<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[Negócios - FecomercioSP]]</title><link>https://fecomercio.com.br/negocios</link><description>&lt;![CDATA[A]]</description><lastBuildDate>Mon, 11 May 2026 21:18:28 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[Negócios - FecomercioSP]]</title><link>https://fecomercio.com.br/negocios</link><url>https://fecomercio.com.br/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><category>&lt;![CDATA[Negócios]]</category><item><title>&lt;![CDATA[Endividamento em alta não freia o turismo no Brasil]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/endividamento-em-alta-nao-freia-o-turismo-no-brasil</link><description>&lt;![CDATA[Para grande parte das famílias, acesso ao crédito permite a aquisição de bens e serviços que não seriam possíveis apenas com a renda corrente]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;&lt;em&gt;Guilherme&lt;/em&gt; &lt;em id="isPasted"&gt;Dietze*&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O elevado nível de endividamento das famílias brasileiras tem ocupado espaço recorrente no noticiário recente. Segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), cerca de 80% das famílias declaram possuir algum tipo de dívida. À primeira vista, esse número pode sugerir um cenário preocupante, associado à perda de renda e à fragilidade financeira. No entanto, uma análise mais cuidadosa revela que essa percepção, amplamente difundida, não reflete integralmente a realidade econômica do país.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O endividamento, por si só, não é um indicador negativo. Em economias modernas, o crédito desempenha papel fundamental ao viabilizar o consumo, especialmente em um contexto de renda média relativamente baixa, como o brasileiro. Para grande parte das famílias, o acesso ao crédito permite a aquisição de bens e serviços que não seriam possíveis apenas com a renda corrente, contribuindo para a movimentação da economia. Em outras palavras, o crédito funciona como um instrumento de antecipação de consumo, essencial para sustentar o dinamismo econômico. O ponto central, portanto, não está em dever, mas na capacidade de honrar esses compromissos dentro dos prazos estabelecidos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse sentido, embora o percentual de famílias endividadas tenha crescido, a taxa de inadimplência permanece relativamente estável em comparação ao início do ano anterior. Esse dado sugere que, em média, as famílias têm conseguido administrar suas dívidas, seja por meio da renda mensal, seja por renegociações. Esse comportamento também encontra respaldo em um mercado de trabalho mais resiliente, que reforça a confiança do consumidor ao assumir compromissos financeiros. Parte desse movimento pode estar associada a fatores pontuais, como o uso inadequado de recursos em apostas, mas, na média, não há evidência de um descontrole generalizado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse quadro tem implicações diretas para o setor de turismo. Trata-se de uma atividade fortemente dependente do crédito, uma vez que grande parte dos serviços — como passagens, hospedagens e pacotes — é adquirida de forma parcelada, seja no cartão de crédito, seja via boleto. Observa-se, inclusive, crescimento na concessão de crédito: operações no cartão à vista ou parceladas sem juros avançam cerca de 6% no início do ano, enquanto o crédito parcelado com incidência de juros cresce mais de 20%. Esse avanço indica não apenas maior oferta de crédito, mas também demanda consistente por parte das famílias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É evidente que taxas de juros elevadas impõem desafios adicionais à quitação das dívidas e exigem maior planejamento financeiro. Ainda assim, as condições relativamente favoráveis de emprego e renda têm permitido às famílias manter o planejamento de viagens, ainda que com maior cautela. O turismo, nesse contexto, não deixa de ser consumido, mas passa por ajustes. Mesmo diante de pressões inflacionárias recentes, especialmente em alimentos e combustíveis — influenciadas, entre outros fatores, pela elevação do petróleo —, o consumo turístico não é abandonado, mas sim adaptado à realidade orçamentária.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Destinos mais caros podem ser substituídos por alternativas mais acessíveis, períodos de viagem podem ser ajustados e formas de pagamento são cuidadosamente avaliadas. As agências de viagem, por sua vez, desempenham papel relevante ao oferecer opções diversificadas, contribuindo para que o setor permaneça ativo. Esse processo de adaptação reforça a resiliência do turismo nacional, que continua apresentando dinamismo mesmo em um ambiente econômico desafiador.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dessa forma, ao se afastar de interpretações simplistas, observa-se que o endividamento no Brasil não configura, no momento, um cenário de descontrole. Trata-se de um fenômeno que exige acompanhamento e atenção, especialmente em segmentos mais vulneráveis, mas que também reflete o funcionamento natural de uma economia baseada em crédito.&lt;br&gt;Longe de comprometer o turismo, esse ambiente tem contribuído para sustentar o dinamismo do setor, mantendo-o aquecido na média nacional e permitindo que as famílias continuem incluindo o lazer e as viagens em seu planejamento financeiro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Guilherme Dietze é economista e Presidente do Conselho de Turismo da FecomercioSP&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Artigo publicado originalmente no portal Hotelier News, em 04 de maio de 2026&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 06 May 2026 16:28:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Solução para grande gargalo do Custo Brasil pode estar no mar]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/solucao-para-grande-gargalo-do-custo-brasil-pode-estar-no-mar</link><description>&lt;![CDATA[‘Mercado e Perspectivas’ recebe presidente da Aliança Navegação e Logística para discutir potencial da cabotagem no transporte nacional]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Mais de 60% de toda a carga transportada no Brasil ainda segue pelas estradas. Frente &amp;agrave;s defici&amp;ecirc;ncias de infraestrutura que as vias de todo o Pa&amp;iacute;s sofre (o Custo Brasil), muitas vezes esse pre&amp;ccedil;o aparece na nota fiscal de quem compra arroz, feij&amp;atilde;o ou um eletroeletr&amp;ocirc;nico pela internet.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para&amp;nbsp;Lu&amp;iacute;sa Bublitz, presidente da Alian&amp;ccedil;a Navega&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Log&amp;iacute;stica, a sa&amp;iacute;da para balancear a matriz de transporte est&amp;aacute; no mar. No epis&amp;oacute;dio mais recente do mesacast&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mercado &amp;amp; Perspectivas&lt;/strong&gt; &amp;mdash; uma realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &amp;mdash;, ela explica por que a cabotagem &amp;eacute; uma das maiores oportunidades log&amp;iacute;sticas do Pa&amp;iacute;s, e por que t&amp;atilde;o pouca gente usa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A barreira, segundo a executiva, n&amp;atilde;o &amp;eacute; somente t&amp;eacute;cnica, mas cultural. &amp;ldquo;A nossa cultura &amp;eacute; rodovi&amp;aacute;ria e n&amp;atilde;o vamos mud&amp;aacute;-la do dia para a noite. O cliente, acostumado a ligar e ter uma carreta na porta em uma hora, ainda n&amp;atilde;o calcula o que paga por isso em avarias, roubos e prateleiras vazias. A cabotagem exige planejamento de estoque e ajuste na cadeia produtiva, mas entrega previsibilidade e custo menor nas rotas longas, liberando o caminh&amp;atilde;o para fazer o que faz melhor: as pontas curtas&amp;rdquo;, explica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Contudo, h&amp;aacute; gargalos em infraestrutura, imprevisibilidade jur&amp;iacute;dica e aus&amp;ecirc;ncia de simplifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o regulat&amp;oacute;ria que precisamos superar para tornar a cabotagem, de fato, mais democratizada. &amp;ldquo;A infraestrutura como um todo &amp;eacute; essencial na log&amp;iacute;stica brasileira, que, por sua vez, tem um peso enorme no Custo Brasil. De nada adianta ter um porto moderno se a via de acesso est&amp;aacute; congestionada ou se a conex&amp;atilde;o com a ferrovia n&amp;atilde;o funciona. A burocracia gera retrabalho e atraso. E log&amp;iacute;stica &amp;eacute; tempo. Essa inseguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica trava os investimentos de longo prazo que o setor precisa para crescer. N&amp;atilde;o tem como investirmos, enquanto empresa privada, se n&amp;atilde;o conseguirmos enxergar al&amp;eacute;m da pr&amp;oacute;xima gest&amp;atilde;o&amp;rdquo;, adverte.