<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP]]</title><link>https://fecomercio.com.br/</link><description>&lt;![CDATA[Reúne líderes empresariais, especialistas e consultores para fomentar o desenvolvimento do empreendedorismo. ]]</description><lastBuildDate>Mon, 11 May 2026 01:50:04 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP]]</title><link>https://fecomercio.com.br/</link><url>https://fecomercio.com.br/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><item><title>&lt;![CDATA[Entidades lançam, em Brasília, manifesto pela atualização do Simples Nacional]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/entidades-lancam-em-brasilia-manifesto-pela-atualizacao-do-simples-nacional</link><description>&lt;![CDATA[Estudos mostram que limites de faturamento estão defasados em 83% em relação à inflação; setor produtivo defende PLP 108/2021, em discussão na Câmara]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Entidades de vários segmentos do setor produtivo lançaram nesta semana, em Brasília (DF), o &lt;strong&gt;Manifesto pela Atualização Integral do Simples Nacional&lt;/strong&gt;, que demanda o Congresso a ajustar urgentemente limites de faturamento do modelo tributário que reúne, hoje, 24,8 milhões de empresas. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Simples inclui Microempreendedores Individuais (MEIs), Microempresas (ME) e as Empresas de Pequeno Porte (EPPs).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O manifesto, lançado em um jantar do Instituto Livre Mercado (ILIM), na Casa da Liberdade, na capital federal, propõe a atualização desses valores a partir do IPCA, que mede a inflação do País. Congelados desde 2018, esses limites já acumulam &lt;strong&gt;uma perda de 83% em relação aos preços no período&lt;/strong&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A proposta já está no escopo do &lt;a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2295251"&gt;Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2021&lt;/a&gt;, do senador Jayme Campos (DEM/MT), em discussão pela Comissão Especial na Câmara, presidida pela deputada Any Ortiz (Cidadania/RS). Apesar de não estar presente no evento, Any levou a pauta ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, durante reunião entre ele e o empresariado paulista. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na comissão, o texto está relatado por Jorge Goetten (Republicanos/SC). Tiago Dimas (Podemos/TO) é outro parlamentar envolvido no assunto.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“É pauta urgentíssima, porque, além de envolver a competitividade das nossas empresas, aborda um elemento na mesa de debate sobre o fim da escala 6x1, por exemplo”, apontou o deputado Gilson Marques (Novo/SC), em meio ao evento na Casa da Liberdade. “Isso eleva a carga tributária e exclui as empresas do regime”, continuou.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Goetten, por sua vez, reforçou como o projeto precisa ser pautado e aprovado a tempo da eleição, antes que seja envolvido no processo eleitoral. “Não se pode esperar mais. O ajuste é o cumprimento da Constituição”, afirmou.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois, aos jornalistas presentes, ele admitiu que o texto está sendo construído em várias mãos. “Vamos discutir com bastante cuidado, porque pode haver alguma renúncia fiscal. Vamos sentar com a área econômica para sensibilizar o governo sobre os benefícios e como isso faz justiça a esse setor”, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os dados sugerem que a defasagem dos limites é um problema de várias ordens e sentidos. Em primeiro lugar, os pequenos negócios &lt;strong&gt;estão pagando 32% mais em tributos do que deveriam caso os valores fossem atualizados&lt;/strong&gt;. Entram nessa lista as Microempresas (MEs), que correspondem a 9,8 milhões de CNPJs e as Empresas de Pequeno Porte (EPPs), que formam outras 1,8 milhão. Em outras palavras, trata-se de uma &lt;strong&gt;injustiça tributária.&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isso é ainda mais relevante considerando que, dentro do Simples, estão 13,4 milhões de empregos formais, ou cerca de 30% da mão de obra formal brasileira. Contudo, representam apenas 6% da arrecadação federal. A atualização dos limites geraria &lt;strong&gt;um acrescimento de 6% nas vagas formais de empresas do modelo.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em segundo lugar, a proposta das entidades também corrige uma distorção do sublimite, passando de R$ 3,6 milhões para R$ 6,5 milhões, além de flexibilizar a permanência integral no regime até o teto máximo — hoje, empresas precisam recolher o ICMS e ISS “por fora”, quando ultrapassam o sublimite. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na leitura das entidades, a falta de uma atualização dos limites do Simples tem o efeito de &lt;strong&gt;aumentar a carga tributária&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;em pelo menos dois sentidos: eleva o volume de impostos para quem continua no Simples, porque paga mais com a falta de atualização, e, ao mesmo tempo, exclui uma série de outros negócios do regime sem que estes tenham crescido e, de fato, possam arcar com impostos mais altos. Não é à toa que parte significativa desses negócios fecha as portas nesse processo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A proposta e o manifesto estão nas mãos dos deputados da Comissão Especial, assim como outros parlamentares têm sido sensibilizados sobre o tema em Brasília. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Atualizações dos limites de faturamento do Simples Nacional&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;MEI&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Faturamento atual:&lt;/strong&gt; R$ 81 mil&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Faturamento atualizado:&lt;/strong&gt; R$ 145 mil&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ME&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Faturamento atual:&lt;/strong&gt; R$ 360 mil&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Faturamento atualizado:&lt;/strong&gt; R$ 870 mil&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;EPP&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Faturamento atual:&lt;/strong&gt; R$ 4,8 milhões&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Faturamento atualizado:&lt;/strong&gt; R$ 8,6 milhões&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 08 May 2026 16:28:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Empresas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Relação entre Fisco e contribuinte caminha para ser mais cooperativa]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/relacao-entre-fisco-e-contribuinte-caminha-para-ser-mais-cooperativa</link><description>&lt;![CDATA[FecomercioSP propõe aproximação entre as duas pontas em prol de um sistema tributário mais justo, transparente e orientativo]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Em um movimento estratégico para transformar a relação entre o Fisco e o contribuinte, a &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; tem intensificado o diálogo com a Receita Federal. A Entidade acredita que a cooperação é o único caminho viável para harmonizar interesses e construir um sistema tributário mais justo, isonômico e previsível.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na última segunda-feira (4), Márcio Olívio Fernandes da Costa, presidente do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-assuntos-tributarios"&gt;Conselho de Assuntos Tributários&lt;/a&gt; da FecomercioSP e presidente do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/codecon-sp" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Conselho Estadual de Defesa do Contribuinte de São Paulo (Codecon/SP)&lt;/a&gt;, reuniu-se com Márcia Cecília Meng, da Superintendência Regional da Receita Federal da 8ª Região Fiscal (SRRF08). O encontro teve como objetivo central ampliar a participação da sociedade civil na formulação de políticas fiscais, incluindo a possibilidade de envio de sugestões para o aprimoramento do regulamento da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), recentemente divulgado, além da criação de um canal de comunicação mais acessível com a Receita Federal para esclarecer dúvidas dos contribuintes sobre o novo tributo, cuja cobrança terá início em 2027.