mesmo ap&amp;oacute;s alguns anos, se for contestado na Justi&amp;ccedil;a.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ela destacou que automatizar uma decis&amp;atilde;o n&amp;atilde;o significa automatizar a responsabilidade por ela. &amp;ldquo;Se os sistemas automatizados passam a influenciar avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es ou remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;eacute; importante que a sua utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o esteja inserida numa estrutura adequada de governan&amp;ccedil;a, com crit&amp;eacute;rios, responsabilidades e mecanismos de controle compat&amp;iacute;veis com os impactos dessas decis&amp;otilde;es&amp;rdquo;, concluiu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assista ao semin&amp;aacute;rio na &amp;iacute;ntegra!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span contenteditable="false" draggable="true" class="fr-video fr-deletable fr-fvc fr-dvb fr-draggable"&gt;&lt;iframe width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/x--b70tMYiE?&amp;t=11992s&amp;wmode=opaque&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen="" class="fr-draggable"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 26 Aug 2026 10:49:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[O que está na pauta das negociações coletivas de 2026?]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/o-que-esta-na-pauta-das-negociacoes-coletivas-de-2026</link><description>&lt;![CDATA[Paula Tateishi, assessora da FecomercioSP, detalha precauções quanto a jornada, trabalho aos feriados, remuneração e benefícios]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Reajustes salariais, novos benefícios, mudanças na jornada e regras para o trabalho aos feriados colocam a negociação coletiva no cerne das decisões do Comércio neste ano. Em meio a reivindicações mais amplas dos sindicatos laborais e às discussões no Congresso sobre &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/dez-impactos-negativos-do-fim-da-escala-6x1" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;redução da jornada e fim da escala 6x1&lt;/a&gt;, as empresas precisam avaliar custos e organizar suas operações com mais atenção.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os principais reflexos desse cenário e as alternativas disponíveis ao empresário estão no novo mesacast &lt;strong&gt;FecomercioSP Orienta&lt;/strong&gt;, com Paula Tateishi, assessora da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;. A especialista detalha os pontos que estão na mesa de negociação e explica como a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) pode contribuir para organizar jornadas, escalas e relações laborais com mais segurança.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Reivindicações pressionam custos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As pautas apresentadas pelos sindicatos laborais chegaram mais extensas em 2026. Além da recomposição da inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), estão entre as reivindicações aumento real de salários de cerca de 5%, diferenciação de pisos e ampliação de benefícios, como cesta básica, auxílios e prêmio de assiduidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Também entram nas discussões propostas para restringir contratos intermitentes, estabelecer limites &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/criatividade-e-pensamento-estrategico-devem-acompanhar-a-ia-nos-servicos" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;ao uso de automação e Inteligência Artificial (IA)&lt;/a&gt; e retomar a homologação obrigatória das rescisões nos sindicatos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O desafio é conciliar as demandas dos trabalhadores com a capacidade das empresas de absorver novos custos. “A pauta de reivindicação laboral é extensa. A prioridade patronal é buscar um equilíbrio sustentável que não comprometa a saúde financeira dos negócios, preserve o ritmo de contratações e garanta a manutenção dos empregos”, destaca Paula.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quanto às jornadas, a assessora salienta &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/flexibilidade-no-trabalho-descubra-os-beneficios-das-jornadas-especiais?%2Fnoticia%2Fflexibilidade-no-trabalho-descubra-os-beneficios-das-jornadas-especiais=" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;as alternativas que podem proporcionar mais flexibilidade&lt;/a&gt; para a empresa, como as parciais e as reduzidas, os contratos intermitentes, o banco de horas, a escala 12x36 e a semana espanhola, que permite alternar semanas com diferentes cargas horárias. A negociação coletiva também pode estabelecer formas de distribuir as folgas de acordo com os períodos de maior ou menor movimento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;São instrumentos que ajudam a adaptar as equipes à demanda, controlar custos e preservar a capacidade de atendimento, observadas as regras aplicáveis.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Feriados exigem atenção&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto de impacto direto sobre a operação é o trabalho aos feriados. A CCT tem papel fundamental na autorização da convocação dos empregados, mas a empresa também precisa observar a legislação municipal sobre a abertura do estabelecimento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“A Convenção Coletiva é o documento legítimo que &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/portaria-do-trabalho-aos-feriados-traz-seguranca-juridica-ao-comercio-observa-fecomerciosp?%2Fnoticia%2Fportaria-do-trabalho-aos-feriados-traz-seguranca-juridica-ao-comercio-observa-fecomerciosp=" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;autoriza o trabalho aos feriados&lt;/a&gt;. Além disso, a legislação municipal continua soberana sobre a abertura do estabelecimento. As duas regras precisam caminhar juntas”, explica Paula.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quais regras conferir antes de organizar as escalas? Como aproveitar os instrumentos previstos na negociação coletiva? E quais cuidados podem evitar custos e passivos trabalhistas? Confira as orientações detalhadas no episódio completo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span contenteditable="false" draggable="true" class="fr-video fr-deletable fr-fvc fr-dvb fr-draggable fr-fvl"&gt;&lt;iframe width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/V-wUee6RHI0?