<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[Editorial - FecomercioSP]]</title><link>https://fecomercio.com.br/editorial</link><description>&lt;![CDATA[Área de divulgação dos artigos escritos pelos conselheiros da FecomercioSP, além de divulgar notícias institucionais]]</description><lastBuildDate>Mon, 28 Sep 2026 17:58:43 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[Editorial - FecomercioSP]]</title><link>https://fecomercio.com.br/editorial</link><url>https://fecomercio.com.br/upload/img/2015/11/12/5644e4dec6789-1600x1024_3.png</url></image><category>&lt;![CDATA[Editorial]]</category><item><title>&lt;![CDATA[As muitas batalhas de José Goldemberg]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/as-muitas-batalhas-de-jose-goldemberg</link><description>&lt;![CDATA[Livro retrata a trajetória do físico, professor e ministro que teve papel decisivo na articulação internacional da histórica Rio-92]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Faltavam pouco mais de dois meses para a Rio-92 quando&lt;a href="https://notaveis.fecomercio.com.br/hotsite/jose-goldemberg/"&gt;&amp;nbsp;José Goldemberg&amp;nbsp;&lt;/a&gt;recebeu do então presidente Fernando Collor um convite que mudaria, ainda que por pouco tempo, o rumo de sua carreira. Era um domingo de manhã. Na Casa da Dinda, enquanto caminhavam pelo jardim, o presidente fez o pedido: queria que o professor assumisse também a Secretaria Nacional do Meio Ambiente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A saída do ambientalista José Lutzenberger havia deixado o governo sob a desconfiança de organizações estrangeiras, que temiam um esvaziamento da conferência. Havia ainda um problema mais imediato — poucas lideranças internacionais haviam confirmado presença. Collor decidiu, então, confiar a Goldemberg, à época ministro da Educação, uma missão pouco usual de convencer chefes de Estado e de governo a participarem do encontro. O professor seguiu para Washington, Pequim, Tóquio e Nova Délhi em busca dessas confirmações.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“É sério esse negócio de aquecimento global?”, questionou Li Peng, primeiro-ministro da China. Com seu “terno de professor”, diante de uma fileira de assessores, Goldemberg precisava convencer o dirigente de um país que se ocupava em tentar oferecer à sua população as mesmas “facilidades” disponíveis no Ocidente. O professor argumentou que esse desenvolvimento exigiria tecnologias mais avançadas e capazes de consumir menos energia. “Vamos ver isso”, respondeu Peng. Assim como o presidente norte-americano George H. W. Bush, o primeiro-ministro chinês compareceu à Rio-92 após uma conversa direta com o ministro brasileiro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A conferência se tornaria um marco da diplomacia e da agenda ambiental internacional. Mais de uma centena de chefes de Estado e de governo estiveram no Rio de Janeiro, dando ao encontro uma dimensão até então inédita. Três décadas depois, ao analisar os avanços e os impasses acumulados desde aquele período, Goldemberg mantém o olhar crítico sobre a capacidade dos países de transformar compromissos ambientais em resultados concretos. “As questões fundamentais sobre o financiamento climático não avançaram, exceto por exortações gerais, até hoje frustradas. Até boas ideias propostas pelo governo brasileiro, e roteiros para viabilizar novos recursos, não tiveram sucesso”,&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/ascensao-e-queda-das-cops"&gt;&amp;nbsp;analisa Goldemberg&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar dos problemas que atravessariam as décadas seguintes, a Rio-92 demonstrou a capacidade do Brasil de mobilizar lideranças internacionais em torno de um desafio comum, e Goldemberg teve participação direta nessa articulação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A história da Rio-92 é apenas um dos episódios de uma vida que perpassa a ciência, a universidade, a política e alguns dos principais debates sobre o desenvolvimento nacional. Físico, professor e gestor público, Goldemberg construiu uma trajetória marcada pela atuação nas áreas de Ciência, Educação, Energia, Meio Ambiente e Sustentabilidade. Esse percurso é retratado na biografia &lt;strong&gt;O nominado José — as muitas batalhas de José Goldemberg&lt;/strong&gt;, escrita pelo jornalista &lt;strong&gt;Jorge Okubaro&lt;/strong&gt; e publicada pela Editora Senac.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O livro será lançado em 1º de outubro, na&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;, em um encontro que contará com um debate entre o biografado e o biógrafo, Okubaro.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A obra recupera episódios de sua atuação na Universidade de São Paulo (USP) durante a ditadura militar, incluindo os embates com o regime e a prisão de seu filho Clóvis. Percorre também sua trajetória na administração pública — da Reitoria da USP aos cargos de secretário e ministro — e suas relações com personagens da ciência e da política brasileira. Ao mesmo tempo, apresenta o homem por trás da vida pública: as relações familiares, as amizades, as escolhas e a maneira direta e independente com que construiu seus posicionamentos a respeito de ciência, energia e desenvolvimento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Hoje presidente do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-sustentabilidade"&gt;Conselho de Sustentabilidade da FecomercioSP&lt;/a&gt;, Goldemberg é um dos homenageados do&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-lanca-notaveis-projeto-reconhece-o-legado-de-grandes-personalidades-brasileiras?%2Fnoticia%2Ffecomerciosp-lanca-notaveis-projeto-reconhece-o-legado-de-grandes-personalidades-brasileiras="&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Projeto Notáveis&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, iniciativa da Federação criada para preservar, valorizar e compartilhar as experiências, memórias e contribuições de personalidades que ajudaram a pensar e transformar o Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;SERVIÇO&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Lançamento do livro&lt;/strong&gt; "&lt;strong&gt;O&lt;/strong&gt;&lt;strong id="isPasted"&gt;&amp;nbsp;nominado José — as muitas batalhas de José Goldemberg"&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong id="isPasted"&gt;1º de outubro na FecomercioSP&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://notaveis.fecomercio.