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na ocasião, Márcia reconheceu a importância da parceria. Segundo ela, a cooperação com a FecomercioSP é fundamental para o aperfeiçoamento dos procedimentos vigentes e para o desenvolvimento de programas que estimulem a conformidade fiscal voluntária. “O diálogo é o melhor caminho para aprimorarmos os processos. Muitas vezes, os problemas que afetam o dia a dia das empresas já contam com uma solução viável, mas não é de conhecimento geral ou carece de pequenos ajustes. Por isso a aproximação é fundamental para esse alinhamento”, ponderou a superintendente da Receita.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Também participaram do encontro Sarina Sasaki Manata, assessora técnica da FecomercioSP, e Cláudio Ferrer de Souza, superintendente-substituto da SRRF08.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fim da desconfiança mútua&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Historicamente marcada por tensões, a relação entre Fisco e contribuinte sempre oscilou entre dois polos: de um lado, a Receita via o empresário como um potencial sonegador; de outro, o empresário enxergava o órgão arrecadador como um perseguidor focado apenas em punições.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse paradigma, no entanto, vem se transformando nos últimos anos, e o estreitamento do diálogo entre ambos está sendo fortalecido por um ambiente cada vez mais cooperativo, impulsionado pelo novo Código de Defesa do Contribuinte, instituído pela &lt;a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp225.htm"&gt;Lei Complementar (LC) 225/2026&lt;/a&gt; — considerado um marco civilizatório no País. A referida &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/com-programa-de-conformidade-receita-federal-da-passo-importante-para-harmonizar-a-relacao-com-os-contribuintes"&gt;lei ainda criou três programas de conformidade tributária e aduaneira: o Sintonia, o Confia e o Programa Brasileiro de Operador Econômico Autorizado (OEA)&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A meta da Receita Federal é abandonar o modelo puramente punitivo — que espera o erro para autuar e multar — e atuar como parceira dos contribuintes que buscam a conformidade fiscal. A ideia é oferecer orientação, simplificar procedimentos e recompensar quem cumpre corretamente as obrigações, promovendo a modernização do ambiente de negócios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Elo fundamental&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP atua para que o caráter mais cooperativo e menos punitivo predomine no Fisco. Além de sediar o Codecon/SP, a Entidade preside o órgão há 23 anos, consolidando-se como ponto de encontro entre representantes de contribuintes e do erário público.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essa posição privilegiada permite à Federação atuar na promoção do debate para a formulação de melhores legislações tributárias, sempre com o objetivo de equilibrar a relação entre quem tributa e quem é tributado. “A aproximação entre a Receita e o setor produtivo não é apenas desejável, mas indispensável para que o Brasil avance rumo a um sistema tributário mais justo, transparente e eficiente”, afirmou Costa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A ideia, agora, é aprofundar o diálogo com a Receita Federal, mantendo um canal aberto para o envio de contribuições para melhorar o ambiente de negócios no País.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fruto desse estreitamento de laços, na sexta-feira (8), a FecomercioSP e a Receita Federal realizam uma live sobre a Declaração do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;(DIRPF) 2026, que vai esclarecer as principais dúvidas dos contribuintes sobre o documento. &lt;a href="https://www.sympla.com.br/evento-online/ir-2026-como-evitar-erros-que-podem-custar-caro/3403959"&gt;Inscreva-se gratuitamente aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 08 May 2026 14:07:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Receita Federal]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Semana S de 2026 discutirá perspectivas do empreendedorismo no Brasil]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/semana-s-de-2026-discutira-perspectivas-do-empreendedorismo-no-brasil</link><description>&lt;![CDATA[Organizado por Sesc, Senac e FecomercioSP, o evento apresenta uma programação ampla em que reúne debates com lideranças empresariais, fóruns, shows e espetáculos teatrais em diversas unidades das instituições]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A segunda edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da &lt;a href="https://semana-s.portaldocomercio.org.br/"&gt;&lt;strong&gt;Semana S&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; entre os dias 11 e 17 de maio, ter&amp;aacute; como foco, em S&amp;atilde;o Paulo, os &lt;strong&gt;desafios e oportunidades de&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;empreender no Brasil.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Organizado pelo &lt;strong&gt;Sesc, Senac&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;e pela&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP),&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;no &amp;acirc;mbito da &lt;strong&gt;Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional do Com&amp;eacute;rcio (CNC)&lt;/strong&gt;, o evento promover&amp;aacute; encontros entre os empres&amp;aacute;rios, &lt;em&gt;stakeholders,&amp;nbsp;&lt;/em&gt;intelectuais e os &amp;nbsp;trabalhadores dos v&amp;aacute;rios setores produtivos do Pa&amp;iacute;s.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; variada entre as unidades de cada Entidade no Estado de S&amp;atilde;o Paulo. &lt;a href="https://representa.fecomercio.com.br/semana-s-2026"&gt;Fa&amp;ccedil;a a inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o aqui!&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;M&amp;Uacute;SICA, TEATRO E EXPOSI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES GRATUITOS NO SESC&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No Sesc S&amp;atilde;o Paulo, por exemplo, as conversas sobre empreendedorismo passam por palestras com profissionais da &amp;aacute;rea de gest&amp;atilde;o de pessoas. No Teatro da unidade 14 Bis, no centro da capital, acontecer&amp;aacute; o evento &lt;strong&gt;Humaniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Sa&amp;uacute;de e Qualidade de Vida no Trabalho&lt;/strong&gt;, que prop&amp;otilde;e reflex&amp;otilde;es sobre alguns desafios contempor&amp;acirc;neos do trabalho, como a preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o de riscos psicossociais e constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ambientes corporativos mais saud&amp;aacute;veis, sustent&amp;aacute;veis e produtivos. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre os nomes presentes est&amp;atilde;o o da psic&amp;oacute;loga &lt;strong&gt;Mafoane Odara&lt;/strong&gt; e o da cardiologista &lt;strong&gt;Dulce Brito&lt;/strong&gt;, al&amp;eacute;m de um &lt;em&gt;pocket show&lt;/em&gt; da cantora e instrumentista &lt;strong&gt;Vanessa Moreno.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na unidade de Presidente Prudente, a psic&amp;oacute;loga &lt;a href="https://www.sescsp.org.br/programacao/nova-nr-1-e-os-riscos-psicossociais-na-pratica/"&gt;&lt;strong&gt;Rosalina Moura&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.sescsp.org.br/programacao/nova-nr-1-e-os-riscos-psicossociais-na-pratica/"&gt;&amp;nbsp;falar&amp;aacute; sobre NR1&lt;/a&gt; e os riscos psicossociais, enquanto, em Jundia&amp;iacute;, a gestora &lt;strong&gt;Erika Damasceno&lt;/strong&gt; abordar&amp;aacute; a sa&amp;uacute;de mental sob a &lt;a href="https://www.sescsp.org.br/programacao/saude-mental-e-encontro-de-geracoes/"&gt;perspectiva das diferen&amp;ccedil;as geracionais&lt;/a&gt; &amp;ndash; dos mais velhos aos chamados &amp;ldquo;gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Z&amp;rdquo;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de m&amp;uacute;sica, artes c&amp;ecirc;nicas, artes visuais e esportes acontecer&amp;atilde;o entre 12 e 17 de maio, mas, entre 16 e 17, todas ser&amp;atilde;o gratuitas, com retirada de ingressos na sexta-feira (15) pelo app Credencial Sesc SP e pelo &lt;a href="http://centralrelacionamento.sescsp.org.br/"&gt;site&lt;/a&gt; do Sesc. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os destaques desses dias estar&amp;atilde;o por conta dos shows de &lt;strong&gt;Amaro Freitas Trio&lt;/strong&gt; (Sesc 14 Bis), &lt;strong&gt;Alessandra Le&amp;atilde;o e Cidade Dormit&amp;oacute;rio&lt;/strong&gt; (Sesc Belenzinho), &lt;strong&gt;Agnes Nunes&lt;/strong&gt; (Sesc Vila Mariana), &lt;strong&gt;C&amp;eacute;u&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;(Sesc Santos) e &lt;strong&gt;Dem&amp;ocirc;nios da Garoa&lt;/strong&gt; (Sesc Jundia&amp;iacute;).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre os espet&amp;aacute;culos est&amp;atilde;o o famoso &amp;ldquo;Fim de Partida&amp;rdquo;, com &lt;strong&gt;Marco Nanini&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Guilherme Weber&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;Ignez Viana&lt;/strong&gt;(Sesc Pinheiros), &amp;ldquo;As Centen&amp;aacute;rias&amp;rdquo;, com &lt;strong&gt;Laila Garin&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;e Juliana Linhares&lt;/strong&gt; (Sesc Bom Retiro) e &amp;ldquo;Uma Velha Can&amp;ccedil;&amp;atilde;o Quase Esquecida&amp;rdquo;, da Cia Ludens (Sesc Pompeia).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sem contar as exposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;ldquo;Del&amp;iacute;rio Tropical&amp;rdquo;, no Sesc Pinheiros, e &amp;ldquo;Riscadura de Fogo &amp;ndash; Jorge dos Anjos e Of&amp;iacute;cio: Luz: Lita Cerqueira &amp;ndash; Direito de Olhar&amp;rdquo;, na Pompeia.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o completa do Sesc na Semana S est&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel &lt;a href="https://www.sescsp.org.br/semana-s/"&gt;&lt;strong&gt;aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;EDUCA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O, SUSTENTABILIDADE E CULTURA NO SENAC&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;J&amp;aacute; o &lt;strong&gt;Senac&lt;/strong&gt; realizar&amp;aacute; cinco eventos sobre os temas da &lt;strong&gt;educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sustentabilidade, sa&amp;uacute;de e cultura&lt;/strong&gt;. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O &lt;a href="https://eventos.sp.senac.br/evento/5o-forum-internacional-senac-de-sustentabilidade/"&gt;5&amp;ordm; F&amp;oacute;rum Internacional Senac de Sustentabilidade&lt;/a&gt;, na unidade Jabaquara, ter&amp;aacute; a presen&amp;ccedil;a de influenciadoras como &lt;strong&gt;Ana Paula Xongani&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Nataly Neri&lt;/strong&gt; para debater as pr&amp;aacute;ticas ESG e o futuro sustent&amp;aacute;vel. No Tiradentes, haver&amp;aacute; a &lt;a href="https://eventos.sp.senac.br/evento/18a-jornada-senac-de-enfermagem/"&gt;Jornada Senac de Enfermagem&lt;/a&gt; e, na de Botucatu, o &lt;a href="https://eventos.sp.senac.br/evento/3o-forum-de-desenvolvimento-social/"&gt;3&amp;ordm; F&amp;oacute;rum Senac de Desenvolvimento Social&lt;/a&gt;, com foco no aprimoramento t&amp;eacute;cnico e no impacto comunit&amp;aacute;rio. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Haver&amp;aacute; ainda a &lt;a href="https://eventos.sp.senac.br/atividade/exposicao-fotografica-senac-a-fotografia-e-o-capital-natural-centro-universitario-senac-santo-amaro/"&gt;Exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o Fotogr&amp;aacute;fica Senac: A Fotografia e o Capital Natural&lt;/a&gt;, com imagens de &lt;strong&gt;Jo&amp;atilde;o Farkas&lt;/strong&gt;, fot&amp;oacute;grafo e documentarista reconhecido tanto no Brasil como no exterior, e a &lt;a href="https://eventos.sp.senac.br/evento/19o-mostra-senac-de-artes-cenicas/"&gt;19&amp;ordf; Mostra Senac de Artes C&amp;ecirc;nicas&lt;/a&gt;, de oficinas, apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, palestras e workshops, pulverizada em v&amp;aacute;rias regi&amp;otilde;es.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Parte da programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; transmitida no &lt;strong&gt;canal do&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;a href="https://www.youtube.com/senacsaopaulo"&gt;&lt;strong&gt;YouTube&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;da Entidade.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;EMPREENDEDORISMO NA FECOMERCIO-SP&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No dia 15, o Canal UM BRASIL, da FecomercioSP, promover&amp;aacute; o evento &lt;strong&gt;Liberdade para Empreender e o Desafio da Produtividade no Brasil&lt;/strong&gt;, com presen&amp;ccedil;as dos economistas &lt;strong&gt;Marcos Mendes&lt;/strong&gt; (Insper-SP) e &lt;strong&gt;Andr&amp;eacute; Portela&lt;/strong&gt; (FGV-EESP).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Antes, a mesa de abertura trar&amp;aacute; perspectivas pol&amp;iacute;ticas, com &lt;strong&gt;Paulo Henrique Pereira&lt;/strong&gt;, Ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, &lt;strong&gt;Rodrigo Hayashi Goulart&lt;/strong&gt;, secret&amp;aacute;rio de Desenvolvimento Econ&amp;ocirc;mico e Trabalho da cidade de S&amp;atilde;o Paulo, &lt;strong&gt;Adriana Ventura&lt;/strong&gt;, deputada pelo Novo-SP, e a vereadora &lt;strong&gt;Cris Monteiro&lt;/strong&gt;, do mesmo partido.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O evento ter&amp;aacute; credenciamento para jornalistas. Saiba mais abaixo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;TR&amp;Ecirc;S FOR&amp;Ccedil;AS EM PROL DO BRASIL&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;FecomercioSP, Sesc e Senac S&amp;atilde;o Paulo s&amp;atilde;o institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es que atuam integradas com o objetivo de fortalecer os v&amp;aacute;rios &amp;acirc;mbitos da sociedade por meio da cultura, da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e do apoio ao empreendedorismo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;Sesc,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;reconhecido pela programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o cultural e socioeducativa no Estado, &amp;eacute; uma entidade privada sem fins lucrativos criada em 1946 pelo empresariado do setor do com&amp;eacute;rcio de bens, servi&amp;ccedil;os e turismo para melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores e das trabalhadoras dessas categorias por meio de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es nos campos da cultura, do esporte, do lazer e da cidadania. Hoje, o Sesc tem 44 unidades no Estado, e desenvolve programas em diversas &amp;aacute;reas, como turismo social, sustentabilidade, tecnologias, artes e outras, com foco na promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o do bem-estar social e qualidade de vida. . Em m&amp;eacute;dia, a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o recebe em torno de 28 milh&amp;otilde;es de frequentadores a cada ano.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;Senac S&amp;atilde;o Paulo&lt;/strong&gt; atua h&amp;aacute; 80 anos na forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o mundo do trabalho, integrando desenvolvimento profissional e forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o cidad&amp;atilde;. Com 63 unidades educacionais &amp;mdash; incluindo tr&amp;ecirc;s campi do Centro Universit&amp;aacute;rio Senac e hot&amp;eacute;is-escola em &amp;Aacute;guas de S&amp;atilde;o Pedro e Campos do Jord&amp;atilde;o &amp;mdash;, oferece cursos livres, t&amp;eacute;cnicos, aprendizagem profissional, ensino m&amp;eacute;dio t&amp;eacute;cnico e ensino superior (gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o, extens&amp;atilde;o e p&amp;oacute;s-gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o), nas modalidades presencial e EaD.