<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[Serviços - Negócios - FecomercioSP]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticias/negocios/servicos</link><description>&lt;![CDATA[]]</description><lastBuildDate>Thu, 20 Aug 2026 16:37:24 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[Serviços - Negócios - FecomercioSP]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticias/negocios/servicos</link><url>https://fecomercio.com.br/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><category>&lt;![CDATA[Negócios]]</category><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category><item><title>&lt;![CDATA[Criatividade e pensamento estratégico devem acompanhar a IA nos Serviços]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/criatividade-e-pensamento-estrategico-devem-acompanhar-a-ia-nos-servicos</link><description>&lt;![CDATA[Especialista em experiência humana e assessora da FecomercioSP discutem como automação com olhar humano são determinantes para competitividade ]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Intelig&amp;ecirc;ncia Artificial (IA), automa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital j&amp;aacute; fazem parte da realidade das empresas. Mas, frente a tantas ferramentas e novidades, duas perguntas desafiam os empres&amp;aacute;rios: por onde come&amp;ccedil;ar e como transformar inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o em resultado?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O epis&amp;oacute;dio de agosto do &lt;strong&gt;FecomercioSP Orienta&lt;/strong&gt; recebe Isabelli Gon&amp;ccedil;alves Luzia, especialista em experi&amp;ecirc;ncia humana, inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e IA, e Kelly Carvalho, assessora da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ambas analisam como as mudan&amp;ccedil;as no comportamento do consumidor e o avan&amp;ccedil;o das tecnologias est&amp;atilde;o redefinindo a competitividade no setor de Servi&amp;ccedil;os. Experi&amp;ecirc;ncia do cliente, produtividade, dados, omnicanalidade e automa&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;atilde;o entre os temas abordados. &amp;ldquo;Hoje, os consumidores est&amp;atilde;o mais conectados, avaliando pre&amp;ccedil;os e a reputa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do neg&amp;oacute;cio, al&amp;eacute;m de consultarem as avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es nas redes e no Google. Isso exige que as empresas utilizem dados e IA para compreender o perfil desse cliente e oferecer jornadas de compra mais fluidas, simples e eficientes&amp;rdquo;, afirma Kelly.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pequenos neg&amp;oacute;cios tamb&amp;eacute;m t&amp;ecirc;m espa&amp;ccedil;o nessa transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O epis&amp;oacute;dio mostra que inovar n&amp;atilde;o exige grandes investimentos, mas estrat&amp;eacute;gia para aplicar a tecnologia onde esta gere valor imediato.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quanto mais tecnologia, mais importantes as habilidades humanas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A conversa ainda lan&amp;ccedil;a uma quest&amp;atilde;o fundamental &amp;mdash; em um mercado cada vez mais automatizado, quais habilidades humanas ser&amp;atilde;o mais valorizadas? Criatividade, pensamento estrat&amp;eacute;gico e capacidade de compreender pessoas ganham uma nova dimens&amp;atilde;o nesse cen&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Tudo o que &amp;eacute; automatizado, tudo o que &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel ser repetitivo, vai ser executado por uma m&amp;aacute;quina. O que vai nos diferenciar como empreendedores e profissionais ser&amp;atilde;o as habilidades que nos fazem humanos: a empatia, a criatividade e a capacidade de cruzar informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de contextos diferentes&amp;rdquo;, destaca Isabelli.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por onde come&amp;ccedil;ar? O que vale a pena automatizar? Como usar a IA a favor do cliente sem perder a empatia humana? Assista ao novo epis&amp;oacute;dio do &lt;strong&gt;FecomercioSP Orienta&lt;/strong&gt; e descubra!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span contenteditable="false" draggable="true" class="fr-video fr-deletable fr-fvc fr-dvb fr-draggable fr-fvl"&gt;&lt;iframe width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/QKiJiwWhrhU?&amp;t=5s&amp;wmode=opaque&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen="" class="fr-draggable"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 11 Aug 2026 15:32:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Entidades defendem regras para evitar bitributação na Reforma Tributária]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/entidades-defendem-regras-para-evitar-bitributacao-na-reforma-tributaria</link><description>&lt;![CDATA[Proposta apresentada ao Comitê Gestor da NFS-e prevê que IBS e CBS incidam apenas sobre a receita do salão-parceiro, garantindo segurança jurídica ao segmento de beleza]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; e o &lt;a href="https://belezapatronal.portaldocomercio.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Beleza Patronal&lt;/a&gt; apresentaram ao Comitê Gestor da Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (CGNFS-e) uma proposta para garantir que a regulamentação da NFS-e nacional preserve, também para o IBS e a CBS, o mesmo tratamento tributário hoje aplicado ao ISS.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O objetivo é evitar que a Reforma Tributária resulte na incidência de tributos sobre valores que pertençam aos profissionais-parceiros, assegurando &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/setor-de-beleza-reforca-pleito-por-seguranca-juridica-e-fim-da-bitributacao-no-iss" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;o cumprimento da Lei do Salão-Parceiro&lt;/a&gt;, com os objetivos de prevenir a bitributação e oferecer mais segurança jurídica às empresas do setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Advocacy propõe a lógica já adotada para o ISS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A proposta encaminhada ao CGNFS-e parte de uma premissa já consolidada na legislação e na prática tributária. Desde novembro de 2025, o município de São Paulo permite que a NFS-e segregue, na própria nota fiscal, a receita do salão e a parcela destinada ao profissional-parceiro, conforme previsto na Instrução Normativa SF/SUREM 11/2025 e na &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/lei-do-salao-parceiro-atuacao-da-fecomerciosp-e-do-beleza-patronal-garante-melhorias-e-novas-regras-em-sao-paulo" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Lei do Salão-Parceiro (Lei 13.352/2016)&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Agora, as entidades defendem que essa mesma sistemática seja expressamente incorporada à regulamentação do IBS e da CBS. A preocupação é evitar que os novos tributos incidam sobre o valor integral do serviço, incluindo os recursos que não integram o faturamento do salão, mas apenas são repassados ao profissional-parceiro. Essa cobrança contrariaria os princípios da capacidade contributiva, da neutralidade tributária e da própria Reforma Tributária.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Três medidas para garantir segurança jurídica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP e o Beleza Patronal propõem que a regulamentação da NFS-e assegure três pontos centrais:&lt;/p&gt;&lt;ul type="disc"&gt;&lt;li&gt;manutenção da emissão unificada da NFS-e pelo salão-parceiro;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;segregação, na nota fiscal, das cotas-partes pertencentes ao salão e ao profissional-parceiro;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;incidência do IBS e da CBS exclusivamente sobre a receita própria do salão, excluindo da base de cálculo os valores destinados ao profissional-parceiro.