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<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[Internacional - Economia - FecomercioSP]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticias/economia/internacional</link><description>&lt;![CDATA[Notícias relacionadas à área de atuação da Fecomercio Internacional.]]</description><lastBuildDate>Mon, 13 Jul 2026 07:03:52 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[Internacional - Economia - FecomercioSP]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticias/economia/internacional</link><url>https://fecomercio.com.br/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><category>&lt;![CDATA[Economia]]</category><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP recebe representantes da Marinha do Brasil em visita institucional]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-recebe-representantes-da-marinha-do-brasil-em-visita-institucional</link><description>&lt;![CDATA[Delegação apresenta projetos culturais e discute formas de fortalecer a memória marítima brasileira junto à sociedade]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O vice-presidente da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; e&amp;nbsp;presidente do&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Relações Internacionais&lt;/a&gt; da Entidade,&amp;nbsp;Rubens Medrano,&amp;nbsp;recebeu, em visita institucional, representantes do Comando do 8º Distrito Naval e da Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O encontro teve como objetivo debater projetos de divulgação institucional e promocional de eventos históricos vinculados à Marinha, com foco no fortalecimento da memória nacional e na aproximação entre a instituição e a sociedade civil.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reunião, o vice-almirante e diretor do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM), Gilberto Santos Kerr, apresentou o trabalho desenvolvido pela diretoria que comanda, voltado para a preservação do patrimônio histórico naval e o fomento da chamada mentalidade marítima na sociedade brasileira — conceito que busca aproximar a população das importâncias econômica e estratégica do mar para o País.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além disso, foram discutidos projetos culturais financiados por meio de leis de incentivo fiscal, como iniciativas educacionais destinadas a estudantes da rede pública, ações de acessibilidade em espaços históricos da Marinha e o programa Museu Marítimo do Brasil.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pela Marinha, também participaram o capitão de Mar e Guerra, José Maria Sobrinho, assessor de Relações Institucionais do Comando do 8º Distrito Naval; e o&amp;nbsp;contra-almirante João Arthur do Carmo Hildebrandt, assessor de Gestão Estratégica. Pela FecomercioSP, participaram os assessores&amp;nbsp;Natália Tafarello e Douglas Dias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Federação reafirma o seu compromisso de fortalecer o diálogo com instituições públicas e contribuir para iniciativas que valorizem a cultura, a memória histórica e a aproximação do Poder Público e a sociedade.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 02 Jul 2026 16:45:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Acordo Mercosul–UE demanda estratégia nacional de internacionalização das PMEs]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/acordo-mercosulue-demanda-estrategia-nacional-de-internacionalizacao-das-pmes</link><description>&lt;![CDATA[Evento reúne governo, empresários e entidades para discutir ampliação das importações e exportações nacionais e mais inserção de pequenos negócios no comércio exterior]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; esteve presente no Conexões Produtivas: Oportunidades para a Indústria no Acordo Mercosul–União Europeia, evento promovido pela&amp;nbsp;&lt;a href="https://apexbrasil.com.br/"&gt;Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil)&lt;/a&gt;, em parceria com o&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.gov.br/mdic/pt-br"&gt;Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC)&lt;/a&gt; e a&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.abdi.com.br/"&gt;Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI)&lt;/a&gt;, para debater os principais entraves do novo tratado comercial e as oportunidades abertas aos negócios brasileiors, especialmente as Pequenas e Médias Empresas (PMEs).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No encontro, representaram a Entidade&amp;nbsp;Rubens Medrano, presidente do&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Relações Internacionais da FecomercioSP&lt;/a&gt; e vice-presidente da Entidade, e&amp;nbsp;Fernando Sousa, André Sacconato e Douglas Dias, assessores da Federação, como parte de uma estratégia para fortalecer a internacionalização de empresas e ampliar a participação de negócios de pequeno e médio portes no comércio exterior.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo a ApexBrasil, com entrada em vigor em 1º de maio, o acordo prevê tarifa zero imediata para cerca de 5 mil produtos brasileiros e pode ampliar em até US$ 1 bilhão as exportações nacionais para a União Europeia (UE) nos próximos 12 meses, considerando 543 oportunidades comerciais já mapeadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O evento também contou com a participação de autoridades do Poder Público, como o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin; o ministro do MDIC, Márcio Elias Rosa; e o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, além de representantes do setor produtivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante o encontro, Müller destacou que o tratado, que envolve cerca de 9,5 mil produtos, representa uma oportunidade concreta para diversificar mercados e ampliar a competitividade nacional. Hoje, a UE responde por 14% das exportações brasileiras e movimenta um mercado estimado em US$ 3 trilhões por ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Alckmin ressaltou a importância de mais inserção das PMEs no comércio exterior, citando a Itália como referência em participação de pequenos negócios nas exportações e defendendo mecanismos de estímulo para ampliar esse movimento no Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para a FecomercioSP, ampliar a presença das PMEs no mercado internacional é uma agenda estratégica para diversificar mercados, fortalecer a competitividade, estimular inovação e incentivar a geração de emprego e renda no País.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 01 Jul 2026 17:50:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP e representantes da Catalunha discutem oportunidades para ampliar negócios entre Brasil e Europa]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-e-representantes-da-catalunha-discutem-oportunidades-para-ampliar-negocios-entre-brasil-e-europa</link><description>&lt;![CDATA[Encontro abordou comércio exterior, atração de investimentos, inovação e possíveis iniciativas conjuntas voltadas para as empresas paulistas]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;As oportunidades geradas pela crescente aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica entre Brasil e Europa foram tema de reuni&amp;atilde;o realizada na&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; com representantes da Catalunha, regi&amp;atilde;o respons&amp;aacute;vel por cerca de 20% do Produto Interno Bruto (PIB) da Espanha e um dos principais polos europeus de inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com&amp;eacute;rcio exterior e atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de investimentos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Participaram do encontro Rubens Medrano, presidente do&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais da FecomercioSP&lt;/a&gt;; e Pedro Silveira e Douglas Dias, assessores da Entidade. Representando a Catalunha estiveram Josep Maria Buades Juan, diretor da ACCI&amp;Oacute; no Brasil, e Viviana Toletti.