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse sentido, um ponto positivo da Reforma Tribut&amp;aacute;ria para o setor, segundo ela, ser&amp;aacute; ajudar a reorganizar, de vez, a l&amp;oacute;gica dos corredores log&amp;iacute;sticos. Hoje, empresas definem rotas com base em benef&amp;iacute;cios fiscais de determinados Estados, n&amp;atilde;o pelo que faz sentido operacional. Com o novo modelo, a tend&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; que o crit&amp;eacute;rio passe a ser econ&amp;ocirc;mico. &amp;ldquo;Vamos sair desse fluxo de corredores log&amp;iacute;sticos que n&amp;atilde;o fazem sentido&amp;rdquo;, avaliou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O epis&amp;oacute;dio completo discute ainda o impacto do acordo Mercosul&amp;ndash;Uni&amp;atilde;o Europeia para a cabotagem e as oportunidades para as pequenas empresas nesse mercado. Assista!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span contenteditable="false" draggable="true" class="fr-video fr-deletable fr-fvc fr-dvb fr-draggable"&gt;&lt;iframe width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/euBXnvxAbDM?&amp;wmode=opaque&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen="" class="fr-draggable"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 05 May 2026 11:25:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Comércio Eletrônico]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Crédito vira saída para manter o padrão de vida]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/credito-vira-saida-para-manter-o-padrao-de-vida</link><description>&lt;![CDATA[‘Panorama do Comércio’ explica o alto grau de inadimplência na capital paulista e destaca o uso do cartão para cobrir despesas do dia a dia]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Sete em cada dez fam&amp;iacute;lias paulistanas est&amp;atilde;o endividadas. O n&amp;uacute;mero, registrado em abril pela Pesquisa de Endividamento e Inadimpl&amp;ecirc;ncia do Consumidor (PEIC) da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;&lt;a id="_anchor_1" href="applewebdata://E5A3144B-37CC-42F6-A9E4-416AFCE73AA9#_msocom_1" language="JavaScript" name="_msoanchor_1"&gt;&lt;/a&gt;, &amp;eacute; o maior desde maio do ano passado. J&amp;aacute; a inadimpl&amp;ecirc;ncia atinge 21% dos lares. As fam&amp;iacute;lias est&amp;atilde;o recorrendo ao cr&amp;eacute;dito para manter o padr&amp;atilde;o de vida e cobrir despesas do dia a dia. Para o Varejo, isso significa um consumidor que est&amp;aacute; comprando, mas que est&amp;aacute; vulner&amp;aacute;vel a qualquer press&amp;atilde;o adicional no or&amp;ccedil;amento, como a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos combust&amp;iacute;veis e dos alimentos, que j&amp;aacute; bate &amp;agrave; porta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse cen&amp;aacute;rio de endividamento crescente &amp;eacute; o tema central da edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de maio do &lt;strong&gt;Panorama do Com&amp;eacute;rcio&lt;/strong&gt;, publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o mensal da FecomercioSP. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/3b3f6c752daa5264a6583a578f2ae27d15eb6fde.pdf" target="_blank" class="fr-file" rel="noopener noreferrer"&gt;Acesse aqui!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m explica, em linguagem direta, o que muda para os neg&amp;oacute;cios &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/split-payment-afetara-o-fluxo-de-caixa-das-empresas-que-devem-se-preparar-com-antecedencia"&gt;com o &lt;strong&gt;split payment&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, a nova regra da Reforma Tribut&amp;aacute;ria que, a partir de 2027, vai reter os impostos automaticamente no momento da venda, antes mesmo que o dinheiro entre no caixa da empresa. Quem usa, hoje, o intervalo entre receber e recolher como capital de giro informal vai precisar de planejamento antecipado para n&amp;atilde;o prejudicar o neg&amp;oacute;cio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O boletim ainda detalha a estimativa de que a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do fim da escala 6x1, com redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada semanal de 40 horas, &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/reducao-de-jornada-de-trabalho-para-40-horas-custaria-r-158-bilhoes-as-empresas-calcula-fecomerciosp"&gt;custaria ao menos R$ 158 bilh&amp;otilde;es por ano &amp;agrave;s empresas&lt;/a&gt;. O Varejo e os Servi&amp;ccedil;os, por operarem todos os dias e dependerem intensamente de m&amp;atilde;o de obra organizada em turnos, seriam os segmentos mais afetados.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Confira tamb&amp;eacute;m os principais indicadores econ&amp;ocirc;micos do momento &amp;mdash; da Selic &amp;agrave; confian&amp;ccedil;a do consumidor &amp;mdash; e uma dica da FecomercioSP sobre como &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/pensando-em-fazer-campanha-durante-a-copa-saiba-o-que-evitar-para-nao-ter-prejuizo?%2Fnoticia%2Fpensando-em-fazer-campanha-durante-a-copa-saiba-o-que-evitar-para-nao-ter-prejuizo="&gt;transformar o clima da Copa do Mundo&lt;/a&gt; em oportunidade real de neg&amp;oacute;cio, com estrat&amp;eacute;gias pr&amp;aacute;ticas para diferentes segmentos varejistas. Acesse!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/3b3f6c752daa5264a6583a578f2ae27d15eb6fde.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;&lt;strong id="isPasted"&gt;Panorama do Com&amp;eacute;rcio&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 04 May 2026 09:56:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Varejo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Setor de Serviços navega em meio a juros altos, crédito restrito e confiança fragilizada]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/setor-de-servicos-navega-em-meio-a-juros-altos-credito-restrito-e-confianca-fragilizada</link><description>&lt;![CDATA['Carta Setorial' detalha fatores que estão impulsionando o crescimento ao longo dos meses, mesmo em um ambiente macro adverso ]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Os Serviços seguem aquecidos neste início de ano. Em janeiro, houve crescimento de 3% no acumulado em 12 meses e avanço de 3,3% frente ao mesmo mês do ano anterior. Trata-se do 22º resultado positivo consecutivo nessa base de comparação, com o nível de atividade atingindo recorde da série histórica, segundo apuração da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; com base em dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do IBGE.