<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[Economia - FecomercioSP]]</title><link>https://fecomercio.com.br/economia</link><description>&lt;![CDATA[Área de divulgação de índices, estudos técnicos da assesoria econômica e sondagens do comércio, além de posicionamentos sobre a economia do país]]</description><lastBuildDate>Fri, 03 Jul 2026 08:00:41 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[Economia - FecomercioSP]]</title><link>https://fecomercio.com.br/economia</link><url>https://fecomercio.com.br/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><category>&lt;![CDATA[Economia]]</category><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP recebe representantes da Marinha do Brasil em visita institucional]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-recebe-representantes-da-marinha-do-brasil-em-visita-institucional</link><description>&lt;![CDATA[Delegação apresenta projetos culturais e discute formas de fortalecer a memória marítima brasileira junto à sociedade]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O vice-presidente da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; e&amp;nbsp;presidente do&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Relações Internacionais&lt;/a&gt; da Entidade,&amp;nbsp;Rubens Medrano,&amp;nbsp;recebeu, em visita institucional, representantes do Comando do 8º Distrito Naval e da Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O encontro teve como objetivo debater projetos de divulgação institucional e promocional de eventos históricos vinculados à Marinha, com foco no fortalecimento da memória nacional e na aproximação entre a instituição e a sociedade civil.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reunião, o vice-almirante e diretor do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM), Gilberto Santos Kerr, apresentou o trabalho desenvolvido pela diretoria que comanda, voltado para a preservação do patrimônio histórico naval e o fomento da chamada mentalidade marítima na sociedade brasileira — conceito que busca aproximar a população das importâncias econômica e estratégica do mar para o País.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além disso, foram discutidos projetos culturais financiados por meio de leis de incentivo fiscal, como iniciativas educacionais destinadas a estudantes da rede pública, ações de acessibilidade em espaços históricos da Marinha e o programa Museu Marítimo do Brasil.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pela Marinha, também participaram o capitão de Mar e Guerra, José Maria Sobrinho, assessor de Relações Institucionais do Comando do 8º Distrito Naval; e o&amp;nbsp;contra-almirante João Arthur do Carmo Hildebrandt, assessor de Gestão Estratégica. Pela FecomercioSP, participaram os assessores&amp;nbsp;Natália Tafarello e Douglas Dias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Federação reafirma o seu compromisso de fortalecer o diálogo com instituições públicas e contribuir para iniciativas que valorizem a cultura, a memória histórica e a aproximação do Poder Público e a sociedade.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 02 Jul 2026 16:45:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Acordo Mercosul–UE demanda estratégia nacional de internacionalização das PMEs]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/acordo-mercosulue-demanda-estrategia-nacional-de-internacionalizacao-das-pmes</link><description>&lt;![CDATA[Evento reúne governo, empresários e entidades para discutir ampliação das importações e exportações nacionais e mais inserção de pequenos negócios no comércio exterior]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; esteve presente no Conexões Produtivas: Oportunidades para a Indústria no Acordo Mercosul–União Europeia, evento promovido pela&amp;nbsp;&lt;a href="https://apexbrasil.com.br/"&gt;Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil)&lt;/a&gt;, em parceria com o&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.gov.br/mdic/pt-br"&gt;Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC)&lt;/a&gt; e a&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.abdi.com.br/"&gt;Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI)&lt;/a&gt;, para debater os principais entraves do novo tratado comercial e as oportunidades abertas aos negócios brasileiors, especialmente as Pequenas e Médias Empresas (PMEs).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No encontro, representaram a Entidade&amp;nbsp;Rubens Medrano, presidente do&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Relações Internacionais da FecomercioSP&lt;/a&gt; e vice-presidente da Entidade, e&amp;nbsp;Fernando Sousa, André Sacconato e Douglas Dias, assessores da Federação, como parte de uma estratégia para fortalecer a internacionalização de empresas e ampliar a participação de negócios de pequeno e médio portes no comércio exterior.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo a ApexBrasil, com entrada em vigor em 1º de maio, o acordo prevê tarifa zero imediata para cerca de 5 mil produtos brasileiros e pode ampliar em até US$ 1 bilhão as exportações nacionais para a União Europeia (UE) nos próximos 12 meses, considerando 543 oportunidades comerciais já mapeadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O evento também contou com a participação de autoridades do Poder Público, como o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin; o ministro do MDIC, Márcio Elias Rosa; e o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, além de representantes do setor produtivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante o encontro, Müller destacou que o tratado, que envolve cerca de 9,5 mil produtos, representa uma oportunidade concreta para diversificar mercados e ampliar a competitividade nacional. Hoje, a UE responde por 14% das exportações brasileiras e movimenta um mercado estimado em US$ 3 trilhões por ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Alckmin ressaltou a importância de mais inserção das PMEs no comércio exterior, citando a Itália como referência em participação de pequenos negócios nas exportações e defendendo mecanismos de estímulo para ampliar esse movimento no Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para a FecomercioSP, ampliar a presença das PMEs no mercado internacional é uma agenda estratégica para diversificar mercados, fortalecer a competitividade, estimular inovação e incentivar a geração de emprego e renda no País.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 01 Jul 2026 17:50:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP amplia atuação em defesa do Marco Legal de Cibersegurança ]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-amplia-atuacao-em-defesa-do-marco-legal-de-ciberseguranca</link><description>&lt;![CDATA[Entidade reforça no Senado sua agenda por um ambiente digital mais seguro e competitivo]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; segue contribuindo para um Marco Legal da Cibersegurança equilibrado, que proteja especialmente as &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/governanca-marco-legal-e-educacao-sao-prioridades-para-fortalecer-a-protecao-digital-das-pmes-e-combater-os-crimes-ciberneticos-no-pais"&gt;Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs)&lt;/a&gt;. De acordo com dados do Tribunal de Contas da União (TCU), o Brasil perde, por ano, R$ 100 bilhões com golpes digitais, o que aumenta a necessidade de uma regulação que organize a cibersegurança no País. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por isso, &lt;a href="https://fecomercio.com.br/upload/file/29ab3b48a84526f69d20c1f42d13ef1e78046031.pdf"&gt;a FecomercioSP estruturou dez diretrizes para orientar as políticas públicas nacionais de cibersegurança&lt;/a&gt;, defendendo uma regulação equilibrada, eficaz e compatível com a realidade MPMEs, as mais afetadas por esse tipo de crime. A Entidade vem acompanhando de forma contínua as discussões no governo federal e no Congresso Nacional, apresentando propostas para fortalecer a segurança digital sem comprometer a competitividade dos negócios.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como parte dessa agenda, na última terça-feira, 30 de junho, a Federação participou da audiência pública da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação e Informática (CCT) do Senado Federal, que debateu o PL 4.752/2025, responsável por instituir o Marco Legal da Cibersegurança, criar o Programa Nacional de Segurança e Resiliência Digital e alterar a Lei 13.756/2018.