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<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[Turismo - Negócios - FecomercioSP]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticias/negocios/turismo</link><description>&lt;![CDATA[]]</description><lastBuildDate>Wed, 15 Apr 2026 09:55:20 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[Turismo - Negócios - FecomercioSP]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticias/negocios/turismo</link><url>https://fecomercio.com.br/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><category>&lt;![CDATA[Negócios]]</category><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category><item><title>&lt;![CDATA[Extinção da escala 6x1 ameaça folha, preços e empregos no Turismo]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/extincao-da-escala-6x1-ameaca-folha-precos-e-empregos-no-turismo</link><description>&lt;![CDATA[Com 87% das jornadas acima de 40 horas, setor figura entre os mais expostos às propostas em tramitação no Congresso]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/escala-6x1-e-reducao-da-jornada-de-trabalho-entram-no-radar-do-comercio-e-acendem-debate-sobre-efeitos-na-economia?%2Fnoticia%2Fescala-6x1-e-reducao-da-jornada-de-trabalho-entram-no-radar-do-comercio-e-acendem-debate-sobre-efeitos-na-economia="&gt;debate sobre o fim da escala 6x1&lt;/a&gt; reinseriu uma quest&amp;atilde;o sens&amp;iacute;vel no centro da agenda do mercado laboral: como garantir melhores condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao trabalhador sem comprometer os setores que n&amp;atilde;o operam em l&amp;oacute;gica linear?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Atividades econ&amp;ocirc;micas distintas exigem arranjos tamb&amp;eacute;m diferenciados, o que torna invi&amp;aacute;vel uma regra uniforme para todos os segmentos. Esse foi o diagn&amp;oacute;stico da reuni&amp;atilde;o de mar&amp;ccedil;o do&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-turismo"&gt;Conselho de Turismo&lt;/a&gt; da&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;A negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva tem sido um instrumento mais adequado para que seja adaptado de acordo com a atividade e com a regi&amp;atilde;o&amp;rdquo;, afirmou Guilherme Dietze, presidente do Conselho de Turismo da Entidade. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o defende uma discuss&amp;atilde;o mais ampla, t&amp;eacute;cnica e setorializada antes de qualquer mudan&amp;ccedil;a legal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Reflexos para o Turismo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A discuss&amp;atilde;o n&amp;atilde;o pode ignorar o custo adicional imposto &amp;agrave;s empresas, tampouco o peso disso sobre setores intensivos em m&amp;atilde;o de obra, como o Turismo. Segundo os dados apresentados na reuni&amp;atilde;o&lt;strong&gt;,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;87% das jornadas de trabalho do setor est&amp;atilde;o acima de 40 horas semanais, o que indica alta exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do segmento a mudan&amp;ccedil;as dessa natureza.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com a simula&amp;ccedil;&amp;atilde;o apresentada pelo gestor da &amp;aacute;rea Econ&amp;ocirc;mica da FecomercioSP, Fabio Pina, uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que reduza a jornada para 40 horas pode elevar o custo da folha em 5% para quem, hoje, opera entre 40 e 44 horas, e em 10% para empresas com jornadas superiores a 44 horas. Numa proposta mais r&amp;iacute;gida, de 36 horas, esse impacto pode chegar a 16,7% e 22,2%, respectivamente.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No recorte setorial, o Turismo aparece entre os mais afetados. Pelos c&amp;aacute;lculos da FecomercioSP, o custo adicional anual da folha pode alcan&amp;ccedil;ar R$ 200,5 milh&amp;otilde;es num cen&amp;aacute;rio de jornada de 40 horas, e R$ 672,7 milh&amp;otilde;es caso o limite caia para 36 horas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o cont&amp;iacute;nua&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Entidade, o problema n&amp;atilde;o se resume &amp;agrave; folha. Em segmentos que dependam de atendimento em fins de semana, feriados e hor&amp;aacute;rios estendidos &amp;mdash; como hotelaria, alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, transporte e ag&amp;ecirc;ncias &amp;mdash;, a reorganiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das escalas deve pressionar pre&amp;ccedil;os, reduzir a flexibilidade operacional e exigir contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es adicionais para cobrir turnos cr&amp;iacute;ticos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Pina, a discuss&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica em torno do tema ainda carece de base t&amp;eacute;cnica mais consistente. &amp;ldquo;Os n&amp;uacute;meros est&amp;atilde;o sendo mostrados: vamos perder empregos, aumentar custos e repassar para os pre&amp;ccedil;os&amp;rdquo;, disse. Na vis&amp;atilde;o da FecomercioSP, o risco &amp;eacute; transformar uma pauta complexa em resposta simplificada, sem considerar diferen&amp;ccedil;as entre setores, portes de empresa e realidades regionais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Momento inadequado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Dietze, o que o setor produtivo busca n&amp;atilde;o &amp;eacute; interditar o debate sobre jornada de trabalho, mas afastar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es impostas &amp;ldquo;de cima para baixo&amp;rdquo;, sobretudo em momento eleitoral. &amp;ldquo;O mais importante para n&amp;oacute;s, da FecomercioSP, &amp;eacute; que n&amp;atilde;o seja um &lt;em&gt;top down&lt;/em&gt; em ano eleitoral. Uma mudan&amp;ccedil;a com potencial de afetar emprego, pre&amp;ccedil;os e competitividade precisa ser amadurecida com tempo, dados e negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O pano de fundo econ&amp;ocirc;mico apresentado no encontro ajuda a dimensionar essa cautela. Em janeiro de 2026, o faturamento do Turismo cresceu 2,3% na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual, somando R$ 25,9 bilh&amp;otilde;es, com avan&amp;ccedil;o em segmentos como alojamento, alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, loca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de meios de transporte e ag&amp;ecirc;ncias de viagens. Num setor que ainda busca ampliar dinamismo e recompor m&amp;atilde;o de obra, a avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da FecomercioSP &amp;eacute; que qualquer altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o estrutural nas jornadas precisa considerar n&amp;atilde;o apenas a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da medida, mas tamb&amp;eacute;m seus efeitos concretos sobre a atividade econ&amp;ocirc;mica. &amp;ldquo;O desafio &amp;eacute; encontrar um caminho que melhore as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho sem comprometer a capacidade de opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas e o pr&amp;oacute;prio dinamismo do setor&amp;rdquo;, concluiu Dietze.