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por meio do Programa Senac de Gratuidade, a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o j&amp;aacute; beneficiou mais de 2,3 milh&amp;otilde;es de pessoas no Estado de S&amp;atilde;o Paulo ao longo de 15 anos, com bolsas de estudo 100% gratuitas, incluindo material did&amp;aacute;tico, em diferentes &amp;aacute;reas do conhecimento. Em 2026, ser&amp;atilde;o disponibilizadas at&amp;eacute; o final deste ano 102 mil vagas. Para concorrer, &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio comprovar renda familiar de at&amp;eacute; dois sal&amp;aacute;rios-m&amp;iacute;nimos por pessoa e se inscrever na fila de espera virtual, aberta no &lt;a href="https://www.sp.senac.br/bolsas-de-estudo"&gt;site da institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt; sempre 20 dias antes do in&amp;iacute;cio das aulas, ao meio-dia.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;J&amp;aacute; a &lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt; representa cerca de 1,8 milh&amp;atilde;o de empresas paulistas que, reunidas, somam cerca de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. S&amp;atilde;o, sobretudo, pequenos e m&amp;eacute;dios neg&amp;oacute;cios que d&amp;atilde;o a t&amp;ocirc;nica da economia nacional &amp;mdash; para as quais a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o atua na representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o empresarial e colabora com orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e programas de desenvolvimento. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;SERVI&amp;Ccedil;O&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Semana S | S&amp;atilde;o Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Onde:&lt;/strong&gt; unidades do Sesc, Senac e na sede da FecomercioSP&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quando:&lt;/strong&gt; de 11 a 16 de maio de 2026&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;PROGRAMA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;SESC&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o completa &lt;a href="https://www.sescsp.org.br/semana-s/"&gt;&lt;strong&gt;aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;SENAC&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o completa&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;a href="https://eventos.sp.senac.br/semana-s-do-comercio/"&gt;&lt;strong&gt;aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Liberdade para empreender e o desafio da produtividade no Brasil | UM BRASIL&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quando:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;15 de maio (sexta-feira), &amp;agrave;s 9h&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Onde:&lt;/strong&gt; sede da FecomercioSP &amp;ndash; Avenida Rebou&amp;ccedil;as, 3377&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;10h | Abertura Institucional&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Rubens Medrano&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vice-presidente da FecomercioSP&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Paulo Henrique Pereira&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Rodrigo Hayashi Goulart&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Secret&amp;aacute;rio Municipal de Desenvolvimento Econ&amp;ocirc;mico e Trabalho&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Adriana Ventura&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Deputada Federal (Novo-SP)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Cris Monteiro&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vereadora (Novo-SP)&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;10h45 | Painel do Canal UM BRASIL: Liberdade para Empreender e o Desafio da Produtividade no Brasil&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Jos&amp;eacute; Pastore&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Presidente do Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Trabalho (CERT) da FecomercioSP&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Marcos Mendes&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Professor do Insper-SP&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Andr&amp;eacute; Portela&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Professor da Escola de Economia de S&amp;atilde;o Paulo da Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Get&amp;uacute;lio Vargas (FGV- EESP)&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Media&amp;ccedil;&amp;atilde;o: Juliana Rosa (TV Bandeirantes e Canal UM BRASIL)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://representa.fecomercio.com.br/semana-s-2026" id="isPasted"&gt;Fa&amp;ccedil;a a inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o aqui!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 08 May 2026 12:30:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Institucional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Redução de jornada vai afetar o caixa das prefeituras]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/reducao-de-jornada-vai-afetar-o-caixa-das-prefeituras</link><description>&lt;![CDATA[FecomercioSP alerta prefeitos sobre o impacto da medida sobre as contas municipais ]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Se forem aprovadas como estão, &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/desemprego-e-aumento-do-custo-de-vida-sao-efeitos-nocivos-do-fim-da-escala-6x1-afirma-lucas-redecker" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;as propostas de redução de jornada e escala de trabalho&lt;/a&gt; em tramitação no Congresso vão afetar diretamente os contratos de empresas terceirizadas nos municípios. Na avaliação da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, como prefeituras dependem amplamente de serviços essenciais terceirizados, como os de zeladoria urbana e transporte, o custo trabalhista das empresas contratadas tende a aumentar. Essa diferença recairá sobre os contratos sem nenhuma previsão de repasse ou compensação por parte do governo federal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por isso, a FecomercioSP intensificou a articulação com os prefeitos paulistas para alertar sobre os desdobramentos financeiros dessas medidas. Em reunião com o presidente da &lt;a href="https://apaulista.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Associação Paulista de Municípios (APM)&lt;/a&gt;, Frederico Guidoni Scaranello, na última segunda-feira (4), a Entidade salientou &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fim-da-escala-6x1-custo-de-ate-r-610-bilhoes-na-folha-penalizara-quem-mais-gera-empregos" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;o reflexo bilionário nas contas públicas e o custo inviável ao setor produtivo&lt;/a&gt; — sobretudo os pequenos negócios. O objetivo é ampliar a sensibilização sobre os deputados e senadores, uma vez que a mudança pesará para os estabelecimentos que empregam e, inclusive, prestam serviços aos municípios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Uma redução obrigatória da jornada vai aumentar os custos de operação. Isso acaba sendo repassado em preços mais altos, menos empregos e informalidade. A conta não fecha. Apostamos na força dos prefeitos para melhorar o rumo das propostas”, afirmou o &lt;a href="https://www.instagram.com/ivodallacqua.oficial/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;presidente em exercício da Entidade, Ivo Dall’Acqua Júnior&lt;/a&gt;. Para as cidades, o efeito é imediato. Haverá aumento de despesas e pressão sobre a folha de pagamento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O aumento da folha (direta ou indiretamente) pressiona os limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O prefeito que não conseguir equilibrar esse impacto para o orçamento pode sofrer consequências legais. A responsabilidade recai sobre a gestão municipal, mesmo que a origem do problema seja uma decisão federal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Empregos e serviços em jogo&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre os pontos mais sensíveis, está a combinação entre redução de jornada e criação de novos pisos salariais, que pode gerar impacto estimado de R$ 7,58 bilhões para determinados setores, segundo cálculos da FecomercioSP.