&amp;amp;wmode=opaque&amp;amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen="" class="fr-draggable"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 25 Aug 2026 16:50:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Estoque de empregos celetistas sobe 1,2% no comércio atacadista paulista, mas crescimento perde força]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/estoque-de-empregos-celetistas-sobe-1-2-no-comercio-atacadista-paulista-mas-crescimento-perde-forca</link><description>&lt;![CDATA[Mesmo com maior número de trabalhadores da série histórica, ritmo de contratações diminuiu frente a juros e endividamento elevados e inflação acima da meta]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O com&amp;eacute;rcio atacadista paulista terminou o primeiro semestre deste ano com uma base de cerca de 632 mil postos de trabalho formais, mostram dados da &lt;a href="https://feclink.fecomercio.net.br/cl/PXwNf/A/94b1/0/BMNv/BsneApdz1WJ/1/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. &amp;Eacute; o maior contingente de trabalhadores no setor da s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica, iniciada em 2020. Em junho, a alta foi de 1,2% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo per&amp;iacute;odo de 2025. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/df18bd60219dbbffd906f39b6003a8a4aaa13e0a.pdf" target="_blank" class="fr-file" rel="noopener noreferrer"&gt;Confira detalhadamente na Radiografia do Com&amp;eacute;rcio Atacadista!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O maior n&amp;uacute;mero de trabalhadores estava concentrado nos grupos de alimentos e bebidas, com 194 mil postos, al&amp;eacute;m de produtos farmac&amp;ecirc;uticos, perfumarias e higiene pessoal (63.539) e m&amp;aacute;quinas de uso comercial e industrial (62.469). &amp;nbsp;Em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com junho do ano passado, oito atividades registraram aumento do estoque de trabalhadores, com destaque para papel, res&amp;iacute;duos e sucatas (2,6%), alimentos e bebidas (2,3%) e produtos e equipamentos para uso m&amp;eacute;dico, hospitalar e odontol&amp;oacute;gico (1,9%).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar do recorde no total de colaboradores ativos, o ritmo da expans&amp;atilde;o do emprego vem desacelerando, refletindo a base forte de compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas tamb&amp;eacute;m a perda de f&amp;ocirc;lego da economia diante dos juros elevados, do endividamento das fam&amp;iacute;lias e da infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o acima do teto da meta &lt;em&gt;[gr&amp;aacute;fico 1]&lt;/em&gt;. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Gr&amp;aacute;fico 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual (%) do estoque de empregos formais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: Caged/FecomercioSP&lt;br&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;img border="0" width="425" height="217" src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/b27fa6ee38adeb51c3b0cfa7caca738bbfd0bc29.png" class="fr-fic fr-dii"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O n&amp;uacute;mero de vagas criadas no semestre tamb&amp;eacute;m caiu. Enquanto entre janeiro e junho de 2025 o atacado gerou 12.005 vagas, em 2026, no mesmo per&amp;iacute;odo, foram criados 5.536 postos de trabalho, resultado de 159.515 admiss&amp;otilde;es e 153.979 desligamentos, constituindo o pior saldo para um primeiro semestre desde 2020 &lt;em&gt;[tabela 1]&lt;/em&gt;. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Tabela 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Com&amp;eacute;rcio Atacadista do Estado de S&amp;atilde;o Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: Caged/FecomercioSP&lt;br&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;img border="0" width="367" height="197" src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/bb461e60f54f54a19e29ffed52025c9de16ae0b8.png" class="fr-fic fr-dii"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O com&amp;eacute;rcio atacadista representa o principal elo entre quem produz e quem vende aos consumidores finais, concentrando a venda de produtos em grandes quantidades para empresas e lojistas. O setor ocupa uma posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o estrat&amp;eacute;gica na cadeia de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mercadorias, intermediando a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o industrial, a agropecu&amp;aacute;ria e o varejo, al&amp;eacute;m de financiar o capital de giro da cadeia e viabilizar a capilaridade da oferta de produtos em todo o territ&amp;oacute;rio nacional.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando se trata do Estado de S&amp;atilde;o Paulo, o segmento sustenta uma ampla e diversificada base de empregos, que reflete a heterogeneidade da economia paulista ao abranger a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de alimentos, insumos agropecu&amp;aacute;rios, bens de consumo dur&amp;aacute;veis, produtos intermedi&amp;aacute;rios e insumos para a sa&amp;uacute;de.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Tabela 2]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Com&amp;eacute;rcio atacadista do Estado de S&amp;atilde;o Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: Caged/FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; font-size: 12pt; line-height: 18.4px; font-family: Arial, sans-serif; color: black;" id="isPasted"&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/47a36c15f586313eb93fa5fd8c7f44e1e0f8fc23.png" class="fr-fic fr-dii" style="width: 500px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O saldo das contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es de junho foi de 1.358 vagas, com 7 das 11 atividades avaliadas abrindo postos com carteira assinada &lt;em&gt;[tabela 2&lt;/em&gt;]. O grupo de alimentos e bebidas foi o principal destaque positivo, com a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 1.052 empregos, seguido por produtos e equipamentos para uso m&amp;eacute;dico, hospitalar e odontol&amp;oacute;gico (124 vagas). O segmento de produtos qu&amp;iacute;micos, metal&amp;uacute;rgicos e insumos agr&amp;iacute;colas, por sua vez, fechou 141 postos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Rotatividade alta pressiona custos para empresas&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O levantamento da FecomercioSP mostra tamb&amp;eacute;m um impasse do setor: a reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de colaboradores. O &lt;strong&gt;turnover&lt;/strong&gt; subiu para 47,3%, ante os 45% registrados h&amp;aacute; tr&amp;ecirc;s anos. Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o resultado reflete o cen&amp;aacute;rio de baixo desemprego, no qual h&amp;aacute; mais vagas dispon&amp;iacute;veis do que candidatos qualificados, e o trabalhador passa a migrar com mais frequ&amp;ecirc;ncia entre empregadores em busca de sal&amp;aacute;rios melhores, benef&amp;iacute;cios e posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais pr&amp;oacute;ximas de sua qualifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Tabela 3]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Rotatividade do com&amp;eacute;rcio atacadista&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: Caged/FecomercioSP&lt;br&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;img border="0" src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/5f2eb3a87d2d62b7d03887cc79b06005029a478f.png" class="fr-fic fr-dii" style="width: 733px;"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Acompanhar a taxa de rotatividade do setor &amp;eacute; de extrema import&amp;acirc;ncia, porque nos mostra tanto o aquecimento do mercado de trabalho como os custos para as empresas&amp;rdquo;, explica o presidente do &lt;a href="https://feclink.fecomercio.net.br/cl/PXwNf/A/94b1/0/BMNv/FnWW2OnUAee/1/" target="_blank"&gt;Conselho de Com&amp;eacute;rcio Atacadista da FecomercioSP&lt;/a&gt;, Ronaldo Jamar Taboada. &amp;ldquo;Para os neg&amp;oacute;cios, mudan&amp;ccedil;as constantes no quadro de colaboradores significam mais custos com recrutamento, sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o, exames admissionais e treinamento.&amp;rdquo;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m das despesas diretas, h&amp;aacute; outro impacto mais dif&amp;iacute;cil de mensurar &amp;mdash; o per&amp;iacute;odo entre a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o do novo funcion&amp;aacute;rio e o momento em que ele atinge a plena produtividade, j&amp;aacute; que ocorre a perda de capital humano espec&amp;iacute;fico da empresa, que envolve conhecimento t&amp;aacute;cito, relacionamentos com clientes e fornecedores e processos internos. No com&amp;eacute;rcio atacadista, essa fase &amp;eacute; particularmente importante, j&amp;aacute; que os trabalhadores precisam conhecer o mix de produtos, os fornecedores e, principalmente, a carteira de clientes. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Se, por um lado, podemos comemorar o pleno emprego, por outro, a dificuldade de reter e de encontrar funcion&amp;aacute;rios qualificados se tornou um gargalo para o setor. Por isso, a gest&amp;atilde;o de pessoas precisa ser vista como um diferencial competitivo, com investimentos em reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, planos de carreira, ambientes de trabalho atrativos e qualifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;, afirma Taboada. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao mesmo tempo, &amp;eacute; importante que os profissionais tamb&amp;eacute;m se preparem para as oportunidades dispon&amp;iacute;veis. &amp;ldquo;Quem estiver em busca de uma vaga no setor atacadista, pode &lt;a href="https://feclink.fecomercio.net.br/cl/PXwNf/A/94b1/0/BMNv/I6sSLSSkQFP/1/" target="_blank"&gt;buscar institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es como o Senac-SP&lt;/a&gt;, que cumprem um papel fundamental de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de m&amp;atilde;o de obra para o nosso setor&amp;rdquo;, sugere o presidente. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Das 11 atividades avaliadas pelo levantamento da FecomercioSP, 8 apresentaram mais rotatividade em junho de 2026, quando comparadas com o mesmo per&amp;iacute;odo de 2023. As maiores altas foram observadas nos segmentos de eletr&amp;ocirc;nicos, inform&amp;aacute;tica e equipamentos de uso pessoal, de alimentos e bebidas e de produtos farmac&amp;ecirc;uticos, perfumaria e higiene pessoal, todos com crescimento de 4,6 pontos porcentuais (p.p.). J&amp;aacute; os segmentos de papel, res&amp;iacute;duos e sucatas (-2,8 p.p.), tecidos, vestu&amp;aacute;rio e cal&amp;ccedil;ados (-2,5 p.p.) e m&amp;aacute;quinas de uso comercial e industrial (-2,2 p.p.) recuaram. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No sentido inverso, a maior demanda por m&amp;atilde;o de obra qualificada e especializada no grupo de produtos e equipamentos para uso m&amp;eacute;dico, hospitalar e odontol&amp;oacute;gico fez com que o segmento registrasse a menor taxa de rotatividade entre as atividades avaliadas, 32% ou cerca de 15 p.p. abaixo da m&amp;eacute;dia setorial (47,3%), mantendo-se muito pr&amp;oacute;xima da estabilidade ao variar apenas 0,4 p.p. em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a 2023.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Acesse a an&amp;aacute;lise setorial completa:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/df18bd60219dbbffd906f39b6003a8a4aaa13e0a.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Radiografia do Com&amp;eacute;rcio Atacadista!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 25 Aug 2026 14:04:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[NFS-e nacional será obrigatória para o Simples a partir de novembro]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/nfs-e-nacional-sera-obrigatoria-para-o-simples-a-partir-de-novembro</link><description>&lt;![CDATA[Exigência vale para MEs e EPPs do regime tributário; prazo foi adiado em dois meses]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) adiou para 1º de novembro a emissão obrigatória da Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e) nacional pelas Microempresas (MEs) e Empresas de Pequeno Porte (EPPs) optantes pelo Simples Nacional. A exigência estava prevista para o começo de setembro.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Resolução 191/2026 determina que, para prestadores de serviços do Simples sujeitos à nota, a emissão deve ser feita pelo Emissor Nacional da NFS-e, via web ou por meio de API (Interface de Programação de Aplicativos), a partir de novembro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em 2026, as empresas optantes pelo Simples, inclusive o Microempreendedor Individual (MEI) e os negócios que ultrapassaram o sublimite de receita bruta, estão dispensadas de destacar as alíquotas de IBS (0,1%) e CBS (0,9%) nos documentos fiscais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A NFS-e de padrão nacional, que vale em todo o território brasileiro, serve de base para constituir o crédito tributário. A norma veda seu uso em operações sujeitas exclusivamente ao ICMS. A obrigatoriedade também serve a empresa cuja opção pelo Simples esteja pendente ou em discussão administrativa ou judicial, quando houver possibilidade de inclusão retroativa no regime. Nessa situação, o negócio deverá emitir a NFS-e pelo Emissor Nacional na condição de “optante pendente”, a partir o início do período da opção.