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 08 Apr 2026 14:23:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Turismo consolida novo nível de receitas e amplia relevância na economia nacional]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/turismo-consolida-novo-nivel-de-receitas-e-amplia-relevancia-na-economia-nacional</link><description>&lt;![CDATA[Faturamento histórico de R$ 26 bilhões evidencia demanda aquecida, alta em segmentos essenciais e perspectivas positivas para os próximos meses]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O Turismo brasileiro alcan&amp;ccedil;ou um novo patamar de faturamento, somando R$ 26 bilh&amp;otilde;es em receitas e registrando o melhor resultado da s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica para o m&amp;ecirc;s de janeiro. O desempenho refor&amp;ccedil;a a relev&amp;acirc;ncia do setor para a economia nacional e evidencia a continuidade de uma trajet&amp;oacute;ria consistente de crescimento, com avan&amp;ccedil;o de 2,3% na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/f2aabde6de065be5768592f96bedf153757afd3f.png" style="width: 533px;" class="fr-fic fr-dib fr-fil"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;O resultado reflete, sobretudo, a combina&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre demanda aquecida e aumento de pre&amp;ccedil;os em diferentes atividades, cen&amp;aacute;rio t&amp;iacute;pico de per&amp;iacute;odos de alta temporada. Dentre os segmentos, a loca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de meios de transporte destacou-se, com expans&amp;atilde;o de 6,1% e faturamento de R$ 2,9 bilh&amp;otilde;es &amp;mdash; tamb&amp;eacute;m o maior da s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro vetor importante foi o desempenho das ag&amp;ecirc;ncias, operadoras e demais servi&amp;ccedil;os tur&amp;iacute;sticos, que cresceram 6% no ano, indicando continuidade no planejamento de viagens e no papel estrat&amp;eacute;gico desses intermediadores na cadeia do setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Destaca-se o segmento de alojamento, que foi o principal respons&amp;aacute;vel pelo resultado agregado, ao atingir R$ 7,2 bilh&amp;otilde;es em faturamento, com alta de 2,9%. O aumento da taxa de ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e das tarifas m&amp;eacute;dias confirma o bom momento da hotelaria, especialmente em destinos de lazer.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O transporte a&amp;eacute;reo, por sua vez, manteve faturamento elevado, pr&amp;oacute;ximo a R$ 7,86 bilh&amp;otilde;es, ainda que sem crescimento na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual. O aumento no n&amp;uacute;mero de passageiros foi compensado pela queda nas tarifas m&amp;eacute;dias, fator que limitou uma expans&amp;atilde;o mais robusta da receita.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outros segmentos tamb&amp;eacute;m contribu&amp;iacute;ram positivamente, como alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, transporte rodovi&amp;aacute;rio de passageiros e atividades culturais, recreativas e esportivas, refor&amp;ccedil;ando o car&amp;aacute;ter disseminado do crescimento do Turismo no Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/b2a37eb67f68b15a8bb55935ddd7edeea66e6c7f.png" style="width: 533px;" class="fr-fic fr-dib fr-fil"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong id="isPasted"&gt;Desempenho regional amplia dinamismo do setor&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong id="isPasted"&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/2029b44df4c45a150e598bd8bb9536bb00d1e613.png" style="width: 433px;" class="fr-fic fr-dib fr-fil"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No recorte regional, o crescimento do Turismo foi liderado por Estados das regi&amp;otilde;es Norte e Centro-Oeste, com destaque para Mato Grosso, que registrou alta de 17,8%. Rond&amp;ocirc;nia (16,8%), Roraima (13%) e Amap&amp;aacute; (11,2%) tamb&amp;eacute;m apresentaram forte expans&amp;atilde;o, em parte influenciados por uma base de compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais baixa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Destinos tradicionais seguiram relevantes, como Bahia e Rio de Janeiro, ambos com crescimento acima de 6%, evidenciando a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do interesse por polos consolidados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar do cen&amp;aacute;rio amplamente positivo, algumas exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es chamaram aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, como a retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Santa Catarina, influenciada possivelmente pela redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do poder de compra de turistas estrangeiros, principalmente argentinos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Revis&amp;atilde;o estat&amp;iacute;stica refor&amp;ccedil;a consist&amp;ecirc;ncia da trajet&amp;oacute;ria&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais recente das estimativas do setor incorporou dados da Pesquisa Anual de Servi&amp;ccedil;os (PAS), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&amp;iacute;stica (IBGE), elevando o patamar de faturamento do Turismo brasileiro. Segundo Guilherme Dietze, presidente do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-turismo"&gt;Conselho de Turismo&lt;/a&gt;, o ajuste aprimora a ader&amp;ecirc;ncia das informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; realidade do mercado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;A revis&amp;atilde;o da s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica, com base na PAS, mostra que o Turismo vem apresentando crescimento cont&amp;iacute;nuo nos &amp;uacute;ltimos anos, notadamente no per&amp;iacute;odo p&amp;oacute;s-pandemia. O patamar de faturamento foi ajustado para cima, mas a tend&amp;ecirc;ncia e as varia&amp;ccedil;&amp;otilde;es permanecem semelhantes ao que j&amp;aacute; vinha sendo observado&amp;rdquo;, afirma Dietze.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="fr-img-caption fr-fic fr-dib fr-fil" style="width: 735px;"&gt;&lt;span class="fr-img-wrap"&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/64d58ce4baa01dfb9359644ed8e83f1465a40193.jpg" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;span class="fr-inner"&gt;Representando a FecomercioSP no Latin American Community for Travel and Events Experience (Lacte), Dietze apresenta dados atualizados e demandas empresariais do setor (cr&amp;eacute;dito: divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o Panrotas)&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;&lt;strong&gt;Perspectivas seguem positivas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ambiente econ&amp;ocirc;mico ainda favorece o desempenho do setor, sustentado pela renda das fam&amp;iacute;lias, mais acesso a cr&amp;eacute;dito e continuidade da demanda por viagens. Eventos sazonais e o aumento do fluxo de turistas estrangeiros tamb&amp;eacute;m devem contribuir para a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ritmo de crescimento no curto prazo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por