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<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[Trabalho - Legislação - FecomercioSP]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticias/legislacao/trabalho</link><description>&lt;![CDATA[]]</description><lastBuildDate>Tue, 07 Jul 2026 14:14:30 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[Trabalho - Legislação - FecomercioSP]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticias/legislacao/trabalho</link><url>https://fecomercio.com.br/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><category>&lt;![CDATA[Legislação]]</category><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category><item><title>&lt;![CDATA[Sem produtividade, não há redução de jornada sustentável]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/sem-produtividade-nao-ha-reducao-de-jornada-sustentavel</link><description>&lt;![CDATA[Uma economia mais produtiva é o primeiro passo para trabalhar menos e viver melhor, defende Ivo Dall’Acqua no Senado]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada de trabalho ser&amp;aacute; danosa ao Pa&amp;iacute;s se n&amp;atilde;o vier acompanhada de ganhos reais de produtividade. O debate em curso vai al&amp;eacute;m da escala 6x1 &lt;span style="caret-color: rgb(56, 57, 61); color: rgb(56, 57, 61); font-family: Gotham Book, sans-serif; font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: rgb(255, 255, 255); text-decoration: none; display: inline !important; float: none;" id="isPasted"&gt;&amp;mdash;&lt;/span&gt; envolve produtividade, competitividade, investimentos e sustentabilidade das contas p&amp;uacute;blicas, al&amp;eacute;m de emprego formal e da capacidade do Pa&amp;iacute;s de crescer sem comprometer justamente quem pretende proteger. O alerta &amp;eacute; do presidente da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, &lt;a href="https://www.instagram.com/ivodallacqua.oficial/"&gt;Ivo Dall&amp;#39;Acqua&lt;/a&gt;, durante sess&amp;atilde;o de debates tem&amp;aacute;ticos no Senado Federal na &amp;uacute;ltima quarta-feira (1&amp;deg;).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;H&amp;aacute; muito em jogo com a PEC 6X1. O Com&amp;eacute;rcio re&amp;uacute;ne mais de 10,2 milh&amp;otilde;es de empregos, e o setor de Servi&amp;ccedil;os concentra outros 32,8 milh&amp;otilde;es de trabalhadores. S&amp;atilde;o mais de 40 milh&amp;otilde;es de v&amp;iacute;nculos formais nos segmentos que mais geram oportunidades no Pa&amp;iacute;s. Qualquer altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o estrutural na jornada repercute sobre toda a economia brasileira&amp;rdquo;, alertou.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Estudos da FecomercioSP ilustram o potencial da mudan&amp;ccedil;a. Uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para 40 horas semanais, sem redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o proporcional da remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pode &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/reducao-de-jornada-de-trabalho-para-40-horas-custaria-r-158-bilhoes-as-empresas-calcula-fecomerciosp"&gt;representar acr&amp;eacute;scimo superior a R$ 158 bilh&amp;otilde;es por ano&lt;/a&gt; sobre a folha de pagamentos. No Com&amp;eacute;rcio, o impacto estimado supera R$ 30 bilh&amp;otilde;es anuais. &amp;quot;Nenhuma pol&amp;iacute;tica p&amp;uacute;blica &amp;eacute; gratuita. Quando uma decis&amp;atilde;o eleva permanentemente os custos, partes desse custo ser&amp;atilde;o inevitavelmente suportadas pelas empresas e repassadas aos pre&amp;ccedil;os e investimentos&amp;quot;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O posicionamento da FecomercioSP, deixou claro o presidente, &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/menos-imposicao-mais-dialogo"&gt;n&amp;atilde;o &amp;eacute; contr&amp;aacute;rio &amp;agrave; melhoria das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es laborais&lt;/a&gt;, pois a baixa produtividade brasileira n&amp;atilde;o &amp;eacute; culpa do trabalhador, mas das limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es e das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es da pr&amp;oacute;pria economia brasileira. Contudo, todo avan&amp;ccedil;o social s&amp;oacute; se torna permanente quando tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; economicamente sustent&amp;aacute;vel.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;O trabalhador brasileiro merece viver melhor, passar mais tempo com a fam&amp;iacute;lia e encontrar oportunidades para se qualificar. A diverg&amp;ecirc;ncia n&amp;atilde;o est&amp;aacute; no objetivo, mas no caminho para alcan&amp;ccedil;&amp;aacute;-lo. O caminho que defendemos &amp;eacute; o fortalecimento da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva &amp;mdash; instrumento que j&amp;aacute; permitiu reduzir a jornada m&amp;eacute;dia no Brasil para 38,4 horas semanais sem altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o constitucional &amp;mdash;, com solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es constru&amp;iacute;das a partir da realidade de cada setor&amp;rdquo;, acrescentou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A sess&amp;atilde;o de debates contou com a presen&amp;ccedil;a do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presid&amp;ecirc;ncia da Rep&amp;uacute;blica, Guilherme Boulos, e do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, al&amp;eacute;m de outros representantes do setor produtivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;PEC 6x1 pode elevar sal&amp;aacute;rios de todas as categorias&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Caso aprovada, a PEC deve elevar em cerca de 9% os sal&amp;aacute;rios de trabalhadores em todas as categorias por causa do aumento do gasto com o Descanso Semanal Remunerado (DSR), sem que as empresas possam compensar essa despesa com a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do valor da hora trabalhada, vedada pela pr&amp;oacute;pria proposta. &amp;Eacute; o que advertiu Jos&amp;eacute; Pastore, presidente do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-emprego-e-relacoes-de-trabalho"&gt;Conselho de Emprego e Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Trabalho da FecomercioSP&lt;/a&gt;, durante o debate.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Com a jornada de 40 horas semanais no modelo 5x2, para um trabalhador que recebe R$ 2,2 mil, por exemplo, passaria a ter remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de R$ 2,4 mil, um aumento de quase 10% embutido nessa engenharia jur&amp;iacute;dica. J&amp;aacute; h&amp;aacute; um aumento da passagem de 44 horas para 40 horas, mas estou tratando aqui do DSR, que agora passar&amp;aacute; a ser de dois dias. Isso trar&amp;aacute; um aumento de sal&amp;aacute;rio na pr&amp;aacute;tica&amp;rdquo;, advertiu.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/51569ef15ab428d4ecc88593cd6368443a5fb931.jpg" style="width: 500px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;O soci&amp;oacute;logo Jos&amp;eacute; Pastore. Foto: Ag&amp;ecirc;ncia Senado&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pastore ainda enfatizou aos senadores que o Pa&amp;iacute;s n&amp;atilde;o adota mudan&amp;ccedil;a salarial por lei (fora o sal&amp;aacute;rio m&amp;iacute;nimo), muito menos por mudan&amp;ccedil;a constitucional. &amp;ldquo;H&amp;aacute; um problema de natureza jur&amp;iacute;dica. &amp;Eacute; preciso saber se realmente dever&amp;iacute;amos expandir o sal&amp;aacute;rio de toda a for&amp;ccedil;a de trabalho do Brasil por PEC. Um reajuste de 9%, causado pelo aumento do descanso remunerado, ter&amp;aacute; consequ&amp;ecirc;ncias: infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desemprego, informalidade ou rotatividade&amp;rdquo;, concluiu.