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reuni&amp;atilde;o, os participantes discutiram possibilidades de coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o destinadas ao fortalecimento das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais e institucionais entre empresas brasileiras e europeias, especialmente frente &amp;agrave;s oportunidades geradas&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/acordo-entre-mercosul-e-uniao-europeia-abre-mercado-e-cria-nova-rota-de-crescimento-para-empresas-brasileiras"&gt;pelo acordo entre Mercosul e Uni&amp;atilde;o Europeia (UE)&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com sede em Barcelona, a ACCI&amp;Oacute; &amp;eacute; a ag&amp;ecirc;ncia do governo da Catalunha respons&amp;aacute;vel por promover a competitividade empresarial, apoiar processos de internacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, atrair investimentos e fomentar a inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Na ocasi&amp;atilde;o, Juan destacou o papel da institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o no fortalecimento das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es econ&amp;ocirc;micas entre os dois mercados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Trabalhamos em tr&amp;ecirc;s grandes frentes: promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o comercial, atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de investimentos e inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Nosso objetivo &amp;eacute; apoiar empresas catal&amp;atilde;s interessadas no mercado brasileiro e, tamb&amp;eacute;m, ajudar empres&amp;aacute;rios brasileiros que desejem ampliar sua presen&amp;ccedil;a na Europa por meio da Catalunha&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo o diretor da ACCI&amp;Oacute;, o Brasil ocupa posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o estrat&amp;eacute;gica para a Catalunha tanto do ponto de vista comercial quanto dos investimentos. &amp;ldquo;Temos uma rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica consolidada e vemos um potencial importante para ampliar a coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre empresas brasileiras e catal&amp;atilde;s, principalmente em um momento em que novas oportunidades surgem&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/acordo-mercosuluniao-europeia-pode-corrigir-limitacoes-historicas-do-bloco-e-ampliar-competitividade-brasileira-diz-marcos-troyjo"&gt;a partir do acordo entre Mercosul e Uni&amp;atilde;o Europeia&lt;/a&gt;&amp;rdquo;, destacou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao apresentar a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o da FecomercioSP, Medrano ressaltou as iniciativas que v&amp;ecirc;m sendo desenvolvidas pela Entidade para ampliar a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas paulistas no com&amp;eacute;rcio exterior,&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.instagram.com/reels/DaD-jqDgP-m/"&gt;em especial Micro, Pequenas e M&amp;eacute;dias Empresas (MPMEs)&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre os projetos, ressalta-se o fortalecimento de uma rede de apoio entre entidades p&amp;uacute;blicas e privadas ligadas ao ecossistema de com&amp;eacute;rcio internacional. &amp;ldquo;O objetivo &amp;eacute; aproximar pequeno e m&amp;eacute;dio empres&amp;aacute;rios das oportunidades do com&amp;eacute;rcio exterior, reunindo em um mesmo ambiente os diferentes atores que podem oferecer orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, conhecimento e suporte para opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;, afirmou o presidente do conselho da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m esteve entre os temas debatidos. Os representantes da Catalunha apresentaram iniciativas relacionadas a parques tecnol&amp;oacute;gicos, startups, transfer&amp;ecirc;ncia de tecnologia e grandes eventos internacionais realizados em Barcelona, reconhecida como um dos principais hubs europeus de inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A agenda integra o esfor&amp;ccedil;o da FecomercioSP para ampliar conex&amp;otilde;es internacionais e criar novas oportunidades &amp;agrave;s empresas paulistas em um cen&amp;aacute;rio de crescentes integra&amp;ccedil;&amp;otilde;es econ&amp;ocirc;mica e comercial.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 30 Jun 2026 14:16:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Acordo Mercosul–União Europeia pode corrigir limitações históricas do bloco sul-americano]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/acordo-mercosuluniao-europeia-pode-corrigir-limitacoes-historicas-do-bloco-e-ampliar-competitividade-brasileira-diz-marcos-troyjo</link><description>&lt;![CDATA[Marcos Troyjo destaca os desafios estruturais do Mercosul, as novas exigências regulatórias e a necessidade de preparar as MPMEs para o mercado internacional]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O acordo entre Mercosul e Uni&amp;atilde;o Europeia (UE) representa uma oportunidade hist&amp;oacute;rica para corrigir limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es estruturais do bloco sul-americano e ampliar a competitividade do Brasil no com&amp;eacute;rcio internacional. &amp;nbsp;A avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; de Marcos Troyjo, economista, cientista pol&amp;iacute;tico, diplomata, ex-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) e consultor de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, durante &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/acordo-entre-mercosul-e-uniao-europeia-abre-mercado-e-cria-nova-rota-de-crescimento-para-empresas-brasileiras"&gt;o semin&amp;aacute;rio &lt;strong&gt;Mercosul&amp;ndash;Uni&amp;atilde;o Europeia: Caminhos para Competitividade Internacional&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, promovido pela Entidade em parceria com o &lt;a href="https://sindaspcg.org.br/"&gt;Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de S&amp;atilde;o Paulo (Sindasp)&lt;/a&gt; e o &lt;a href="https://sebrae.com.br/"&gt;Sebrae-SP&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na ocasi&amp;atilde;o, Troyjo contextualizou o acordo dentro de um cen&amp;aacute;rio global marcado pela reorganiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das cadeias produtivas, pelo aumento das tens&amp;otilde;es comerciais entre grandes pot&amp;ecirc;ncias e pela busca de novos parceiros estrat&amp;eacute;gicos. Nesse ambiente, segundo ele, a entrada em vigor do tratado, em 1&amp;ordm; de maio deste ano, ganha relev&amp;acirc;ncia por conectar dois blocos que, juntos, formam a segunda maior economia do planeta e ampliam substancialmente o alcance comercial e pol&amp;iacute;tico de suas empresas no cen&amp;aacute;rio internacional.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Mercosul e UE formam, hoje, uma economia superior &amp;agrave; dos Estados Unidos e cerca de 30% maior que a da China. Dos pontos de vista geopol&amp;iacute;tico e econ&amp;ocirc;mico, trata-se de um movimento de enorme relev&amp;acirc;ncia&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O economista resgatou o hist&amp;oacute;rico das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre os blocos e enfatizou que o acordo representa uma oportunidade concreta de ampliar a inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o internacional das empresas brasileiras, reduzir barreiras comerciais e ampliar o acesso a insumos, tecnologia e novos mercados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao comparar os dois blocos, Troyjo afirmou que a UE construiu ao longo de d&amp;eacute;cadas um processo consistente de integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica, enquanto o Mercosul avan&amp;ccedil;ou de forma t&amp;iacute;mida e incompleta. Ele ainda ressaltou que o bloco sul-americano n&amp;atilde;o consolidou plenamente uma &amp;aacute;rea de livre-com&amp;eacute;rcio e acabou criando mecanismos, como a Tarifa Externa Comum (TEC), que limitaram a sua capacidade de ampliar acordos com outras regi&amp;otilde;es do mundo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Fizemos algumas coisas que, talvez, tenham congestionado nossa integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Criamos mercados cativos entre Brasil e Argentina, mas isso n&amp;atilde;o nos permitiu uma grande inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o internacional&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do economista, &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/o-acordo-uemercosul-virou-realidade-e-agora"&gt;o acordo com o bloco europeu representa justamente uma oportunidade&lt;/a&gt; de corrigir parte dessas limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es hist&amp;oacute;ricas e ampliar a competitividade externa das empresas brasileiras.