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<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[Negócios - FecomercioSP]]</title><link>https://fecomercio.com.br/negocios</link><description>&lt;![CDATA[A]]</description><lastBuildDate>Mon, 24 Aug 2026 05:41:40 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[Negócios - FecomercioSP]]</title><link>https://fecomercio.com.br/negocios</link><url>https://fecomercio.com.br/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><category>&lt;![CDATA[Negócios]]</category><item><title>&lt;![CDATA[Confiança das empresas de pequeno porte cai pelo sexto mês consecutivo e atinge menor nível em 5 anos]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/confianca-das-empresas-de-pequeno-porte-cai-pelo-sexto-mes-consecutivo-e-atinge-menor-nivel-em-5-anos-diz-fecomerciosp</link><description>&lt;![CDATA[Cenário político instável com o fim da ‘taxa das blusinhas’ e debate sobre escala 6x1 agravam pessimismo do empresariado]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A confiança dos empresários do comércio paulistano permaneceu na zona pessimista, principalmente por causa da percepção das empresas de pequeno porte. De acordo com a &lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;, o &lt;strong&gt;Índice de Confiança do Empresário do Comércio no Município de São Paulo (ICEC)&lt;/strong&gt;, avaliado mensalmente pela Entidade, registrou &lt;strong&gt;93,9 pontos&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;em julho&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;— mantendo-se estável e interrompendo uma série de cinco quedas seguidas. Na &lt;strong&gt;comparação com o mesmo mês do ano passado&lt;/strong&gt;, o recuo do indicador foi de &lt;strong&gt;8,7%&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;[gráfico 1].&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(184, 49, 47);"&gt;[GRÁFICO 1]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Série histórica (13 meses)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img border="0" width="574" src="https://fecomercio.com.br/upload/img/fcf5ef6bdbbe5776bfdad451ee62b68bcc6d8ee3.png" class="fr-fic fr-dii"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na análise por porte, o cenário das empresas de &lt;strong&gt;até 50 funcionários&lt;/strong&gt; é preocupante, visto que o indicador recuou pelo sexto mês consecutivo, registrando &lt;strong&gt;93,6 pontos&lt;/strong&gt; em julho, menor patamar desde junho de 2021, período de pandemia; na comparação interanual, apontou queda de 8,8%. Já no caso das empresas &lt;strong&gt;acima de 50 funcionários&lt;/strong&gt;, o ICEC subiu 3,9% em relação a junho e atingiu &lt;strong&gt;106,4 pontos&lt;/strong&gt;, mantendo-se em patamar levemente otimista — contudo, sofreu retração de 5,5% em relação a julho de 2025.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Empresariado está insatisfeito com as condições atuais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre as três variáveis que compõem o ICEC, o &lt;strong&gt;Índice das Condições Atuais do Empresário do Comércio (ICAEC)&lt;/strong&gt; atingiu 69,1 pontos em julho, praticamente estável em relação a junho [gráfico 2], mas está 9,5% abaixo do apurado no mesmo período do ano passado. A &lt;strong&gt;FecomercioSP&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;continua ressaltando o elevado grau de insatisfação do empresariado quanto às condições atuais. Mesmo que as vendas tenham crescido de maneira consistente até o fim de 2025, os empresários não estão satisfeitos com rentabilidade, pressão de custos, juros elevados, entre outros fatores.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No caso das &lt;strong&gt;pequenas&lt;/strong&gt; empresas, o ICAEC atingiu 68,7 pontos em julho, retração interanual de 9,6% — são &lt;strong&gt;42 meses&lt;/strong&gt; consecutivos abaixo dos 100 pontos, indicando &lt;strong&gt;pessimismo&lt;/strong&gt;. A queda observada no período recente pode estar relacionada também às notícias do campo político, como a aprovação da redução de jornada e o fim da “taxa das blusinhas”, situação em que os pequenos negócios estão mais vulneráveis. Para as &lt;strong&gt;grandes&lt;/strong&gt;, por sua vez, houve alta de 77,9 pontos, em junho, para &lt;strong&gt;84,4 pontos&lt;/strong&gt;, em julho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(184, 49, 47);"&gt;[GRÁFICO 2]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ICAEC, IEEC E IIEC&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Série histórica (13 meses)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img border="0" width="578" src="https://fecomercio.com.br/upload/img/04acc9ea65cdbe6832a7ee9df93dbb0896468cad.png" class="fr-fic fr-dii"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;Índice de Investimento do Empresário do Comércio (IIEC) das pequenas empresas&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;também se deteriorou, ao passar de 99 pontos, em junho, para 97 pontos, em julho, o menor nível desde 2021. Segundo a Entidade, esse dado revela que as pequenas estão com um leve grau de pessimismo para investir com cenário econômico instável. No segmento das grandes, também caiu 3,5% em comparação com o mês de junho, marcando 107 pontos, mas permanecendo na zona de otimismo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;Índice de Expectativas do Empresário do Comércio (IEEC)&lt;/strong&gt; subiu nas empresas de ambos os portes. Nas pequenas, avançou 1,6% ao passar de 113,2 pontos em junho para 115 pontos em julho, porém apresenta queda de 10,4% em relação a julho de 2025. O IEEC das empresas acima de 50 funcionários, avançou 7,9%, passando de 118,4 para 127,7 pontos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cautela para investir e ampliar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;Índice de Expansão do Comércio (IEC),&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;pesquisa realizada também pela FecomercioSP, caiu 0,9% em julho, passando para 101,2 pontos. O indicador exibe queda interanual de 6,1%. A variável que mede a &lt;strong&gt;Expectativa de Contratação de Funcionários (ECF)&lt;/strong&gt; atingiu 113,1 pontos; na comparação com julho de 2025, a queda foi de 4,5%. Segundo a Federação, o movimento é compatível com o aumento das incertezas presentes na economia, especialmente a desaceleração da atividade econômica, diante da inflação persistente, dos juros elevados e da queda do consumo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(184, 49, 47);"&gt;[GRÁFICO 3]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Índice de Expansão do Comércio (IEC)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Série histórica (13 meses)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img border="0" width="567" src="https://fecomercio.com.br/upload/img/48b1096ecb5af9da2650f8e734c4b73f7fe03d44.png" class="fr-fic fr-dii"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;Nível de Investimento das Empresas (NIE)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;caiu pelo sexto mês seguido, ao passar de 91,5 pontos, em junho, para 89,3 pontos, em julho (-2,3%). O indicador segue em patamar historicamente baixo e na zona de pessimismo (menos de 100 pontos) há 20 meses consecutivos. Na comparação com julho do ano anterior, a queda foi de 8,8%, ampliando a leitura de cautela dos empresários quanto aos investimentos. Além disso, as questões econômicas continuam reduzindo a atratividade de projetos de expansão, modernização e ampliação da capacidade operacional das empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Confira os principais indicadores econômicos para o planejamento do seu negócio no &lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/panorama-do-comercio-de-agosto-o-que-esta-mudando-nos-habitos-de-compra-dos-brasileiros"&gt;Panorama do Comércio&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;. Produzido mensalmente pela FecomercioSP, o boletim apresenta análises sobre o cenário econômico, o perfil de consumo e as principais tendências que impactam a atividade empresarial.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 13 Aug 2026 10:16:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Índice de Confiança do Empresário do Comércio]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Por que as companhias aéreas absorveram a alta do petróleo?]