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Endividamento em alta e juros elevados vão segurar o consumo das famílias neste ano; farmácias e lojas de roupas vão encabeçar a perspectiva positiva para a data
Cerca de 2 em cada 10 famílias têm contas atrasadas; as de renda mais baixa sofrem mais
Índice recuou 1,1% em junho, registrando quinta queda consecutiva do indicador e menor pontuação desde 2021
Deflação observada em junho pode ser temporária diante dos impactos do conflito no Irã sobre as cadeias globais
Juros, crédito restrito, dívidas e apostas afetaram o consumo discricionário em abril e já impactam as compras essenciais
Quase sete em cada dez famílias paulistanas tinham contas a pagar em junho, cerca de 3,33 milhões de lares
Indicadores de junho avançam positivamente; melhoria da percepção das famílias ainda contrasta com um elevado nível de endividamento
Nos cinco primeiros meses do ano, índice acumula expansão de 3,12%, patamar superior ao do mesmo período de 2025
Volume cresceu 50,7% em um ano; avanço equivale a praticamente todo o estoque registrado no País em 2018
Dados apontam que um quarto da população guardaria o dinheiro usado para apostar; há ainda um contingente de pessoas que já precisou buscar ajuda financeira