<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[Economia - FecomercioSP]]</title><link>https://fecomercio.com.br/economia</link><description>&lt;![CDATA[Área de divulgação de índices, estudos técnicos da assesoria econômica e sondagens do comércio, além de posicionamentos sobre a economia do país]]</description><lastBuildDate>Fri, 12 Jun 2026 02:25:14 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[Economia - FecomercioSP]]</title><link>https://fecomercio.com.br/economia</link><url>https://fecomercio.com.br/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><category>&lt;![CDATA[Economia]]</category><item><title>&lt;![CDATA[Percentual de famílias paulistanas endividadas atinge maior nível em quase quatro anos]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/percentual-de-familias-paulistanas-endividadas-atinge-maior-nivel-em-quase-quatro-anos</link><description>&lt;![CDATA[São 3,3 milhões de lares com algum tipo de dívida e 946,7 mil famílias inadimplentes na capital]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Quase oito em cada dez famílias paulistanas (74,2%) estavam endividadas em maio – o maior nível em quatro anos, mostra a &lt;strong&gt;Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC)&lt;/strong&gt;, da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. A taxa era de 72,9% em abril de 2026 e, no mesmo mês do ano passado, estava em 71,2%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Hoje, em números absolutos, são 3,33 milhões de lares na capital paulista com algum tipo de dívida [gráfico 1].&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GRÁFICO 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;12 meses&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/d97439673288706d6f8a81fcd5330e3ee621b081.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/strong&gt;Os dados indicam que as famílias seguem recorrendo ao crédito para manter o padrão de consumo, diante de um cenário de inflação que segue próxima do teto da meta estabelecida pelo Banco Central, pressionando o orçamento doméstico.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar da alta do endividamento, a parcela média da renda comprometida com dívidas recuou novamente, passando de 26,5% em abril para 26,1% em maio, um dos menores níveis da série histórica recente. À primeira vista, isso representa um aspecto positivo, indicando que o avanço do crédito ainda não está pressionando excessivamente o orçamento doméstico. Por outro lado, o cenário também sugere que parte das famílias tem utilizado crédito de menor valor e prazo mais curto para financiar despesas correntes do dia a dia, diante de uma renda menos suficiente para absorver todos os gastos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sobre os índices de inadimplência, o mercado de trabalho e o aumento da renda seguem evitando um descontrole. Em maio, 21,1% das famílias paulistanas declararam ter contas em atraso, estável em relação a abril (21,0%) e 0,6 p.p. abaixo do apurado em maio do ano passado, quando 21,7% das famílias estavam inadimplentes. Além disso, 8,9% das famílias afirmaram que não terão condições de pagar as contas no próximo mês, também praticamente estável em relação ao mês anterior e ao mesmo período de 2025.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A tendência no curto prazo, assim, é de manutenção do endividamento em patamar elevado e de uma leve piora da inadimplência ao longo dos próximos meses, embora ainda dentro de níveis considerados razoáveis.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A conjuntura ainda está distante de uma crise, mas a combinação de endividamento em máxima histórica recente, atrasos mais longos, expansão do crédito de curto prazo e pressão inflacionária persistente merece atenção. Qualquer enfraquecimento do mercado de trabalho pode acelerar essa deterioração.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cartão de crédito como fator de endividamento&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O avanço do endividamento cresceu em todas as faixas de renda. Entre as famílias que ganham até dez salários mínimos, o percentual daquelas que têm dívidas subiu de 76,3% para 77,5%. Já entre as de renda superior a dez salários mínimos, a alta foi de 63,1% para 64,6%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O cartão de crédito segue como a principal modalidade de dívidas, citada por oito em cada dez famílias (79,3%), seguida pelo financiamento da casa [gráfico 2].&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GRÁFICO 2]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Modalidades de dívidas das famílias paulistanas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Maio de 2026&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fonte:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/5fa35ca4f4ba25a57376da030616eee87b95b78e.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O tempo de comprometimento de renda com dívidas no prazo de até três meses subiu para 34,3% em maio, acima dos 33,6% de abril e dos 27,7% registrados no mesmo período do ano passado [gráfico 3]. Esse é um movimento típico do cartão de crédito, modalidade de curto prazo que foi escolhida pelos endividados e corrobora o diagnóstico de que as famílias estão recorrendo ao crédito para manter padrão de consumo. Já no prazo de até um ano, o índice passou de 34,3% para 34,5% e segue bem abaixo dos 40,4% registrados no mesmo período do ano passado — perfil associado a financiamentos de maior duração, como os de imóveis e veículos.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GRÁFICO 3]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Tempo de comprometimento com dívida&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Maio de 2026&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fonte&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/963cc6dcc2ff9db20907d742f06c1935dd168c86.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Entidade avalia que as medidas do Desenrola 2.0 do governo federal têm eficácia limitada, por ser paliativa. Os descontos ajudam quem já tem alguma capacidade de pagamento, mas não resolvem a situação de quem simplesmente não consegue pagar. A eventual liberação do FGTS pode oferecer um alívio pontual, mas não combate o problema na raiz. Segundo a Federação, o caminho mais efetivo passa pela redução dos juros cobrados ao consumidor, pela ampliação da educação financeira e por políticas que garantam a sustentação da renda de forma consistente.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 11:13:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Em carta a Alcolumbre, setor produtivo pede inclusão do Redata na pauta do Senado]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/em-carta-a-alcolumbre-setor-produtivo-pede-inclusao-do-redata-na-pauta-do-senado</link><description>&lt;![CDATA[Frentes parlamentares e entidades empresariais continuam pressionando Casa para deliberação urgente da matéria]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, por meio do &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-economia-digital-e-inovacao"&gt;&lt;strong&gt;Conselho de Economia Digital e Inovação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;em conjunto com frentes parlamentares e entidades representativas do setor produtivo, &lt;a href="https://www.instagram.com/p/DZDvxoTE_9-/"&gt;segue mobilizada pela aprovação do Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (Redata)&lt;/a&gt;, considerado decisivo para o futuro digital do País.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Diante da perspectiva de realização de uma reunião de líderes para definição da pauta legislativa, &lt;a href="https://0eefc726-6072-463b-870b-f0a262ec5abe.usrfiles.com/ugd/0eefc7_aaf8a3f139814718be163410aa796313.pdf"&gt;as frentes e entidades reforçam o apelo para que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União/AP), dê prioridade ao processo de aprovação da medida e inclua o Projeto de Lei (PL) 278/2026 na pauta de deliberações do Plenário ainda nesta semana&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A proposta é considerada essencial para a construção de um ambiente regulatório seguro e competitivo, capaz de destravar investimentos bilionários em projetos estruturantes voltados para os desenvolvimentos econômico, tecnológico e estratégico do Brasil.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/setor-produtivo-cobra-aprovacao-de-regime-de-datacenters"&gt;Nas últimas semanas, a mobilização em favor do Redata ganhou força em Brasília com a realização do evento Redata pelo Futuro Digital do Brasil, que reuniu parlamentares, representantes do governo federal, especialistas e lideranças empresariais&lt;/a&gt;. Dentre os participantes, estiveram &lt;a href="https://www.instagram.com/ivodallacqua.oficial/"&gt;o presidente em exercício da FecomercioSP, Ivo Dall'Acqua Júnior&lt;/a&gt;, e o presidente do Conselho de Economia Digital e Inovação da entidade, Andriei Gutierrez.