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;&lt;strong&gt;Saiba mais sobre o Projeto Notáveis!&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 22 Sep 2026 14:16:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Institucional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Tensão no Judiciário é um lembrete da importância dos freios e contrapesos]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/o-papel-do-stf-e-as-garantias-de-liberdade-em-debate</link><description>&lt;![CDATA[Instituições devem atuar com prudência e em defesa da paz social, de modo a preservar sua legitimidade diante da sociedade]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O Supremo Tribunal Federal (STF) deve ser o guardião da Constituição e dos direitos fundamentais do cidadão, mas nenhuma instituição está dispensada do rigor da lei. Neste momento, a polarização tem produzido situações inadequadas na Corte e isso é preocupante para o País. Esse é o alerta dado durante a reunião extraordinária da &lt;a href="https://fecomercio.com.br/" target="_blank"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; com a presença das diretorias da Federação e membros do seu&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-superior-de-direito" target="_blank"&gt;Conselho Superior de Direito&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O &lt;a href="https://www.instagram.com/ivodallacqua.oficial/" target="_blank"&gt;presidente da FecomercioSP, Ivo Dall’Acqua&lt;/a&gt;, chamou a atenção para o momento de tensão vivido no Brasil. “Quando a legitimidade das instituições é colocada em dúvida, comprometem-se a segurança jurídica e a paz social”, destacou. “Enquanto representantes da classe empresarial, clamamos por prudência, transparência e conduta ilibada, num ambiente de harmonia entre os Poderes e previsibilidade”, acrescentou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;‘Quem guardará os guardiões?’&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;Ives Gandra da Silva Martins, presidente do conselho, e Antonio Cláudio Mariz de Oliveira, ex-secretário de Justiça e da Segurança Pública de São Paulo, desdobraram os aspectos envolvidos na crescente hipertrofia do Judiciário, especialmente a mais alta corte do País. “De uns anos para cá, o Supremo tomou para si a prerrogativa de definir os princípios prevalentes de leis e normas, a despeito do Legislativo — eleito pelo povo e, portanto, seu representante legítimo”, apontou Gandra. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“A partir do televisionamento das sessões, os magistrados, a quem cabe recato e comedimento, tiveram sua vaidade sequestrada”, justificou Mariz, alertando que “caso o Judiciário não aja energicamente, da anomia chegaremos ao caos”.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Gandra e Mariz exploraram caminhos possíveis para a pacificação do debate no STF. “O que pode o povo contra o abuso de poder? Nosso papel é falar em nome do povo, mas estamos com a voz cerceada; não estamos sendo vistos, ouvidos ou lidos”, avaliou Mariz. “Nossa única arma é a palavra”, concordou Gandra, completando que a FecomercioSP &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/o-papel-do-stf-e-as-garantias-de-liberdade-em-debate"&gt;tem se posicionado decididamente nessa discussão&lt;/a&gt;. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ambos acreditam que, além do escrutínio da opinião pública, só um Poder Legislativo consciente do seu papel regulador é capaz de mudar o estado das coisas a que chegamos. “Sempre fui contra o impeachment de ministros do STF, que pode criar um precedente perigoso, mas a mera abertura de um pedido, entre as dezenas que se encontram no Senado, seria muito didática”, acredita o presidente do conselho. “Enquanto o Supremo não tiver receio dos freios e contrapesos, nada mudará”, arrematou o ex-secretário da Justiça paulista.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 11:47:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Institucional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[El Niño exige um novo olhar sobre os riscos do negócio]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/el-nino-exige-um-novo-olhar-sobre-os-riscos-do-negocio</link><description>&lt;![CDATA[Com eventos climáticos mais intensos, adaptação deixa de ser apenas uma pauta ambiental e passa a fazer parte da estratégia empresarial]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;&lt;em&gt;Por José Goldemberg e Cristiane Cortez*&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O El Niño é um fenômeno natural caracterizado pela elevação anormal da temperatura das águas superficiais do Pacífico Equatorial. Essa alteração modifica a circulação das correntes marítimas e influencia o regime de chuvas e temperaturas em diferentes partes do planeta. Durante sua ocorrência, os ventos alísios enfraquecem, permitindo uma concentração maior de águas quentes no centro e no leste do Pacífico.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Embora faça parte da variabilidade natural do clima, o que preocupa atualmente é sua interação com um planeta cada vez mais quente. Estudo recente publicado na revista &lt;em&gt;Science&lt;/em&gt;, com base em registros de corais das Ilhas Galápagos, indica que os El Niño atuais estão, em média, 36,5% mais intensos que no período pré-industrial. Há ainda uma relação de mão dupla: as mudanças climáticas podem intensificar o El Niño, enquanto o próprio fenômeno pode contribuir para agravar o aumento da temperatura global.