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;As entidades avaliam que essas medidas preservam a coerência entre o tratamento tributário do ISS e dos novos tributos sobre o consumo, além de evitar dupla tributação e reduzir a insegurança jurídica a empresas e administrações tributárias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A solução construída é resultado de uma articulação conduzida pela FecomercioSP e pelo Beleza Patronal com a Receita Federal, o CGNFS-e e as Secretarias da Fazenda. O diálogo técnico também contribuiu para a regulamentação já adotada na capital paulista, que passou a servir de referência para a evolução do Portal Nacional da NFS-e.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 03 Aug 2026 13:47:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Carta setorial mostra expansão dos Serviços, mas de forma seletiva]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/carta-setorial-mostra-expansao-dos-servicos-mas-de-forma-seletiva</link><description>&lt;![CDATA[Publicação da FecomercioSP traz diagnóstico e expectativas do setor, além de orientações ao empresário]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Os Serviços na Cidade de São Paulo têm mantido uma sólida trajetória de crescimento em 2026, embora de forma mais seletiva entre as diferentes atividades econômicas. Em março, o faturamento real alcançou R$ 89,5 bilhões, resultado 12,1% superior ao registrado no mesmo mês do ano anterior. No acumulado do ano, a expansão chegou a 11,4%, demonstrando a resiliência do setor mesmo em um ambiente marcado por juros elevados, crédito mais restrito e desaceleração da atividade econômica.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Acesse a &lt;a href="https://fecomercio.com.br/upload/pdf/2026/06/30/Carta_Setorial_Servi%C3%A7os_Junho_V6.pdf"&gt;versão completa&lt;/a&gt; da &lt;strong&gt;Carta Setorial do&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-servicos"&gt;&lt;strong&gt;Conselho de Serviços&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os maiores avanços foram observados nas atividades de agenciamento, corretagem e intermediação, que cresceram 28,3%, seguidos pelos serviços de apostas online (27,3%) e mercadologia e comunicação (20,8%). O desempenho reflete a força das atividades ligadas a intermediação de negócios, tecnologia, marketing e serviços de maior valor agregado. A construção civil também apresentou crescimento expressivo, incentivada por investimentos em infraestrutura urbana e pelo efeito de uma base de comparação mais baixa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O levantamento registra a consolidação das apostas virtuais como um dos principais vetores de expansão do setor. Com crescimento acumulado de 23,1% no ano, a atividade deixou de representar apenas um fenômeno conjuntural para assumir papel importante na dinâmica econômica. Segundo a análise, a crescente participação das apostas no orçamento das famílias pode estar contribuindo para a redução do dinamismo em segmentos tradicionais do Comércio e dos Serviços voltados para o consumo, ao disputarem recursos em um contexto de renda mais comprometida.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em sentido oposto, os segmentos de turismo, hospedagem, eventos e assemelhados registraram retração de 28,6%, influenciados pela forte base de comparação de 2025 e pela desaceleração da demanda. Apesar desse quadro heterogêneo, os Serviços seguem como principais geradores de empregos formais do País. Em abril, o setor respondeu por mais de 80% das vagas criadas entre os grandes da economia, com destaque para as áreas de Educação, Saúde, Administração Pública, Informação, Comunicação e Serviços Empresariais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para os próximos meses, as perspectivas permanecem positivas, mas cercadas de cautela. A confiança dos empresários continua pressionada pelos juros elevados, pela retomada das pressões inflacionárias e pelo aumento do endividamento das famílias, que atingiu 74,2% em maio. Nesse contexto, o setor deve continuar crescendo, porém em ritmo mais moderado, sustentado, principalmente, pelas atividades menos dependentes do crédito e do consumo familiar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 30 Jun 2026 15:30:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[IA e experiência humana vão redefinir competitividade das empresas]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/ia-e-experiencia-humana-vao-redefinir-competitividade-das-empresas</link><description>&lt;![CDATA[Empresários debatem efeitos da tecnologia sobre consumo, marketing, liderança e competitividade no ambiente digital]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;“Não basta parecer bom, as empresas precisarão funcionar bem em escala digital.” A frase de Isabelli Gonçalves, especialista em experiência humana, inovação e Inteligência Artificial (IA), &amp;nbsp;sintetizou uma das principais reflexões apresentadas na reunião de maio do Conselho de Serviços da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Em um cenário marcado por mudanças aceleradas no comportamento do consumidor e pelo avanço da tecnologia, o encontro colocou no centro do debate a necessidade de empresas mais eficientes, adaptáveis e, ao mesmo tempo, mais humanas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na ocasião, Isabelli mostrou que a transformação digital deixou de ser apenas um tema ligado à tecnologia e passou a envolver experiência do cliente, cultura organizacional, qualidade de dados e capacidade de construir relações de confiança em um ambiente cada vez mais automatizado. Segundo ela, a inovação só faz sentido quando melhora a vida das pessoas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O consumidor mudou e elevou o nível de exigência&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um dos principais pontos abordados pela especialista foi a velocidade da transformação no comportamento do consumidor. Hoje, as pessoas não comparam mais empresas apenas dentro do mesmo setor. O consumidor avalia a experiência sempre com a mesma régua usada para aplicativos, plataformas de streaming ou grandes operações do varejo digital, independentemente do segmento ou do tipo de operação. Isso faz com que rapidez, clareza, integração de canais e personalização deixem de ser diferenciais e passem a representar expectativas básicas de mercado, conforme explicou a especialista.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse novo contexto, a experiência se consolida como ativo estratégico das empresas. Isabelli destacou que preço continua atraindo consumidores, mas é a experiência que gera fidelização e reputação de longo prazo. Ela observou que falhas operacionais têm impacto direto não apenas para os resultados financeiros, mas também para a percepção emocional dos clientes sobre as marcas. “Dentre os pilares da nova relação de consumo apresentados no encontro, destacam-se omnicanalidade, integração da jornada do cliente, reputação contínua e relacionamento de longo prazo”, disse.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;IA altera lógica dos negócios&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As discussões do Conselho de Serviços também aprofundaram os efeitos da IA sobre marketing, consumo e operação das empresas. Para a especialista, agentes autônomos da ferramenta devem assumir parte crescente das decisões de compra e relacionamento, modificando a dinâmica tradicional entre marcas e consumidores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com base em projeções da McKinsey &amp;amp; Company, agentes de compras autônomas poderão movimentar US$ 5 trilhões no mundo até 2030. O Brasil aparece como mercado relevante nesse processo em razão da rápida digitalização dos meios de pagamento e da forte adesão da população a soluções tecnológicas no setor financeiro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Diante dessa mudança, as empresas precisarão rever a própria lógica de presença digital. “A pergunta deixa de ser ‘como o consumidor me encontra?’ e passa a ser ‘como os algoritmos entendem a minha empresa?’”, explicou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Do marketing tradicional à lógica algorítmica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro tema explanado foi a transformação do marketing tradicional frente à IA e à economia orientada por dados. Na prática, isso significa que empresas precisarão ir além da comunicação e do posicionamento de marca. Operações eficientes, integração tecnológica e consistência de entrega passam a influenciar diretamente competitividade e reputação. “Qualidade de dados, encontrabilidade [facilidade de se encontrar uma informação contina num site], clareza decisória e confiabilidade operacional passam a ser ativos estratégicos”, afirmou a especialista.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Também foram apresentados conceitos ligados a SEO, GEO e AIO, modelos de otimização voltados, respectivamente, para mecanismos de busca, IA generativa e agentes inteligentes capazes de tomar decisões automatizadas. O movimento reforça que empresas precisarão ser compreendidas não apenas por consumidores, mas também pelos sistemas digitais que medeiam escolhas, buscas e recomendações.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mais tecnologia exige mais humanidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar do avanço acelerado da IA, habilidades humanas seguem no centro das estratégias empresariais. Empatia, escuta ativa, criatividade e capacidade de interpretação contextual foram apontadas como competências essenciais em um ambiente cada vez mais automatizado. “O futuro é sobre ampliar capacidades humanas, e não substituir pessoas”, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isabelli ainda ressaltou que muitas empresas perdem relevância não pela ausência de tecnologia, mas pela incapacidade de compreender pessoas. Atendimentos sem contexto, processos excessivamente burocráticos, métricas desconectadas da experiência real do cliente e ausência de escuta ativa dentro das organizações foram alguns dos riscos destacados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ela também trouxe a ideia de experiência humana integrada, que conecta experiência do usuário, jornada do cliente e experiência do colaborador em uma visão única de relacionamento. “Organizações mais adaptáveis serão aquelas capazes de equilibrar eficiência tecnológica e sensibilidade humana”, frisou.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aprendizagem contínua na agenda das lideranças&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda foram abordados os efeitos da transformação digital sobre liderança e gestão de equipes. Para Isabelli, empresas do futuro precisarão funcionar como ambientes permanentes de aprendizagem, com foco em requalificação profissional, cultura de inovação e desenvolvimento contínuo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse contexto, a liderança deixa de atuar só como gestão operacional e passa a exercer papel educador dentro das organizações. “O maior risco não é a IA, mas permanecer com mentalidade analógica em um mundo exponencial”, encerrou, em tom de alerta aos empresários.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 25 May 2026 15:53:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Setor de Serviços navega em meio a juros altos, crédito restrito e confiança fragilizada]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/setor-de-servicos-navega-em-meio-a-juros-altos-credito-restrito-e-confianca-fragilizada</link><description>&lt;![CDATA['Carta Setorial' detalha fatores que estão impulsionando o crescimento ao longo dos meses, mesmo em um ambiente macro adverso ]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Os Serviços seguem aquecidos neste início de ano. Em janeiro, houve crescimento de 3% no acumulado em 12 meses e avanço de 3,3% frente ao mesmo mês do ano anterior. Trata-se do 22º resultado positivo consecutivo nessa base de comparação, com o nível de atividade atingindo recorde da série histórica, segundo apuração da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; com base em dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do IBGE.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esses dados são analisados na &lt;strong id="isPasted"&gt;Carta Setorial de Serviços&lt;/strong&gt;, elaborada pela Federação. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/d7229fe5d3ed291b5dac41668b29ffa8f055d062.pdf"&gt;Acesse aqui!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A trajetória de crescimento tem se mostrado consistente, mesmo diante de um ambiente macroeconômico mais restritivo. Em 2025, a atividade avançou 2,8%, consolidando o quinto ano consecutivo de expansão. O desempenho foi sustentado principalmente pelos serviços voltados para as empresas, como os de tecnologia, comunicação, logística e atividades profissionais — segmentos que reforçam a capacidade de adaptação do setor em um cenário mais competitivo e exigente.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O material explica como o crescimento foi incentivado por mudanças estruturais no comportamento das empresas, que ampliaram investimentos em digitalização, marketing e inteligência de mercado. Esse movimento reflete a busca por mais eficiência e aumento de vendas, mesmo com juros elevados e crédito mais restrito.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sinais de moderação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar do quadro positivo, há sinais pontuais de desaceleração. No fim do ano passado, foi registrada queda de 0,2% em determinado recorte mensal, interrompendo uma sequência de nove meses de expansão. Ainda assim, o volume de serviços acumulou 21 meses consecutivos de expansão interanual, o que confirma a solidez do setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O mercado de trabalho segue como importante vetor de sustentação. Em janeiro deste ano, o setor de Serviços criou 40.525 vagas formais, sendo o terceiro maior gerador de empregos no período.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ambiente macroeconômico também preocupa. A confiança dos empresários permanece baixa e oscilante, pressionada por custos financeiros elevados. A inflação, embora controlada no acumulado (com o INPC próximo de 3,3%), apresenta volatilidade mensal, o que mantém dúvidas sobre a trajetória dos juros. Soma-se a isso o aumento do endividamento e da inadimplência das famílias, que tende a limitar o consumo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para 2026, a expectativa é de crescimento moderado e gradual do setor. No entanto, o quadro exige cautela: juros elevados, crédito restrito e confiança fragilizada indicam que o desempenho dependerá cada vez mais de eficiência operacional, adaptação rápida e disciplina financeira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A publicação reúne dados, gráficos e análises que ajudam o empresário a entender o momento e a se preparar melhor para as decisões de curto e médio prazos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/d7229fe5d3ed291b5dac41668b29ffa8f055d062.pdf" target="_blank" class="fr-file" rel="noopener noreferrer"&gt;Acesse aqui&lt;/a&gt; a &lt;strong&gt;Carta Setorial do Conselho de Serviços&lt;/strong&gt; da FecomercioSP!