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao longo de todo o dia, a FecomercioSP participou de uma s&amp;eacute;rie de eventos e reuni&amp;otilde;es com parlamentares em Bras&amp;iacute;lia, com o objetivo de reduzir os impactos das mudan&amp;ccedil;as sobre a jornada de trabalho para o setor produtivo. A manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o fortalecimento das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es coletivas de trabalho para decis&amp;otilde;es sobre escala e jornada &amp;mdash; e, no limite, a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um per&amp;iacute;odo de transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais amplo para que as empresas possam se adaptar &amp;agrave;s novas regras propostas pela PEC &amp;mdash; s&amp;atilde;o alguns dos principais pleitos da Entidade.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 02 Jul 2026 09:13:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Trabalho em feriados deve ter regras mais claras após negociação tripartite]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/trabalho-em-feriados-deve-ter-regras-mais-claras-apos-negociacao-tripartite</link><description>&lt;![CDATA[Ministro do Trabalho assume o compromisso de publicar nova portaria após receber proposta entregue pela FecomercioSP]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, reafirmou o compromisso de editar e publicar a nova portaria que regulamenta o trabalho aos feriados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A sinalização ocorreu &lt;a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/noticias-e-conteudo/2026/junho/ministro-luiz-marinho-recebe-proposta-tripartite-para-regulamentacao-do-trabalho-no-comercio-aos-feriados"&gt;durante reunião com o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), Ivo Dall’Acqua&lt;/a&gt;, que apresentou ao ministro, no último dia 25/06, a proposta construída entre empregadores, trabalhadores e governo para ajustar a regulamentação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O encontro representa mais um avanço em um pleito defendido pela Federação desde a publicação da Portaria MTE 3.665/2023.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O texto é resultado de um processo de negociação tripartite que buscou promover ajustes na regulamentação do trabalho aos feriados e construir uma solução equilibrada para os diferentes setores envolvidos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para a FecomercioSP, a nova regulamentação representa um avanço importante ao conferir mais segurança jurídica às relações de trabalho, preservar a negociação coletiva como instrumento central e estabelecer critérios mais claros para a organização das atividades aos feriados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 30 Jun 2026 14:43:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Pacto nacional fortalece trabalho decente em grandes eventos]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/pacto-nacional-fortalece-trabalho-decente-em-grandes-eventos</link><description>&lt;![CDATA[Construção tripartite deve ampliar a segurança jurídica e disseminar boas práticas em toda a cadeia produtiva do setor]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Segurança jurídica, formalização das relações laborais e combate às irregularidades passam a integrar uma agenda nacional para o setor de grandes eventos. Esse é o objetivo do &lt;strong&gt;Pacto pelo Trabalho Decente em Grandes Eventos&lt;/strong&gt;, assinado na última quinta-feira (25), em Brasília, durante cerimônia que reuniu representantes do governo, empregadores, trabalhadores, organismos internacionais, entidades e instituições parceiras.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Construído de forma tripartite entre governo, empregadores e trabalhadores, o acordo estabelece diretrizes para promover ambientes de trabalho seguros e saudáveis, fortalecer a negociação coletiva, ampliar a formalização e combater o trabalho infantil, o trabalho análogo ao escravo e as fraudes trabalhistas em toda a cadeia produtiva de grandes eventos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao assinar o documento, &lt;a href="https://www.instagram.com/ivodallacqua.oficial/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Ivo Dall’Acqua Junior, presidente&lt;/a&gt; da&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; e diretor da&amp;nbsp;&lt;a href="https://portaldocomercio.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC)&lt;/a&gt;, ressaltou a satisfação de colaborar com a evolução das relações corretas e decentes entre capital e trabalho nos grandes eventos realizados no País.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“O Brasil está crescendo muito nessa área. A tendência é que isso se multiplique, porque tudo está sendo feito com muita objetividade e propósitos adequados. Quando o País recebe visitantes e as pessoas se deslocam para participar de eventos, quaisquer que sejam, movimenta-se uma cadeia que também se beneficia. Isso significa crescimento, oportunidade e, o que é melhor, distribuição de renda”, enfatizou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Coordenado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — em parceria com o Ministério da Cultura (MinC), a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Ministério Público do Trabalho (MPT), entidades empresariais e centrais sindicais —, o acordo contempla atividades ligadas a shows, festivais, eventos esportivos, feiras e congressos, envolvendo profissionais dos setores de produção, montagem, segurança, limpeza, alimentação, logística e serviços de apoio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Diretrizes para o setor&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O documento cria uma agenda permanente de cooperação para elevar os padrões das relações de trabalho no segmento de eventos. Dentre os compromissos assumidos, destacam-se a promoção de ambientes de trabalho seguros e saudáveis; o fortalecimento da negociação coletiva; a disseminação de boas práticas trabalhistas; e a criação de uma mesa tripartite permanente para acompanhar a implementação das medidas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O acordo também prevê ações voltadas para a formalização das relações de trabalho e o combate às irregularidades na cadeia de subcontratações, contribuindo para mais previsibilidade, conformidade e organização do setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Nós temos um arcabouço legal que nos dá garantias. O que precisamos é adaptar cada ação para que tudo saia da melhor forma. Sempre pensando na segurança, no bem-estar e, lá na frente, nos resultados. Afinal de contas, não basta ter potencial. É preciso realizar, porque queremos ser um eixo de atração e recepção. Queremos ver o mundo passeando por aqui”, acrescentou Ivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O acordo representa o início de uma agenda permanente de cooperação entre os diversos atores envolvidos. “Hoje, só assumimos o compromisso. A ação virá a partir daquilo que construirmos juntos”, concluiu Dall’Acqua.