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/mobilizacao-do-setor-produtivo-pede-aprovacao-urgente-do-regime-especial-para-datacenters"&gt;Liderado pela Coalizão das Frentes Produtivas, o movimento reúne mais de 30 entidades empresariais e diversas frentes parlamentares em defesa da aprovação do Redata e da construção de um ambiente regulatório moderno e competitivo para o setor&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além do PL 278/2026, o documento também defende a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 74/2026, que trata dos aspectos jurídico-orçamentários decorrentes da caducidade da Medida Provisória (MP) 1.318/2025. A proposta deve ser apreciada, inicialmente, pela Câmara dos Deputados e, posteriormente, pelo Senado Federal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com participação ativa da FecomercioSP e de seu Conselho de Economia Digital e Inovação, a articulação busca destravar investimentos capazes de posicionar o Brasil entre os protagonistas da nova economia digital.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Caso sejam criadas condições competitivas para novos projetos, a expectativa é que o País atraia entre R$ 60 bilhões e R$ 100 bilhões em investimentos ao longo dos próximos quatro anos, enquanto o mercado global de datacenters deverá receber cerca de US$ 3 trilhões no mesmo período.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além de atrair capital estrangeiro, o regime poderá impulsionar a criação de empregos qualificados, ampliar a capacidade nacional de processamento de dados, fortalecer as cadeias produtivas de tecnologia e acelerar o desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA) no País.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Brasil reúne condições favoráveis para aproveitar essa oportunidade. Com uma matriz energética predominantemente limpa, um sistema elétrico interligado robusto e estabilidade institucional e geopolítica, o País tem atributos relevantes para atrair investidores. No entanto, ainda precisa garantir um ambiente regulatório moderno, seguro e competitivo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Atualmente, a instalação de um datacenter em território nacional custa, em média, 26% mais do que nos Estados Unidos e 35% mais do que no Chile. A expectativa é que, com a aprovação do Redata, o mercado brasileiro passe a oferecer condições mais atrativas para a implantação de novos empreendimentos e para a atração de investimentos nacionais e internacionais no setor.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 09:38:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Economia Digital]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Faturamento do Comércio deve crescer 2,1% em junho, impulsionado pelo Dia dos Namorados]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/faturamento-do-comercio-deve-crescer-2-1-em-junho-impulsionado-pelo-dia-dos-namorados</link><description>&lt;![CDATA[Projeção é que os segmentos mais afetados pela data faturem cerca de R$ 78,6 bilhões no período; R$ 1,6 bilhão a mais em comparação com junho de 2025]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Estimuladas pelo Dia dos Namorados e eventos festivos, as vendas do com&amp;eacute;rcio paulista devem crescer 2,1% em junho. De acordo com proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o da&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, a expectativa &amp;eacute; que o faturamento das cinco atividades mais impactadas pela data atinja cerca de &lt;strong&gt;R$ 78,6 bilh&amp;otilde;es&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;no m&amp;ecirc;s, &lt;strong&gt;R$ 1,6 bilh&amp;atilde;o&lt;/strong&gt; a mais em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o mesmo per&amp;iacute;odo do ano passado. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Dia dos Namorados &amp;eacute; uma das principais datas comemorativas do primeiro semestre em termos de movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica para o com&amp;eacute;rcio, e, ap&amp;oacute;s um in&amp;iacute;cio de ano fraco para o setor, o momento &amp;eacute; de oportunidade de alavancar as vendas [tabela 1].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o de vendas dos segmentos do varejo mais sens&amp;iacute;veis ao Dia dos Namorados&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Estado de S&amp;atilde;o Paulo &amp;mdash; junho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; FecomercioSP&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/94885916e7d71523c906c493036955e86cd90186.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo a FecomercioSP, embora a economia brasileira esteja passando por um processo de desacelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o frente a um cen&amp;aacute;rio marcado por juros altos e fam&amp;iacute;lias endividadas com n&amp;iacute;vel de inadimpl&amp;ecirc;ncia em alta, as expectativas otimistas podem ser explicadas pelo aumento de renda e do mercado de trabalho formal. Essa conjuntura significa que h&amp;aacute; um contingente maior de pessoas com capacidade de consumir. Al&amp;eacute;m disso, eventos como a Copa do Mundo e as festas juninas, que tamb&amp;eacute;m ocorrem durante o m&amp;ecirc;s, ajudam a explicar o cen&amp;aacute;rio mais favor&amp;aacute;vel. &lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Farm&amp;aacute;cias e perfumarias devem liderar crescimento, com alta de 4,8% nas vendas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o acredita que, apesar de o crescimento previsto para junho parecer t&amp;iacute;mido, &amp;eacute; preciso considerar a forte base de compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ano anterior. Al&amp;eacute;m disso, as cinco atividades consideradas no levantamento devem apresentar alta do faturamento em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo per&amp;iacute;odo do ano passado.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; que as vendas das farm&amp;aacute;cias e perfumarias cres&amp;ccedil;am 4,8%, refletindo a din&amp;acirc;mica recente de forte expans&amp;atilde;o do setor e a prefer&amp;ecirc;ncia pela compra de produtos de beleza, cosm&amp;eacute;ticos e autocuidado na hora de presentear no Dia dos Namorados.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As lojas de vestu&amp;aacute;rios, tecidos e cal&amp;ccedil;ados, outro segmento muito escolhido na ocasi&amp;atilde;o, devem avan&amp;ccedil;ar 3,5%, o que significa R$ 400 milh&amp;otilde;es a mais do que o apurado um ano atr&amp;aacute;s. Diante da concorr&amp;ecirc;ncia com a Copa do Mundo, &amp;eacute; importante que o empres&amp;aacute;rio esteja atento &amp;agrave; forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estoques, j&amp;aacute; que pode haver uma mudan&amp;ccedil;a no perfil do presente deste ano, com a prefer&amp;ecirc;ncia por camisas de sele&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre outros artigos esportivos ou relacionados ao evento.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A tradi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jantares e celebra&amp;ccedil;&amp;otilde;es a dois incentivam o crescimento dos supermercados, com expectativa de alta de 1,3%. O grupo sofrer&amp;aacute; o segundo maior impacto monet&amp;aacute;rio sobre o total geral, j&amp;aacute; que apresenta o maior faturamento entre as atividades.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O contexto de juros elevados e de fam&amp;iacute;lias endividadas, somado &amp;agrave;s incertezas econ&amp;ocirc;micas, acaba refletindo negativamente na venda de bens dur&amp;aacute;veis, j&amp;aacute; que a compra depende do cr&amp;eacute;dito e do comprometimento da renda por v&amp;aacute;rios meses. Dessa forma, as atividades de eletrodom&amp;eacute;sticos, eletr&amp;ocirc;nicos e lojas de departamentos (0,3%) e as lojas de m&amp;oacute;veis e decora&amp;ccedil;&amp;atilde;o (0,7%) devem apresentar as menores taxas de crescimento no m&amp;ecirc;s.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 10 Jun 2026 13:04:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[IA: reputação e fiscalização mais rígidas redesenham prioridades dos negócios]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/ia-reputacao-e-fiscalizacao-mais-rigidas-redesenham-prioridades-dos-negocios</link><description>&lt;![CDATA[Conjunturas normativa e reputacional exigem que empresas se adaptem e comprovem governança]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Por &lt;em&gt;Rony Vainzof*&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Empresas que desenvolvam, contratem ou utilizem aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Intelig&amp;ecirc;ncia Artificial (IA) j&amp;aacute; n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o avaliadas apenas pela efici&amp;ecirc;ncia que conseguem extrair da tecnologia, mas tamb&amp;eacute;m pela capacidade de demonstrar controle, responsabilidade e coer&amp;ecirc;ncia no seu uso, em um contexto no qual leis federais e normas setoriais j&amp;aacute; existentes estabelecem par&amp;acirc;metros que exigem aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;S&amp;atilde;o os casos do C&amp;oacute;digo Civil, C&amp;oacute;digo de Defesa do Consumidor (CDC), da Lei Geral de Prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Dados (LGPD) e de normas setoriais, que, mesmo antes da eventual aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Marco Legal da IA, j&amp;aacute; influenciam contratos, cadeias de fornecimento tecnol&amp;oacute;gico, desenvolvimento e aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sistemas, al&amp;eacute;m de modelos de neg&amp;oacute;cios baseados em IA.