&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 29 Apr 2026 11:19:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Como reter talentos em tempos de escassez de mão de obra]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/como-reter-talentos-em-tempos-de-escassez-de-mao-de-obra</link><description>&lt;![CDATA[Case da construtora MBigucci, apresentado na FecomercioSP, mostra como cultura organizacional pode reduzir a rotatividade e atrair profissionais]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A dificuldade de contratar e, principalmente, de reter trabalhadores tem pressionado empresas de diferentes setores, frente a um período de escassez de mão de obra. Na construção civil, o cenário é ainda mais evidente. Foi a partir dessa realidade que a empresária Roberta Bigucci, da construtora MBigucci, apresentou, durante reunião do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-servicos"&gt;Conselho de Serviços&lt;/a&gt; da&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, no dia 13 de abril, um conjunto de práticas adotadas pela empresa para lidar com o problema de forma estruturada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com mais de quatro décadas de atuação, a companhia vivenciou momentos críticos de perda de profissionais e concorrência acirrada por mão de obra. Segundo Roberta, a falta não está apenas na quantidade de trabalhadores disponíveis, mas no interesse pelas funções tradicionais, que perderam atratividade ao longo do tempo. A percepção sobre condições de trabalho, a desvalorização histórica de algumas ocupações e a mudança de expectativas das novas gerações ajudam a explicar esse descompasso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ambiente que retém&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Frente a essa situação, a estratégia da MBigucci foi reposicionar a experiência do colaborador dentro da empresa. O foco deixou de ser a contratação e passou a incluir, de forma mais consistente, o cuidado com o ambiente laboral, a segurança e o desenvolvimento humano. A lógica é simples, mas exige execução contínua: profissionais permanecem onde se sentem respeitados e valorizados, e não somente remunerados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Roberta destacou que a empresa investiu em melhorias estruturais e em uma cultura de acolhimento, substituindo práticas antigas por condições mais adequadas. O impacto aparece no comportamento dos próprios funcionários, que passam a indicar a empresa e a construir vínculos de longo prazo. Em muitos casos, a permanência se torna parte do projeto de vida do trabalhador, o que reduz significativamente a rotatividade e os custos associados à reposição de equipes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto central foi a criação de canais efetivos de escuta. A empresa passou a incentivar sugestões e críticas internas, garantindo que as demandas fossem analisadas e, sempre que possível, implementadas. Em um dos ciclos, centenas de ideias foram incorporadas à rotina da organização, reforçando o senso de pertencimento e a percepção de que a gestão está aberta ao diálogo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tecnologia e cultura&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A incorporação de tecnologia também entrou na equação, mas com um cuidado estratégico. Em vez de substituir funções, a empresa optou por reposicionar equipes. A criação de uma assistente virtual para atendimento ao cliente foi conduzida com participação dos colaboradores, que ajudaram a definir características e funcionamento da ferramenta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“O resultado foi uma transição mais fluida, sem resistência interna. Com a automação de tarefas repetitivas, os profissionais passaram a atuar em atividades mais analíticas e estratégicas, o que elevou o nível de satisfação e reduziu o risco de desligamentos”, disse Roberta. A experiência mostrou que a tecnologia, quando bem comunicada, pode fortalecer — e não fragilizar — o vínculo entre empresa e equipe.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além disso, a companhia avançou em processos de modernização produtiva, incorporando soluções industrializadas que reduzem a dependência de mão de obra em determinadas etapas, conforme contou a empresária. A medida responde tanto à escassez de profissionais quanto à necessidade de ganhar eficiência e previsibilidade nas entregas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Engajamento como estratégia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro eixo relevante da atuação da Mbigucci é o investimento em iniciativas de engajamento que extrapolam a rotina operacional. Projetos internos voltados para ações sociais, ambientais e de desenvolvimento coletivo passaram a integrar o dia a dia dos colaboradores, fortalecendo vínculos e ampliando o sentido do trabalho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essas iniciativas, muitas vezes de baixo custo, têm efeito direto na retenção de talentos. Ao participar de projetos que dialoguem com valores pessoais, o trabalhador tende a desenvolver maior conexão com a empresa. O engajamento se reflete no ambiente organizacional e contribui para a construção de uma cultura mais sólida e resiliente diante das oscilações do mercado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A experiência apresentada no Conselho de Serviços da FecomercioSP indica que enfrentar a carência de mão de obra passa, necessariamente, por uma revisão da forma como as empresas se relacionam com seus profissionais. Em um cenário no qual atrair trabalhadores se tornou mais difícil, criar condições para que eles permaneçam deixou de ser diferencial e passou a ser condição básica de competitividade.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 22 Apr 2026 16:03:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Escassez de mão de obra no setor de Serviços se intensifica e pressiona retenção de profissionais]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/escassez-de-mao-de-obra-no-setor-de-servicos-se-intensifica-e-pressiona-retencao-de-profissionais</link><description>&lt;![CDATA[Queda no tempo de permanência no emprego e avanço das contratações comprovam mercado mais aquecido, porém mais volátil, aponta estudo da FecomercioSP]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A escassez de m&amp;atilde;o de obra nos Servi&amp;ccedil;os tem se agravado em meio ao aquecimento do mercado de trabalho, elevando a dificuldade de reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de profissionais. O setor abrange 57% dos empregos formais no Pa&amp;iacute;s e responde por cerca de 70% do Produto Interno Bruto (PIB), o que amplia os impactos da falta de trabalhadores sobre a atividade econ&amp;ocirc;mica. Ao mesmo tempo, indicadores revelam v&amp;iacute;nculos mais curtos e aumento da rotatividade, mesmo diante do crescimento expressivo das contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Estudo do &lt;strong&gt;Conselho de Servi&amp;ccedil;os da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP&lt;/strong&gt;) mostra que &lt;strong&gt;um dos principais sinais desse quadro &amp;eacute; a queda no Tempo M&amp;eacute;dio de Perman&amp;ecirc;ncia no emprego (TMP)&lt;/strong&gt;. Entre fevereiro de 2021 e fevereiro de 2026, &lt;strong&gt;o indicador recuou 6,8 meses no Brasil (&amp;minus;27%) e 6,3 meses em S&amp;atilde;o Paulo (&amp;minus;27,2%&lt;/strong&gt;), evidenciando rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho mais breves e maior dificuldade das empresas para manter seus quadros [gr&amp;aacute;ficos 1 e 2].