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 26 Jun 2026 11:03:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[PEC 6x1: relatório atinge a livre iniciativa, enfraquece negociação coletiva e impõe período insuficiente de transição]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/pec-6x1-relatorio-afronta-a-livre-iniciativa-enfraquece-negociacao-coletiva-e-impoe-periodo-insuficiente-de-transicao</link><description>&lt;![CDATA[Proposta erra ao fixar modelo único de escala por emenda constitucional e reduz a autonomia das negociações entre empresas e trabalhadores, um dos pleitos mais relevantes do setor produtivo]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O relat&amp;oacute;rio da Comiss&amp;atilde;o Especial sobre a Redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Jornada de Trabalho e o Fim da Escala 6x1, apresentado na segunda (25), traz problemas relevantes: fixa um &lt;strong&gt;&amp;uacute;nico modelo de escala de trabalho por emenda constitucional,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;que &amp;eacute; uma afronta &amp;agrave; livre iniciativa, &lt;strong&gt;reduz o espa&amp;ccedil;o da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;e ainda oferece um &lt;strong&gt;per&amp;iacute;odo de transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o insuficiente&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;para implementar as mudan&amp;ccedil;as.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na vis&amp;atilde;o da &lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;, o texto precisar&amp;aacute; passar por ajustes estruturais na C&amp;acirc;mara dos Deputados e no Senado para contemplar esses t&amp;oacute;picos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na ter&amp;ccedil;a-feira (26), a FecomercioSP discutiu esses temas em uma reuni&amp;atilde;o com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (Uni&amp;atilde;o Brasil-AP), assim como j&amp;aacute; havia levado o assunto a v&amp;aacute;rios parlamentares e autoridades do Executivo nos meses anteriores &amp;agrave; comiss&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em primeiro lugar, o texto &lt;strong&gt;contraria o princ&amp;iacute;pio do ato jur&amp;iacute;dico perfeito&lt;/strong&gt;, assim como o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a preval&amp;ecirc;ncia do negociado sobre o legislado em mat&amp;eacute;ria trabalhista.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A proposta tamb&amp;eacute;m acaba com flexibilidade proporcionada pelo teto de 44 horas semanais, que permitia, por meio da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical, tanto uma ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jornadas menores para melhorar as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho quanto a adequa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da capacidade produtiva em per&amp;iacute;odos de maior demanda sazonal. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Do jeito que est&amp;aacute;, o texto tamb&amp;eacute;m reduz capacidade de adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas &amp;agrave;s necessidades espec&amp;iacute;ficas de cada setor, e restringe liberdade de organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das atividades produtivas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O resultado pode ser impactos expressivos para setores econ&amp;ocirc;micos. A Entidade considera que &lt;strong&gt;a imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novas regras em um prazo reduzido tende a gerar inseguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica, conflitos e incertezas interpretativas&lt;/strong&gt;, al&amp;eacute;m de aumentar a judicializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o trabalhista e dificultar opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas. Em um cen&amp;aacute;rio extremo, as mudan&amp;ccedil;as v&amp;atilde;o provocar forte desorganiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o em diversos setores da economia.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Setores como com&amp;eacute;rcio, servi&amp;ccedil;os, turismo, alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, log&amp;iacute;stica e sa&amp;uacute;de, que dependem de escalas flex&amp;iacute;veis e de funcionamento cont&amp;iacute;nuo, poder&amp;atilde;o enfrentar impactos relevantes sobre os custos, organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o operacional e manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empregos, sobretudo nas micro e pequenas empresas (MPEs). &amp;Eacute; preocupante a imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de regras r&amp;iacute;gidas sobre jornada de trabalho e descanso semanal em um pa&amp;iacute;s marcado por profundas diferen&amp;ccedil;as setoriais e regionais.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O texto apresentado tamb&amp;eacute;m reduz a autonomia dos particulares desses processos. Um exemplo &amp;eacute; exig&amp;ecirc;ncia de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva para autorizar a compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de hor&amp;aacute;rios dentro da mesma semana, algo que anteriormente podia ser ajustado diretamente entre empregado e empregador. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O texto tamb&amp;eacute;m reduz autonomia coletiva privada, enfraquecendo instrumentos historicamente reconhecidos pela constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e pelo STF como adequados para ajustar jornadas, escalas e compensa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de acordo com a realidade de cada atividade econ&amp;ocirc;mica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Embora considere a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada uma demanda leg&amp;iacute;tima da sociedade, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o alerta que sua implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sem ganhos de produtividade, tende a elevar estruturalmente custo do trabalho, especialmente de setores intensivos em m&amp;atilde;o de obra. A experi&amp;ecirc;ncia internacional demonstra que mudan&amp;ccedil;as dessa natureza foram implementadas de forma gradual e negociada, acompanhadas por investimentos em tecnologia, inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e reorganiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o produtiva &amp;mdash; realidade que ainda se apresenta de forma heterog&amp;ecirc;nea no Brasil.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m dos impactos sobre as empresas, a Entidade ressalta que o aumento dos custos tende a ser repassado para toda a sociedade por meio da eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos pre&amp;ccedil;os, pressionando a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o e reduzindo o poder de compra das fam&amp;iacute;lias. Por isso, a FecomercioSP defende que eventuais mudan&amp;ccedil;as estruturais na jornada de trabalho ocorram de forma gradual, sustent&amp;aacute;vel e prioritariamente negociada entre empregadores e trabalhadores, respeitando as especificidades dos diferentes setores econ&amp;ocirc;micos e a capacidade de adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas, especialmente das micro e pequenas, respons&amp;aacute;veis por parcela significativa da gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empregos no Pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 27 May 2026 13:28:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[PEC 6x1 deve respeitar negociação coletiva, custos operacionais, contratos e, no limite, prever transição gradual]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/pec-6x1-deve-respeitar-negociacao-coletiva-custos-operacionais-contratos-e-no-limite-prever-transicao-gradual</link><description>&lt;![CDATA[Em audiência na Câmara, FecomercioSP também alerta que mudança não pode ignorar a proteção às atividades essenciais]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;Durante mais uma participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em audi&amp;ecirc;ncia p&amp;uacute;blica na Comiss&amp;atilde;o Especial da PEC do Fim da Escala 6x1, na C&amp;acirc;mara dos Deputados, em Bras&amp;iacute;lia, na &amp;uacute;ltima segunda-feira (18), a &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;reafirmou a defesa da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva como ferramenta para ajustes de jornada e escala de trabalho, bem como que eventuais mudan&amp;ccedil;as via legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o ocorram de maneira escalonada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;Durante discurso, Karina Negreli, assessora jur&amp;iacute;dica da FecomercioSP, destacou ao presidente da comiss&amp;atilde;o, deputado Alencar Santana (PT/SP), e ao deputado Reginaldo Lopes (PT/MG), autor da PEC 221/2019, a preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor produtivo com mudan&amp;ccedil;as na jornada de trabalho sem a devida cautela, especialmente por meio de altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o constitucional r&amp;iacute;gida e uniforme. Ela lembrou que a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal vigente j&amp;aacute; oferece instrumentos adequados, modernos e democr&amp;aacute;ticos para que jornadas reduzidas sejam negociadas de maneira equilibrada entre empregadores e trabalhadores, valorizando a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva e a autonomia sindical.