outro lado, fatores externos, como a volatilidade nos pre&amp;ccedil;os do petr&amp;oacute;leo e tens&amp;otilde;es geopol&amp;iacute;ticas, permanecem no radar e podem afetar principalmente os custos de transporte no m&amp;eacute;dio prazo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mesmo assim, o cen&amp;aacute;rio atual indica que o Turismo segue como um dos principais vetores de dinamismo da economia brasileira, com capacidade de gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de renda, emprego e desenvolvimento regional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[veja_tambem]&lt;/p&gt;&lt;div id="_com_1" language="JavaScript"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;strong id="isPasted"&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 20 Mar 2026 15:51:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Turismo brasileiro bate novo recorde e inicia 2026 com crescimento consistente]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/turismo-brasileiro-bate-novo-recorde-e-inicia-2026-com-crescimento-consistente</link><description>&lt;![CDATA[Edição de março da ‘Carta Setorial de Turismo’ mostra faturamento histórico de R$ 228 bilhões em 2025, avanço das viagens corporativas e melhor janeiro da série em São Paulo]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O Turismo nacional consolidou o ano passado como o melhor da s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica, iniciando 2026 mantendo trajet&amp;oacute;ria positiva. O setor faturou &lt;strong&gt;R$ 228,1 bilh&amp;otilde;es em 2025&lt;/strong&gt;, um crescimento de &lt;strong&gt;5,8%&lt;/strong&gt; em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a 2024, segundo levantamento da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; com base em dados do IBGE.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os n&amp;uacute;meros e as perspectivas para este ano s&amp;atilde;o os destaques da &lt;strong&gt;Carta Setorial de Turismo&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;de mar&amp;ccedil;o, publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o mensal do &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-turismo"&gt;Conselho de Turismo&lt;/a&gt; da FecomercioSP que re&amp;uacute;ne indicadores atualizados, an&amp;aacute;lise econ&amp;ocirc;mica e proje&amp;ccedil;&amp;otilde;es estrat&amp;eacute;gicas para o setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O transporte a&amp;eacute;reo liderou o resultado hist&amp;oacute;rico, com quase &lt;strong&gt;R$ 60 bilh&amp;otilde;es de faturamento&lt;/strong&gt; e recorde de &lt;strong&gt;130 milh&amp;otilde;es de passageiros transportados&lt;/strong&gt; em 2025. A hotelaria tamb&amp;eacute;m registrou forte expans&amp;atilde;o, com alta real nas di&amp;aacute;rias e crescimento do RevPar, sinalizando press&amp;atilde;o de demanda ao longo do ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No segmento corporativo, o cen&amp;aacute;rio &amp;eacute; igualmente positivo. O &lt;strong&gt;Levantamento de Viagens Corporativas (LVC)&lt;/strong&gt; aponta faturamento de &lt;strong&gt;R$ 147,8 bilh&amp;otilde;es em 2025&lt;/strong&gt;, alta de 6,3% e maior n&amp;iacute;vel da s&amp;eacute;rie. Para 2026, a proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi revisada para &lt;strong&gt;R$ 158 bilh&amp;otilde;es&lt;/strong&gt;, um crescimento estimado de 7%, sustentado por um ambiente de neg&amp;oacute;cios ainda aquecido.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na capital paulista, o setor come&amp;ccedil;ou o ano em ritmo forte. O &lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice Mensal de Atividade do Turismo (IMAT)&lt;/strong&gt; cresceu &lt;strong&gt;3% em janeiro&lt;/strong&gt;, registrando o melhor resultado para o m&amp;ecirc;s desde o in&amp;iacute;cio da s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica. A movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o a&amp;eacute;rea e a gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empregos foram os principais vetores de alta, refor&amp;ccedil;ando o papel estrat&amp;eacute;gico paulistano para o desempenho nacional do setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A &lt;strong&gt;Carta&lt;/strong&gt; de mar&amp;ccedil;o tamb&amp;eacute;m traz uma an&amp;aacute;lise do cen&amp;aacute;rio macroecon&amp;ocirc;mico para 2026, abordando o movimento de valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do real, a expectativa de in&amp;iacute;cio do ciclo de cortes na taxa Selic e os impactos desse contexto sobre consumo, investimentos e viagens corporativas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m dos dados, a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o destaca a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o institucional da FecomercioSP em f&amp;oacute;runs estrat&amp;eacute;gicos do setor, como o Lacte, o Expo F&amp;oacute;rum Visite S&amp;atilde;o Paulo e encontros com entidades representativas do mercado de viagens e eventos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/5144d987e86f5e74ee05b052edcf440701bbdf0b.pdf" target="_blank" class="fr-file" rel="noopener noreferrer"&gt;Acesse a Carta Setorial &lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;de Turismo de mar&amp;ccedil;o e confira a an&amp;aacute;lise completa sobre os n&amp;uacute;meros do setor e as perspectivas para este ano.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 17 Mar 2026 09:37:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Turismo fecha 2025 com alta de 5,8% e projeção moderada para 2026]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/turismo-fecha-2025-com-alta-de-5-8-e-projecao-moderada-para-2026</link><description>&lt;![CDATA[Após crescimento mais intenso no primeiro semestre, setor desacelera na segunda metade do ano e deve avançar cerca de 4% no próximo período]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O Turismo nacional encerrou 2025 com alta de 5,8% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao ano anterior. O setor faturou R$ 228,1 bilh&amp;otilde;es no per&amp;iacute;odo, conquistando mais um recorde, de acordo com levantamento da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A menor taxa de desemprego e o avan&amp;ccedil;o da renda dos trabalhadores ampliaram o acesso ao cr&amp;eacute;dito das fam&amp;iacute;lias, vari&amp;aacute;vel fundamental para o setor. Al&amp;eacute;m disso, a economia, que manteve ritmo de expans&amp;atilde;o pouco acima de 2%, estimulou o ambiente de neg&amp;oacute;cios e as viagens corporativas pelo Pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar do resultado positivo, a FecomercioSP chama a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a desacelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor no segundo semestre. Enquanto, na primeira metade do ano, o crescimento foi de 7%, entre julho e dezembro a alta foi de 4,8%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/9dd7527e0a535152095871cd9eb7dd2d4cc406ee.jpg" style="width: 533px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda assim, a expectativa &amp;eacute; de que a renda familiar aquecida e a economia com previs&amp;atilde;o de crescimento em 2026, somadas &amp;agrave; redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos juros a partir de mar&amp;ccedil;o, levem a um crescimento moderado na primeira parte do ano e a uma varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais forte no segundo semestre. A proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o para 2026 &amp;eacute; de que o Turismo fature R$ 237 bilh&amp;otilde;es, crescimento estimado de quase 4%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A&amp;eacute;reas puxam resultado; alojamento e alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o avan&amp;ccedil;am&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com o levantamento mensal da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, realizado com base nos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&amp;iacute;stica (IBGE), o transporte a&amp;eacute;reo foi o segmento que mais contribuiu para o resultado em termos absolutos. A atividade cresceu 9% e faturou quase R$ 60 bilh&amp;otilde;es. Segundo dados da Ag&amp;ecirc;ncia Nacional de Avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o Civil (Anac), houve recorde no n&amp;uacute;mero de passageiros transportados em 2025: 130 milh&amp;otilde;es, um aumento de 9,4% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a 2024.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro destaque do ano foi o segmento de alojamento, que faturou R$ 28 bilh&amp;otilde;es, com alta anual de 9,5%. Uma das raz&amp;otilde;es para esse crescimento foi o aumento da taxa de ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que, segundo o F&amp;oacute;rum de Operadores Hoteleiros do Brasil (Fohb), avan&amp;ccedil;ou 2,1%. Por outro lado, a press&amp;atilde;o sobre os pre&amp;ccedil;os tamb&amp;eacute;m contribuiu para o resultado, com a di&amp;aacute;ria m&amp;eacute;dia mensal subindo 10,5%, o que levou a receita por quarto dispon&amp;iacute;vel (RevPAR) a crescer 12,8%.&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/a9af32ea430624adca86965f2c0bf20835bb75ec.jpg" style="width: 533px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por sua vez, cresceu 5,8%, somando R$ 35,4 bilh&amp;otilde;es em faturamento. De acordo com a FecomercioSP, o resultado provavelmente se deve aos gastos realizados por turistas, principalmente na primeira parte do ano. Al&amp;eacute;m disso, a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais elevada dos alimentos gerou encarecimento de pre&amp;ccedil;os repassado aos consumidores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por fim, as ag&amp;ecirc;ncias de viagens e operadoras tur&amp;iacute;sticas registraram aumento de 4,7% e faturamento de R$ 17,1 bilh&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As demais altas foram observadas no transporte rodovi&amp;aacute;rio de passageiros (4,1%), na loca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de meios de transporte (3,5%), no transporte aquavi&amp;aacute;rio (1,8%) e nas atividades culturais, recreativas e esportivas (0,2%).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/7887a41c58d654f231c27fffb641680eac1d0d78.jpg" style="width: 433px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Estado ga&amp;uacute;cho registra maior alta; S&amp;atilde;o Paulo mant&amp;eacute;m lideran&amp;ccedil;a nacional&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em 2025, o Estado que mais cresceu em faturamento foi o Rio Grande do Sul, com alta de 12,3%. Segundo a FecomercioSP, o resultado reflete especialmente a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o ap&amp;oacute;s as enchentes que atingiram a regi&amp;atilde;o em 2024. Na sequ&amp;ecirc;ncia, aparecem Amazonas, com crescimento de 11,1%; Esp&amp;iacute;rito Santo, com eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 9,3%; e Bahia, com alta de 9,1%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Estado de S&amp;atilde;o Paulo fechou o ano com faturamento de R$ 57,4 bilh&amp;otilde;es, um crescimento de 4%, novo recorde hist&amp;oacute;rico e participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 34% no valor total do Turismo nacional.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 24 Feb 2026 10:22:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Turismo inicia o ano em ritmo forte e com agenda estratégica para o setor]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/turismo-inicia-o-ano-em-ritmo-forte-e-com-agenda-estrategica-para-o-setor</link><description>&lt;![CDATA[Carta Setorial da FecomercioSP de fevereiro traz recordes, análise econômica e os principais temas que vão orientar o mercado ao longo do ano]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O Turismo brasileiro começa 2026 mantendo o fôlego registrado ao longo do último ano. Dados recentes mostram que o setor encerrou o ano passado com novos recordes de faturamento, crescimento distribuído entre regiões e segmentos e forte protagonismo das viagens corporativas — mesmo em um cenário econômico marcado por juros elevados e incertezas no ambiente internacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse é o pano de fundo da &lt;strong&gt;Carta Setorial de Turismo&lt;/strong&gt; de fevereiro, publicação mensal da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; que reúne análises de conjuntura, indicadores atualizados e posicionamentos estratégicos para empresários, gestores públicos e profissionais do setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A edição destaca que, só em novembro, o Turismo nacional faturou R$ 19,6 bilhões, o maior valor já registrado para o mês, levando o acumulado do ano para R$ 205 bilhões. Esse resultado foi promovido, principalmente, pelo transporte aéreo, pela hotelaria e pela locação de meios de transporte, além de resultados regionais expressivos associados à realização da COP30, em Belém.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na capital paulista, o setor também viveu um momento histórico. O Índice Mensal de Atividade do Turismo (IMAT) atingiu, em novembro, o maior nível de toda a série, refletindo a combinação entre lazer, entretenimento e negócios. Grandes eventos, shows internacionais e uma agenda corporativa intensa reforçaram o papel da capital como principal &lt;strong&gt;hub&lt;/strong&gt; de turismo de eventos do País.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A &lt;strong&gt;Carta Setorial&lt;/strong&gt; de fevereiro também traz uma leitura aprofundada do cenário econômico para 2026, a partir de análise do presidente do &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-turismo"&gt;Conselho de Turismo da FecomercioSP&lt;/a&gt;, Guilherme Dietze. O diagnóstico aponta crescimento moderado da economia brasileira, manutenção dos juros em patamar elevado e desafios fiscais relevantes, mas ressalta que o setor segue se descolando da média da economia, sustentado pela demanda consistente e pela diversificação de segmentos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro destaque da edição é a atuação institucional da FecomercioSP em agendas estratégicas para o ano. O Conselho de Turismo da Entidade estará presente no Latin American Community for Travel and Events Experience (Lacte), principal evento de viagens, eventos e mobilidade corporativa da América Latina. Na edição de 2026, Dietze participa da programação com a análise “Economia &amp;amp; Viagens Corporativas: o que esperar para 2026”, abordando tendências do setor em um contexto marcado por ano eleitoral, Copa do Mundo e instabilidade política no cenário internacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A publicação traz ainda conteúdos sobre turismo de alto padrão, com a participação da FecomercioSP no Anuário ILTM &amp;amp; Panrotas, e análises que ajudam a compreender os movimentos do mercado imobiliário e das locações por temporada, temas cada vez mais conectados à dinâmica do turismo urbano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Acesse a Carta Setorial de Turismo de fevereiro e confira a análise completa da FecomercioSP sobre o desempenho do setor e as perspectivas para o ano.