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Somando tudo, dá mais do que o Fundo de Participação dos Municípios de um ano de muitas cidades. É um impacto insustentável para as prefeituras”, concordou o presidente da APM.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para apoiar mais engajamento dos municípios paulistas, a FecomercioSP deve intensificar ações conjuntas com a APM, Sindicatos Empresariais e parlamentares. A estratégia envolverá cooperação técnica e colaboração, campanhas de comunicação, produção de estudos regionalizados e participação em debates nacionais. O objetivo é consolidar uma frente ampla, com base municipal, capaz de influenciar decisões no Congresso.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 08 May 2026 09:26:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Iniciativas legislativas e impactos econômicos]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/iniciativas-legislativas-e-impactos-economicos</link><description>&lt;![CDATA[Período eleitoral é terreno fértil para propostas de grande apelo popular]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;&lt;em&gt;Antonio Lanzana*&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Congresso Nacional aprovou, recentemente, o acordo comercial Uni&amp;atilde;o Europeia-Mercosul, o que n&amp;atilde;o deixa de ser um ponto extremamente positivo no sentido da maior integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o internacional do Brasil. No entanto, uma an&amp;aacute;lise mais detalhada de outras iniciativas identificadas no mesmo Congresso causa preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, tendo em vista as repercuss&amp;otilde;es no ambiente macroecon&amp;ocirc;mico e nas empresas, as quais muitas vezes deixam de ser adequadamente avaliadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse sentido, cabe destacar, inicialmente, um projeto aprovado no Senado Federal que reestrutura carreiras no servi&amp;ccedil;o p&amp;uacute;blico, reajusta a remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de diversos cargos, beneficiando 270 mil servidores e criando mais de 24 mil novos cargos efetivos. O resultado &amp;eacute; uma despesa de R$ 4,16 bilh&amp;otilde;es em 2026 e R$ 5,6 bilh&amp;otilde;es em 2027. Uma expans&amp;atilde;o de gastos extremamente preocupante num Pa&amp;iacute;s que apresenta uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o fiscal cr&amp;iacute;tica, com d&amp;eacute;ficit nominal do setor p&amp;uacute;bico superior a 8% do&amp;nbsp;Produto Interno Bruto (PIB)&amp;nbsp;e d&amp;iacute;vida p&amp;uacute;blica crescendo de forma exponencial. Enquanto isso, uma proposta muito bem elaborada de reforma administrativa, que poderia nortear a gest&amp;atilde;o de contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es, deslocamentos de funcion&amp;aacute;rios e crit&amp;eacute;rios de remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sequer entrou&amp;nbsp;em vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Per&amp;iacute;odo eleitoral acaba se constituindo em terreno f&amp;eacute;rtil para proposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de grande apelo para a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Neste ano, a discuss&amp;atilde;o mais calorosa refere-se &amp;agrave; quest&amp;atilde;o da jornada 6x1. O que se tem observado &amp;eacute; uma tentativa de certos parlamentares de acelerar a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do projeto que renderia importantes dividendos pol&amp;iacute;ticos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Este &amp;eacute; um assunto extremamente complexo, porque envolve aspectos relacionados, de um lado, a progressos sociais, e, de outro, a implica&amp;ccedil;&amp;otilde;es econ&amp;ocirc;micas. No primeiro caso, argumenta-se sobre a eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o da qualidade de vida dos trabalhadores e seus efeitos positivos sobre a produtividade. Em termos empresariais, a preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o concentra-se no aumento de custos operacionais (e seus reflexos inflacion&amp;aacute;rios), novas contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es num mercado de trabalho extremamente apertado, aumento da informalidade, diminui&amp;ccedil;&amp;atilde;o das margens das empresas e at&amp;eacute; mesmo inviabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de algumas delas, principalmente em setores que ser&amp;atilde;o mais afetados, como &amp;eacute; o caso dos setores de Com&amp;eacute;rcio e de Servi&amp;ccedil;os, e principalmente das empresas de pequeno porte.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Destacando um ponto dessa discuss&amp;atilde;o, que &amp;eacute; a quest&amp;atilde;o da produtividade do trabalho, dados da&amp;nbsp;Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Getulio Vargas (FGV)&amp;nbsp;mostram que o crescimento m&amp;eacute;dio da produtividade por hora trabalhada no Brasil foi de 0,8% ao ano no per&amp;iacute;odo 1995&amp;ndash;2024 e zero nos &amp;uacute;ltimos 10 anos. O argumento de que a medida pode elevar a produtividade n&amp;atilde;o leva em considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o o amplo leque de fatores que determinam a produtividade &amp;mdash; n&amp;iacute;vel educacional, grau de inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o internacional, competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, acesso &amp;agrave; tecnologia, infraestrutura, ambiente dos neg&amp;oacute;cios, n&amp;iacute;vel de investimento, dentre outros.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Levando-se em considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o esses pontos, podemos chegar a tr&amp;ecirc;s conclus&amp;otilde;es: a) dadas as diferen&amp;ccedil;as setoriais e de porte, a livre negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o deve prevalecer; b) percebe-se que as inciativas parlamentares esquecem de levar em conta a import&amp;acirc;ncia do crescimento econ&amp;ocirc;mico como gerador de empregos, riqueza e bem-estar &amp;mdash; desde 1980, o Brasil vem crescendo abaixo do mundo e n&amp;atilde;o consegue sair da condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pa&amp;iacute;s de renda m&amp;eacute;dia; e c) propostas de mudan&amp;ccedil;as na legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o devem ser constru&amp;iacute;das a partir de seus reais impactos na economia, de forma a garantir avan&amp;ccedil;os sem comprometer a gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empregos, a competitividade das empresas e, consequentemente, o crescimento econ&amp;ocirc;mico e a eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o do n&amp;iacute;vel de bem-estar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Antonio Lanzana, presidente do Conselho Superior de Economia, Sociologia e Pol&amp;iacute;tica da&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 08 May 2026 09:12:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Brasil]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[“Ato cívico”, afirma deputada Adriana Ventura sobre presença de empresariado em Brasília para debater escala 6x1]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/ato-civico-afirma-deputada-adriana-ventura-sobre-presenca-de-empresariado-em-brasilia-para-debater-escala-6x1</link><description>&lt;![CDATA[Parlamentar participou da construção da articulação que levou grupo a reunião com presidente da Câmara, Hugo Motta, nesta semana]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A deputada federal Adriana Ventura (Novo-SP) comemorou a presen&amp;ccedil;a de um grupo de l&amp;iacute;deres empresariais da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP) em Bras&amp;iacute;lia (DF) ao longo desta semana. A comitiva participou de reuni&amp;otilde;es com parlamentares &amp;ndash; incluindo o presidente da C&amp;acirc;mara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) &amp;ndash; e foi a duas sess&amp;otilde;es da Comiss&amp;atilde;o Especial de Redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Jornada de Trabalho, na mesma Casa.