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esses dados são analisados na &lt;strong id="isPasted"&gt;Carta Setorial de Serviços&lt;/strong&gt;, elaborada pela Federação. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/d7229fe5d3ed291b5dac41668b29ffa8f055d062.pdf"&gt;Acesse aqui!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A trajetória de crescimento tem se mostrado consistente, mesmo diante de um ambiente macroeconômico mais restritivo. Em 2025, a atividade avançou 2,8%, consolidando o quinto ano consecutivo de expansão. O desempenho foi sustentado principalmente pelos serviços voltados para as empresas, como os de tecnologia, comunicação, logística e atividades profissionais — segmentos que reforçam a capacidade de adaptação do setor em um cenário mais competitivo e exigente.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O material explica como o crescimento foi incentivado por mudanças estruturais no comportamento das empresas, que ampliaram investimentos em digitalização, marketing e inteligência de mercado. Esse movimento reflete a busca por mais eficiência e aumento de vendas, mesmo com juros elevados e crédito mais restrito.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sinais de moderação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar do quadro positivo, há sinais pontuais de desaceleração. No fim do ano passado, foi registrada queda de 0,2% em determinado recorte mensal, interrompendo uma sequência de nove meses de expansão. Ainda assim, o volume de serviços acumulou 21 meses consecutivos de expansão interanual, o que confirma a solidez do setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O mercado de trabalho segue como importante vetor de sustentação. Em janeiro deste ano, o setor de Serviços criou 40.525 vagas formais, sendo o terceiro maior gerador de empregos no período.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ambiente macroeconômico também preocupa. A confiança dos empresários permanece baixa e oscilante, pressionada por custos financeiros elevados. A inflação, embora controlada no acumulado (com o INPC próximo de 3,3%), apresenta volatilidade mensal, o que mantém dúvidas sobre a trajetória dos juros. Soma-se a isso o aumento do endividamento e da inadimplência das famílias, que tende a limitar o consumo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para 2026, a expectativa é de crescimento moderado e gradual do setor. No entanto, o quadro exige cautela: juros elevados, crédito restrito e confiança fragilizada indicam que o desempenho dependerá cada vez mais de eficiência operacional, adaptação rápida e disciplina financeira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A publicação reúne dados, gráficos e análises que ajudam o empresário a entender o momento e a se preparar melhor para as decisões de curto e médio prazos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/d7229fe5d3ed291b5dac41668b29ffa8f055d062.pdf" target="_blank" class="fr-file" rel="noopener noreferrer"&gt;Acesse aqui&lt;/a&gt; a &lt;strong&gt;Carta Setorial do Conselho de Serviços&lt;/strong&gt; da FecomercioSP!&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 29 Apr 2026 11:19:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Ambiente para o Comércio atacadista se deteriora]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/ambiente-para-o-comercio-atacadista-se-deteriora</link><description>&lt;![CDATA['Carta Setorial' reúne dados que ajudam o empresário a entender o momento e se preparar para os próximos meses]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A tend&amp;ecirc;ncia de deteriora&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o Com&amp;eacute;rcio atacadista se intensificou no in&amp;iacute;cio de 2026: at&amp;eacute; fevereiro, o faturamento real do setor acumulou queda de 7,5%, e o volume vendido ao longo do ano recuou 7,1%. Na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o interanual, as perdas s&amp;atilde;o ainda mais expressivas, com recuos de 10,3% em valor e 9,9% em volume. Esse &amp;eacute; um dos temas tratados na Carta Setorial do Conselho do Com&amp;eacute;rcio Atacadista de abril. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/79d3e2c4d22d684ae29f930be8a337aa7642aaaf.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Acesse aqui!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;At&amp;eacute; mesmo em dezembro, per&amp;iacute;odo que historicamente concentra maior aquecimento do setor, houve um quadro negativo, com retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 6,9% no faturamento e de 5% no volume de vendas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isso n&amp;atilde;o &amp;eacute; surpresa! O Com&amp;eacute;rcio atacadista brasileiro encerrou 2025 sob forte press&amp;atilde;o, reflexo de um ambiente macroecon&amp;ocirc;mico adverso. E n&amp;atilde;o &amp;eacute; pouco: juros elevados, cr&amp;eacute;dito restrito e desacelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do consumo. Dados da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados (Abad) indicam queda de 0,9% no faturamento real e de 2,3% no volume vendido ao longo do ano passado. De forma geral, h&amp;aacute; um esgotamento do f&amp;ocirc;lego financeiro das empresas e margens cada vez mais comprimidas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse cen&amp;aacute;rio est&amp;aacute; diretamente associado ao alto custo financeiro, que encarece o capital de giro e limita a capacidade de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de estoques e expans&amp;atilde;o das empresas. Como consequ&amp;ecirc;ncia, o varejo adotou uma postura mais defensiva, operando com n&amp;iacute;veis mais enxutos de estoque. O &amp;Iacute;ndice de Estoques (IE) da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP) mostra aumento gradual da propor&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empresas com estoques abaixo do adequado, saindo de cerca de 19% no in&amp;iacute;cio de 2025 para mais de 22% no come&amp;ccedil;o de 2026.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m disso, a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o financeira das fam&amp;iacute;lias segue pressionada. Indicadores recentes apontam avan&amp;ccedil;o simult&amp;acirc;neo do endividamento e da inadimpl&amp;ecirc;ncia, reduzindo a renda dispon&amp;iacute;vel e, consequentemente, a capacidade de consumo. Esse movimento impacta toda a cadeia, levando o varejo a reduzir pedidos e o ritmo de reposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No campo inflacion&amp;aacute;rio, embora indicadores como o IPCA (menos 4,93% em 12 meses) e o INPC (em torno de 3,3%) estejam relativamente controlados, oscila&amp;ccedil;&amp;otilde;es recentes e fatores externos, como a guerra no Oriente M&amp;eacute;dio, aumentam a incerteza e influenciam a condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da pol&amp;iacute;tica monet&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para 2026, o cen&amp;aacute;rio aponta maior cautela: fatores como feriados, Copa do Mundo e elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es podem desacelerar a atividade, sobretudo se os juros elevados persistirem, mantendo a retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Ainda assim, uma melhora no cr&amp;eacute;dito e queda das taxas podem favorecer uma recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o gradual a partir do segundo semestre.