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/b1bdd5259c2479074bbfdb8fd92b5ced7d49c4b7.pdf" target="_blank" class="fr-file botao" rel="noopener noreferrer"&gt;Acesse aqui!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 06 Feb 2026 14:58:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[O que esperar para a economia brasileira em 2026?]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/o-que-esperar-para-a-economia-brasileira-em-2026</link><description>&lt;![CDATA[Além do ambiente de juros restritivos, somam-se fragilidades estruturais, especialmente no campo fiscal]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Por Guilherme Dietze*&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O presidente do Banco Central, Gabriel Gal&amp;iacute;polo, afirmou recentemente que &amp;ldquo;est&amp;aacute; bem claro por que estamos com os juros em patamar restritivo e por que entendemos que vamos permanecer&amp;rdquo;. Essa sinaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o representa um balde de &amp;aacute;gua fria para aqueles que consideravam uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos juros j&amp;aacute; no in&amp;iacute;cio do ano, o que traz reflexos importantes na economia. A expectativa, agora, &amp;eacute; de manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da taxa b&amp;aacute;sica em torno de 15% ao ano por um per&amp;iacute;odo mais prolongado, com a possibilidade de um ciclo de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o apenas no segundo semestre de 2026.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o vem dando sinais claros de arrefecimento. O &amp;iacute;ndice acumulado em 12 meses recuou para 4,46% em novembro, ficando abaixo do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monet&amp;aacute;rio Nacional, de 4,5%, algo que n&amp;atilde;o ocorria desde setembro do ano anterior. Ainda assim, permanece distante do centro da meta, de 3%, objetivo perseguido pelo atual presidente do Banco Central. Al&amp;eacute;m disso, de acordo com o boletim Focus, a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o projetada para os pr&amp;oacute;ximos tr&amp;ecirc;s anos n&amp;atilde;o deve convergir para esse patamar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse contexto, a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos juros em n&amp;iacute;veis elevados encarece o cr&amp;eacute;dito para fam&amp;iacute;lias e empresas e, por consequ&amp;ecirc;ncia, inibe um crescimento econ&amp;ocirc;mico mais robusto. Para 2026, a proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; de que o PIB (Produto Interno Bruto) avance cerca de 1,8%, ligeiramente abaixo dos 2,1% estimados para este ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Trata-se, ainda, de um desempenho inferior ao crescimento esperado da economia global, estimado em 3,1%, bem como abaixo da m&amp;eacute;dia da Am&amp;eacute;rica Latina, de 2,3%, e de pa&amp;iacute;ses como China, com 4,2%, e &amp;Iacute;ndia, com 6,2%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m do ambiente de juros restritivos, somam-se fragilidades estruturais da economia, especialmente no campo fiscal. Segundo o Instituto Fiscal Independente do Senado Federal, o d&amp;eacute;ficit prim&amp;aacute;rio deve alcan&amp;ccedil;ar R$ 90 bilh&amp;otilde;es. Esse resultado negativo pressiona a trajet&amp;oacute;ria da d&amp;iacute;vida p&amp;uacute;blica, que passou de 71% do PIB no in&amp;iacute;cio de 2023 para um patamar pr&amp;oacute;ximo de 80% ao final de 2025, com tend&amp;ecirc;ncia de eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o adicional em 2026.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em um cen&amp;aacute;rio convencional, tais vulnerabilidades fiscais tenderiam a pressionar o real. No entanto, as pol&amp;iacute;ticas adotadas por Donald Trump nos Estados Unidos t&amp;ecirc;m contribu&amp;iacute;do para a desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da divisa americana frente a uma cesta de moedas globais, o que beneficia, em alguma medida, a moeda brasileira. Soma-se a isso o diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos, fator que tamb&amp;eacute;m tem favorecido o real e colaborado para uma infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais moderada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No cen&amp;aacute;rio internacional, o menor crescimento global imp&amp;otilde;e dificuldades &amp;agrave; expans&amp;atilde;o das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras, o que aumenta a depend&amp;ecirc;ncia do mercado dom&amp;eacute;stico. Contudo, esse mercado enfrenta limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es impostas pela pol&amp;iacute;tica monet&amp;aacute;ria restritiva e pelos juros elevados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dessa forma, a expectativa para a economia brasileira em 2026 &amp;eacute; de manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um ritmo de crescimento semelhante ao observado em 2025, com desafios relevantes, especialmente no &amp;acirc;mbito fiscal e da d&amp;iacute;vida p&amp;uacute;blica, que dificilmente ser&amp;atilde;o enfrentados de maneira estrutural no pr&amp;oacute;ximo ano por conta do calend&amp;aacute;rio eleitoral.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao mesmo tempo, os empres&amp;aacute;rios ter&amp;atilde;o novos elementos no horizonte, como o in&amp;iacute;cio da transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da reforma tribut&amp;aacute;ria e a nova taxa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dividendos. Assim, o empres&amp;aacute;rio brasileiro seguir&amp;aacute; arcando com uma carga tribut&amp;aacute;ria elevada e convivendo com incertezas recorrentes. Ainda assim, a experi&amp;ecirc;ncia hist&amp;oacute;rica demonstra a not&amp;aacute;vel capacidade de adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor produtivo no pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;&lt;em&gt;*Economista e presidente do Conselho de Turismo da FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Artigo publicado originalmente no portal Hotelier News&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 27 Jan 2026 17:39:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Turismo fecha o ano em alta e reforça a importância de dados qualificados para 