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Troyjo acredita que o Brasil ainda carrega uma limita&amp;ccedil;&amp;atilde;o hist&amp;oacute;rica em &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/marco-legal-do-comercio-exterior-demanda-mais-simplificacao-proporcionalidade-e-seguranca-juridica"&gt;sua rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o com&amp;eacute;rcio exterior&lt;/a&gt;. Diferentemente de pa&amp;iacute;ses que adotaram o com&amp;eacute;rcio internacional como eixo estruturante de desenvolvimento &amp;mdash; como Alemanha, Jap&amp;atilde;o, Chile, Espanha e China &amp;mdash;, o Pa&amp;iacute;s ainda opera com baixa participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es no Produto Interno Bruto (PIB). &amp;ldquo;Os pa&amp;iacute;ses que cresceram porque exportaram tiveram uma trajet&amp;oacute;ria mais consistente de desenvolvimento. O Brasil ainda precisa estimular e consolidar essa cultura&amp;rdquo;, disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O especialista tamb&amp;eacute;m explicou que o acordo Mercosul&amp;ndash;UE n&amp;atilde;o pode se transformar em um mecanismo restrito &amp;agrave;s grandes corpora&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Para ele, o principal desafio est&amp;aacute; em criar condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para que Micro, Pequenas e M&amp;eacute;dias empresas (MPMEs), por serem maioria no Pa&amp;iacute;s, tamb&amp;eacute;m consigam acessar os benef&amp;iacute;cios da integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para isso, &amp;eacute; preciso a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cinco pilares fundamentais: intelig&amp;ecirc;ncia de mercado, forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de coaliz&amp;otilde;es empresariais, acesso a cr&amp;eacute;dito, amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da capacidade de inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e fortalecimento institucional por meio de entidades do setor produtivo, como federa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e sindicatos empresariais. &amp;ldquo;Precisamos evitar que esse acordo se transforme em um processo de exclus&amp;atilde;o empresarial. MPMEs precisam ser preparadas para jogar esse jogo&amp;rdquo;, alertou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conformidade e harmoniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o aduaneira&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m da vis&amp;atilde;o estrat&amp;eacute;gica sobre os impactos do acordo, o semin&amp;aacute;rio reuniu representantes da Receita Federal para debater conformidade aduaneira, regras de origem e seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica na implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tratado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A auditora-fiscal Amanda Scarlatelli salientou que o acordo n&amp;atilde;o representa apenas uma agenda de facilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o comercial, mas tamb&amp;eacute;m uma mudan&amp;ccedil;a estrutural na forma de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com maior foco em controle posterior, rastreabilidade e conformidade documental. &amp;ldquo;O foco deixa de estar somente na fronteira e passa para um modelo de controle posterior, baseado em rastreabilidade, gest&amp;atilde;o de risco e conformidade&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/74a5d2a3bfef53fb320f7ecf9c7fe569ecabbf1d.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;A auditora-fiscal Amanda Scarlatelli&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Amanda, um dos pontos centrais desse novo modelo &amp;eacute; a amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da autocertifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de origem, mecanismo que transfere ao exportador a responsabilidade de declarar a origem preferencial das mercadorias para acesso aos benef&amp;iacute;cios tarif&amp;aacute;rios previstos no acordo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante o painel, Rubens Medrano, presidente do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais da FecomercioSP&lt;/a&gt;, e vice-presidente da Entidade, chamou a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a necessidade de avan&amp;ccedil;ar na harmoniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos sistemas aduaneiros entre os pa&amp;iacute;ses do Mercosul, como forma de fortalecer o com&amp;eacute;rcio intrabloco e reduzir barreiras operacionais para as empresas brasileiras.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[veja_tambem]&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em resposta, Amanda reconheceu que a aus&amp;ecirc;ncia de regras plenamente uniformes ainda representa um obst&amp;aacute;culo para a competitividade regional. Embora existam sistemas de troca de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre os pa&amp;iacute;ses do bloco, a falta de internaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o completa de um c&amp;oacute;digo aduaneiro comum ainda gera inseguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica e diferentes interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre procedimentos e san&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Receita Federal, o pr&amp;oacute;prio acordo com a UE pode funcionar como catalisador para acelerar esse processo de harmoniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ampliar o di&amp;aacute;logo com o setor produtivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto abordado foi a import&amp;acirc;ncia da rastreabilidade ao longo da cadeia log&amp;iacute;stica, especialmente em setores sujeitos a exig&amp;ecirc;ncias ambientais, sanit&amp;aacute;rias e de sustentabilidade, temas cada vez mais importantes nas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais com o bloco europeu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/0856c69f02e9e4d8007a9d0eb3f4d9080450cabb.jpg" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Rubens Medrano, presidente do Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais da FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Dia a dia dos operadores&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O semin&amp;aacute;rio tamb&amp;eacute;m contou com um painel para refor&amp;ccedil;ar o papel estrat&amp;eacute;gico dos despachantes aduaneiros na implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;aacute;tica do acordo, destacando a import&amp;acirc;ncia da orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;eacute;cnica para garantir seguran&amp;ccedil;a operacional, correta classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mercadorias, rastreabilidade documental e adequada utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos benef&amp;iacute;cios tarif&amp;aacute;rios, com apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o realizada por Marcelo de Castro Ferreira, diretor secret&amp;aacute;rio adjunto do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros do Estado de S&amp;atilde;o Paulo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao encerrar o evento, Medrano refor&amp;ccedil;ou que a entrada em vigor do acordo representa uma oportunidade importante para ampliar a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de MPMEs brasileiras no com&amp;eacute;rcio internacional, segmento que historicamente enfrentou barreiras para acessar mercados externos. Segundo ele, muitas vezes, a falta de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, apoio t&amp;eacute;cnico e seguran&amp;ccedil;a operacional afastou empres&amp;aacute;rios de menor porte desse processo ou at&amp;eacute; comprometeu a sustentabilidade de seus neg&amp;oacute;cios diante de experi&amp;ecirc;ncias malsucedidas no exterior.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Hoje, plantamos uma pequena semente. O mercado internacional sempre foi um tabu para a pequena e m&amp;eacute;dia empresa. Muitas vezes, o empres&amp;aacute;rio n&amp;atilde;o sabia como fazer, n&amp;atilde;o tinha apoio e acabava sofrendo riscos que poderiam comprometer o pr&amp;oacute;prio neg&amp;oacute;cio&amp;rdquo;, concluiu.