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No Brasil, seus efeitos incluem ondas de calor, chuvas torrenciais e enchentes (em algumas regiões) e secas, baixa umidade e pressão sobre os reservatórios (em outras). Para uma empresa, porém, a ameaça climática não termina na porta do estabelecimento. Uma enchente distante pode interromper uma rodovia, paralisar um fornecedor e impedir a chegada de mercadorias. Uma seca prolongada pode comprometer os fornecimentos de água e energia e a disponibilidade de matérias-primas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por isso, a adaptação climática precisa entrar definitivamente no planejamento empresarial. Não se trata apenas de uma pauta ambiental ou de ESG, mas de gestão, proteção do patrimônio e continuidade do negócio. Mapear instalações, fornecedores e rotas vulneráveis, avaliar a dependência de insumos essenciais (como água e energia), prever alternativas de abastecimento, revisar seguros e contratos e estabelecer responsáveis e protocolos para emergências são medidas capazes de reduzir vulnerabilidades e exposição a riscos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A experiência de organizações atingidas por eventos extremos mostra que improvisar durante uma crise custa mais caro. Recursos reservados, responsabilidades previamente definidas e redes de parceiros permitem respostas mais rápidas e reduzem danos às pessoas e às operações.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A adaptação também precisa avançar no âmbito das políticas públicas. O Plano Clima Adaptação — Cidades já apresenta um diagnóstico das vulnerabilidades urbanas, identifica as principais ameaças climáticas aos municípios brasileiros e propõe ações intersetoriais. Governos locais também vêm avançando nessa agenda, com iniciativas para incorporar a adaptação climática ao planejamento, como ocorre em Gramado (RS) e Petrópolis (RJ). Do mesmo modo, o setor privado precisa fazer a sua parte, incorporando esses riscos às decisões e aos planos de contingência e de continuidade dos negócios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Preparar-se para o El Niño não significa prever exatamente onde ocorrerá a próxima enchente ou seca. Implica reconhecer que o clima já integra a matriz de riscos empresariais. A antecipação permite às empresas proteger pessoas, reduzir perdas e ampliar sua capacidade de manter as operações diante do próximo evento extremo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;* Respectivamente, presidente e assessora do Conselho de Sustentabilidade da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Artigo originalmente publicado no&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;a href="https://dcomercio.com.br/publicacao/s/onibus-eletrico-opcao-eficiente-para-descarbonizar-grandes-centros-urbanos" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;&lt;em&gt;jornal Diário do Comércio&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;em 14 de setembro de 2026.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 14:44:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Artigos]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Economia de assinatura leva previsibilidade de receita aos pequenos negócios]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/economia-de-assinatura-leva-previsibilidade-de-receita-aos-pequenos-negocios</link><description>&lt;![CDATA[Clientes recorrentes podem elevar o faturamento e reduzir os custos para conquistar novos consumidores]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Imagine vendas certas todo o mês, sem precisar gastar tempo e dinheiro correndo atrás de novos clientes? O “modelo Netflix” de assinatura já é utilizado por grandes empresas há muito tempo, e também pode ser aplicado nas pequenas empresas sem a necessidade de grandes investimentos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Oferecer pontualidade na entrega dos produtos, preços atraentes e comunicação ativa fideliza os clientes e garante a previsibilidade de receita. O boletim Expresso MEI de setembro traz todas as informações sobre a economia de assinatura e um passo a passo para implementá-la em qualquer negócio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/boletins/chega-de-depender-de-vendas-pontuais-como-a-assinatura-pode-turbinar-o-seu-negocio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Baixe gratuitamente o boletim Expresso MEI&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Preparação Black Friday&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Uma das datas mais aguardadas no varejo brasileiro, a Black Friday, ocorre em 27 de novembro. Para pequenas empresas, essa é uma oportunidade valiosa de aumentar as vendas e fortalecer a marca. No entanto, um dos segredos para o sucesso é se preparar com antecedência e desenvolver estratégias certeiras na hora de alcançar o seu público.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pensando nisso, o boletim Expresso MEI inicia uma série especial com dicas de ações, mês a mês, a fim de deixar o seu negócio pronto para o sucesso nas vendas (e no pós-vendas).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;IA para potencializar as vendas&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Também na edição de setembro do boletim, Kelly Carvalho, assessora técnica da &lt;a href="https://fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, dá dicas de como os aplicativos com Inteligência Artificial (IA) podem aumentar a produtividade empresarial e melhorar o relacionamento com os clientes, sem onerar o bolso do pequeno empresário.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/boletins/chega-de-depender-de-vendas-pontuais-como-a-assinatura-pode-turbinar-o-seu-negocio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Baixe agora mesmo o boletim Expresso MEI de setembro&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 14 Sep 2026 14:31:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Expresso MEI]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP pede revitalização da Ceagesp]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-pede-revitalizacao-da-ceagesp</link><description>&lt;![CDATA[Em nota, Conselho do Comércio de Abastecimento se solidariza com comerciantes atingidos por incêndio em pavilhão e oferece apoio técnico para busca de solução estrutural.]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O Conselho do Com&amp;eacute;rcio de Abastecimento (CCAB) da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo &amp;ndash; FecomercioSP divulgou nota manifestando solidariedade aos comerciantes atingidos pelo inc&amp;ecirc;ndio que destruiu um pavilh&amp;atilde;o da Companhia de Entrepostos e Armaz&amp;eacute;ns Gerais de S&amp;atilde;o Paulo (Ceagesp), na noite do dia 5 de setembro. O sinistro destruiu cerca de 320 boxes dedicados &amp;agrave; comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de frutas, afetando mais de uma centena de empresas, entre lojistas, restaurantes e empresas de embalagens.