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;&amp;ldquo;O papel dos sindicatos &amp;eacute; justamente negociar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es compat&amp;iacute;veis com cada realidade econ&amp;ocirc;mica e setorial, e n&amp;atilde;o transferir integralmente ao Estado a defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o uniforme das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho para todos os segmentos da economia&amp;rdquo;, destacou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;Karina tamb&amp;eacute;m ressaltou que a m&amp;eacute;dia da jornada de trabalho no Brasil &amp;eacute; de &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/reducao-de-jornada-de-trabalho-para-40-horas-custaria-r-158-bilhoes-as-empresas-calcula-fecomerciosp" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;38,4 horas por semana &amp;mdash; 39 horas, arredondando&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;. Ponderou, por&amp;eacute;m, que isso acontece porque quem pode reduzir a jornada com apoio em produtividade, tecnologia e melhores insumos j&amp;aacute; faz isso. &amp;ldquo;Contudo, essa n&amp;atilde;o &amp;eacute; a realidade de todos os empres&amp;aacute;rios: 90% das empresas s&amp;atilde;o pequenas e m&amp;eacute;dias.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;color:black;'&gt;Uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para 40 horas, com impacto previsto de 10% aos custos, pode representar a diferen&amp;ccedil;a entre manter as portas abertas ou fech&amp;aacute;-las para neg&amp;oacute;cios com margens mais estreitas&amp;quot;, alertou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;color:black;'&gt;&lt;strong&gt;Custo operacional invi&amp;aacute;vel&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;Estudos da FecomercioSP apontam que, se a jornada cair de 44 para 36 horas sem altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o salarial, &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/custo-do-trabalho-aumentaria-22-com-fim-da-escala-6x1"&gt;haver&amp;aacute; um aumento proporcional do custo da hora trabalhada superior a 22%&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;. Mesmo propostas intermedi&amp;aacute;rias, considerando 40 horas semanais, representam reflexo pr&amp;oacute;ximo de 10%.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;Fabio Pina, assessor econ&amp;ocirc;mico da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, explicou, &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-discute-com-o-relator-da-pec-6x1-e-outros-parlamentares-propostas-para-o-relatorio-da-comissao-especial" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;em audi&amp;ecirc;ncia p&amp;uacute;blica realizada na semana passada&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;, que isso representaria um custo de R$ 160 bilh&amp;otilde;es por ano para a economia brasileira.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;Durante a audi&amp;ecirc;ncia, Karina defendeu ainda que, se cada setor conta com din&amp;acirc;mica pr&amp;oacute;pria, ent&amp;atilde;o a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva &amp;eacute; o instrumento mais adequado para construir solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es sustent&amp;aacute;veis. &amp;ldquo;E &amp;eacute; exatamente isso que a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o j&amp;aacute; permite hoje. Por essa raz&amp;atilde;o, a FecomercioSP entende que eventuais mudan&amp;ccedil;as devem ocorrer prioritariamente por negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva, preservando a autonomia das partes e permitindo solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es setoriais compat&amp;iacute;veis com a realidade econ&amp;ocirc;mica de cada segmento&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:"Calibri",sans-serif;color:black;'&gt;&lt;strong&gt;Debate deve olhar para custo, produtividade e contratos j&amp;aacute; estabelecidos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;Diante do avan&amp;ccedil;o do tema no Parlamento, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o considera imprescind&amp;iacute;vel observar alguns pontos fundamentais na discuss&amp;atilde;o sobre a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada e da escala de trabalho. No in&amp;iacute;cio do m&amp;ecirc;s, a Entidade prop&amp;ocirc;s uma s&amp;eacute;rie de emendas, fruto da constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um n&amp;uacute;cleo de dirigentes sindicais e especialistas. Esse material j&amp;aacute; foi entregue &amp;agrave;s lideran&amp;ccedil;as do Congresso, ao presidente da comiss&amp;atilde;o e ao relator da PEC ao longo de diversas reuni&amp;otilde;es e audi&amp;ecirc;ncias:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;- &amp;nbsp;qualquer transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o deve ocorrer de forma escalonada, como previsto no texto da PEC 221/2019, ao longo de dez anos;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;- &amp;nbsp;vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; produtividade efetivamente medida, considerando crit&amp;eacute;rios objetivos definidos em lei;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;- &amp;nbsp;preservar regimes especiais j&amp;aacute; existentes e garantir tratamento diferenciado &amp;agrave;s Micro e Pequenas Empresas (MPEs);&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;- &amp;nbsp;prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s atividades essenciais e de funcionamento permanente;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-size:16px;font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;- eventual aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o precisa respeitar o ato jur&amp;iacute;dico perfeito e os contratos j&amp;aacute; em curso, garantindo seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height:normal;"&gt;&lt;span style='font-family:"Calibri",sans-serif;'&gt;Al&amp;eacute;m da FecomercioSP, outras entidades representativas de diversos setores produtivos participaram da audi&amp;ecirc;ncia e foram un&amp;acirc;nimes em defender que as negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es coletivas devem ser garantidas e que se pense em medidas para atenuar os efeitos socioecon&amp;ocirc;micos da mudan&amp;ccedil;a.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div id="_com_1" language="JavaScript"&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="_com_4" language="JavaScript"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 20 May 2026 07:41:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[NR-1: o que é possível implementar agora?]