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/por-que-as-companhias-aereas-absorveram-a-alta-do-petroleo</link><description>&lt;![CDATA[Enquanto o querosene subiu ao menos 37%, passagens aéreas ficaram apenas 9% mais caras no Brasil, entre março e junho]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;&lt;em&gt;Guilherme Dietze*&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando a guerra entre Ir&amp;atilde;, Israel e Estados Unidos come&amp;ccedil;ou, em fevereiro, muita gente apontou que, do ponto de vista da economia internacional, o primeiro efeito seria sobre o pre&amp;ccedil;o do petr&amp;oacute;leo. Al&amp;eacute;m de contar com a terceira maior reserva do mineral do mundo e de ser o terceiro produtor da Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Pa&amp;iacute;ses Exportadores de Petr&amp;oacute;leo (Opep), o Ir&amp;atilde; ainda controla o Estreito de Ormuz, por onde passa pelo menos um quarto (20%) do petr&amp;oacute;leo global.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O produto, de fato, subiu: cotado a US$ 61,92, por barril, em dezembro passado, tem sido negociado a cerca de US$ 79 agora. Com isso, v&amp;aacute;rios derivados da commodity&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;foram afetadas globalmente, incluindo o querosene de avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o (QAV), o combust&amp;iacute;vel dos avi&amp;otilde;es que fazem as rotas nacionais e internacionais.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;N&amp;atilde;o foi &amp;agrave; toa que, no in&amp;iacute;cio da guerra, se esperava um aumento de tarifas a&amp;eacute;reas pelo mundo. S&amp;oacute; no Brasil, um ter&amp;ccedil;o (32%) dos custos fixos das companhias vem do QAV. Com o conflito no Oriente M&amp;eacute;dio, essas empresas deixaram de pagar R$ 3,8 por litro &amp;mdash; entre mar&amp;ccedil;o e junho de 2025 &amp;mdash; para arcar com um valor de R$ 5,3 agora. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em muitas reuni&amp;otilde;es que compareci nesse per&amp;iacute;odo, a pergunta se repetia: &amp;ldquo;As passagens v&amp;atilde;o ficar mais caras? Como o setor do Turismo vai se adaptar a esses impactos? O que d&amp;aacute; para fazer diante dessa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o?&amp;rdquo;. Em todas elas, sempre ponderei que, ao menos por enquanto, n&amp;atilde;o dava para ver um efeito t&amp;atilde;o forte nas tarifas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os dados, agora, me d&amp;atilde;o raz&amp;atilde;o. &amp;Eacute; intrigante que, no mercado brasileiro, isso n&amp;atilde;o aconteceu. Enquanto a alta do querosene foi de ao menos 37%, o que deveria pressionar num aumento de pelo menos 12% dos custos, as passagens a&amp;eacute;reas ficaram apenas 9% mais caras entre mar&amp;ccedil;o e junho em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo per&amp;iacute;odo de 2025. T&amp;atilde;o intrigante quanto &amp;eacute; que, depois de subir em mar&amp;ccedil;o, a m&amp;eacute;dia do pre&amp;ccedil;o das viagens a&amp;eacute;reas foi caindo at&amp;eacute; voltar ao patamar de junho de 2025 nessas &amp;uacute;ltimas semanas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O que aconteceu, ent&amp;atilde;o? A demanda aquecida explica uma parte do fen&amp;ocirc;meno. No primeiro semestre, as companhias a&amp;eacute;reas transportaram cerca &lt;a href="https://www.gov.br/anac/pt-br/noticias/2026/transporte-aereo-movimenta-65-2-milhoes-de-passageiros-no-1o-semestre-de-2026"&gt;65,2 milh&amp;otilde;es de passageiros&lt;/a&gt;, tanto entre destinos nacionais quanto internacionais, segundo dados da Ag&amp;ecirc;ncia Nacional de Avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o Civil (Anac). Esse n&amp;uacute;mero foi 5,4% maior que o registrado no mesmo per&amp;iacute;odo do ano passado.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se as tarifas ficassem t&amp;atilde;o mais caras quanto o aumento do querosene, haveria o risco de frear essa demanda intensa por viagens a&amp;eacute;reas. Resultado: muita gente repensaria seus planos de viagem, e isso seria p&amp;eacute;ssimo para o segmento. Pode ter sido uma estrat&amp;eacute;gia.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O c&amp;acirc;mbio tamb&amp;eacute;m deu uma for&amp;ccedil;a. Em mar&amp;ccedil;o, o d&amp;oacute;lar era cotado a R$ 5,25, mas, dali em diante, caiu para R$ 5. Como boa parte dos custos fixos das companhias a&amp;eacute;reas &amp;eacute; em d&amp;oacute;lar &amp;mdash; seguro, arrendamento, manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o das aeronaves etc., um al&amp;iacute;vio na cota&amp;ccedil;&amp;atilde;o significa al&amp;iacute;vio nos gastos. Foi assim que, pressionadas pela alta do combust&amp;iacute;vel, conseguiram compensar tarifas com a retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dessas despesas. &amp;Eacute; um exemplo de como a conjuntura &amp;eacute; complexa e exige aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s vari&amp;aacute;veis.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vale lembrar que os custos fixos representam 22% do or&amp;ccedil;amento das operadoras a&amp;eacute;reas. Contudo, acredito que nem tudo seja boa not&amp;iacute;cia, principalmente porque algu&amp;eacute;m est&amp;aacute; arcando com a conta. Custos mais altos sem repasse nos pre&amp;ccedil;os v&amp;atilde;o pressionar as margens. N&amp;atilde;o me surpreenderia se visse os balan&amp;ccedil;os das companhias mais pressionado no segundo trimestre. Tudo isso sem contar as incertezas da guerra. De um cessar-fogo para uma negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o definitiva, o conflito voltou a escalar, e ningu&amp;eacute;m sabe como ficar&amp;aacute; o pre&amp;ccedil;o do petr&amp;oacute;leo daqui para a frente.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quanto tempo mais as empresas de avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o v&amp;atilde;o conseguir segurar integralmente a alta dessas tarifas? Trata-se de uma pergunta em aberto.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Guilherme Dietze &amp;eacute; presidente do Conselho de Turismo da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 12 Aug 2026 16:45:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[A sua empresa no WhatsApp agora tem endereço: registre o nome e venda mais]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/a-sua-empresa-no-whatsapp-agora-tem-endereco-registre-o-nome-e-venda-mais</link><description>&lt;![CDATA[Boletim ‘Expresso MEI’ de agosto traz dicas infalíveis para ser encontrado e vender mais no principal aplicativo de mensagens do País]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Imagine a seguinte cena: uma pessoa est&amp;aacute; com vontade de comer um p&amp;atilde;o de queijo quentinho ou precisa comprar aquela roupa nova, mas n&amp;atilde;o tem o seu n&amp;uacute;mero de telefone salvo. At&amp;eacute; outro dia, essa venda estava perdida. Mas, agora, isso mudou!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com o novo sistema de nomes de usu&amp;aacute;rio (aquele com o &amp;ldquo;@&amp;rdquo;), o WhatsApp permite que os clientes encontrem as empresas dentro do aplicativo sem precisar decorar os n&amp;uacute;meros. Essa &amp;eacute; uma oportunidade de ouro para aumentar a visibilidade das empresas e melhorar o relacionamento com os clientes. O boletim &lt;strong&gt;Expresso MEI&lt;/strong&gt; de agosto explica todo o passo a passo para registrar o nome e vai al&amp;eacute;m, ao trazer um guia de como transformar a p&amp;aacute;gina empresarial em uma m&amp;aacute;quina de vendas.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/boletins/nome-empresarial-no-whatsapp-pode-alavancar-vendas-e-marca/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Baixe gratuitamente o boletim Expresso MEI de agosto&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Oportunidade de neg&amp;oacute;cios&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Buscando um novo mercado para empreendedor? Pois saiba que a atividade de venda de livros est&amp;aacute; bombando! Segundo a &lt;strong&gt;Radiografia do Com&amp;eacute;rcio Eletr&amp;ocirc;nico&lt;/strong&gt;, divulgada em julho pela &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, o setor &amp;eacute; o segundo colocado no ranking de produtos mais vendidos no e-commerce brasileiro em 2025, faturando R$ 9,5 bilh&amp;otilde;es, atr&amp;aacute;s apenas dos smartphones (R$ 10,3 bilh&amp;otilde;es).