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na nota, o CCAB reafirma o pleito hist&amp;oacute;rico da FecomercioSP pela revitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o plena da Ceagesp, com moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de galp&amp;otilde;es, redes el&amp;eacute;tricas, sistemas de preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o e combate a inc&amp;ecirc;ndio e log&amp;iacute;stica de cargas. Reitera que n&amp;atilde;o pode ser mais adiada a discuss&amp;atilde;o sobre eventual relocaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do entreposto para uma &amp;aacute;rea mais adequada &amp;agrave;s necessidades atuais de escala, seguran&amp;ccedil;a e conectividade da capital paulista. &amp;quot;O inc&amp;ecirc;ndio &amp;eacute; um lembrete doloroso de que o custo da in&amp;eacute;rcia recai, antes de tudo, sobre os comerciantes que sustentam o abastecimento de alimentos da maior metr&amp;oacute;pole do Pa&amp;iacute;s&amp;rdquo;, adverte Jo&amp;atilde;o Ferraro, presidente do Conselho de Abastecimento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Conselho se coloca &amp;agrave; disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Ceagesp, do Poder P&amp;uacute;blico e das empresas impactadas para colaborar tecnicamente com um plano de recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o emergencial e, sobretudo, com uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o estrutural e definitiva para o entreposto.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 14 Sep 2026 13:32:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Institucional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Manifesto à nação brasileira]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/manifesto-a-nacao-brasileira</link><description>&lt;![CDATA[Supremo Tribunal Federal é o guardião da Constituição, mas guardião algum está dispensado de prestar contas]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O Brasil, como &amp;eacute; not&amp;oacute;rio, atravessa uma crise institucional de extrema gravidade, e o seu epicentro &amp;eacute;, precisamente, a Corte de Justi&amp;ccedil;a a quem a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o confiou a &amp;uacute;ltima palavra. N&amp;atilde;o se trata de epis&amp;oacute;dio isolado nem de ru&amp;iacute;do passageiro.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;N&amp;atilde;o h&amp;aacute; Estado de Direito sem ju&amp;iacute;zes acima de qualquer suspeita. A autoridade de um tribunal n&amp;atilde;o decorre da toga nem do cargo, mas da legitimidade que s&amp;oacute; a imparcialidade, a transpar&amp;ecirc;ncia e a exemplaridade conferem. Se a legitimidade &amp;eacute; questionada, tudo o mais se torna incerto: a seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica, a confian&amp;ccedil;a nas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es e a pr&amp;oacute;pria paz social.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Supremo Tribunal Federal &amp;eacute; o guardi&amp;atilde;o da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas guardi&amp;atilde;o algum est&amp;aacute; dispensado de prestar contas. Quem julga a Na&amp;ccedil;&amp;atilde;o h&amp;aacute; de submeter-se, com id&amp;ecirc;ntico rigor, ao julgamento do Direito, da Sociedade e da Hist&amp;oacute;ria. A Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o que a Corte protege &amp;eacute; a mesma que lhe imp&amp;otilde;e julgamentos transparentes, justos e decis&amp;otilde;es fundamentadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Sociedade Brasileira exige que o Plen&amp;aacute;rio do Supremo &lt;strong&gt;examine em sess&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica os fatos, decida com absoluta urg&amp;ecirc;ncia,&lt;/strong&gt; sem subterf&amp;uacute;gios e sem corporativismo. A resposta que a Na&amp;ccedil;&amp;atilde;o aguarda n&amp;atilde;o admite prazo!&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cada dia &amp;eacute; um dia a mais de descr&amp;eacute;dito.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Pa&amp;iacute;s j&amp;aacute; venceu crises profundas e delas saiu mais forte, porque, em cada uma, houve quem se recusasse a calar.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ningu&amp;eacute;m, ningu&amp;eacute;m est&amp;aacute; acima da &lt;strong&gt;LEI&lt;/strong&gt;!&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://manifestoanacao.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;&lt;strong&gt;N&amp;Atilde;O SE CALE. ASSINE AGORA E FA&amp;Ccedil;A A DIFEREN&amp;Ccedil;A!&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Confira, a seguir, a lista de sindicatos filiados &amp;agrave; FecomercioSP que j&amp;aacute; aderiram ao manifesto:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;SINCOMERCIO BEBEDOURO &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINDIOPTICA-SP &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO ARA&amp;Ccedil;ATUBA &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO RIO PRETO &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO ARARAQUARA &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO JUNDIAI &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO S&amp;Atilde;O ROQUE &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINAPEL &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SAGASP &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCAMESP &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SICAP &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINDASP &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO BOTUCATU E REGI&amp;Atilde;O &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO PIRASSUNUNGA &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO BARRETOS &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO BIRIGUI &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINDILAV &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SIRCESP &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOFARMA-SP &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SELEMAT &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO BRAGAN&amp;Ccedil;A &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO S&amp;Atilde;O CARLOS &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;FEIRANTES RIBER&amp;Atilde;O PRETO &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO MOGI GUA&amp;Ccedil;U &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMACO &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOM&amp;Eacute;RCIO SJBVISTA &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOQUIM &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINDIFLORES &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCAVESP &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO ITAPETININGA &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMAVI &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SCV FEIRANTES DE JUNDIA&amp;Iacute; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCAF-SP &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO ITARAR&amp;Eacute; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO MAT&amp;Atilde;O &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO LUCELIA &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOM&amp;Eacute;RCIO ITAPEVA &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SCAF&amp;Eacute; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SCAF &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO VOTUPORANGA &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO DE FRANCA &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO CATANDUVA &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINDITECIDOS &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINDESPACHANTE &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINDTUR &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINAPREM &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINACOUROS &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINAPESP &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINDITECIDOS &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINDESPACHANTE &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINDTUR &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINAPESP &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINDIMASP &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOVAMI - SCV ITUVERAVA &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINDINESFA &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINBFIR - RIB PRETO &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINDILOC &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINDILOJAS CAMPINAS &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO OSVALDO CRUZ &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO GUARATINGUET&amp;Aacute; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO JACARE&amp;Iacute; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOPE&amp;Ccedil;AS &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO PEN&amp;Aacute;POLIS &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOM&amp;Eacute;RCIO SERT&amp;Atilde;OZINHO E REGI&amp;Atilde;O &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SICAP &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO RIO CLARO &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SECIESP &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO DE PINDAMONHANGABA &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO DE JA&amp;Uacute; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO MOGI MIRIM &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO DE S&amp;Atilde;O JOS&amp;Eacute; DOS CAMPOS &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO AMERICANA &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;SINCOMERCIO GUARULHOS&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO MAR&amp;Iacute;LIA&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO ATIBAIA&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO ITAPIRA&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 09 Sep 2026 10:08:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Institucional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Irresponsabilidade fiscal limita o crescimento]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/irresponsabilidade-fiscal-limita-o-crescimento</link><description>&lt;![CDATA[Ao ampliar os gastos, o governo pressiona a demanda da economia e obriga o BC a elevar as taxas de juros ]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;&lt;em id="isPasted"&gt;Antonio Lanzana*&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma das caracter&amp;iacute;sticas da pol&amp;iacute;tica econ&amp;ocirc;mica atual &amp;eacute; a preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o aumento da arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o. As medidas adotadas com esse objetivo s&amp;atilde;o tantas que enumer&amp;aacute;-las, certamente, n&amp;atilde;o caberia neste espa&amp;ccedil;o. De forma simplificada, nota-se que a carga tribut&amp;aacute;ria subiu mais de 2 pontos porcentuais (p.p.) em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao&amp;nbsp;Produto Interno Bruto (PIB)&amp;nbsp;&amp;mdash; 2025 sobre 2022 &amp;mdash;, o equivalente a cerca de R$ 255 bilh&amp;otilde;es, em pre&amp;ccedil;os de 2025. Mais recentemente, dados do Tesouro Nacional mostram um crescimento real da receita bruta do Governo Central de 5,2% no primeiro semestre deste ano e de 10% em junho, sempre em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a iguais per&amp;iacute;odos de 2025.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aumentos de impostos afetam diretamente a capacidade de crescimento do Pa&amp;iacute;s, na medida em que reduzem a gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de recursos por parte das empresas e diminuem as taxas de retorno dos investimentos. Embora ainda com consequ&amp;ecirc;ncias negativas, a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o seria diferente se a eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o da carga tribut&amp;aacute;ria resultasse em redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre d&amp;iacute;vida e PIB, o que viabilizaria a queda das taxas de juros. Mas o que ocorreu foi exatamente o contr&amp;aacute;rio, com essa rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o passando de 71,7% no in&amp;iacute;cio da gest&amp;atilde;o atual, e devendo encerrar 2026 com 83%. Por que isso ocorreu mesmo com o aumento da carga tribut&amp;aacute;ria?