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Gr&amp;aacute;fico 1&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Tempo M&amp;eacute;dio de Perman&amp;ecirc;ncia (TMP) no emprego, em meses, em S&amp;atilde;o Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: Minist&amp;eacute;rio do Trabalho e Emprego/Caged&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o: FecomercioSP&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img width="350" height="203" src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/823763ee18bb28fab270efb87f8ee0f619f37159.png" class="fr-fic fr-dii"&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Gr&amp;aacute;fico 2&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Tempo M&amp;eacute;dio de Perman&amp;ecirc;ncia (TMP) no emprego, em meses, no Brasil&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: Minist&amp;eacute;rio do Trabalho e Emprego/Caged&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o: FecomercioSP&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img width="323" height="240" src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/1b583d15c2467581b7236f2e791600affe37e891.png" class="fr-fic fr-dii"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar disso, o &lt;strong&gt;volume de admiss&amp;otilde;es avan&amp;ccedil;ou em torno de 80% no per&amp;iacute;odo analisado&lt;/strong&gt;, indicando um mercado aquecido, por&amp;eacute;m mais inst&amp;aacute;vel. Na pr&amp;aacute;tica, as empresas est&amp;atilde;o contratando mais, mas t&amp;ecirc;m mais dificuldades para reter trabalhadores, o que eleva custos operacionais, exige investimentos cont&amp;iacute;nuos em treinamento e afeta a produtividade.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo o presidente do Conselho de Servi&amp;ccedil;os da FecomercioSP, Marcelo Braga, o momento exige uma mudan&amp;ccedil;a de foco por parte dos empres&amp;aacute;rios. &amp;ldquo;Hoje, mais do que contratar, o empres&amp;aacute;rio precisa pensar em como reter. O mercado est&amp;aacute; mais din&amp;acirc;mico e o profissional circula mais&amp;rdquo;, afirma. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mais mobilidade e mudan&amp;ccedil;a no perfil da for&amp;ccedil;a laboral&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com o estudo, no Brasil, a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o no tempo de perman&amp;ecirc;ncia nas empresas foi generalizada entre diferentes faixas et&amp;aacute;rias, mas &lt;strong&gt;mais intensa entre trabalhadores de 50 a 64 anos&lt;/strong&gt;, grupo que apresentou as maiores quedas em termos absolutos e relativos. O movimento reflete mais mobilidade no mercado, em especial entre profissionais mais experientes, que encontram mais oportunidades e passam a trocar de emprego com mais frequ&amp;ecirc;ncia [gr&amp;aacute;fico 3].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Gr&amp;aacute;fico 3]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Tempo M&amp;eacute;dio de Perman&amp;ecirc;ncia (TMP) no emprego em meses, por faixa et&amp;aacute;ria, em S&amp;atilde;o Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: Minist&amp;eacute;rio do Trabalho e Emprego/Caged&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o: FecomercioSP&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/ca86ea7e3145f740464c0c0bce5e7e1aea70f9d4.png" style="width: 300px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro aspecto observado &amp;eacute; a &lt;strong&gt;mudan&amp;ccedil;a no perfil das contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es, com aumento da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o relativa de trabalhadores mais velhos&lt;/strong&gt;. Esse comportamento ocorre em paralelo ao crescimento das admiss&amp;otilde;es e sugere uma reconfigura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da for&amp;ccedil;a laboral, com maior valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da experi&amp;ecirc;ncia [gr&amp;aacute;fico 4].&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Gr&amp;aacute;fico 4]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Crescimento das admiss&amp;otilde;es, por faixa et&amp;aacute;ria, em S&amp;atilde;o Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: Minist&amp;eacute;rio do Trabalho e Emprego/Caged&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o: FecomercioSP&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;img width="248" height="196" src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/04f743f866c3ab3555d9db8b0462e0a84c5bc55d.png" class="fr-fic fr-dii"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Setores mais pressionados pela escassez&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na an&amp;aacute;lise por atividade, alguns segmentos se destacam pelo ritmo de expans&amp;atilde;o das contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es em S&amp;atilde;o Paulo. &lt;strong&gt;Alojamento e alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o lideram&lt;/strong&gt;, com alta de &lt;strong&gt;159,4%,&lt;/strong&gt; seguidos por &lt;strong&gt;outros servi&amp;ccedil;os (112,8%) e transporte e armazenagem (81,9%).&lt;/strong&gt; Esses setores, tradicionalmente mais intensivos em m&amp;atilde;o de obra e com mais rotatividade, tendem a sentir de forma mais acentuada os efeitos da escassez [gr&amp;aacute;fico 5].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Gr&amp;aacute;fico 5]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Tempo M&amp;eacute;dio de Perman&amp;ecirc;ncia (TMP) em meses, por segmento, em S&amp;atilde;o Paulo&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: Minist&amp;eacute;rio do Trabalho e Emprego/CAGED&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o: FecomercioSP&amp;nbsp;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/c6a20588f14ee521fffe9f4b328a70cde5be97e5.png" style="width: 300px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Braga, da FecomercioSP, compreender essas din&amp;acirc;micas &amp;eacute; fundamental para decis&amp;otilde;es mais estrat&amp;eacute;gicas. Ele destaca que o empres&amp;aacute;rio deve considerar n&amp;atilde;o apenas o n&amp;uacute;mero de vagas abertas, mas tamb&amp;eacute;m fatores como rotatividade, perfil dos profissionais e caracter&amp;iacute;sticas de cada segmento.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre os fatores que ajudam a explicar o cen&amp;aacute;rio, destacam-se a normaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das atividades ap&amp;oacute;s a pandemia, a maior mobilidade entre trabalhadores e a recomposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos quadros em setores presenciais. O resultado &amp;eacute; um mercado de trabalho mais aquecido, por&amp;eacute;m mais vol&amp;aacute;til, no qual o desafio vai al&amp;eacute;m da contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o e passa, cada vez mais, pela capacidade de reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e pela estabilidade das equipes.