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E o MEI pode se encaixar nesse mercado, principalmente no nicho de usados, contando com a capacidade de garimpar t&amp;iacute;tulos atrativos e a facilidade de atendimento personalizado dos clientes como diferenciais imbat&amp;iacute;veis em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com os grandes concorrentes. O &lt;strong&gt;Expresso MEI&lt;/strong&gt; d&amp;aacute; dicas infal&amp;iacute;veis para obter sucesso no segmento, com a indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos melhores marketplaces para a venda de livros, estrat&amp;eacute;gias de vendas, estoques e finan&amp;ccedil;as.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Economia de luz&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Todo empreendedor sabe que precisa economizar nos gastos fixos para garantir um fluxo de caixa sustent&amp;aacute;vel, ainda mais para o MEI, que, muitas vezes, mistura os gastos pessoais com os da empresa. No boletim de agosto, o empreendedor conta com uma s&amp;eacute;rie de dicas de como economizar na conta de luz com a&amp;ccedil;&amp;otilde;es simples.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda no &amp;acirc;mbito da sa&amp;uacute;de financeira das empresas, o &lt;strong&gt;Expresso MEI&lt;/strong&gt; de agosto divulga uma mat&amp;eacute;ria que esclarece todas as regras do programa Desenrola MEI, que chegou para dar um f&amp;ocirc;lego extra, com descontos e parcelamento especiais na hora de quitar as d&amp;iacute;vidas tribut&amp;aacute;rias.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/boletins/nome-empresarial-no-whatsapp-pode-alavancar-vendas-e-marca/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Baixe agora mesmo o boletim Expresso MEI de agosto&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 12 Aug 2026 15:02:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[WhatsApp]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Criatividade e pensamento estratégico devem acompanhar a IA nos Serviços]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/criatividade-e-pensamento-estrategico-devem-acompanhar-a-ia-nos-servicos</link><description>&lt;![CDATA[Especialista em experiência humana e assessora da FecomercioSP discutem como automação com olhar humano são determinantes para competitividade ]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Intelig&amp;ecirc;ncia Artificial (IA), automa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital j&amp;aacute; fazem parte da realidade das empresas. Mas, frente a tantas ferramentas e novidades, duas perguntas desafiam os empres&amp;aacute;rios: por onde come&amp;ccedil;ar e como transformar inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o em resultado?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O epis&amp;oacute;dio de agosto do &lt;strong&gt;FecomercioSP Orienta&lt;/strong&gt; recebe Isabelli Gon&amp;ccedil;alves Luzia, especialista em experi&amp;ecirc;ncia humana, inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e IA, e Kelly Carvalho, assessora da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ambas analisam como as mudan&amp;ccedil;as no comportamento do consumidor e o avan&amp;ccedil;o das tecnologias est&amp;atilde;o redefinindo a competitividade no setor de Servi&amp;ccedil;os. Experi&amp;ecirc;ncia do cliente, produtividade, dados, omnicanalidade e automa&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;atilde;o entre os temas abordados. &amp;ldquo;Hoje, os consumidores est&amp;atilde;o mais conectados, avaliando pre&amp;ccedil;os e a reputa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do neg&amp;oacute;cio, al&amp;eacute;m de consultarem as avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es nas redes e no Google. Isso exige que as empresas utilizem dados e IA para compreender o perfil desse cliente e oferecer jornadas de compra mais fluidas, simples e eficientes&amp;rdquo;, afirma Kelly.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pequenos neg&amp;oacute;cios tamb&amp;eacute;m t&amp;ecirc;m espa&amp;ccedil;o nessa transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O epis&amp;oacute;dio mostra que inovar n&amp;atilde;o exige grandes investimentos, mas estrat&amp;eacute;gia para aplicar a tecnologia onde esta gere valor imediato.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quanto mais tecnologia, mais importantes as habilidades humanas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A conversa ainda lan&amp;ccedil;a uma quest&amp;atilde;o fundamental &amp;mdash; em um mercado cada vez mais automatizado, quais habilidades humanas ser&amp;atilde;o mais valorizadas? Criatividade, pensamento estrat&amp;eacute;gico e capacidade de compreender pessoas ganham uma nova dimens&amp;atilde;o nesse cen&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Tudo o que &amp;eacute; automatizado, tudo o que &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel ser repetitivo, vai ser executado por uma m&amp;aacute;quina. O que vai nos diferenciar como empreendedores e profissionais ser&amp;atilde;o as habilidades que nos fazem humanos: a empatia, a criatividade e a capacidade de cruzar informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de contextos diferentes&amp;rdquo;, destaca Isabelli.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por onde come&amp;ccedil;ar? O que vale a pena automatizar? Como usar a IA a favor do cliente sem perder a empatia humana? Assista ao novo epis&amp;oacute;dio do &lt;strong&gt;FecomercioSP Orienta&lt;/strong&gt; e descubra!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span contenteditable="false" draggable="true" class="fr-video fr-deletable fr-fvc fr-dvb fr-draggable fr-fvl"&gt;&lt;iframe width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/QKiJiwWhrhU?&amp;t=5s&amp;wmode=opaque&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen="" class="fr-draggable"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 11 Aug 2026 15:32:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Viagens corporativas mantêm ritmo de crescimento e renovam recorde em 2026]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/viagens-corporativas-mantem-ritmo-de-crescimento-e-renovam-recorde-em-2026</link><description>&lt;![CDATA[Levantamento da FecomercioSP e da Alagev revela faturamento de R$ 17,9 bilhões, com demanda aquecida mesmo com a alta dos custos]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;As viagens corporativas seguem promovendo a cadeia do Turismo no Brasil. Em maio, os gastos das empresas com servi&amp;ccedil;os de viagens de neg&amp;oacute;cios alcan&amp;ccedil;aram R$ 17,9 bilh&amp;otilde;es, o maior faturamento j&amp;aacute; registrado para o m&amp;ecirc;s e um crescimento de 6,4% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo per&amp;iacute;odo do ano passado. Com isso, o setor acumula quase R$ 85 bilh&amp;otilde;es nos cinco primeiros meses de 2026, alta de 6,2% sobre igual intervalo um ano antes. Os dados s&amp;atilde;o do Levantamento de Viagens Corporativas (LVC), realizado pela &lt;a href="https://fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; em parceria com a &lt;a href="https://alagev.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Latino-Americana de Gest&amp;atilde;o de Eventos e Viagens Corporativas (Alagev)&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O resultado chama a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o porque foi alcan&amp;ccedil;ado por interm&amp;eacute;dio de uma base de compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o elevada. Em maio de 2025, o mercado havia avan&amp;ccedil;ado 12,7%, um dos melhores desempenhos da s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica. Ainda assim, o segmento voltou a crescer, provando que a demanda por viagens de neg&amp;oacute;cios permanece resiliente e continua sustentando boa parte da atividade tur&amp;iacute;stica nacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os indicadores dos principais segmentos da cadeia confirmam esse quadro. A avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o dom&amp;eacute;stica transportou 8,3 milh&amp;otilde;es de passageiros em maio, o maior volume da hist&amp;oacute;ria para o per&amp;iacute;odo. Ao mesmo tempo, a tarifa m&amp;eacute;dia das passagens subiu 11,2%, passando de R$ 568,90 para R$ 632,50. Na hotelaria, a taxa de ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o permaneceu praticamente est&amp;aacute;vel, em 63,4%, enquanto a di&amp;aacute;ria m&amp;eacute;dia avan&amp;ccedil;ou 5,4%, chegando a R$ 451,71.