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No mercado de trabalho, h&amp;aacute; sinais mistos: apesar de um resultado positivo na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com janeiro de 2025, o crescimento no estoque de empregos formais sugere um ajuste pontual. O desempenho varia entre segmentos, com destaque positivo para produtos n&amp;atilde;o alimentares e fraqueza em alimentos, bebidas e fumo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o re&amp;uacute;ne dados, gr&amp;aacute;ficos e an&amp;aacute;lises que ajudam o empres&amp;aacute;rio a entender o momento e a se preparar melhor para as decis&amp;otilde;es de curto e m&amp;eacute;dio prazos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/79d3e2c4d22d684ae29f930be8a337aa7642aaaf.pdf" target="_blank" class="fr-file" rel="noopener noreferrer"&gt;Acesse a vers&amp;atilde;o completa&amp;nbsp;&lt;/a&gt;da Carta Setorial do Conselho do Com&amp;eacute;rcio Atacadista da FecomercioSP!&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 29 Apr 2026 10:17:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Atacado]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Alteração de jornada de trabalho por lei vai prejudicar a economia]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/alteracao-de-jornada-de-trabalho-por-lei-vai-prejudicar-a-economia</link><description>&lt;![CDATA[Empresários e parlamentares defendem diálogo antes de mudanças que podem elevar custos, afetar empregos e pressionar os pequenos negócios]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A proposta de altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada de trabalho foi pauta da &amp;uacute;ltima reuni&amp;atilde;o do &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-do-comercio-varejista" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Conselho do Com&amp;eacute;rcio Varejista&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(CCV) da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em um cen&amp;aacute;rio de press&amp;atilde;o eleitoral, empres&amp;aacute;rios, lideran&amp;ccedil;as do Com&amp;eacute;rcio e parlamentares defenderam cautela, di&amp;aacute;logo t&amp;eacute;cnico e mais racionalidade do Poder P&amp;uacute;blico antes de qualquer decis&amp;atilde;o sobre modelos como 5x2 ou 4x3.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fim-da-escala-6x1-custo-de-ate-r-610-bilhoes-na-folha-penalizara-quem-mais-gera-empregos" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;&amp;eacute; que reduzir jornada de trabalho&lt;/a&gt; sem considerar custos, produtividade e diferen&amp;ccedil;as entre atividades pode afetar a competitividade das empresas, reduzir as contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es e pressionar, principalmente, os pequenos e m&amp;eacute;dios neg&amp;oacute;cios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Decis&amp;otilde;es apressadas e descoladas da realidade produtiva podem comprometer n&amp;atilde;o apenas a sustentabilidade das empresas, mas tamb&amp;eacute;m a gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empregos, em especial entre os pequenos e m&amp;eacute;dios neg&amp;oacute;cios. N&amp;atilde;o podemos permitir que esse debate aconte&amp;ccedil;a de forma superficial ou com vi&amp;eacute;s eleitoral&amp;rdquo;, afirmou Ant&amp;ocirc;nio Deliza Neto, presidente do conselho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Abaixo-assinado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A discuss&amp;atilde;o levou os empres&amp;aacute;rios do Varejo a iniciar uma mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o institucional. Os membros do Conselho do Com&amp;eacute;rcio Varejista lan&amp;ccedil;aram um abaixo-assinado para levar ao Congresso Nacional a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos empres&amp;aacute;rios do Com&amp;eacute;rcio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O documento pede a amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do debate sobre as propostas de altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada, a abertura de di&amp;aacute;logo direto com parlamentares e o adiamento de decis&amp;otilde;es consideradas precipitadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A iniciativa tamb&amp;eacute;m defende que eventuais mudan&amp;ccedil;as sejam analisadas com base em dados t&amp;eacute;cnicos, levando em conta impactos sobre custos, emprego, competitividade e sustentabilidade das empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o setor, qualquer ajuste deve ser constru&amp;iacute;do de forma equilibrada, mediante negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva, preservando a gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empregos e a viabilidade dos neg&amp;oacute;cios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;FecomercioSP defende negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o afirma n&amp;atilde;o ser contr&amp;aacute;ria ao debate sobre jornada, mas sustenta que mudan&amp;ccedil;as dessa natureza precisam respeitar a realidade econ&amp;ocirc;mica do Pa&amp;iacute;s e as especificidades de cada setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os estudos apresentados pela Entidade indicam que a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada para 40 horas semanais pode elevar os custos em at&amp;eacute; R$ 158 bilh&amp;otilde;es na folha de pagamento, podendo chegar a cifras ainda mais elevadas em cen&amp;aacute;rios mais amplos de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A medida afetaria diretamente cerca de 62% dos trabalhadores formais do Pa&amp;iacute;s, com mais reflexos em setores intensivos em m&amp;atilde;o de obra, como Com&amp;eacute;rcio e Servi&amp;ccedil;os. Al&amp;eacute;m disso, a diminui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada sem redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o salarial implicaria aumento de aproximadamente 10% no custo da hora trabalhada, pressionando margens j&amp;aacute; reduzidas, principalmente entre as Pequenas e M&amp;eacute;dias Empresas (PMEs).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; que a medida, se aprovada sem ajustes, produza efeito contr&amp;aacute;rio ao pretendido: menos contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es, mais press&amp;atilde;o sobre empresas e perda de competitividade. Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da FecomercioSP, o caminho mais adequado &amp;eacute; &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/institucional/negociacoes" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva&lt;/a&gt;, mecanismo que j&amp;aacute; permite ajustar jornadas conforme as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de cada atividade, regi&amp;atilde;o e categoria.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Parlamentares cobram responsabilidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre os deputados estaduais que participaram da reuni&amp;atilde;o, houve converg&amp;ecirc;ncia de que o debate precisa ser feito com dados, responsabilidade e sem pressa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A deputada Adriana Ventura (Novo/SP) classificou o momento como inadequado para mudan&amp;ccedil;as dessa magnitude. &amp;ldquo;A discuss&amp;atilde;o da escala 6x1 est&amp;aacute; contaminada por um ano eleitoral, &amp;eacute; uma proposta fora de hora.&amp;rdquo; Tamb&amp;eacute;m alertou para o ambiente pol&amp;iacute;tico em torno do tema: &amp;ldquo;Poucos parlamentares teriam coragem de votar contra uma proposta dessa em ano eleitoral&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na mesma linha, o deputado Fausto Pinato (Progressistas/SP) defendeu que o debate saia do campo ideol&amp;oacute;gico e considere os efeitos reais sobre a economia. &amp;ldquo;Eu n&amp;atilde;o estou aqui para defender o empregador ou o empregado. Estou aqui para defender o Brasil.&amp;rdquo; Segundo ele, a expectativa negativa j&amp;aacute; pesa sobre o ambiente de neg&amp;oacute;cios. &amp;ldquo;A economia vive de expectativa, e essa expectativa, hoje, &amp;eacute; negativa. Vai aumentar o n&amp;uacute;mero de demiss&amp;otilde;es. E quem vai pagar essa conta?