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A participação da FecomercioSP mostra que a segurança cibernética se tornou um tema estratégico para o Estado, para a sociedade e para o setor produtivo. Nesse sentido, a Entidade segue &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/no-senado-coalizao-de-entidades-entrega-contribuicoes-para-aprimorar-marco-legal-da-ciberseguranca?%2Fnoticia%2Fno-senado-coalizao-de-entidades-entrega-contribuicoes-para-aprimorar-marco-legal-da-ciberseguranca="&gt;contribuindo para a construção do marco regulatório, apresentando sugestões destinadas ao aprimoramento do texto e à garantia de sua efetividade&lt;/a&gt;. O relatório, que deverá ser apresentado em breve, resulta da consolidação de diversas sugestões colhidas ao longo das discussões sobre o tema.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ataques cibernéticos exigem resposta coordenada&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a audiência, que contou com representantes do governo, da academia e do setor produtivo, o &lt;em&gt;advisor&amp;nbsp;&lt;/em&gt;em Regulação Digital da FecomercioSP, Rony Vainzof, que também integra o Comitê Nacional de Cibersegurança (CNCiber), alertou para a velocidade que os ataques digitais ganharam com o incremento da Inteligência Artificial (IA). “Criminosos que levavam quase 25 dias para explorar vulnerabilidades, hoje, com a IA, podem levar minutos.”&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo o especialista, menos de 1% das vulnerabilidades conhecidas já foi efetivamente corrigido. Além disso, estima-se que o custo anual mundial de incidentes e fraudes cibernéticas chegue a US$ 10,5 trilhões. De acordo com Vainzof, o País vive um paradoxo: “Enquanto lideramos em inovação, também nos tornamos alvo; estamos cada vez mais expostos a ataques”. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isso ocorre, sobretudo, porque, embora o Brasil esteja entre os líderes na adoção de novas tecnologias, ainda apresenta baixo nível de maturidade na área e carece de uma estrutura oficial responsável por coordenar ações, orientar os diversos setores e acompanhar a evolução da segurança cibernética.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vainzof ainda salientou que, na oitava reunião ordinária do CNCiber, realizada no fim do ano passado, as 20 instituições representativas da sociedade aprovaram, por unanimidade, tanto a proposta de um Marco Legal da Cibersegurança quanto a criação de um órgão central de coordenação. “Juntos, e com eventuais ajustes, o PL 4.752 e a proposta do CNCiber se complementam para que a transformação digital no Brasil avance com segurança e confiança”, afirmou.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Atuação da FecomercioSP na construção do marco regulatório&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Federação tem defendido um marco horizontal que organize a cibersegurança para reduzir riscos sistêmicos, econômicos, de infraestrutura e de soberania, adotando uma abordagem proporcional ao risco e evitando ônus regulatórios desnecessários sobre agentes de menor exposição. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-apresenta-ao-gsi-agenda-prioritaria-de-seguranca-digital-dos-pequenos-negocios"&gt;Em 2025, por exemplo, a Entidade entregou ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI)&amp;nbsp;uma proposta para a criação de uma linha de crédito destinada às MPMEs, que poderia ser disponibilizada em condições diferenciadas com o apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID)&lt;/a&gt;.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A atuação da Federação também incluiu a participação na Aliança Multissetorial pela Cibersegurança Nacional, movimento liderado pelo Instituto Nacional de Combate ao Cibercrime (INCC), que reúne instituições de referência e representantes de diversos setores da economia. &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-participa-da-abertura-da-frente-parlamentar-de-apoio-a-ciberseguranca-e-propoe-acoes-para-fortalecer-a-defesa-cibernetica"&gt;A FecomercioSP também esteve mobilizada pela criação da Frente Parlamentar de Apoio à Cibersegurança e Defesa Cibernética Nacional (FrenCyber) no Congresso Nacional&lt;/a&gt;. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/brasil-intensifica-debates-sobre-ia-datacenters-e-ciberseguranca"&gt;Em junho deste ano, a Entidade também reforçou sua atuação sobre o PL de Cibersegurança em reuniões em Brasília&lt;/a&gt;, inclusive com o ministro Marcos Antônio Amaro dos Santos, do GSI; Francisco de Oliveira Castro, assessor parlamentar do GSI; Luiz Fernando Moraes da Silva, diretor do Departamento de Segurança Cibernética do GSI; e Marcelo Malagutti, assessor especial do ministro.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Propostas para fortalecer a segurança cibernética no Brasil&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Todas essas iniciativas consolidam o compromisso da Entidade com o fortalecimento da segurança digital e a promoção de um ambiente de negócios mais resiliente no Brasil. Confira, a seguir, os principais aspectos que o Marco Legal da Cibersegurança e uma Autoridade Nacional de Cibersegurança podem endereçar, na visão da FecomercioSP.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Marco Legal da Cibersegurança&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul type="disc"&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Redução da insegurança jurídica:&lt;/strong&gt; definir conceitos, escopos, papéis, obrigações proporcionais, critérios de risco, prazos para registro de incidentes, interação com normas setoriais e regras para o compartilhamento e o tratamento de informações críticas. &amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Abordagem baseada em risco:&lt;/strong&gt; estabelecer obrigações legais proporcionais ao nível de risco, em especial para infraestruturas críticas e serviços essenciais. &amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Harmonização regulatória:&lt;/strong&gt; evitar sobreposição de competências entre órgãos como Banco Central, Anatel, CVM, ANPD, Aneel, ANS e outros reguladores, criando uma camada nacional de coordenação, e não novas obrigações redundantes. &amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Prevenção da dupla punição (‘bis in idem’):&lt;/strong&gt; promover a coordenação entre a autoridade central de cibersegurança, a ANPD e os reguladores setoriais a fim de evitar que um mesmo incidente resulte em múltiplas sanções desproporcionais baseadas no mesmo fato. &amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Tratamento de incidentes cibernéticos sem vazamento de dados pessoais:&lt;/strong&gt; contemplar situações como ataques de ransomware, DDoS, comprometimento de fornecedores de software e interrupções em hospitais, sistemas de energia, telecomunicações e meios de pagamento. &amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Incidente não significa culpa automática:&lt;/strong&gt; priorizar a avaliação da maturidade, da diligência, da governança, da capacidade de resposta e da melhoria contínua, em vez da responsabilização automática pelo simples fato de um ataque ter ocorrido. &amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Proteção das informações críticas compartilhadas pelas empresas:&lt;/strong&gt; assegurar a confidencialidade de relatórios de incidentes, vulnerabilidades, registros (logs), indicadores de comprometimento, informações de arquitetura e planos de resposta, evitando seu uso indevido. &amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Alinhamento com as melhores práticas internacionais:&lt;/strong&gt; aproximar o Brasil de modelos adotados por Chile, Singapura, União Europeia, Austrália, Canadá, Estados Unidos e Reino Unido, que avançam em marcos voltados para a resiliência cibernética, a proteção de infraestruturas críticas e a cooperação entre os setores público e privado. &amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Fortalecimento da competitividade:&lt;/strong&gt; um marco legal bem estruturado reduz custos, aumenta a previsibilidade regulatória, fortalece a confiança digital, protege cadeias críticas e torna o Brasil mais competitivo. &amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Autoridade Nacional de Cibersegurança&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul type="disc"&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Coordenação nacional:&lt;/strong&gt; a cibersegurança exige uma instância responsável por coordenar respostas a incidentes significativos, promover a articulação entre os setores público e privado, compartilhar inteligência sobre ameaças e definir claramente as atribuições de cada ator.