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/c5584baa46810e5c752dd92e3acff3222ad13b00.png" class="fr-fic fr-dii" style="width: 733px;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Empresas adaptam estrat&amp;eacute;gias sem reduzir mobilidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esses n&amp;uacute;meros mostram que a expans&amp;atilde;o do faturamento tem sido incentivado, cada vez mais, pelo aumento dos pre&amp;ccedil;os do que pela expans&amp;atilde;o do volume de viagens. Para o mercado, isso ressalta a necessidade de aprimorar negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais, pol&amp;iacute;ticas de viagens e estrat&amp;eacute;gias de gest&amp;atilde;o de despesas, especialmente em um ambiente de custos elevados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro fator &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/turismo-bate-novo-recorde-mas-inflacao-juros-e-credito-em-atraso-ampliam-desafios" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;que exige aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas &amp;eacute; o cen&amp;aacute;rio internacional&lt;/a&gt;. Segundo a an&amp;aacute;lise do levantamento, a retomada das tens&amp;otilde;es no Oriente M&amp;eacute;dio pressiona o pre&amp;ccedil;o do petr&amp;oacute;leo e, consequentemente, do querosene de avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, elevando o custo das passagens a&amp;eacute;reas. Por isso, parte das empresas tende a substituir deslocamentos de curta dist&amp;acirc;ncia pelo transporte rodovi&amp;aacute;rio ou pela loca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ve&amp;iacute;culos, buscando reduzir despesas sem comprometer as atividades presenciais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar desses impasses, a perspectiva permanece positiva. A manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da atividade econ&amp;ocirc;mica e do ambiente de neg&amp;oacute;cios continua estimulando a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de viagens corporativas, consideradas essenciais para negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es, eventos, relacionamento com clientes e expans&amp;atilde;o das empresas. Para hot&amp;eacute;is, companhias a&amp;eacute;reas, locadoras, ag&amp;ecirc;ncias de viagens, organizadores de eventos e demais prestadores de servi&amp;ccedil;os tur&amp;iacute;sticos, o cen&amp;aacute;rio refor&amp;ccedil;a a expectativa de demanda aquecida ao longo de 2026.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O levantamento ainda indica que, embora o crescimento passe a depender mais da evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos pre&amp;ccedil;os do que do aumento do n&amp;uacute;mero de viagens, o turismo corporativo segue demonstrando capacidade de adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e permanece como um dos principais motores da cadeia tur&amp;iacute;stica brasileira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/260cee40f20ec8f5868d6bc796cccf997130e2a1.png" class="fr-fic fr-dii" style="width: 733px;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 06 Aug 2026 11:35:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Preço médio dos presentes de Dia dos Pais sobe 4,09%]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/media-de-precos-de-presentes-para-o-dia-dos-pais-ficam-4-09-mais-caros-mas-abaixo-da-inflacao-geral-diz-fecomerciosp-1</link><description>&lt;![CDATA[Entidade projeta crescimento de 1% nas vendas do Comércio, em razão da demanda amena da data]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O cenário econômico atual favorece a compra de presentes para o Dia dos Pais neste ano. Segundo levantamento da &lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;, os produtos usualmente escolhidos para presentear na data registraram uma alta média acumulada de 4,09% em 12 meses. O porcentual, que ficou abaixo da inflação geral do País (4,52%), representa uma desaceleração acentuada frente aos 10,37% apurados no ano anterior [tabela 1].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(184, 49, 47);"&gt;[TABELA 1]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Inflação Dia dos pais Brasil — % acumulado 12 meses até julho&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Fonte: IBGE/FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img border="0" width="270" src="https://fecomercio.com.br/upload/img/181cb14031f758cd9b262e52bee1b59f2a779917.png" class="fr-fic fr-dii"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com a FecomercioSP, os preços estão equilibrados, com parte dos itens registrando variações abaixo da média da cesta, ou até mesmo queda. Ainda assim, a Entidade reforça a importância de pesquisar os preços com antecedência, comparar as formas de pagamento disponíveis e avaliar o orçamento familiar, especialmente em um quadro de instabilidade econômica, inflação elevada e &lt;u&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/em-cenario-de-aumento-do-endividamento-numero-de-familias-inadimplentes-cai-pelo-segundo-mes-seguido-em-sao-paulo"&gt;alto nível de endividamento das famílias&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre os 30 itens analisados no levantamento, o que mais encareceu foi chocolate em barra e bombom, com avanço de 16,37%, pressionado pela escalada internacional do cacau. Na sequência, perfumes (12,25%), videogames/consoles (11,24%) e produtos para barba (9,19%), para cabelo (8,18%) e para pele (6,31%), que também subiram de forma expressiva. Computador pessoal (8,87%), bijuterias (6,21%) e livros não didáticos (5,97%) foram outros itens que superaram a variação média da cesta.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O setor de vestuário e calçados, que costuma ser o de maior procura para a data, apontou encarecimento mais contido. Os calçados puxaram o grupo, com alta em sapato masculino (6,66%), tênis (6,02%) e sandália/chinelo (5,16%). Dentre as roupas, agasalhos (4,22%), calças (4,21%), bermudas/shorts (3,61%) e camisas/camisetas (2,53%) tiveram reajustes intermediários; a cueca destoou, com leve recuo de 0,75%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já os alimentos e eletrônicos aliviaram a conta. O café moído apresentou o maior recuo, ficando 17,13% mais barato — após choque da alta de mais de 76% no ano passado. Com o real mais forte em relação ao dólar, a importação de componentes e produtos ficou mais barata, o que contribuiu para a queda dos preços de aparelhos de som (-5,14%), telefones (-1,89%), vinhos (-1,58%), televisores (-0,36%) e bicicletas (-0,04%).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na &lt;strong&gt;Região Metropolitana de São Paulo (RMSP)&lt;/strong&gt;, a cesta subiu &lt;strong&gt;4,9%&lt;/strong&gt; em &lt;strong&gt;12 meses&lt;/strong&gt;, ante 10,96% no mesmo intervalo de 2025. Chocolate (17,79%) e produtos para barba (14,86%) e cabelo (11,42%) são as principais altas; no sentido oposto, as quedas apareceram novamente no café moído (-17,83%) e no vinho (-4,34%) [tabela 2].