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A agenda regulat&amp;oacute;ria digital recente refor&amp;ccedil;a essa leitura. O fortalecimento da Autoridade Nacional de Prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Dados (ANPD), a entrada em vigor do ECA Digital, a intensifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das exig&amp;ecirc;ncias de ciberseguran&amp;ccedil;a e o novo regime de responsabilidade das plataformas imposto pelo Supremo Tribunal Federal (STF), bem como os respectivos decretos do governo federal, reposicionaram a governan&amp;ccedil;a tecnol&amp;oacute;gica como elemento estrutural de prote&amp;ccedil;&amp;otilde;es jur&amp;iacute;dica, reputacional e econ&amp;ocirc;mica.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse novo ambiente, empresas incapazes de explicar como utilizam dados, selecionam fornecedores, testam sistemas, mitigam vieses, protegem informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es cr&amp;iacute;ticas e supervisionam decis&amp;otilde;es automatizadas passam a carregar passivo que pode surgir em fiscaliza&amp;ccedil;&amp;otilde;es, a&amp;ccedil;&amp;otilde;es judiciais, incidentes de seguran&amp;ccedil;a, crises reputacionais, auditorias contratuais, opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de fus&amp;otilde;es e aquisi&amp;ccedil;&amp;otilde;es ou restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es impostas por clientes e parceiros globais. E a ciberseguran&amp;ccedil;a amplia ainda mais essa equa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A combina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de IA, ataques mais sofisticados, depend&amp;ecirc;ncia de fornecedores tecnol&amp;oacute;gicos, fragmenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o geopol&amp;iacute;tica e digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o acelerada das cadeias produtivas aumenta a probabilidade de crises digitais com impacto direto sobre opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, mercado e confian&amp;ccedil;a.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por isso, a IA desgovernada n&amp;atilde;o &amp;eacute; s&amp;oacute; um problema t&amp;eacute;cnico, mas um risco de neg&amp;oacute;cio. Ao mesmo tempo, &amp;eacute; preciso evitar um erro comum de transformar governan&amp;ccedil;a em burocracia. O desafio contempor&amp;acirc;neo n&amp;atilde;o &amp;eacute; criar camadas documentais que inviabilizem a inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas construir mecanismos proporcionais, pr&amp;aacute;ticos e verific&amp;aacute;veis para que a tecnologia possa escalar com confian&amp;ccedil;a, de acordo com o seu risco. Governan&amp;ccedil;a eficiente n&amp;atilde;o trava a empresa; pelo contr&amp;aacute;rio &amp;mdash; cria as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para que a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de IA seja segura, sustent&amp;aacute;vel e competitiva.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse ponto &amp;eacute; relevante em um contexto mundial no qual regula&amp;ccedil;&amp;otilde;es excessivamente prescritivas podem elevar custos, reduzir a velocidade de desenvolvimento e deslocar investimentos para jurisdi&amp;ccedil;&amp;otilde;es percebidas como mais flex&amp;iacute;veis. A discuss&amp;atilde;o mais sofisticada, hoje, n&amp;atilde;o &amp;eacute; entre regular ou n&amp;atilde;o regular. &amp;Eacute; sobre como regular bem, com foco em riscos concretos, seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica, prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o de direitos e preserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o da capacidade de inovar.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na pr&amp;aacute;tica, uma boa governan&amp;ccedil;a permite mapear aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es existentes, avaliar riscos, definir responsabilidades, estabelecer crit&amp;eacute;rios de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de fornecedores, documentar decis&amp;otilde;es, criar controles proporcionais e assegurar que a tecnologia esteja alinhada com a estrat&amp;eacute;gia corporativa. Em vez de frear a inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a governan&amp;ccedil;a cria as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para que ela seja escal&amp;aacute;vel e confi&amp;aacute;vel.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A falta de governan&amp;ccedil;a, por outro lado, pode produzir consequ&amp;ecirc;ncias substanciais. Dados de baixa qualidade podem gerar decis&amp;otilde;es incorretas. Modelos enviesados podem refor&amp;ccedil;ar discrimina&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Falhas de seguran&amp;ccedil;a podem expor dados pessoais, segredos de neg&amp;oacute;cio e informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es estrat&amp;eacute;gicas. A aus&amp;ecirc;ncia de transpar&amp;ecirc;ncia pode violar direitos de consumidores e titulares. A falta de revis&amp;atilde;o humana pode comprometer decis&amp;otilde;es sens&amp;iacute;veis. E o uso de conte&amp;uacute;dos protegidos pode gerar disputas de propriedade intelectual.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por isso, a pergunta que deve orientar as empresas n&amp;atilde;o &amp;eacute; apenas &amp;ldquo;como usar IA?&amp;rdquo;. A pergunta decisiva &amp;eacute;: &amp;ldquo;Estamos preparados para explicar, sustentar e defender o modo como usamos IA?&amp;rdquo;. No fim das contas, governar IA &amp;eacute; decidir que a inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; improvisada, antecipar riscos antes que estes se materializem e posicionar a empresa para um mercado em que tecnologia, &amp;eacute;tica e performance caminhem juntas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Advisor em Regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o Digital da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP).&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Artigo publicado originalmente na&lt;/em&gt; &lt;a href="https://epocanegocios.globo.com/inteligencia-artificial/coluna/2026/06/ia-reputacao-e-fiscalizacao-mais-rigidas-redesenham-prioridades-dos-negocios.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;&amp;Eacute;poca Neg&amp;oacute;cios&lt;/a&gt; &lt;em&gt;em 09 de junho de 2026.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 09 Jun 2026 16:21:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Economia Digital]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Confiança do consumidor paulistano caiu, mas expectativas sustentaram algum otimismo em maio]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/confianca-do-consumidor-paulistano-caiu-mas-expectativas-sustentaram-algum-otimismo-em-maio</link><description>&lt;![CDATA[Compras a longo prazo recuam com juros altos, mas renda e emprego aquecidos mantêm o consumo acima da linha do otimismo]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O consumidor paulistano segue relativamente confiante com o futuro, mas j&amp;aacute; come&amp;ccedil;a a dar sinais de que as contas dom&amp;eacute;sticas est&amp;atilde;o mais pressionadas no presente. &lt;strong&gt;O &amp;Iacute;ndice de Confian&amp;ccedil;a do Consumidor (ICC), da&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;recuou 0,4% em maio, para 120,6 pontos, ante os 121,1 pontos de abril. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o mesmo m&amp;ecirc;s de 2025, o &amp;iacute;ndice, por outro lado, registra avan&amp;ccedil;o de 7,9%, sinalizando que a confian&amp;ccedil;a permanece em n&amp;iacute;vel elevado, embora com sinais de acomoda&amp;ccedil;&amp;atilde;o no ciclo do consumo [gr&amp;aacute;fico 1].&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GR&amp;Aacute;FICO 1]&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice de Confian&amp;ccedil;a do Consumidor (ICC)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;S&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica (13 meses)&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: center; font: 10.0px Arial; color: #000000;"&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/5a8bfb0be411e46ba590ce57e384b0cc3f41867b.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;Na leitura da FecomercioSP, para entender essa conjuntura, &amp;eacute; preciso olhar para o ambiente econ&amp;ocirc;mico atual. A taxa b&amp;aacute;sica de juros (Selic) est&amp;aacute; em 14,5% ao ano, o que torna o cr&amp;eacute;dito mais caro e dificulta compras parceladas e financiadas. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m disso, a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em especial no setor de Servi&amp;ccedil;os, segue pressionada, com proje&amp;ccedil;&amp;otilde;es de mercado pr&amp;oacute;ximas de 4,9% para 2026, acima do centro da meta. Esse cen&amp;aacute;rio faz com que o consumidor fique mais seletivo &amp;mdash; ele n&amp;atilde;o para de consumir, mas come&amp;ccedil;a a planejar melhor, comparar pre&amp;ccedil;os com mais frequ&amp;ecirc;ncia e adiar compras de valor mais alto.