2026]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/turismo-fecha-o-ano-em-alta-e-reforca-a-importancia-de-dados-qualificados-para-2026</link><description>&lt;![CDATA[‘Carta Setorial’ da FecomercioSP destaca recordes, viagens corporativas em expansão e novos instrumentos de inteligência para orientar decisões no setor]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Mesmo diante de um cenário econômico mais desafiador, o Turismo brasileiro encerra o ano em trajetória de crescimento e consolida o seu papel como um dos principais vetores da economia nacional. Recordes sucessivos de faturamento, demanda aquecida por viagens corporativas e ampliação da inteligência setorial marcam o balanço de 2025 e ajudam a desenhar as perspectivas para o próximo ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esses são alguns dos destaques da &lt;strong&gt;Carta Setorial de Turismo — dezembro de 2025&lt;/strong&gt;, publicação mensal da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; que reúne análises de conjuntura, indicadores atualizados e posicionamentos estratégicos. A mais nova edição aponta que, só em setembro, o Turismo nacional faturou R$ 18,5 bilhões — o maior valor já registrado para o mês — e alcançou R$ 165,6 bilhões no acumulado do ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O desempenho positivo se apoia, sobretudo, no transporte aéreo e na hotelaria, assim também reflete a força das viagens a negócios. O Levantamento de Viagens Corporativas (LVC), realizado pela Federação em parceria com a &lt;a href="https://alagev.org/"&gt;Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (Alagev)&lt;/a&gt;, mostra que os gastos das empresas com deslocamentos profissionais superaram R$ 106 bilhões entre janeiro e setembro, novo recorde da série histórica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na capital paulista, o setor mantém ritmo consistente. O Índice Mensal de Atividade do Turismo (IMAT) registrou crescimento de 1,6% em outubro, na comparação anual, com destaque para a movimentação aérea e a geração de empregos formais ligados ao Turismo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além dos números, a &lt;strong&gt;Carta Setorial&lt;/strong&gt; traz uma análise aprofundada da conjuntura econômica a partir da apresentação feita pelo presidente &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-turismo"&gt;do Conselho de Turismo da FecomercioSP&lt;/a&gt;, Guilherme Dietze, em encontro a Alagev. O diagnóstico aponta impasses relevantes para 2026 — como juros elevados, pressão fiscal e impactos da Reforma Tributária —, mas corrobora a resiliência do setor, que segue crescendo mesmo em um ambiente macroeconômico mais restritivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A publicação também destaca o avanço institucional da FecomercioSP na produção de inteligência para o setor, com a entrada da Entidade no Comitê de Monitoramento do Turismo de São Paulo, iniciativa que busca integrar bases de dados e qualificar a leitura do resultado da atividade turística.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para completar, a edição traz ainda um artigo de Dietze sobre o debate em torno do mercado imobiliário e das locações por temporada, tema cada vez mais relevante para destinos urbanos e regiões de forte apelo turístico.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/54862e45604235df5c9d445d82408e2ba587140d.pdf" target="_blank" class="fr-file" rel="noopener noreferrer"&gt;Acesse aqui&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;a Carta Setorial de Turismo — dezembro de 2025 e confira a análise completa da FecomercioSP sobre os números do setor e as expectativas para 2026.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 19 Dec 2025 09:12:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Bolha no setor imobiliário e de locações?]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/bolha-no-setor-imobiliario-e-de-locacoes</link><description>&lt;![CDATA[Mercado cresce apesar dos juros, mas retorno prometido nem sempre se confirma]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;H&amp;aacute; muito debate sobre a exist&amp;ecirc;ncia ou n&amp;atilde;o de uma poss&amp;iacute;vel bolha no mercado imobili&amp;aacute;rio brasileiro. De fato, causa estranhamento observar um cen&amp;aacute;rio em que a taxa b&amp;aacute;sica de juros se mant&amp;eacute;m em patamar restritivo, em 15% ao ano, ao mesmo tempo em que as vendas de im&amp;oacute;veis continuam avan&amp;ccedil;ando de forma expressiva. Em bairros nobres de S&amp;atilde;o Paulo, como Itaim Bibi e Pinheiros, antigas casas e pequenos estabelecimentos v&amp;ecirc;m sendo substitu&amp;iacute;dos por novos empreendimentos, muitos deles com apartamentos de aproximadamente 30 metros quadrados, voltados especialmente ao investimento para loca&amp;ccedil;&amp;atilde;o por temporada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um aspecto relevante &amp;eacute; que, apesar da eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o da taxa Selic, os juros praticados no cr&amp;eacute;dito imobili&amp;aacute;rio n&amp;atilde;o acompanharam essa trajet&amp;oacute;ria com a mesma intensidade. Dados do Banco Central indicam que a taxa m&amp;eacute;dia dos financiamentos imobili&amp;aacute;rios ficou em 10,3% ao ano, permanecendo pr&amp;oacute;xima de 10% desde fevereiro deste ano, em grande parte devido ao car&amp;aacute;ter regulado dessas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mesmo assim, as concess&amp;otilde;es de cr&amp;eacute;dito imobili&amp;aacute;rio com recursos direcionados para pessoas f&amp;iacute;sicas recuaram 12,1% em termos nominais no terceiro trimestre, na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual. A inadimpl&amp;ecirc;ncia, por outro lado, segue praticamente est&amp;aacute;vel: atualmente est&amp;aacute; em 1,2% do saldo total dessa modalidade, ante 1,3% no ano anterior. Embora o mercado de trabalho ainda apresente desempenho s&amp;oacute;lido, favorecendo a tomada de cr&amp;eacute;dito de longo prazo, o ritmo de crescimento das opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es tem diminu&amp;iacute;do. Ainda assim, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; ind&amp;iacute;cios de crise ou de estouro de bolha no setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O que pode ocorrer, por&amp;eacute;m, &amp;eacute; a frustra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de expectativas de alguns investidores. Em certos casos, proje&amp;ccedil;&amp;otilde;es financeiras elaboradas no momento da compra acabam n&amp;atilde;o se confirmando, o que pode levar &amp;agrave; venda de im&amp;oacute;veis, sobretudo aqueles destinados &amp;agrave; loca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de curta temporada. Esse movimento, por&amp;eacute;m, tende a ser residual e n&amp;atilde;o estrutural.