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A medida representa uma mudança importante às empresas que atualmente utilizam sistemas municipais. É importante se preparar para a emissão nacional, inclusive avaliando adaptações necessárias em seus sistemas de faturamento e integrações via API.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A partir de 1º de janeiro de 2027, além do uso obrigatório da NFS-e nacional, os optantes pelo Simples também deverão observar as exigências relacionadas ao cumprimento de obrigações acessórias e ao recolhimento de CBS e IBS.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Nota Técnica SE/CGNFS-e 9/2026 criou novos campos para informações do IBS e da CBS pelas empresas do Simples Nacional, como as destacadas a seguir.&lt;/p&gt;&lt;table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Campo/Grupo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Finalidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Descrição&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;regApIBSCBSSN&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;Permitirá indicar o regime de apuração do IBS e da CBS do prestador optante pelo Simples Nacional ou com opção pendente.&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;1 — IBS e CBS apurados pelo SN;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;2 — CBS apurada pelo SN e IBS apurado pelo regime regular (sublimite);&lt;/p&gt;&lt;p&gt;3 — IBS e CBS apurados pelo regime regular.&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;vReceitaBrutaSN&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;Valor da receita bruta utilizada como base para apuração dos tributos no Simples Nacional.&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;Valor da receita bruta para os Optantes do Simples Nacional&lt;/p&gt;&lt;p&gt;vReceitaBrutaSN = vServ - descIncond - vCalcAjusteBCIBSCBS - vCalcAjusteBCISSQN&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para fins de cálculo, será considerado o valor do serviço, deduzidos os descontos incondicionais e os ajustes permitidos para IBS/CBS e, no caso de profissional parceiro, o ajuste da base de cálculo do ISS.&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;gTribSN&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;Informações sobre a composição do IBS e da CBS apurados pelo Simples Nacional.&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="33.333333333333336%" valign="top"&gt;&lt;p&gt;1 — Alíquota do IBS total calculada apenas para os optantes do Simples Nacional;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;2 — Valor do IBS para os optantes do Simples Nacional;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;3 — Alíquota da CBS apenas para os optantes do Simples Nacional;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;4 — Valor da CBS para os optantes do Simples Nacional.&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quanto à classificação tributária (ClassTrib), ainda não foram divulgadas as regras aplicáveis às notas fiscais emitidas pelo Simples Nacional a partir de 2027. A expectativa é de criação de código específico para o regime, sendo ainda necessário aguardar a regulamentação oficial.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Atente-se aos prazos!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A partir de 1º de novembro:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;emita a NFS-e pelo Emissor Nacional.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A partir de 1º de janeiro de 2027:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;continue emitindo a NFS-e pelo Emissor Nacional;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;comece a cumprir as &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/empresas-ganham-mais-tempo-para-se-adaptarem-ao-preenchimento-do-ibs-e-da-cbs-no-documento-fiscal-eletronico"&gt;exigências da CBS e do IBS&lt;/a&gt;, com o preenchimento dos campos específicos dos novos tributos.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 24 Aug 2026 10:52:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Reforma Tributária]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Público 50+ amplia consumo e abre novas oportunidades para o atacado]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/publico-50-amplia-consumo-e-abre-novas-oportunidades-para-o-atacado</link><description>&lt;![CDATA[Brasileiros maduros movimentam R$ 1,8 trilhão e estão mais digitais, conectados e dispostos a consumir, exigindo novas estratégias de produtos, canais e atendimento]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A idade do consumidor brasileiro está mudando, mas parte do mercado ainda não acompanhou essa transformação. Com 62 milhões de pessoas acima dos 50 anos e um consumo que movimenta R$ 1,8 trilhão, a chamada economia prateada já influencia a demanda por produtos, serviços e experiências, abrindo uma frente de oportunidades para o comércio atacadista.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os efeitos dessa mudança demográfica nos negócios foram discutidos na reunião do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-do-comercio-atacadista"&gt;Conselho do Comércio Atacadista&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, realizada na última terça-feira (18). A convidada Adriana de Queiroz, sócia e &lt;strong&gt;head&lt;/strong&gt; de Insights e Inovação da Data8, apresentou dados da terceira edição do estudo Tsunami Prateado, realizado pela empresa em parceria técnica com o Opinion Box. A pesquisa acompanha, desde 2018, valores, estilos de vida e hábitos de consumo dos brasileiros com mais de 50 anos e ajuda a dimensionar como essa transformação demográfica já repercute nas estratégias das empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/tempo-dinheiro-e-vontade-de-consumir-por-que-as-empresas-nao-podem-mais-ignorar-os-50"&gt;dimensão desse mercado tende a crescer&lt;/a&gt;. Segundo os dados apresentados, a população 50+ passou de 51 milhões de pessoas, em 2018, para 62 milhões, em 2026. Em 2044, esse grupo deverá representar 40% da população brasileira e movimentar R$ 3,8 trilhões, equivalentes a 35% do consumo privado no País. Hoje, o consumo per capita dos brasileiros maduros já é 37,5% superior ao da população abaixo dos 50 anos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Adriana, a longevidade precisa deixar de ser vista somente como uma questão demográfica e entrar definitivamente na estratégia das empresas. “Viver mais não é apenas somar anos. É multiplicar as possibilidades”, afirmou. A mudança também é geracional. A chegada da geração X à maturidade traz um público mais digital, conectado, escolarizado, tecnológico e protagonista das próprias decisões financeiras.