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ventura conversou com o empresariado no seu gabinete, na ter&amp;ccedil;a-feira (5).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;O setor produtivo tem que estar aqui: conversando, ouvindo, dialogando, enfim, participar politicamente. A nossa voz aqui faz diferen&amp;ccedil;a no cotidiano das cidades representadas&amp;rdquo;, disse ela.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A parlamentar ainda disse que a presen&amp;ccedil;a das lideran&amp;ccedil;as foi um &amp;ldquo;ato c&amp;iacute;vico&amp;rdquo; em defesa de quem empreende no Pa&amp;iacute;s. &amp;ldquo;As pessoas que fazem, produzem e que geram riqueza est&amp;atilde;o aqui falando do aumento do Simples Nacional e dos efeitos nocivos do fim da escala 6x1&amp;rdquo;, completou.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante o encontro, Ventura agendou uma conversa com Hugo Motta, e ajudou os empres&amp;aacute;rios nas propostas de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o em torno da redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada &amp;ndash; ela esteve presente na reuni&amp;atilde;o ao lado de Any Ortiz (Progressistas/RS), Jorge Goetten (Republicanos/SC) e Joaquim Passarinho (PL/PA). &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na ocasi&amp;atilde;o, Motta admitiu que se preocupa com os impactos da mudan&amp;ccedil;a nas jornadas sobre os neg&amp;oacute;cios. &amp;ldquo;Considero justa a reivindica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada de trabalho, assim como acho justo ouvir quem emprega. Quero entender como isso ser&amp;aacute; absorvido [&lt;em&gt;pelas empresas&lt;/em&gt;]&amp;rdquo;, afirmou. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Em todas as etapas de aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o da medida vamos estar abertos &amp;agrave;s sugest&amp;otilde;es e do que deve ser defendido para que haja, por exemplo, transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou outras pautas estruturantes que a gente tenha condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de construir politicamente&amp;rdquo;, completou. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O presidente da C&amp;acirc;mara tamb&amp;eacute;m reconheceu que as empresas de menor porte ser&amp;atilde;o mais afetadas pela mudan&amp;ccedil;a na jornada. Um estudo da FecomercioSP mostra que a alta nos custos da folha de pagamentos com &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/reducao-de-jornada-de-trabalho-para-40-horas-custaria-r-158-bilhoes-as-empresas-calcula-fecomerciosp"&gt;a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das atuais 44 horas semanais para 40 horas, como prop&amp;otilde;e os projetos, seria de R$ 158 bilh&amp;otilde;es&lt;/a&gt;. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Os mais afetados n&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o os grandes, mas os pequenos, aqueles que t&amp;ecirc;m tr&amp;ecirc;s, quatro, cinco funcion&amp;aacute;rios, e n&amp;atilde;o ter&amp;atilde;o onde colocar mais esse custo. Eles j&amp;aacute; trabalham com margens apertadas. Eu sei disso&amp;rdquo;, admitiu. &lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 07 May 2026 16:17:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Empresas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Da obrigação ambiental à oportunidade de negócio: o que as empresas precisam saber sobre sustentabilidade ]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/da-obrigacao-ambiental-a-oportunidade-de-negocio-o-que-as-empresas-precisam-saber-sobre-sustentabilidade</link><description>&lt;![CDATA[Publicação reúne tendências, mudanças regulatórias e soluções práticas que já impactam os negócios, da logística reversa ao mercado de carbono]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Empresas que queiram reduzir custos, evitar riscos e se preparar para as novas exigências ambientais já têm uma nova fonte de informação estratégica. O &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-sustentabilidade" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Conselho de Sustentabilidade da FecomercioSP&lt;/a&gt; acaba de lançar a terceira edição do &lt;strong&gt;Boletim de Sustentabilidade&lt;/strong&gt;, publicação especial que mostra como a agenda ambiental deixou de ser apenas uma pauta institucional para se tornar um fator direto de competitividade.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://fecomercio.com.br/upload/file/28c06a8ec35811d80f1734225905be86f5120556.pdf" target="_blank" class="fr-file botao" rel="noopener noreferrer"&gt;Clique aqui e baixe a publicação gratuitamente&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O material apresenta os principais movimentos que já afetam a rotina empresarial, como mercado de carbono, economia circular, logística reversa, transição energética e eficiência no uso de recursos. Mais do que explicar tendências, o boletim mostra como empresas podem transformar pressão regulatória em oportunidade de crescimento, inovação e fortalecimento da marca.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A nova edição também destaca a atuação da FecomercioSP na defesa de condições mais viáveis para o setor produtivo. Dentre os avanços apresentados, destacam-se mudanças na legislação da reciclagem, novos incentivos fiscais, propostas para reduzir burocracias e atualizações nas regras de logística reversa. A publicação reforça como a representação institucional pode ajudar empresas a reduzirem custos, ganhar previsibilidade e ampliar a segurança jurídica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro diferencial é o conteúdo voltado para a aplicação prática. A seção de dicas traz orientações simples para começar a implementar ações sustentáveis no dia a dia, como revisão de processos, redução de desperdícios, análise da cadeia de fornecedores e reaproveitamento de insumos. A mensagem é que a sustentabilidade não depende apenas de grandes investimentos, mas também de decisões estratégicas e contínuas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A publicação reúne ainda materiais de apoio, conteúdos gratuitos e iniciativas para se adaptar às novas exigências ambientais sem perder competitividade, incluindo orientações sobre governança, gestão de resíduos, uso eficiente da água e Sistemas de Logística Reversa (SLRs).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao longo da edição, o leitor encontra exemplos concretos de como a &lt;a href="https://representa.fecomercio.com.br/agenda-verde"&gt;&lt;strong&gt;Agenda Verde da FecomercioSP&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; vem influenciando debates públicos e contribuindo para construir soluções equilibradas entre desenvolvimento econômico e responsabilidade ambiental. O foco é garantir que empresas estejam mais preparadas para um cenário cada vez mais exigente, e cheio de novas oportunidades!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Leia a edição especial &lt;a href="https://fecomercio.com.br/upload/file/8ea5e752fe2c3b5d3789349404e85f64e4f854a6.pdf" target="_blank" class="fr-file" rel="noopener noreferrer"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 07 May 2026 16:12:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[ESG]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Desemprego e aumento do custo de vida são efeitos nocivos do fim da escala 6x1, afirma Lucas Redecker]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/desemprego-e-aumento-do-custo-de-vida-sao-efeitos-nocivos-do-fim-da-escala-6x1-afirma-lucas-redecker</link><description>&lt;![CDATA[Deputado gaúcho recebeu empresariado liderado pela FecomercioSP no gabinete do PSD, em Brasília]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O deputado federal Lucas Redecker (PSD-RS) apontou, a um grupo de l&amp;iacute;deres empresariais encabe&amp;ccedil;ados pela Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP), que, embora a perspectiva seja de aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do projeto que reduz a jornada de trabalho no Brasil &amp;ndash; de 44 para 40 horas semanais &amp;ndash;, h&amp;aacute; espa&amp;ccedil;o para discutir uma transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o justa.