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(184, 49, 47);"&gt;[TABELA 2]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Inflação Dia dos pais — % acumulado até julho&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Região Metropolitana de São Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Fonte: IBGE/FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img border="0" width="272" src="https://fecomercio.com.br/upload/img/18a5f9f07c6be98420c5f2d56cae9a519cb2ce8d.png" class="fr-fic fr-dii"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 06 Aug 2026 09:59:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[vendas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Apesar dos juros e da inflação, mercado de trabalho sustenta otimismo do consumidor em São Paulo]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/apesar-dos-juros-e-da-inflacao-mercado-de-trabalho-sustenta-otimismo-do-consumidor-em-sao-paulo</link><description>&lt;![CDATA[Queda da intenção de consumo aponta cautela das famílias diante de endividamento e juros elevados]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o das fam&amp;iacute;lias paulistanas sobre a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica recuou em julho, de acordo com a &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;. O &amp;Iacute;ndice de Confian&amp;ccedil;a do Consumidor (ICC) apontou queda de 2% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a junho, registrando 121,6 pontos. Na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com julho de 2025, contudo, houve alta de 11,6%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Embora a confian&amp;ccedil;a do consumidor permane&amp;ccedil;a em patamar de otimismo, o resultado de julho aponta para uma mudan&amp;ccedil;a no comportamento familiar. O mercado de trabalho continua sustentando a renda e evitando uma deteriora&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais intensa das expectativas, por&amp;eacute;m esse impulso j&amp;aacute; n&amp;atilde;o se traduz na mesma intensidade em aumento do consumo. O ambiente de juros elevados, infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o ainda concentrada em despesa essenciais e elevado comprometimento da renda est&amp;aacute; levando os consumidores a adotarem uma postura mais cautelosa nas decis&amp;otilde;es de compra.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ICC varia de 0 a 200 pontos. Resultados iguais a 100 pontos indicam neutralidade; abaixo desse patamar, pessimismo; e acima, otimismo. Quanto mais o &amp;iacute;ndice se aproxima de um desses extremos, maior &amp;eacute; a intensidade do sentimento. Assim, estar acima dos 100 pontos n&amp;atilde;o significa aus&amp;ecirc;ncia de dificuldades, mas que as avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es favor&amp;aacute;veis superam as desfavor&amp;aacute;veis.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(184, 49, 47);"&gt;[Gr&amp;aacute;fico 1]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice de Confian&amp;ccedil;a do Consumidor (ICC) &amp;mdash; s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/ffaca665d1e46ca9ddb536205241d92043708271.png" style="width: 600px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com a FecomercioSP, o mercado de trabalho continua sendo o principal fator de sustenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da confian&amp;ccedil;a dos consumidores. A combina&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre baixa taxa de desemprego, crescimento da renda e expans&amp;atilde;o da massa salarial preserva a capacidade de pagamento das fam&amp;iacute;lias. Entretanto, esse ambiente favor&amp;aacute;vel passou a conviver com um custo financeiro elevado. A infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o (ainda concentrada em itens essenciais), os juros em patamar restritivo e o elevado endividamento reduzem a margem dispon&amp;iacute;vel a novos gastos, tornando o consumidor mais seletivo quanto a pre&amp;ccedil;os, prazos, condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de pagamento e compras de maior valor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em julho, a queda da confian&amp;ccedil;a atingiu todos os grupos pesquisados, com destaque para os lares com renda de at&amp;eacute; dez sal&amp;aacute;rios m&amp;iacute;nimos (-2,6%), os homens (-2,5%) e os consumidores com menos de 35 anos (-2,1%). Na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual, entretanto, todos os segmentos apresentaram alta, sendo as maiores varia&amp;ccedil;&amp;otilde;es registradas entre esses mesmos grupos: homens (13,3%), consumidores com menos de 35 anos (12,9%) e lares com renda de at&amp;eacute; dez sal&amp;aacute;rios m&amp;iacute;nimos (12,4%). De acordo com a FecomercioSP, o comportamento desses grupos sugere mais sensibilidade &amp;agrave;s mudan&amp;ccedil;as nas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de emprego, renda dispon&amp;iacute;vel, infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o e acesso ao cr&amp;eacute;dito.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(184, 49, 47);"&gt;[Tabela 1]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice de Confian&amp;ccedil;a do Consumidor (ICC) &amp;ndash; segmentos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img border="0" width="567" src="https://fecomercio.com.br/upload/img/4c241c628b0fdf5c21a951c79ed60671dd8cc77f.png" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre os sub&amp;iacute;ndices que comp&amp;otilde;em o ICC, o &lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice das Condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Econ&amp;ocirc;micas Atuais (ICEA)&lt;/strong&gt; apresentou o maior recuo, com queda de 3,1%, atingindo 114 pontos. Contudo, na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual, o sub&amp;iacute;ndice cresceu 11%.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(184, 49, 47);"&gt;[Tabela 2]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice das Condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Econ&amp;ocirc;micas Atuais (ICEA) &amp;ndash; segmentos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img border="0" width="567" src="https://fecomercio.com.br/upload/img/133e7047e4572c4d1a4b9326078a6305fafbc327.png" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O &amp;Iacute;ndice de Expectativas do Consumidor (IEC)&lt;/strong&gt;, por sua vez,&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;recuou 1,4% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a junho, atingindo 126,7 pontos. Com exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o daqueles que recebem dez sal&amp;aacute;rios m&amp;iacute;nimos ou mais (avan&amp;ccedil;ando 0,5%), todos os demais componentes apresentaram resultados negativos. No comparativo com o mesmo per&amp;iacute;odo de 2025, houve alta de 12%, sendo que todos os segmentos registraram resultados positivos relevantes.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(184, 49, 47);"&gt;[Tabela 3]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice de Expectativas do Consumidor (IEC) &amp;ndash; segmentos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img border="0" width="567" src="https://fecomercio.com.br/upload/img/2df5419b500f486cd651f78dbfd86f0f6f7a1fba.png" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O comportamento simult&amp;acirc;neo dos dois sub&amp;iacute;ndices mostra que o consumidor passou a avaliar de forma mais cautelosa tanto sua situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica atual quanto as perspectivas para os pr&amp;oacute;ximos meses. Ainda que ambos permane&amp;ccedil;am acima da linha de otimismo, o recuo disseminado entre praticamente todos os segmentos indica uma acomoda&amp;ccedil;&amp;atilde;o da confian&amp;ccedil;a ap&amp;oacute;s o forte avan&amp;ccedil;o observado ao longo dos &amp;uacute;ltimos 12 meses.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de consumo das fam&amp;iacute;lias recua&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Consumo das Fam&amp;iacute;lias (ICF), outro indicador da FecomercioSP &amp;mdash; que varia de zero a 200 pontos &amp;mdash;, tamb&amp;eacute;m apresentou retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o em julho. O ICF caiu 0,4%, atingindo 112,3 pontos. Foi a quarta queda seguida do indicador. A sequ&amp;ecirc;ncia de recuos refor&amp;ccedil;a que a confian&amp;ccedil;a elevada n&amp;atilde;o tem sido suficiente para estimular o consumo na mesma intensidade. A popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o continua com disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o para consumir, por&amp;eacute;m prioriza gastos essenciais e posterga decis&amp;otilde;es que envolvam mais comprometimento financeiro. Na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual, o indicador registrou alta de 6,3%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(184, 49, 47);"&gt;[Gr&amp;aacute;fico 2]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Consumo das Fam&amp;iacute;lias (ICF) &amp;ndash; s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img border="0" width="567" src="https://fecomercio.com.br/upload/img/732bbe4b687bb32abdbfb0f4b490a00ecdb0d41c.png" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre as vari&amp;aacute;veis que comp&amp;otilde;em o indicador, &lt;strong&gt;momento para dur&amp;aacute;veis&lt;/strong&gt; obteve a maior varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o positiva em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a junho (2,5%) e ao s&amp;eacute;timo m&amp;ecirc;s de 2025 (16,9%). Contudo, em termos de pontua&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o quesito ficou no patamar de insatisfa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com 81,6 pontos. &lt;strong&gt;Perspectiva de consumo&lt;/strong&gt; subiu 1,7%, para 106,2 pontos, e cresceu 10,3%, na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual. &lt;strong&gt;N&amp;iacute;vel de consumo&lt;/strong&gt; variou 0,3%, passando para 89,7 pontos, e cresceu 7,5% no comparativo interanual. J&amp;aacute; &lt;strong&gt;acesso ao cr&amp;eacute;dito&lt;/strong&gt; variou 0,1%, com 111,7 pontos, e alta de 9,9% em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com julho de 2025.