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 22 Apr 2026 09:34:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP sensibiliza presidente da CCJ para incorporar custos empresariais ao debate da PEC 6x1]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-sensibiliza-presidente-da-ccj-para-incorporar-custos-empresariais-ao-debate-da-pec-6x1</link><description>&lt;![CDATA[Federação e Seciesp levam agenda prioritária do Comércio, Serviços e Turismo aos principais nomes do colegiado]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP) e entidades parceiras tiveram uma importante reuni&amp;atilde;o em Bras&amp;iacute;lia, na &amp;uacute;ltima quarta-feira (18), com o presidente da Comiss&amp;atilde;o de Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Justi&amp;ccedil;a (CCJ) da C&amp;acirc;mara, deputado Leur Lomanto J&amp;uacute;nior (Uni&amp;atilde;o-BA), para apresentar demandas priorit&amp;aacute;rias aos setores de Turismo, Log&amp;iacute;stica e Transporte &lt;span style='font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(10, 10, 10); color: rgb(10, 10, 10); font-family: "Google Sans", "Helvetica Neue", sans-serif; background-color: rgb(255, 255, 255); float: none; display: inline !important;' id="isPasted"&gt;&amp;mdash;&lt;/span&gt; e refor&amp;ccedil;ar a necessidade de cautela com a PEC da jornada 6x1, que tramita no colegiado. O relator da PEC, deputado Paulo Azi (Uni&amp;atilde;o-BA), tamb&amp;eacute;m participou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na ocasi&amp;atilde;o, o presidente do Conselho de Servi&amp;ccedil;os da FecomercioSP e do sindicato das Empresas de Conserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Elevadores do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (Seciesp), Marcelo Braga, entregou ao presidente da CCJ of&amp;iacute;cios solicitando a vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o de algumas propostas legislativas e enfatizou o temor do setor produtivo com o aumento invi&amp;aacute;vel de custos caso a PEC 6x1 avance de forma a&amp;ccedil;odada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fim da escala 6x1&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A PEC que trata do fim da escala 6x1 e da redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada de trabalho foi o tema central da reuni&amp;atilde;o. Durante o encontro, Braga refor&amp;ccedil;ou a legitimidade das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es coletivas para mudan&amp;ccedil;as desse tipo, justamente por olharem para especificidades de cada setor da economia.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O presidente do Seciesp citou como exemplo o setor de manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de elevadores, que poder&amp;aacute; ser prejudicado pela falta de m&amp;atilde;o de obra qualificada caso a proposta avance da forma como foi apresentada. &amp;ldquo;No meu setor, s&amp;atilde;o necess&amp;aacute;rios 2,5 anos para algu&amp;eacute;m poder atuar na manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de elevadores, e &amp;eacute; uma atividade que exige aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o 24 horas. Ou seja, ao restringir a jornada e a escala, estamos tratando de uma poss&amp;iacute;vel diminui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da seguran&amp;ccedil;a de todos n&amp;oacute;s como usu&amp;aacute;rios de elevador&amp;rdquo;, advertiu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tendo em vista que a reuni&amp;atilde;o aconteceu na CCJ, Braga apontou argumentos t&amp;eacute;cnicos para subsidiar a an&amp;aacute;lise, alertando para o impacto fiscal e poss&amp;iacute;vel descumprimento do teto de gastos que o fim da escala 6x1 pode gerar nos entes federativos (Uni&amp;atilde;o, Estados e Munic&amp;iacute;pios). &amp;ldquo;H&amp;aacute; a quest&amp;atilde;o da sa&amp;uacute;de, da limpeza urbana e, de modo geral, de toda a m&amp;aacute;quina p&amp;uacute;blica que ser&amp;aacute; impactada, o que pode pressionar o teto de gastos previsto na Emenda Constitucional 132/2023 (Reforma Tribut&amp;aacute;ria). A quest&amp;atilde;o &amp;eacute; como resolver esse aumento de aproximadamente 22% nos custos para os munic&amp;iacute;pios, que j&amp;aacute; t&amp;ecirc;m um teto&amp;rdquo;, indagou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse sentido, o assessor jur&amp;iacute;dico da FecomercioSP, Leandro Almeida, lembrou que, caso haja mudan&amp;ccedil;a, em raz&amp;atilde;o do teto, todos os contratos da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica precisar&amp;atilde;o ser revistos. &amp;ldquo;Provavelmente, os or&amp;ccedil;amentos dos Estados, dos munic&amp;iacute;pios e da pr&amp;oacute;pria Uni&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o impactados. &amp;Eacute; preciso observar a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), porque, at&amp;eacute; agora, tem-se olhado muito &amp;mdash; e apenas &amp;mdash; para os aspectos econ&amp;ocirc;micos e sociais&amp;rdquo;, afirmou. &amp;ldquo;N&amp;atilde;o podemos deixar o impacto fiscal em segundo plano.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP e outras dez entidades representativas tamb&amp;eacute;m defenderam, na reuni&amp;atilde;o com o presidente da CCJ e o relator da PEC 221/2019, que a discuss&amp;atilde;o da proposta ocorra apenas ap&amp;oacute;s as elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es deste ano, evitando a contamina&amp;ccedil;&amp;atilde;o do debate por quest&amp;otilde;es pol&amp;iacute;tico-eleitorais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nas palavras do relator&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O relator da PEC, o deputado Azi, trouxe atualiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es importantes sobre o andamento. Segundo ele, o momento &amp;eacute; para discutir se &amp;eacute; &amp;ldquo;correto ou n&amp;atilde;o&amp;rdquo; trazer a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada para a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e deixar a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da escala para os acordos coletivos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O parlamentar lembrou que o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, defendeu que o tema n&amp;atilde;o seja engessado na Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sinalizando ser favor&amp;aacute;vel &amp;agrave; manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es coletivas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Azi pontuou ainda que &amp;eacute; preciso definir quem vai arcar com os custos e em que prazo os impactos ser&amp;atilde;o absorvidos. Em sua avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, uma alternativa seria aprovar a proposta com a previs&amp;atilde;o de que o pr&amp;oacute;ximo presidente eleito regulamente como ocorrer&amp;aacute; a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da escala e como as empresas ser&amp;atilde;o compensadas. Nesse cen&amp;aacute;rio, a mudan&amp;ccedil;a s&amp;oacute; passaria a valer ap&amp;oacute;s a regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na mesma linha, o presidente da CCJ afirmou que o colegiado n&amp;atilde;o ir&amp;aacute; &amp;ldquo;se furtar&amp;rdquo; de debater o tema, ouvindo todos os interessados. &amp;ldquo;Apesar de haver uma vontade de se avan&amp;ccedil;ar com o tema, ele n&amp;atilde;o pode ser tratado de qualquer jeito. O risco &amp;eacute; um efeito bumerangue: aprova-se de uma maneira, mas o resultado &amp;eacute; completamente diferente do esperado, gerando desemprego e aumento de custos para a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que, quando poss&amp;iacute;vel, ser&amp;atilde;o repassados por alguns setores &amp;agrave; sociedade&amp;rdquo;, disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Lomanto J&amp;uacute;nior garantiu ainda que, no que depender da CCJ, o debate sobre o tema ser&amp;aacute; aprofundado.   Ap&amp;oacute;s a an&amp;aacute;lise da constitucionalidade no colegiado, a proposta seguir&amp;aacute; para uma comiss&amp;atilde;o especial, onde mudan&amp;ccedil;as no m&amp;eacute;rito do texto devem ocorrer. Passando pela comiss&amp;atilde;o, a PEC seguir&amp;aacute; para an&amp;aacute;lise no plen&amp;aacute;rio da C&amp;acirc;mara.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pautas setoriais&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O presidente do Seciesp entregou ao presidente da CCJ algumas pautas priorit&amp;aacute;rias aos setores de Com&amp;eacute;rcio, Servi&amp;ccedil;os e Turismo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma delas &amp;eacute; o PDL (Projeto de Decreto Legislativo) 206/2023, que susta a exig&amp;ecirc;ncia de visto para turistas de pa&amp;iacute;ses como Estados Unidos, Canad&amp;aacute; e Austr&amp;aacute;lia. A retomada da isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o tem sido uma forte demanda do setor de Turismo. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o defende a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o da proposta, j&amp;aacute; que a exig&amp;ecirc;ncia trouxe impactos negativos ao setor e pode reduzir o fluxo de visitantes internacionais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro tema tratado foi o PL 3.361/2012, que regula o trabalho avulso nas atividades de movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mercadorias. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/com-articulacao-da-fecomerciosp-camara-garante-mais-seguranca-ao-trabalho-avulso-nas-atividades-de-movimentacao-de-mercadorias?%2Fnoticia%2Fcom-articulacao-da-fecomerciosp-camara-garante-mais-seguranca-ao-trabalho-avulso-nas-atividades-de-movimentacao-de-mercadorias=&amp;utm_source=chatgpt.com"&gt;Com a mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a entrega de uma sugest&amp;atilde;o de substitutivo pela FecomercioSP no ano passado&lt;/a&gt;, o texto foi aprovado na Comiss&amp;atilde;o do Trabalho sem a inclus&amp;atilde;o de v&amp;iacute;nculo empregat&amp;iacute;cio entre empresas e esses motoristas. O segmento considera o resultado uma vit&amp;oacute;ria em prol de melhores condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;mdash; e aguarda que seja referendado pela Casa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por fim, Braga ainda sensibilizou o presidente do colegiado pela atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das regras para manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e conserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o de elevadores. Para tanto, &amp;eacute; fundamental que o PL 6.125/2013 seja pautado na CCJ. O pleito &amp;eacute; defendido pelo Seciesp, com apoio da FecomercioSP, sob o argumento de que uma legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o atualizada trar&amp;aacute; seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica, previsibilidade operacional e estabelecer&amp;aacute; padr&amp;otilde;es m&amp;iacute;nimos de qualidade na manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos equipamentos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 20 Mar 2026 17:21:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP esclarece mitos e verdades sobre a NR-1 no setor de Serviços]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-esclarece-mitos-e-verdades-sobre-a-nr-1-no-setor-de-servicos</link><description>&lt;![CDATA[Atualização da norma inclui riscos psicossociais na gestão das empresas e Federação orienta empresários sobre o que muda ]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Nem toda nova regra gera mais custo ou burocracia. Em muitos casos, significa apenas organizar melhor o que j&amp;aacute; faz parte da rotina da empresa. Tema da reuni&amp;atilde;o de 16 de mar&amp;ccedil;o do Conselho de Servi&amp;ccedil;os da &lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;, a atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da NR-1 traz a inclus&amp;atilde;o dos riscos psicossociais no gerenciamento ocupacional e tem gerado d&amp;uacute;vidas, principalmente entre micro e pequenos empres&amp;aacute;rios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A&amp;nbsp;&lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt; colocou o assunto em perspectiva ao apresentar um material orientativo que traduz a norma para a realidade do setor de Servi&amp;ccedil;os. A principal mudan&amp;ccedil;a est&amp;aacute; na inclus&amp;atilde;o dos chamados riscos psicossociais na gest&amp;atilde;o de riscos ocupacionais, v&amp;aacute;lida plenamente desde maio de 2025.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na pr&amp;aacute;tica, a altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o significa observar fatores ligados &amp;agrave; organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho que podem afetar a sa&amp;uacute;de mental dos colaboradores, como excesso de demandas, jornadas prolongadas, falhas de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e conflitos internos. De acordo com a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o se trata de criar novas estruturas complexas, mas de incorporar esse olhar ao cotidiano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que a norma realmente exige&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A NR-1 n&amp;atilde;o estabelece um novo programa independente, nem imp&amp;otilde;e exig&amp;ecirc;ncias desproporcionais ao porte das empresas. O foco est&amp;aacute; em frentes b&amp;aacute;sicas j&amp;aacute; conhecidas da gest&amp;atilde;o de riscos: identificar situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que possam afetar os trabalhadores, avaliar suas consequ&amp;ecirc;ncias e adotar medidas preventivas compat&amp;iacute;veis com a realidade do neg&amp;oacute;cio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reuni&amp;atilde;o, o palestrante Jos&amp;eacute; Maria Caires, sanitarista, consultor de Seguran&amp;ccedil;a do Trabalho da&amp;nbsp;&lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt; e coordenador do Comit&amp;ecirc; de Seguran&amp;ccedil;a e Medicina do Trabalho do Sincovaga SP, destacou que a interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o correta da norma evita distor&amp;ccedil;&amp;otilde;es que geram inseguran&amp;ccedil;a. Segundo ele, a proposta n&amp;atilde;o &amp;eacute; ampliar obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es, mas organizar pr&amp;aacute;ticas que muitas empresas j&amp;aacute; adotam. Em sua avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, quando o empres&amp;aacute;rio entende o alcance da regra, percebe que est&amp;aacute; diante de um processo de gest&amp;atilde;o, e n&amp;atilde;o de um novo entrave operacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse entendimento tamb&amp;eacute;m refor&amp;ccedil;a a necessidade de proporcionalidade. Empresas menores n&amp;atilde;o precisam replicar estruturas de grandes corpora&amp;ccedil;&amp;otilde;es, mas demonstrar que observam o ambiente de trabalho e adotam medidas razo&amp;aacute;veis de preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que n&amp;atilde;o muda apesar dos boatos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Parte relevante das d&amp;uacute;vidas surge de interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es equivocadas. A&amp;nbsp;&lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt; compilou os principais pontos para esclarecer o que, de fato, n&amp;atilde;o procede. A norma n&amp;atilde;o obriga &amp;agrave; contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de psic&amp;oacute;logos nem &amp;agrave; cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ambulat&amp;oacute;rios espec&amp;iacute;ficos. O foco permanece na preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o de riscos organizacionais, e n&amp;atilde;o na medicaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ambiente de trabalho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o &amp;eacute; correto afirmar que qualquer problema emocional do trabalhador ser&amp;aacute; automaticamente atribu&amp;iacute;do &amp;agrave; empresa. A responsabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o ocorre apenas quando h&amp;aacute; rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta com o trabalho, como metas abusivas, jornadas excessivas ou situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ass&amp;eacute;dio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto recorrente &amp;eacute; o temor de aumento de burocracia. Para pequenos neg&amp;oacute;cios, a exig&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; objetiva. O essencial &amp;eacute; demonstrar que os riscos foram considerados e que medidas compat&amp;iacute;veis foram adotadas, sem necessidade de estruturas complexas ou relat&amp;oacute;rios extensos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao tratar desses mitos, Caires refor&amp;ccedil;ou que o empres&amp;aacute;rio deve concentrar esfor&amp;ccedil;os no que est&amp;aacute; sob sua gest&amp;atilde;o. Segundo o consultor, o olhar deve estar na organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho e nas pr&amp;aacute;ticas internas, evitando interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es que ampliem indevidamente o alcance da norma.