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ICC &amp;eacute; formado por dois sub&amp;iacute;ndices, cujas leituras foram opostas em maio. O &lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice das Condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Econ&amp;ocirc;micas Atuais (ICEA)&lt;/strong&gt;, que mede como o consumidor avalia a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica presente, caiu de 119,1 pontos, em abril, para 112,4 pontos, em maio &amp;mdash; retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 5,6% no m&amp;ecirc;s, sinalizando que as fam&amp;iacute;lias est&amp;atilde;o avaliando condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es financeiras moment&amp;acirc;neas com mais inseguran&amp;ccedil;a. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;J&amp;aacute; &lt;strong&gt;o &amp;Iacute;ndice de Expectativas do Consumidor (IEC)&lt;/strong&gt;, que capta as perspectivas para o futuro pr&amp;oacute;ximo, subiu de 122,4 pontos no m&amp;ecirc;s anterior para 126 pontos, alta de 2,9% no m&amp;ecirc;s e de 7,5% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a maio do ano anterior. O resultado aponta que o paulistano ainda acredita que os pr&amp;oacute;ximos meses ser&amp;atilde;o melhores, mas est&amp;aacute; mais incerto com o que vive agora [gr&amp;aacute;fico 2].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GR&amp;Aacute;FICO 2]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice das Condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Econ&amp;ocirc;micas Atuais (ICEA)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;e de Expectativas do Consumidor (IEC)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;S&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica (13 meses)&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Arial; color: #000000; min-height: 14.0px;"&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/acad6bb5f7f36fb3da3d257b8df78c8dcc54fe68.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;&lt;strong&gt;Pessimismo &amp;eacute; mais intenso entre mais velhos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A queda do ICEA foi mais intensa entre consumidores com 35 anos ou mais (-7,3% no m&amp;ecirc;s), fam&amp;iacute;lias com renda de dez sal&amp;aacute;rios m&amp;iacute;nimos ou mais (-7%) e mulheres (-6%), grupos que costumam ser mais resilientes financeiramente e que, agora, refletem com mais for&amp;ccedil;a a press&amp;atilde;o das contas no curto prazo. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No campo das expectativas, no IEC, por&amp;eacute;m, foram justamente os jovens com menos de 35 anos (5,8%), as mulheres (4,9%) e as fam&amp;iacute;lias de maior renda (5%) os mais otimistas com o futuro, o que sugere que esses grupos antecipam algum al&amp;iacute;vio &amp;agrave; frente, ainda que no presente estejam mais apertados financeiramente. No ICC geral, o contraste por faixa et&amp;aacute;ria tamb&amp;eacute;m chama a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Consumidores com menos de 35 anos registraram alta de 1,6% no m&amp;ecirc;s, enquanto os com 35 anos ou mais recuaram 3,8%.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um fator que pode estar contribuindo para sustentar as expectativas &amp;eacute; o novo Desenrola Brasil, programa que oferece descontos de at&amp;eacute; 90% em d&amp;iacute;vidas de cart&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito, cheque especial e cr&amp;eacute;dito pessoal. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP observa que o programa pode melhorar a percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o futura das fam&amp;iacute;lias sobre a pr&amp;oacute;pria reorganiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o financeira, mas seus efeitos concretos sobre o consumo devem ser graduais e dependem da ades&amp;atilde;o efetiva, das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es oferecidas pelas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es financeiras e da real capacidade familiar de pagamento.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de consumo acumula terceira queda consecutiva&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse mesmo movimento de acomoda&amp;ccedil;&amp;atilde;o gradual tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; mensurado pela &lt;strong&gt;Inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Consumo das Fam&amp;iacute;lias (ICF)&lt;/strong&gt;, indicador mensurado mensalmente pela FecomercioSP que mede a disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos lares para consumir. Em maio, recuou 0,2%, para 113,2 pontos &amp;mdash; a terceira queda consecutiva na margem &amp;mdash;, mas segue com alta de 8,6% em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o mesmo per&amp;iacute;odo do ano passado e acima dos 100 pontos, limiar que indica predisposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao consumo [gr&amp;aacute;fico 3].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GR&amp;Aacute;FICO 3]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice de Inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Consumo das Fam&amp;iacute;lias (ICF)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;S&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica (13 meses)&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: center; font: 10.0px Arial; color: #000000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/2fa2458da3141927cea6e1c7c5613b596852360a.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: center; font: 10.0px Arial; color: #000000; min-height: 11.0px;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;Na an&amp;aacute;lise da Entidade, o mercado de trabalho aquecido &amp;eacute; o principal fator que mant&amp;eacute;m o ICF positivo. O componente emprego atual avan&amp;ccedil;ou 2,6% no m&amp;ecirc;s, atingindo 142,4 pontos, ao passo que a renda atual subiu 0,9%, para 140,3 pontos, os dois maiores patamares entre todos os itens do indicador. Isso significa que, em grande parte, os paulistanos ainda t&amp;ecirc;m emprego e percebem renda, o que mant&amp;eacute;m o consumo ativo mesmo num ambiente mais restritivo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O problema est&amp;aacute; onde os juros afetam mais as fam&amp;iacute;lias: nas compras a prazo. O componente momento para dur&amp;aacute;veis, que mede a disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o para adquirir bens como geladeiras, televisores e autom&amp;oacute;veis (geralmente comprados de forma parcelada), caiu 5,8% no m&amp;ecirc;s e chegou a 80,9 pontos &amp;mdash; na faixa do pessimismo. O acesso ao cr&amp;eacute;dito, por sua vez, tamb&amp;eacute;m recuou 1% no m&amp;ecirc;s, para 112,1 pontos. Os dois movimentos s&amp;atilde;o consequ&amp;ecirc;ncia direta da taxa Selic alta, que encarece o parcelamento e reduz o interesse por compras de maior valor.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na an&amp;aacute;lise por faixa de renda, as fam&amp;iacute;lias com at&amp;eacute; dez sal&amp;aacute;rios m&amp;iacute;nimos registraram alta de 10,2% no ICF, na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual, sustentadas pelo emprego e pela renda ainda em expans&amp;atilde;o. Entre as fam&amp;iacute;lias de renda mais alta, o avan&amp;ccedil;o foi mais modesto, de 4,5% no mesmo per&amp;iacute;odo, acompanhado de mais cautela quanto &amp;agrave;s compras n&amp;atilde;o essenciais e que podem ser postergadas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Impactos sobre o varejo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O resultado de maio aponta para uma mudan&amp;ccedil;a no perfil do consumo, mas n&amp;atilde;o para uma revers&amp;atilde;o. O consumidor paulistano n&amp;atilde;o abandonou as compras, por&amp;eacute;m passou a ser mais cauteloso, mais atento a pre&amp;ccedil;os e mais seletivo. Esse padr&amp;atilde;o &amp;eacute; t&amp;iacute;pico de uma fase de acomoda&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ciclo econ&amp;ocirc;mico: o consumo n&amp;atilde;o recua de forma abrupta, mas perde intensidade e se concentra em itens essenciais e de menor comprometimento financeiro.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o varejo, a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pede mais precis&amp;atilde;o estrat&amp;eacute;gica. Segmentos que dependam de cr&amp;eacute;dito e parcelamento, como eletrodom&amp;eacute;sticos, eletr&amp;ocirc;nicos e ve&amp;iacute;culos, devem continuar se deparando com mais volatilidade na demanda, enquanto setores ligados a conveni&amp;ecirc;ncia, servi&amp;ccedil;os essenciais e itens do dia a dia tendem a se sair melhor. O varejista que apostar em pol&amp;iacute;tica de pre&amp;ccedil;os bem calibrada, promo&amp;ccedil;&amp;otilde;es direcionadas e comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o clara de valor estar&amp;aacute; mais bem posicionado para passar por esse per&amp;iacute;odo de acomoda&amp;ccedil;&amp;atilde;o do consumo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;Panorama do Com&amp;eacute;rcio&lt;/strong&gt; de junho traz algumas orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre como adotar estrat&amp;eacute;gias para esse momento. Clique &lt;a href="https://drive.google.com/file/d/156biVUoLRM5dOR2CJz9hwDVhN6QRUKae/view"&gt;&lt;strong&gt;aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; para fazer o download.