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Consumidor maduro também é digital&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um dos principais alertas para as empresas está na necessidade de abandonar antigos estereótipos. Nove em cada dez brasileiros 50+ acessam a internet diariamente. Entre 2021 e 2026, esse índice passou de 70% para 87%, enquanto o uso de aplicativos bancários cresceu 31%, a compra de passagens aéreas pelo celular avançou 50% e o uso de aplicativos de delivery aumentou 82% desde 2018.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse comportamento aparece também nas compras. Dentre os produtos mais adquiridos online, destacam-se roupas e acessórios (52%); medicamentos (46%); eletrodomésticos e utensílios domésticos (42%); passagens e pacotes de turismo (37%); e alimentos e bebidas (36%). Os marketplaces gerais são usados por 60% desse público, seguidos pelos sites e aplicativos de grandes varejistas, com 48%, e pelo comércio eletrônico internacional, com 44%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“O celular deixou de ser canal para virar ecossistema”, sintetizou Adriana. Para o atacadista, compreender essa transformação permite ir além do fornecimento e atuar como parceiro do varejo na identificação de demandas e na composição de um portfólio mais conectado aos novos hábitos de consumo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Oportunidade está em resolver necessidades&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda há espaço importante para as empresas avançarem. Três em cada dez brasileiros com mais de 50 anos sentem falta de produtos voltados para as suas necessidades, enquanto quatro em cada dez não se veem representados na publicidade. Turismo e hospitalidade, vestuário, alimentos para necessidades específicas, lazer, suplementos e vitaminas e medicamentos são os maiores gargalos percebidos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isso não significa, porém, simplesmente colocar no mercado produtos identificados como “sênior”. De acordo com Adriana, a oportunidade está em reduzir dificuldades de abertura, preparo, leitura, uso e compra, preservando a autonomia do consumidor. “Menos produtos ‘para a idade’ e mais soluções para a vida”, destacou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/aumenta-a-participacao-de-trabalhadores-acima-de-50-anos-nas-contratacoes-do-comercio-e-dos-servicos-paulistas-1?%2Fnoticia%2Faumenta-a-participacao-de-trabalhadores-acima-de-50-anos-nas-contratacoes-do-comercio-e-dos-servicos-paulistas-1="&gt;autonomia, aliás, aparece como valor central desse público&lt;/a&gt;. Para 66% dos entrevistados, o maior medo é depender de alguém, enquanto apenas 9% apontam a morte. O estudo também identifica seis perfis distintos de consumidores 50+, reforçando que idade, isoladamente, não é suficiente para explicar escolhas e necessidades.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A discussão amplia a agenda da FecomercioSP sobre transformações capazes de afetar diretamente os negócios. Para o atacadista, acompanhar o avanço da economia prateada significa entender quem está comprando, como esse público se comporta e onde ainda existem demandas pouco atendidas. Como resumiu a palestrante durante a apresentação, “o atacadista pode ir além de fornecedor. Pode ser um parceiro&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 21 Aug 2026 17:14:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Institucional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[A disputa pelo bolso do consumidor e os desafios do comércio atacadista]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/a-disputa-pelo-bolso-do-consumidor-e-os-desafios-do-comercio-atacadista</link><description>&lt;![CDATA[Novas despesas, como apostas, streaming e serviços digitais, reduzem a renda disponível das famílias e exigem mais eficiência, inteligência de dados e inovação do setor]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;&lt;em id="isPasted"&gt;Ronaldo Jamar Taboada*&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;Atualmente, o orçamento familiar não é pressionado apenas por alimentação, moradia e transporte, mas também por novos mercados digitais e serviços. Plataformas de &lt;strong&gt;streaming&lt;/strong&gt;, aplicativos, compras internacionais, apostas online, academias, medicamentos voltados para o emagrecimento e serviços de entretenimento disputam os mesmos recursos do varejo tradicional.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O avanço de apostas esportivas e jogos virtuais é um dos exemplos mais evidentes dessa transformação. Segundo pesquisa da FecomercioSP, 35% dos paulistanos fazem apostas para tentar aumentar a renda doméstica, enquanto parte significativa usaria os recursos para consumo essencial, como pagar contas (14%) e comprar alimentos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o comércio atacadista e distribuidor, os impactos são preocupantes. O setor atua justamente na distribuição de bens de consumo que vêm sendo fortemente afetados por essas tendências. Quando novas despesas passam a ocupar espaço no orçamento, o consumidor reduz o volume de compras, e o varejista &amp;nbsp;diminui frequência de reposição, ou, ainda, buscam-se alternativas de menor valor agregado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Diante dessa situação, o setor precisará combinar escala, eficiência logística, inteligência de dados e resiliência. Identificar quais categorias ganham prioridade, os canais que preservam crescimento e as regiões que mantêm mais dinamismo passa a ser decisivo para sustentar o avanço do comércio atacadista em um ambiente de consumo fragmentado e fragilizado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Presidente do Conselho de Comércio Atacadista da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Artigo originalmente publicado na Revista Eletrolar News em 20 de agosto de 2026.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 21 Aug 2026 16:23:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Artigos]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Metade das empresas paulistanas contabiliza gastos para se proteger do crime]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/metade-das-empresas-paulistanas-contabiliza-gastos-para-se-proteger-do-crime</link><description>&lt;![CDATA[Negócios apontam que consumidores estão preferindo comprar online e evitam circular em alguns horários em razão da insegurança na cidade]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Ao operarem em regi&amp;otilde;es inseguras, ou se relacionarem com consumidores com medo, e ainda expostas a casos de viol&amp;ecirc;ncia, &lt;strong&gt;metade (52%) das&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;empresas do Com&amp;eacute;rcio na cidade de S&amp;atilde;o Paulo gasta parte das receitas para se proteger da inseguran&amp;ccedil;a&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;[&lt;em&gt;tabela 1&lt;/em&gt;]&lt;strong&gt;.