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;A atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da NR-1 n&amp;atilde;o deve ser encarada como amea&amp;ccedil;a, mas como instrumento para melhorar a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ambiente de trabalho, reduzir riscos e fortalecer a seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica. Para o empres&amp;aacute;rio do setor de Servi&amp;ccedil;os, entender essa l&amp;oacute;gica &amp;eacute; o que separa a preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o desnecess&amp;aacute;ria de uma gest&amp;atilde;o mais eficiente&amp;rdquo;, finalizou o palestrante.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 20 Mar 2026 09:22:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Beleza Patronal orienta salões sobre regularização do ISS em atraso em São Paulo]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/beleza-patronal-orienta-saloes-sobre-regularizacao-do-iss-em-atraso-em-sao-paulo</link><description>&lt;![CDATA[Com apoio técnico da FecomercioSP, sindicato esclarece passo a passo para evitar multas e trazer segurança jurídica às empresas do segmento de beleza]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Os impostos raramente entram na lista de prioridades de quem est&amp;aacute; focado em atender clientes e fazer o caixa girar. Mas quando o faturamento cresce e ultrapassa certos limites, eles batem &amp;agrave; porta. Foi o que aconteceu com parte dos sal&amp;otilde;es de beleza que excederam o sublimite do Simples Nacional e acabaram com pend&amp;ecirc;ncias de ISS no munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para orientar esses empres&amp;aacute;rios e evitar autua&amp;ccedil;&amp;otilde;es futuras, o &lt;a href="https://belezapatronal.portaldocomercio.org.br/"&gt;Beleza Patronal&lt;/a&gt; levou o tema &amp;agrave; &lt;a href="https://fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; e &amp;agrave; Secretaria Municipal da Fazenda de S&amp;atilde;o Paulo (Sefaz/SP). A articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o resultou na defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um procedimento bem definido para a regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Imposto Sobre Servi&amp;ccedil;o (ISS) em atraso, com foco em autorregulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; voltada para empresas do segmento de beleza optantes pelo Simples Nacional que ultrapassarem o sublimite de R$ 3,6 milh&amp;otilde;es e tenham fatos geradores anteriores &amp;agrave; Instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o Normativa SF SUREM 11, de setembro de 2025.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O problema&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nos casos analisados, os tributos federais excedentes foram recolhidos corretamente por meio do Documento de Arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Simples Nacional&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;(DAS). A pend&amp;ecirc;ncia surgiu em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao ISS, especialmente nas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es regidas pela&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-propoe-ajustes-a-legislacao-para-fortalecer-relacoes-de-parceria-no-setor-de-beleza"&gt;Lei do Sal&amp;atilde;o-Parceiro&lt;/a&gt;, que define a partilha do faturamento entre o sal&amp;atilde;o e o profissional-parceiro. Como o imposto incide apenas sobre a parcela que fica com a empresa, muitos estabelecimentos acabaram n&amp;atilde;o recolhendo o tributo municipal &amp;agrave; &amp;eacute;poca.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Sefaz/SP informou que a regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o deve ser realizada por meio de den&amp;uacute;ncia espont&amp;acirc;nea, procedimento que afasta a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de multa punitiva. O primeiro passo &amp;eacute; registrar a den&amp;uacute;ncia no Sistema de Autorregulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Contribuintes (Sarec), apurando o ISS com base na diferen&amp;ccedil;a entre o valor total recebido e o repasse feito ao profissional-parceiro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ap&amp;oacute;s essa etapa, o empres&amp;aacute;rio deve comparecer ao Centro de Atendimento da Fazenda Municipal (CAF), no Centro de S&amp;atilde;o Paulo, mediante agendamento, para dar continuidade ao processo administrativo e apresentar a documenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o exigida, como contrato social, planilhas de faturamento, contratos de parceria e a declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de d&amp;eacute;bitos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo a Sefaz/SP, a regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o por den&amp;uacute;ncia espont&amp;acirc;nea afasta a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de multa punitiva, sendo cobrados apenas os acr&amp;eacute;scimos legais cab&amp;iacute;veis. Para fatos geradores posteriores &amp;agrave; vig&amp;ecirc;ncia da Instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o Normativa SF SUREM 11, o procedimento &amp;eacute; mais simples e exige apenas a emiss&amp;atilde;o regular da Nota Fiscal de Servi&amp;ccedil;os Eletr&amp;ocirc;nica (NFS-e).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Beleza Patronal, com respaldo da FecomercioSP, refor&amp;ccedil;a que o di&amp;aacute;logo institucional &amp;eacute; um caminho eficiente para resolver entraves do dia a dia empresarial, trazendo clareza, seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica e apoio aos sal&amp;otilde;es de beleza.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Servi&amp;ccedil;o&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quem deve regularizar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Empresas do segmento de beleza optantes pelo Simples Nacional que ultrapassarem o sublimite de R$ 3,6 milh&amp;otilde;es e tenham fatos geradores anteriores &amp;agrave; IN SF SUREM 11/2025.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Documentos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Contrato social e procura&amp;ccedil;&amp;atilde;o, se houver&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Planilha das notas fiscais com valores e cota-parte&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Contratos de parceria&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de D&amp;eacute;bitos Tribut&amp;aacute;rios gerada no Sarec&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Onde&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Centro de Atendimento da Fazenda Municipal (CAF)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Pra&amp;ccedil;a do Patriarca, 69, Centro &amp;mdash; S&amp;atilde;o Paulo/SP&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Atendimento de segunda a sexta-feira, das 9h &amp;agrave;s 17h&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 02 Feb 2026 15:14:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item></channel></rss>