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por fim, &lt;strong&gt;emprego atual&lt;/strong&gt; registrou queda de 0,8%, atingindo 141,8 pontos, e cresceu 6,9% no comparativo interanual. &lt;strong&gt;Perspectiva profissional&lt;/strong&gt; registrou queda de 4,1%, alcan&amp;ccedil;ando 115,9 pontos e queda de 5,1% no comparativo com o mesmo m&amp;ecirc;s de 2025. &lt;strong&gt;Renda atual&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;sofreu queda de 1,1% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao m&amp;ecirc;s anterior (139,0 pontos) e alta de 4% no comparativo anual.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&amp;iacute;stica (IBGE), com o mercado de trabalho encerrando o trimestre finalizado em maio com uma menor taxa de desocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (5,6%), o rendimento real crescendo 4% em um ano e a massa real de rendimentos avan&amp;ccedil;ando 4,8%, a ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a renda est&amp;atilde;o amortecendo os efeitos dos juros elevados sobre o consumo. Por outro lado, mesmo com o cen&amp;aacute;rio atual favor&amp;aacute;vel, h&amp;aacute; mais prud&amp;ecirc;ncia das fam&amp;iacute;lias com compromissos de longo prazo: a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o desacelerou para 0,16%, em junho, acumulando 4,64% em 12 meses, mas continua pressionando justamente grupos de maior peso no or&amp;ccedil;amento familiar, reduzindo a renda dispon&amp;iacute;vel para despesas discricion&amp;aacute;rias, afetando principalmente os consumidores de menor renda e limitando a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do consumo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Somado a esse quadro, h&amp;aacute; o endividamento &amp;mdash; que atingia 74,1% dos lares na capital paulista em junho &amp;mdash;, o maior n&amp;iacute;vel em quatro anos. Com a taxa Selic em 14,25% ao ano, o custo das opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es permanece elevado para os consumidores. Embora o ciclo de juros esteja desacelerando gradualmente, seus efeitos sobre o consumo permanecem relevantes. Assim, as opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de financiamento continuam mais caras, restringindo principalmente as compras de maior valor agregado. Assim, mesmo com o crescimento anual expressivo apresentado pelo quesito Momento para Dur&amp;aacute;veis (16,9%), a sua continuidade na zona de insatisfa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (81,6 pontos) mostra que ainda n&amp;atilde;o h&amp;aacute; evid&amp;ecirc;ncias de normaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o plena das compras financiadas, como ve&amp;iacute;culos, m&amp;oacute;veis e eletrodom&amp;eacute;sticos.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(184, 49, 47);"&gt;[Tabela 4]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Consumo das Fam&amp;iacute;lias &amp;mdash; componentes&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img border="0" width="475" src="https://fecomercio.com.br/upload/img/3591a5096972c2537457e154e393975f6bce9abf.png" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre as fam&amp;iacute;lias que &lt;strong&gt;recebem at&amp;eacute; dez sal&amp;aacute;rios m&amp;iacute;nimos&lt;/strong&gt;, o ICF ficou praticamente est&amp;aacute;vel em julho, atingindo 111,5 pontos. Na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o mesmo per&amp;iacute;odo do ano passado, por&amp;eacute;m, houve avan&amp;ccedil;o de 7,7%. A maior queda entre as vari&amp;aacute;veis foi registrada no item Perspectiva Profissional (que caiu 3,4%, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a junho, e 6% na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com julho de 2025). Contudo, o quesito permaneceu na zona de otimismo com 115,1 pontos. J&amp;aacute; Consumo Atual (86,8 pontos) e Momento para Dur&amp;aacute;veis (79,6 pontos), que cresceram 1,1% e 2,5%, respectivamente, ficaram abaixo da linha que separa o otimismo do pessimismo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No comparativo interanual, momento para dur&amp;aacute;veis (19%), acesso ao cr&amp;eacute;dito (13,5%), perspectiva de consumo (11%) e n&amp;iacute;vel de consumo atual (10,7%) foram os principais destaques positivos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(184, 49, 47);"&gt;[Tabela 5]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Consumo das Fam&amp;iacute;lias &amp;nbsp;&amp;mdash; at&amp;eacute; 10 sal&amp;aacute;rios m&amp;iacute;nimos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img border="0" width="475" src="https://fecomercio.com.br/upload/img/be48ad38375a777b24cdedfe39fc5b24797c7aed.png" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nos lares com renda &lt;strong&gt;superior a dez sal&amp;aacute;rios m&amp;iacute;nimos&lt;/strong&gt;, o ICF recuou 1,7%, passando para 114,5 pontos, mas ficando 2,4% acima do registrado em julho de 2025. Perspectiva Profissional (-6%), Renda Atual (-2,7%), Acesso ao Cr&amp;eacute;dito (-1,6%) e N&amp;iacute;vel de Consumo Atual (-1,6%) apresentaram as maiores quedas mensais.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(184, 49, 47);"&gt;[Tabela 6]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Consumo das Fam&amp;iacute;lias &amp;mdash; Mais de 10 sal&amp;aacute;rios m&amp;iacute;nimos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em id="isPasted"&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/090764cafa39f3b10de50792cd84dbe7b3c1a086.png" style="width: 600px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da FecomercioSP, os resultados do ICC e do ICF indicam que o consumidor paulistano continua otimista, por&amp;eacute;m significativamente mais criterioso em suas decis&amp;otilde;es de compra. O mercado de trabalho permanece como principal sustenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da confian&amp;ccedil;a ao preservar empregos, renda e capacidade de pagamento. Entretanto, esse fator, de forma isolada, j&amp;aacute; n&amp;atilde;o consegue incentivar o consumo na mesma intensidade observada nos &amp;uacute;ltimos meses, diante do elevado custo do cr&amp;eacute;dito, do maior comprometimento da renda familiar e da infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o ainda concentrada em despesas essenciais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essa conjuntura ajuda a explicar o desempenho recente do varejo paulista, marcado por crescimento moderado das vendas. Em vez de ampliar o consumo, os lares passaram a priorizar planejamento financeiro, pesquisa de pre&amp;ccedil;os e compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre canais f&amp;iacute;sicos e digitais, al&amp;eacute;m de adotarem mais seletividade nas compras, comportamento que deve continuar predominando enquanto persistirem condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es financeiras restritivas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse contexto, torna-se ainda mais importante que as empresas aprofundem o conhecimento sobre o perfil do consumidor, utilizem ferramentas de intelig&amp;ecirc;ncia de dados para segmenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ofertas, fortale&amp;ccedil;am programas de fideliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e preservem a gest&amp;atilde;o do capital de giro. Estrat&amp;eacute;gias comerciais baseadas exclusivamente em descontos tendem a produzir resultados limitados em um ambiente de cr&amp;eacute;dito caro, sendo mais eficiente agregar valor, conveni&amp;ecirc;ncia, qualidade do atendimento e condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de pagamento compat&amp;iacute;veis com a capacidade financeira das pessoas.