&amp;rdquo;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Participando por v&amp;iacute;deo, a deputada Bia Kicis (PL/RJ) tamb&amp;eacute;m criticou a condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o apressada do tema. Ela acredita que a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada em pa&amp;iacute;ses desenvolvidos ocorreu como consequ&amp;ecirc;ncia de ganhos de produtividade, e n&amp;atilde;o por imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o legal. &amp;ldquo;Reduzir a jornada na marra vai trazer mais produtividade? Uma legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o como essa, de forma apressada, pode trazer mais preju&amp;iacute;zos do que benef&amp;iacute;cios.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O encontro ressaltou a necessidade de mais racionalidade do Poder P&amp;uacute;blico, por meio do di&amp;aacute;logo estruturado com o setor produtivo e de an&amp;aacute;lise t&amp;eacute;cnica dos impactos.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 28 Apr 2026 16:28:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Varejo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Pensando em fazer campanha durante a Copa? Saiba como evitar prejuízos]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/pensando-em-fazer-campanha-durante-a-copa-saiba-o-que-evitar-para-nao-ter-prejuizo</link><description>&lt;![CDATA[Uso indevido de símbolos do torneio está no radar da fiscalização; guia mostra como reduzir riscos sem perder a oportunidade comercial]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A Copa do Mundo 2026 chega como uma das maiores oportunidades comerciais para o Varejo e o setor de Serviços por um motivo simples: são raros os eventos capazes de mobilizar consumidores e marcas de todas as regiões do Brasil por várias semanas.&amp;nbsp;No entanto, o engajamento das empresas para o torneio exige cautela,&amp;nbsp;pois o uso indevido de termos, símbolos ou referências protegidas pela Fifa ou pela CBF pode resultar em notificações extrajudiciais, remoção de conteúdo, processos por concorrência desleal e até responsabilização penal, conforme a Lei Geral do Esporte.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para garantir segurança jurídica ao empresariado, a &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; disponibiliza o &lt;strong&gt;Guia prático para evitar marketing de emboscada na Copa do Mundo 2026&lt;/strong&gt;, elaborado em parceria com o escritório VLK Advogados, com as orientações essenciais. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/dff38b835d6640c20db63b27729abaadd1fd82e2.pdf" target="_blank" class="fr-file" rel="noopener noreferrer"&gt;Acesse aqui!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O risco do marketing de emboscada&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O fenômeno tem nome: marketing de emboscada. É quando uma empresa tenta ganhar visibilidade “pegando carona” no patrocínio oficial de um evento sem ser uma patrocinadora, parceira ou licenciada, criando a impressão de vínculo oficial.&amp;nbsp;O marketing de emboscada pode se manifestar de duas formas:&lt;/p&gt;&lt;ul type="disc"&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;direta:&lt;/strong&gt; uso de expressões como “Copa”, “World Cup”, slogans, mascotes ou emblemas oficiais;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;indireta:&lt;/strong&gt; quando a campanha cria uma associação mental com o torneio por meio de cores, estética, &lt;em&gt;timing&lt;/em&gt; e linguagem, mesmo sem citar ou incluir nomes, marcas, logotipos, imagens e outros ativos protegidos. Esse modelo é o mais complexo, pois o conjunto das peças de divulgação pode configurar infração, ainda que os elementos isolados pareçam adequados.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;O marketing de emboscada pode configurar crime no Brasil quando a comunicação levar o público a entender que uma marca tem vínculo oficial com os organizadores ou quando houver intrusão nos locais do evento, conforme tipificado pela Lei Geral do Esporte (Lei 14.597/2023).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Guia prático de orientação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O material organiza as ações em três níveis de risco, incluindo alguns exemplos:&lt;/p&gt;&lt;ul type="disc"&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;zona verde (baixo risco):&lt;/strong&gt; decorações com as cores do Brasil, uso de hashtags genéricas e promoções focadas em temas amplos, como “semana do futebol”;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;zona amarela (atenção):&lt;/strong&gt; ações que se aproximem da identidade visual do evento;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;zona vermelha (alto risco):&lt;/strong&gt; uso de marcas oficiais, sorteio de ingressos ou artes que imitem a estética do torneio sem autorização.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;A boa notícia é que dá para participar do clima do evento sem infringir normas legais ou de autorregulamentação. Recomenda-se explorar referências culturais genéricas do futebol — como a torcida, rituais brasileiros e memes — sem recriar a identidade oficial da Fifa ou da CBF. Campanhas focadas na utilidade do produto, como itens para recepção de amigos em casa, e promoções com mecânicas neutras são caminhos mais seguros.&amp;nbsp;O que precisa ser evitado é qualquer comunicação que dê a impressão de que a marca é patrocinadora, parceira ou, de alguma forma, ligada oficialmente ao torneio ou à Seleção Brasileira de Futebol (e demais seleções).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Redes sociais e fiscalização&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Redes sociais merecem atenção redobrada, pois o risco é maior. Uma campanha pequena pode viralizar em minutos, e a fiscalização por parte da Fifa, da CBF e dos patrocinadores oficiais é cada vez mais automatizada e rigorosa.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Algumas práticas podem gerar denúncia e remoção imediata do conteúdo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Usar hashtags com marcas ou termos protegidos.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Repostar imagens da transmissão.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Criar contagem regressiva para o torneio com a marca da empresa.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Vincular promoções ao calendário oficial de jogos.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;O guia detalha, canal por canal, o que pode e o que deve ser evitado em redes sociais, pontos de venda, sorteios e promoções, embalagens, influenciadores e transmissões em estabelecimentos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se, mesmo com todos os cuidados, a sua empresa receber uma notificação, o guia também propõe ações rápidas para tentar diminuir os danos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O material foi elaborado justamente para antecipar esses riscos e transformar o período da Copa em uma oportunidade de negócio — sem sustos, nem multas, tampouco a necessidade de tirar campanha do ar às pressas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Acesse o guia completo e compartilhe com sua equipe de marketing antes de lançar qualquer ação:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/d8e039ab351e53c41c715cb3c947032444da99ee.pdf" target="_blank" class="fr-file botao" rel="noopener noreferrer"&gt;&lt;strong&gt;Guia prático para evitar marketing de emboscada na Copa do Mundo 2026&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 27 Apr 2026 12:18:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Varejo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Como