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/nr-1-o-que-e-possivel-implementar-agora</link><description>&lt;![CDATA[‘FecomercioSP Orienta’ detalha processos para mapear riscos e organizar ações com base nos recursos que a empresa já tem]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Quest&amp;otilde;es como estresse ocupacional, press&amp;atilde;o excessiva por metas, jornadas extenuantes, aus&amp;ecirc;ncia de suporte organizacional e ass&amp;eacute;dio moral passaram a integrar formalmente a agenda de Seguran&amp;ccedil;a e Sa&amp;uacute;de no Trabalho (SST). Ainda que a atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Norma Reguladora (NR-1), que incorpora os riscos psicossociais ao gerenciamento de riscos ocupacionais, esteja tomando a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas, ainda h&amp;aacute; d&amp;uacute;vidas quanto &amp;agrave; corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o de suas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es na busca da implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Neste momento, a principal d&amp;uacute;vida &amp;eacute;: o que j&amp;aacute; &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel implementar agora?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Neste epis&amp;oacute;dio do &lt;strong&gt;FecomercioSP Orienta&lt;/strong&gt;, Karina Negreli, assessora jur&amp;iacute;dica da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, e Jorge Matsumoto, s&amp;oacute;cio da &amp;aacute;rea Trabalhista do Bichara Advogados e professor no Insper, explicam como neg&amp;oacute;cios de diferentes portes podem come&amp;ccedil;ar a mapear riscos, organizar a&amp;ccedil;&amp;otilde;es preventivas e reduzir passivos trabalhistas. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;De concreto, &amp;eacute; importante olhar para o excesso de faltas, setores com afastamentos envolvendo adoecimento mental e sinais nesse sentido &amp;mdash; que, agora, exigem que a empresa mapeie as ocorr&amp;ecirc;ncias e comece a atacar onde isso &amp;eacute; mais cr&amp;iacute;tico dentro da companhia, al&amp;eacute;m do que est&amp;aacute; comprometendo a sa&amp;uacute;de dos trabalhadores&amp;rdquo;, enfatiza Karina. &amp;ldquo;O importante &amp;eacute; ter esse mapeamento e um plano de gest&amp;atilde;o de melhoria desse ambiente.&amp;rdquo;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse sentido, o neg&amp;oacute;cio deve identificar o problema, avaliar os riscos e priorizar como ser&amp;atilde;o tratados e reduzidos. &amp;ldquo;Um &amp;uacute;ltimo ponto &amp;eacute; monitorar e entender o que deu certo ou n&amp;atilde;o. E isso precisa ser feito continuamente de forma s&amp;eacute;ria. Quando se traz isso para a gest&amp;atilde;o, &amp;eacute; essencial lembrar que esse monitoramento, agora, faz parte da governan&amp;ccedil;a&amp;rdquo;, complementa Matsumoto.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Estrutura limitada das pequenas empresas&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A NR-1 n&amp;atilde;o obriga que seja utilizado um m&amp;eacute;todo espec&amp;iacute;fico, tampouco que esse invent&amp;aacute;rio de riscos seja feito por um profissional em um cargo espec&amp;iacute;fico. Dessa forma, o colaborador respons&amp;aacute;vel pelas quest&amp;otilde;es de sa&amp;uacute;de e seguran&amp;ccedil;a ocupacional, mesmo nas Pequenas e M&amp;eacute;dias Empresas (MPEs), j&amp;aacute; &amp;eacute; o primeiro parceiro para identificar as potenciais amea&amp;ccedil;as. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Pode-se, por exemplo, utilizar um question&amp;aacute;rio para aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de perguntas que apontem a exist&amp;ecirc;ncia de alguns riscos. Mas isso n&amp;atilde;o &amp;eacute; obrigat&amp;oacute;rio. Esse parceiro, ou algu&amp;eacute;m que conhe&amp;ccedil;a os processos internos da empresa, pode observar os dados de afastamento e queixas no RH e, a partir disso, gerar esse material que possa ser avaliado e mantido ao longo do tempo&amp;rdquo;, frisa Karina.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O que &amp;eacute; obrigat&amp;oacute;rio para todas as empresas &amp;eacute; a an&amp;aacute;lise ergon&amp;ocirc;mica preliminar. Para as pequenas, com graus de risco 1 e 2, essa an&amp;aacute;lise vai servir como evid&amp;ecirc;ncia da preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o do neg&amp;oacute;cio em busca da identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de riscos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Come&amp;ccedil;ar bem n&amp;atilde;o &amp;eacute; come&amp;ccedil;ar caro, mas organizado. As PMEs podem, neste momento, fazer uso do que j&amp;aacute; t&amp;ecirc;m. Podem olhar o que j&amp;aacute; est&amp;aacute; materializado nos seis riscos psicossociais que a pr&amp;oacute;pria norma traz e trabalhar em cima disso&amp;rdquo;, salienta Matsumoto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esta edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m aborda os desafios de adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; norma e a necessidade de mais seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica para a sua aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span contenteditable="false" draggable="true" class="fr-video fr-deletable fr-fvc fr-dvb fr-draggable"&gt;&lt;iframe width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/ALGqpCCB1og?&amp;wmode=opaque&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen="" class="fr-draggable"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 18 May 2026 16:53:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP reforça defesa da negociação coletiva em reunião com presidente da Comissão Especial da PEC 6x1]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-reforca-defesa-da-negociacao-coletiva-em-reuniao-com-presidente-da-comissao-especial-da-pec-6x1</link><description>&lt;![CDATA[Entidade participou de debate na Câmara e advertiu para impactos da proposta para pequenas empresas e setores de serviços]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Enquanto o debate sobre a PEC 6x1 ganha for&amp;ccedil;a nas redes sociais e no ambiente pol&amp;iacute;tico, representantes do setor produtivo tentam levar para o centro da discuss&amp;atilde;o os efeitos pr&amp;aacute;ticos da proposta sobre empresas, empregos e funcionamento de atividades essenciais do Com&amp;eacute;rcio e dos Servi&amp;ccedil;os, com o objetivo de alinhar aspectos do texto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por isso, a &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; participou, na &amp;uacute;ltima ter&amp;ccedil;a-feira (13), de reuni&amp;atilde;o &lt;a href="https://www.instagram.com/p/DYVXGwgjF7Q/"&gt;com o deputado federal Alencar Santana (PT/SP), presidente da Comiss&amp;atilde;o Especial da PEC 6x1&lt;/a&gt; na C&amp;acirc;mara dos Deputados. O encontro reuniu representantes empresariais para discutir os reflexos econ&amp;ocirc;micos e operacionais da proposta de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada de trabalho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A agenda &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/hugo-motta-ouve-demandas-da-fecomerciosp-sobre-fim-da-escala-6x1-1"&gt;deu continuidade &amp;agrave;s articula&amp;ccedil;&amp;otilde;es iniciadas pela Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Bras&amp;iacute;lia nos &amp;uacute;ltimos dias&lt;/a&gt;, marcadas por reuni&amp;otilde;es com parlamentares, participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em audi&amp;ecirc;ncias p&amp;uacute;blicas e apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de emendas defendidas pela Entidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Impactos