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Atuação técnica e preventiva:&lt;/strong&gt; a autoridade deve emitir normas e alertas, consolidar informações, coordenar a resposta a incidentes significativos, orientar setores críticos, produzir guias, promover capacitação e apoiar o aumento da maturidade em cibersegurança. &amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Complementaridade com os reguladores setoriais:&lt;/strong&gt; o órgão central não deve substituir instituições como Banco Central, Anatel, CVM, ANPD, Aneel e ANS, mas atuar como instância de coordenação, harmonização e resposta. &amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Canal único em situações de crise:&lt;/strong&gt; oferecer às empresas e à sociedade um ponto de contato claro para o registro de incidentes, com definição das informações necessárias, dos prazos e das garantias de confidencialidade. &amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Redução da duplicidade regulatória:&lt;/strong&gt; articular-se com reguladores setoriais e com a ANPD para evitar exigências conflitantes, registros repetidos e interpretações divergentes. &amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Atuação baseada em cooperação:&lt;/strong&gt; funcionar como parceira do ecossistema de cibersegurança, estimulando confiança, inteligência compartilhada e melhoria contínua, com a aplicação de sanções restrita a casos de negligência grave ou descumprimento deliberado.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 01 Jul 2026 17:43:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Economia Digital]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Entidades defendem aprovação da redução do ICMS para equipamentos de datacenter no Confaz]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/entidades-defendem-aprovacao-da-reducao-do-icms-para-equipamentos-de-datacenter-no-confaz</link><description>&lt;![CDATA[Convênio, que autoriza a redução do imposto sobre 24 equipamentos de TI, é considerado essencial para economia digital]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, e o &lt;a href="https://www.seinesp.org.br/"&gt;&lt;strong&gt;Sindicato das Empresas de Internet do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (Seinesp)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, em conjunto com as &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/5b235b1bd1e0a29c835080429f81b72dfab251b1.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;frentes parlamentares e outras entidades representativas do setor produtivo&lt;/a&gt; &amp;mdash; como a &lt;a href="https://brasscom.org.br/"&gt;&lt;strong&gt;Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Empresas de Tecnologia da Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de Tecnologias Digitais (Brasscom)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; &amp;mdash; defendeu a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o da redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Imposto sobre Circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Mercadorias e Servi&amp;ccedil;os (ICMS) para equipamentos destinados a datacenter.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A medida foi inserida na pauta da reuni&amp;atilde;o do &lt;strong&gt;Conselho Nacional de Pol&amp;iacute;tica Fazend&amp;aacute;ria (Confaz)&lt;/strong&gt;, prevista para ocorrer no pr&amp;oacute;ximo dia 3 de julho. A aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do conv&amp;ecirc;nio que autoriza a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do imposto incidente sobre 24 equipamentos de Tecnologia da Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (TI) &amp;eacute; considerada fundamental para ampliar a competitividade do Pa&amp;iacute;s na economia digital, com o objetivo de possibilitar os Estados a atra&amp;iacute;rem investimentos e fortalecerem a autonomia tecnol&amp;oacute;gica nacional. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A medida contempla produtos nacionais e importados destinados &amp;agrave; implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;agrave; amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o e &amp;agrave; moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de datacenters.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ICMS: mais da metade da carga tribut&amp;aacute;ria sobre TI&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Atualmente, o ICMS representa 64% da carga tribut&amp;aacute;ria incidente sobre a aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de equipamentos de TI. Essa elevada participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no custo dos produtos compromete a atratividade de projetos de instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o de centros de processamento e armazenamento de dados no territ&amp;oacute;rio nacional.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[veja_tambem]&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com uma carga tribut&amp;aacute;ria t&amp;atilde;o elevada, o Brasil fica em posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o desfavor&amp;aacute;vel em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com outros pa&amp;iacute;ses na disputa pelos investimentos associados &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/ia-reputacao-e-fiscalizacao-mais-rigidas-redesenham-prioridades-dos-negocios"&gt;&amp;agrave; expans&amp;atilde;o da Intelig&amp;ecirc;ncia Artificial (IA)&lt;/a&gt; e da computa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em nuvem, hoje consideradas essenciais para o funcionamento da economia, da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica e dos servi&amp;ccedil;os digitais.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do referido conv&amp;ecirc;nio pelo Confaz permitiria que os Estados adotassem um tratamento tribut&amp;aacute;rio compat&amp;iacute;vel com a natureza desses investimentos, que n&amp;atilde;o se destinam &amp;agrave; revenda, mas &amp;agrave; forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de infraestrutura produtiva de longo prazo. Dessa forma, a medida reduziria assimetrias competitivas, aceleraria projetos em andamento, atrairia novos investidores e estimularia cadeias produtivas, gerando empregos especializados e ampliando a capacidade computacional do Brasil.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o pela aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Redata&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o re&amp;uacute;ne diversos representantes do setor produtivo, &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/mobilizacao-do-setor-produtivo-pede-aprovacao-urgente-do-regime-especial-para-datacenters"&gt;ap&amp;oacute;s mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;nbsp;recente de mais de 30 entidades empresariais e diferentes frentes parlamentares pela aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Regime Especial de Tributa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para Servi&amp;ccedil;os de Datacenter (Redata)&lt;/a&gt;, bem como do Projeto de Lei Complementar (PLP) 74/2026, que trata dos aspectos jur&amp;iacute;dico-or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rios decorrentes da caducidade da Medida Provis&amp;oacute;ria (MP) 1.318/2025. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 01 Jul 2026 17:37:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Economia Digital]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Câmbio vai depreciar no segundo semestre. Como o Banco Central agirá?]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/cambio-vai-depreciar-no-segundo-semestre-como-o-banco-central-agira</link><description>&lt;![CDATA[Qualquer sinalização de flexibilização prematura do órgão teria reflexos nas expectativas de inflação e na curva de juros; leia a carta de conjuntura!]