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 09 Jun 2026 09:21:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Transformação digital desafia Brasil a construir agenda de inovação e competitividade]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/transformacao-digital-desafia-brasil-a-construir-agenda-de-inovacao-e-competitividade</link><description>&lt;![CDATA[Avanço da IA exige do País investimentos em inovação, infraestrutura tecnológica e adaptação do mercado de trabalho]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A intensifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da economia requer uma estrat&amp;eacute;gia nacional capaz de responder &amp;agrave;s r&amp;aacute;pidas transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es tecnol&amp;oacute;gicas alavancadas, sobretudo, pela Intelig&amp;ecirc;ncia Artificial (IA). De acordo com especialistas da &amp;aacute;rea, ao mesmo tempo que esse cen&amp;aacute;rio em constante evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o traz oportunidades para o aumento da produtividade das empresas brasileiras, tamb&amp;eacute;m desafia o Brasil a estruturar uma agenda de longo prazo capaz de auxiliar a sociedade a passar por essa transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na vis&amp;atilde;o da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e do seu &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-economia-digital-e-inovacao"&gt;Conselho de Economia Digital e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt;, os principais impasses consistem em garantir a competitividade dos neg&amp;oacute;cios nacionais, modernizando a infraestrutura do Pa&amp;iacute;s para ampliar a inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a autonomia e a resili&amp;ecirc;ncia da economia nacional nessa conjuntura.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Andriei Gutierrez, presidente do conselho, ressalta que cabe ao Estado formular a&amp;ccedil;&amp;otilde;es que promovam investimentos, estimulem a inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e criem condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para o desenvolvimento tecnol&amp;oacute;gico nacional. &amp;ldquo;O Estado tem um papel important&amp;iacute;ssimo como condutor dessa mudan&amp;ccedil;a. N&amp;atilde;o existe, na hist&amp;oacute;ria, na&amp;ccedil;&amp;atilde;o que avan&amp;ccedil;ou sem ter o Estado como condutor de pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas&amp;rdquo;, aponta.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma das principais necessidades do Brasil, na vis&amp;atilde;o de Gutierrez, &amp;eacute; construir uma &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/inovacao-e-governo-digital-o-futuro-da-gestao-publica-no-brasil?%2Fnoticia%2Finovacao-e-governo-digital-o-futuro-da-gestao-publica-no-brasil="&gt;gest&amp;atilde;o clara e coordenada para liderar a digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Pa&amp;iacute;s&lt;/a&gt;. Contudo, ainda n&amp;atilde;o h&amp;aacute; defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre qual &amp;aacute;rea deve liderar essa agenda. &amp;ldquo;Precisamos debater uma governan&amp;ccedil;a, seja um minist&amp;eacute;rio, seja uma secretaria especial&amp;rdquo;, provoca ele. O receio &amp;eacute; que, sem avan&amp;ccedil;ar nessa discuss&amp;atilde;o, as iniciativas de transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital n&amp;atilde;o tenham a articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o necess&amp;aacute;ria para serem conduzidas de forma uniforme e eficiente.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o dessa estrat&amp;eacute;gia ganha ainda mais import&amp;acirc;ncia com a aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o das elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es deste ano. Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Leonardo Barreto, s&amp;oacute;cio-propriet&amp;aacute;rio da Think Policy BR, que participou na reuni&amp;atilde;o de maio do conselho, o cen&amp;aacute;rio eleitoral de 2026 tende a ser marcado pela disputa em torno da capacidade de oferecer perspectivas de futuro e renova&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao eleitorado. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a discuss&amp;atilde;o, realizada no &amp;uacute;ltimo dia 22, foi destacado que pautas ligadas &amp;agrave; inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;agrave; tecnologia e &amp;agrave; transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital podem ganhar protagonismo justamente por dialogarem com o desejo da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o por mobilidade social, melhoria de vida e novas oportunidades.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;A inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o novo e o sonho estar&amp;atilde;o no centro do debate deste ano por uma raz&amp;atilde;o simples. Um candidato vai querer dizer que ainda &amp;eacute; capaz de propiciar coisas novas e sonhos; outro vai afirmar que ele n&amp;atilde;o &amp;eacute; mais capaz e &amp;eacute; preciso haver uma mudan&amp;ccedil;a para que coisas novas e sonhos possam acontecer&amp;rdquo;, afirmou Barreto. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para os integrantes do conselho, o problema vai al&amp;eacute;m da formula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de propostas t&amp;eacute;cnicas. A avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; que o Brasil precisa construir uma vis&amp;atilde;o de futuro capaz de aproximar inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, tecnologia e desenvolvimento das demandas cotidianas da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A ideia &amp;eacute; transformar a agenda digital em um projeto de na&amp;ccedil;&amp;atilde;o conectado a temas como qualidade de vida, gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de oportunidades, educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sa&amp;uacute;de e inclus&amp;atilde;o social.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[veja_tambem]&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Contudo, a consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o desse projeto exige avan&amp;ccedil;os na digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e na desburocratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pr&amp;oacute;prio Estado. A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-propoe-medidas-para-avanco-da-digitalizacao-do-estado"&gt;FecomercioSP, por exemplo, j&amp;aacute; apresentou um conjunto de 11 a&amp;ccedil;&amp;otilde;es voltadas para a democratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos servi&amp;ccedil;os digitais e o aperfei&amp;ccedil;oamento das ferramentas atuais&lt;/a&gt;. As sugest&amp;otilde;es envolvem compartilhamento de dados entre os setores p&amp;uacute;blico e privado, amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da plataforma do Gov.br ecentraliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cadastros empresariais no n&amp;uacute;mero do CNPJ, al&amp;eacute;m da digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de processos burocr&amp;aacute;ticos e integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sistemas entre os diversos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os p&amp;uacute;blicos. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na vis&amp;atilde;o dos especialistas, outras frentes estrat&amp;eacute;gicas para fortalecer a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Brasil na economia digital incluem a amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do acesso &amp;agrave;s tecnologias e ao cr&amp;eacute;dito, o fortalecimento da conectividade e o acesso &amp;agrave;s melhores tecnologias internacionais.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Soberania tecnol&amp;oacute;gica e infraestrutura computacional&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda no debate sobre competitividade, uma das preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es atuais relacionadas &amp;agrave; inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Brasil na economia digital &amp;eacute; a soberania tecnol&amp;oacute;gica. Nesse quesito, o Pa&amp;iacute;s se depara com uma oportunidade importante, &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/terras-raras-em-disputa"&gt;ao possuir a segunda maior reserva de terras raras do mundo&lt;/a&gt;, concentrando cerca de 23% dos recursos conhecidos, atr&amp;aacute;s apenas da China. As reservas relevantes de minerais cr&amp;iacute;ticos podem beneficiar a agenda nacional, j&amp;aacute; que esses insumos s&amp;atilde;o fundamentais para a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de semicondutores, componentes usados na maior parte dos produtos eletr&amp;ocirc;nicos, datacenters e infraestruturas de telecomunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Contudo, apesar do potencial, o Pa&amp;iacute;s sofre, na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de especialistas, com pelo menos dois gargalos principais: as faltas de regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de incentivos fiscais para o aproveitamento desses recursos. &amp;ldquo;O Brasil tem uma defici&amp;ecirc;ncia, inclusive, na pr&amp;oacute;pria legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o de benef&amp;iacute;cios fiscais para a fabrica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de chips&amp;rdquo;, comentou Adriana Esper, integrante do Conselho de Economia Digital e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o da FecomercioSP, ao destacar a baixa atratividade para investidores estrangeiros.