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Sustentabilidade

22/10/2021

Comitê da FecomercioSP recomenda que empresas adotem ações a fim de reduzir custos e economizar energia elétrica

Além de medidas pontuais para economizar o recurso, estabelecimentos devem avaliar possibilidade de migração do mercado cativo para o livre

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Comitê da FecomercioSP recomenda que empresas adotem ações a fim de reduzir custos e economizar energia elétrica

Evidente a necessidade de tomar medidas para reduzir o consumo e gerar economia do recurso
(Arte: TUTU)

A crise hídrica que o País enfrenta – considerada a mais grave nos últimos 91 anos e que tem gerado preocupação da sociedade civil, de governos e do setor privado – deve continuar impactando a disponibilidade e o custo da energia elétrica nos próximos meses. Mesmo com as chuvas nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, que respondem por mais da metade do potencial de geração de energia do País, a perspectiva é de que o cenário de emergência persista ao longo deste ano e em boa parte de 2022. Por esta razão, de acordo com o presidente do Conselho de Sustentabilidade (CS) da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), José Goldemberg, à frente do Comitê Energia, não há nenhuma razão para otimismo. Por isso, empresas e consumidores não podem “baixar a guarda”.

A perspectiva, segundo o presidente do comitê, é de que o preço da energia continue subindo, uma vez que o potencial hidrelétrico é claramente insuficiente, e a necessidade de utilização das usinas termoelétricas, cada vez maior. Além disso, agrava a situação o fato de essas usinas já serem operadas há muitos anos, e algumas apresentarem problemas de manutenção, tornando o processo ainda mais oneroso (em alguns casos, os preços já atingiram R$ 3 mil por MWh, sendo a média de R$ 1,6 mil).

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Diante deste cenário, a recomendação é que os estabelecimentos comerciais que se encaixam no perfil daqueles que podem optar pela saída do Sistema Integrado Nacional – no qual os consumidores adquirem energia das concessionárias de distribuição, com tarifas reguladas pelo governo – tomem esta decisão, pois, ao migrarem para o mercado livre (cuja compra é feita diretamente das geradoras ou das comercializadoras, podendo negociar preços, volumes e prazos), poderão obter uma redução no valor da conta da eletricidade. Já há 700 megawhats de energia contratados por empresas que deixaram o mercado cativo.

Além disso, é evidente a necessidade de tomar medidas para reduzir o consumo e gerar economia do recurso. Neste sentido, atitudes pontuais relacionadas à iluminação dos espaços, aos equipamentos de refrigeração utilizados, bem como aos dispositivos eletroeletrônicos, podem contribuir para este objetivo.

Uma outra opção é que os consumidores, tanto pessoas físicas como jurídicas, considerem também gerar a própria energia, com a instalação de painéis solares fotovoltaicos, dispositivos que são utilizados para converter a energia solar em elétrica.

Saiba mais sobre o Comitê Energia clicando aqui.

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