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;As atuais condições globais — guerra no Oriente Médio em meio às tentativas de negociação, incertezas nos Estados Unidos, indicadores dúbios da China — apontam que o câmbio deve depreciar no segundo semestre, diz o Conselho Superior de Economia, Sociologia e Política (CSESP) da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Carta de Conjuntura de junho do Conselho, divulgada nesta terça-feira (30), pode ser &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/93947eea9e9189b2edb96c3639f508dc3fcfce6f.pdf" target="_blank" class="fr-file" rel="noopener noreferrer"&gt;acessada aqui&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os juros internacionais estão em alta, os termos de trocas seguem deteriorando e a situação externa pressiona o preço do barril do petróleo. O Banco Central (BC) está, neste momento, com a tarefa inglória de acertar o passo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O problema é que o órgão ainda tem os desafios internos, sobretudo no fiscal. O governo deve injetar R$ 210 bilhões na economia neste ano, com o mercado de trabalho aquecido, a inflação acima da meta e o câmbio desfavorável.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O BC conseguirá preservar credibilidade no ambiente de pressões cruzadas, ou seja, de choque de oferta que virá do câmbio depreciado e busca por &lt;em&gt;commodities&lt;/em&gt;, de um lado, e do choque pela demanda do impulso fiscal, de outro?&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“A expansão dos gastos públicos seguirá como um dos pontos mais significativos da política econômica brasileira neste próximo semestre”, observa o economista Antônio Lanzana, presidente do CSESP.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Ela tende a amenizar a desaceleração da atividade econômica, com condições até de revertê-la de alguma forma. Mas, de outro lado, política fiscal pressionará nossa inflação – percepção reforçada pela resiliência do mercado de trabalho, pelos efeitos do El Niño sobre os preços dos alimentos, as incertezas externas e uma possível pressão cambial a partir de agora”, conclui.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na leitura do CSESP, qualquer sinalização de flexibilização prematura do Banco Central seria lida pelo mercado como capitulação, com reflexos nas expectativas de inflação e na curva de juros.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“O cenário impactará diretamente as empresas, na medida em que obrigará o BC a manter a taxa básica de juros do País na casa dos 14%”, conclui Lanzana. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/93947eea9e9189b2edb96c3639f508dc3fcfce6f.pdf"&gt;Acesse a carta de conjuntura!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 30 Jun 2026 16:21:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Brasil]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP e representantes da Catalunha discutem oportunidades para ampliar negócios entre Brasil e Europa]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-e-representantes-da-catalunha-discutem-oportunidades-para-ampliar-negocios-entre-brasil-e-europa</link><description>&lt;![CDATA[Encontro abordou comércio exterior, atração de investimentos, inovação e possíveis iniciativas conjuntas voltadas para as empresas paulistas]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;As oportunidades geradas pela crescente aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica entre Brasil e Europa foram tema de reuni&amp;atilde;o realizada na&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; com representantes da Catalunha, regi&amp;atilde;o respons&amp;aacute;vel por cerca de 20% do Produto Interno Bruto (PIB) da Espanha e um dos principais polos europeus de inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com&amp;eacute;rcio exterior e atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de investimentos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Participaram do encontro Rubens Medrano, presidente do&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais da FecomercioSP&lt;/a&gt;; e Pedro Silveira e Douglas Dias, assessores da Entidade. Representando a Catalunha estiveram Josep Maria Buades Juan, diretor da ACCI&amp;Oacute; no Brasil, e Viviana Toletti.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reuni&amp;atilde;o, os participantes discutiram possibilidades de coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o destinadas ao fortalecimento das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais e institucionais entre empresas brasileiras e europeias, especialmente frente &amp;agrave;s oportunidades geradas&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/acordo-entre-mercosul-e-uniao-europeia-abre-mercado-e-cria-nova-rota-de-crescimento-para-empresas-brasileiras"&gt;pelo acordo entre Mercosul e Uni&amp;atilde;o Europeia (UE)&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com sede em Barcelona, a ACCI&amp;Oacute; &amp;eacute; a ag&amp;ecirc;ncia do governo da Catalunha respons&amp;aacute;vel por promover a competitividade empresarial, apoiar processos de internacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, atrair investimentos e fomentar a inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Na ocasi&amp;atilde;o, Juan destacou o papel da institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o no fortalecimento das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es econ&amp;ocirc;micas entre os dois mercados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Trabalhamos em tr&amp;ecirc;s grandes frentes: promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o comercial, atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de investimentos e inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Nosso objetivo &amp;eacute; apoiar empresas catal&amp;atilde;s interessadas no mercado brasileiro e, tamb&amp;eacute;m, ajudar empres&amp;aacute;rios brasileiros que desejem ampliar sua presen&amp;ccedil;a na Europa por meio da Catalunha&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo o diretor da ACCI&amp;Oacute;, o Brasil ocupa posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o estrat&amp;eacute;gica para a Catalunha tanto do ponto de vista comercial quanto dos investimentos. &amp;ldquo;Temos uma rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica consolidada e vemos um potencial importante para ampliar a coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre empresas brasileiras e catal&amp;atilde;s, principalmente em um momento em que novas oportunidades surgem&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/acordo-mercosuluniao-europeia-pode-corrigir-limitacoes-historicas-do-bloco-e-ampliar-competitividade-brasileira-diz-marcos-troyjo"&gt;a partir do acordo entre Mercosul e Uni&amp;atilde;o Europeia&lt;/a&gt;&amp;rdquo;, destacou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao apresentar a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o da FecomercioSP, Medrano ressaltou as iniciativas que v&amp;ecirc;m sendo desenvolvidas pela Entidade para ampliar a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas paulistas no com&amp;eacute;rcio exterior,&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.instagram.com/reels/DaD-jqDgP-m/"&gt;em especial Micro, Pequenas e M&amp;eacute;dias Empresas (MPMEs)&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre os projetos, ressalta-se o fortalecimento de uma rede de apoio entre entidades p&amp;uacute;blicas e privadas ligadas ao ecossistema de com&amp;eacute;rcio internacional. &amp;ldquo;O objetivo &amp;eacute; aproximar pequeno e m&amp;eacute;dio empres&amp;aacute;rios das oportunidades do com&amp;eacute;rcio exterior, reunindo em um mesmo ambiente os diferentes atores que podem oferecer orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, conhecimento e suporte para opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;, afirmou o presidente do conselho da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m esteve entre os temas debatidos. Os representantes da Catalunha apresentaram iniciativas relacionadas a parques tecnol&amp;oacute;gicos, startups, transfer&amp;ecirc;ncia de tecnologia e grandes eventos internacionais realizados em Barcelona, reconhecida como um dos principais hubs europeus de inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A agenda integra o esfor&amp;ccedil;o da FecomercioSP para ampliar conex&amp;otilde;es internacionais e criar novas oportunidades &amp;agrave;s empresas paulistas em um cen&amp;aacute;rio de crescentes integra&amp;ccedil;&amp;otilde;es econ&amp;ocirc;mica e comercial.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 30 Jun 2026 14:16:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Um terço dos paulistanos já faz apostas buscando aumentar a renda doméstica]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/um-terco-dos-paulistanos-ja-faz-apostas-buscando-aumentar-a-renda-domestica-1</link><description>&lt;![CDATA[Dados apontam que um quarto da população guardaria o dinheiro usado para apostar; há ainda um contingente de pessoas que já precisou buscar ajuda financeira]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Um terço (35%) dos paulistanos faz apostas em plataformas online com o plano de aumentar a renda doméstica de maneira rápida, segundo dados de um estudo da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;sobre esses hábitos. O número representa um salto de 10 pontos porcentuais (p.p.) em comparação à pesquisa realizada pela Entidade em 2024.