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de capacidade tecnol&amp;oacute;gica nacional tamb&amp;eacute;m passa pelo desenvolvimento de modelos nacionais de IA e de infraestrutura computacional avan&amp;ccedil;ada, como supercomputadores, cuja manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o exige atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o constante e m&amp;atilde;o de obra altamente qualificada. Esse, ali&amp;aacute;s, &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/as-multiplas-dimensoes-da-relacao-entre-trabalho-e-tecnologia"&gt;&amp;eacute; outro entrave do Brasil&lt;/a&gt;. H&amp;aacute; consenso de que a consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o da economia digital exige pol&amp;iacute;ticas destinadas ao mercado de trabalho. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Gutierrez, o mercado laboral vive, hoje, a primeira onda de automa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com a tecnologia substituindo ou sendo aplicada em atividades intelectuais repetitivas, especialmente em &amp;aacute;reas administrativas, operacionais e de escrit&amp;oacute;rio. A perspectiva, segundo ele, por&amp;eacute;m, &amp;eacute; de que a combina&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre IA e rob&amp;oacute;tica avance tamb&amp;eacute;m sobre ocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es manuais, levantando preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre a diminui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da renda das fam&amp;iacute;lias e os potenciais impactos para setores como o Com&amp;eacute;rcio e os Servi&amp;ccedil;os.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Se houver queda na renda, teremos queda no consumo. Isto &amp;eacute;, como as nossas empresas v&amp;atilde;o sobreviver sem consumo?&amp;rdquo;, questionou ele. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Seguran&amp;ccedil;a cibern&amp;eacute;tica e resili&amp;ecirc;ncia digital&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m dos reflexos no consumo&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-propoe-medidas-para-fortalecer-defesa-cibernetica-1"&gt;, os ataques cibern&amp;eacute;ticos, que crescem no mundo todo&lt;/a&gt; &amp;mdash; afetando n&amp;atilde;o apenas empresas, mas governos e infraestruturas cr&amp;iacute;ticas &amp;mdash;, tamb&amp;eacute;m justificam a necessidade de requalifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos trabalhadores para atuar na economia digital. &amp;nbsp;O avan&amp;ccedil;o da computa&amp;ccedil;&amp;atilde;o qu&amp;acirc;ntica &amp;eacute;, ainda, outra quest&amp;atilde;o, com a possibilidade de quebra nos sistemas de criptografia atualmente utilizados por bancos, empresas e governos. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Todos esses movimentos escancaram como o investimento em preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o de vulnerabilidades &amp;eacute; cada vez mais fundamental para o Pa&amp;iacute;s se proteger e, tamb&amp;eacute;m, garantir a sua competitividade em meio aos novos obst&amp;aacute;culos da economia digital. Entretanto, a busca por soberania digital tamb&amp;eacute;m exige equil&amp;iacute;brio para que o desenvolvimento tecnol&amp;oacute;gico nacional n&amp;atilde;o restrinja o acesso das empresas brasileiras a tecnologias internacionais consideradas estrat&amp;eacute;gicas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Soberania digital, desenvolvimento tecnol&amp;oacute;gico brasileiro e ciberseguran&amp;ccedil;a n&amp;atilde;o significam restringir o mercado&amp;rdquo;, &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/regulacao-digital-em-prol-da-inovacao"&gt;alerta Rony Vainzof, a&lt;strong&gt;dvisor&lt;/strong&gt; em Regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o Digital da FecomercioSP&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse contexto, especialistas avaliam que o fortalecimento do Brasil no cen&amp;aacute;rio tecnol&amp;oacute;gico mundial tamb&amp;eacute;m depende de mais inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o internacional e da incorpora&amp;ccedil;&amp;atilde;o da tecnologia como estrat&amp;eacute;gia de neg&amp;oacute;cio, em meio &amp;agrave;s transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es disruptivas proporcionadas pelos agentes de IA e pelas novas din&amp;acirc;micas do consumo online.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Uma em cada tr&amp;ecirc;s jornadas de compra ou consumo j&amp;aacute; &amp;eacute; iniciada por meio de uma conversa com a IA&amp;rdquo;, destacou Diogo Cortiz, professor na Pontif&amp;iacute;cia Universidade Cat&amp;oacute;lica de S&amp;atilde;o Paulo (PUC-SP), pesquisador no N&amp;uacute;cleo de Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Ponto BR (NIC.br) e integrante do conselho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para a FecomercioSP e o Conselho de Economia Digital e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o avan&amp;ccedil;o da transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital representa uma chance hist&amp;oacute;rica de ampliar a competitividade nacional, modernizar o Estado e &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/brasil-intensifica-debates-sobre-ia-datacenters-e-ciberseguranca"&gt;criar oportunidades para empresas e cidad&amp;atilde;os&lt;/a&gt;. O desafio ser&amp;aacute; transformar esse potencial em uma estrat&amp;eacute;gia nacional capaz de combinar inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desenvolvimento econ&amp;ocirc;mico e inclus&amp;atilde;o social, posicionando o Brasil de forma mais relevante na economia digital global.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 08 Jun 2026 09:10:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Economia Digital]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP recebe Câmara Latino Africana para discutir aproximação comercial]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-recebe-camara-latino-africana-para-discutir-aproximacao-comercial</link><description>&lt;![CDATA[Encontro ressaltou o potencial econômico do continente africano, principalmente em setores como agroindústria, alimentos, tecnologia, logística, moda e comércio exterior]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; recebeu representantes da&amp;nbsp;&lt;a href="https://camaralatinoafricana.com/pt/"&gt;C&amp;acirc;mara de Com&amp;eacute;rcio Latino Africana (Claf)&lt;/a&gt; para uma reuni&amp;atilde;o voltada para o fortalecimento das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais entre Brasil, Am&amp;eacute;rica Latina e pa&amp;iacute;ses africanos. O encontro reuniu Ang&amp;eacute;lica Herrera, presidente da Claf; Sebasti&amp;atilde;o Galdino, vice-presidente; e Klaibson Natal Ribeiro Borges, diretor da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Brasil. Do lado da FecomercioSP, estiveram presentes&amp;nbsp;Rubens Medrano, presidente do&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais&lt;/a&gt;; Nat&amp;aacute;lia&amp;nbsp;Tafarello, assessora da Entidade; e Pedro Silveira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reuni&amp;atilde;o, os participantes discutiram oportunidades de neg&amp;oacute;cios, coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o institucional, miss&amp;otilde;es empresariais e iniciativas destinadas &amp;agrave; internacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empresas brasileiras em mercados africanos, principalmente em setores como agroind&amp;uacute;stria, alimentos, tecnologia, moda, log&amp;iacute;stica e com&amp;eacute;rcio exterior.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Ang&amp;eacute;lica, a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Claf, em 2024, surgiu a partir da percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais e institucionais entre pa&amp;iacute;ses da Am&amp;eacute;rica Latina e do continente africano ainda avan&amp;ccedil;am em ritmo inferior ao potencial econ&amp;ocirc;mico existente entre as duas regi&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;A &amp;Aacute;frica &amp;eacute; formada por 54 pa&amp;iacute;ses e um mercado em expans&amp;atilde;o. Entendemos que a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o latino-americana fortalece nossa capacidade de construir conex&amp;otilde;es comerciais mais estruturadas com o continente africano&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A presidente da Claf ainda destacou que a entidade atua em tr&amp;ecirc;s frentes principais (comercial, acad&amp;ecirc;mica e cultural), promovendo miss&amp;otilde;es empresariais, f&amp;oacute;runs internacionais, produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;do t&amp;eacute;cnico e apoio &amp;agrave; internacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empresas interessadas em acessar mercados africanos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Galdino apontou que o avan&amp;ccedil;o das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais entre Am&amp;eacute;rica Latina e &amp;Aacute;frica depende tamb&amp;eacute;m de um processo de sensibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas para a internacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;ldquo;&amp;Eacute; importante mostrar ao empresariado que a internacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; apenas uma estrat&amp;eacute;gia comercial, mas tamb&amp;eacute;m uma forma de diversificar mercados, ampliar competitividade e gerar novas oportunidades de crescimento em um cen&amp;aacute;rio global em transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/fdbb75025716f2d3163489eacc31791845a2ddfb.jpg" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Borges, por sua vez, afirmou que o continente africano vive um momento de expans&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica e demogr&amp;aacute;fica que deve ampliar a demanda por novos parceiros comerciais nos pr&amp;oacute;ximos anos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;A &amp;Aacute;frica &amp;eacute; um mercado em desenvolvimento, com demanda crescente em diferentes setores e um potencial muito grande para empresas brasileiras que desejem ampliar sua atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o internacional de forma estrat&amp;eacute;gica&amp;rdquo;, disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre as iniciativas mencionadas pela c&amp;acirc;mara durante o encontro, destaca-se a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do F&amp;oacute;rum Am&amp;eacute;rica Latina&amp;ndash;&amp;Aacute;frica de Neg&amp;oacute;cios, cuja pr&amp;oacute;xima edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; realizada na Eti&amp;oacute;pia, al&amp;eacute;m da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de expedi&amp;ccedil;&amp;otilde;es empresariais e participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em feiras multissetoriais em pa&amp;iacute;ses do continente africano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No encontro, Medrano ressaltou que a FecomercioSP acompanha com interesse o avan&amp;ccedil;o das oportunidades comerciais com pa&amp;iacute;ses africanos e enfatizou o potencial de crescimento da rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre as regi&amp;otilde;es.&amp;nbsp;&amp;ldquo;A &amp;Aacute;frica ainda &amp;eacute; um mercado com baixa presen&amp;ccedil;a comercial brasileira, mas que apresenta um enorme potencial de desenvolvimento e oportunidades para empresas do Pa&amp;iacute;s&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a conversa, tamb&amp;eacute;m foram debatidos temas como intelig&amp;ecirc;ncia comercial, log&amp;iacute;stica, regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o para exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, zonas francas africanas, acordos comerciais e capacita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empres&amp;aacute;rios brasileiros interessados em atuar no continente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto discutido foi o interesse em promover maior aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o institucional entre entidades empresariais brasileiras e africanas, al&amp;eacute;m da possibilidade de futuras a&amp;ccedil;&amp;otilde;es conjuntas entre a Claf e a FecomercioSP voltadas para a promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o comercial e a troca de conhecimento entre os mercados.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 03 Jun 2026 14:17:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Mercosul–União Europeia: seminário mostra como empresas podem ampliar a competitividade internacional]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/mercosuluniao-europeia-seminario-mostra-como-empresas-podem-ampliar-a-competitividade-internacional</link><description>&lt;![CDATA[Representantes de Receita Federal, MDIC, ApexBrasil, Sebrae, FecomercioSP e Sindasp debatem como transformar o acordo comercial em oportunidades de negócios]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O acordo entre Mercosul e União Europeia (UE) pode abrir portas para as empresas brasileiras ampliarem mercados, reduzirem as barreiras comerciais e aumentarem a competitividade internacional. Mas como aproveitar as oportunidades e aproveitar um mercado de aproximadamente 700 milhões de consumidores?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essa é a proposta do seminário &lt;strong&gt;Mercosul x União Europeia: Caminhos Práticos para a Competitividade Internacional&lt;/strong&gt;, que ocorre no próximo dia 18, em São Paulo. O encontro reunirá empresários, especialistas, autoridades e representantes do setor produtivo para apresentar orientações objetivas sobre os principais obstáculos e as grandes oportunidades geradas pelo acordo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://forms.gle/YW4esgTuWuSpRnsd6" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Clique aqui e faça sua inscrição&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao longo do dia, os participantes terão acesso a conteúdos estratégicos sobre origem preferencial, certificação, controle aduaneiro, acesso a mercados, crédito para exportação, segurança e conformidade, temas cada vez mais decisivos para quem deseja exportar, importar ou ampliar a sua presença internacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A programação contará com especialistas em comércio internacional e geopolítica econômica, com a palestra magna a ser realizada por Marcos Troyjo, economista, cientista político, diplomata e ex-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), o Banco dos Brics.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Realizado pelo &lt;a href="https://sebrae.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae)&lt;/a&gt;, pela &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; e pelo &lt;a href="https://sindaspcg.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo (Sindasp)&lt;/a&gt;, o evento contará ainda com a participação de representantes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), da Receita Federal e da ApexBrasil, reunindo diferentes visões e experiências para apoiar empresas, especialmente as pequenas e médias, na construção de estratégias mais competitivas para o mercado global.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Serviço&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quinta-feira, 18 de junho, das 9h às 17h30&lt;br&gt;Local:&amp;nbsp;Auditório Sebrae — Rua Vergueiro, 1117, Paraíso — São Paulo/SP&lt;br&gt;Evento gratuito, presencial e com vagas limitadas. Inscreva-se &lt;a href="https://forms.gle/YW4esgTuWuSpRnsd6"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[veja_tambem]&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 03 Jun 2026 12:10:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Na era dos algoritmos, aprender continuamente é questão de sobrevivência]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/na-era-dos-algoritmos-aprender-continuamente-e-questao-de-sobrevivencia</link><description>&lt;![CDATA[Novo episódio do ‘FecomercioSP M&amp;P’ debate como a IA está transformando decisões, carreiras e modelos de gestão]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A Intelig&amp;ecirc;ncia Artificial (IA) j&amp;aacute; faz parte da rotina das empresas e est&amp;aacute; transformando a forma como decis&amp;otilde;es s&amp;atilde;o tomadas, equipes s&amp;atilde;o geridas e neg&amp;oacute;cios s&amp;atilde;o conduzidos. Nesse cen&amp;aacute;rio, a capacidade de aprender, adaptar-se e desenvolver compet&amp;ecirc;ncias humanas passa a ser um diferencial cada vez mais valioso. Essa &amp;eacute; uma das principais reflex&amp;otilde;es do novo epis&amp;oacute;dio do &lt;strong&gt;FecomercioSP Mercado &amp;amp; Perspectivas&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/inteligencia-artificial-e-trabalho-livro-inedito-discute-os-desafios-da-regulacao" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;discutir os efeitos dos algoritmos no mundo do trabalho&lt;/a&gt;, o programa recebe Marisa Salgado, &lt;strong&gt;partner&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;da Signum Brasil, e Fernando Solak, diretor de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Humanas da TOTVS. Ao longo da conversa, os convidados analisam como a tecnologia vem acelerando mudan&amp;ccedil;as nas organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es e quais habilidades ser&amp;atilde;o indispens&amp;aacute;veis para profissionais e lideran&amp;ccedil;as nos pr&amp;oacute;ximos anos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O mesacast mostra que a transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o vai muito al&amp;eacute;m da automa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tarefas. Hoje, a ferramenta j&amp;aacute; apoia an&amp;aacute;lises de dados, contribui para decis&amp;otilde;es estrat&amp;eacute;gicas e amplia a produtividade das equipes. Ao mesmo tempo, exige que empresas e trabalhadores desenvolvam novas compet&amp;ecirc;ncias para acompanhar a velocidade das mudan&amp;ccedil;as.