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O objetivo do governo ao aumentar a arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi gerar recursos para ampliar os gastos p&amp;uacute;blicos, conflitando com a pol&amp;iacute;tica do Banco Central (BC) de levar a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o para dentro da meta. Ao ampliar os gastos, o governo pressiona a demanda da economia e obriga o BC a elevar as taxas de juros para reduzir o gasto privado. A manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de juros extremamente elevados e por longo per&amp;iacute;odo influencia as contas do setor p&amp;uacute;blico e a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor privado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Frequentemente, o governo destaca que as metas do arcabou&amp;ccedil;o fiscal est&amp;atilde;o sendo cumpridas ao se referir ao super&amp;aacute;vit prim&amp;aacute;rio. Vale observar, por&amp;eacute;m, que essas metas s&amp;oacute; foram alcan&amp;ccedil;adas pela retirada de v&amp;aacute;rias despesas do c&amp;aacute;lculo. Al&amp;eacute;m disso, o que &amp;eacute; relevante para a din&amp;acirc;mica da d&amp;iacute;vida &amp;eacute; o d&amp;eacute;ficit nominal (que inclui as despesas com juros), atualmente acima de 8% do PIB, um dos maiores do mundo. Esse quadro aumenta o risco Brasil e pressiona ainda mais as taxas de juros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os desdobramentos dessa pol&amp;iacute;tica n&amp;atilde;o se limitam ao setor p&amp;uacute;blico. Taxas elevadas de juros e incentivos &amp;agrave; tomada de cr&amp;eacute;dito, com a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de v&amp;aacute;rias linhas especiais em ano eleitoral, levam a um quadro recorde de inadimpl&amp;ecirc;ncia das pessoas f&amp;iacute;sicas, sendo que o Desenrola 2.0 &amp;eacute; apenas um paliativo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Do lado empresarial, os reflexos encontram-se no n&amp;uacute;mero recorde de pedidos de recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o judicial, com crescimento de 80% no primeiro trimestre de 2026, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo per&amp;iacute;odo de 2023, e nos pedidos de recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o extrajudicial, com expans&amp;atilde;o de 425% em 2025, relativamente a 2021, de acordo com a plataforma Monitor RGF de Recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Judicial.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As consequ&amp;ecirc;ncias desse cen&amp;aacute;rio sobre as decis&amp;otilde;es de investimento s&amp;atilde;o dram&amp;aacute;ticas. No per&amp;iacute;odo de janeiro a maio deste ano, em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com os mesmos meses de 2025, enquanto a Ind&amp;uacute;stria como um todo cresceu 1,4%, a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de bens de capital caiu 4,8%. E mais: dados da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira da Ind&amp;uacute;stria de M&amp;aacute;quinas e Equipamentos (Abimaq) mostram que, no primeiro semestre deste ano, houve uma queda no consumo aparente de bens de capital (produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o industrial nacional mais importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es menos exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es) de 15%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A taxa de investimento, ao lado da produtividade, &amp;eacute; crucial para a determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o da capacidade de crescimento da economia, o que explica a expectativa de crescimento do PIB de apenas 2% em 2026, refor&amp;ccedil;ando a tend&amp;ecirc;ncia que acompanha o Brasil de crescer sistematicamente abaixo do restante do mundo nos &amp;uacute;ltimos anos. Em outras palavras, estamos ficando relativamente cada vez mais pobres.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Presidente do Conselho Superior de Economia, Sociologia e Pol&amp;iacute;tica da FecomercioSP e professor na Universidade de S&amp;atilde;o Paulo (USP) e na Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Dom Cabral (FDC)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Artigo publicado originalmente na Revista Problemas Brasileiros&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 04 Sep 2026 14:40:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Artigos]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[PEC 6x1 deve garantir autonomia das negociações e transição gradual]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/pec-6x1-deve-garantir-autonomia-das-negociacoes-e-transicao-gradual</link><description>&lt;![CDATA[Do modo que está, texto reduz a flexibilidade para adaptar regras às necessidades de cada setor ]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A Proposta de Emenda &amp;agrave; Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o (PEC) que altera a jornada e a escala de trabalho arrisca retirar de empresas e sindicatos a possibilidade de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, uma das principais fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es das entidades sindicais, e reduzir a capacidade de adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es laborais &amp;agrave;s caracter&amp;iacute;sticas de cada setor. A conclus&amp;atilde;o &amp;eacute; de S&amp;oacute;lon de Almeida Cunha, advogado, professor e membro do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-emprego-e-relacoes-de-trabalho"&gt;Conselho de Emprego e Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Trabalho&lt;/a&gt;da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, na Plen&amp;aacute;ria de agosto da Entidade. H&amp;aacute; uma grande preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em todos os setores da economia, de que seja imposta uma regra &amp;uacute;nica a setores e atividades com realidades t&amp;atilde;o diferentes. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Atualmente, sa&amp;uacute;de, com&amp;eacute;rcio, servi&amp;ccedil;os, plataformas digitais e atividades que funcionam em regimes como 12x36, 15x15 ou 4x4 t&amp;ecirc;m necessidades distintas e dificilmente poderiam ser submetidos a uma mesma l&amp;oacute;gica de jornada e escala. No encontro, Cunha observou que a altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m deve afetar horas extras, f&amp;eacute;rias, d&amp;eacute;cimo terceiro sal&amp;aacute;rio, bancos de horas e mecanismos de compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A maior preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; nas pequenas empresas e nos setores que dependem de funcionamento cont&amp;iacute;nuo ou de maior presen&amp;ccedil;a de trabalhadores nos fins de semana.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse sentido, caso a proposta avance da forma como est&amp;aacute;, tender&amp;aacute; a impor ao Pa&amp;iacute;s um ambiente com empregos com qualidade inferior e, possivelmente, o aumento da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/produtividade-e-o-fim-da-escala-6x1-folha-encarece-ate-para-quem-ja-da-dois-dias-de-folga"&gt;rotatividade devido aos custos elevados com a folha de pagamento.&amp;nbsp;&lt;/a&gt;Segundo o presidente do Conselho de Emprego e Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Trabalho da FecomercioSP, Jos&amp;eacute; Pastore, o maior dano &amp;eacute; sobre a produtividade. Mais do que nunca, o Brasil depende de sua capacidade produtiva para elevar a renda, tendo em vista que o b&amp;ocirc;nus demogr&amp;aacute;fico j&amp;aacute; n&amp;atilde;o surte o mesmo efeito que h&amp;aacute; quatro d&amp;eacute;cadas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O &lt;a href="https://www.instagram.com/ivodallacqua.oficial/"&gt;presidente da FecomercioSP, Ivo Dall&amp;rsquo;Acqua&lt;/a&gt;, ressaltou que o Brasil convive h&amp;aacute; d&amp;eacute;cadas com um paradoxo nas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es laborais. &amp;ldquo;A Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 1988 estabeleceu fundamentos a uma economia baseada na livre-iniciativa, mas, na contram&amp;atilde;o dela, temos um Estado constantemente disposto a intervir na atividade econ&amp;ocirc;mica&amp;rdquo;, disse. &amp;ldquo;O problema &amp;eacute; que essas interven&amp;ccedil;&amp;otilde;es assumem, agora, contornos ainda mais preocupantes. Sobra populismo e falta responsabilidade.&amp;rdquo; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/foco-na-negociacao-coletiva-e-na-transicao-responsavel-fecomerciosp-propoe-ajustes-na-pec-6x1"&gt;enviou cinco sugest&amp;otilde;es de emendas ao texto da Proposta de Emenda &amp;agrave; Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o (PEC) 221/2019&lt;/a&gt;, que est&amp;aacute; sob an&amp;aacute;lise dos senadores. Dentre as propostas, destacam-se preservar a autonomia das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es coletivas e garantir uma transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o gradual para a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada de trabalho.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Trabalho aos domingos&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Maria Cristina Mattioli, ex-desembargadora da Justi&amp;ccedil;a Trabalhista, advertiu para os poss&amp;iacute;veis efeitos da nova jornada sobre a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o feminina no mercado de trabalho. Com a regra do descanso aos domingos, uma prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o aparentemente favor&amp;aacute;vel pode produzir o efeito contr&amp;aacute;rio, afastando mulheres justamente dos dias de maior movimento no com&amp;eacute;rcio, nos restaurantes e nos servi&amp;ccedil;os, per&amp;iacute;odos em que tamb&amp;eacute;m est&amp;atilde;o concentradas comiss&amp;otilde;es, gorjetas e oportunidades de renda.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Maria Cristina, a pergunta n&amp;atilde;o deve ser apenas quanto a mulher ganhar&amp;aacute; em descanso, mas tamb&amp;eacute;m se a nova prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o poder&amp;aacute; reduzir sua renda, suas oportunidades profissionais e, em &amp;uacute;ltima inst&amp;acirc;ncia, sua presen&amp;ccedil;a no mercado de trabalho. Para ela, o dia da semana em que h&amp;aacute; descanso pode ser objeto de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre as partes, e n&amp;atilde;o imposto por lei ou por tribunal.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 28 Aug 2026 16:16:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Debates Fecomercio-SP]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Simples Nacional: um modelo que arrecada, emprega e promove inclusão]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/simples-nacional-um-modelo-que-arrecada-emprega-e-promove-inclusao</link><description>&lt;![CDATA[Regime concentra 34% das empresas do País e responde por quase um terço dos empregos formais do Brasil]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;&lt;em&gt;*Ivo Dall'Acqua&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Poucas políticas públicas brasileiras conseguem reunir, ao mesmo tempo, eficiência econômica, elevada capacidade de arrecadação e forte impacto social. O Simples Nacional é uma delas. Criado para reduzir a burocracia e estimular a formalização dos pequenos negócios, tornou-se um instrumento decisivo à geração de empregos, renda e oportunidades.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os números falam por si. O regime tributário reúne 6,2 milhões de empresas, cerca de 34% de todos os negócios brasileiros. Embora responda por apenas 7,2% da receita bruta nacional, o segmento é responsável por 18,8% de toda a arrecadação federal. Esses números apontam que, proporcionalmente ao faturamento, essas empresas contribuem muito mais para os cofres públicos do que normalmente se imagina, desmontando a ideia de que o Simples representa apenas um benefício fiscal.