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Redecker conversou com o empresariado no gabinete do partido na C&amp;acirc;mara dos Deputados, em Bras&amp;iacute;lia, nesta quarta-feira (6). &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;N&amp;atilde;o h&amp;aacute; d&amp;uacute;vidas que reduzir a jornada &amp;eacute; bom para o trabalhador, mas qual ser&amp;aacute; o impacto disso para o pr&amp;oacute;prio trabalhador? O custo de vida dele vai aumentar e o risco de que ele fique desempregado tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; grande&amp;rdquo;, disse ele.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;&amp;Eacute; por isso que estamos lutando por uma transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o justa, com compensa&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao empresariado pela manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos empregos, porque muitas empresas ficar&amp;atilde;o sem margens para se adaptar. &amp;Eacute; preciso ter um consenso, mas, antes disso, n&amp;oacute;s buscamos equil&amp;iacute;brio&amp;rdquo;, continuou. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Redecker afirmou ainda que as compensa&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Uni&amp;atilde;o ao aumento dos custos do trabalho s&amp;atilde;o a &amp;uacute;nica forma de &amp;ldquo;manter a porta de quem emprega aberta&amp;rdquo;. Um estudo da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ndash; que, inclusive, balizou os debates recentes em torno da PEC &amp;ndash; mostra que a alta nos custos da folha de pagamentos, em uma eventual redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das atuais 44 horas semanais para 40 horas, como prop&amp;otilde;e o texto, seria de R$ 158 bilh&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os dados da Entidade d&amp;atilde;o conta de uma eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cerca de 22% no custo da hora trabalhada &amp;ndash; muito acima da m&amp;eacute;dia de 1% a 3% nos reajustes anuais reais (para al&amp;eacute;m da infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o) das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es coletivas. Uma eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o abrupta desse custo, sem melhora consequente da produtividade &amp;ndash; haveria retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 18% na carga semanal de trabalho &amp;ndash; seria invi&amp;aacute;vel &amp;agrave;s empresas, sobretudo &amp;agrave;s Micro, Pequenas e M&amp;eacute;dias (MPEs).&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 07 May 2026 16:11:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Preços dos alimentos e dos combustíveis puxam alta do custo de vida na RMSP]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/precos-dos-alimentos-e-dos-combustiveis-puxam-alta-do-custo-de-vida-na-rmsp</link><description>&lt;![CDATA[Guerra no Irã afeta o resultado; acumulado dos últimos 12 meses alcançou 4,92%]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Impactado pelo avan&amp;ccedil;o nos pre&amp;ccedil;os dos combust&amp;iacute;veis e dos alimentos influenciados pela Guerra no Ir&amp;atilde;, que acelerou a cota&amp;ccedil;&amp;atilde;o do petr&amp;oacute;leo, o custo de vida na Regi&amp;atilde;o Metropolitana de S&amp;atilde;o Paulo (RMSP) subiu 0,72% em mar&amp;ccedil;o. O &amp;iacute;ndice &lt;strong&gt;Custo de Vida por Classe Social (CVCS),&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;mensurado pela &lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;, acumula alta de 4,92% nos &amp;uacute;ltimos 12 meses, enquanto nos tr&amp;ecirc;s primeiros meses do ano h&amp;aacute; uma expans&amp;atilde;o de 2,09%. Em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o mesmo per&amp;iacute;odo do ano passado, a alta &amp;eacute; de 1,88% [gr&amp;aacute;fico 1].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GR&amp;Aacute;FICO 1]&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Custo de vida por classe social &amp;mdash; s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: IBGE/FecomercioSP.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/8a6590b34beb8c3da68ba1a7fac9b2c50d85bf50.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com a FecomercioSP, o cen&amp;aacute;rio se intensificou em raz&amp;atilde;o das press&amp;otilde;es inflacion&amp;aacute;rias associadas ao conflito no Oriente M&amp;eacute;dio, que passou a refletir, direta e indiretamente, no or&amp;ccedil;amento das fam&amp;iacute;lias da RMSP. Mesmo com o cessar-fogo, a normaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o tende a ser mais lenta. No momento, a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o se intensifica, j&amp;aacute; que os grupos de alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e transportes respondem por quase 45% do or&amp;ccedil;amento m&amp;eacute;dio familiar, o que compromete o equil&amp;iacute;brio financeiro das casas e contribui para aumento da inadimpl&amp;ecirc;ncia.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fam&amp;iacute;lias de renda mais baixa s&amp;atilde;o as mais afetadas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O aumento no custo de vida est&amp;aacute; relacionado ao avan&amp;ccedil;o mais intenso nos pre&amp;ccedil;os dos combust&amp;iacute;veis e dos alimentos, repercutindo ainda mais nas classes de renda mais baixa, com varia&amp;ccedil;&amp;otilde;es de 0,93% para a classe D e de 0,86% para classe E. Para a classe A, a eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi de 0,61%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No acumulado dos &amp;uacute;ltimos 12 meses, as classes de menor poder aquisitivo tamb&amp;eacute;m foram as mais afetadas: 5,34% para classe E, e 5,22% para a classe D. Para as classes B e A, 4,57% e 4,78%, respectivamente &amp;mdash; visto que a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de despesas &amp;eacute; mais concentrada em grupos de alta representatividade para as classes de menor poder aquisitivo [tabela 1].&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 1]&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Custo de vida por classe social &amp;mdash; mar&amp;ccedil;o de 2026&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: IBGE/FecomercioSP&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/7f850b7576448af768c3f1f2a354750f50c3c602.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Alta no transporte, com &amp;oacute;leo diesel subindo 14,4%&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O grupo de transporte foi um dos mais afetados quanto &amp;agrave; eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o no custo de vida, avan&amp;ccedil;ando 1,47%. O &amp;oacute;leo diesel apresentou alta de 14,4%, ao passo que a gasolina subiu 4,4% e o etanol, 1,3%. No segmento de servi&amp;ccedil;os, por sua vez, as passagens a&amp;eacute;reas apontaram aumento de 7,8%. Por faixa de renda, a expans&amp;atilde;o m&amp;eacute;dia foi ainda maior, com 2,77% para a classe D e 2,5% para a classe E, com varia&amp;ccedil;&amp;otilde;es significativas superiores &amp;agrave;s observadas nas classes de maior renda (0,83% para a classe B e 0,87% para a classe A).&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 2]&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Custo de vida na Regi&amp;atilde;o Metropolitana de S&amp;atilde;o Paulo &amp;mdash; acumulado do ano&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: IBGE/FecomercioSP&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/cb03d0b3e2baad9b33b84d39c1db8ca3966c386e.