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre os temas abordados, destacam-se a necessidade de &lt;strong&gt;reskilling&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;upskilling&lt;/strong&gt;, o uso estrat&amp;eacute;gico de dados nas organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es, os impasses da lideran&amp;ccedil;a em ambientes cada vez mais digitais e os limites da tecnologia em atividades que dependam de empatia, criatividade, repert&amp;oacute;rio e vis&amp;atilde;o sist&amp;ecirc;mica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Diferenciais decisivos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O epis&amp;oacute;dio tamb&amp;eacute;m traz um alerta para as empresas e os profissionais que ainda resistem &amp;agrave;s transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es em curso. Para os entrevistados, a IA &amp;eacute; uma realidade que continuar&amp;aacute; ganhando espa&amp;ccedil;o nos processos produtivos e nas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es laborais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse contexto, curiosidade, disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o para aprender e capacidade de adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o tornam-se compet&amp;ecirc;ncias essenciais. Mais do que dominar ferramentas tecnol&amp;oacute;gicas, ser&amp;aacute; necess&amp;aacute;rio desenvolver pensamento cr&amp;iacute;tico para interpretar informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, avaliar cen&amp;aacute;rios e tomar decis&amp;otilde;es de forma consciente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos especialistas, a automa&amp;ccedil;&amp;atilde;o deve assumir parte crescente das atividades operacionais. Por outro lado, aspectos como criatividade, constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de v&amp;iacute;nculos, sensibilidade humana e julgamento cr&amp;iacute;tico continuar&amp;atilde;o sendo atributos insubstitu&amp;iacute;veis para gerar valor dentro das organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quer entender como se preparar para essa nova realidade e descobrir quais caminhos podem tornar empresas e profissionais mais competitivos? Assista ao epis&amp;oacute;dio completo do &lt;strong&gt;FecomercioSP Mercado &amp;amp; Perspectivas&lt;/strong&gt; e participe dessa discuss&amp;atilde;o sobre o futuro do trabalho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span contenteditable="false" draggable="true" class="fr-video fr-deletable fr-fvc fr-dvb fr-draggable fr-fvl"&gt;&lt;iframe width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/FbMh6-c8mSc??si=91QaYyMA1O07_KLs&amp;wmode=opaque&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen="" class="fr-draggable"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 03 Jun 2026 11:58:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Economia Digital]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Resposta a possíveis tarifas de Trump deve ser abertura comercial, e não retaliação]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/resposta-a-tarifas-de-trump-deve-ser-abertura-comercial-e-nao-retaliacao</link><description>&lt;![CDATA[Momento pode ser aproveitado para avançar em acordos de livre-comércio e reduzir barreiras tarifárias]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O governo dos Estados Unidos concluiu, nesta terça-feira (2), a investigação comercial iniciada contra o Brasil em 2025, propondo a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre todos os produtos nacionais importados pelo país norte-americano, com diversas exceções. A medida, ainda não definitiva, foi proposta pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, que classifica práticas brasileiras em seis áreas como “irrazoáveis” e prejudiciais ao comércio estadunidense. O prazo para decisão final do presidente Donald Trump expira em 15 de julho, após consulta pública e audiência marcada para 6 de julho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esta é a segunda rodada de pressão tarifária americana no período. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/setor-produtivo-nao-pode-pagar-o-preco-de-disputas-ideologicas-de-ambos-os-lados-diz-fecomerciosp" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Em julho do ano passado, Trump havia imposto tarifas de até 50%&lt;/a&gt; sobre exportações brasileiras — medidas derrubadas pela Suprema Corte do País em fevereiro deste ano. O novo tarifaço tem fundamentação mais técnica, mas a leitura de especialistas é de que se trata de um instrumento de pressão geopolítica tanto quanto comercial.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O USTR identificou seis eixos de litígio:&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;comércio digital — decisões judiciais brasileiras que ordenaram remoção de conteúdo político e suspensão de perfis em plataformas americanas, com bloqueio de ativos às empresas que não cumpriram;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;serviços de pagamento eletrônico — com foco no PIX;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;tarifas preferenciais desleais ao México e à Índia em detrimento dos Estados Unidos;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;combate à corrupção;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;proteção da propriedade intelectual, citando nominalmente a Rua 25 de Março e o prazo de cerca de nove anos para análise de patentes biofarmacêuticas;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;desmatamento ilegal, apontado como vantagem competitiva injusta para o Agronegócio brasileiro.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;PIX e 25 de Março em risco?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O caso do PIX merece atenção especial. O USTR argumenta que o Banco Central do Brasil (BCB) age ao mesmo tempo como regulador e proprietário do sistema, favorecendo-o em detrimento de concorrentes privados, especialmente empresas norte-americanas como Visa, Mastercard e operadoras de cartão.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; defende o PIX como uma política pública legítima e bem-sucedida: lançado em novembro de 2020, o sistema — que conta com mais de 160 milhões de usuários — democratizou o acesso a serviços financeiros e reduziu estruturalmente os custos de transação na economia brasileira. O sucesso da modalidade de pagamento não configura prática comercial desleal, mas, sim, reflete uma escolha soberana de política pública, cujos benefícios são amplamente distribuídos entre cidadãos, empresas e o próprio Estado. Tentar enquadrá-lo como barreira ao comércio dos Estados Unidos é distorcer o instrumento da Seção 301.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Rua 25 de Março é citada no relatório do USTR como símbolo das falhas brasileiras na proteção à propriedade intelectual, ao lado da pirataria digital e do atraso na concessão de patentes.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP reconhece que o combate à pirataria e ao comércio de produtos falsificados é uma prioridade legítima — não por pressão externa, mas porque prejudica diretamente os comerciantes que operam dentro da lei, distorce a concorrência e expõe consumidores a riscos. A Federação defende o reforço de ações coordenadas de fiscalização nos polos de comércio popular, em âmbito interno. Ao mesmo tempo, é imprescindível distinguir os infratores dos milhares de comerciantes que exercem sua atividade de forma regular e contribuem para a economia de São Paulo (e do Brasil).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resposta do Brasil deve ser a abertura comercial&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP m&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/tarifaco-de-trump-que-entra-em-vigor-hoje-deve-servir-de-estimulo-a-abertura-comercial-do-brasil-aponta-fecomerciosp" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;antém a posição que tem defendido desde o início da escalada tarifária:&lt;/a&gt; a resposta do Brasil deve ser de abertura comercial, e não de retaliação protecionista. O País é a nona maior economia do mundo, mas participa de menos de 2% do fluxo comercial internacional. Mais de 40% das exportações brasileiras têm como destino apenas China e Estados Unidos, uma concentração que representa vulnerabilidade estrutural.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Este momento deve ser aproveitado para avançar em acordos de livre-comércio, como o do Mercosul com a União Europeia, além de reduzir barreiras tarifárias e não tarifárias domésticas, desburocratizar o ambiente de negócios e fortalecer a proteção à propriedade intelectual e não como concessões, mas como reformas que o Brasil precisa fazer pelos próprios méritos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Entidade é igualmente clara quanto aos limites que não podem ser cruzados. Utilizar a Seção 301 para interferir em decisões soberanas do Brasil — na regulação financeira, nas políticas do BCB ou na condução de processos judiciais — extrapola os limites do que constitui um litígio comercial legítimo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O PIX e as decisões do Judiciário brasileiro são expressões de soberania nacional, não objetos de barganha tarifária. Com o prazo de 15 de julho se aproximando, o representante americano Jamieson Greer sinalizou abertura para continuar as negociações. O Brasil deve chegar a essa mesa com disposição para avançar onde há espaço e com firmeza onde estão em jogo princípios inegociáveis.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 02 Jun 2026 17:59:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Brasil]]</category></item></channel></rss>