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A contribuição social é ainda mais expressiva. As empresas optantes pelo regime empregam 23,3 milhões de trabalhadores, o equivalente a 33,3% de todos os empregos formais do Brasil, além de responderem por 14,2% da massa salarial. Presentes em praticamente todos os municípios, esses negócios impulsionam a economia local, distribuem renda e fazem do Simples um propulsor de emprego, inclusão produtiva e desenvolvimento econômico.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não é exagero afirmar que o Simples funciona como um dos maiores programas sociais do Brasil. A diferença é que, em vez de distribuir renda por meio de transferências governamentais, cria condições para que milhões de brasileiros obtenham renda pelo trabalho, pelo empreendedorismo e pela atividade produtiva.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As Micro e Pequenas Empresas (MPEs) dão a tônica da economia nacional, representando o pequeno comércio do bairro, a padaria, a oficina, o restaurante, o salão de beleza, a empresa familiar, enfim, o comerciante que conhece seus clientes pelo nome. É essa capilaridade que faz com que o crescimento econômico alcance regiões onde grandes investimentos dificilmente chegariam.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por todas essas razões, qualquer proposta que reduza a competitividade do Simples Nacional precisa ser analisada com extrema cautela. Enfraquecer esse regime significa aumentar a carga tributária sobre pequenos negócios, dificultar a formalização, ampliar a informalidade e comprometer milhares de empresas que sustentam economias locais.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ministro da Fazenda, Dario Durigan, garantiu a parlamentares que o governo deve apresentar, no início de agosto, um estudo sobre o impacto fiscal da atualização do Simples. Por sua vez, o relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2021, que atualiza os limites de receita do Microempreendedor Empresarial (MEI), deputado Jorge Goetten (Rep/SC), entende que o mesmo pode ser feito em relação às demais empresas do Simples Nacional, pois se trataria de apenas de uma reposição da inflação, sem comprometimento do equilíbrio fiscal.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o relator, a atualização exclusiva do MEI criaria uma distorção no regime, pois esvaziaria, na prática, a primeira faixa de enquadramento das Microempresas (MEs), comprometendo a coerência da estrutura do regime.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O certo é que o Brasil carece de uma agenda voltada para o aumento da produtividade, a simplificação do ambiente de negócios e o acesso ao crédito a os pequenos empreendedores, e não para a redução dos instrumentos que vêm funcionando. O Simples Nacional mostrou, ao longo de quase duas décadas, que é possível conciliar arrecadação, desenvolvimento econômico e inclusão social.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Num momento em que o País busca crescer de forma sustentável, fortalecer quem mais emprega deveria ser uma prioridade nacional. Defender o Simples é defender milhões de empreendedores, milhões de trabalhadores e um modelo que produz riqueza, amplia oportunidades e contribui para um Brasil mais dinâmico, competitivo e socialmente inclusivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Ivo Dall’Acqua é presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Artigo originalmente publicado no portal Jota em 28 de agosto de 2026&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 28 Aug 2026 07:26:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Artigos]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[A disputa pelo bolso do consumidor e os desafios do comércio atacadista]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/a-disputa-pelo-bolso-do-consumidor-e-os-desafios-do-comercio-atacadista</link><description>&lt;![CDATA[Novas despesas, como apostas, streaming e serviços digitais, reduzem a renda disponível das famílias e exigem mais eficiência, inteligência de dados e inovação do setor]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;&lt;em id="isPasted"&gt;Ronaldo Jamar Taboada*&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;Atualmente, o orçamento familiar não é pressionado apenas por alimentação, moradia e transporte, mas também por novos mercados digitais e serviços. Plataformas de &lt;strong&gt;streaming&lt;/strong&gt;, aplicativos, compras internacionais, apostas online, academias, medicamentos voltados para o emagrecimento e serviços de entretenimento disputam os mesmos recursos do varejo tradicional.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O avanço de apostas esportivas e jogos virtuais é um dos exemplos mais evidentes dessa transformação. Segundo pesquisa da FecomercioSP, 35% dos paulistanos fazem apostas para tentar aumentar a renda doméstica, enquanto parte significativa usaria os recursos para consumo essencial, como pagar contas (14%) e comprar alimentos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o comércio atacadista e distribuidor, os impactos são preocupantes. O setor atua justamente na distribuição de bens de consumo que vêm sendo fortemente afetados por essas tendências. Quando novas despesas passam a ocupar espaço no orçamento, o consumidor reduz o volume de compras, e o varejista &amp;nbsp;diminui frequência de reposição, ou, ainda, buscam-se alternativas de menor valor agregado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Diante dessa situação, o setor precisará combinar escala, eficiência logística, inteligência de dados e resiliência. Identificar quais categorias ganham prioridade, os canais que preservam crescimento e as regiões que mantêm mais dinamismo passa a ser decisivo para sustentar o avanço do comércio atacadista em um ambiente de consumo fragmentado e fragilizado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Presidente do Conselho de Comércio Atacadista da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Artigo originalmente publicado na Revista Eletrolar News em 20 de agosto de 2026.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 21 Aug 2026 16:23:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Artigos]]</category></item></channel></rss>