&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;Para acessar as apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es realizadas pelos palestrantes durante o evento, &lt;a href="https://drive.google.com/drive/folders/1clujBx5lLUxNa14X6B4iP3M5xcQ5jKe-" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 25 Jun 2026 16:21:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Acordo entre Mercosul e União Europeia abre mercado e cria nova rota de crescimento para empresas brasileiras]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/acordo-entre-mercosul-e-uniao-europeia-abre-mercado-e-cria-nova-rota-de-crescimento-para-empresas-brasileiras</link><description>&lt;![CDATA[Seminário mostra como aproveitar redução de barreiras comerciais, acesso a crédito, investimentos e novas oportunidades para o comércio exterior]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A entrada em vigor do acordo entre o Mercosul e a União Europeia (UE) abre uma nova janela de crescimento para empresas brasileiras. Com a eliminação gradual de tarifas sobre 90% do comércio bilateral e acesso ampliado a um mercado de aproximadamente 450 milhões de consumidores, o tratado tem potencial para ampliar o mercado internacional, atrair investimentos e fortalecer a competitividade nacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Contudo, transformar potencial em resultado exigirá mais do que a assinatura do acordo. Esse tema foi analisado no seminário &lt;strong&gt;Mercosul–União Europeia: Caminhos Práticos para a Competitividade Internacional&lt;/strong&gt;, realizado pela &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, pelo &lt;a href="https://sindaspcg.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo (Sindasp)&lt;/a&gt; e pelo &lt;a href="https://sebrae.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Sebrae-SP&lt;/a&gt;, na última quinta-feira (18).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na abertura do encontro, Rubens Medrano, presidente do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Conselho de Relações Internacionais da FecomercioSP&lt;/a&gt;, e vice-presidente da Entidade, destacou que o acordo representa uma decisão estratégica do Brasil em um momento marcado pelo avanço do protecionismo e pela reorganização das cadeias globais de produção.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Num mundo que se fecha, o Brasil escolheu se abrir. O maior acordo comercial da história do País tornou-se realidade e representa uma oportunidade extraordinária para ampliar a inserção internacional das empresas nacionais.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O presidente do Sindasp, Elson Isayama, citou a principal dúvida que passou a mobilizar empresários, importadores e exportadores desde a entrada em vigor do tratado. “O acordo está assinado e já está valendo. Mas a pergunta que recebemos das empresas é: como aplicá-lo de fato na vida real? Por isso reunimos especialistas que possam contribuir para a implementação prática dessas oportunidades nos negócios.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O desafio, agora, é transformar os benefícios previstos no tratado em resultados concretos. Para os especialistas, o acordo deve ser visto como uma plataforma de expansão a empresas que busquem novos mercados, investimentos e ganhos de competitividade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nova geopolítica cria janela de oportunidade para o Brasil&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante o evento, André Sacconato, assessor da FecomercioSP, avaliou que a disputa tecnológica entre Estados Unidos e China está redesenhando as cadeias globais de produção e criando oportunidades para países capazes de ampliar sua inserção internacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo ele, o Brasil precisa aproveitar esse movimento para fortalecer a sua participação no comércio exterior por meio de uma abertura comercial gradual, combinada a investimentos em inovação, produtividade e modernização industrial. “A grande oportunidade do Brasil é fazer uma abertura inteligente, ampliando sua integração ao comércio internacional sem abrir mão de uma estratégia de desenvolvimento de longo prazo”, disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pequenas empresas entram no radar global&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma das principais mensagens do evento foi que o comércio exterior deixou de ser um espaço restrito às grandes corporações.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Márcio Guerra, gestor estadual de Missões Internacionais do Sebrae-SP, os pequenos negócios já representam 40% das empresas exportadoras brasileiras e 48% das importadoras. “O comércio exterior não é apenas para grandes empresas. Os&amp;nbsp;micro e pequenos negócios&amp;nbsp;têm nichos específicos, produtos diferenciados, e podem aproveitar oportunidades importantes criadas pelo acordo.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mais de 500 possibilidades de redução tarifária já foram identificadas para produtos brasileiros, beneficiando setores como os de alimentos e bebidas, café, mel, cachaça, calçados, moda e máquinas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para aproveitar esse potencial, Guerra sinalizou quatro frentes consideradas essenciais: inteligência comercial e identificação de mercados; adaptações técnica e regulatória; promoção comercial e geração de negócios; e acesso a financiamento e gestão de riscos. “Oportunidade existe. O diferencial será a preparação das empresas”, complementou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Benefício tarifário não será automático&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro tema tratado no seminário foram as regras de origem, certificação e operacionalização do acordo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Carlos Alberto Araújo de Almeida, economista da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), alertou que os benefícios tarifários dependerão do cumprimento rigoroso das exigências previstas no tratado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo ele, o fato de não existir uma regra única aplicável a todos os produtos é uma das particularidades do acordo Mercosul–UE. “Uma especificidade desse acordo, diferentemente de muitos que o Brasil já assinou, é que ele não tem uma regra geral. Cada produto tem um requisito específico de origem.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O especialista explicou que as empresas precisarão analisar os requisitos de origem de cada produto para acessar as preferências tarifárias. Operações mínimas, como montagem simples, diluição em água ou embalagem, não serão suficientes para caracterizar a origem da mercadoria. “Mesmo que cumpra as regras previstas no acordo, se o produto realiza apenas essas operações mínimas, ele não pode ser considerado originário”, reforçou Almeida.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto abordado foi a evolução dos mecanismos de certificação, tendência observada nos acordos comerciais mais recentes. “A autodeclaração é uma tendência mundial. Os acordos mais recentes e mais modernos não têm certificado de origem. A tendência é tudo ser na base da autodeclaração.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As empresas interessadas em exportar para a UE precisarão comprovar a origem dos produtos e atender às exigências de certificação, rastreabilidade e conformidade regulatória, que tendem a se tornar diferenciais competitivos para acesso ao mercado europeu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Crédito, investimentos e cultura exportadora&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro painel do seminário abordou mais um impasse central para a internacionalização: financiamento e atração de investimentos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A diretora da área Internacional e Comércio Exterior da InvestSP, Júlia Saluh, explicou que o acordo pode gerar brechas que vão além do aumento das exportações. “A gente enxerga muitas possibilidades para as pequenas e médias empresas. Não apenas para exportar, mas também por meio de fusões e aquisições e de investimentos vindos dos negócios europeus que buscam a tecnologia que a gente já desenvolveu aqui.