reter talentos em tempos de escassez de mão de obra]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/como-reter-talentos-em-tempos-de-escassez-de-mao-de-obra</link><description>&lt;![CDATA[Case da construtora MBigucci, apresentado na FecomercioSP, mostra como cultura organizacional pode reduzir a rotatividade e atrair profissionais]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A dificuldade de contratar e, principalmente, de reter trabalhadores tem pressionado empresas de diferentes setores, frente a um período de escassez de mão de obra. Na construção civil, o cenário é ainda mais evidente. Foi a partir dessa realidade que a empresária Roberta Bigucci, da construtora MBigucci, apresentou, durante reunião do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-servicos"&gt;Conselho de Serviços&lt;/a&gt; da&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, no dia 13 de abril, um conjunto de práticas adotadas pela empresa para lidar com o problema de forma estruturada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com mais de quatro décadas de atuação, a companhia vivenciou momentos críticos de perda de profissionais e concorrência acirrada por mão de obra. Segundo Roberta, a falta não está apenas na quantidade de trabalhadores disponíveis, mas no interesse pelas funções tradicionais, que perderam atratividade ao longo do tempo. A percepção sobre condições de trabalho, a desvalorização histórica de algumas ocupações e a mudança de expectativas das novas gerações ajudam a explicar esse descompasso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ambiente que retém&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Frente a essa situação, a estratégia da MBigucci foi reposicionar a experiência do colaborador dentro da empresa. O foco deixou de ser a contratação e passou a incluir, de forma mais consistente, o cuidado com o ambiente laboral, a segurança e o desenvolvimento humano. A lógica é simples, mas exige execução contínua: profissionais permanecem onde se sentem respeitados e valorizados, e não somente remunerados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Roberta destacou que a empresa investiu em melhorias estruturais e em uma cultura de acolhimento, substituindo práticas antigas por condições mais adequadas. O impacto aparece no comportamento dos próprios funcionários, que passam a indicar a empresa e a construir vínculos de longo prazo. Em muitos casos, a permanência se torna parte do projeto de vida do trabalhador, o que reduz significativamente a rotatividade e os custos associados à reposição de equipes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto central foi a criação de canais efetivos de escuta. A empresa passou a incentivar sugestões e críticas internas, garantindo que as demandas fossem analisadas e, sempre que possível, implementadas. Em um dos ciclos, centenas de ideias foram incorporadas à rotina da organização, reforçando o senso de pertencimento e a percepção de que a gestão está aberta ao diálogo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tecnologia e cultura&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A incorporação de tecnologia também entrou na equação, mas com um cuidado estratégico. Em vez de substituir funções, a empresa optou por reposicionar equipes. A criação de uma assistente virtual para atendimento ao cliente foi conduzida com participação dos colaboradores, que ajudaram a definir características e funcionamento da ferramenta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“O resultado foi uma transição mais fluida, sem resistência interna. Com a automação de tarefas repetitivas, os profissionais passaram a atuar em atividades mais analíticas e estratégicas, o que elevou o nível de satisfação e reduziu o risco de desligamentos”, disse Roberta. A experiência mostrou que a tecnologia, quando bem comunicada, pode fortalecer — e não fragilizar — o vínculo entre empresa e equipe.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além disso, a companhia avançou em processos de modernização produtiva, incorporando soluções industrializadas que reduzem a dependência de mão de obra em determinadas etapas, conforme contou a empresária. A medida responde tanto à escassez de profissionais quanto à necessidade de ganhar eficiência e previsibilidade nas entregas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Engajamento como estratégia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro eixo relevante da atuação da Mbigucci é o investimento em iniciativas de engajamento que extrapolam a rotina operacional. Projetos internos voltados para ações sociais, ambientais e de desenvolvimento coletivo passaram a integrar o dia a dia dos colaboradores, fortalecendo vínculos e ampliando o sentido do trabalho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essas iniciativas, muitas vezes de baixo custo, têm efeito direto na retenção de talentos. Ao participar de projetos que dialoguem com valores pessoais, o trabalhador tende a desenvolver maior conexão com a empresa. O engajamento se reflete no ambiente organizacional e contribui para a construção de uma cultura mais sólida e resiliente diante das oscilações do mercado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A experiência apresentada no Conselho de Serviços da FecomercioSP indica que enfrentar a carência de mão de obra passa, necessariamente, por uma revisão da forma como as empresas se relacionam com seus profissionais. Em um cenário no qual atrair trabalhadores se tornou mais difícil, criar condições para que eles permaneçam deixou de ser diferencial e passou a ser condição básica de competitividade.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 22 Apr 2026 16:03:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Turismo tem faturamento recorde no mês do carnaval, mas falta de mão de obra preocupa]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/turismo-tem-faturamento-recorde-no-mes-do-carnaval-mas-falta-de-mao-de-obra-preocupa</link><description>&lt;![CDATA[Com R$ 22,3 bilhões em fevereiro, setor encerra alta temporada com saldo positivo; escassez de pessoal pesa em bares e restaurantes, segmento-chave]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O Turismo brasileiro registrou mais um faturamento recorde para o m&amp;ecirc;s de fevereiro, com movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de R$ 22,3 bilh&amp;otilde;es em pleno per&amp;iacute;odo de carnaval, um crescimento de 6,7% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo per&amp;iacute;odo do ano passado.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com esse resultado, encerra-se a alta temporada de ver&amp;atilde;o (de dezembro a fevereiro), com R$ 75,7 bilh&amp;otilde;es de faturamento, alta de 3,7% no comparativo anual.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O resultado do levantamento mensal da &lt;a href="https://fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, com base em informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es do IBGE sobre os principais segmentos do setor, aponta o bom momento das atividades, sustentadas pelo consumo das fam&amp;iacute;lias e pelo mercado de trabalho aquecido.