&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/29b45e3e24eed30e903b866c3921c198cce48f58.pdf" target="_blank" class="fr-file" rel="noopener noreferrer"&gt;Veja a sondagem completa aqui!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por outro lado, caiu a proporção de pessoas que dizem apostar para investir, de 9%, em 2024, para 5%, em 2026. Quase 1 em cada 10 entrevistados (7%) diz estar viciado nos jogos [&lt;em&gt;gráfico 1&lt;/em&gt;].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GRÁFICO 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;O que te leva a apostar online&lt;em&gt;?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/fcf0ba79c41696bcd1136d0469d1338e1892313c.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na leitura da FecomercioSP, os resultados são mais desafiadores quando vistos a partir do recorte das classes sociais: entre pessoas cuja renda não ultrapassa dois salários mínimos (cerca de R$ 3 mil), 40% apostam para elevar o orçamento doméstico. Essa proporção cai para 30%, na faixa entre dois e cinco salários, e para 29%, entre as famílias que ganham entre cinco e dez salários.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O sinal é de que pessoas em situação de vulnerabilidade financeira têm recorrido cada vez mais a esse tipo de consumo de risco, como uma maneira de superar as condições difíceis do orçamento.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não é à toa, inclusive, que metade (50%) da população aposte com frequência — o mesmo número de dois anos atrás. Mas, entre as faixas de renda, as classes baixas e médias dizem se valer das plataformas com mais ênfase do que aquelas de rendimentos mais altos [&lt;em&gt;gráfico 2&lt;/em&gt;]. Isso acontece porque são essas faixas que mais demandam a expansão da própria renda.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GRÁFICO 2]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Com que frequência você faz apostas online?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/1ce5b27ed183952188020d2461450ae8b305c96f.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Menos poupança, mais risco&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse período, mudou também a destinação dos recursos usados para apostas caso as plataformas não existissem. Um quarto (26%) dos paulistanos diz, agora, que &lt;strong&gt;se não apostasse,&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;guardaria esse dinheiro.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Na pesquisa anterior, essa margem era de 19%. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os dados ainda apontam que parte significativa das pessoas usaria os recursos para consumos essenciais, como pagar as contas domésticas (14%) e comprar alimentos (13%). Nesse caso, as informações sugerem que as apostas disputam, agora, um espaço que antes estava ocupado pelo consumo tradicional das famílias — em atividades como o comércio, a alimentação e os serviços —, mas também à organização financeira dessas apostas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GRÁFICO 3]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Se você não gastasse esse dinheiro com apostas esportivas, como você o utilizaria?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/3b464ce7d1059f20cf2a948d477077a75c39e319.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre os recortes de gênero, vale observar como as mulheres dizem que usariam o dinheiro para comprar comida (18%) mais do que os homens (11%). Elas ainda pagariam mais as contas (18%, contra 13%). Já homens guardariam mais (28%) do que elas (18%).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ajuda para apostar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Embora a proporção seja pequena, a FecomercioSP considera importante notar o fato de &lt;strong&gt;12% dos paulistanos terem buscado algum tipo de ajuda financeira para seguir apostando&lt;/strong&gt;. Desses, 5% pediram dinheiro emprestado para amigos ou familiares, enquanto outros 4% ainda recorreram a empréstimos bancários. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sob a óptica socioeconômica, esse é um dos dados mais sensíveis da pesquisa, uma vez que revela que 1 em cada 10 paulistanos já teve problemas financeiros em apostar, e precisou recorrer a terceiros para regularizar a situação.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O tíquete médio, porém, segue baixo, reforçando a percepção de que, no Brasil, prevalece a lógica do “pequeno apostador”: metade dos entrevistados (54%) afirma não gastar mais do que R$ 50 por mês nas &lt;em&gt;bets&lt;/em&gt;, enquanto outros 16% gastam até R$ 100 e outros 12% investem até R$ 200 nas plataformas. São números parecidos aos de 2024 [gráfico 5], embora tenha crescido de forma significativa o número de quem gasta até R$ 100 com apostas.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GRÁFICO 4]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Você chegou a ficar com a renda comprometida para pagamento de outros compromissos do dia a dia por causa das apostas? O que fez para resolver?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/408ea50f4ba3303225fd647a2969be04b1383052.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GRÁFICO 5]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Qual é o valor médio mensal que você gasta com apostas online?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/457f8e6fca93b0bad5d3a56535cf178fcc85bae7.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A leitura da FecomercioSP é pessimista: os dados mostram o contexto de uma cidade (reflexo do País) afetada socioeconomicamente pelo fenômeno. Isso aconteceu muito por causa da exposição cada vez mais intensa das plataformas nas redes sociais, mas também pela expansão dos meios de pagamento instantâneos (96% dos entrevistados pagam os jogos com PIX) e pela explosão de novas plataformas facilmente acessíveis por meio dos smartphones&lt;em&gt;.&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isso ocorre, porém, em meio a um quadro econômico complexo, marcado por endividamento e juros altos. Só a &lt;strong&gt;Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;da Federação de abril mostrou, por exemplo, que 72,9% das famílias da cidade estavam endividadas, o maior nível em três anos. Em cada dez delas, duas (21%) estavam inadimplentes.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP segue pedindo às autoridades a implementação das políticas de regulamentação e fiscalização das apostas online (inclusive atenção às plataformas não autorizadas e ilegais)&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;que possam impactar dados como esses, além de ajudar a elaborar programas de orientação e proteção aos consumidores que, hoje, integram esse universo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Acesse a sondagem completa:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/29b45e3e24eed30e903b866c3921c198cce48f58.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;ECONOMIA CAPTURADA PELAS PLATAFORMAS ONLINE&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 26 Jun 2026 15:49:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Faturamento das plataformas de apostas online cresceu 27,3% em março em São Paulo]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/faturamento-das-plataformas-de-apostas-online-cresceu-27-3-em-marco-em-sao-paulo</link><description>&lt;![CDATA[Segmento apresentou segundo maior desempenho entre as atividades do setor de Serviços, analisadas pela FecomercioSP ]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O faturamento das plataformas de apostas online cresceu 27,3% em março, em São Paulo, na comparação com o mesmo período do ano passado. De acordo com a &lt;strong&gt;Pesquisa Conjuntural do Setor de Serviços (PCSS), da&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, no terceiro mês do ano, a receita bruta do segmento atingiu R$ 1,7 bilhão, superando o registrado em março do ano passado, quando a atividade somou R$ 1,4 bilhão. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Faturamento real do Setor de Serviços — março de 2026&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/2bacf205f498918befcdcd372d708ddc3f55e54c.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em 2026, o grupo já acumula alta de 23,1%, mantendo-se entre as atividades de maior expansão dentro do setor. Segundo a FecomercioSP, o avanço do segmento tem sido influenciado pela digitalização do consumo, pela consolidação do PIX como principal infraestrutura de pagamentos instantâneos e pela elevada recorrência no uso das plataformas em dispositivos móveis. Por se tratar de uma atividade com forte capacidade de captura de renda e elevada escalabilidade, os serviços de aposta têm crescido mesmo em um ambiente macroeconômico desafiador.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Prova disso é a expansão da atividade em um contexto de desaceleração do consumo e mais restrição financeira entre as famílias, somadas aos juros elevados, ao crédito mais seletivo, à inadimplência e ao comprometimento da renda. Parte do dinheiro disponível das famílias está sendo direcionado a plataformas de apostas, muitas vezes com a expectativa de complementação de receita ou obtenção de ganhos rápidos. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/um-terco-dos-paulistanos-ja-faz-apostas-buscando-aumentar-a-renda-domestica?%2Fnoticia%2Fum-terco-dos-paulistanos-ja-faz-apostas-buscando-aumentar-a-renda-domestica="&gt;De acordo com sondagem recente realizada pela FecomercioSP, um terço (35%) dos paulistanos faz apostas em plataformas online com o objetivo de aumentar a renda doméstica&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse comportamento acaba produzindo efeitos sobre os segmentos dependentes do consumo discricionário, especialmente varejo, lazer, alimentação fora de casa, turismo e serviços pessoais, alterando gradualmente a dinâmica do consumo urbano. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na avaliação da FecomercioSP, que acompanha o tema desde a regulamentação das plataformas no Brasil, é necessário um fortalecimento do debate sobre publicidade, proteção dos consumidores e preservação dos equilíbrios econômico e social, levando em conta, inclusive, o combate às plataformas clandestinas e as internacionais não autorizadas a operar no País.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Setor de Serviços cresce, mas de forma heterogênea&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em março, o faturamento real dos Serviços na capital paulista atingiu R$ 89,5 bilhões, apontando crescimentos de 12,1%, em relação ao mesmo mês de 2025, e de 10,1%, na comparação com fevereiro. Em valores absolutos, são R$ 9,7 bilhões adicionais. O que explica esse crescimento, em parte, é o carnaval — que, no ano passado, ocorreu em março —, reduzindo o número de dias úteis e impactando diversas atividades empresariais na ocasião. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como neste ano a festa aconteceu em fevereiro, a FecomercioSP avalia que houve uma ampliação da base operacional no período, contribuindo para um crescimento mais intenso em diversos segmentos. No acumulado do ano, o faturamento registra expansão de 11,4%, enquanto em 12 meses, houve um avanço de 12,1%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Embora o setor demonstre uma trajetória positiva, esse crescimento não tem ocorrido da mesma forma em todos os segmentos. O avanço está concentrado em atividades relacionadas a digitalização, intermediação, tecnologia, comunicação, saúde e serviços corporativos. Esses grupos, tradicionalmente, apresentam mais resiliência em ambientes de crédito restritivo e menor dinamismo do consumo das famílias.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Construção civil avança 13,4% no comparativo interanual&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além das apostas virtuais, as principais altas na comparação interanual foram registradas nos serviços de agenciamento, corretagem e intermediação (28,3%), mercadologia e comunicação (20,8%), serviços técnico-científicos (17,2%), serviços de saúde (15,6%), outros serviços (14,2%) e construção civil (13,4%).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Este último chama a atenção pela alta acumulada no ano, de 28%. Para a Entidade, os investimentos em infraestrutura urbana, mobilidade e saneamento e a continuidade de projetos contratados anteriormente estão sustentando a atividade, ainda que também haja uma influência da base de comparação mais favorável em comparação com o ano passado.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Turismo perde dinamismo em março&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O segmento de turismo, hospedagem, eventos e assemelhados (-28,6%) e serviços de representação (-10,9%), por sua vez, apresentaram quedas, refletindo, no caso do turismo, um ambiente de consumo mais cauteloso e a própria influência da realização do Carnaval em março de 2025. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O setor acumula quedas de 17,4%, no ano, e de 2,5%, em 12 meses, sugerindo uma perda de dinamismo recente, principalmente em atividades mais dependentes da renda familiar disponível e do fluxo corporativo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já a cautela das empresas diante do elevado custo do crédito e das incertezas que ainda cercam o ambiente de negócios ajuda a explicar o mau desempenho dos serviços de representação.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ambiente econômico exige adaptação dos negócios&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para a FecomercioSP, os resultados de março confirmam a continuidade da expansão do setor, ainda que de forma seletiva e concentrada em atividades específicas. Nesse contexto, a competitividade dos Serviços dependerá não apenas da expansão da demanda, mas da capacidade das empresas de operar com eficiência, utilizar inteligência de mercado, fortalecer canais digitais e adaptar-se rapidamente às mudanças estruturais no comportamento do consumidor.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 26 Jun 2026 15:27:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Serviços criam 20,3 mil novas vagas em abril, mas Varejo fecha 5,7 mil postos no mês ]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/servicos-criam-20-3-mil-novas-vagas-em-abril-mas-varejo-fecha-5-7-mil-postos-no-mes</link><description>&lt;![CDATA[Logística e saúde sustentam as contratações, enquanto o comércio segue pressionado pelo consumo mais fraco]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O setor de Serviços paulista criou mais de 20,3 mil novas vagas formais em abril, o quarto resultado positivo consecutivo no ano [gráfico 1], segundo dados da Pesquisa de Emprego no Estado de São Paulo (PESP),realizada pela &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No total, entre janeiro e abril, o setor já gerou 147.999 vagas no Estado, enquanto o Varejo, ao contrário, encerrou esse período com o fechamento de 18.933 postos.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GRÁFICO 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Variação na geração de empregos no setor de Serviços no Estado de São Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: Caged/FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/c2f481172be3e92af31699e4b970e21c2a938120.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre as atividades que mais cresceram, destacam-se os segmentos de transporte, armazenagem e correio, com saldo positivo de 8.651 postos — entre contratações e demissões —, e o de saúde humana e serviços sociais, que gerou 5.187 novas vagas&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;[tabela 1].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Variação na geração de empregos no setor de Serviços no Estado de São Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Por atividade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: Caged/FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/42ac34664ea9909d6d9f5138fe64aae54d9deb55.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O desempenho reflete, segundo a FecomercioSP, a força das atividades ligadas à logística e aos serviços essenciais, que continuam sustentando a geração de empregos mesmo em um ambiente econômico marcado por condições de crédito mais restritivas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Comércio paulista em queda&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na contramão dos Serviços, o Comércio paulista encerrou o mês de abril com um saldo negativo de 5.765 postos celetistas [tabela 2]. No acumulado do ano, esse número já chega a 13.466 vagas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O resultado foi influenciado pelo Varejo, que fechou 5.721 vagas em abril e, com isso, já acumula uma perda de 18.933 empregos.