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo ela, produtos ligados à sustentabilidade e à sociobiodiversidade brasileira estão entre os mais promissores para o mercado europeu. “Este mercado valoriza muito os produtos que apresentam esse carimbo de produtos vindos da Amazônia, da Mata Atlântica, e produzidos por comunidades tradicionais.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já André Aleotti, gerente de Negócios Internacionais e Desestatização da SP Negócios, avaliou que a capital paulista condições únicas para se consolidar como uma plataforma estratégica de negócios entre Mercosul e o bloco econômico europeu. “Qualquer empresa europeia que queira explorar o Mercosul deve se instalar na Cidade de São Paulo, porque aqui a gente reúne toda a infraestrutura necessária para a realização dos negócios”, explicou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Aleotti, a capital concentra infraestrutura, serviços especializados e um ecossistema de inovação capaz de apoiar tanto a entrada de empresas estrangeiras no Mercosul quanto a internacionalização de companhias brasileiras.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Oportunidade histórica exige ação imediata&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A redução de tarifas, a ampliação do acesso a mercados, a atração de investimentos e a integração às cadeias globais de produção criam oportunidades concretas para empresas de todos os portes. O próximo passo, porém, depende da capacidade de cada organização de transformar essa nova abertura comercial em estratégia, investimento e crescimento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A oportunidade é histórica, mas os resultados dependerão da capacidade das empresas de atender a exigências regulatórias, acessar financiamento, identificar mercados e fortalecer sua cultura exportadora.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[veja_tambem]&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 23 Jun 2026 11:12:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Mundo deixa fase intensiva em globalização para viver era da geopolítica, afirma Marcos Troyjo]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/mundo-deixa-fase-intensiva-em-globalizacao-para-viver-era-da-geopolitica-afirma-marcos-troyjo</link><description>&lt;![CDATA[Consultor de Relações Internacionais da FecomercioSP analisa os impactos das transformações globais sobre o Brasil durante painel promovido pela Federação em evento do RenovaBR]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O mundo deixou para trás uma fase intensiva em globalização para ingressar em uma era marcada por disputas geopolíticas cada vez mais relevantes. Com essa avaliação, Marcos Troyjo, economista, cientista político, diplomata e consultor de Relações Internacionais da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, abriu sua apresentação para alunos e lideranças em formação do&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.renovabr.org/"&gt;RenovaBR&lt;/a&gt;, uma das maiores escolas de formação política do País.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em painel FecomercioSP, o economista analisou como conflitos internacionais, sanções econômicas, mudanças demográficas e a reorganização das cadeias globais de produção vêm redefinindo investimentos, fluxos comerciais e oportunidades de crescimento para países como o Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Troyjo, o mundo passa por uma transição histórica. Se, há duas décadas, predominava uma lógica baseada na expansão do comércio internacional, na integração produtiva e na redução de barreiras econômicas, hoje, fatores geopolíticos passaram a exercer influência crescente sobre decisões de investimento, produção e comércio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como exemplo, o economista citou os reflexos provocados pela guerra na Ucrânia, pelas sanções econômicas impostas a diversos países e pelas mudanças nas estratégias corporativas globais, que passaram a incorporar riscos geopolíticos em suas decisões de negócios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao analisar o cenário norte-americano, Troyjo destacou que&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/fecomerciosp-resposta-a-tarifas-de-trump-deve-ser-abertura-comercial-nao-retaliacao"&gt;os Estados Unidos continuam exercendo forte influência sobre os fluxos globais de investimento&lt;/a&gt;. Segundo ele, a combinação entre inovação tecnológica, ganhos de produtividade, incentivos fiscais e políticas de reindustrialização tem fortalecido a economia do país norte-americano e ampliado sua capacidade de atrair capital produtivo. O resultado é uma competição cada vez mais intensa entre as nações pela atração de investimentos e pela inserção nas novas cadeias globais de produção.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o economista, a crescente competição global por investimentos evidencia gargalos históricos da economia nacional. Ele cita como exemplos a elevada carga tributária, a burocracia e os custos do ambiente de negócios, que limitam a capacidade do País de atrair capital produtivo em um cenário internacional cada vez mais competitivo e seletivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Estratégia chinesa&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A segunda dinâmica destacada por Troyjo foi a transformação da estratégia chinesa. Após décadas de crescimento apoiado na abertura econômica e na integração comercial global, a China passou a adotar uma postura voltada para a redução de vulnerabilidades externas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“A China quer ficar menos dependente do maior número possível de países e, ao mesmo tempo, trabalhar para que o maior número possível de países fique dependente dela”, afirmou. Segundo o consultor de Relações Internacionais da FecomercioSP, esse movimento tem potencial de refletir diretamente nas cadeias globais de suprimentos, setores tecnológicos e o comércio internacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao abordar a relação entre Brasil e China, Troyjo ressaltou que algumas limitações estruturais da economia chinesa ajudam a explicar a continuidade da demanda por produtos brasileiros. Segundo ele, a escassez de recursos hídricos no país asiático restringe sua capacidade de expandir a produção agrícola em determinadas áreas, tornando a importação de commodities uma necessidade estratégica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“A China não tem água suficiente para produzir tudo aquilo que consome. Por isso, continuará precisando importar produtos como a soja brasileira. A complementaridade entre as duas economias e a confiança construída ao longo dos anos na relação bilateral também ajudam a sustentar essa relação comercial”, afirmou.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;África e Ásia concentrarão crescimento populacional&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;&lt;p&gt;Dentre as tendências estruturais de longo prazo, Troyjo citou as mudanças demográficas que devem moldar a economia global nas próximas décadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com o especialista, dos atuais 193 países do mundo, apenas nove concentrarão praticamente todo o crescimento populacional até 2050. Cinco deles estarão na África, sendo eles Nigéria, República Democrática do Congo, Etiópia, Tanzânia e Uganda, enquanto os demais serão Estados Unidos, Índia, Paquistão e Indonésia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O economista acredita que a combinação entre crescimento populacional, urbanização e expansão econômica nessas regiões deverá impulsionar a demanda por alimentos, infraestrutura, energia, mobilidade e recursos naturais, criando oportunidades para países exportadores.