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar do cen&amp;aacute;rio positivo, o ambiente de neg&amp;oacute;cios demanda cautela. A alta recente nos combust&amp;iacute;veis j&amp;aacute; pressiona os custos do transporte rodovi&amp;aacute;rio e deve repercutir tamb&amp;eacute;m no transporte a&amp;eacute;reo nos pr&amp;oacute;ximos meses. Al&amp;eacute;m disso, a dificuldade de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o em alguns segmentos segue elevando os custos operacionais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esses fatores podem reduzir margens e exigem mais aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o na gest&amp;atilde;o financeira das empresas do setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img border="0" width="501" height="286" src="https://fecomercio.com.br/upload/img/088d82f1f55838a81cb7748b6bb6ff8d33cae233.png" class="fr-fic fr-dii"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/b7bc25b79e465b6dda3fa706837edc659b5f3bff.jpg" style="width: 533px;" class="fr-fic fr-dib fr-fil"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/58e673907e400e73122aaa1f6ec38743134e23e2.jpg" style="width: 433px;" class="fr-fic fr-dib fr-fil"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Hospedagem e transporte lideram crescimento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O segmento de alojamento foi o principal destaque de fevereiro, com faturamento de R$ 5,65 bilh&amp;otilde;es e crescimento de 14%, o maior j&amp;aacute; registrado.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Embora parte desse avan&amp;ccedil;o esteja associada ao efeito calend&amp;aacute;rio &amp;mdash; j&amp;aacute; que, em 2025, o carnaval ocorreu em mar&amp;ccedil;o &amp;mdash;, os indicadores mostram um mercado consistente, com aumento da di&amp;aacute;ria m&amp;eacute;dia e da receita por quarto dispon&amp;iacute;vel.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O transporte a&amp;eacute;reo tamb&amp;eacute;m teve papel importante, com R$ 6,4 bilh&amp;otilde;es em faturamento (alta de 6,9%). O crescimento foi puxado pelo aumento da demanda, com mais passageiros viajando, mesmo com tarifas praticamente est&amp;aacute;veis.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e servi&amp;ccedil;os sustentam a atividade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outros segmentos importantes do Turismo acompanharam o desempenho positivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O setor de bares e restaurantes faturou R$ 3,2 bilh&amp;otilde;es, alta de 6,4%, refletindo tanto a demanda aquecida quanto o aumento de custos, especialmente pela escassez de m&amp;atilde;o de obra.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na loca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ve&amp;iacute;culos, o faturamento chegou a R$ 2,7 bilh&amp;otilde;es (crescimento de 5%), impulsionado pela alta nos pre&amp;ccedil;os dos autom&amp;oacute;veis e pela demanda t&amp;iacute;pica da temporada.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outras atividades, como servi&amp;ccedil;os tur&amp;iacute;sticos e culturais, tamb&amp;eacute;m cresceram, embora em ritmo mais moderado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nordeste se destaca; S&amp;atilde;o Paulo mant&amp;eacute;m lideran&amp;ccedil;a&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O impacto do carnaval foi mais intenso nos destinos tradicionais da data. Estados do Nordeste lideraram o crescimento do Turismo, com destaque para Bahia, Rio Grande do Norte e Alagoas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Rio de Janeiro tamb&amp;eacute;m apresentou &amp;oacute;timos n&amp;uacute;meros, estimulado pelo Turismo nacional e internacional e pela maior conectividade a&amp;eacute;rea.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;S&amp;atilde;o Paulo, por sua vez, manteve a relev&amp;acirc;ncia tradicional, com crescimento de 8,4% e participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 41% no faturamento nacional.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que o empres&amp;aacute;rio precisa considerar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A tend&amp;ecirc;ncia para o setor permanece positiva. Como as viagens s&amp;atilde;o planejadas com anteced&amp;ecirc;ncia, a demanda deve se manter nos pr&amp;oacute;ximos meses.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O cen&amp;aacute;rio internacional tamb&amp;eacute;m pode favorecer o Pa&amp;iacute;s. Tens&amp;otilde;es em outras regi&amp;otilde;es do mundo tendem a redirecionar turistas para destinos considerados mais seguros, como o Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O conflito trouxe aumento de custos para o abastecimento de ve&amp;iacute;culos pr&amp;oacute;prios ou alugados, bem como impactou o transporte rodovi&amp;aacute;rio, encarecendo o custo final das viagens. O reajuste no pre&amp;ccedil;o do querosene de avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o ocorreu apenas em abril, enquanto gasolina e &amp;oacute;leo diesel j&amp;aacute; haviam subido em mar&amp;ccedil;o. Ser&amp;aacute; importante observar como isso ter&amp;aacute; reflexo no resultado ap&amp;oacute;s a alta temporada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;O bom desempenho em fevereiro mostra que o Turismo segue como um importante motor do consumo no Pa&amp;iacute;s. O desafio est&amp;aacute; em transformar esse crescimento em resultados sustent&amp;aacute;veis ao longo do ano. Orientamos que os empres&amp;aacute;rios adotem uma estrat&amp;eacute;gia equilibrada para aproveitar o momento favor&amp;aacute;vel sem comprometer a rentabilidade&amp;rdquo;, destaca Guilherme Dietze, presidente do &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-turismo" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Conselho de Turismo da FecomercioSP&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es, as dicas s&amp;atilde;o:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;planejar custos com mais rigor&lt;/strong&gt;, especialmente de energia, combust&amp;iacute;veis e m&amp;atilde;o de obra;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;ajustar pre&amp;ccedil;os com cautela&lt;/strong&gt;, evitando perda de competitividade;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;investir em efici&amp;ecirc;ncia operacional&lt;/strong&gt; para compensar a press&amp;atilde;o de despesas;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;aproveitar a demanda antecipada&lt;/strong&gt;, refor&amp;ccedil;ando reservas e ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;monitorar o comportamento do consumidor&lt;/strong&gt;, cada vez mais sens&amp;iacute;vel a pre&amp;ccedil;o.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Veja tamb&amp;eacute;m:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/turismo-mantem-crescimento-e-amplia-desafios-em-cenario-global-mais-incerto" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Carta Setorial: Turismo mant&amp;eacute;m crescimento e amplia desafios em cen&amp;aacute;rio global mais incerto&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 22 Apr 2026 14:58:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Escassez de mão de obra no setor de Serviços se intensifica e pressiona retenção de profissionais]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/escassez-de-mao-de-obra-no-setor-de-servicos-se-intensifica-e-pressiona-retencao-de-profissionais</link><description>&lt;![CDATA[Queda no tempo de permanência no emprego e avanço das contratações comprovam mercado mais aquecido, porém mais volátil, aponta estudo da FecomercioSP]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A escassez de m&amp;atilde;o de obra nos Servi&amp;ccedil;os tem se agravado em meio ao aquecimento do mercado de trabalho, elevando a dificuldade de reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de profissionais. O setor abrange 57% dos empregos formais no Pa&amp;iacute;s e responde por cerca de 70% do Produto Interno Bruto (PIB), o que amplia os impactos da falta de trabalhadores sobre a atividade econ&amp;ocirc;mica. Ao mesmo tempo, indicadores revelam v&amp;iacute;nculos mais curtos e aumento da rotatividade, mesmo diante do crescimento expressivo das contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Estudo do &lt;strong&gt;Conselho de Servi&amp;ccedil;os da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP&lt;/strong&gt;) mostra que &lt;strong&gt;um dos principais sinais desse quadro &amp;eacute; a queda no Tempo M&amp;eacute;dio de Perman&amp;ecirc;ncia no emprego (TMP)&lt;/strong&gt;. Entre fevereiro de 2021 e fevereiro de 2026, &lt;strong&gt;o indicador recuou 6,8 meses no Brasil (&amp;minus;27%) e 6,3 meses em S&amp;atilde;o Paulo (&amp;minus;27,2%&lt;/strong&gt;), evidenciando rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho mais breves e maior dificuldade das empresas para manter seus quadros [gr&amp;aacute;ficos 1 e 2].