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/strong&gt;No grupo de alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e bebidas, a alta mensal foi de 0,83%. Entre as faixas de renda, a varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o chegou a 1% para a classe E e acima do 0,79% registrado para a classe A. Esse comportamento reflete, sobretudo, a eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais acentuada dos pre&amp;ccedil;os da alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o no domic&amp;iacute;lio (0,89%) em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o fora do domic&amp;iacute;lio (0,73%), componente que pesa mais fortemente no or&amp;ccedil;amento das fam&amp;iacute;lias de menor renda. Em mar&amp;ccedil;o, o feij&amp;atilde;o-carioca, com alta de 15,6%, o tomate (12,2%) e os cortes de carne &amp;mdash; como ac&amp;eacute;m (5%), alcatra (2,9%) e costela (2,3%) &amp;mdash; foram os principais itens que encareceram nos supermercados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os itens eletroeletr&amp;ocirc;nicos, como o microcomputador, com alta de 3,3%, e o televisor, com eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 2%, foram respons&amp;aacute;veis pelo avan&amp;ccedil;o de 1,13% nos artigos do lar. O grupo de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi influenciado por produtos ligados a obras e reformas, como revestimento de piso e parede (2,4%), al&amp;eacute;m de cimento e tijolo, tamb&amp;eacute;m com crescimento de 2,4% &amp;mdash; peso mais relevante para as fam&amp;iacute;lias de maior renda.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em sa&amp;uacute;de e cuidados pessoais, houve aumento tanto no varejo &amp;mdash; em itens de higiene e beleza &amp;mdash; quanto nos medicamentos, com destaque para horm&amp;ocirc;nios (2,7%) e antibi&amp;oacute;ticos (2,6%). Os planos de sa&amp;uacute;de registraram aumento m&amp;eacute;dio de 0,5%, enquanto os servi&amp;ccedil;os odontol&amp;oacute;gicos subiram 0,2%. Para o pr&amp;oacute;ximo m&amp;ecirc;s, a tend&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; de manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da press&amp;atilde;o, em virtude do per&amp;iacute;odo de reajuste dos medicamentos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na an&amp;aacute;lise da FecomercioSP, a eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o recente na cota&amp;ccedil;&amp;atilde;o da arroba bovina e os fatores sazonais que reduzem a oferta de alguns itens, al&amp;eacute;m do encarecimento dos custos log&amp;iacute;sticos &amp;mdash; pressionados pela alta do &amp;oacute;leo diesel &amp;mdash;, come&amp;ccedil;a a ser repassado aos pre&amp;ccedil;os, o que tende a pressionar o grupo de alimentos dos lares nos pr&amp;oacute;ximos meses.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 07 May 2026 14:19:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Brasil deve agir sobre trabalho, juros e estatais para melhorar produtividade]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/brasil-deve-agir-sobre-trabalho-juros-e-estatais-para-melhorar-produtividade</link><description>&lt;![CDATA[FecomercioSP participa de reunião da Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara dos Deputados]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;“A produtividade é o grande gargalo do Brasil”, apontou Fabio Pina, economista da &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;durante audiência pública sobre o tema, realizada na Comissão do Desenvolvimento Econômico da Câmara dos Deputados. Pina esteve na mesa da reunião, em Brasília (DF), na última quarta-feira (6), ao lado da deputada Adriana Ventura(Novo/SP), do advogado Roberto Ordine — atual vice-presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) — e do também economista Carlos da Costa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Isso é efeito de uma tragédia que nós não percebemos: o ambiente de negócios ainda não é adequado. Em 40 anos, nós diluímos a perda relativa de bem-estar, enquanto outros países, como a China e a Coreia do Sul, cresceram em rendas per capita. Isso não aconteceu por acaso; esses países dinamizaram os ambientes de negócios”, continuou.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os dados corroboram a análise: na década de 1980, o Brasil, marcado pela crise profunda que interrompeu o ciclo de crescimento, levou o Produto Interno Bruto (PIB) a registrar uma média anual de apenas 1,6% de crescimento. Foi resultado de uma estrutura produtiva fragilizada — forte dependência de capital externo, uma baixa poupança interna e um ambiente pouco favorável ao investimento. Como consequência, a produtividade estagnou, investimentos minguaram e a Indústria nacional encolheu, sobretudo em setores como os de bens de capital e de consumo durável.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na década mais recente, de 2011 a 2020, o desempenho foi ainda pior, com um crescimento médio de apenas 0,8% ao ano (a.a.), metade do ritmo já fraco da chamada “década perdida”. Desde então, a produtividade permanece estagnada. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre 2000 e 2019, a produtividade do trabalho cresceu, em média, só 0,54% a.a. No mesmo período, o Chile registrou uma taxa de 1,55%. A Coreia do Sul, por sua vez, viu o ritmo avançar 4,3% entre 2000 e 2018, enquanto a nossa foi, nesse mesmo período, de 0,7%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Pina, há, hoje, três problemas estruturais. O primeiro é o fim da sucumbência da &lt;a href="https://representa.fecomercio.com.br/reformadetodos"&gt;Reforma Trabalhista de 2017&lt;/a&gt;. “Atualmente, muito pior do que o custo do trabalho é a incerteza que o empresariado tem para empregar. Com a sucumbência, a própria Justiça do Trabalho está saturada.”&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O segundo aspecto são as estatais, que, para o economista, não são eficientes, mas conseguem afetar a competitividade e o dinamismo das empresas privadas. Pina lembrou que &lt;a href="https://representa.fecomercio.com.br/modernizacaodoestado"&gt;uma das agendas da FecomercioSP, da Reforma Administrativa,&lt;/a&gt; envolve a crítica à má qualidade dos serviços públicos. As classes baixas são aquelas que, apesar de contribuírem com a mesma carga de impostos que as mais abastadas, dependem de estruturas estatais obsoletas e burocráticas. “Sem contar a política de campeões nacionais que, na verdade, são escolhidas sem nenhum tipo de critério. Eu pergunto, sinceramente, se é relevante ter essa quantidade de empresas estatais”, questionou. Só a União controla 44 delas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em terceiro lugar — e mais grave, disse Pina — está a prática de financiar contas públicas com juros altos. “É muito relevante a gente lembrar que, quando nós conseguimos financiar a contenção das despesas [em 2022], a taxa de juros do Brasil caiu. Hoje, é o contrário: &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/setor-de-servicos-navega-em-meio-a-juros-altos-credito-restrito-e-confianca-fragilizada"&gt;a Selic é altíssima&lt;/a&gt; porque a incerteza com os gastos do governo é precificada pelo mercado”, completou.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para a deputada Adriana, o parlamento precisa ter uma postura diferente diante de apontamentos como esse. “A voz do setor produtivo não é tão ouvida no Congresso, embora seja ele quem pague a conta do País”, disse, lembrando das &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/hugo-motta-ouve-demandas-da-fecomerciosp-sobre-fim-da-escala-6x1-1"&gt;discussões sobre o fim da escala 6x1&lt;/a&gt; — que, inclusive, ocorriam na sala ao lado da comissão. “Estão propondo isso, mas como vamos pagar essa conta? O empresariado quer melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores, mas isso precisa se dar de forma equilibrada”, finalizou.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 07 May 2026 09:35:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Brasil]]</category></item></channel></rss>