setoriais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reuni&amp;atilde;o, dirigentes da FecomercioSP defenderam que eventuais mudan&amp;ccedil;as nas regras trabalhistas considerem as especificidades de cada atividade econ&amp;ocirc;mica e preservem a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva como principal instrumento para defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jornadas e escalas de trabalho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Entidade tamb&amp;eacute;m alertou para as consequ&amp;ecirc;ncias da proposta para Micro e Pequenas Empresas (MPEs), especialmente nos setores de Com&amp;eacute;rcio e Servi&amp;ccedil;os, que operam com estruturas enxutas e dependem de escalas cont&amp;iacute;nuas de atendimento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto levado ao debate foi a necessidade de mecanismos de transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o capazes de permitir adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o gradual das empresas &amp;agrave;s novas exig&amp;ecirc;ncias, reduzindo efeitos sobre custos operacionais, pre&amp;ccedil;os e manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empregos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Representantes empresariais ressaltaram que o setor produtivo n&amp;atilde;o se posiciona contra o debate sobre jornada de trabalho, mas defende que eventuais mudan&amp;ccedil;as sejam constru&amp;iacute;das com base em crit&amp;eacute;rios t&amp;eacute;cnicos e di&amp;aacute;logo entre trabalhadores e empregadores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP tamb&amp;eacute;m solicitou ao presidente da Comiss&amp;atilde;o Especial mais tempo para aprofundamento dos debates e defendeu que o setor produtivo seja ouvido de forma mais ampla nas audi&amp;ecirc;ncias p&amp;uacute;blicas da C&amp;acirc;mara. Segundo representantes da Entidade, parte das discuss&amp;otilde;es realizadas at&amp;eacute; agora ocorreu sem participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o equilibrada de representantes empresariais, apesar dos efeitos diretos da proposta sobre empresas e empregos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;&amp;quot;H&amp;aacute; uma preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Comiss&amp;atilde;o em ouvir os diferentes setores e compreender os impactos da proposta, especialmente sobre as pequenas empresas&amp;rdquo;, disse Alencar Santana.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;A preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor produtivo n&amp;atilde;o &amp;eacute; impedir o debate, mas evitar uma mudan&amp;ccedil;a sem transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o adequada e sem considerar a realidade das empresas brasileiras&amp;quot;, afirmou Antonio Deliza Neto, vice-presidente da FecomercioSP, presidente do Conselho do Com&amp;eacute;rcio Varejista (CCV) da Entidade e presidente do Sincomercio Araraquara.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A reuni&amp;atilde;o integrou a agenda de articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o da FecomercioSP no Congresso Nacional para acompanhar a tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da PEC 6x1 e defender ajustes considerados fundamentais para reduzir impactos econ&amp;ocirc;micos sobre os setores produtivos.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 15 May 2026 16:22:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP leva propostas ao relator da PEC 6x1 e amplia articulação sobre o texto da Comissão Especial]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-leva-propostas-ao-relator-da-pec-6x1-e-amplia-articulacao-sobre-o-texto-da-comissao-especial</link><description>&lt;![CDATA[Encontro em Brasília reuniu entidades empresariais e discutiu mecanismos de flexibilização, negociação coletiva e transição para os setores produtivos]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o do relat&amp;oacute;rio da PEC 6x1 entrou em uma fase mais sens&amp;iacute;vel das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es pol&amp;iacute;ticas no Congresso Nacional. Com a discuss&amp;atilde;o deixando o campo das manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas e avan&amp;ccedil;ando sobre os poss&amp;iacute;veis formatos do texto, entidades empresariais intensificaram, nos &amp;uacute;ltimos dias, o di&amp;aacute;logo com parlamentares envolvidos diretamente na tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da proposta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Foi nesse contexto que a &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;participou, na &amp;uacute;ltima ter&amp;ccedil;a-feira (12), de reuni&amp;atilde;o com &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-discute-com-o-relator-da-pec-6x1-e-outros-parlamentares-propostas-para-o-relatorio-da-comissao-especial"&gt;o deputado federal Leo Prates (Republicanos/BA), relator da Comiss&amp;atilde;o Especial da PEC 6x1&lt;/a&gt; na C&amp;acirc;mara dos Deputados. O encontro reuniu representantes de entidades nacionais ligadas ao com&amp;eacute;rcio, ao varejo, aos servi&amp;ccedil;os e &amp;agrave; alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o fora do lar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A agenda integrou &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/em-brasilia-fecomerciosp-apresenta-emendas-e-alerta-para-impactos-economicos-da-pec-6x1"&gt;a mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o que a FecomercioSP vem realizando em Bras&amp;iacute;lia&lt;/a&gt; para acompanhar a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o do relat&amp;oacute;rio e defender mecanismos que reduzam impactos econ&amp;ocirc;micos e operacionais sobre os setores produtivos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/34432b46bd704b30006c911c5a047580ec2f7fba.JPG" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pontos sens&amp;iacute;veis&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reuni&amp;atilde;o, representantes da Entidade apresentaram as emendas defendidas pela Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e refor&amp;ccedil;aram a necessidade de preservar a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva como instrumento para adaptar escalas e jornadas &amp;agrave;s diferentes realidades econ&amp;ocirc;micas e operacionais das empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao longo da conversa, o parlamentar sinalizou a busca por solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es que permitam mais flexibilidade para diferentes segmentos econ&amp;ocirc;micos e indicou que parte das regulamenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es poder&amp;aacute; ser, posteriormente, discutida por meio de Projeto de Lei (PL), permitindo tratamento mais espec&amp;iacute;fico para determinados setores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A discuss&amp;atilde;o abordou temas como per&amp;iacute;odos de transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, funcionamento de pequenas empresas, modelos de compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jornada, atividades com atendimento cont&amp;iacute;nuo e reflexos sobre trabalhadores comissionados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Representantes empresariais destacaram que atividades como com&amp;eacute;rcio, turismo, bares, restaurantes e servi&amp;ccedil;os operam com din&amp;acirc;micas distintas, muitas vezes dependentes de sazonalidade, funcionamento aos fins de semana e equipes reduzidas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP tamb&amp;eacute;m salientou que o debate sobre redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada precisa considerar os efeitos econ&amp;ocirc;micos e