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 2]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Variação na geração de empregos no Comércio no Estado de São Paulo&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Por atividade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: Caged/FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/91b5cd115f84abdd213760a5e4b2ade80c33b263.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A comparação com abril de 2025 aponta uma desaceleração no setor: no mesmo mês do ano passado, o Comércio paulista havia criado quase 12 mil vagas. Em abril deste ano, porém, o saldo foi negativo em 5,7 mil postos.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GRÁFICO 2]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Variação na geração de empregos no Comércio no Estado de São Paulo&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: Caged/FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/6c3391c6fcbe297b38fe7d58d157236cae93944c.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O cenário reflete os efeitos do crédito mais caro sobre o consumo familiar, especialmente nos segmentos mais dependentes de financiamento e parcelamento das compras. Com os juros elevados, os consumidores gastam menos, o que afeta diretamente o Varejo, um dos setores mais sensíveis às oscilações do consumo, com reflexos na geração de empregos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Capital acompanha tendência estadual&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na Cidade de São Paulo, por sua vez, o comportamento dos setores foi semelhante ao do Estado. O Comércio paulistano fechou abril com saldo negativo de 1.894 vagas — e já acumula perda de pouco mais de 5 mil postos neste ano [tabela 3]. O Varejo respondeu pela maior parte desse resultado, com fechamento de 6,1 mil empregos entre janeiro e abril.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esses números apontam a mesma pressão do crédito caro sobre o consumo observada no restante do Estado.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 3]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Variação na geração de empregos no Comércio na Cidade de São Paulo&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Por atividade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: Caged / FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/f381ed64561095c5b81d7c2682bed5b0856fd824.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já o setor de Serviços manteve desempenho positivo na capital pelo quarto mês consecutivo. Em abril, foram criados quase 2 mil empregos formais, elevando para 42.051 o saldo acumulado no ano. Os segmentos que registraram mais crescimento do mês ficaram por conta das atividades de saúde humana e serviços sociais, com 1.787 vagas, e alojamento e alimentação, com 842 postos. [tabela 4].&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 4]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Variação na geração de empregos no Setor de Serviços na Cidade de São Paulo&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Por atividade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: Caged/FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/55c0dce568cfcc5a3f1cd5f4a7e26c8400ac12d7.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O desempenho do mercado de trabalho paulista continuará condicionado à evolução do crédito e da atividade econômica ao longo do segundo semestre. Enquanto os Serviços tendem a manter crescimento mais consistente, o Comércio ainda depende de uma recuperação mais sólida do consumo para retomar o ritmo de contratações observado nos anos anteriores.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 26 Jun 2026 10:25:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Acordo Mercosul–União Europeia pode corrigir limitações históricas do bloco sul-americano]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/acordo-mercosuluniao-europeia-pode-corrigir-limitacoes-historicas-do-bloco-e-ampliar-competitividade-brasileira-diz-marcos-troyjo</link><description>&lt;![CDATA[Marcos Troyjo destaca os desafios estruturais do Mercosul, as novas exigências regulatórias e a necessidade de preparar as MPMEs para o mercado internacional]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O acordo entre Mercosul e Uni&amp;atilde;o Europeia (UE) representa uma oportunidade hist&amp;oacute;rica para corrigir limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es estruturais do bloco sul-americano e ampliar a competitividade do Brasil no com&amp;eacute;rcio internacional. &amp;nbsp;A avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; de Marcos Troyjo, economista, cientista pol&amp;iacute;tico, diplomata, ex-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) e consultor de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, durante &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/acordo-entre-mercosul-e-uniao-europeia-abre-mercado-e-cria-nova-rota-de-crescimento-para-empresas-brasileiras"&gt;o semin&amp;aacute;rio &lt;strong&gt;Mercosul&amp;ndash;Uni&amp;atilde;o Europeia: Caminhos para Competitividade Internacional&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, promovido pela Entidade em parceria com o &lt;a href="https://sindaspcg.org.br/"&gt;Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de S&amp;atilde;o Paulo (Sindasp)&lt;/a&gt; e o &lt;a href="https://sebrae.com.br/"&gt;Sebrae-SP&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na ocasi&amp;atilde;o, Troyjo contextualizou o acordo dentro de um cen&amp;aacute;rio global marcado pela reorganiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das cadeias produtivas, pelo aumento das tens&amp;otilde;es comerciais entre grandes pot&amp;ecirc;ncias e pela busca de novos parceiros estrat&amp;eacute;gicos. Nesse ambiente, segundo ele, a entrada em vigor do tratado, em 1&amp;ordm; de maio deste ano, ganha relev&amp;acirc;ncia por conectar dois blocos que, juntos, formam a segunda maior economia do planeta e ampliam substancialmente o alcance comercial e pol&amp;iacute;tico de suas empresas no cen&amp;aacute;rio internacional.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Mercosul e UE formam, hoje, uma economia superior &amp;agrave; dos Estados Unidos e cerca de 30% maior que a da China. Dos pontos de vista geopol&amp;iacute;tico e econ&amp;ocirc;mico, trata-se de um movimento de enorme relev&amp;acirc;ncia&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O economista resgatou o hist&amp;oacute;rico das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre os blocos e enfatizou que o acordo representa uma oportunidade concreta de ampliar a inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o internacional das empresas brasileiras, reduzir barreiras comerciais e ampliar o acesso a insumos, tecnologia e novos mercados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao comparar os dois blocos, Troyjo afirmou que a UE construiu ao longo de d&amp;eacute;cadas um processo consistente de integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica, enquanto o Mercosul avan&amp;ccedil;ou de forma t&amp;iacute;mida e incompleta. Ele ainda ressaltou que o bloco sul-americano n&amp;atilde;o consolidou plenamente uma &amp;aacute;rea de livre-com&amp;eacute;rcio e acabou criando mecanismos, como a Tarifa Externa Comum (TEC), que limitaram a sua capacidade de ampliar acordos com outras regi&amp;otilde;es do mundo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Fizemos algumas coisas que, talvez, tenham congestionado nossa integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Criamos mercados cativos entre Brasil e Argentina, mas isso n&amp;atilde;o nos permitiu uma grande inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o internacional&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do economista, &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/o-acordo-uemercosul-virou-realidade-e-agora"&gt;o acordo com o bloco europeu representa justamente uma oportunidade&lt;/a&gt; de corrigir parte dessas limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es hist&amp;oacute;ricas e ampliar a competitividade externa das empresas brasileiras.