&lt;/p&gt;&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Emergentes&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;&lt;p&gt;Outro fenômeno apontado Troyjo é o avanço do protagonismo das economias emergentes. Segundo ele, o chamado E7, formado por China, Índia, Brasil, Indonésia, México, Turquia e Egito, já contribui mais para o crescimento da economia mundial do que o tradicional G7, grupo que reúne as principais economias desenvolvidas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Troyjo ainda alertou para o crescimento acelerado da Índia, que recentemente ultrapassou a China como país mais populoso do planeta. Na sua avaliação, a expansão da renda e do consumo nos grandes mercados emergentes representa uma oportunidade histórica para nações capazes de fornecer alimentos, energia e minerais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“O crescimento dos países emergentes oferece ao Brasil uma oportunidade extraordinária de gerar excedentes por meio de áreas em que tem vantagens competitivas, como alimentos, minérios e minerais críticos”, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao concluir a palestra, Troyjo argumentou que o Brasil reúne características cada vez mais valorizadas no contexto internacional. Segundo ele, poucos países contam, simultaneamente, com capacidade de produção de comida, abundância de recursos naturais, diversidade energética e posicionamento diplomático capaz de dialogar com diferentes polos de poder, como Estados Unidos, Europa e China.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O especialista também frisou que a nova revolução tecnológica, estimulada por Inteligência Artificial (IA), robótica, datacenters, novos materiais e computação avançada, exigirá volumes crescentes de energia, minerais críticos e infraestrutura, áreas nas quais o Brasil tem vantagens competitivas importantes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“O mundo está redistribuindo as cartas. E o Brasil tem a oportunidade de receber um jogo melhor do que aquele que tinha antes. O desafio é saber aproveitar essas oportunidades”, concluiu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Parceria entre RenovaBR, FecomercioSP e Canal UM BRASIL&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Rodrigo Cobra, diretor-executivo do RenovaBR, “Troyjo trouxe para os nossos líderes uma leitura precisa do momento geopolítico mundial e de como o Brasil pode consolidar a posição de protagonista. É exatamente esse tipo de visão estratégica que a nova geração de lideranças políticas precisa ter”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além do&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Painel FecomercioSP&lt;/strong&gt;, realizado no dia 12 de junho com a análise do economista, o dia seguinte foi marcado pelo&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Painel Canal UM BRASIL&lt;/strong&gt;. O evento promoveu um debate sobre liderança, gestão pública e capacidade de entrega do Estado, no âmbito do programa de formação&amp;nbsp;&lt;em&gt;Caminhos da Renovação&lt;/em&gt;, do RenovaBR.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O debate foi mediado pelo cientista político Humberto Dantas e contou com a participação de Jéssica Moreira, diretora-executiva do Movimento Pessoas à Frente, e Cristina Castellan, diretora de Lideranças da Fundação Lemann. O conteúdo está previsto para ser divulgado no dia 10 de julho nos canais digitais do&amp;nbsp;&lt;a href="https://umbrasil.com/"&gt;Canal UM BRASIL&lt;/a&gt; e da FecomercioSP.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O evento também marcou o lançamento da nova edição do livro&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/um-brasil-lanca-livro-com-analises-sobre-contradicoes-do-pais-em-meio-as-incertezas-globais"&gt;UM BRASIL #12 — Brasil, o país das contradições&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;. Todos os participantes da formação de líderes do RenovaBR receberam exemplares da obra.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 16 Jun 2026 15:38:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP recebe Câmara Latino Africana para discutir aproximação comercial]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-recebe-camara-latino-africana-para-discutir-aproximacao-comercial</link><description>&lt;![CDATA[Encontro ressaltou o potencial econômico do continente africano, principalmente em setores como agroindústria, alimentos, tecnologia, logística, moda e comércio exterior]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; recebeu representantes da&amp;nbsp;&lt;a href="https://camaralatinoafricana.com/pt/"&gt;C&amp;acirc;mara de Com&amp;eacute;rcio Latino Africana (Claf)&lt;/a&gt; para uma reuni&amp;atilde;o voltada para o fortalecimento das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais entre Brasil, Am&amp;eacute;rica Latina e pa&amp;iacute;ses africanos. O encontro reuniu Ang&amp;eacute;lica Herrera, presidente da Claf; Sebasti&amp;atilde;o Galdino, vice-presidente; e Klaibson Natal Ribeiro Borges, diretor da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Brasil. Do lado da FecomercioSP, estiveram presentes&amp;nbsp;Rubens Medrano, presidente do&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais&lt;/a&gt;; Nat&amp;aacute;lia&amp;nbsp;Tafarello, assessora da Entidade; e Pedro Silveira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reuni&amp;atilde;o, os participantes discutiram oportunidades de neg&amp;oacute;cios, coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o institucional, miss&amp;otilde;es empresariais e iniciativas destinadas &amp;agrave; internacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empresas brasileiras em mercados africanos, principalmente em setores como agroind&amp;uacute;stria, alimentos, tecnologia, moda, log&amp;iacute;stica e com&amp;eacute;rcio exterior.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Ang&amp;eacute;lica, a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Claf, em 2024, surgiu a partir da percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais e institucionais entre pa&amp;iacute;ses da Am&amp;eacute;rica Latina e do continente africano ainda avan&amp;ccedil;am em ritmo inferior ao potencial econ&amp;ocirc;mico existente entre as duas regi&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;A &amp;Aacute;frica &amp;eacute; formada por 54 pa&amp;iacute;ses e um mercado em expans&amp;atilde;o. Entendemos que a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o latino-americana fortalece nossa capacidade de construir conex&amp;otilde;es comerciais mais estruturadas com o continente africano&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A presidente da Claf ainda destacou que a entidade atua em tr&amp;ecirc;s frentes principais (comercial, acad&amp;ecirc;mica e cultural), promovendo miss&amp;otilde;es empresariais, f&amp;oacute;runs internacionais, produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;do t&amp;eacute;cnico e apoio &amp;agrave; internacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empresas interessadas em acessar mercados africanos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Galdino apontou que o avan&amp;ccedil;o das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais entre Am&amp;eacute;rica Latina e &amp;Aacute;frica depende tamb&amp;eacute;m de um processo de sensibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas para a internacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;ldquo;&amp;Eacute; importante mostrar ao empresariado que a internacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; apenas uma estrat&amp;eacute;gia comercial, mas tamb&amp;eacute;m uma forma de diversificar mercados, ampliar competitividade e gerar novas oportunidades de crescimento em um cen&amp;aacute;rio global em transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/fdbb75025716f2d3163489eacc31791845a2ddfb.jpg" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Borges, por sua vez, afirmou que o continente africano vive um momento de expans&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica e demogr&amp;aacute;fica que deve ampliar a demanda por novos parceiros comerciais nos pr&amp;oacute;ximos anos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;A &amp;Aacute;frica &amp;eacute; um mercado em desenvolvimento, com demanda crescente em diferentes setores e um potencial muito grande para empresas brasileiras que desejem ampliar sua atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o internacional de forma estrat&amp;eacute;gica&amp;rdquo;, disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre as iniciativas mencionadas pela c&amp;acirc;mara durante o encontro, destaca-se a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do F&amp;oacute;rum Am&amp;eacute;rica Latina&amp;ndash;&amp;Aacute;frica de Neg&amp;oacute;cios, cuja pr&amp;oacute;xima edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; realizada na Eti&amp;oacute;pia, al&amp;eacute;m da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de expedi&amp;ccedil;&amp;otilde;es empresariais e participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em feiras multissetoriais em pa&amp;iacute;ses do continente africano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No encontro, Medrano ressaltou que a FecomercioSP acompanha com interesse o avan&amp;ccedil;o das oportunidades comerciais com pa&amp;iacute;ses africanos e enfatizou o potencial de crescimento da rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre as regi&amp;otilde;es.