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isso acontece porque, ao estimular a atratividade do investimento, muitas planilhas utilizadas para calcular a viabilidade financeira consideram premissas que nem sempre correspondem &amp;agrave; realidade, como taxas de ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e receitas futuras. Em alguns materiais analisados, n&amp;atilde;o estava inclu&amp;iacute;do, por exemplo, um custo significativo para o c&amp;aacute;lculo da rentabilidade: o imposto de renda sobre loca&amp;ccedil;&amp;atilde;o, recolhido via carn&amp;ecirc;-le&amp;atilde;o, que pode chegar a 27,5%. A aus&amp;ecirc;ncia desse item distorce o retorno esperado e, al&amp;eacute;m disso, o n&amp;atilde;o pagamento pode gerar multas, especialmente agora que o pa&amp;iacute;s passar&amp;aacute; a contar com o CPF do im&amp;oacute;vel, permitindo maior integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dados entre a Receita Federal e os propriet&amp;aacute;rios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Diante disso, o cen&amp;aacute;rio atual n&amp;atilde;o sugere risco de ruptura ou forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de bolha. Pelo contr&amp;aacute;rio: a demanda segue consistente nas regi&amp;otilde;es centrais e o cr&amp;eacute;dito continua num patamar elevado. O que pode ocorrer &amp;eacute; uma mudan&amp;ccedil;a de estrat&amp;eacute;gia por parte de alguns investidores que n&amp;atilde;o encontraram, na pr&amp;aacute;tica, as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es planejadas inicialmente. Ainda assim, h&amp;aacute; quem opte por manter o im&amp;oacute;vel, mesmo diante de retornos menores, apostando na valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o futura. Em s&amp;iacute;ntese, os dados n&amp;atilde;o apontam para um quadro negativo no mercado imobili&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Guilherme Dietze &amp;eacute; economista e Presidente do Conselho de Turismo da&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Artigo publicado originalmente em Hotelier News&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 16 Dec 2025 17:35:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP na vanguarda do turismo de alto padrão]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-na-vanguarda-do-turismo-de-alto-padrao</link><description>&lt;![CDATA[4ª edição do ‘Anuário ILTM &amp; Panrotas’ revela tendências e perfil do viajante de luxo, além de reforçar a importância de dados estratégicos para estimular o segmento no Brasil]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Desde a primeira edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a &lt;a href="https://fecomercio.com.br"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; participa do &lt;strong&gt;Anu&amp;aacute;rio de Viagens de Luxo ILTM &amp;amp; Panrotas&lt;/strong&gt;, publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de refer&amp;ecirc;ncia que mapeia o comportamento e as tend&amp;ecirc;ncias do turismo de alto padr&amp;atilde;o no Brasil e na Am&amp;eacute;rica Latina. A 4&amp;ordf; edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, lan&amp;ccedil;ada em Cannes, na Fran&amp;ccedil;a, durante a International Luxury Travel Market (ILTM), traz duas pesquisas in&amp;eacute;ditas e reportagens que ajudam a desenhar o perfil desse p&amp;uacute;blico exigente &amp;mdash; e consolida a tradi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Entidade de contribuir com an&amp;aacute;lises econ&amp;ocirc;micas que contextualizam o impacto desse segmento para o Pa&amp;iacute;s.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O anu&amp;aacute;rio &amp;eacute; organizado em torno de dados prim&amp;aacute;rios que exploram tanto a perspectiva de viajantes de luxo com renda mensal acima de R$ 30 mil quanto a vis&amp;atilde;o de ag&amp;ecirc;ncias e consultores de viagem especializados. Essa dupla lente oferece uma leitura estrat&amp;eacute;gica para operadores, destinos e gestores que buscam entender como o Brasil pode aproveitar o crescimento desse nicho.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Perfil e tend&amp;ecirc;ncias&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A pesquisa com consumidores revelou que o perfil do viajante de luxo brasileiro concentra-se, majoritariamente, na faixa entre 30 e 49 anos, mora no Sudeste e realiza entre 2 e 5 viagens nacionais por ano, al&amp;eacute;m de 1 a 3 internacionais &amp;mdash; comportamento que expressa forte dinamismo no consumo de experi&amp;ecirc;ncias tur&amp;iacute;sticas. Os destinos Rio de Janeiro, Nordeste e S&amp;atilde;o Paulo lideram as prefer&amp;ecirc;ncias dom&amp;eacute;sticas, enquanto Estados Unidos, It&amp;aacute;lia e Portugal aparecem no topo nas escolhas internacionais.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Do lado das ag&amp;ecirc;ncias, as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es ressaltam o papel ativo do profissional de viagem no processo de decis&amp;atilde;o: a maior parte dos viajantes de alto padr&amp;atilde;o recorre a consultores ou ag&amp;ecirc;ncias especializadas para construir itiner&amp;aacute;rios que combinem exclusividade, cultura e personaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Impacto e perspectivas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O conte&amp;uacute;do produzido pela FecomercioSP dentro do anu&amp;aacute;rio enfoca o reflexo econ&amp;ocirc;mico do turismo de luxo no Brasil, uma contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o que qualifica o entendimento do setor ao mostrar como esse segmento representa um vetor de gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de receita e est&amp;iacute;mulo &amp;agrave; atividade tur&amp;iacute;stica, mesmo em contextos de instabilidade econ&amp;ocirc;mica global.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o presidente do &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-turismo"&gt;Conselho de Turismo da Entidade&lt;/a&gt;, Guilherme Dietze, a consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mercado de luxo est&amp;aacute; diretamente associada &amp;agrave; capacidade do Brasil de inovar e agregar valor &amp;agrave;s experi&amp;ecirc;ncias ofertadas. &amp;ldquo;Contar com dados robustos que retratam tanto o comportamento do viajante quanto a din&amp;acirc;mica econ&amp;ocirc;mica do setor permite desenvolver estrat&amp;eacute;gias que fortale&amp;ccedil;am o Turismo brasileiro no cen&amp;aacute;rio mundial de alto padr&amp;atilde;o&amp;rdquo;, afirma.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essa vis&amp;atilde;o estrat&amp;eacute;gica &amp;eacute; refor&amp;ccedil;ada pelo fato de que o mercado de luxo, embora restrito em n&amp;uacute;mero de consumidores, concentra grande parte dos gastos totais em Turismo e incentiva segmentos como hotelaria premium, experi&amp;ecirc;ncias culturais, gastronomia sofisticada e servi&amp;ccedil;os personalizados &amp;mdash; pilares que se tornam cada vez mais relevantes na constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o da competitividade internacional do Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Um guia para o setor&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mais do que um retrato estat&amp;iacute;stico, o &lt;strong&gt;Anu&amp;aacute;rio de Viagens de Luxo ILTM &amp;amp; Panrotas 2024/25&lt;/strong&gt; funciona como um guia para operadores, destinos e institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es que desejem entender as tend&amp;ecirc;ncias que moldar&amp;atilde;o o turismo de alto padr&amp;atilde;o nos pr&amp;oacute;ximos anos. Ao combinar an&amp;aacute;lises de mercado, comportamento do consumidor e impacto econ&amp;ocirc;mico, a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o oferece um conjunto de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es estrat&amp;eacute;gicas essenciais para quem atua nesse segmento.