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Gr&amp;aacute;fico 1&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Tempo M&amp;eacute;dio de Perman&amp;ecirc;ncia (TMP) no emprego, em meses, em S&amp;atilde;o Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: Minist&amp;eacute;rio do Trabalho e Emprego/Caged&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o: FecomercioSP&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img width="350" height="203" src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/823763ee18bb28fab270efb87f8ee0f619f37159.png" class="fr-fic fr-dii"&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Gr&amp;aacute;fico 2&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Tempo M&amp;eacute;dio de Perman&amp;ecirc;ncia (TMP) no emprego, em meses, no Brasil&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: Minist&amp;eacute;rio do Trabalho e Emprego/Caged&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o: FecomercioSP&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img width="323" height="240" src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/1b583d15c2467581b7236f2e791600affe37e891.png" class="fr-fic fr-dii"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar disso, o &lt;strong&gt;volume de admiss&amp;otilde;es avan&amp;ccedil;ou em torno de 80% no per&amp;iacute;odo analisado&lt;/strong&gt;, indicando um mercado aquecido, por&amp;eacute;m mais inst&amp;aacute;vel. Na pr&amp;aacute;tica, as empresas est&amp;atilde;o contratando mais, mas t&amp;ecirc;m mais dificuldades para reter trabalhadores, o que eleva custos operacionais, exige investimentos cont&amp;iacute;nuos em treinamento e afeta a produtividade.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo o presidente do Conselho de Servi&amp;ccedil;os da FecomercioSP, Marcelo Braga, o momento exige uma mudan&amp;ccedil;a de foco por parte dos empres&amp;aacute;rios. &amp;ldquo;Hoje, mais do que contratar, o empres&amp;aacute;rio precisa pensar em como reter. O mercado est&amp;aacute; mais din&amp;acirc;mico e o profissional circula mais&amp;rdquo;, afirma. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mais mobilidade e mudan&amp;ccedil;a no perfil da for&amp;ccedil;a laboral&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com o estudo, no Brasil, a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o no tempo de perman&amp;ecirc;ncia nas empresas foi generalizada entre diferentes faixas et&amp;aacute;rias, mas &lt;strong&gt;mais intensa entre trabalhadores de 50 a 64 anos&lt;/strong&gt;, grupo que apresentou as maiores quedas em termos absolutos e relativos. O movimento reflete mais mobilidade no mercado, em especial entre profissionais mais experientes, que encontram mais oportunidades e passam a trocar de emprego com mais frequ&amp;ecirc;ncia [gr&amp;aacute;fico 3].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Gr&amp;aacute;fico 3]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Tempo M&amp;eacute;dio de Perman&amp;ecirc;ncia (TMP) no emprego em meses, por faixa et&amp;aacute;ria, em S&amp;atilde;o Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: Minist&amp;eacute;rio do Trabalho e Emprego/Caged&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o: FecomercioSP&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/ca86ea7e3145f740464c0c0bce5e7e1aea70f9d4.png" style="width: 300px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro aspecto observado &amp;eacute; a &lt;strong&gt;mudan&amp;ccedil;a no perfil das contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es, com aumento da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o relativa de trabalhadores mais velhos&lt;/strong&gt;. Esse comportamento ocorre em paralelo ao crescimento das admiss&amp;otilde;es e sugere uma reconfigura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da for&amp;ccedil;a laboral, com maior valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da experi&amp;ecirc;ncia [gr&amp;aacute;fico 4].&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Gr&amp;aacute;fico 4]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Crescimento das admiss&amp;otilde;es, por faixa et&amp;aacute;ria, em S&amp;atilde;o Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: Minist&amp;eacute;rio do Trabalho e Emprego/Caged&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o: FecomercioSP&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;img width="248" height="196" src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/04f743f866c3ab3555d9db8b0462e0a84c5bc55d.png" class="fr-fic fr-dii"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Setores mais pressionados pela escassez&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na an&amp;aacute;lise por atividade, alguns segmentos se destacam pelo ritmo de expans&amp;atilde;o das contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es em S&amp;atilde;o Paulo. &lt;strong&gt;Alojamento e alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o lideram&lt;/strong&gt;, com alta de &lt;strong&gt;159,4%,&lt;/strong&gt; seguidos por &lt;strong&gt;outros servi&amp;ccedil;os (112,8%) e transporte e armazenagem (81,9%).&lt;/strong&gt; Esses setores, tradicionalmente mais intensivos em m&amp;atilde;o de obra e com mais rotatividade, tendem a sentir de forma mais acentuada os efeitos da escassez [gr&amp;aacute;fico 5].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Gr&amp;aacute;fico 5]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Tempo M&amp;eacute;dio de Perman&amp;ecirc;ncia (TMP) em meses, por segmento, em S&amp;atilde;o Paulo&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: Minist&amp;eacute;rio do Trabalho e Emprego/CAGED&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o: FecomercioSP&amp;nbsp;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/c6a20588f14ee521fffe9f4b328a70cde5be97e5.png" style="width: 300px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Braga, da FecomercioSP, compreender essas din&amp;acirc;micas &amp;eacute; fundamental para decis&amp;otilde;es mais estrat&amp;eacute;gicas. Ele destaca que o empres&amp;aacute;rio deve considerar n&amp;atilde;o apenas o n&amp;uacute;mero de vagas abertas, mas tamb&amp;eacute;m fatores como rotatividade, perfil dos profissionais e caracter&amp;iacute;sticas de cada segmento.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre os fatores que ajudam a explicar o cen&amp;aacute;rio, destacam-se a normaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das atividades ap&amp;oacute;s a pandemia, a maior mobilidade entre trabalhadores e a recomposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos quadros em setores presenciais. O resultado &amp;eacute; um mercado de trabalho mais aquecido, por&amp;eacute;m mais vol&amp;aacute;til, no qual o desafio vai al&amp;eacute;m da contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o e passa, cada vez mais, pela capacidade de reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e pela estabilidade das equipes.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 22 Apr 2026 09:34:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item></channel></rss>