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 03 Aug 2026 18:00:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[vendas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[‘Panorama do Comércio’ de agosto: o que está mudando nos hábitos de compra dos brasileiros?]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/panorama-do-comercio-de-agosto-o-que-esta-mudando-nos-habitos-de-compra-dos-brasileiros</link><description>&lt;![CDATA[Boletim da FecomercioSP aborda impactos das ‘bets’, da expansão do e-commerce e das canetas emagrecedoras sobre o varejo]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O Com&amp;eacute;rcio brasileiro est&amp;aacute; diante de uma profunda transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao lidar com um consumidor que compra mais pela internet, aposta em plataformas online e que mudou seus h&amp;aacute;bitos de alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e sa&amp;uacute;de.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de agosto do &lt;strong&gt;Panorama do Com&amp;eacute;rcio&lt;/strong&gt;, publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, traz uma radiografia completa dessas mudan&amp;ccedil;as de comportamento e do que estas significam para quem vende. Fa&amp;ccedil;a o download &lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="https://drive.google.com/file/d/1PB0nhQW7krypCV-reF_dcFyzOarftmCU/view" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/29886477ffe9317bdd28a010edb7a215c726d6ae.pdf" target="_blank" class="fr-file" rel="noopener noreferrer"&gt;aqui!&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="https://drive.google.com/file/d/1PB0nhQW7krypCV-reF_dcFyzOarftmCU/view"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um dos destaques &amp;eacute; o mercado das canetas emagrecedoras: o Brasil j&amp;aacute; importa mais desses medicamentos do que celulares, com o setor movimentando R$13,3 bilh&amp;otilde;es nas farm&amp;aacute;cias em um ano. O efeito vai al&amp;eacute;m da sa&amp;uacute;de e j&amp;aacute; reorganiza a cesta de consumo dos brasileiros, com reflexos diretos nesse setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O boletim tamb&amp;eacute;m apresenta um levantamento da Entidade sobre o comportamento dos paulistanos em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s bets, revelando uma parcela expressiva que usa as plataformas como forma de complementar a renda dom&amp;eacute;stica &amp;mdash; dado que motivou o governo a alterar as regras de publicidade do setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fechando a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o material re&amp;uacute;ne os principais indicadores econ&amp;ocirc;micos do m&amp;ecirc;s, como Selic, infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o e confian&amp;ccedil;a do consumidor, al&amp;eacute;m de uma dica pr&amp;aacute;tica para o pequeno varejista se conectar com seus clientes pelo WhatsApp.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Acesse:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/29886477ffe9317bdd28a010edb7a215c726d6ae.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;&lt;strong id="isPasted"&gt;Panorama do Com&amp;eacute;rcio&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 03 Aug 2026 14:31:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[panorama do comércio]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Entidades defendem regras para evitar bitributação na Reforma Tributária]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/entidades-defendem-regras-para-evitar-bitributacao-na-reforma-tributaria</link><description>&lt;![CDATA[Proposta apresentada ao Comitê Gestor da NFS-e prevê que IBS e CBS incidam apenas sobre a receita do salão-parceiro, garantindo segurança jurídica ao segmento de beleza]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; e o &lt;a href="https://belezapatronal.portaldocomercio.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Beleza Patronal&lt;/a&gt; apresentaram ao Comitê Gestor da Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (CGNFS-e) uma proposta para garantir que a regulamentação da NFS-e nacional preserve, também para o IBS e a CBS, o mesmo tratamento tributário hoje aplicado ao ISS.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O objetivo é evitar que a Reforma Tributária resulte na incidência de tributos sobre valores que pertençam aos profissionais-parceiros, assegurando &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/setor-de-beleza-reforca-pleito-por-seguranca-juridica-e-fim-da-bitributacao-no-iss" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;o cumprimento da Lei do Salão-Parceiro&lt;/a&gt;, com os objetivos de prevenir a bitributação e oferecer mais segurança jurídica às empresas do setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Advocacy propõe a lógica já adotada para o ISS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A proposta encaminhada ao CGNFS-e parte de uma premissa já consolidada na legislação e na prática tributária. Desde novembro de 2025, o município de São Paulo permite que a NFS-e segregue, na própria nota fiscal, a receita do salão e a parcela destinada ao profissional-parceiro, conforme previsto na Instrução Normativa SF/SUREM 11/2025 e na &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/lei-do-salao-parceiro-atuacao-da-fecomerciosp-e-do-beleza-patronal-garante-melhorias-e-novas-regras-em-sao-paulo" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Lei do Salão-Parceiro (Lei 13.352/2016)&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Agora, as entidades defendem que essa mesma sistemática seja expressamente incorporada à regulamentação do IBS e da CBS. A preocupação é evitar que os novos tributos incidam sobre o valor integral do serviço, incluindo os recursos que não integram o faturamento do salão, mas apenas são repassados ao profissional-parceiro. Essa cobrança contrariaria os princípios da capacidade contributiva, da neutralidade tributária e da própria Reforma Tributária.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Três medidas para garantir segurança jurídica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP e o Beleza Patronal propõem que a regulamentação da NFS-e assegure três pontos centrais:&lt;/p&gt;&lt;ul type="disc"&gt;&lt;li&gt;manutenção da emissão unificada da NFS-e pelo salão-parceiro;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;segregação, na nota fiscal, das cotas-partes pertencentes ao salão e ao profissional-parceiro;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;incidência do IBS e da CBS exclusivamente sobre a receita própria do salão, excluindo da base de cálculo os valores destinados ao profissional-parceiro.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;As entidades avaliam que essas medidas preservam a coerência entre o tratamento tributário do ISS e dos novos tributos sobre o consumo, além de evitar dupla tributação e reduzir a insegurança jurídica a empresas e administrações tributárias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A solução construída é resultado de uma articulação conduzida pela FecomercioSP e pelo Beleza Patronal com a Receita Federal, o CGNFS-e e as Secretarias da Fazenda. O diálogo técnico também contribuiu para a regulamentação já adotada na capital paulista, que passou a servir de referência para a evolução do Portal Nacional da NFS-e.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 03 Aug 2026 13:47:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Turismo bate novo recorde de faturamento]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/turismo-bate-novo-recorde-de-faturamento</link><description>&lt;![CDATA[Crescimento de 4,2% em maio reflete a alta dos preços, pressionados pelo conflito no Irã]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O setor de Turismo faturou R$ 23,2 bilh&amp;otilde;es em maio, maior valor j&amp;aacute; registrado para o m&amp;ecirc;s na s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica [gr&amp;aacute;fico 1]. Trata-se de um crescimento de 4,2% em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com maio de 2025, segundo os dados da Pesquisa do Faturamento do Turismo Nacional, da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GR&amp;Aacute;FICO 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Faturamento nos meses de maio (R$ bilh&amp;otilde;es)&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br&gt;Fonte: IBGE/FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/d5a5f0592c0a0ed8af6b44445c9d771518d4c976.