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O dado faz parte de uma sondagem sobre seguran&amp;ccedil;a p&amp;uacute;blica da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, que ouviu 500 empresas do setor na capital paulista. &amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/028533dd95e5f6a2d75a425e48a9a64b76c93338.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer" style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-width: inherit; font-size: 16px; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-kerning: inherit; font-variant-alternates: inherit; font-variant-ligatures: inherit; font-variant-numeric: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-position: inherit; font-variant-emoji: inherit; font-feature-settings: inherit; font-optical-sizing: inherit; font-variation-settings: inherit; vertical-align: baseline; text-decoration: none; list-style: none; font-family: Open Sans, sans-serif; font-weight: 300; color: rgb(120, 86, 255); outline: medium; display: inline; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: rgb(255, 255, 255);" id="isPasted"&gt;Acesse o estudo!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O estudo mostra que cerca de um quarto (25,6%) investe em c&amp;acirc;meras e sistemas de monitoramento, enquanto outras 6,4% optaram por servi&amp;ccedil;os de vigil&amp;acirc;ncia ou rondas. Al&amp;eacute;m disso, 15,6% combinam estrat&amp;eacute;gias diferentes. Em outras palavras, &lt;strong&gt;mais da metade das empresas do setor paga por uma fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o que deveria ser do Estado&lt;/strong&gt;.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando perguntado sobre a mudan&amp;ccedil;a mais relevante nessa rotina dos neg&amp;oacute;cios, 24,8% do empresariado aponta aumento de gastos com a seguran&amp;ccedil;a, enquanto 12,6% notam uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o no fluxo de consumidores [&lt;em&gt;tabela 3&lt;/em&gt;].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A sondagem tamb&amp;eacute;m revela um contraste intrigante: 62% dos neg&amp;oacute;cios afirmam n&amp;atilde;o terem sido afetados por problemas de seguran&amp;ccedil;a no &amp;uacute;ltimo ano [&lt;em&gt;tabela 2&lt;/em&gt;]. Na verdade, apenas 12% foram impactados diretamente e 15% no entorno, com 11% afetados de forma indireta. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; que, embora essa exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta ao crime seja minorit&amp;aacute;ria, a resposta defensiva &amp;eacute; majorit&amp;aacute;ria. Assim, a &lt;strong&gt;inseguran&amp;ccedil;a p&amp;uacute;blica se tornou um custo estrutural,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;porque foi incorporada aos custos para al&amp;eacute;m da experi&amp;ecirc;ncia concreta de casos de viol&amp;ecirc;ncia. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um dado que corrobora esse diagn&amp;oacute;stico &amp;eacute; que mais da metade das empresas n&amp;atilde;o avalia o ambiente ao redor de suas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es como efetivamente seguro.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;A sua empresa gasta recursos para lidar com a inseguran&amp;ccedil;a? Se sim, esses custos s&amp;atilde;o destinados a que tipo de medida?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte:&lt;em&gt;&amp;nbsp;FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="449"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Sim, com vigil&amp;acirc;ncia privada e/ou rondas&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;6,4%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Sim, com c&amp;acirc;meras, alarmes ou monitoramento&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;25,6%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Sim, com seguros, escolta ou prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o log&amp;iacute;stica&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;1,6%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Sim, com refor&amp;ccedil;o f&amp;iacute;sico&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;3,0%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Sim, com mais de uma dessas medidas&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;15,6%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;N&amp;atilde;o tenho gastos adicionais&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;47,8%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 2]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;A sua empresa foi afetada por algum caso de viol&amp;ecirc;ncia nos &amp;uacute;ltimos 12 meses?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: &lt;em&gt;FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="449"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Sim, diretamente&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;12,0%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Sim, no entorno da empresa&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;15,0%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Sim, indiretamente&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;11,0%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;A empresa n&amp;atilde;o foi afetada&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;62,0%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 3]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Qual &amp;eacute; o principal impacto da inseguran&amp;ccedil;a sobre as opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es do seu neg&amp;oacute;cio?