operacionais da medida, sobretudo para Micro e Pequenas Empresas (PMEs), respons&amp;aacute;veis por grande parte da gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empregos no Pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 15 May 2026 11:49:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP discute com o relator da PEC 6x1 e outros parlamentares propostas para o relatório da Comissão Especial]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-discute-com-o-relator-da-pec-6x1-e-outros-parlamentares-propostas-para-o-relatorio-da-comissao-especial</link><description>&lt;![CDATA[Comitiva da Entidade apresenta emendas a deputados, acompanhou debates na Câmara e reafirma defesa da negociação coletiva, da flexibilização setorial e de mecanismos de transição para os setores produtivos]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; intensificou a agenda de articulação política em Brasília em torno da PEC 6x1. Em um &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/em-brasilia-fecomerciosp-apresenta-emendas-e-alerta-para-impactos-economicos-da-pec-6x1"&gt;segundo dia consecutivo de reuniões no Congresso Nacional&lt;/a&gt;, a Entidade ampliou o diálogo com parlamentares, acompanhou audiências públicas na Câmara dos Deputados e avançou na discussão de propostas consideradas prioritárias pelo setor produtivo para reduzir os impactos econômicos da redução da jornada de trabalho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A mobilização reuniu presidentes de Sindicatos Patronais de diferentes regiões do Estado paulista e representantes de setores ligados ao Comércio, aos Serviços e ao Turismo. Ao longo do dia, a comitiva reforçou aos parlamentares a defesa das emendas apresentadas pela Federação, especialmente aquelas relacionadas à prevalência da negociação coletiva, à flexibilização setorial e à criação de mecanismos de transição para Micro e Pequenas Empresas (MPEs).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As agendas ocorreram em um momento considerado decisivo para a tramitação da proposta na Câmara. Além das discussões técnicas, os encontros revelaram uma preocupação crescente de parlamentares e representantes empresariais com os impactos econômicos, operacionais e sociais da medida sobre empresas, empregos e prestação de serviços.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Flexibilidade setorial&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A comitiva da FecomercioSP participou de reunião com o deputado Leo Prates (Republicanos/BA), relator da Comissão Especial da PEC 6x1, em encontro que reuniu entidades empresariais nacionais ligadas a varejo, comércio, serviços e alimentação fora do lar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a conversa, representantes da Federação apresentaram as emendas defendidas pela Entidade e reafirmaram a necessidade de preservar a negociação coletiva como instrumento de adaptação das jornadas às diferentes realidades econômicas e operacionais dos setores produtivos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O encontro também abordou temas como escalas diferenciadas, jornadas específicas, transição gradual, reflexos sobre trabalhadores comissionados e preservação das convenções coletivas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Prates sinalizou a busca por soluções que preservem mais flexibilidade a diferentes segmentos econômicos e confirmou que parte das regulamentações poderá ser discutida posteriormente por meio de Projeto de Lei (PL).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reunião, empresários e representantes do setor produtivo alertaram para os efeitos da proposta sobre pequenos estabelecimentos, especialmente aqueles com equipes reduzidas e funcionamento contínuo, como bares, restaurantes, farmácias, comércio de rua e serviços essenciais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Negociação coletiva&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em reunião com o deputado Gilberto Nascimento (Podemos/SP), presidente da Frente Parlamentar Evangélica, a comitiva da FecomercioSP apresentou formalmente o pedido de apoio às emendas elaboradas pela Federação para a PEC 6x1.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Leandro Almeida, assessor jurídico da Entidade, destacou que a principal preocupação da Federação é garantir segurança jurídica e preservar a autonomia das negociações entre empregadores e trabalhadores. “Caso a proposta avance, é fundamental que a negociação coletiva permaneça como instrumento para adaptar jornadas e escalas às realidades de cada setor”, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Entidade também defendeu tratamento diferenciado às empresas enquadradas no Simples Nacional, além de medidas compensatórias capazes de reduzir o impacto financeiro sobre pequenos negócios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante o encontro, Fábio Pina, assessor econômico da FecomercioSP, voltou a apresentar os estudos elaborados pela Entidade sobre os efeitos econômicos da proposta. Segundo ele, a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais, sem diminuição salarial, pode elevar os custos das empresas entre &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fim-da-escala-6x1-custo-de-ate-r-610-bilhoes-na-folha-penalizara-quem-mais-gera-empregos?%2Fnoticia%2Ffim-da-escala-6x1-custo-de-ate-r-610-bilhoes-na-folha-penalizara-quem-mais-gera-empregos="&gt;7% e 8%, o equivalente a cerca de R$ 160 bilhões por ano&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“O empresário que conseguir absorver esse custo vai repassá-lo aos preços. Quem não conseguir vai reduzir operação, fechar ou migrar para a informalidade”, alertou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O deputado Nascimento afirmou que pretende analisar as propostas apresentadas pela FecomercioSP e reconheceu a importância da participação das entidades empresariais no debate da PEC.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A comitiva também se reuniu com o deputado Hildo Rocha (MDB/MA), integrante da Comissão Especial da PEC 6x1. Durante o encontro, representantes da Federação ressaltaram preocupações relacionadas aos efeitos da proposta sobre o setor produtivo e apresentaram as emendas defendidas pela Entidade, com foco na preservação da negociação coletiva, na flexibilização setorial e na proteção aos pequenos negócios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao longo da agenda em Brasília, representantes da FecomercioSP também estiveram com o deputado Sanderson (PL-RS) e com a deputada Bia Kicis (PL-DF). Nos encontros, a Entidade apresentou as emendas defendidas pela Federação e reforçou preocupações relacionadas aos impactos da proposta sobre empresas, empregos e pequenos negócios, especialmente nos setores de comércio e serviços.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Debate ampliado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao longo do dia, a comitiva também acompanhou audiências públicas da Comissão Especial da PEC 6x1, que contaram com a participação do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante os debates, dirigentes da Federação entregaram ao ministro as propostas elaboradas pela FecomercioSP e apontaram a necessidade de uma discussão baseada em dados técnicos e na realidade operacional das empresas brasileiras.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Federação também voltou a defender que mudanças estruturais dessa dimensão exijam períodos de adaptação mais longos, especialmente para pequenos negócios, que concentram grande parte da geração de empregos no País.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A mobilização em Brasília faz parte da estratégia da FecomercioSP de acompanhar a tramitação da PEC e ampliar o diálogo com parlamentares para defender ajustes que reduzam impactos econômicos e preservem a competitividade das empresas brasileiras.