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre janeiro e maio, o setor avan&amp;ccedil;ou 3,7% na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o mesmo per&amp;iacute;odo do ano passado, com um faturamento de R$ 120,5 bilh&amp;otilde;es nesse per&amp;iacute;odo. Na an&amp;aacute;lise da Entidade, os dados refletem um crescimento puxado por pre&amp;ccedil;o, e n&amp;atilde;o por volume: tanto no transporte a&amp;eacute;reo quanto na hotelaria, o avan&amp;ccedil;o da demanda foi bem mais modesto do que o aumento das receitas, sinal de que a guerra no Ir&amp;atilde; segue pressionando os custos do Turismo, repassados gradualmente ao consumidor final.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Combust&amp;iacute;vel mais caro sustenta tarifa a&amp;eacute;rea&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O transporte a&amp;eacute;reo de passageiros foi, mais uma vez, a atividade de maior faturamento em maio, com R$ 6,9 bilh&amp;otilde;es [tabela 1], o maior j&amp;aacute; registrado para o m&amp;ecirc;s na s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica, com alta de 9,1% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a maio de 2025.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O desempenho decorreu, sobretudo, do pre&amp;ccedil;o. A demanda dom&amp;eacute;stica &amp;mdash; medida pela rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre passageiros e quil&amp;ocirc;metros voados (RPK) &amp;mdash; cresceu apenas 2,5%, ritmo semelhante ao de abril e bem inferior ao avan&amp;ccedil;o das receitas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O que sustentou o faturamento, de fato, foi o salto de 11,2% na tarifa m&amp;eacute;dia das passagens em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com maio do ano passado, reflexo do encarecimento do Querosene de Avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o (QAV) provocado pela guerra no Oriente M&amp;eacute;dio. Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da FecomercioSP, as companhias a&amp;eacute;reas ainda n&amp;atilde;o conseguiram repassar integralmente esse custo aos passageiros, embora o repasse parcial j&amp;aacute; seja suficiente para sustentar o crescimento nominal do faturamento da atividade.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Faturamento do Turismo em maio&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br&gt;Fonte: IBGE/FecomercioSP&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/ee211610a2a000192b1193a71103668c72dd47f7.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Hotelaria e alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o mant&amp;ecirc;m resultados positivos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os meios de hospedagem faturaram cerca de R$ 4,9 bilh&amp;otilde;es em maio, com crescimento de 1,8% na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual. Assim como no segmento a&amp;eacute;reo, o resultado foi puxado principalmente por pre&amp;ccedil;o &amp;mdash; a taxa de ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o avan&amp;ccedil;ou 1,6%, enquanto a di&amp;aacute;ria m&amp;eacute;dia subiu 5,4%, de acordo com dados do F&amp;oacute;rum de Operadores Hoteleiros do Brasil, o Fohb. Esse &amp;eacute; um sinal de que a demanda em volume avan&amp;ccedil;a em ritmo mais contido, ainda que a receita por quarto dispon&amp;iacute;vel siga em trajet&amp;oacute;ria consistente de alta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o voltada para o Turismo registrou faturamento de R$ 3,8 bilh&amp;otilde;es e crescimento de 6,9%, o resultado proporcional mais expressivo entre todos os segmentos do m&amp;ecirc;s, com acumulado de 5,6% no ano. O desempenho segue sustentado pelo bom momento do mercado de trabalho, mas reflete tamb&amp;eacute;m a alta dos pre&amp;ccedil;os de alimentos. Em maio, a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o do grupo de alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o atingiu 1,65%, bem acima do &amp;Iacute;ndice Nacional de Pre&amp;ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA) geral de 0,58%, pressionando os custos de insumos em bares e restaurantes e se refletindo nos pre&amp;ccedil;os cobrados ao turista.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;S&amp;atilde;o Paulo lidera faturamento; Acre tem maior varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o porcentual&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na an&amp;aacute;lise regional (que exclui o transporte a&amp;eacute;reo), o Turismo brasileiro faturou R$ 16,3 bilh&amp;otilde;es em maio, com crescimento de 2,2% na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual [tabela 2]. Ao todo, 15 Unidades da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o registraram alta no per&amp;iacute;odo, enquanto 12 sofreram queda.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 2]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Faturamento do Turismo Nacional em maio &amp;mdash; Estados&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br&gt;Fonte: IBGE/FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/434187cc557bf9b45a014baeafc92306b6c43db1.png" style="width: 300px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;S&amp;atilde;o Paulo manteve a lideran&amp;ccedil;a nacional, com faturamento aproximado de R$ 6,7 bilh&amp;otilde;es, equivalente a 41% do total do Pa&amp;iacute;s. O crescimento de 3,8% no m&amp;ecirc;s refor&amp;ccedil;a o bom momento do Estado, que acumula alta de 4% nos cinco primeiros meses de 2026, sustentada pelo fluxo cont&amp;iacute;nuo de eventos corporativos, feiras e congressos que dinamizam a economia da capital paulista durante todo o ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Acre apresentou a maior varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o porcentual entre os Estados, com alta de 13,5%, ainda que em faturamento reduzido (em torno de R$ 14 milh&amp;otilde;es). O Mato Grosso avan&amp;ccedil;ou 11%, somando R$ 406 milh&amp;otilde;es, e a Bahia cresceu 9,5%, alcan&amp;ccedil;ando R$ 764 milh&amp;otilde;es e mantendo acumulado de 7,6% no ano, um dos melhores desempenhos consistentes do ano. J&amp;aacute; o Rio de Janeiro cresceu 5,9%, chegando a R$ 1,5 bilh&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No campo negativo, Maranh&amp;atilde;o (-8,7%), Cear&amp;aacute; (-6%), Tocantins (-5,5%) e Piau&amp;iacute; (-5,1%) registraram as maiores retra&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Minas Gerais, segundo Estado com maior faturamento do Brasil, com cerca de R$ 1,4 bilh&amp;atilde;o, recuou 1,7% na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP mant&amp;eacute;m a proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o de crescimento acima de 4% para o faturamento do Turismo em 2026. O mercado de trabalho aquecido e o acesso ao cr&amp;eacute;dito pelas fam&amp;iacute;lias, sobretudo no cart&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito parcelado, devem continuar estimulando a demanda por viagens. O principal fator de risco segue sendo a escalada do conflito no Ir&amp;atilde; e seus efeitos sobre o pre&amp;ccedil;o do petr&amp;oacute;leo no mercado internacional, que pode intensificar a press&amp;atilde;o sobre as tarifas e encarecer o acesso ao turismo nas pr&amp;oacute;ximas temporadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;An&amp;aacute;lise completa do setor&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A &lt;strong&gt;Carta Setorial do Conselho de Turismo da FecomercioSP&lt;/strong&gt;, edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de julho, aprofunda os resultados do faturamento do Turismo nacional, analisa os reflexos da guerra no Oriente M&amp;eacute;dio nos custos de transporte e hospedagem, apresenta o panorama das viagens corporativas e mais! Clique &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/eb071b818ccdbfb157f70fbc34bf6364cbb414e5.pdf"&gt;&lt;strong&gt;aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;para fazer o download.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 16:41:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item></channel></rss>