&amp;nbsp;&amp;ldquo;A &amp;Aacute;frica ainda &amp;eacute; um mercado com baixa presen&amp;ccedil;a comercial brasileira, mas que apresenta um enorme potencial de desenvolvimento e oportunidades para empresas do Pa&amp;iacute;s&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a conversa, tamb&amp;eacute;m foram debatidos temas como intelig&amp;ecirc;ncia comercial, log&amp;iacute;stica, regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o para exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, zonas francas africanas, acordos comerciais e capacita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empres&amp;aacute;rios brasileiros interessados em atuar no continente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto discutido foi o interesse em promover maior aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o institucional entre entidades empresariais brasileiras e africanas, al&amp;eacute;m da possibilidade de futuras a&amp;ccedil;&amp;otilde;es conjuntas entre a Claf e a FecomercioSP voltadas para a promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o comercial e a troca de conhecimento entre os mercados.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 03 Jun 2026 14:17:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Mercosul–União Europeia: seminário mostra como empresas podem ampliar a competitividade internacional]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/mercosuluniao-europeia-seminario-mostra-como-empresas-podem-ampliar-a-competitividade-internacional</link><description>&lt;![CDATA[Representantes de Receita Federal, MDIC, ApexBrasil, Sebrae, FecomercioSP e Sindasp debatem como transformar o acordo comercial em oportunidades de negócios]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O acordo entre Mercosul e União Europeia (UE) pode abrir portas para as empresas brasileiras ampliarem mercados, reduzirem as barreiras comerciais e aumentarem a competitividade internacional. Mas como aproveitar as oportunidades e aproveitar um mercado de aproximadamente 700 milhões de consumidores?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essa é a proposta do seminário &lt;strong&gt;Mercosul x União Europeia: Caminhos Práticos para a Competitividade Internacional&lt;/strong&gt;, que ocorre no próximo dia 18, em São Paulo. O encontro reunirá empresários, especialistas, autoridades e representantes do setor produtivo para apresentar orientações objetivas sobre os principais obstáculos e as grandes oportunidades geradas pelo acordo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://forms.gle/YW4esgTuWuSpRnsd6" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Clique aqui e faça sua inscrição&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao longo do dia, os participantes terão acesso a conteúdos estratégicos sobre origem preferencial, certificação, controle aduaneiro, acesso a mercados, crédito para exportação, segurança e conformidade, temas cada vez mais decisivos para quem deseja exportar, importar ou ampliar a sua presença internacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A programação contará com especialistas em comércio internacional e geopolítica econômica, com a palestra magna a ser realizada por Marcos Troyjo, economista, cientista político, diplomata e ex-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), o Banco dos Brics.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Realizado pelo &lt;a href="https://sebrae.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae)&lt;/a&gt;, pela &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; e pelo &lt;a href="https://sindaspcg.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo (Sindasp)&lt;/a&gt;, o evento contará ainda com a participação de representantes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), da Receita Federal e da ApexBrasil, reunindo diferentes visões e experiências para apoiar empresas, especialmente as pequenas e médias, na construção de estratégias mais competitivas para o mercado global.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Serviço&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quinta-feira, 18 de junho, das 9h às 17h30&lt;br&gt;Local:&amp;nbsp;Auditório Sebrae — Rua Vergueiro, 1117, Paraíso — São Paulo/SP&lt;br&gt;Evento gratuito, presencial e com vagas limitadas. Inscreva-se &lt;a href="https://forms.gle/YW4esgTuWuSpRnsd6"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[veja_tambem]&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 03 Jun 2026 12:10:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Marco Legal do Comércio Exterior demanda mais simplificação, proporcionalidade e segurança jurídica ]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/marco-legal-do-comercio-exterior-demanda-mais-simplificacao-proporcionalidade-e-seguranca-juridica</link><description>&lt;![CDATA[FecomercioSP sugere texto substitutivo ao PL 4.423/2024, após diálogo com liderança da Comissão de Relações Exteriores da Câmara]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; encaminhou, ao deputado Luiz Philippe de Orl&amp;eacute;ans e Bragan&amp;ccedil;a (PL/SP), presidente da Comiss&amp;atilde;o de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Exteriores da C&amp;acirc;mara, uma proposta de texto substitutivo ao &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/nova-lei-do-comercio-exterior-avanca-com-pouco-espaco-para-o-dialogo"&gt;Projeto de Lei (PL) 4.423/2024 &amp;mdash; a chamada Lei Geral do Com&amp;eacute;rcio Exterior&lt;/a&gt;. O documento, fruto de amplo trabalho realizado pelo &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais da Entidade&lt;/a&gt;, busca evitar que a nova legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o imponha excessiva rigidez operacional ao setor produtivo. Apesar de o PL j&amp;aacute; ter sido aprovado no Senado no ano passado, espera-se que a tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o na C&amp;acirc;mara dos Deputados permita amplo debate com o setor produtivo, de modo a evidenciar os efeitos que uma legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o restritiva pode trazer ao Pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O documento &amp;eacute; resultado de um trabalho iniciado h&amp;aacute; meses, quando Rubens Torres Medrano, vice-presidente da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e presidente do Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais da Entidade, se reuniu com o deputado para apresentar as preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es do setor produtivo com o texto em tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Naquela ocasi&amp;atilde;o, houve converg&amp;ecirc;ncia de vis&amp;otilde;es entre a FecomercioSP e o parlamentar sobre a necessidade de aprimorar o ambiente de neg&amp;oacute;cios para o com&amp;eacute;rcio exterior, o que pode ocorrer mediante texto alternativo. A minuta entregue ao deputado parte desse alinhamento e incorpora as &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/marco-legal-do-comercio-exterior-deve-priorizar-proporcionalidade-e-razoabilidade"&gt;sugest&amp;otilde;es discutidas&lt;/a&gt;&lt;u&gt;.&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A proposta de texto substitutivo busca trazer equil&amp;iacute;brio entre controle aduaneiro e facilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o do com&amp;eacute;rcio. Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da FecomercioSP, o texto original apresenta dispositivos com vi&amp;eacute;s predominantemente sancionat&amp;oacute;rio, com obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es r&amp;iacute;gidas e multas elevadas que penalizam at&amp;eacute; operadores regulares e adimplentes. A proposta prioriza mecanismos de conformidade, preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o e autorregulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em linha com pr&amp;aacute;ticas internacionais modernas de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o aduaneira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do marco normativo&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O substitutivo busca aprimorar a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o aduaneira brasileira com &amp;ecirc;nfase em simplifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de procedimentos, seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica e alinhamento com o Acordo sobre Facilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Com&amp;eacute;rcio da Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Mundial do Com&amp;eacute;rcio (OMC) e outros compromissos internacionais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Direitos dos operadores e mais previsibilidade na atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o estatal&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A proposta institui direitos formais para os operadores de com&amp;eacute;rcio exterior, fixa prazos para libera&amp;ccedil;&amp;atilde;o das mercadorias pela Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica e prev&amp;ecirc; consequ&amp;ecirc;ncias para o seu descumprimento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Simplifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de procedimentos&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O texto unifica as modalidades de importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o indireta, racionaliza os procedimentos para mercadorias com defeito ou desconformidade e amplia o uso de ferramentas de gest&amp;atilde;o de riscos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o proporcional e boa-f&amp;eacute;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No campo fiscalizat&amp;oacute;rio, a proposta da Entidade adota os princ&amp;iacute;pios da proporcionalidade e da veda&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao confisco, valorizando a boa-f&amp;eacute; do operador e incentivando a autorregulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a conformidade volunt&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tratamento diferenciado para PMEs&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O documento ainda prev&amp;ecirc; acesso simplificado ao com&amp;eacute;rcio exterior para Pequenas e M&amp;eacute;dias Empresas (PMEs) e reconhece o papel estrat&amp;eacute;gico de intervenientes como despachantes aduaneiros e neg&amp;oacute;cios comerciais exportadores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tecnologia e transpar&amp;ecirc;ncia regulat&amp;oacute;ria&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A proposta refor&amp;ccedil;a a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o institucional, a transpar&amp;ecirc;ncia nas normas e o uso intensivo de tecnologia, buscando construir um ambiente mais eficiente, moderno e competitivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;quot;O que buscamos &amp;eacute; um marco legal que d&amp;ecirc; previsibilidade e transpar&amp;ecirc;ncia a quem opera, reduza a inseguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica e coloque o Brasil em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es reais de competir nas cadeias globais de valor. S&amp;atilde;o elementos fundamentais para um com&amp;eacute;rcio exterior mais justo e sustent&amp;aacute;vel&amp;quot;, afirma Medrano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 29 May 2026 14:00:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP recebe embaixador de Singapura para discutir comércio exterior e oportunidades para PMEs]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-recebe-embaixador-de-singapura-para-discutir-comercio-exterior-e-oportunidades-para-pmes</link><description>&lt;![CDATA[Encontro tratou do avanço do acordo Mercosul–Singapura e o interesse de empresas do país em atuar no mercado brasileiro]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, recebeu a visita institucional do embaixador n&amp;atilde;o residente de Singapura no Brasil,&amp;nbsp;Goi Seng Hui, em encontro voltado para o fortalecimento das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais entre os dois pa&amp;iacute;ses e a amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de oportunidades de neg&amp;oacute;cios para empresas brasileiras, especialmente as Pequenas e M&amp;eacute;dias Empresas (PMEs).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reuni&amp;atilde;o, o embaixador e representantes da embaixada destacaram o interesse crescente de empresas de Singapura no mercado brasileiro. Um dos exemplos apresentados foi o de uma empresa de tecnologia, que planeja abrir escrit&amp;oacute;rio no Brasil para estabelecer presen&amp;ccedil;a local e oferecer solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es de telecomunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es a neg&amp;oacute;cios nacionais. A iniciativa est&amp;aacute; em fase de prospec&amp;ccedil;&amp;atilde;o e conta com o apoio da Embaixada de Singapura.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro tema debatido foi o avan&amp;ccedil;o do acordo de livre-com&amp;eacute;rcio entre Mercosul e Singapura (FTA). Ap&amp;oacute;s a assinatura do tratado, representantes do governo de Singapura dever&amp;atilde;o vir ao Brasil para realizar uma s&amp;eacute;rie de encontros institucionais e aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o mercado, incluindo uma visita &amp;agrave; Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP apresentou, ainda, projetos destinados ao apoio de PMEs brasileiras na inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o no com&amp;eacute;rcio exterior, refor&amp;ccedil;ando a import&amp;acirc;ncia de aproxima&amp;ccedil;&amp;otilde;es estrat&amp;eacute;gicas, &lt;em&gt;networking&lt;/em&gt; e gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de oportunidades internacionais.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O embaixador ressaltou que a balan&amp;ccedil;a comercial entre Brasil e Singapura &amp;eacute; superavit&amp;aacute;ria para o lado brasileiro. Singapura importa grande volume de alimentos do mundo todo, tanto para consumo interno quanto para atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o como &lt;em&gt;hub&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;internacional de neg&amp;oacute;cios e distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o regional. Dentre os produtos brasileiros com potencial de amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es para o pa&amp;iacute;s asi&amp;aacute;tico, destacam-se o mel, o a&amp;ccedil;a&amp;iacute; e o arroz.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O cen&amp;aacute;rio geopol&amp;iacute;tico internacional tamb&amp;eacute;m entrou na pauta da reuni&amp;atilde;o. Segundo&amp;nbsp;Rubens Medrano, presidente do&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais da FecomercioSP&lt;/a&gt;, o conflito envolvendo o Ir&amp;atilde; n&amp;atilde;o afeta somente pre&amp;ccedil;os do petr&amp;oacute;leo bruto, mas tamb&amp;eacute;m impacta os de fertilizantes provenientes daquele pa&amp;iacute;s, e isso deve pressionar os custos agr&amp;iacute;colas e contribuir para o aumento do custo de vida. Tamb&amp;eacute;m h&amp;aacute; incerteza sobre a dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do conflito e, mesmo com eventual redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das tens&amp;otilde;es, a expectativa &amp;eacute; de que os pre&amp;ccedil;os n&amp;atilde;o retornem aos n&amp;iacute;veis anteriores ao in&amp;iacute;cio da crise.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m de&amp;nbsp;Medrano, a assessora Nat&amp;aacute;lia&amp;nbsp;Tafarello&amp;nbsp;participou da reuni&amp;atilde;o. A visita marcou tamb&amp;eacute;m a despedida oficial de Seng Hui ap&amp;oacute;s oito anos no cargo de embaixador n&amp;atilde;o residente de Singapura no Brasil. Esta foi a segunda visita institucional do diplomata &amp;agrave; FecomercioSP.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 26 May 2026 16:47:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item></channel></rss>