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com essa presen&amp;ccedil;a cont&amp;iacute;nua desde a sua cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a FecomercioSP reafirma o seu compromisso de apoiar a profissionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor tur&amp;iacute;stico brasileiro e de fomentar debates qualificados sobre os desafios e as oportunidades que o segmento de luxo representa para os desenvolvimentos econ&amp;ocirc;mico e social do Pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.panrotas.com.br/edicoes-digitais/detalhes/2025/annual-luxury-travel-report-2026_2774.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt; para acessar o anu&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 11 Dec 2025 11:38:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[viagens de luxo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP projeta cenário econômico desafiador para o turismo de negócios em 2026]]</title><link>https://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-projeta-cenario-economico-desafiador-para-o-turismo-de-negocios-em-2026</link><description>&lt;![CDATA[Em evento da Alagev, Entidade analisa juros, inflação, reformas e o comportamento do setor de viagens corporativas]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O ambiente econômico brasileiro vive um período de contrastes: enquanto setores estratégicos enfrentam limitações estruturais, o Turismo — sobretudo o corporativo — mantém trajetória de expansão. Esse foi o eixo central da análise apresentada pelo presidente do &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-turismo"&gt;Conselho de Turismo&lt;/a&gt; da&amp;nbsp;&lt;a href="https://fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, Guilherme Dietze, durante o tradicional café da manhã entre conselheiros e mantenedores da&amp;nbsp;&lt;a href="https://alagev.org/"&gt;Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (Alagev)&lt;/a&gt;, realizado nesta quarta-feira (3), no Palácio Tangará, em São Paulo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Convidado como palestrante especial, Dietze apresentou projeções para 2025 e 2026 e detalhou os elementos que devem orientar o planejamento de empresas e lideranças do setor. O evento reuniu lideranças estratégicas da Alagev, conselheiros e mantenedores em um espaço de diálogo e atualização sobre tendências econômicas e perspectivas para o setor de viagens corporativas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Crescimento limitado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Logo no início, Dietze destacou que a economia brasileira avança em ritmo inferior ao dos principais mercados globais. As estimativas para o Produto Interno Bruto (PIB) nacional — 2,6% em 2025, 1,8% em 2026 e 1,9% em 2027 — ficam abaixo da média mundial projetada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). “O País cresce, mas cresce menos que nossos pares. Isso reduz competitividade, dificulta investimentos e exige atenção redobrada de quem toma decisões estratégicas”, afirmou. A combinação de taxa de juros elevada, crédito restrito e consumo comprimido compõe uma situação que limita a expansão de negócios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pressão fiscal&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao abordar o quadro fiscal, Dietze apresentou dados que mostram deterioração nas contas públicas e aceleração da dívida. Mesmo com recordes sucessivos de arrecadação, o governo deve encerrar o ano com déficit próximo de R$ 41 bilhões. A dívida bruta, que representava cerca de 60% do PIB em 2015, está, hoje, próxima de 80%. “É o que chamo de estado febril. O País não vai quebrar, mas opera com mal-estar constante. Sem medidas de ajuste, como controle de gastos e melhora do resultado primário, esse quadro tende a se agravar”, analisou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dietze também apontou possíveis impactos da Reforma Tributária — especialmente para os Serviços e o Turismo, segmentos intensivos em mão de obra e menos beneficiados pelo sistema de créditos — e comentou os efeitos da tributação de dividendos, que pode estimular reorganizações societárias e mudanças no comportamento corporativo. Sobre o cenário eleitoral de 2026, avaliou que não deve haver sobressaltos. “Já conhecemos os candidatos e seus perfis. Isso reduz o temor de mudanças abruptas e evita volatilidade exagerada no câmbio ou nos fluxos de capital”, disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Turismo em alta&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar do quadro macroeconômico mais duro, o Turismo segue em curva ascendente. O volume de passageiros no País atingiu recordes históricos em 2024 e 2025, e o setor mantém demanda firme mesmo diante da queda do câmbio e do preço do querosene de aviação. O movimento pressiona tarifas e reduz espaço para negociações no mercado corporativo. “Temos uma demanda muito forte e uma oferta limitada. Isso vale para passagens, hotelaria e eventos. O resultado financeiro das empresas do setor deve continuar positivo justamente pela pressão da demanda”, explicou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A hotelaria reforça essa conjuntura: a taxa de ocupação média passou de 60% para 61% e a diária média subiu de R$ 380 para R$ 420 — aumento real após descontar a inflação. No mercado de viagens corporativas, o levantamento da FecomercioSP aponta R$ 106 bilhões em gastos de janeiro a setembro, o maior volume da série histórica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Projeções 2026&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para 2025, a FecomercioSP projeta crescimento real de 6,5% no setor de viagens corporativas, alcançando R$ 136,3 bilhões. Em 2026, o avanço esperado é de 6%, chegando a R$ 153 bilhões. “O Turismo destoa da economia. Enquanto outros setores enfrentam travas, o nosso segue quebrando recordes”, destacou Dietze.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre os desafios para o ano que vem, o presidente do conselho citou a escassez de espaços para eventos — já com calendário praticamente esgotado em São Paulo —, o impacto dos feriados prolongados para a produtividade corporativa e a manutenção de preços elevados em razão da oferta limitada. Por outro lado, o calendário da Copa do Mundo deve gerar ativações e impulsionar viagens de incentivo, amenizando parte das restrições.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao encerrar a apresentação, Dietze reforçou a importância da cooperação entre entidades e dos dados qualificados para orientar decisões. “Nosso papel é munir o setor com informação precisa para atravessar um ambiente desafiador sem perder capacidade de crescimento. O Turismo brasileiro é resiliente e continuará avançando”, concluiu.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 05 Dec 2025 14:15:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item></channel></rss>