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Troyjo acredita que o Brasil ainda carrega uma limita&amp;ccedil;&amp;atilde;o hist&amp;oacute;rica em &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/marco-legal-do-comercio-exterior-demanda-mais-simplificacao-proporcionalidade-e-seguranca-juridica"&gt;sua rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o com&amp;eacute;rcio exterior&lt;/a&gt;. Diferentemente de pa&amp;iacute;ses que adotaram o com&amp;eacute;rcio internacional como eixo estruturante de desenvolvimento &amp;mdash; como Alemanha, Jap&amp;atilde;o, Chile, Espanha e China &amp;mdash;, o Pa&amp;iacute;s ainda opera com baixa participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es no Produto Interno Bruto (PIB). &amp;ldquo;Os pa&amp;iacute;ses que cresceram porque exportaram tiveram uma trajet&amp;oacute;ria mais consistente de desenvolvimento. O Brasil ainda precisa estimular e consolidar essa cultura&amp;rdquo;, disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O especialista tamb&amp;eacute;m explicou que o acordo Mercosul&amp;ndash;UE n&amp;atilde;o pode se transformar em um mecanismo restrito &amp;agrave;s grandes corpora&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Para ele, o principal desafio est&amp;aacute; em criar condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para que Micro, Pequenas e M&amp;eacute;dias empresas (MPMEs), por serem maioria no Pa&amp;iacute;s, tamb&amp;eacute;m consigam acessar os benef&amp;iacute;cios da integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para isso, &amp;eacute; preciso a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cinco pilares fundamentais: intelig&amp;ecirc;ncia de mercado, forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de coaliz&amp;otilde;es empresariais, acesso a cr&amp;eacute;dito, amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da capacidade de inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e fortalecimento institucional por meio de entidades do setor produtivo, como federa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e sindicatos empresariais. &amp;ldquo;Precisamos evitar que esse acordo se transforme em um processo de exclus&amp;atilde;o empresarial. MPMEs precisam ser preparadas para jogar esse jogo&amp;rdquo;, alertou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conformidade e harmoniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o aduaneira&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m da vis&amp;atilde;o estrat&amp;eacute;gica sobre os impactos do acordo, o semin&amp;aacute;rio reuniu representantes da Receita Federal para debater conformidade aduaneira, regras de origem e seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica na implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tratado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A auditora-fiscal Amanda Scarlatelli salientou que o acordo n&amp;atilde;o representa apenas uma agenda de facilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o comercial, mas tamb&amp;eacute;m uma mudan&amp;ccedil;a estrutural na forma de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com maior foco em controle posterior, rastreabilidade e conformidade documental. &amp;ldquo;O foco deixa de estar somente na fronteira e passa para um modelo de controle posterior, baseado em rastreabilidade, gest&amp;atilde;o de risco e conformidade&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/74a5d2a3bfef53fb320f7ecf9c7fe569ecabbf1d.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;A auditora-fiscal Amanda Scarlatelli&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Amanda, um dos pontos centrais desse novo modelo &amp;eacute; a amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da autocertifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de origem, mecanismo que transfere ao exportador a responsabilidade de declarar a origem preferencial das mercadorias para acesso aos benef&amp;iacute;cios tarif&amp;aacute;rios previstos no acordo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante o painel, Rubens Medrano, presidente do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais da FecomercioSP&lt;/a&gt;, e vice-presidente da Entidade, chamou a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a necessidade de avan&amp;ccedil;ar na harmoniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos sistemas aduaneiros entre os pa&amp;iacute;ses do Mercosul, como forma de fortalecer o com&amp;eacute;rcio intrabloco e reduzir barreiras operacionais para as empresas brasileiras.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[veja_tambem]&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em resposta, Amanda reconheceu que a aus&amp;ecirc;ncia de regras plenamente uniformes ainda representa um obst&amp;aacute;culo para a competitividade regional. Embora existam sistemas de troca de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre os pa&amp;iacute;ses do bloco, a falta de internaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o completa de um c&amp;oacute;digo aduaneiro comum ainda gera inseguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica e diferentes interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre procedimentos e san&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Receita Federal, o pr&amp;oacute;prio acordo com a UE pode funcionar como catalisador para acelerar esse processo de harmoniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ampliar o di&amp;aacute;logo com o setor produtivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto abordado foi a import&amp;acirc;ncia da rastreabilidade ao longo da cadeia log&amp;iacute;stica, especialmente em setores sujeitos a exig&amp;ecirc;ncias ambientais, sanit&amp;aacute;rias e de sustentabilidade, temas cada vez mais importantes nas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais com o bloco europeu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/0856c69f02e9e4d8007a9d0eb3f4d9080450cabb.jpg" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Rubens Medrano, presidente do Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais da FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Dia a dia dos operadores&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O semin&amp;aacute;rio tamb&amp;eacute;m contou com um painel para refor&amp;ccedil;ar o papel estrat&amp;eacute;gico dos despachantes aduaneiros na implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;aacute;tica do acordo, destacando a import&amp;acirc;ncia da orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;eacute;cnica para garantir seguran&amp;ccedil;a operacional, correta classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mercadorias, rastreabilidade documental e adequada utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos benef&amp;iacute;cios tarif&amp;aacute;rios, com apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o realizada por Marcelo de Castro Ferreira, diretor secret&amp;aacute;rio adjunto do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros do Estado de S&amp;atilde;o Paulo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao encerrar o evento, Medrano refor&amp;ccedil;ou que a entrada em vigor do acordo representa uma oportunidade importante para ampliar a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de MPMEs brasileiras no com&amp;eacute;rcio internacional, segmento que historicamente enfrentou barreiras para acessar mercados externos. Segundo ele, muitas vezes, a falta de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, apoio t&amp;eacute;cnico e seguran&amp;ccedil;a operacional afastou empres&amp;aacute;rios de menor porte desse processo ou at&amp;eacute; comprometeu a sustentabilidade de seus neg&amp;oacute;cios diante de experi&amp;ecirc;ncias malsucedidas no exterior.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Hoje, plantamos uma pequena semente. O mercado internacional sempre foi um tabu para a pequena e m&amp;eacute;dia empresa. Muitas vezes, o empres&amp;aacute;rio n&amp;atilde;o sabia como fazer, n&amp;atilde;o tinha apoio e acabava sofrendo riscos que poderiam comprometer o pr&amp;oacute;prio neg&amp;oacute;cio&amp;rdquo;, concluiu.&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;Para acessar as apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es realizadas pelos palestrantes durante o evento, &lt;a href="https://drive.google.com/drive/folders/1clujBx5lLUxNa14X6B4iP3M5xcQ5jKe-" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 25 Jun 2026 16:21:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item></channel></rss>