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 14 May 2026 14:24:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Em Brasília, FecomercioSP apresenta emendas e alerta para impactos econômicos da PEC 6x1]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/em-brasilia-fecomerciosp-apresenta-emendas-e-alerta-para-impactos-economicos-da-pec-6x1</link><description>&lt;![CDATA[Comitiva da Entidade participou de reuniões no Congresso e apresentou dados sobre os efeitos da proposta para empresas, empregos e pequenos negócios]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; deu continuidade à agenda de mobilização no Congresso Nacional em torno das propostas que tratam da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6x1. A ação, &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/hugo-motta-ouve-demandas-da-fecomerciosp-sobre-fim-da-escala-6x1-1"&gt;que já havia reunido lideranças empresariais em Brasília na semana passada&lt;/a&gt;, teve como foco ampliar o diálogo com parlamentares, apresentar dados técnicos e buscar apoio às emendas elaboradas e defendidas pela Federação na Comissão Especial da Câmara dos Deputados.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As propostas apresentadas pela Entidade têm como eixo a preservação da negociação coletiva, a segurança jurídica e a diferenciação setorial. A FecomercioSP defende que eventuais mudanças na jornada considerem as realidades operacionais de cada atividade, além de mecanismos de compensação econômica e tratamento diferenciado às Micro e Pequenas Empresas (MPEs).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A comitiva foi formada por presidentes de Sindicatos Patronais de diferentes segmentos do Comércio de bens, serviços e turismo. A diversidade dos setores representados reforçou um dos principais argumentos levados aos parlamentares: regras uniformes podem produzir efeitos distintos sobre atividades com dinâmicas próprias de funcionamento.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Articulação política&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em reunião com o senador Laercio Oliveira (PP/SE), os representantes da FecomercioSP apresentaram preocupações sobre as consequências da proposta para empresas, empregos e organização das escalas de trabalho. Durante o encontro, a Entidade também apresentou as emendas protocoladas na Comissão Especial da PEC 6x1.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fabio Pina, assessor econômico da Federação, destacou estudos da Entidade que apontam aumento imediato de cerca de 10% nos custos das empresas apenas com a redução da carga horária de 44 para 40 horas semanais, sem diminuição salarial.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo os cálculos apresentados, o reflexo mínimo &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/custo-do-trabalho-aumentaria-22-com-fim-da-escala-6x1-ajustes-das-convencoes-variam-de-1-a-3"&gt;estimado seria de R$ 160 bilhões por ano na economia brasileira&lt;/a&gt;&lt;a id="_anchor_1" href="applewebdata://76C0A929-4A36-4DB1-934F-D76EA271121A#_msocom_1" language="JavaScript" name="_msoanchor_1"&gt;&lt;/a&gt;. Para Pina, essa despesa ampliaria o chamado Custo Brasil, com reflexos sobre preços, competitividade, formalização e manutenção de postos de trabalho. “Duas coisas vão acontecer: aumento de preços e redução dos postos de trabalho. Exatamente o oposto do que a medida diz fazer aos empregados”, afirmou.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Oliveira defendeu que o País priorize produtividade, desenvolvimento econômico e geração de renda. O parlamentar ainda elogiou a atuação da Federação em Brasília. “A gente precisa que os empresários estejam aqui, de gabinete em gabinete, se apresentando, explicando o porquê e pedindo apoio”, afirmou. “O que a FecomercioSP está fazendo é resgatando essa luta.”&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Debate técnico&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A comitiva também participou de reunião com o deputado Alencar Santana (PT/SP), presidente da Comissão Especial da PEC 6x1, ao lado de outras entidades do setor produtivo. O encontro tratou de pontos como prazo de transição, compensações econômicas, flexibilização das escalas e prevalência das negociações coletivas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a conversa, representantes empresariais ressaltaram a defesa das emendas propostas pela FecomercioSP, especialmente as relacionadas à centralidade dos acordos coletivos e à possibilidade de adaptação das regras conforme as especificidades de cada setor.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os representantes do setor produtivo ainda enfatizaram que a preocupação central não é impedir o debate, mas evitar uma mudança abrupta, sem transição adequada e sem mecanismos que considerem as particularidades das atividades econômicas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cenário econômico&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na audiência pública da Comissão Especial da Câmara dos Deputados, com participação de Dario Durigan, do Ministério da Fazenda, Pina voltou a apresentar os dados econômicos da FecomercioSP. Ele afirmou que o impacto estimado equivale a cerca de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB), valor próximo ao crescimento médio anual do País nas últimas décadas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pina ainda advertiu para os reflexos da proposta sobre competitividade, investimentos e geração de empregos. Segundo ele, o Brasil não pode ampliar custos em um cenário de perda de competitividade internacional. “Nós estamos expulsando empresário e consumidor para o Paraguai”, afirmou durante a audiência.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o assessor econômico, a legislação atual já permite a adoção de jornadas menores quando há viabilidade e negociação entre as partes. O problema, segundo ele, está na imposição de um modelo único. “O problema é quando a lei vai tirar a opção ou a necessidade de quem hoje trabalha com dois funcionários, um mercadinho, por exemplo”, disse.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pina alertou também para possíveis efeitos sobre pequenos negócios, em especial no Comércio e nos Serviços, setores &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/extincao-da-escala-6x1-ameaca-folha-precos-e-empregos-no-turismo"&gt;em que a escala de atendimento é parte essencial da operação&lt;/a&gt;. Segundo ele, empresas que conseguirem absorver o aumento de custos devem repassá-lo aos preços. Já aquelas sem margem financeira poderão reduzir atividades, demitir ou migrar para a informalidade.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Agenda empresarial&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A agenda do dia terminou com participação da comitiva em encontro da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE), conduzido pelo deputado Joaquim Passarinho (PL/PA). O evento reuniu parlamentares, representantes do setor produtivo e dirigentes da FecomercioSP para discutir os desdobramentos da PEC 6x1, além de temas relacionados a ambiente de negócios, competitividade e Simples Nacional.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reunião, a equipe técnica e empresários do setor voltaram a defender a prevalência da negociação coletiva e alertou para os efeitos do aumento de custos sobre empresas e empregos. Passarinho também salientou a importância da mobilização empresarial junto aos parlamentares durante a tramitação da proposta no Congresso.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 13 May 2026 10:06:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item></channel></rss>