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: &lt;em&gt;FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="457"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="74.0174672489083%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Aumentamos os gastos com seguran&amp;ccedil;a&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="25.982532751091703%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;24,8%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="74.0174672489083%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Notamos uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do fluxo de consumidores&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="25.982532751091703%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;12,6%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="74.0174672489083%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Lidamos com restri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de hor&amp;aacute;rios de opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="25.982532751091703%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;2,6%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="74.0174672489083%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Temos dificuldade para contratar/manter colaboradores&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="25.982532751091703%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;8,0%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="74.0174672489083%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Registramos perdas com furtos, roubos e fraudes&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="25.982532751091703%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;6,0%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="74.0174672489083%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;N&amp;atilde;o houve impacto relevante sobre as opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="25.982532751091703%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;46,0%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos reflexos da inseguran&amp;ccedil;a nos h&amp;aacute;bitos dos consumidores, 12,8% dos neg&amp;oacute;cios notaram aumento da prefer&amp;ecirc;ncia por compras online ou no modelo delivery. Outros 12,6% observam os clientes evitarem ir ao local f&amp;iacute;sico nos hor&amp;aacute;rios e nos dias que tendem a ser mais perigosos [&lt;em&gt;tabela 4&lt;/em&gt;].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;E qual &amp;eacute; o maior temor?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Hoje &amp;eacute;, sobretudo, de sofrer um assalto (63% dos casos), seguido de quem teme que um cliente ou os funcion&amp;aacute;rios sejam roubados (56%). Crimes digitais figuram como a terceira maior preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (55%), &amp;agrave; frente do vandalismo e do roubo de carga [&lt;em&gt;tabela 6&lt;/em&gt;].&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 4]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Qual &amp;eacute; o principal impacto da inseguran&amp;ccedil;a sobre seus clientes?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: &lt;em&gt;FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left" width="449"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Reduziu significativamente o fluxo&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;9,6%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Os consumidores evitam certos hor&amp;aacute;rios e dias&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;12,6%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Aumentou a prefer&amp;ecirc;ncia por comprar online&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;12,8%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Na verdade, os impactos s&amp;atilde;o poucos&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;23,6%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;N&amp;atilde;o afeta em nada&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;41,4%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 5]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Qual &amp;eacute; o principal impacto para a opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: &lt;em&gt;FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left" width="449"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Reduziu hor&amp;aacute;rio de funcionamento&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;8,8%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Deixou de operar em determinadas regi&amp;otilde;es&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;2,0%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Migrou parte das vendas para digital/delivery&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;2,8%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Recusou entregas, visitas ou servi&amp;ccedil;os&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;5,8%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;N&amp;atilde;o alterou opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas aumentou custos&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;15,6%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;N&amp;atilde;o houve altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;65,0%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 6]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Qual &amp;eacute; o tipo de crime que mais preocupa o seu neg&amp;oacute;cio?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: &lt;em&gt;FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="449"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Furto/roubo ao estabelecimento&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;63,4%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Furto/roubo a clientes e colaboradores&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;56,4%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Roubo/furto ou desvio de cargas e estoques&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;38,0%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Fraudes, golpes e crimes digitais&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;55,0%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Vandalismo, depreda&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou invas&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;38,6%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Extors&amp;atilde;o, amea&amp;ccedil;as ou organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es criminosas&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;29,4%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Furto de cabos/fios/equipamentos&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;40,8%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Outro&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;11,2%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP tamb&amp;eacute;m perguntou ao empresariado quais medidas observa serem mais necess&amp;aacute;ria para melhorar a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ouvindo de 32% que uma presen&amp;ccedil;a mais ostensiva da pol&amp;iacute;cia &amp;eacute; fundamental. Na sequ&amp;ecirc;ncia, o combate ao crime organizado e &amp;agrave; recepta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com 18,2%.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 7]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Qual seria a medida p&amp;uacute;blica de maior impacto para melhorar a seguran&amp;ccedil;a?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: &lt;em&gt;FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="449"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Maior presen&amp;ccedil;a ostensiva das pol&amp;iacute;cias&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;32,0%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre &amp;oacute;rg&amp;atilde;os p&amp;uacute;blicos&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;13,2%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais r&amp;aacute;pida e efetiva&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;4,8%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Mais tecnologia, c&amp;acirc;meras, dados e intelig&amp;ecirc;ncia&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;9,8%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Endurecimento das penas&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;12,8%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Combate ao crime organizado e recepta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;18,2%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Todas as anteriores (n&amp;atilde;o foi lida aos entrevistados)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;9,2%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Grandes mais afetadas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os dados da sondagem tamb&amp;eacute;m mostram que inseguran&amp;ccedil;a reflete nas empresas conforme o porte. De um lado, as grandes se sentem mais expostas &amp;agrave; viol&amp;ecirc;ncia tanto no entorno (22%, contra 15% da m&amp;eacute;dia geral) como diretamente (16%), enquanto nas micro e pequenas, esse porcentual &amp;eacute; de12%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As grandes tamb&amp;eacute;m t&amp;ecirc;m mais dificuldades de contratar e manter funcion&amp;aacute;rios por causa da seguran&amp;ccedil;a (16%, contra 14% das m&amp;eacute;dias e 4% das micro). Uma poss&amp;iacute;vel explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para essa discrep&amp;acirc;ncia nos resultados &amp;eacute; que grandes empresas do varejo costumam trabalhar em hor&amp;aacute;rio estendidos (noturno) e at&amp;eacute; mesmo em opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es 24 horas, per&amp;iacute;odos em que a inseguran&amp;ccedil;a e os casos de viol&amp;ecirc;ncia s&amp;atilde;o maiores.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por outro lado, as micro e pequenas empresas s&amp;atilde;o as mais atingidas no fluxo de consumidores (15,9% relatam redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de fluxo como principal impacto, ante 8,1% nas m&amp;eacute;dias e 4% nas grandes). Assim, o segmento com menos capacidade de absorver perdas &amp;eacute; justamente o mais penalizado no consumo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pleitos por melhorias&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os dados da sondagem s&amp;atilde;o, na leitura da FecomercioSP, sintom&amp;aacute;ticos de uma conjuntura marcada por medo. Os consumidores est&amp;atilde;o mudando os h&amp;aacute;bitos de compra (quase 6 em cada 10 empresas j&amp;aacute; notaram o fen&amp;ocirc;meno) para evitar casos de viol&amp;ecirc;ncia e, com isso, for&amp;ccedil;am as empresas a gastarem mais com dispositivos de prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Isto &amp;eacute;, essa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; mais problema s&amp;oacute; de quem experiencia a viol&amp;ecirc;ncia, mas de toda a sociedade. &lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP tem atuado para mudar essa realidade. Na vis&amp;atilde;o da Entidade, &amp;eacute; preciso &lt;strong&gt;enrijecer as medidas de puni&amp;ccedil;&amp;atilde;o a criminosos&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;e investir em meios de &lt;strong&gt;intelig&amp;ecirc;ncia para minar os mercados ilegais que financiam todo o crime.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o acompanhou a tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e apoiou a &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/apos-forte-articulacao-empresarial-comercio-conquista-endurecimento-de-penas-para-furtos-e-roubos"&gt;aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Projeto de Lei (PL) 3.780/2023, convertido na Lei 15.397/2026&lt;/a&gt;, que aumentou a pena para crimes como roubo, furto e recepta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e, agora, apoia a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o da PEC da Seguran&amp;ccedil;a P&amp;uacute;blica no Senado Federal.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m disso, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o entende que enfrentamento do crime organizado exige mais integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o e instrumentos jur&amp;iacute;dicos mais rigorosos. A cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de regimes jur&amp;iacute;dicos especiais a organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es criminosas de alta periculosidade &amp;eacute; uma medida proporcional &amp;agrave; gravidade do problema. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para saber mais sobre a &lt;strong&gt;agenda da FecomercioSP para a seguran&amp;ccedil;a p&amp;uacute;blica&lt;/strong&gt;, clique &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/pec-da-seguranca-publica-precisa-garantir-integracao-nacional-rigor-penal-e-responsabilidade-fiscal"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/028533dd95e5f6a2d75a425e48a9a64b76c93338.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer" style="margin: 0px auto 40px; padding: 9px 17px; border: 0px rgb(45, 114, 187); font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-width: inherit; font-size: 14px; line-height: 25px; font-size-adjust: inherit; font-kerning: inherit; font-variant-alternates: inherit; font-variant-ligatures: inherit; font-variant-numeric: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-position: inherit; font-variant-emoji: inherit; font-feature-settings: inherit; font-optical-sizing: inherit; font-variation-settings: inherit; vertical-align: baseline; text-decoration: none; list-style: none; font-family: Open Sans, sans-serif; font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 255); outline: medium; display: block; background: rgb(45, 114, 187); width: fit-content; cursor: pointer; border-radius: 50px; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px;" id="isPasted"&gt;Sondagem: Seguran&amp;ccedil;a p&amp;uacute;blica na cidade de S&amp;atilde;o Paulo em 2026&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 21 Aug 2026 15:19:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Brasil]]</category></item></channel></rss>
